Todo o clima festivo e divertido que tinha há semanas tinha desaparecido. A Wanda estava muito pra baixo e, claro, o marido dela tinha ido embora de casa há dias. Por causa de todo o escândalo, o Atlético tinha voltado atrás na contratação dele, e então ele tava desesperado atrás de um novo destino. Doía nele ver a mãe daquele jeito, tentava consolar ela abraçando, dando presentinhos, mas nada funcionava. Claro que não tinham transado de novo, a mãe mal aparecia de shortinho apertado e ele já tava com a pika muito acumulada. Ele se consolava batendo punheta todo dia com fotos antigas da mãe vestida de colegial. A irmã dele, Zaira, chegou uns dias depois pra fazer companhia. Embora não tivesse o corpo da mãe, ela tinha uma bunda gostosa e aquela carinha que pedia pra ser cheia de porra. Uma noite, ele acordou pra ir ao banheiro e encontrou a tia dormindo no sofá. Ela tava com uma regatinha e por baixo só uma calcinha branca de renda. "Upa", ele pensou, e ficou olhando o espetáculo, se acariciando a pika. Nisso, a tia acordou e cumprimentou ele. "Oi, sobrinho, tudo bem?", disse Zaira. "Sim, sim, tava indo ao banheiro. E você? Por que dorme aí?", respondeu ele. "É que não tem mais quartos, os outros dois tão cheios das coisas do seu pai que a Wanda juntou pra ele ir embora. Pra falar a verdade, tô toda dolorida aqui. Não posso ir dormir com você?", perguntou num tom entre sonolento e safado. "Hmm, sim, sim, claro", respondeu ele. Foram pro quarto e se deitaram. Ela apoiou a cabeça no peito do sobrinho e, beijando a bochecha dele, disse "obrigada, sobrinho". Com a mão, acariciava o peito e a barriga dele. "De nada", respondeu ele, "boa noite". E dormiram... No meio da noite, ele sentiu a mão da tia começando a descer até a cueca dele. Zaira começou a acariciar a pika dele devagar, e ele se deixou. Ela puxou a cueca pra baixo e começou um sobe e desce suave por toda a pika dele. "Mmm", ela gemeu, "que pika gostosa você tem, sobrinho", e ele respondeu "você gosta, tia?" Ela se assustou, mas riu e beijou ele na boca. Agora a Entendo minha irmãzinha... Ela continuou a masturbação, aumentando o ritmo... Si, sobrinho, adoro seu pau, você gosta da masturbação que sua tia faz? Sim, sim, tia, não para, agora quero que você chupe ele. Mmmm, degenerado, Zaira sorriu e desceu rápido... QUE JEITO DE CHUPAR PAU, PELO AMOR DE DEUS. Ela lambia o tronco, subia devagar com a linguinha e chupava em volta da cabeça, engolia tudo. Uffff, tia, como você chupa bem. Sim, você gosta, sobrinho? Vem de família, hehe, vou gozar... Sim, sim, quero provar seu gozo já, sobrinho... ahhhhh, toma, gritou e encheu a boca e o rosto de gozo da tia, que sorria feliz. Mmmm, que gostoso seu gozo, sobrinho, adoro, disse Zaira enquanto limpava o rosto com a mão e chupava os dedos com resto de gozo. Agora sim, vamos dormir relaxadinhos, disse e virou de costas, mostrando a bunda empinada pro sobrinho, que sem hesitar se aproximou por trás e abraçou ela, encostando o corpo todo. E dormiram... Sem saber que Wanda tinha visto tudo de trás da porta. Passaram mais dois dias sem muitas histórias, além de uma masturbação rápida da tia, já que Wanda tinha se animado mais e estava muito com eles. O filho notou que ela voltava a se mostrar muito gostosa. Que idiota, meu pai pensava, como perde essa puta, peitão, bundão e bem puta... melhor pra mim, na real, e sorriu. Chegou o dia da despedida do sobrinho e, quando ele já ia indo, apareceram juntas a mãe e a tia. Pra você, pequeno, temos que fazer algo mais antes. As duas estavam de sutiã apertado e por baixo, calcinhas bem pequenininhas. Começaram a dançar bem sexy e a se tocar. Se beijavam, pegavam nos peitos uma da outra. Ele sentou direto no sofá e tirou o pau pra bater punheta. Elas se aproximaram andando de quatro, bem gatinhas, e começaram a dar beijos no pau. Chuparam ele de um jeito inesquecível. As duas linguinhas juntas, uma de cada lado do pau, lambidas na cabecinha, uma enfiava o pau na boca da outra... E ainda olhavam pra ele. com esses olhões e caras de puta. Era infernal... Ficaram mais um tempo e a Zaira disse: quero que você meta no meu cu, sobrinho. Ele não perdeu um segundo, se levantou e colocou ela de quatro pra meter a língua bem no ânus dela... chupou bem a bunda dela, enfiou uns dedinhos e quando já tava bem lubrificada, meteu a pica toda de uma vez. Aiii sim, sobrinho, assim, tudo no cu... Isso tia, vou arrebentar seu cu... toma, toma, ele gritava enquanto furava ela. Enquanto isso, a Wanda tinha se deitado na frente da Zaira e essa chupava bem a buceta dela... tudo era uma putaria incestuosa de loucura. A enrabada já tava rolando faz um tempão e ele já sentia a porra subindo pela pica dele. Vou gozar, ele gritou, e a Zaira acelerou a chupada na buceta da irmã dela. Enfiava dedos na buceta e no cu e a Wanda não aguentou mais e gozou num squirt fascinante. Ele já não aguentava mais e avisou de novo. Tirou a pica do cu da tia dele e as irmãzinhas se juntaram cara a cara, botando a língua pra fora. Querem a porra, putinhas? Simmm, queremos muita porra, pede pra gente, vadia. Por favor, por favor, queremos porra quentinha, não seja mau, por favor, por favor, diziam com caras de putas incríveis. Ahhhh, tomem, vadias, toma, mãe, apontou pra Wanda e mandou três jatos de porra na cara dela, e agora pra você, tia, e foi a vez da Zaira, que ficou bem coberta. Aquela imagem ele nunca mais esqueceu, a mãe e a tia dele cobertas de porra, brincando com as línguas... A Zaira foi embora e o resto do dia foi normal. Até que de noite a mãe dele aparece pelada... que puta, aqueles peitões enormes, aquela bunda... filhinho, fiquei com vontade de você me enrabar também... E se colocou de quatro... Ele arrebentou o cu dela à vontade, quando ela tava na posição fetal e ele atrás enrabando ela, sussurrou no ouvido dela: esquece o papai, ele é um idiota por não valorizar uma puta dessas, e apertou os peitões dela... Isso, filho, agora vou ser só sua puta... Isso, mamãe, isso, vou te dar pica o tempo todo, ela gemia enquanto aumentava a velocidade da enrabada e sentia que já ia gozar no cu dela. mãe... FIN
3 comentários - O filho da Wanda 3