Beleza, sou de La Plata, como já contei. 25 anos, bem dotado +20cm, 1,85m, 70kg, saudável, moreno. Era 2018 e, apesar de estar bem financeiramente, sempre buscava uma grana extra, mais pra ver se conseguia, me testando. Gosto de jogar tudo e sexo não é exceção. Morava sozinho num apê, 3º A. Tinha terminado fazia pouco com minha ex, com quem montei tudo. Tava mais que confortável, digamos, mas não tava chamando ninguém pra casa. No sábado ao meio-dia, tô cozinhando quando ouço a campainha... estranho, não esperava ninguém. Não era comum baterem pedindo algo naquela hora, a pouca gente que aparecia tinha ido dormir fazia pouco depois da farra. Atendo o porteiro e era minha vizinha, uma mulher de 50 e poucos anos, recém-divorciada, três filhos, ativa em todos os sentidos. - Ei, me diz que você me salva!? - Maria! Fala aí. - Saí pra correr e não sei se perdi as chaves. - Ah, beleza, te abro e vemos o que rola. Desço pra abrir pra ela, ela mora em cima de mim, 4º A. Quando vi ela, não consegui disfarçar a empolgação, tava de roupa esportiva e meio suada. Ela entra e me cumprimenta calorosamente. Dava pra ver que tava a fim. Ela me conta que correndo acha que perdeu as chaves, que não almoçou nem tomou banho e que daqui a pouco uma amiga ia buscá-la pra comprar roupa pra um evento na mesma noite. - Tô cozinhando e você pode tomar banho aqui enquanto a gente vê como entra na sua casa. Falei meio sem jeito. - Sabia que você era a pessoa certa!! Te amo! - Fiquei vermelho e evitei contato visual. Na hora ela me abraçou, a primeira coisa que senti foram os bicos duros e os peitos molhados, apertados naquele sutiã esportivo. Peguei uma toalha, uma camiseta e uma calça pra ela, falei pra tomar banho enquanto eu terminava o almoço e arrumava a mesa. Por um momento senti uma dinâmica de casal (nos meus sonhos, me dizia). Vou pro banheiro e antes de chegar ela já tava tirando tudo. Isso foi o suficiente pra acender meu pau no máximo, impossível de esconder. Ela sai em minutos, eu não conseguia parar de apreciar a Beleza, como ficava bem na minha camiseta e na calça, que deixava a bunda dela linda demais. A felicidade dela aumentava a cada passo, ela elogiou a comida (um arroz com batata, cenoura, ovos mexidos, pimentão, cebola, bem temperado) nada de outro mundo, mas tinha ficado uma delícia e tinha bastante.
— Alguém tem outra cópia da chave?
— Aqui dentro tenho uma! Minha irmã, que tá viajando, tem outra, e o idiota do Rubén, que nem fodendo vou chamar. Com certeza ele vai me encher o saco se vier. Hoje não! Quero sair pra dançar e esquecer de tudo.
— Pqp, sei lá. Pela sacada eu vi, mas impossível!
— O que você viu, mano?! Não fala merda! Vamos chamar um chaveiro.
— Calma, tem outra opção antes. Se você tiver a janela aberta que dá pro centro do prédio, talvez a gente consiga.
— Que? Deixa eu ver!?
Saímos do meu apê e entre o A e o B, que são um de frente pro outro, tem o elevador e um vão que dá pra garagem lá embaixo. Tem uma janela e uns ferros que seguram os ar-condicionados... arriscado, mas eu, que sou ágil, acho que chego de boa.
Olhei pra ela e falei: — Só precisa estar aberta.
Ela concordou, me dando sorte enquanto segurava meu braço. Abri a janela e me estiquei até a dela. Empurrei e abriu! Era a do banheiro, quadrada e pequena. Tive que me jogar de cabeça quase. Fiz isso e entrei, desci de cabeça até o vaso e pronto, tô dentro!
— Maria! Tô dentro, e as outras chaves??
— Sei lá, procura no meu quarto! Gritei enquanto me tocava que tava no banheiro dela, no apê dela, trancado até achar essas chaves, e ela lá fora também trancada... Parei um segundo e vi roupa suja no cesto, uma calcinha, cheirei e me permiti tocar o céu por uns segundos.
— Ok, vou focar.
