De Hétero a Sissy (Parte 5) Feminização

Feminização.

Já é quase meio-dia quando finalmente acordo de uma noite extremamente intensa, uma noite onde todos os limites que eu achava que existiam entre dois amigos de toda a vida foram quebrados, uma noite que deixaria sequelas irreparáveis na nossa relação, para o bem ou para o mal.
Sabia que no outro lado da cama estava meu amigo porque ele ficou para dormir nessa cama, eu estava como fiquei ontem à noite, completamente nu e com essa maldita coisa de castidade no meu pau. Estendi o braço para pegar meu celular na mesinha de cabeceira para ver se tinha alguma mensagem ou algo... Nada. Mas parece que esse movimento denunciou ao meu amigo que eu já estava acordado, então ele se virou e se colocou atrás de mim de conchinha e, como vocês podem imaginar, claramente pude sentir o pau dele encostando em mim com aquela típica ereção matinal.

T: Bom dia, bebê, desculpa pela encostada, é que os homens sempre acordam assim, deve ser o que a gente sonha ou sei lá. Te incomoda?
S: Não, não. De jeito nenhum.

E é que, na verdade, já estava totalmente adaptado a esse novo papel e adorava.
Então Toni pegou minha mão direita, que estava com o celular, e fez eu soltá-lo na cama, enquanto a levava em direção ao pau dele. Eu ainda estava de costas para ele, mas meu braço ia para trás, pude sentir a ereção do meu amigo e logo aproveitei para deslizar a mão por todo o pau dele.
Obviamente isso me excitava, e foi então que percebi a grande diferença desta vez para as anteriores: meu próprio pau estava doendo, tentava ter uma ereção, mas, por estar preso, só me causava dor. Fiquei um tempo batendo uma para ele de costas até que, de repente, ele disse:

T: Bom, bom, gostosa, chega por enquanto. Quero que a gente levante da cama porque, como eu te disse ontem à noite, isso está só começando e tenho muitas surpresas para hoje.

Levantamos quase ao mesmo tempo da cama e fomos ambos em direção ao banheiro.

T: Olha, agora você vai fazer o que eu mandar. O primeiro A tarefa de hoje é muito fácil. Você vai entrar no banheiro e quero que tire cada pelo que ver no seu corpo. Não fica bravo, é que eu gosto das putinhas assim.
S: Tá bom, vou tentar...
T: Você vai fazer. Ah, e quando terminar, entra no chuveiro e me chama, dá um grito que talvez eu esteja longe e não te ouça, haha.

Entrei no banheiro disposto a seguir nessa brincadeira, que já era coisa de dois, porque dava pra ver que tanto eu quanto ele estávamos adorando a situação. A verdade é que também não foi uma tarefa difícil, sempre fui bem lisinho, por assim dizer, não tenho muito pelo no geral, mais na região genital, onde até foi bem mais simples do que eu esperava, só precisei contornar a gaiola de castidade e pronto, totalmente limpo. Me olhei no espelho e não vi uma grande mudança, mas simplesmente não liguei e fui ligar o chuveiro da banheira e, alguns segundos depois, chamar meu amigo com um grito.

Eu estava debaixo do chuveiro, a cortina do banheiro tampava tudo, e então ouvi primeiro a porta do banheiro abrir e fechar e, segundo, roupa caindo no chão. A cortina se move e vem meu amigo completamente pelado com a pica mole, que obviamente eu fui olhar. Me afastei pra dentro pra deixar espaço pra ele debaixo do chuveiro e, sem falar muito, começamos a tomar banho, cada um se olhando de frente.

T: Agora que tem muita luz, que estamos um na frente do outro como Deus nos trouxe ao mundo. Entendeu meu ponto? Como você não veio muito favorecido, haha.
(Falava enquanto com a mão pegava na pica borrachuda e balançava como se fosse uma mangueira)
T: Olha o que é a minha pica e olha o que é a sua, aí presa nessa gaiolinha. Se eu quisesse colocar isso em mim mesmo, nem conseguiria, é impossível de entrar. Já você, olha, inteirinha aí dentro... Entendeu? Uma jovem gostosa sempre vai preferir isso, a essa merda que você tem. Por isso sua única solução é virar pro outro lado, hahahaha. T: Me faz um favor, me passa o shampoo que tá atrás de você...

