Olá, me chamo Mauro, tenho 19 anos e sou repetente no colégio. Isso aconteceu semana passada:
Chego em casa com a cara fechada e assustado, e lá estava minha mãe, Mônica, servindo a comida (ela é uma loira de 42 anos, espetacular, com uns peitos irresistíveis).
Mônica – Oi, amor, como foi no colégio? –
Eu – Ehhh, bem, mas amanhã o diretor quer falar com você – falei com medo
Mônica – Tem reunião de pais? – perguntou desconfiada
Eu – Sim, sim, sim – me fazendo de desentendido
Mônica – Bom, senta aí que vou te servir a comida –
Justo a comida que a mamãe fez era milanesa com purê, meu prato favorito e acho que também da maioria dos argentinos.
Sentei pra comer com ela, nem sei do que ela tava falando, acho que do trabalho e do dia dela. Minha mãe é contadora. Mas por dentro eu tava me corroendo de não ter coragem de contar o que aconteceu na escola.
Enfim, depois do almoço, enquanto minha mãe lavava a louça, fui pro meu quarto e criei coragem pra tirar da mochila o comunicado do diretor pra ela. E, como um condenado indo pra cadeira elétrica, acabei entregando.
Mônica – O que é isso? – me disse surpresa
Eu – Mãe, me perdoa, me comportei mal e... o diretor quer falar com você, quer me expulsar
Mônica – Cooooomoooooo? Por que motivo? – deu um grito que subiu ao céu
Eu – Amanhã ele te conta, agora tenho que sair – e vazei de casa
Fui pra casa do meu amigo e fiquei lá até de noite. Quando cheguei em casa, comecei a andar na ponta dos pés pra ela não me ouvir, mas foi em vão, porque logo ouvi da cozinha gritarem meu nome: MAAAAAUUUUURRRROOOOOOO!!!!!!!
Saí correndo pro meu quarto e fechei a porta. Ela bateu ferozmente pedindo pra eu abrir, e bom, decidi abrir.
Mônica – Me escuta, amanhã vou saber o que aconteceu, mas pode ter certeza: se você fez algo errado, não sai mais pra lugar nenhum – falou com os olhos que pareciam soltar raios
Eu – Bom, tá bem – de cabeça baixa
Fui dormir e no outro dia, às Amanhã, me vesti pra ir pra escola junto com minha mãe pra ela falar com o diretor. (minha mãe pediu folga no trabalho)
Chegamos na escola, minha mãe foi vestida com uma saia longa cinza, e uma camiseta branca com um blazer da mesma cor da saia, tudo bem apertado e ela estava maquiada perfeitamente. Fomos pra direção e minha mãe pediu pra secretária poder falar com o diretor, que é um homem de 55 anos, cabelo branco, alto e magro. O escritório do diretor ficava no fim de um corredor que era na última parte da escola. A secretária entrou primeiro pra anunciar que estávamos na porta, e com a voz rouca ele disse pra secretária que podíamos entrar e que nos deixasse a sós.
Quando entramos no escritório, o diretor (Gastão Luciano), quando viu ela, não conseguiu tirar os olhos dos peitos dela.
Diretor – É um prazer, senhora Gamboa (sobrenome de casada, meu pai é piloto de avião e tá justo viajando), diretor Luciano Gastão.
Mônica – O mesmo digo –
O diretor não parava de olhar pra ela e despir ela de cima a baixo, e convidou a gente pra sentar.
Mônica – Recebi a notificação da escola, por isso vim – de forma bem séria
Diretor – Sim, senhora Gamboa, mandamos chamar porque seu filho cometeu um ato de indisciplina inaceitável de qualquer ponto de vista.
Mônica – O que o senhor quer dizer com isso, diretor? –
Diretor – Seu filho tirou uma foto da roupa íntima da professora de matemática –
Mônica – Como? – ela disse me olhando de forma penetrante
Diretor – Como eu disse, senhora, enquanto a professora passou um exercício pra eles fazerem, ela tava na mesa dela revisando uns papéis, ele se aproximou por baixo da mesa com o celular e tirou umas fotos da calcinha dela debaixo da saia –
Minha mãe ficou surpresa e eu tava vermelho. Minha mãe, com um suspiro, olhou pro diretor pra continuar ouvindo e perguntou
Mônica – E como o senhor pensa em punir ele? – disse resignada
Diretor – Sinto muito, senhora, mas vamos ter que expulsar ele – disse friamente e ambos seios, helo o sangue
Mônica – co-como, p-pero por quê? –
Diretor – porque a indisciplina do seu filho é muito grave e não podemos permitir que um aluno com esse comportamento continue na nossa escola – disse com um sorriso irônico
Mônica – eu sei que ele fez merda, mas talvez obrigaram ele –
Diretor – temos certeza de que foi por conta própria –
Falavam como se eu não estivesse ali, a conversa era entre eles, minha mãe tentava ver se conseguia dobrar a decisão do diretor.
