Esta história vem de algumas experiências reais e outras que são fantasias. Na história, elas se misturam pra criar uma experiência ideal. Quem já foi na balada que eu descrevo vai sacar na hora qual é... Esta história aconteceu há uns anos, em Buenos Aires. Nomes fictícios, lugares e situações reais. Sou um cara solteiro, morando com um amigo há um tempo, mais precisamente desde que briguei com minha ex-namorada com quem eu morava (história que ainda vou contar). Era uma sexta-feira, noite linda, nem frio nem calor. Meu amigo me chamou pra sair, mas eu não podia, tinha combinado de ir na casa do meu tio que tava fazendo aniversário. Não tava muito a fim, mas fazer o quê, tinha que dar uma saída e de quebra ficava bem com a família toda fazendo uma visita geral, já que todo mundo ia estar lá, como de costume nos aniversários em família.Cheguei no aniversário e tava todo mundo como eu tinha previsto. Abraços, conversas, cerveja, comida, o típico de um aniversário. Num momento vou no banheiro e na cozinha encontro minhas sobrinhas que tão conversando, mas quando me veem chegando, mudam de assunto e ficam com cara de paisagem. Vou contar um pouco delas: ambas têm 19 anos desde pouco tempo. Laura (filha da minha irmã) é a mais simpática. Corpo normal, cabelo castanho claro ondulado, sorriso bonito, deve ter uns 1,65 mais ou menos, com uns peitos na medida pro corpo que ela tem (90 de sutiã), mas o melhor dela é a bunda... uma bunda grande, carnuda. Não é gorda, mas é grande pra figura dela, e é daquelas bundas de bochechão que você tem que separar pra achar a fio dental perdida. No verão passado eu já tinha reparado nesse detalhe no sítio da família.
A outra, Daiana (filha do meu irmão), é parecida, mas de cabelo preto, uns centímetros mais alta, de caráter mais sério, cara de novinha pra idade que tem, uma bunda linda que ela sabe mostrar com jeans apertados e o melhor são os peitões 100, aqueles peitos de mina que parecem dois melões bem durinhos que se ela abaixa muito a cabeça, encosta o queixo neles de tão empinados que são. Piada pra quebrar o gelo e começo a bater papo com elas sobre besteiras e como estavam gostosas cada dia. Comigo sempre se deram bem, porque sempre comprava presentinhos pra elas, levava pra passear e a gente conversava muito sobre tudo, até sobre sexo em algumas ocasiões, elas me contando ou perguntando algo sobre o assunto.
Eu: e aí, o que vão fazer agora, vão dançar ou vão ficar no aniversário a noite toda?
Lau: Combinamos com umas amigas de sair pra tomar algo num pub e depois ver no que dá...
Eu: que pena, se vocês forem, vou ficar entediado a noite inteira aqui...
Elas: hahaha
Eu: é, é que não tô a fim de ver alguns dos presentes e sozinho não dá pra ir pra lugar nenhum.
Dai: Você não tem ninguém pra sair... amigo, amiga?
Eu: Tenho sim meu amigo, mas ele já deve estar na pista há um tempão. Dá pra me convidar pra ir com vocês... ou já tô velho demais pra sair com vocês? (na época eu tinha uns 30)
Lau: Não tá velho não, bobo, mas minhas amigas são meio estranhas e se não te conhecem, acho que não vão gostar de você chegar assim do nada.
Eu: sem problemas, meninas... me avisem quando forem que eu vou também.
O aniversário seguiu normal, papo com um ou outro, cervejinha gelada... De repente vejo minhas sobrinhas falando com os pais e começam a se despedir de alguns, e a Dai vem até mim.
Dai: Vamos embora, tio, decidiu o que vai fazer?
Eu: Vou vazar também, haha. Querem que eu leve vocês a algum lugar?
Quando perguntei isso, a Dai ficou meio nervosa e não respondeu, olhou pra trás e a Lau chegou.
Lau: Vai embora, tio?
Eu: É, perguntei pra Dai se quer que eu leve vocês a algum lugar, mas ela não me responde nada...