Com toda a inocência do mundo, me virei pra pegar o shampoo direito quando, de repente, senti um empurrãozinho por trás, leve mas certeiro. As duas mãos dele nos meus braços com bastante força e então me empurrou até eu ficar contra a parede, que tava bem fria. Senti ele apoiar a mão nas minhas costas molhadas pela chuva do chuveiro e, fazendo pressão, foi descendo até minha bunda, acariciando as nádegas e, de vez em quando, passava a mão mais do que devia. Obviamente, eu tava morrendo de tesão, mas tinha o mesmo problema: não tinha acesso à minha própria piroca. Devagar, senti meu amigo se aproximar por trás, dava até pra sentir a respiração dele. Então, com as mãos nas laterais das minhas coxas, ele fez o oposto da noite anterior: dessa vez, forçou pra eu fechar as pernas o máximo que conseguisse. E aí, finalmente, senti o pau dele atrás de mim, durinho. Devagar, ele foi encostando ele debaixo da minha bunda, bem entre minhas pernas, e ia de trás pra frente, fazendo pressão entre minhas coxas. Às vezes, sentia a cabeça do pau dele bater nas minhas bolas e eu ficava louco, era como se ele tivesse me penetrando, mas na verdade era mais uma punheta que ele tava tirando usando minhas coxas como ferramenta. Ele ficou assim por uns minutos, até que eu mesmo não aguentei mais e falei:

S: Ahhhhh, por favor, me come!

T: Shhh, você não decide quando eu vou arrebentar sua bunda. Agora, por causa disso, vou embora. Termina, se enxuga bem que já vou trazer sua roupa.

E assim, como se nada tivesse acontecido, ele foi. Ouvi ele se secar e sair pela porta. Terminei de tomar banho e, uns momentos depois, ouvi a porta abrir e soube que era ele deixando a roupa num cesto.

Saí do chuveiro, me enxuguei e fui pegar a roupa. Aí, num segundo, percebi: aquela não era minha roupa. Conheço minhas roupas, e aquela não era...

T: Veste isso, vai, quero ver como fica em você. Comprei pra você.

Tinha essa pilha de roupa: uma calcinha fio-dental preta de renda, uma regata branca bem pequena e por último uma saia preta. Fui pegando as roupas nessa ordem, primeiro coloquei a calcinha e o sangue ferveu com a sensação de estar vestindo roupa íntima de mulher, e ainda por cima ficava incrível em mim, fazia um volume não muito grande por causa da jaula de castidade, mas quase não dava pra notar graças à cor preta. Depois a regata, que deixava um pouco da minha barriga à mostra, e por último a saia, que coloquei bem em cima da cintura. Voltei a me olhar no espelho como tinha feito antes, mas diferente de antes, agora eu notava algo incrivelmente diferente, me sentia muito bem vestido assim e obviamente me excitava como nunca... Acabei colocando um tênis com meias e saí do banheiro.

T: Vamos ver como ficou... Uff, linda a roupinha. Só falta um último detalhe, pega o celular, vê que te mandei um vídeo.

Olhei minhas mensagens e tinha um link para um vídeo, era sobre maquiagem, um tutorial na verdade, então usando tudo que tinha de maquiagem da minha mãe, segui o tutorial à risca, até que depois de vários minutos terminei e me sentia a cada segundo, a cada minuto melhor comigo mesmo.

T: Agora sim, olha que gostosa você está. Vamos cozinhar o almoço juntos, que tal?

O tempo seguinte que passamos foi realmente muito agradável, não parecia que eu estava ao lado da mesma pessoa dos dias anteriores, era alguém um pouco mais gentil. Enfim, terminamos cozinhando algo entre nós dois, mas o melhor de tudo era que tinha uma certa paquera a todo momento, um passava perto do outro e tinha contato, mais de uma vez ela acariciou minha bunda por cima da saia ou eu tentava disfarçadamente que ela se apoiasse um pouco, tudo muito tranquilo embora excitante ao mesmo tempo.
Finalmente terminamos de cozinhar, almoçamos na mesa como sempre, depois de um pouco de conversa e limpar um pouco, ambos fomos sentar no sofá um do lado do outro.
Meu amigo tava vestido com uma camiseta de algodão normal e uma bermuda jeans...
Mesmo já tendo passado umas boas horas das duas investidas dele, a da cama e a do banheiro, eu ainda tava bem quente, e o fato de ele ser quem dominava a situação e não me deixar fazer nada me deixava meio pilhada. Então pensei comigo mesma: e se dessa vez eu agir primeiro, feito uma puta no cio que eu me sinto agora?