Mônica – e se a gente resolver de outro jeito?, me entenda, tô preocupada, meu filho é um bom estudante e aluno, tem notas excelentes –
Diretor – disso não tenho dúvidas, mas não posso permitir que ele continue nesta instituição –
Mônica – olha, se você fizer isso, meu filho vai perder o ano direto – ela falava de forma desesperada e aparentemente o diretor adorava aquela situação
Diretor – e o que você estaria disposta a fazer pra mudar minha opinião – ele disse apoiando as costas no encosto da cadeira
Mônica – a que você se refere?, a dinheiro. Sem problema – franzindo as sobrancelhas, olhando pra ele.
Diretor – hahahaha você acha que tudo se resolve com dinheiro –
Mônica – então me diga você –
Diretor – olha, por que não deixamos o garoto ir pra gente conversar mais como adultos –
Diretor – Mauro, te permito ir pras aulas normal hoje e depois você saberá a decisão – ele disse me olhando e piscando o olho.
Me levantei, suspirei e fui embora, mas quando ia pra minha sala, decidi ficar pensando no pátio do colégio, passei um bom tempo ali, aí sim fui pra sala.
Mas quando vou, vejo por trás minha mãe saindo furiosa em direção ao portão da escola, fico escondido atrás de uma coluna, mas minha mãe para por uns minutos e volta pra onde fica a sala do diretor, o que será que aconteceu?, pensei, e decidi segui-la, estava a 5 metros de distância dela e vejo ela entrar na sala e fechar a porta, me dando as costas, mas pensei: se eu escutar atrás da porta, alguém vai perceber. Percebi que isso pode me trazer mais problemas. Aí vi que do lado da sala do diretor tem a sala do vice-diretor, que estava de licença. Entrei e percebi que tem a janelinha do duto de ar. Então abri e consigo ver o que acontece.
Mônica – Será que eu faço isso, deixo meu filho ficar na escola? – ela diz com a porta atrás.
Diretor – Sim, e dê seu filho como recebido, senão seu filho não só será expulso como não será aceito em nenhuma outra escola –
Fiquei puto com essas palavras, decidi ir enfrentá-lo, mas quando tentei sair daquela sala pra ir pra outra, a porta tinha travado e eu não conseguia sair. Então procurei nas gavetas da mesa que tinha ali e não achei nada, nem ferramenta, até que ouvi um grito da minha mãe e me aproximei de novo de onde estava e vi o diretor de pé, mostrando a pica pra minha mãe.
Mônica – O que cê tá fazendo, seu degenerado? – sem parar de olhar pro membro dele, que tinha uns 22cm e era grosso, cheio de veias e com a cabeça pra fora.
Diretor – Vai, Mônica, você já disse que sim. Fecha a porta e abaixa a saia – enquanto se sentava no mesmo lugar onde minha mãe estava na reunião anterior que eu assisti, com a calça aberta e a pica dura.
Minha mãe se virou e, como se fosse uma ordem, obedeceu. Ele já tava tratando ela por tu e mandando como se fosse o macho dela. Minha mãe se vira, trava a porta, deixa a bolsa em cima de um móvel, tira o paletó e larga no mesmo lugar. Leva as mãos pra trás e abre o zíper da saia, em seguida enfia os polegares dentro dela e começa a abaixar a saia, revelando a bunda enorme dela, que tinha uma calcinha fio dental branca enfiada, deixando cair no chão.
Diretor – Mas olha que rabo gostoso que você tem, hahahahaha. Agora mostra os peitos – ele dizia enquanto se tocava na pica.
Não conseguia acreditar no que tava vendo. Me afastei da grade, sentei no sofá da mesa, várias lágrimas caíram. Queria gritar, mas se fizesse isso, entregava minha mãe. O mais surreal foi quando eu Percebi que tinha uma ereção enorme, não sei se era a situação me excitando ou o quê, mas depois de pensar, o tesão tomou conta de mim e voltei a observar o que acontecia.
Minha mãe com aquelas tetas enormes, tamanho XXL pra ter uma ideia do tamanho dos peitos dela, parada na frente do meu diretor sem o paletó dele, ele estava chupando os peitos dela, tinha a boca enterrada nas tetas dela, passando a língua no bico enquanto apertava com as mãos. Minha mãe tinha mais cara de prazer do que de estar sendo abusada.
Mônica – aaahahahaahhaaaaammmmmmm aaaaaaaaaaa – tinha levado uma mordida do diretor.
Diretor – mmmmmmmmmmuuaaaackkk que tetas gostosas que você tem – plaf, dá um tapa na bunda dela.
Eu estava com o pau duro igual a um pedaço de madeira, metade do corpo dentro do duto e a grade aberta do meu lado e do lado deles, fechada onde pelas pequenas aberturas eu via o que acontecia. O diretor alternava as chupadas em cada teta constantemente, passando um tempinho em cada uma, até se sentar de novo no mesmo lugar onde minha mãe estava quando tava comigo na reunião anterior.
Diretor – agora é sua vez, puta – ele ria enquanto falava, apontando pro próprio pau, dando a entender que minha mãe tinha que começar a fazer um boquete.