Elas se olham, meio sem saber o que fazer...
Lau: Ehhh... não, fica tranquilo que a gente se vira.
Eu: Não sejam bobas, vou dar carona pra vocês, até onde vão?
Lau: A gente ia primeiro na minha casa pra trocar de roupa. Não enche o saco
Eu: Não sejam bobas, vou levar vocês até em casa, tô à toa mesmo...
Sem mais, levantei, me despedi e fomos nós três pro carro. No carro, batemos um papo sobre umas besteiras até chegar na capital. As duas estavam de jeans bem apertados e a Dai com uma regatinha decote em V que deixava ver bem como os peitos se apertavam no sutiã. Sorte a minha que a Dai sentou atrás e eu podia ir vendo aquele decote apertado pelo espelho sem ela perceber, já que tava distraída no celular e ele iluminava aqueles peitos pra eu ver melhor. Quem sofreu foi o carro, peguei todos os buracos que encontrei no caminho pra ver aqueles peitos pulando.
Chegamos, abraços, piadas, beijos e elas entraram em casa. Perguntei se queriam que eu esperasse pra levar elas pra ver as amigas, mas insistiram que não queriam e que isso as deixava nervosas. Imaginei que as "amigas" fossem uns caras e que os pais não sabiam, então enchi um pouco mais o saco insistindo e no final deixei elas irem, falando que tava com sono e ia pra cama.
Fiquei no carro um tempão, mandando mensagens e vendo se algo rolava. Tava estacionado umas 3 ou 4 casas antes da casa da minha irmã. Entre uma mensagem e outra, deve ter passado um pouco mais de meia hora, vejo as luzes de um carro passando devagar do meu lado, dentro iam dois caras, mais ou menos da minha idade, e vejo que eles param em fila dupla na altura da casa da minha irmã. Vejo um descer, ir até a casa da minha irmã, tocar a campainha e na hora abrirem a porta e ele entrar. Ri pra caralho e aí percebi porque tanta nervoseira das duas quando eu insistia em levar elas. Tava afim de encher um pouco mais o saco delas, tava à toa e adoro fazer brincadeiras. Pensei que o outro também fosse descer, mas ele ficou lá esperando o amigo voltar. Tava quase descendo e indo tocar a campainha, mas não me vinha uma desculpa que não fosse Tava mijando quando vejo o cara sair e voltar pro carro, mas não entra, fica conversando de fora pela janela. Uns 5 minutos depois, a Lau sai... Quando vi ela, quase infartei. Tava com uma minissaia que ia explodir de tão apertada que era. Pra mim, era um número menor do que o dela, ou a bunda dela é tão grande que o tamanho dela fica assim justo. Em cima, tinha uma regata tomara-que-caia e tinha colocado umas rasteirinhas sem salto. Ela chegou perto do carro, o cara de fora abriu a porta pra ela e ela entrou na frente. O cara fechou a porta e ficou esperando a Dai. Não demorou, apareceu vestida igual a Lau, mas a regatinha tinha duas tirinhas finas segurando. Acho que com os peitos que ela tem, não dá pra usar tomara-que-caia sem ficar se ajeitando toda hora. O cara abriu a porta de trás pra ela, ela entrou e o cara entrou atrás com ela. Os quatro saíram no carro e eu, depois de dar uns metros, fui devagar atrás pra ver pra onde iam. Pra quem conhece, depois de dirigir um pouco, tava chegando em Flores. Num momento, paramos num semáforo, eu parei atrás deles e via os de trás bem coladinhos, como se fossem se beijar. Mais uns minutos de viagem e vejo que tão parando, ligam o pisca-alerta e começam a estacionar. Eu freio uns metros atrás e vejo que tinha muitos carros e, na