Fui pro quarto e não consegui evitar ver um sugador e um gel na mesa de cabeceira. Tava tudo muito arrumado, aconchegante, cheiro gostoso. E numa mesinha tinha umas chaves.
— Devem ser(?) Aqui tão. Falei.
Abri pra ela e ela me abraçou de novo.
— Você me salvou, Mati! Desculpa pela bagunça! Enquanto você procurava, tava morrendo de vergonha!
— Que? Tá de boa. Impecável! Pelo contrário.
—Bom, sim, eu tava falando mais do brinquedo.
—Não tem nada de errado, pelo contrário. Repito pra você.
—Sim, cê tem razão, mas é difícil aceitar. Vivo com ele na mão porque não tenho coragem de fazer nada. Tô muito insegura, nem sei se consigo agradar alguém.
—Cê tá louca?! Você é tudo de bom. É só questão de meter a cara e recuperar a confiança, perceber que você consegue e que não era nada demais.
—Acontece que o Rubén foi minha segunda experiência e pronto! Que confiança? Que experiência de chegar, de paquerar?!
—Bom, não é nada demais, te entendo agora que você falou. Mas tem que se arriscar.
—Sabe o que rola? Só velho tarado tem coragem de chegar em mim. Nem um cara gato igual você. Eu assusto?
—Não, pelo contrário. Só que eu não achava que poderia interessar alguém da minha idade.
—25? A melhor idade, tesão, força, a experiência necessária, imagino 😉
—Verdade, não quero me gabar.
Ele ri e fica vermelho.
—Preciso te agradecer por tudo isso. Minha amiga tá chegando, mas quando eu voltar das compras, você me fala como ficou.
Ela me dá um beijo no rosto e eu vou embora... Uma hora depois, chega uma mensagem.
Não tinha o número salvo, mas vejo a foto da Maria!
Maria: Comprando roupinha com a Lucia!
E uma foto das duas muito gostosas. (Eu vi e travei)
Maria: Fala alguma coisa, filho da puta! Tamo lindas??
Mati: Sim, desculpa! Pensei, mas não escrevi.
Maria: A Lucia quer te ver! Ela é esperta, amei como você me salvou.
Passo meu Instagram
Maria: #apaixonadas
Mati: tô na mesma.
Maria: mano, nem sei como te agradecer pelo de hoje.
Mati: achei legal o que você propôs de me mostrar o que comprou!
Maria: te incomoda se a Lucia vier junto?
Mati: óbvio que não!
Maria: que bom, amor, daqui a uma hora a gente chega.
O que tá rolando?! Vou me arrumar já!
Barba feita, em cima e embaixo, perfumado, trocado como se fosse o evento do ano.
Não passa meia hora e ela diz que já chegaram.
Vou pro apartamento dela e elas tavam tomando vinho, música rolando e rindo igual duas menininhas nas primeiras aventuras.
Elas estavam trocando de roupa, passavam uma pra outra, se tocavam fazendo piadas. Tô no paraíso, pensei. Lucia me olha e fala — Olha, isso é a vida real, viu. Pode tocar. Enquanto pegava na bunda da Maria. — Ai, vaca, vai espantar o coitado. — É verdade que me dá vontade, ela é bem gostosa. Falo entre risadas. — Tá aí, você que tanto queria! (Entregou ela de presente com um laço) Maria ficou vermelha. Mas me olhou e chegou bem perto, a centímetros. — Toca, não custa nada. Fiquei babando, apertei a bunda dela. — Que aperto gostoso. Quero mais. Comecei com as duas mãos a massagear a buceta dela, enquanto ficava de pau duro.
