Sueños" Episódio 2

Para entender essa história, convido vocês a lerem o primeiro episódio:http://www.poringa.net/posts/relatos/4650282/Suenos-Episodio-1.htmlSegunda entrega, o capítulo anterior aparentemente não teve muita recepção, mas espero que esse aqui agrade.

(Relato fictício inspirado na graphic novel "Swinging Island" de Andrew Tarusov)
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Episódio 2: "Respondendo perguntas"

Freyja deixou o cartão em cima da mesa e saiu pra terminar de perguntar umas paradas administrativas pros funcionários, em poucos minutos já tava subindo no carro, pra gente dirigir até nosso apê do outro lado da ponte.

- O que cê achou daqueles clientes? - falei - me chamou a atenção a atitude deles, senti eles estranhos, tipo... Livres.

- Haha, certeza... Cê curtiu as gostosas, haha - me interrompeu Freyja - te conheço, Zesto, do jeito que elas tavam vestidas, eu também curti.

- Você curtiu eles - falei sorrindo, enquanto tinha que parar num sinal vermelho - ya, mas se cê entende o que eu tô dizendo, a gente vê gostosas e uns caras babacas todo santo dia nesse lugar, mas eles tinham uma vibe diferente.

- Sim, cê tem razão, e aquele cartão que eles passaram, cê trouxe, né? - continuou Freyja, enquanto enfiava a mão no meu bolso direito e pegava o tal cartão. - Vou procurar o site no celular, tô curiosa.

Freyja começou a digitar o site que tava no cartão. Na hora apareceu uma página preta com letras prateadas que dizia "DREAMS" "Club, Resort & Spa" e um slogan em vermelho, bem delicado e elegante, "Oneiric Reality, real freedom, no taboos" (Realidade Onírica, liberdade real, sem tabus).

O slogan sumia numa "fumaça" e descendo tinha uma imagem de uma praia, e vários lugares do que parecia um resort de luxo. Mais pra baixo uma série de opções:
- "Conceito"
- "Agendar"
- "Membresia"
- "Suporte Legal"

Enquanto eu tinha que seguir dirigindo, Freyja começou a ler o que aparecia ao clicar na primeira opção: ""Dreams" é um Clube privado, Resort e Spa, all-inclusive, com roupa opcional, localizado numa praia isolada no estado da Flórida. Perto de Miami Beach, somos o significado da liberdade. Dê espaço aos seus sentidos, deixe-se levar pelo prazer e solte as rédeas da sua sexualidade.

Acreditamos que a sexualidade deve ser encarada sem tabus e que a liberdade permite uma vida mais natural e relaxada.

Nossas regras são simples: 1. Não é não. 2. Respeito sempre.
Nossos requisitos: 1. Exames laboratoriais de DSTs. 2. Venha para se divertir, sem preocupações nem os preconceitos do mundo exterior.
Este lugar é Realidade Oníyummy, liberdade real, sem tabus.

Freyja terminou de ler bem na hora em que eu estacionava o carro na nossa vaga no prédio.

- Agora entendi tudo... É um clube de swing, sabia que existia, mas nunca tinha... - Eu estava falando, e Freyja me interrompeu colocando o dedo indicador esquerdo na minha boca. Pegou o celular e, ainda calando minha fala, em poucos segundos reservou uma suíte de luxo no local, garantindo incluir todos os benefícios. Ficaríamos uma semana lá, e eu não tive nem chance de me manifestar.

Ainda estávamos no carro e, tendo terminado a reserva impulsiva, ela largou o celular e a mão direita foi direto pra minha virilha, que estava com uma ereção evidente. Claramente, o fato de ir a um lugar daqueles, com as mulheres que eu tinha visto e que nos entregaram o cartão, me fez imaginar um monte de cenas safadas na mente enquanto Freyja lia. Ela percebeu e, bom, tomou decisões.

- Mas aqui também dá pra ser livre - sendo 05h23 da manhã, o estacionamento estava vazio e sabíamos que na nossa vaga as câmeras não alcançavam o interior do carro. Freyja disse essas palavras enquanto pegava minha mão e a levava por baixo do vestido dela, até a virilha dela. Aí eu me ative, tudo tinha acontecido em 3 segundos, e eu não reagia, mas ao sentir a calcinha dela molhada, soube que ela estava fantasiando. Também, e eu tinha que agir.

Corri a calcinha dela enquanto ela habilmente soltava meu pau da prisão dentro da minha calça, conseguiu e começou a lamber com cuidado. Prazer divino o que eu senti, enquanto isso eu enfiava dois dedos da mão direita na buceta da minha mulher, que estava encharcada, que gostosa que fica quando tá assim. Com a mão esquerda, tentava tocar o clitóris dela, e quando fazia isso ela gemia com meu pau na boca, imaginem só o tanto que a gente tava dobrado, sorte que os dois somos flexíveis. Aumentamos a intensidade dos nossos trabalhos, nossos gemidos e expressões de prazer ficavam mais frequentes e fortes, até que gozamos quase ao mesmo tempo, ela engoliu toda minha porra, mas não sem antes me mostrar na boca dela, e eu saboreei o líquido que tinha ficado nos meus dedos, nas minhas mãos pra ser mais exato, que estavam literalmente molhadas. Nos beijamos longamente e nos preparamos pra subir pro nosso apartamento.

- Antes de ir - disse Freyja enquanto abaixava o vestido até os peitos e me mostrava - você nem pegou nelas agora - acusou.

Eu ri, beijei os dois e saí do carro.
Tava distraído, o sono tava chegando.

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Continua.
*Leitores, por favor comentem o que melhorariam, o que gostaram, e o que acham que vai acontecer. Obrigado!

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