esquina, um de segurança. Quando olho bem, percebo onde estávamos: era a porta de uma famosa casa de swing da zona de Flores, perto da Juan B Justo. Fazia um tempão que tinha ido com um amigo nessa casa, então sabia o que tinha lá e do que se tratava. Nunca imaginei que elas iriam pra um swing. Quis acreditar que iam lá só pra bisbilhotar e ver como era. Aí percebi também que os caras não eram os namorados delas e o que ia rolar era que iam aproveitar bem as duas. Primeiro, fiquei meio puto por elas terem ido pra lá sem falar nada, mentindo que iam com amigas (isso também Disseram para os pais delas) e tudo mais, indo se enfiar numa festa com 2 caras, etc, etc... Mas quando me toquei que iam se enfiar na festa, que iam transar, que o cara que tava dirigindo o carro ia aproveitar aquela bunda enorme que a Lau tem, passou a raiva e percebi que tava com o pau muito duro e tava me tocando por cima da calça sem nem notar. O tesão tomou conta da minha mente e eu queria mais, queria saber tudo que iam fazer e de algum jeito queria participar. Desceram do carro e vi como foram entrando, o que tava dirigindo levava a Lau pela mão, que vinha conversando e sorrindo como se nada, e atrás vejo a Dai, de mão dada com o outro cara, deixando ver aquelas tetas apertadas na blusinha, mostrando que por baixo não tinha sutiã. Esperei mais ou menos meia hora pra eles se ajeitarem e estacionei o carro. Minha mente voava... Me decidi, com o pau duríssimo, e fui direto pra porta do clube. Entrei muito nervoso, como se eu fosse o errado e fossem me descobrir. Olhei pra todo lado procurando eles, mas não via, tava ficando nervoso, queria continuar no anonimato. Fui pro lado da escada, olhando pra todo lado, e aí vejo que tão subindo pro primeiro andar os 4 juntos. Fiquei nos sofás onde na maioria das vezes os solteiros vão pra ver se pegam alguém, nos sofás já tinha ação, uma gostosa tava sentada chupando várias rolas juntas, mas não prestei muita atenção, meu interesse tava em outro lugar. De baixo vejo eles andando de mãos dadas em casais, dando voltas, olhando o que rolava em cada cabine, como se tivessem vendo como a noite tava, entrando no clima, imagino. Depois de dar uma volta completa, vejo eles descerem e eu, da escuridão dos sofás, seguia eles com o olhar. Vejo que vão pras mesas do lado do DJ e sentam lá. Os caras vão pro bar e elas ficam sozinhas conversando, vou também pro bar e fico perto dos caras. Um deles Ele era loiro e o outro moreno, então vou chamar eles assim, hehe. Do lado deles, escuto a conversa...
Loiro: É, cara, esses melões tão bem durinhos, não cabiam na minha mão.
Moreno: É, eu te via pelo espelho, filho da puta, tava agarrado naquelas tetas, kkkk.
Loiro: Não queria perder tempo, a mina é bem submissa. No segundo beijo já tava beliscando os bicos dela.
Moreno: Vou provar elas também, temos que animar a festa, essas piranhas tão no cio. Quando a gente tava lá em cima vendo aqueles casais, enfiei a mão por baixo da saia da Laura e ela tem uma bunda bem dura e empinada. A puta já tava molhada.
Loiro: É, eu também passei a mão nas duas lá em cima, não perdi tempo. Uma buceta mais molhada que a outra, dá pra ver que elas querem pica e pica.
Minha pica tava explodindo com o que eu ouvia, eles tavam descrevendo minhas sobrinhas, mas naquele momento eu só imaginava elas como duas gostosas que queriam pica e eu queria dar também.