Ela começou a gemer e me deixava muito excitado, abria um pouco as pernas e se mexia. Por trás, Lúcia me agarrava, beijava meu pescoço e passava a mão na minha pica. — Tá tudo certo com isso? Cê tá pronta pra receber um agradecimento bem dado? — Olha como ele ficou. Diz Maria, endiabrada. — Tira essa pica agora. Lúcia se ajoelha e me abaixa as calças, tira minha pica bem dura da cueca e ficou paralisada quando viu ela tão perto. Encostou ela no rosto como se agradecesse e sentisse bem. Até que passou a língua desde as bolas até a ponta da cabeça. Me olhou nos olhos e com a língua começou a chupar como se fosse um sorvete, fazendo a gatinha. Minha pica explodia e ela apertava mais forte. Maria já estava toda pelada, se ajoelhou do lado dela e olhava tudo como se estivesse apaixonada. — Quero provar isso! Gritou. Lúcia não soltava nem louca, mas apontou ela gostoso pra boca. Maria abriu e enfiou bem devagar. A boca dela estava muito molhada e quente. Senti a língua dela e não parou até a garganta! Que prazer, meu deus! Empurrou mais e mais, engasgada quase chorando. Feliz. Lúcia tira ela e come igual, como se competisse quem conseguia enfiar mais. E conseguiu, a filha da puta, enfiou até as bolas, nunca tinha sentido algo assim, ninguém nunca tinha conseguido com tanta magia, fez minha pica desaparecer. — Olha minha amiga!! Que delícia! Dizia Maria enquanto despia ela e apertava os peitos. — A pica mais linda que já vi. Quero ela toda! E voltava a se engasgar espetacularmente. Maria fica atrás dela e começa a lamber o cu dela, o que fez Lúcia se agarrar ainda mais na minha pica. Louca. Ficou uns dez minutos. Me excitou tanto que senti que ia explodir de porra! — Tá vindo! As duas se ajoelharam e eu explodi elas de porra, não sei se já tinha gozado tanto assim. Eu continuei com a pica bem grande, mas pra me recuperar, coloquei Maria na cama e comecei a chupar ela toda, fui dos pés até os peitos e depois desci pros lábios dela. Ela tinha a buceta mais linda que já vi. Ela tava toda molhada e me deixou louco, chupei e beijei ela de tantas maneiras, enquanto ela me puxava pelo cabelo e me arranhava os ombros. A Lúcia foi perto da Maria e sentou com aquela bunda enorme na cara dela... um luxo! A gente não parava de gemer um segundo. Percebo que tô bem duro e falo pra elas — Quem quer?! Elas se olham — As duas! Falam ao mesmo tempo e ficam de quatro, rebolando a bunda pra me provocar.
Vou atrás da Lucia enquanto enfio os dedos na Maria. — Cê gosta de meter? Quer arrebentar minha bunda? Ela me pergunta. — Claro, me deixa louco. Chupo a bunda dela e apoio a cabeça pra ela se mexer de boa. Ela começa a se mover devagar e não demorou muito até a cabeça entrar. Paro uns segundos e ela continua se movendo suave, pra trás e pra frente. — Agora sim, me come! Tava uma delícia, apertado, comi ela como nunca. Enquanto isso, a Maria se tocava. As duas gemiam e a temperatura subia. A gente não queria, mas paramos pra incluir a Maria. A Lucia colocou ela de quatro de novo e perguntou: — Pelo cu, cê gosta? — Sei lá, o Rubén nunca fez isso comigo. — O quê? Cê vai ficar maluca, confia na gente. — Vou fazer direito, falei sorrindo com a pica bem dura. A Lucia começou a chupar o cu dela, enfiando a língua bem fundo pra preparar tudo. Enquanto isso, eu fiquei na frente da Maria e enfiei a pica na boca dela. — Enche de saliva, a Lucia falava. Cê vai precisar, amiga. — Cê acha que já tá pronta? Perguntei entre risos cúmplices pra Lucia. — Sim, bebê, olha essa beleza, que privilégio! Fico atrás e encosto a pica bem ali, mas ela não se mexia, então a Lucia começou a guiar ela. — Assim, devagar, vai pressionando aos poucos. A Maria já começava a gemer. Se agarrava nos lençóis. — Vai, mais um pouco que já entra. Empurra um pouco, Mati. Um pouquinho, lindo. Aos poucos a gente conseguiu, e foi a glória. Arrebentar o cu da Maria foi a coisa mais incrível que já senti. É algo que amo no geral, mas com a Maria foi único. E ela se acostumou rápido. — Vai, arrebenta minha bunda, a putinha começou a gritar. Amo sua pica no meu cu. Mais. Vai até o