Minha mãe se ajoelha, pega a rola com as duas mãos e abre bem a boca. Começa a meter devagar e ele pega a cabeça dela pra empurrar pra frente, o que faz ela engasgar. Repetem a ação de novo, mas dessa vez minha mãe fecha a boca com o pau dentro e chupa da metade até a cabeça. Repete uma, duas e três vezes, começando o vai e vem.
Diretor – aaaaaahhh mmmmmmm aaaaaaaaaaa sssssss –
Mônica – mmmmmmaaaaaack ggggggggllllaauuu –
Ela segura a pica com uma mão e com a outra afasta um pouco a perna do macho dela, que tá com os braços atrás da cabeça, curtindo, porque minha mãe, pelo que eu podia ver, parecia uma expert. Passa a língua no contorno da haste.
Diretor – vai, faz direito, pensa no futuro do seu filho sssss aaaahahah, fala que você gosta da pica, vai –
Mônica – mmmmm eu gosto da pica – ela falava bem à vontade, mesmo estando pressionada a fazer aquilo.
Isso fez com que ela se dedicasse ainda mais no oral, agora ela rebocava com mais força e, pra descansar, passava a língua enorme dela dos ovos até a ponta da pica. Já que a calça do diretor estava no chão, nos tornozelos dele, a boca dele empurrava a cabeça dela contra os ovos dele, pra minha mãe beijá-los não mais com medo, mas com prazer.
Mônica – mmmmm lllluaaa glup glup glup, ele gosta –
Diretor – com voz de puta enquanto batia uma punheta na pica dele
Percebi que o diretor notou que minha mãe devia ser daquelas putas que esquentam pica, que se fazem de santinhas e que, com a chantagem, despertaram o tesão dela. Algo que eu desconhecia completamente.
Ela chupava e lambia os ovos com paixão, com a mão direita segurava a pica dele pra enfiar de novo na boca dela e, movendo a cabeça em círculos, saborear ela por inteiro, tirar ela de lá e passar a língua descendo e chupando os ovos, fez isso várias vezes, cada vez mais rápido, intercalando com lentidão em alguns trechos. Depois, chupava de lado o tronco da pica.
Diretor – aaaahhhhhh sssiiiiisssss como você gosta de chupar pica, sua filha da puta –
Mônica – sim, eu adoro, seu filho da puta –
Diretor – hahahahahahaha isso, vai, sua puta, ooooohhh continuaaaa –
Mônica – mmmmm ggglglglglglllg mmmmuaaaack –
Depois, o diretor pegou o cabelo dela e fez uma rabada de cavalo, começou a meter a pica dele inteira na garganta dela. E agora os movimentos não eram mais com a cabeça dela, mas com as cadeiras dele.
Mônica – aagagagagaggggaaaaaaaaaaaacjkkk gak agak agak mmmmmmuack – constantemente
Ela tirava a pica da boca e, com a ajuda de rebolar pra frente e pra trás, ou com as mãos colocava a pica dele de lado na perna dela pra, com a língua pra fora, passar de um lado pro outro sobre aquele tronco enorme e dar uns chupões e beijinhos nos ovos e na cabeça da pica. Assim, em alguns minutos depois diretor com o cabelo da mamãe fez 2 bundinhas minúsculas e empurrava ela sobre a piroca acompanhado de um movimento de quadril dele, tipo, ele tava comendo ela pela boca. Deixou ela respirar um pouco e apalpava os peitos dela, minha mãe sem ninguém pedir agarrou os próprios peitos e colocou na piroca dele que ficou presa no meio daquelas borrachas, ele beliscou os dois biquinhos, o que fez minha mãe gritar. Minha mãe apertou os peitos onde seguravam aquele pau e começou a subir e descer, tava claro que era uma punheta de peitos. Com as mãos na frente das tetas mexia a bunda onde empinava aquela raba terrível, depois fazia descer e subir as borrachas sumindo no barrote de carne entre elas, depois de um tempo só mexia os peitos e gemia. Mônica – aahahahah mmmmm aaaaahahahahah – Diretor – aahahahahahah mmmmm puta de merda, continua, você deve ter sido boa aluna, faz algo que nem o diretor pediu hahahahahahaha – e enfiou 2 dedos na boca dela. Como se chupasse a piroca ele chupava os dedos enquanto continuava com a punheta de peitos, soltava ela e a piroca ficava livre. O diretor cuspiu na mão e lubrificou a piroca, igual ela fez cuspindo nos peitos pra continuar a punheta, que agora era ajudada pelo movimento do diretor. Parei de olhar, não aguentava a raiva nem a excitação, até quando iam continuar? Tava com vontade de tirar a piroca e bater uma sem parar, mas será que eu teria coragem? Peguei meu celular pra ligar pra ela e parar com isso, mas ela não atendia e não dava pra ouvir tocar na outra sala, com certeza tava no silêncio. Então voltei pro lugar onde via tudo. Agora o diretor tinha ela em cima da mesa, apoiando a piroca entre as bandas da bunda, a piroca enroscada na calcinha fio dental dela, com as mãos tocava e brincava com os peitos dela enquanto enfiava a língua na orelha e beijava ela. Minha mãe entregue ao prazer, com as mãos apoiadas na mesa, gemia. Mônica – ammmmaaaaaoooooohhhh – colocou ela de frente pra ele e com Suas mãos arrancaram a tanga dela.