Os caras voltaram com um champanhe e 4 tequilas. Eu fiquei no balcão tomando um drink, queria algo forte pra me dar coragem. Do balcão, dava pra ver eles sem ser visto. Vi eles tomarem as tequilas, depois seguiram com o champanhe. Via o loiro passando a mão nas tetas da Dai entre beijos e mais beijos. Tavam sentados intercalados numa mesa de quatro, então num momento, entre risadas e conversa, vejo o loiro começando a beijar a Lau de boca e o moreno a Dai, começou a troca. O moreno cumpriu a palavra e num minuto já dava pra ver a mão dele entrando no decote da Dai e brincando com as tetonas dela. Ficaram mais um tempo brincando e trocando até que vejo as minas levantando e indo pro banheiro. Nessa hora, vi como iam bem animadas e cambaleando, sinal de que tavam bêbadas. Elas iam pro banheiro de cima, então fui pelo outro lado e subi as escadas primeiro. Quando cheguei lá em cima, me enfiei um pouco no primeiro box pra ver elas passarem. Tinha um casal transando e outro olhando, não tava nem aí, eu tinha um objetivo. Elas passam, primeiro a Dai e depois a Lau, eu fico atrás e vou seguindo elas, vendo aquela bunda grande se mexendo, sabendo que por baixo tinha uma fio dental bem enfiada e molhada, que tinham acabado de apalpar. Tava com muita vontade de tocar, mas não podia, ficava pensando no que fazer. Elas entraram no banheiro e eu fiquei esperando do lado de fora de novo. Quando saem e passam pelo primeiro box saindo do banheiro, ouço uma mina gemendo pra caralho e escuto... Lau: para aí, Dai, quero ver o que tão fazendo aqui, parece que ela tá se divertindo pelo jeito que grita. Dai: haha, que tarada que você é, como você gosta de olhar. Lau: é bom, esse lugar é uma bagunça. Dai: sim, tá ficando bom, não pensei que era tão assim, que dava pra ver de tudo. Só que te enfiam a mão em todo lugar haha. No caminho, me apalparam toda. Lau: hahaha, eu também, mas não vi você reclamar, sua puta. Pelo jeito que falavam, dava pra ver que estavam bêbadas e sem vergonha. Dai entrou um pouco no box e a Lau ficou atrás dela, se apoiando nas costas dela, colocando uma mão no ombro da Dai e olhando por cima do outro ombro. Eu fiquei atrás da Lau sem ela perceber e, aproveitando a escuridão do box, me aproximei mais. No box tinha duas minas com três caras: uma delas tava com um cara chupando a buceta dela, e a outra tava levando uma dupla penetração. Também tinha uns caras se masturbando enquanto olhavam, e assim que viram a Lau e a Dai entrar, se posicionaram perto delas. Dai: mano, o cara do meu lado tá com o pau pra fora, tô morrendo haha. Lau: o ali também tá se batendo. E ainda olham pra você, tão batendo uma olhando pras suas tetas, mano hahaha. Dai: hahaha, que loucura tudo isso. Como você se vê com dois paus igual aquela mina? Lau: não sei, daqui a pouco te falo. O pau do moreno eu aguento pela raba, o loiro não sei como é. Dai: que puta que você é. Eu queria experimentar fazer aquilo ali. Tão fazendo ali...
Dai apontou pra uma gostosa que tava pulando na pica de um cara sentado, ela de costas pra ele e na frente dela tinha um outro cara de pé enfiando a pica na boca dela.
Lau: Arranja outro, porque senão você vai me deixar de fora, haha
Quando ouvi isso, fiquei doido e não aguentei, cheguei bem perto da Lau e encostei nela. Ela olhou pra trás e eu congelei, pensei que tinha ferrado tudo, mas ela só me olhou e, como tava escuro e acho que por causa do álcool, não me reconheceu e olhou pra frente de novo.
Lau: Tão me apoiando, vacilona, hahaha
Dai: Esse cara acabou de passar a pica na minha mão e não sei quem me agarrou um peito, haha. Que bagunça.
Eu aproveitei que tinha vários de nós tentando tirar uma com as duas, desci a mão e passei a mão na bunda da Lau. Quando senti minha mão agarrando aquele bundão enorme e bem durinho, minha pica deu um pulo, tava pulsando. Lau não se mexeu e eu aproveitei pra continuar curtindo, passei a mão de uma nádega pra outra. Quando voltei com a mão pra primeira nádega que peguei, encontrei outra mão agarrando ela também. Vi que a Lau tava olhando pro cara do lado dela, que também tava passando a mão na bunda dela. Nós dois estávamos apertando as nádegas dela juntos.
