Vou rapidinho no banheiro me limpar e dar uma refrescada, depois volto pra procurar onde o Lau foi parar. Olho pra todo lado e vejo eles... O moreno e o Lau estavam conversando com outro casal, uns 30 anos eles, que tinham parado eles no caminho. O Lau falava com a mina (morena, peitos normais e uma rabeta boa, mas nada maior que o Lau) e o moreno com o cara. Volto pra ficar no balcão vendo o que rolava, na mesa a Dai com o loiro conversavam e bebiam algo. Vejo o Lau começar a dançar um pouco com a morena enquanto o moreno e o cara olhavam elas e conversavam entre si, rindo e curtindo a vista daqueles dois rabos se mexendo no ritmo da música. O Lau tava meio alegre e com movimentos desengonçados, bem bebada, a morena abraçava ela pelos ombros e dançavam sensual. Num momento eles chegaram perto das minas e o moreno foi pra trás da gostosa e o cara pra trás do Lau. Troca na porta? Os caras ficaram atrás delas, apoiando e apalpando enquanto elas dançavam e se deixavam pegar. De repente vejo a morena começar a beijar o Lau na boca, beijos suaves com muita língua. Meu pau explodia, minha sobrinha era uma putinha e me excitava pra caralho saber e ver ao vivo. Enquanto os caras metiam a mão, elas brincavam de se beijar como se não tivesse mais ninguém na pista. Por trás, os caras começaram a baixar as blusas das minas, deixando elas de peitos de fora, fazendo a morena descer um pouco pra chupar os peitos do Lau. Brincaram mais um pouco, chupando os peitos uma da outra até que num momento vejo o moreno falar algo pro outro cara, esse pega na mão da mina dele e o moreno na mão do Lau e partem pra onde tão os primeiros sofás, do lado do palco. Quis me matar porque ali não dava pra chegar perto, já que é mais iluminado aquele canto. parte. Vou por baixo da escada e me aproximo o máximo que posso pra ver o que iam fazer. Os quatro sentaram, deixando as minas no meio. As minas riram um pouco e na hora começaram a se beijar de novo. Os caras levantaram e ficaram na frente de cada uma delas. Não demorou muito pra enfiar a pica na boca de cada uma. De onde eu tava, não via muito; se eu chegasse perto, ficava na luz e não queria que a Lau me visse. Eu via eles por trás e dava pra perceber movimento na frente deles. Um tempinho depois, vejo que eles trocam de lado: o moreno ficou na frente da mina e o cara ficou na frente da Lau. Tava juntando uma galera curiosa, então cheguei um pouco mais perto e consegui ver a Laura sentada, com os peitos de fora, igual a outra mina, chupando a pica do cara, enquanto a outra gostosa chupava a do moreno. De vez em quando, as mãos deles desciam, imagino pras bucetinhas delas; não dava pra ver tudo de onde eu tava, mas o que vi foi o moreno gozando, a gostosa se levantando e deixando espaço pra ele sentar onde ela tava. Quando o moreno que veio com a Lau senta no sofá, a gostosa senta na pica dele de frente, enfiando os peitos na cara dele. Essa situação parece que não agradou muito a Lau, porque ela parou de chupar a pica do cara, levantou e começou a falar com ele enquanto olhava a gostosa cavalgando o moreno. O cara, depois de falar um pouco com a Lau, se abaixou e começou a meter a pica na bunda da morena. A Lau ficou um tempinho olhando como deixaram ela de fora, ajeitou a camiseta e foi pra mesa. Voltei pro balcão; de lá, via melhor a mesa, mas quando a Lau chegou na mesa, encontrou o loiro sentado e a Dai sentada em cima dele, rebolando a cintura em círculos, com os peitos de fora, enquanto o loiro e um cara que tinha chegado perto apalpavam eles. A Lau chegou, falou alguma coisa pra eles, o loiro Olhei pra onde o amigo dela tava, levando uma dupla penetração, e ela riu. Lau pegou uma taça de champanhe que tava na mesa e voltou pro lado dos sofás. Pensei que ela ia voltar pra buscar o moreno, mas não, passou na frente, olhou