Senta ela em cima da mesa e enfia 2 dedos na buceta dela enquanto volta a chupar os peitos dela como um louco.
Mônica – aaahahahaahha amaamamamamam mmmmmmmmmmmmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh – ela rebolia ferozmente, ou seja, metia e tirava os dedos como se estivesse comendo ela
Minha mãe mordia os lábios, era como se fossem amantes de uma vida inteira, não dava pra entender.
Ele colocou ela de volta na posição anterior e enfiou a cara na bunda dela, passava a língua pela buceta, cu e bochecha.
Não aguentei mais, desci de novo e me sentei no sofá da mesa do escritório onde eu estava trancado, abri minha calça, puxei o zíper, tirei meu pau e me masturbava como um louco, ao mesmo tempo com lágrimas pelo nojo de ter que fazer aquilo, ou melhor, pelo nojo do tesão que aquilo me dava. Enquanto me masturbava, ouvi um grito, me aproximei pra ver a sala do diretor e ele já tinha enfiado
Mônica – aaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmaaaaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaaaaaoooooohhhhh –
Diretor – aaaaaaaaa aaaaaa mmmmm bnnnnnn –
Metade do corpo dela estava caída sobre a mesa e o diretor, com a bunda dela à mercê, tava comendo ela, enfiava a pica enorme que ele tem enquanto apertava e amassava a bunda dela, e aí começou o famoso bai ben
Plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf
Mônica – AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHA HHAHAHAHAHOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAA-
Diretor – isso, toma, toma, minha bucetuda, vou te comer a vida toda, sua puta de merda ooooohhhh mmmm –
Os peitos dela se esfregavam na mesa enquanto ele metia sem parar, puxava o cabelo dela, fazendo a cabeça dela levantar, e ela com as mãos abria as bandas do cu pra não dificultar a enfiada do diretor
Mônica – aaaaaaahhhahahaha ahhhhh mmmmmmmmmma aaaa a aoooooooooj –
Diretor – aaaaaa h oooo nnnnn mmmmmm tomaaaaaaaaaa – já tava difícil respirar Tão agitado que tava
A pélvis dela batia
Forte no cu da minha mãe, era um pornô ao vivo e em tempo real, então
Sentei de novo e me masturbei de novo. Quando eu tava quase gozando, minha mãe
Grita mais alto, que, mesmo estando numa área quase isolada da escola,
Com certeza ecoou pra todo lado.
De novo em
Cena, vejo minha mãe de quatro na mesa recebendo a pica do diretor no
Cu dela, ou seja, era a vez do anal.
Minha mãe tava
Amordaçada com a gravata do diretor pra não gritar enquanto ele metia
Nela, fazendo um alargamento no cu dela, aos poucos foi enfiando
De novo e começou o entra e sai, dava pra ouvir, mesmo com a boca
Tampada, minha mãe sofrendo aquele arrombamento de cu, até parecia chorar, tanto que
Depois de uns instantes o diretor tira a pica, abaixa a mordaça e bate
Punheta em cima dela até começar a jogar porra que cai na boca e nos peitos dela,
Ele falava "toma porra aaaaaaaaaaaaaaaaaah"
Quando percebi, eu também
Comecei a não aguentar mais e sentei de novo no sofá e eu terminei
Também gozando na sequência da minha punheta.
Depois de uns
Instantes, toca o sinal do recreio e milagrosamente a porta abre, o que
Me faz esconder debaixo da mesa, era a secretária dele procurando uns papéis e deixa
A porta aberta, o que me permite fugir.
Vou até o pátio e
Justamente encontro meus colegas, e finjo que cheguei atrasado,
Em uns minutos vejo minha mãe saindo e me escondo pra ela não me
Ver. Ela vai embora como se nada, era inacreditável, mas o que eu podia dizer se eu me masturbei
Com a tesão que me deu ver ela trepando com o diretor.
Quando o recreio termina,
Vou pra sala e sinto uma mão no meu ombro, me viro e
Era o diretor me dizendo
Diretor – Mauro, já
Tá tudo resolvido, sua mãe me fez entender que eu não devia te expulsar. Então
Fica tranquilo, mas não faz mais isso, tem que ser um cavalheiro
Com as damas – com um sorriso de canto.
Eu – Tá bom,
senhor diretor, não vai acontecer de novo. acontecer, obrigado – rangendo os dentes
Direto – é isso, espero que sim. Bom, voltar às aulas, vou trocar a professora de matemática por um professor homem pra não ter mal-entendido e as aulas ficarem tensas, beleza, até mais –
Enquanto ele saía, notei que no paletó dele aparecia a tanga da minha mãe, que ele mesmo arrancou.
