Acho que todas as mulheres, pelo menos uma vez, pecamos ou curtimos por despeito — eu fiz isso e o escolhido me seduziu. O que seria uma vingança acabou virando um capítulo da minha vida. Tava puta com a atitude do meu marido, que numa reunião com colegas de trabalho bancou o machão — que ele não é — e me fez passar por uma mulher simplória, e pra piorar, grávida. Isso e ser otária é a mesma coisa. Uff, que vontade de gritar cuck! Te fiz de corno com dois dos seus melhores amigos, essa simplória fez eles largarem os códigos de amizade. Mas vamos ao que importa: meu corpo tava abrigando meu filho, ainda não dava pra notar, eu (sim, eu percebia) lutando com aquela loucura feminina inevitável de me sentir linda, desejável, e meu marido me humilhando por estar grávida. Resultado: procurei humilhar ele, e quem melhor que o Oscar, nosso porteiro, que meu esposo enchia o saco o dia inteiro por ser torcedor do Boca e que, por respeito, nunca respondia. Comecei o jogo: manter o olhar, caretas quase imperceptíveis de sorriso, molhar os lábios com a língua. Quando ele se aproximava, eu recusava, assim, quase todo dia por uma semana, curtia esse jogo. Até que um dia, eu — naquela época não trabalhava — nos encontramos no elevador. Sem dizer nada, ele me abraçou, me comeu a boca. Eu falei: "Cê é louco, aqui não". Ele me mantinha abraçada, eu dizia: "Espera, espera", e a única coisa que me veio na cabeça pra ganhar tempo foi: "Tô indo almoçar". Ele respondeu: "Na sua casa ou na minha?" "Na minha", respondi, pensando onde ia almoçar, mas a pergunta dele era onde íamos trepar. Descemos no 7º andar. Minha cabeça a mil se debatia: faço ou não faço? Abri rápido pra evitar olhares indiscretos. Quando a porta fechou, entendi que ia fazer. Ele me abraçou de novo, hesitei um segundo e falei: "Tô grávida". "Tomara que o próximo seja meu", ele disse, e começamos a nos pegar. Aos poucos, o tremor dos nervos foi sumindo. Já pensava onde, e ele resolveu o problema: me arrastou pro quarto. Não era minha primeira opção, mas virou a única. Desmontei a cama, fui no banheiro, minha bexiga de grávida tava pedindo. Aproveitei pra passar um perfume e fui encontrar ele. Tava me esperando na cama, brincando com o pau dele, eu de fio dental, reconhecendo aquele corpo que eu ia conhecer. Vem provar, ele falou, surpresa mas não brava, me aproximei, ele se ajeitou pra me oferecer o pau, pra quem entende, poucas palavras, comecei o boquete. O pau dele crescia na minha boca enquanto os movimentos dele começavam a me sufocar.
Resolvi subir de nível e montei nele. Tava há semanas sem alegria e o roçado me deixou louca. Gozei duas vezes, e ele começou a me dominar, me virou na cama, perninhas no ombro, e comecei a conhecer o estilo dele: calmo, seguro, incansável. Depois de uns minutos, ele tirou e começou a gozar, o leite espirrava na minha cara, cabelo e peitos, e meus quadris já tavam doendo. Tentei me recuperar, mas não deu tempo, ele me virou quase bruscamente, colocou o travesseiro debaixo da minha barriguinha e tentou me comer de booty. Nãoooo!, pelo amor, não tá preparada, tá suja, falei, e ele teve pena. Já provou, ele disse enquanto metia na minha buceta. Da próxima quero limpinha, sem caguinha. Foi o mais ordinário, mas também o mais atencioso. Outro dia talvez eu conte mais. Me deixou morta, sem forças, senti ele ir no banheiro, acho que dormi porque quando acordei, ele tava na cozinha fazendo um omelete pra mim.
Resolvi subir de nível e montei nele. Tava há semanas sem alegria e o roçado me deixou louca. Gozei duas vezes, e ele começou a me dominar, me virou na cama, perninhas no ombro, e comecei a conhecer o estilo dele: calmo, seguro, incansável. Depois de uns minutos, ele tirou e começou a gozar, o leite espirrava na minha cara, cabelo e peitos, e meus quadris já tavam doendo. Tentei me recuperar, mas não deu tempo, ele me virou quase bruscamente, colocou o travesseiro debaixo da minha barriguinha e tentou me comer de booty. Nãoooo!, pelo amor, não tá preparada, tá suja, falei, e ele teve pena. Já provou, ele disse enquanto metia na minha buceta. Da próxima quero limpinha, sem caguinha. Foi o mais ordinário, mas também o mais atencioso. Outro dia talvez eu conte mais. Me deixou morta, sem forças, senti ele ir no banheiro, acho que dormi porque quando acordei, ele tava na cozinha fazendo um omelete pra mim.
3 comentários - Despechada e Gostosa