pra eles, foi pra escada e subiu. Olhei pra mesa, Dai continuava montando no loiro enquanto ela batia uma pro cara que tinha chegado perto e os caras apalpavam os peitos dela. Tava bem entretida, então fui atrás da Lau. Pra quem não conhece ou não sabe como é um puteiro liberal, lá em cima tem uma área que só entra de casal. Nesse puteiro, tem uma parte livre, com uns boxes, e do outro lado uma entrada que só deixa passar com uma mina. Seguindo a Lau, vejo que ela foi pro banheiro, bem do lado da porta do banheiro tem um box e tava cheio de caras olhando a festa que tinha lá dentro. Lau teve que passar no meio dos caras, que aproveitaram pra falar umas putarias e passar a mão nela. Eu fiquei parado esperando ela sair do banheiro, no meio do caminho. A tesão que eu tava, o álcool, o ambiente, o morbo... toda essa mistura fez com que eu não ligasse pra nada e decidi esperar ela sair e chegar nela com alguma desculpa. Quando ela saiu do banheiro, em vez de ir pro lado onde eu esperava, foi pro outro corredor, quase me deu um treco, acelerei o passo e fui quase correndo atrás dela. Lau foi pro outro lado pra ver o que rolava nos outros boxes, parou na frente do segundo, onde dava pra ver dois casais trepando e vários caras batendo punheta. Ela, curiosa, entrou um pouco mais pra ver direito, e aí me apressei pra ficar bem atrás dela, aproveitando que tava mais escuro, falei quase no ouvido dela... Eu: Que merda que eles tão passando, né? Lau virou só a cabeça e respondeu: Lau: haha, acho que não. Melhor que a gente, com certeza. Quando ouvi ela falar, percebi que tava bem bebada. Isso e o fato de que ela não ficava em pé direito. Eu: É verdade. Tô puto, vim com Uma mina e outro casal amigo, e num rolê de troca de casais me deixaram sozinho... Lau: Sério? Comigo aconteceu a mesma coisa kkkkk. Que puta sorte a nossa
Eu: Nossa que merda, não damos uma dentro. Ainda fiquei desse lado e não posso ir procurar eles porque foram pro setor de casais. Você teria a bondade de me acompanhar pra eu encontrar eles?
Lau: Claro, por que não? Além do mais não conheço essa parte... onde fica?
Eu: Me segue que te levo pra conhecer e te apresento meus amigos.
Peguei na mão da minha sobrinha e saímos do box. Eu tentava ir na frente dela como se estivesse guiando, tentando que ela não me visse bem quando passávamos pela parte mais iluminada. Demos a volta e chegamos na entrada do setor, cumprimentei o segurança que cuida pra não entrar caras sozinhos, ele me olhou, olhou pra minha sobrinha e piscou um olho. A Lau quando passou deu boa noite e o segurança riu do quanto ela tava bebada. Entramos e fui direto pro fundo onde se via uma orgia do caralho, vários casais, todo mundo pelado, descontrole total. Parei na altura de um sofá onde tinha um casal transando, ela de quatro no sofá e o cara atrás, metendo no cu dela, os dois completamente nus. Sem soltar a mão da minha sobrinha, fiz ela dar um passo à frente e fiquei atrás dela, deixando ela parada do lado do casal pra ver bem a cena anal que tinha na frente.
Eu: Tá gostando desse setor?
Lau: Sim, parece um filme pornô. Coitada da gata, amanhã não vai conseguir sentar
Eu: Não gosta de sexo anal?
Lau: Gosto sim.
Eu: Você tem uma bunda linda, imagino que todo mundo quer te comer.
Lau: kkkkk é verdade, todo mundo quer meu cuzinho pequeno.
Eu: É que você tem uma raba maravilhosa...
Assim que terminei de falar isso, desci uma mão e agarrei uma nádega dela, fiquei apalpando bem por um tempo enquanto ela continuava olhando como estavam arrombando o cu da gata no sofá.
Eu: Vem, vamos mais pro fundo que acho que vi meus amigos...
Caminhamos pro fundo do lugar onde tinha um sofá livre onde a queria levar. Quando chegamos no lugar livre, ficamos do lado de outro casal, o cara tava de pé e a gatinha sentada no sofá chupando a rola dele.