Lau: Ela é minha amiga e lá embaixo estão nossos namorados.
Cara: Fica um pouco aqui comigo e depois volta pro seu namorado. Você tem uma raba linda.
Lau: Valeu, hehe. Não posso ficar. Temos que voltar pros nossos caras.
Cara: Não seja chata, vamos um pouquinho pra lá pra gente se divertir. Sua amiga já tá entretida.
Quando ouvi isso, me virei pro lado e vi que a Dai tava batendo uma pro cara do lado dela, uma punheta disfarçada enquanto olhava os outros transando e a gostosa da dupla penetração gemendo igual uma louca.
Lau: Sério, não posso deixar ela sozinha e lá embaixo tão nos esperando.
Cara: Que pena, linda, tô com a pica duríssima por causa da sua raba. Sente ela. Pelo menos um pouco... Quando o cara fala isso, pega a mão dela e leva até o pau dele, já tava pra fora e a Lau segurou. Ao mesmo tempo, o cara baixa a mão, levanta um pouco a saia dela e pega na bunda dela direto. Eu aproveito e faço o mesmo no outro lado, apalpando bem. A melhor bunda que já tinha tocado, meti a mão entre as nádegas, tava pegando fogo e consegui sentir a calcinha fio dental bem enfiada no cu dela. Ela se deixava apalpar pelos dois enquanto batia uma pro cara. Quando olho pra frente, vejo que a Dai tinha um peito pra fora, o mano que ela continuava masturbando tinha puxado.
Dai: Lau, isso tá saindo do controle. Tão me apalpando toda.
Lau: tô na mesma haha, que loucura.
Dai: mano, vamo, quero transar mas não aqui. Vamo buscar os caras.
Lau: bora quando quiser, eu vou atrás.
Enquanto elas conversavam e eu metia a mão na Lau entre as nádegas, sinto a mão do cara pegando a calcinha fio dental dela e puxando pro lado. Assim que ele puxou, meti a mão e senti o calor da buceta dela. Ela deu um pulinho quando sentiu que eu tocava o furinho, mas se aquietou quando sentiu a mão do cara apalpando a ppk dela. Ela continuava batendo uma pra ele, mas quando o cara tentou puxar ela pro lado, a festa acabou.
Cara: fala, gostosa, não pode me deixar assim.
Lau: tenho que ir, falei que não ia rolar nada, você se empolgou sozinho. Dai, vou no banheiro, me segue.
Dai: bora, já vou...
Consegui tocar um pouco a ppk da Lau antes dela tirar a mão e arrumar a roupa. Ela afastou o cara e saiu pro banheiro. Quando a Lau foi, me aproximei rápido da Dai, que ainda tava batendo uma pro mano, que tava quase gozando. Ela tava com os dois peitos pra fora, mas não conseguia tocar neles, tinha entre 2 e 3 mãos em cada peito. Aproveitei o momento e peguei um dos peitos dela, foi a glória, encontrei um mamilo macio e duro, bem ereto. O cara começou a gozar, então ela se afastou, se arrumou e... roupas e foi para o banheiro. Quando me dei conta, tinha um monte de caras, eles fizeram vários se aproximarem para ver o show e tentar passar a mão nas minhas sobrinhas. Eu tava louco, sentir o cu quentinho da Lau me deixou a mil, com muita vontade de arrebentar ela ali mesmo. As meninas saíram do banheiro e eu vi elas passarem, segui um pouco, no caminho as mãos iam surgindo para encontrá-las, direto pra bunda da Lau, outras pros peitos da Dai. Elas entre risadas continuavam e foram pra baixo com os caras delas. Fui pro meu lugar estratégico no balcão pegar outra bebida e eles aparecem.
Loiro: pra qualquer lugar, quero comer ela toda e chupar esses melões onde for.
Moreno: mas aqui é uma bagunça, não te incomoda ficarem olhando ou passarem a mão nela toda enquanto você come?
Loiro: não, mano, não me incomoda. Além disso, elas gostam e ficam com mais tesão, não viu como voltaram do banheiro falando daquela gostosa animada?