Estendi minha mão direita e apoiei no joelho do meu amigo. Ele não reagiu, só continuou olhando pra frente, pra televisão. Comecei a acariciar um pouco o joelho dele enquanto ia subindo devagar pela perna, de vez em quando passando a mão por dentro da calça, mas sem tocar em nada. Dava pra notar o volume crescendo naquela calça que parecia tão apertada, então só pensei "Foda-se" e subi a mão até o volume dele e comecei a acariciar. Era incrível sentir ele crescendo mais e mais, parecia que o zíper ia explodir.

Com bastante jeito, consegui desabotoar o botão com uma mão e abaixar o zíper com cuidado pra não machucar ele. Ele tava usando uma cueca preta que também tava toda apertada por causa daquela ereção que já dava pra ver. O próximo passo foi meio óbvio: subi a mão até a barriga dele e, de lá, desci até enfiar por dentro da cueca e comecei a pegar na pica dele com toda a vontade do mundo. Batia uma punheta pra ele por dentro da roupa. Meu amigo não olhava pra mim, só mantinha a cabeça virada pra frente, mas agora tava de olhos fechados e dava pra ver claramente pela expressão que ele tava adorando.

Como já tinha passado do limite mental com meu "Foda-se", pensei: por que não chupar essa pica, com a vontade que eu tô? Então nem hesitei, só precisei me abaixar e libertar a fera. Puxando a cueca dele, vi sair aquela pica venosa e enorme do meu amigo. Com Minha mão nela, adicionei também minha boca e minha língua, um pouco de cada uma em ordem aleatória, pra fazer um bom boquete no sofá da minha casa pro meu melhor amigo. Nessa altura, eu já tinha bem mais prática e nós dois sentíamos isso claramente. Devia ter chupado aquela rola uns 2 minutos sem parar, até que de repente aconteceu uma coisa terrível.

O som da campainha tocou... Senti o pânico da minha vida, quem podia ser? O que eu faço? Não pode ser alguém conhecido me achar assim, vestido de mulher e com os lábios pintados, mas borrados por causa do boquete que eu tava dando no meu melhor amigo, que todo mundo que eu conheço também conhece ele... O que eu faço agora?

S: Não pode ser! Preciso me trocar, o que eu faço, o que eu faço, o que eu faço?
T: Ei ei, calma, talvez tenham se enganado, não estamos esperando ninguém, não se preocupa, eu vou ver.

Meu amigo guardou a rola toda babada como se nada tivesse acontecido, abotoou a calça e foi até a porta de casa...
Na minha cabeça, dois pensamentos igualmente horríveis brigavam: o primeiro é que eu não sabia o que fazer se alguém entrasse e se deparasse com essa situação. E o segundo é como pode que eu esteja nessa situação pela terceira vez no dia... Deixa eu explicar: de manhã, ele não me deixou continuar a punheta, no banho não quis me comer e agora, no meio do boquete, a campainha toca... Tenho tanta má sorte assim?

Finalmente, depois de alguns poucos minutos que pra mim pareceram horas, o Toni voltou.

T: Nada, te falei, era um vendedor ou sei lá, te disse pra ficar tranquila, não tem problema. Além disso, não seria uma má ideia você ir se acostumando a ser vista assim daqui pra frente. Te falei que você tá gostosa...

Eu, que tava parado no meio da sala, vi como, enquanto meu amigo falava comigo, ele foi se aproximando com uma confiança de aço e, quando ficou de frente, colocou a mão no meu rosto e fez algo que até agora eu nem tinha percebido que tinha acontecido. Ele me beijou de boca, um beijo apaixonado e tesão. Foi tão incrível o momento que eu nem tava pensando que era eu beijando meu amigo, era como se eu fosse uma pessoa diferente beijando esse cara que é uma gostosura, simplesmente me deixei levar por uma série de beijos, enquanto com as mãos ele apalpava várias partes do meu corpo, apertava minhas costas, minha bunda, meus braços, me segurava pela nuca.
Num momento ele parou e me levou com a mesma força e decisão pra fora da banheira, mas dessa vez me virou e me colocou contra a pia da cozinha, abaixou a metade do meu corpo e deixou minha bunda pra fora...