FIM.-
Chego em casa com a cara fechada e assustado, e lá estava minha mãe, Mônica, servindo a comida (ela é uma loira de 42 anos, espetacular, com uns peitos irresistíveis).
Mônica – Oi, amor, como foi no colégio? –
Eu – Ehhh, bem, mas amanhã o diretor quer falar com você – falei com medo
Mônica – Tem reunião de pais? – perguntou desconfiada
Eu – Sim, sim, sim – me fazendo de desentendido
Mônica – Bom, senta aí que vou te servir a comida –
Justo a comida que a mamãe fez era milanesa com purê, meu prato favorito e acho que também da maioria dos argentinos.
Sentei pra comer com ela, nem sei do que ela tava falando, acho que do trabalho e do dia dela. Minha mãe é contadora. Mas por dentro eu tava me corroendo de não ter coragem de contar o que aconteceu na escola.
Enfim, depois do almoço, enquanto minha mãe lavava a louça, fui pro meu quarto e criei coragem pra tirar da mochila o comunicado do diretor pra ela. E, como um condenado indo pra cadeira elétrica, acabei entregando.
Mônica – O que é isso? – me disse surpresa
Eu – Mãe, me perdoa, me comportei mal e... o diretor quer falar com você, quer me expulsar
Mônica – Cooooomoooooo? Por que motivo? – deu um grito que subiu ao céu
Eu – Amanhã ele te conta, agora tenho que sair – e vazei de casa
Fui pra casa do meu amigo e fiquei lá até de noite. Quando cheguei em casa, comecei a andar na ponta dos pés pra ela não me ouvir, mas foi em vão, porque logo ouvi da cozinha gritarem meu nome: MAAAAAUUUUURRRROOOOOOO!!!!!!!
Saí correndo pro meu quarto e fechei a porta. Ela bateu ferozmente pedindo pra eu abrir, e bom, decidi abrir.
Mônica – Me escuta, amanhã vou saber o que aconteceu, mas pode ter certeza: se você fez algo errado, não sai mais pra lugar nenhum – falou com os olhos que pareciam soltar raios
Eu – Bom, tá bem – de cabeça baixa
Fui dormir e no outro dia, às Amanhã, me vesti pra ir pra escola junto com minha mãe pra ela falar com o diretor. (minha mãe pediu folga no trabalho)
Chegamos na escola, minha mãe foi vestida com uma saia longa cinza, e uma camiseta branca com um blazer da mesma cor da saia, tudo bem apertado e ela estava maquiada perfeitamente. Fomos pra direção e minha mãe pediu pra secretária poder falar com o diretor, que é um homem de 55 anos, cabelo branco, alto e magro. O escritório do diretor ficava no fim de um corredor que era na última parte da escola. A secretária entrou primeiro pra anunciar que estávamos na porta, e com a voz rouca ele disse pra secretária que podíamos entrar e que nos deixasse a sós.
Quando entramos no escritório, o diretor (Gastão Luciano), quando viu ela, não conseguiu tirar os olhos dos peitos dela.
Diretor – É um prazer, senhora Gamboa (sobrenome de casada, meu pai é piloto de avião e tá justo viajando), diretor Luciano Gastão.
Mônica – O mesmo digo –
O diretor não parava de olhar pra ela e despir ela de cima a baixo, e convidou a gente pra sentar.
Mônica – Recebi a notificação da escola, por isso vim – de forma bem séria
Diretor – Sim, senhora Gamboa, mandamos chamar porque seu filho cometeu um ato de indisciplina inaceitável de qualquer ponto de vista.
Mônica – O que o senhor quer dizer com isso, diretor? –
Diretor – Seu filho tirou uma foto da roupa íntima da professora de matemática –
Mônica – Como? – ela disse me olhando de forma penetrante
Diretor – Como eu disse, senhora, enquanto a professora passou um exercício pra eles fazerem, ela tava na mesa dela revisando uns papéis, ele se aproximou por baixo da mesa com o celular e tirou umas fotos da calcinha dela debaixo da saia –
Minha mãe ficou surpresa e eu tava vermelho. Minha mãe, com um suspiro, olhou pro diretor pra continuar ouvindo e perguntou
Mônica – E como o senhor pensa em punir ele? – disse resignada
Diretor – Sinto muito, senhora, mas vamos ter que expulsar ele – disse friamente e ambos seios, helo o sangue
Mônica – co-como, p-pero por quê? –
Diretor – porque a indisciplina do seu filho é muito grave e não podemos permitir que um aluno com esse comportamento continue na nossa escola – disse com um sorriso irônico
Mônica – eu sei que ele fez merda, mas talvez obrigaram ele –
Diretor – temos certeza de que foi por conta própria –
Falavam como se eu não estivesse ali, a conversa era entre eles, minha mãe tentava ver se conseguia dobrar a decisão do diretor.