fundo. Essas palavras detonaram minha cabeça e explodi de porra dentro do cu dela. A Lucia se abaixou debaixo da minha pica pra chupar, chupar minhas bolas e não desperdiçar nem uma gota de porra. Fomos tomar banho os três, chegou a hora de se arrumar e cada um seguir seu caminho. — Amor, antes de você ir, a gente quer te pagar por isso... Você foi incrível e a gente precisava disso. Cê não quer uma grana? E me mostrou 20 mil pesos! Dez e dez, falaram rindo. — Não, mas eu também me diverti pra caralho! Insistiram e eu não recusei. Que bom que a gente se conectou assim, faz tempo que você me chamava atenção... eu sabia que era por aqui. Ela falou de um jeito safado. — Cê acha que a gente pode te considerar? Disse a Lucia. — Quando vocês quiserem, lindas. — Eu passo seu número pra ela! Disse a Maria, que me deu um beijo na bochecha e se despediu. Atrás, a Lucia acenando toda feliz. — Você é nosso herói! Bom, amigos, literalmente, é o melhor e mais detalhado que eu lembro. Aceito perguntas nos comentários e no privado. Se vocês gostaram e querem saber como isso continuou!? Deixem seus pontos! Aí eu vejo se continuo contando! Depende de vocês. Claro que continuou, me chamaram de novo juntas e separadas. Depois passaram meu número pra outras amigas e, aos poucos, hoje cheguei a ter entre 10 e 15 clientes regulares. Graças às minhas duas amigas lindas... que antes de serem clientes são isso, eu amo muito elas de verdade e nunca mais cobrei delas. Um abraço, obrigado pelo espaço e pelo tempo.
— Alguém tem outra cópia da chave?
— Aqui dentro tenho uma! Minha irmã, que tá viajando, tem outra, e o idiota do Rubén, que nem fodendo vou chamar. Com certeza ele vai me encher o saco se vier. Hoje não! Quero sair pra dançar e esquecer de tudo.
— Pqp, sei lá. Pela sacada eu vi, mas impossível!
— O que você viu, mano?! Não fala merda! Vamos chamar um chaveiro.
— Calma, tem outra opção antes. Se você tiver a janela aberta que dá pro centro do prédio, talvez a gente consiga.
— Que? Deixa eu ver!?
Saímos do meu apê e entre o A e o B, que são um de frente pro outro, tem o elevador e um vão que dá pra garagem lá embaixo. Tem uma janela e uns ferros que seguram os ar-condicionados... arriscado, mas eu, que sou ágil, acho que chego de boa.
Olhei pra ela e falei: — Só precisa estar aberta.
Ela concordou, me dando sorte enquanto segurava meu braço. Abri a janela e me estiquei até a dela. Empurrei e abriu! Era a do banheiro, quadrada e pequena. Tive que me jogar de cabeça quase. Fiz isso e entrei, desci de cabeça até o vaso e pronto, tô dentro!
— Maria! Tô dentro, e as outras chaves??
— Sei lá, procura no meu quarto! Gritei enquanto me tocava que tava no banheiro dela, no apê dela, trancado até achar essas chaves, e ela lá fora também trancada... Parei um segundo e vi roupa suja no cesto, uma calcinha, cheirei e me permiti tocar o céu por uns segundos.
— Ok, vou focar.
Fui pro quarto e não consegui evitar ver um sugador e um gel na mesa de cabeceira. Tava tudo muito arrumado, aconchegante, cheiro gostoso. E numa mesinha tinha umas chaves.
— Devem ser(?) Aqui tão. Falei.
Abri pra ela e ela me abraçou de novo.
— Você me salvou, Mati! Desculpa pela bagunça! Enquanto você procurava, tava morrendo de vergonha!
— Que? Tá de boa. Impecável! Pelo contrário.
—Bom, sim, eu tava falando mais do brinquedo.
—Não tem nada de errado, pelo contrário. Repito pra você.
—Sim, cê tem razão, mas é difícil aceitar. Vivo com ele na mão porque não tenho coragem de fazer nada. Tô muito insegura, nem sei se consigo agradar alguém.
—Cê tá louca?! Você é tudo de bom. É só questão de meter a cara e recuperar a confiança, perceber que você consegue e que não era nada demais.
—Acontece que o Rubén foi minha segunda experiência e pronto! Que confiança? Que experiência de chegar, de paquerar?!
—Bom, não é nada demais, te entendo agora que você falou. Mas tem que se arriscar.
—Sabe o que rola? Só velho tarado tem coragem de chegar em mim. Nem um cara gato igual você. Eu assusto?
—Não, pelo contrário. Só que eu não achava que poderia interessar alguém da minha idade.
