Confissões de uma puta 5.2

Confissões de uma puta 5.2Aqui vai a segunda parte da minha história com o Atílio... chegou o sábado e foi o dia que combinamos de nos ver. Ele me mandou uma mensagem cedo e disse que passaria para me buscar perto de casa às 21h, que eu me vestisse simples, que iríamos jantar num lugar tranquilo. Então no sábado eu esperei por ele vestida com uma blusa preta, uma calça jeans preta justa e umas botas, além de uma maquiagem leve. Ele passou para me buscar no carro dele e me levou pra comer algo sossegado, tomamos uns copos de vinho e conversamos. O Atílio voltou a ser o senhor educado que é pessoalmente, e não o velhinho degenerado das mensagens... é verdade que várias pessoas nos olharam com certa curiosidade por causa da diferença de idade bem visível entre nós dois. Terminado o jantar, ele me propôs ir pra casa dele. Dessa vez, ao subir no carro, ele me puxou pra perto e me beijou, e enquanto fazia isso, as mãos dele tocavam meus peitos... entre gemidos, ele dizia: "Uffa, há muito tempo sonho em tocar esses peitões grandes, olha como você me deixa", e colocou minha mão na calça dele, onde dava pra sentir o pau bem duro... Quando chegamos na casa dele, ele diz: "Princesa, quero que você vá ao banheiro e vista isso", e me entregou uma sacola de papel bem grande... O que tinha dentro? Um batom vermelho intenso, um perfume suave e frutado, um conjunto de lingerie bem de menina, de algodão rosa com corações pretos e rendinhas, dois rabinhos de cavalo com lacinhos vermelhos grandes, um par de meias pretas compridas de colégio e, claro, um uniforme de colegial que, pra ser sincera, ficou bem justo em mim. A saia mal cobria minha bunda e a blusa, na altura do peito, não fechava. O uniforme realmente me chamou muita atenção, mas como eu gosto de agradar, me vesti como a colegial pornô que ele queria que eu fosse. Ao sair do banheiro e chegar na sala, o Atílio me esperava sentado num sofá, e diz: "Fica aí em pé que eu quero te ver..." Os olhos dele brilhavam ao me olhar, o vovô estava tarado. Depois ele me chamou e me fez sentar no colo dele, colocou uma mão nas minhas pernas e foi subindo... Subindo, enquanto me beijava. A outra mão dele enfiou no decote da minha camisa e começou a acariciar meus peitos... Uff, gata, você é a colegial mais puta do mundo, vou te comer toda, sua puta que esquenta pica. A mão dele brincava com a minha buceta, que ficava cada vez mais molhada, e entre gemidos eu pedia: por favor, me come. E o Atílio me perguntava: o que foi, puta? Tá com tesão? Precisa de pica? Precisa ser comida? E eu respondia: sim, sim. Aí ele me levou até a mesa da sala, me colocou de bruços, abriu minhas pernas, levantou minha saia e disse: não entendi, puta, quer ser comida? E eu repeti que sim, então ele me deu um tapa forte na bunda e falou: sim, o quê? Sim, papai, quero que me coma. Aí ele continuou dando tapas fortes na minha bunda... Ficou um tempão me dando palmadas e dizendo que eu era uma menina muito puta e que adorava pica, que por isso ele tinha que me bater pra me ensinar a me comportar e não gostar tanto de ser comida. Só parou quando eu implorei, dizendo que tava muito molhada e precisava ser comida na hora. Então ele puxou minha calcinha fio dental e, de uma só vez, enfiou a pica até o fundo. "Você é uma puta safada, tão molhada que minha pica entrou de uma vez..." E começou a me comer bem forte, massageando meus mamilos (algo que me excita muito), enquanto dizia que eu era uma puta terrível que adorava levar pica fundo. Pra idade que o Atílio tem, ele ficou um bom tempo me comendo gostoso, até que gozou, enchendo minha buceta de porra. Depois disso, me sentou em cima da mesa e começou a me beijar, tirou minha camisa e o sutiã, e começou a beijar e lamber meus peitos, enquanto os dedos dele brincavam com minha buceta, me deixando toda molhada de novo. Depois de um tempo, ele ficou duro outra vez, então começou a me comer de novo, mas dessa vez, quando tava perto de gozar, me fez descer da mesa e ajoelhar na frente dele, e disse: vai, puta, chupa minha pica, que eu sei que você adora. Encanta. Então comecei a lamber e chupar olhando nos olhos dele e fazendo minha melhor cara de puta gulosa. No gozo, ele mandou eu abrir a boca e jogou um pouco de porra dentro da boca e nos peitos. Depois, mais de boa, perguntei por que ele tinha me feito vestir de colegial e ele me contou que tinha sido professor num colégio de ensino médio e que tinha uma aluna com um corpo parecido com o meu, ou seja, peitão e rabão, e que ele sempre teve tesão nessa garota. Que mais de uma vez tinha se masturbado no banheiro da sala dos professores imaginando que comia ela, mas nunca teve coragem porque tinha medo de perder o emprego. Quando me conheceu, lembrou daquela aluna e mais de uma vez bateu uma punheta pensando em mim vestida igual àquela colegial... então já viram, amigos, Atilio é um velho tarado e perverso que adora comer colegiais. Hoje recebi uma mensagem dele dizendo que tinha muitas fantasias comigo vestida de jeitos diferentes, então, com o que vou ter que me fantasiar da próxima?? Aliás, quando ele me deixou em casa e antes de eu descer do carro, me deu um envelope, quando olhei tinha bastante grana dentro, aí perguntei o porquê e ele disse: para putas como você, depois de um bom serviço se paga, então espero que não se ofenda. A verdade é que ele me tratar como uma verdadeira puta me excitou pra caralho. Espero que essa segunda parte tenha agradado vocês. Beijos.

3 comentários - Confissões de uma puta 5.2

Increíble historia. Que bien contada putita. +10 y +100 si pudiera
mi vida!!! como me calentaste!!! tambien soy un veterano calenton y degenerado! quiero llenarte esas tetotaaaa de leche!!!