Mônica – e se a gente resolver de outro jeito?, me entenda, tô preocupada, meu filho é um bom estudante e aluno, tem notas excelentes –
Diretor – disso não tenho dúvidas, mas não posso permitir que ele continue nesta instituição –
Mônica – olha, se você fizer isso, meu filho vai perder o ano direto – ela falava de forma desesperada e aparentemente o diretor adorava aquela situação
Diretor – e o que você estaria disposta a fazer pra mudar minha opinião – ele disse apoiando as costas no encosto da cadeira
Mônica – a que você se refere?, a dinheiro. Sem problema – franzindo as sobrancelhas, olhando pra ele.
Diretor – hahahaha você acha que tudo se resolve com dinheiro –
Mônica – então me diga você –
Diretor – olha, por que não deixamos o garoto ir pra gente conversar mais como adultos –
Diretor – Mauro, te permito ir pras aulas normal hoje e depois você saberá a decisão – ele disse me olhando e piscando o olho.
Me levantei, suspirei e fui embora, mas quando ia pra minha sala, decidi ficar pensando no pátio do colégio, passei um bom tempo ali, aí sim fui pra sala.
Mas quando vou, vejo por trás minha mãe saindo furiosa em direção ao portão da escola, fico escondido atrás de uma coluna, mas minha mãe para por uns minutos e volta pra onde fica a sala do diretor, o que será que aconteceu?, pensei, e decidi segui-la, estava a 5 metros de distância dela e vejo ela entrar na sala e fechar a porta, me dando as costas, mas pensei: se eu escutar atrás da porta, alguém vai perceber. Percebi que isso pode me trazer mais problemas. Aí vi que do lado da sala do diretor tem a sala do vice-diretor, que estava de licença. Entrei e percebi que tem a janelinha do duto de ar. Então abri e consigo ver o que acontece.
Mônica – Será que eu faço isso, deixo meu filho ficar na escola? – ela diz com a porta atrás.
Diretor – Sim, e dê seu filho como recebido, senão seu filho não só será expulso como não será aceito em nenhuma outra escola –
Fiquei puto com essas palavras, decidi ir enfrentá-lo, mas quando tentei sair daquela sala pra ir pra outra, a porta tinha travado e eu não conseguia sair. Então procurei nas gavetas da mesa que tinha ali e não achei nada, nem ferramenta, até que ouvi um grito da minha mãe e me aproximei de novo de onde estava e vi o diretor de pé, mostrando a pica pra minha mãe.
Mônica – O que cê tá fazendo, seu degenerado? – sem parar de olhar pro membro dele, que tinha uns 22cm e era grosso, cheio de veias e com a cabeça pra fora.
Diretor – Vai, Mônica, você já disse que sim. Fecha a porta e abaixa a saia – enquanto se sentava no mesmo lugar onde minha mãe estava na reunião anterior que eu assisti, com a calça aberta e a pica dura.
Minha mãe se virou e, como se fosse uma ordem, obedeceu. Ele já tava tratando ela por tu e mandando como se fosse o macho dela. Minha mãe se vira, trava a porta, deixa a bolsa em cima de um móvel, tira o paletó e larga no mesmo lugar. Leva as mãos pra trás e abre o zíper da saia, em seguida enfia os polegares dentro dela e começa a abaixar a saia, revelando a bunda enorme dela, que tinha uma calcinha fio dental branca enfiada, deixando cair no chão.
Diretor – Mas olha que rabo gostoso que você tem, hahahahaha. Agora mostra os peitos – ele dizia enquanto se tocava na pica.
Não conseguia acreditar no que tava vendo. Me afastei da grade, sentei no sofá da mesa, várias lágrimas caíram. Queria gritar, mas se fizesse isso, entregava minha mãe. O mais surreal foi quando eu Percebi que tinha uma ereção enorme, não sei se era a situação me excitando ou o quê, mas depois de pensar, o tesão tomou conta de mim e voltei a observar o que acontecia.
Minha mãe com aquelas tetas enormes, tamanho XXL pra ter uma ideia do tamanho dos peitos dela, parada na frente do meu diretor sem o paletó dele, ele estava chupando os peitos dela, tinha a boca enterrada nas tetas dela, passando a língua no bico enquanto apertava com as mãos. Minha mãe tinha mais cara de prazer do que de estar sendo abusada.
Mônica – aaahahahaahhaaaaammmmmmm aaaaaaaaaaa – tinha levado uma mordida do diretor.
Diretor – mmmmmmmmmmuuaaaackkk que tetas gostosas que você tem – plaf, dá um tapa na bunda dela.
Eu estava com o pau duro igual a um pedaço de madeira, metade do corpo dentro do duto e a grade aberta do meu lado e do lado deles, fechada onde pelas pequenas aberturas eu via o que acontecia. O diretor alternava as chupadas em cada teta constantemente, passando um tempinho em cada uma, até se sentar de novo no mesmo lugar onde minha mãe estava quando tava comigo na reunião anterior.
Diretor – agora é sua vez, puta – ele ria enquanto falava, apontando pro próprio pau, dando a entender que minha mãe tinha que começar a fazer um boquete.