—25? A melhor idade, tesão, força, a experiência necessária, imagino 😉
—Verdade, não quero me gabar.
Ele ri e fica vermelho.
—Preciso te agradecer por tudo isso. Minha amiga tá chegando, mas quando eu voltar das compras, você me fala como ficou.
Ela me dá um beijo no rosto e eu vou embora... Uma hora depois, chega uma mensagem.
Não tinha o número salvo, mas vejo a foto da Maria!
Maria: Comprando roupinha com a Lucia!
E uma foto das duas muito gostosas. (Eu vi e travei)
Maria: Fala alguma coisa, filho da puta! Tamo lindas??
Mati: Sim, desculpa! Pensei, mas não escrevi.
Maria: A Lucia quer te ver! Ela é esperta, amei como você me salvou.
Passo meu Instagram
Maria: #apaixonadas
Mati: tô na mesma.
Maria: mano, nem sei como te agradecer pelo de hoje.
Mati: achei legal o que você propôs de me mostrar o que comprou!
Maria: te incomoda se a Lucia vier junto?
Mati: óbvio que não!
Maria: que bom, amor, daqui a uma hora a gente chega.
O que tá rolando?! Vou me arrumar já!
Barba feita, em cima e embaixo, perfumado, trocado como se fosse o evento do ano.
Não passa meia hora e ela diz que já chegaram.
Vou pro apartamento dela e elas tavam tomando vinho, música rolando e rindo igual duas menininhas nas primeiras aventuras.
Elas estavam trocando de roupa, passavam uma pra outra, se tocavam fazendo piadas. Tô no paraíso, pensei. Lucia me olha e fala — Olha, isso é a vida real, viu. Pode tocar. Enquanto pegava na bunda da Maria. — Ai, vaca, vai espantar o coitado. — É verdade que me dá vontade, ela é bem gostosa. Falo entre risadas. — Tá aí, você que tanto queria! (Entregou ela de presente com um laço) Maria ficou vermelha. Mas me olhou e chegou bem perto, a centímetros. — Toca, não custa nada. Fiquei babando, apertei a bunda dela. — Que aperto gostoso. Quero mais. Comecei com as duas mãos a massagear a buceta dela, enquanto ficava de pau duro.
Ela começou a gemer e me deixava muito excitado, abria um pouco as pernas e se mexia. Por trás, Lúcia me agarrava, beijava meu pescoço e passava a mão na minha pica. — Tá tudo certo com isso? Cê tá pronta pra receber um agradecimento bem dado? — Olha como ele ficou. Diz Maria, endiabrada. — Tira essa pica agora. Lúcia se ajoelha e me abaixa as calças, tira minha pica bem dura da cueca e ficou paralisada quando viu ela tão perto. Encostou ela no rosto como se agradecesse e sentisse bem. Até que passou a língua desde as bolas até a ponta da cabeça. Me olhou nos olhos e com a língua começou a chupar como se fosse um sorvete, fazendo a gatinha. Minha pica explodia e ela apertava mais forte. Maria já estava toda pelada, se ajoelhou do lado dela e olhava tudo como se estivesse apaixonada. — Quero provar isso! Gritou. Lúcia não soltava nem louca, mas apontou ela gostoso pra boca. Maria abriu e enfiou bem devagar. A boca dela estava muito molhada e quente. Senti a língua dela e não parou até a garganta! Que prazer, meu deus! Empurrou mais e mais, engasgada quase chorando. Feliz. Lúcia tira ela e come igual, como se competisse quem conseguia enfiar mais. E conseguiu, a filha da puta, enfiou até as bolas, nunca tinha sentido algo assim, ninguém nunca tinha conseguido com tanta magia, fez minha pica desaparecer. — Olha minha amiga!! Que delícia! Dizia Maria enquanto despia ela e apertava os peitos. — A pica mais linda que já vi. Quero ela toda! E voltava a se engasgar espetacularmente. Maria fica atrás dela e começa a lamber o cu dela, o que fez Lúcia se agarrar ainda mais na minha pica. Louca. Ficou uns dez minutos. Me excitou tanto que senti que ia explodir de porra! — Tá vindo! As duas se ajoelharam e eu explodi elas de porra, não sei se já tinha gozado tanto assim. Eu continuei com a pica bem grande, mas pra me recuperar, coloquei Maria na cama e comecei a chupar ela toda, fui dos pés até os peitos e depois desci pros lábios dela. Ela tinha a buceta mais linda que já vi. Ela tava toda molhada e me deixou louco, chupei e beijei ela de tantas maneiras, enquanto ela me puxava pelo cabelo e me arranhava os ombros. A Lúcia foi perto da Maria e sentou com aquela bunda enorme na cara dela... um luxo! A gente não parava de gemer um segundo. Percebo que tô bem duro e falo pra elas — Quem quer?! Elas se olham — As duas! Falam ao mesmo tempo e ficam de quatro, rebolando a bunda pra me provocar.