Laura: E seus amigos?
Eu: Não vejo eles no meio dessa galera toda e do bêbado que eu tô, já perdi eles de vista haha. Você vê os seus?
Laura: Não, meus amigos tavam lá embaixo transando. Eu também tô tão bêbada que mal me aguento em pé.
Enquanto a gente conversava, minha sobrinha olhava a gatinha chupando a rola do cara, engolindo tudo, e eu aproveitei pra começar a acariciar a bunda dela de novo, mas dessa vez fui enfiando a mão por baixo da saia.
Eu: Imagino que com esse espetáculo você deve tar toda molhada, né?
Lau: haha, pode ser...
Eu: Você tem uma bunda muito linda, garota. Quero ver como a calcinha some entre suas nádegas.
Dito isso, fui levantando a saia dela devagar, deixando à mostra aquela bunda grande e carnuda. Minha sobrinha se deixava fazer, tava entregue. Acariciei as nádegas dela com uma mão e com a outra toquei a buceta por cima da calcinha, que tava molhada e quente. Enquanto passava a mão na minha sobrinha, sinto alguém tocar na minha rola, olho pra baixo e vejo que é a mão da Lau, que tinha jogado ela pra trás, apalpando meu volume.
Eu: Gostou?
Lau: Sim, tá dura.
Eu: Senta no sofá que vou te comer com a rola bem dura, você que me deixou assim.
Lau: uhmmm, mas come minha buceta, pela bunda não quero.
Lau se mexeu e subiu no sofá, ajoelhando e apoiando as mãos, deixando aquela bunda carnuda, com a calcinha sumida entre as nádegas. Eu não acreditava, tinha a bunda enorme e empinada da minha sobrinha a centímetros, esperando eu terminar de colocar a camisinha pra meter na buceta molhada dela com minha pica dura. Terminei de colocar a camisinha, me aproximei e fui descendo a calcinha devagar, tirei ela completamente e guardei no bolso. Laura afastou um pouco as pernas, fazendo a buceta aparecer timidamente. lábios carnudos da buceta. Minha sobrinha era bem gostosa, uns lábios carnudos, bem fechados. Apoiei minhas mãos nas bochechas dela e as separei. Ahhh, a glória, o tesouro mais precioso apareceu na minha frente, um bumbum bem fechado, com um asterisco rosado e delicado. Fui chegando devagar com minha pica dura até a buceta dela, até encostar a cabeça nos lábios. Esfreguei a cabeça nos lábios e fui separando eles, ela estava toda molhada e já dava pra ouvir os gemidos suaves quando sentia a cabeça da minha pica no clitóris dela. Não fiz ela sofrer muito e fui enfiando, devagar mas sem parar, até minhas bolas baterem nas bochechas da raba dela. Sentia minha pica apertada, a Lau tinha uma buceta bem fechada e me deixava louco sentir ela assim. Comecei a comer ela devagar, aproveitando, tirando a pica até a cabeça e entrando de novo até o fundo, ouvindo como minha sobrinha gemia ao sentir minha pica entrando na buceta molhada dela. Comi minha sobrinha de quatro um bom tempo, num ritmo lento mas intenso, me segurando nas bochechas dela e de vez em quando nas tetinhas dela, que eu tinha tirado pra fora baixando a camiseta. Ela gemia aproveitando a trepada, minha mão direita tava beliscando um mamilo dela, mas num momento soltei e fui descendo em busca do clitóris. Enquanto metia a pica com minha mão direita, fui batendo uma no clitóris dela devagarinho por cima, queria que ela ficasse doida e gozasse. Meu objetivo não demorou, em poucos minutos que comecei a esfregar o clitóris ela começou a gozar como uma louca.... Laura: Ahhhhhh... Siiiiii..... continua... continua..... Filho da puta, você tá me fazendo gozar....AHHHH Enquanto a Lau gozava, fiquei parado com a pica bem dentro da buceta dela, sentindo como ela se contraía e apertava minha pica. Quando ela se acalmou, tirou minha mão da buceta.... Lau: Para, não aguento