Minha mãe se ajoelha, pega a rola com as duas mãos e abre bem a boca. Começa a meter devagar e ele pega a cabeça dela pra empurrar pra frente, o que faz ela engasgar. Repetem a ação de novo, mas dessa vez minha mãe fecha a boca com o pau dentro e chupa da metade até a cabeça. Repete uma, duas e três vezes, começando o vai e vem.
Diretor – aaaaaahhh mmmmmmm aaaaaaaaaaa sssssss –
Mônica – mmmmmmaaaaaack ggggggggllllaauuu –
Ela segura a pica com uma mão e com a outra afasta um pouco a perna do macho dela, que tá com os braços atrás da cabeça, curtindo, porque minha mãe, pelo que eu podia ver, parecia uma expert. Passa a língua no contorno da haste.
Diretor – vai, faz direito, pensa no futuro do seu filho sssss aaaahahah, fala que você gosta da pica, vai –
Mônica – mmmmm eu gosto da pica – ela falava bem à vontade, mesmo estando pressionada a fazer aquilo.
Isso fez com que ela se dedicasse ainda mais no oral, agora ela rebocava com mais força e, pra descansar, passava a língua enorme dela dos ovos até a ponta da pica. Já que a calça do diretor estava no chão, nos tornozelos dele, a boca dele empurrava a cabeça dela contra os ovos dele, pra minha mãe beijá-los não mais com medo, mas com prazer.
Mônica – mmmmm lllluaaa glup glup glup, ele gosta –
Diretor – com voz de puta enquanto batia uma punheta na pica dele
Percebi que o diretor notou que minha mãe devia ser daquelas putas que esquentam pica, que se fazem de santinhas e que, com a chantagem, despertaram o tesão dela. Algo que eu desconhecia completamente.
Ela chupava e lambia os ovos com paixão, com a mão direita segurava a pica dele pra enfiar de novo na boca dela e, movendo a cabeça em círculos, saborear ela por inteiro, tirar ela de lá e passar a língua descendo e chupando os ovos, fez isso várias vezes, cada vez mais rápido, intercalando com lentidão em alguns trechos. Depois, chupava de lado o tronco da pica.
Diretor – aaaahhhhhh sssiiiiisssss como você gosta de chupar pica, sua filha da puta –
Mônica – sim, eu adoro, seu filho da puta –
Diretor – hahahahahahaha isso, vai, sua puta, ooooohhh continuaaaa –
Mônica – mmmmm ggglglglglglllg mmmmuaaaack –
Depois, o diretor pegou o cabelo dela e fez uma rabada de cavalo, começou a meter a pica dele inteira na garganta dela. E agora os movimentos não eram mais com a cabeça dela, mas com as cadeiras dele.
Mônica – aagagagagaggggaaaaaaaaaaaacjkkk gak agak agak mmmmmmuack – constantemente
Ela tirava a pica da boca e, com a ajuda de rebolar pra frente e pra trás, ou com as mãos colocava a pica dele de lado na perna dela pra, com a língua pra fora, passar de um lado pro outro sobre aquele tronco enorme e dar uns chupões e beijinhos nos ovos e na cabeça da pica. Assim, em alguns minutos depois diretor com o cabelo da mamãe fez 2 bundinhas minúsculas e empurrava ela sobre a piroca acompanhado de um movimento de quadril dele, tipo, ele tava comendo ela pela boca. Deixou ela respirar um pouco e apalpava os peitos dela, minha mãe sem ninguém pedir agarrou os próprios peitos e colocou na piroca dele que ficou presa no meio daquelas borrachas, ele beliscou os dois biquinhos, o que fez minha mãe gritar. Minha mãe apertou os peitos onde seguravam aquele pau e começou a subir e descer, tava claro que era uma punheta de peitos. Com as mãos na frente das tetas mexia a bunda onde empinava aquela raba terrível, depois fazia descer e subir as borrachas sumindo no barrote de carne entre elas, depois de um tempo só mexia os peitos e gemia. Mônica – aahahahah mmmmm aaaaahahahahah – Diretor – aahahahahahah mmmmm puta de merda, continua, você deve ter sido boa aluna, faz algo que nem o diretor pediu hahahahahahaha – e enfiou 2 dedos na boca dela. Como se chupasse a piroca ele chupava os dedos enquanto continuava com a punheta de peitos, soltava ela e a piroca ficava livre. O diretor cuspiu na mão e lubrificou a piroca, igual ela fez cuspindo nos peitos pra continuar a punheta, que agora era ajudada pelo movimento do diretor. Parei de olhar, não aguentava a raiva nem a excitação, até quando iam continuar? Tava com vontade de tirar a piroca e bater uma sem parar, mas será que eu teria coragem? Peguei meu celular pra ligar pra ela e parar com isso, mas ela não atendia e não dava pra ouvir tocar na outra sala, com certeza tava no silêncio. Então voltei pro lugar onde via tudo. Agora o diretor tinha ela em cima da mesa, apoiando a piroca entre as bandas da bunda, a piroca enroscada na calcinha fio dental dela, com as mãos tocava e brincava com os peitos dela enquanto enfiava a língua na orelha e beijava ela. Minha mãe entregue ao prazer, com as mãos apoiadas na mesa, gemia. Mônica – ammmmaaaaaoooooohhhh – colocou ela de frente pra ele e com Suas mãos arrancaram a tanga dela.