T: Agora vou terminar eu o que você começou há pouco, sua putinha!

Ele levantou minha saia com as mãos bem pra cima, deixando minha bunda no ar com minha calcinha fio dental. E então, de uma puxada com uma força descomunal, conseguiu tirar minha calcinha, rasgando ela com força pelo lado. Ouvi ele tirando a calça e a cueca e em menos de um segundo eu tinha aquele pauzão passando pela minha bunda totalmente impune. Era uma besta solta e eu uma garota indefesa, sem poder fazer nada. Então ele abriu bem minha bunda e com várias cusparadas garantiu que lubrificasse meu cu, como se isso fosse suficiente contra um pau como o dele. Não ligou. Apontou pra mim e eu senti ele enfiar o pau com dor e prazer. E assim começou a me comer bem forte e constante, como uma puta no cio, ele tava me dando o que eu tanto pedi o dia inteiro.
Diferente das outras vezes, eu já tava completamente sem vergonha e gemia de prazer aos berros, sem me importar se alguém pudesse ouvir lá fora. Meu amigo metia no meu cu com intensidade enquanto eu retribuía com gemidos de puta. Minha bucetinha, claro, oscilava entre a dor e o prazer por estar presa e sendo apertada contra esse móvel na cozinha.
Depois de um bom tempo sendo penetrada assim como uma vadiazinha, ele tirou o pau do meu cu e falou: "vem, vamos pra cama". Me pegou pela mão e me levou até o quarto. quarto. Assim que cheguei, me joguei na cama e ele se deitou em cima de mim, devorando minha boca enquanto tirava minha regata, e eu tirava a camiseta dele, que era a única peça de roupa que ainda tinha. Depois, ele levantou minha saia até quase a altura do peito.
Ele se afastou um pouco pra trás, pegou minhas pernas e as colocou por cima dos próprios ombros, deixando minha buceta perfeitamente alinhada pra ser penetrada de novo por ele — e foi o que ele fez, começou a me foder de novo, agora com minhas pernas nos ombros dele e sem muita dificuldade, já que eu tava bem dilatada por causa daquela pica.
Ele me macetava com cada vez mais força, minha visão era espetacular: eu via aquele macho todo suado, com a cabeça entre minhas pernas, enquanto eu morria de prazer, gemendo igual uma louca. Dava pra ver minha piroquinha presa, que a cada penetrada dele parecia menos pinto e mais clitóris. O ritmo do meu amigo era excelente, e eu comecei a sentir que ia gozar sem nem precisar me tocar. Com a pica dele enterrada na minha buceta, tive um orgasmo incrível, gritei mais alto do que já tinha gritado na vida, e nós dois vimos bastante sêmen saindo do meu pinto, enchendo o interior da minha jaula de castidade. Acho que isso explodiu a cabeça do meu amigo, que foi de 0 a 1000 em um segundo e começou a me comer com tudo. Dava pra ouvir bem alto as bolas dele batendo na minha buceta, fazendo aquele barulho de tapa. Ele também começou a gemer forte, e de repente um grito final, seguido de um monte de porra entrando na minha buceta até sei lá onde. Juro que senti o calor do sêmen dele por todo o meu corpo, e depois a pica ainda pulsava dentro de mim. Aos poucos, a ereção foi diminuindo, ele simplesmente baixou minhas pernas dos ombros dele e tirou a pica, que eu vi coberta pela própria porra. Ele se apoiou um pouco na cama e finalmente caiu deitado bem do meu lado, numa enxurrada de suspiros de prazer e exaustão. culpa da putaria que vivi...

T: eu, tu ainda fala com tua ex? Tipo... Na próxima vez que tu ficar sozinha em casa, a gente podia chamar ela pra passar uns dias, haha

FIM.

2 comentários - De Hétero a Sissy (Parte 5) Feminização

Me encantoooooo pensee que cuando sono el timbre era ex que lo terminaban humillando jajajajajaja me encantoooo. 10000 puntos
Tu cuenta parece bloqueada, no me deja ver tu perfil. Cuando sale el 6?