mais. Fica parado um pouco porque eu vou morrer aqui.... Eu: Que lindo como você gozou, gostosa. Agora é minha vez de gozar mas quero gozar te comendo o cu Lau: Vai gozar agora? Eu: Sim garota, essa bunda com certeza me faz gozar na hora. Lau: beleza, então vai. Eu: "beleza, então vai" o quê...? Pede pra mim, garota.... Lau: haha, então vai, come minha bunda. Enche meu cuzinho de porra Quase gozei só de ouvir as palavras dela. Tirei a pica da buceta da minha sobrinha, a camisinha estava encharcada de tão molhada que ela tava. Ela se ajeitou um pouco mais, levantando a bunda e abrindo as nádegas com uma mão, eu me inclinei e cuspi no buraquinho do cu, apoiei a cabeça da porra da pica e empurrei devagar. Quando empurrei um pouco, a pica escorregou e foi pra cima, a bunda dela tava bem fechada e a minha camisinha muito molhada. Segunda tentativa e aconteceu a mesma coisa. Eu: Que cu apertado, vai ser difícil entrar com a camisinha tão molhada assim. Lau: Pode ser, nunca ninguém comeu meu cu de camisinha Quando ela disse isso, nem pensei duas vezes e arranquei a camisinha, joguei pro lado e apoiei a pica de novo na bunda dela Eu: Essa não vai ser a primeira vez então. Vou encher teu cu de porra, garota Minha sobrinha riu e ficou bem quietinha, esperando eu encher o cu dela de porra como tinha prometido. Empurrei e dessa vez sim, o cuzinho rosado da minha sobrinha foi se abrindo e a cabeça da minha pica foi entrando, fazendo a Lau gemer. Senti o cu da Lau se fechando quando a cabeça da pica entrou toda, eu tava dentro e aquele cu apertava como se quisesse prender ela e não deixar sair. Continuei empurrando devagar, tirando um pouco e entrando o dobro, quando senti as nádegas da bunda dela coladas em mim, não podia acreditar, tinha minha pica toda enfiada no cu da minha sobrinha. Sentir minha pica apertada pelo cu da Lau era a melhor coisa que podia pedir. Me segurei com as mãos na cintura dela e comecei a comer ela, cada vez mais forte, aumentando o ritmo do mete e tira. Queria aproveitar aquele cu, queria comer ele, queria arrebentar ele. A Lau gemia forte e entre os gemidos me dizia "assim, filho da puta, ahhh come meu cu"... "ahhh você tá arrebentando meu cu, mano" Pra mim foi uma eternidade, nem sei quanto tempo durou a sentada no cu que eu tava dando, mas chegou uma hora que não aguentava mais, sentia que toda minha porra tava se preparando pra sair... E saiu... Quando saiu o primeiro jato eu fiquei parado, com a pica bem enfiada no cu da minha sobrinha, sentindo a porra escorrer pra entrar bem na bunda dela. Continuei me mexendo devagar, soltando mais vários jatos de porra, enchendo o cu dela de leite como ela tinha me pedido. Quando saiu o último jato, me joguei pra frente, empurrando ela e caindo juntos no sofá.
Lau: uff, me matou, cara
Eu: Você me matou. Tem uma bunda linda.
Lau: haha, valeu. Tira ela pra eu ir no banheiro
Eu: pera, me dá um segundo que não consigo mexer as pernas
Ficamos deitados assim por uns minutos, ela de bruços e eu por cima com a pica no cu dela. A pica foi amolecendo um pouco e aí eu tirei, saí de cima dela e sentei. Ela continuava deitada. Quis me vestir mas não conseguia, fiquei exausto da foda, sentado no sofá com a cueca e a calça nos tornozelos.
Lau: Viu minha calcinha fio dental por aí?
Eu: não, não vi, você mesma tirou.
Lau: ah, a puta da minha mãe não tô vendo.
Levantei, comecei a subir a roupa e quando ergui o olhar quase morri, na minha frente tinha uma garota parada...
Daiana: TIO?!?!
Laura se sentou e me olhou...
Lau: TIO????
Eu: ehhhhh
9 comentários - Minhas Sobrinhas no Swinger (Cap. 2)