Senta ela em cima da mesa e enfia 2 dedos na buceta dela enquanto volta a chupar os peitos dela como um louco.
Mônica – aaahahahaahha amaamamamamam mmmmmmmmmmmmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh – ela rebolia ferozmente, ou seja, metia e tirava os dedos como se estivesse comendo ela
Minha mãe mordia os lábios, era como se fossem amantes de uma vida inteira, não dava pra entender.
Ele colocou ela de volta na posição anterior e enfiou a cara na bunda dela, passava a língua pela buceta, cu e bochecha.
Não aguentei mais, desci de novo e me sentei no sofá da mesa do escritório onde eu estava trancado, abri minha calça, puxei o zíper, tirei meu pau e me masturbava como um louco, ao mesmo tempo com lágrimas pelo nojo de ter que fazer aquilo, ou melhor, pelo nojo do tesão que aquilo me dava. Enquanto me masturbava, ouvi um grito, me aproximei pra ver a sala do diretor e ele já tinha enfiado
Mônica – aaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmaaaaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaaaaaoooooohhhhh –
Diretor – aaaaaaaaa aaaaaa mmmmm bnnnnnn –
Metade do corpo dela estava caída sobre a mesa e o diretor, com a bunda dela à mercê, tava comendo ela, enfiava a pica enorme que ele tem enquanto apertava e amassava a bunda dela, e aí começou o famoso bai ben
Plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf
Mônica – AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHA HHAHAHAHAHOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAA-
Diretor – isso, toma, toma, minha bucetuda, vou te comer a vida toda, sua puta de merda ooooohhhh mmmm –
Os peitos dela se esfregavam na mesa enquanto ele metia sem parar, puxava o cabelo dela, fazendo a cabeça dela levantar, e ela com as mãos abria as bandas do cu pra não dificultar a enfiada do diretor
Mônica – aaaaaaahhhahahaha ahhhhh mmmmmmmmmma aaaa a aoooooooooj –
Diretor – aaaaaa h oooo nnnnn mmmmmm tomaaaaaaaaaa – já tava difícil respirar Tão agitado que tava
A pélvis dela batia
Forte no cu da minha mãe, era um pornô ao vivo e em tempo real, então
Sentei de novo e me masturbei de novo. Quando eu tava quase gozando, minha mãe
Grita mais alto, que, mesmo estando numa área quase isolada da escola,
Com certeza ecoou pra todo lado.
De novo em
Cena, vejo minha mãe de quatro na mesa recebendo a pica do diretor no
Cu dela, ou seja, era a vez do anal.
Minha mãe tava
Amordaçada com a gravata do diretor pra não gritar enquanto ele metia
Nela, fazendo um alargamento no cu dela, aos poucos foi enfiando
De novo e começou o entra e sai, dava pra ouvir, mesmo com a boca
Tampada, minha mãe sofrendo aquele arrombamento de cu, até parecia chorar, tanto que
Depois de uns instantes o diretor tira a pica, abaixa a mordaça e bate
Punheta em cima dela até começar a jogar porra que cai na boca e nos peitos dela,
Ele falava "toma porra aaaaaaaaaaaaaaaaaah"
Quando percebi, eu também
Comecei a não aguentar mais e sentei de novo no sofá e eu terminei
Também gozando na sequência da minha punheta.
Depois de uns
Instantes, toca o sinal do recreio e milagrosamente a porta abre, o que
Me faz esconder debaixo da mesa, era a secretária dele procurando uns papéis e deixa
A porta aberta, o que me permite fugir.
Vou até o pátio e
Justamente encontro meus colegas, e finjo que cheguei atrasado,
Em uns minutos vejo minha mãe saindo e me escondo pra ela não me
Ver. Ela vai embora como se nada, era inacreditável, mas o que eu podia dizer se eu me masturbei
Com a tesão que me deu ver ela trepando com o diretor.
Quando o recreio termina,
Vou pra sala e sinto uma mão no meu ombro, me viro e
Era o diretor me dizendo
Diretor – Mauro, já
Tá tudo resolvido, sua mãe me fez entender que eu não devia te expulsar. Então
Fica tranquilo, mas não faz mais isso, tem que ser um cavalheiro
Com as damas – com um sorriso de canto.
Eu – Tá bom,
senhor diretor, não vai acontecer de novo. acontecer, obrigado – rangendo os dentes
Direto – é isso, espero que sim. Bom, voltar às aulas, vou trocar a professora de matemática por um professor homem pra não ter mal-entendido e as aulas ficarem tensas, beleza, até mais –
Enquanto ele saía, notei que no paletó dele aparecia a tanga da minha mãe, que ele mesmo arrancou.
FIM.-
0 comentários - Meu diretor tarado