Vou atrás da Lucia enquanto enfio os dedos na Maria. — Cê gosta de meter? Quer arrebentar minha bunda? Ela me pergunta. — Claro, me deixa louco. Chupo a bunda dela e apoio a cabeça pra ela se mexer de boa. Ela começa a se mover devagar e não demorou muito até a cabeça entrar. Paro uns segundos e ela continua se movendo suave, pra trás e pra frente. — Agora sim, me come! Tava uma delícia, apertado, comi ela como nunca. Enquanto isso, a Maria se tocava. As duas gemiam e a temperatura subia. A gente não queria, mas paramos pra incluir a Maria. A Lucia colocou ela de quatro de novo e perguntou: — Pelo cu, cê gosta? — Sei lá, o Rubén nunca fez isso comigo. — O quê? Cê vai ficar maluca, confia na gente. — Vou fazer direito, falei sorrindo com a pica bem dura. A Lucia começou a chupar o cu dela, enfiando a língua bem fundo pra preparar tudo. Enquanto isso, eu fiquei na frente da Maria e enfiei a pica na boca dela. — Enche de saliva, a Lucia falava. Cê vai precisar, amiga. — Cê acha que já tá pronta? Perguntei entre risos cúmplices pra Lucia. — Sim, bebê, olha essa beleza, que privilégio! Fico atrás e encosto a pica bem ali, mas ela não se mexia, então a Lucia começou a guiar ela. — Assim, devagar, vai pressionando aos poucos. A Maria já começava a gemer. Se agarrava nos lençóis. — Vai, mais um pouco que já entra. Empurra um pouco, Mati. Um pouquinho, lindo. Aos poucos a gente conseguiu, e foi a glória. Arrebentar o cu da Maria foi a coisa mais incrível que já senti. É algo que amo no geral, mas com a Maria foi único. E ela se acostumou rápido. — Vai, arrebenta minha bunda, a putinha começou a gritar. Amo sua pica no meu cu. Mais. Vai até o fundo. Essas palavras detonaram minha cabeça e explodi de porra dentro do cu dela. A Lucia se abaixou debaixo da minha pica pra chupar, chupar minhas bolas e não desperdiçar nem uma gota de porra. Fomos tomar banho os três, chegou a hora de se arrumar e cada um seguir seu caminho. — Amor, antes de você ir, a gente quer te pagar por isso... Você foi incrível e a gente precisava disso. Cê não quer uma grana? E me mostrou 20 mil pesos! Dez e dez, falaram rindo. — Não, mas eu também me diverti pra caralho! Insistiram e eu não recusei. Que bom que a gente se conectou assim, faz tempo que você me chamava atenção... eu sabia que era por aqui. Ela falou de um jeito safado. — Cê acha que a gente pode te considerar? Disse a Lucia. — Quando vocês quiserem, lindas. — Eu passo seu número pra ela! Disse a Maria, que me deu um beijo na bochecha e se despediu. Atrás, a Lucia acenando toda feliz. — Você é nosso herói! Bom, amigos, literalmente, é o melhor e mais detalhado que eu lembro. Aceito perguntas nos comentários e no privado. Se vocês gostaram e querem saber como isso continuou!? Deixem seus pontos! Aí eu vejo se continuo contando! Depende de vocês. Claro que continuou, me chamaram de novo juntas e separadas. Depois passaram meu número pra outras amigas e, aos poucos, hoje cheguei a ter entre 10 e 15 clientes regulares. Graças às minhas duas amigas lindas... que antes de serem clientes são isso, eu amo muito elas de verdade e nunca mais cobrei delas. Um abraço, obrigado pelo espaço e pelo tempo.
7 comentários - Como virei taxi boy VIP.