Moreno: bom, no máximo a gente come um pouco aqui pra garantir uma transa e depois vamo pra um hotel pra comer elas melhor.
Loiro: fala sério, vamos tomar esse champanhe pra elas ficarem mais bêbadas e começar a festa.
Meu pau ia explodir a qualquer momento. Me dava muito tesão saber os planos que eles tinham pra elas, saber que elas tinham deixado passar a mão, que não sabiam que eu tava ali e tinha passado a mão nelas, que o tio delas tinha metido a mão sem elas saberem.
O champanhe foi tomado em 2 minutos. Vejo o loiro falar algo pro moreno e levantar, pegar a mão da Dai e irem embora. Lau fica se beijando com o moreno na mesa. Sigo a Dai com o olhar e vejo o loiro levar ela pra dar uma volta na parte escura, era certeza que ele ia comer ela, então não ia perder esse momento, saí atrás deles pelo outro lado, passei por baixo da escada e entrei atrás deles. Quando passei a cortina, ela não fechou completamente, então um pouco de luz entrava e dava pra ver mais do que o normal. O loiro se aproximou junto com a Dai de um grupo que tava nos sofás, eles olharam Um pouco e eles foram um pouco mais pro lado, onde dava pra ver um casal transando e do lado tinha uns caras se masturbando enquanto olhavam. Eu me aproximei bem deles e fiquei quase colado atrás da Dai e consegui ouvir:
Loiro: a gente senta ali e vê no que dá. Se você não quiser, eu tiro eles.
Dai: tô contigo, se eles baterem punheta não me incomoda, o que não quero é ser agarrada por 20 caras de uma vez haha.
Loiro: relaxa, eu tiro eles. Vamos sentar ali que não aguento mais de vontade de te comer.
Eles foram pro canto, onde o sofá terminava. Dai sentou e o loiro sentou do lado, eu me aproximei e fiquei na frente deles, a uns passos de distância, com a pica dura na mão. Não aguentava mais, entre os drinks e o tesão, tava decidido a tudo. Vejo o loiro se inclinar sobre a Dai, beijar ela e na hora puxar as alças da blusa dela, deixando os dois peitões enormes e bem durinhos no ar. Ele começa a chupar um enquanto apalpa o outro. Olho pra Dai e vejo que ela tava me encarando enquanto eu batia punheta, e o cara que tinha acabado de chegar do meu lado também tinha tirado a pica. Peguei minha pica pela base e balancei pra ela ver como tava dura, quase provocando. Dai parou de olhar minha pica balançando quando o loiro pegou a cabeça dela e indicou que ela tinha que descer pra chupar a pica dele, coisa que ela não demorou a fazer. Via o loiro de calça e cueca nos tornozelos, e Dai inclinada sobre ele, engolindo a pica dele. Aproveitei pra ficar mais perto e bem na frente. O loiro fez um sinal pra eu não fazer nada e eu levantei o polegar, mostrando que tava tudo certo. Olhei pro lado e vi que o loiro, enquanto curtia a chupada de pica que minha sobrinha tava dando, tava metendo a mão por baixo da saia dela e passando a mão. Ele levantou a saia dela e eu pude ver aquela bunda branca. O loiro falou algo e ela se levantou, ficando na minha frente, de costas, com a saia levantada, mostrando o triângulo preto da calcinha fio dental que virava... Um fio que sumia entre as bochechas brancas dela. Devagar, apoiei minha mão e acariciei as bochechas da raba dela. Ela virou a cabeça um pouco, eu movi meu rosto pro outro lado e falei no ouvido dela, tentando disfarçar a voz um pouco.
Eu: Adorei ver você chupando ele, enquanto seu namorado te come, queria que você experimentasse meu pau.
Dai: Não é meu namorado, hehe
Eu: Melhor ainda, ele não vai ter problema em você me chupar enquanto vocês tão transando. Você toparia?
Dai: sim, seria bom, é uma fantasia que quero realizar.
Eu: perfeito, eu vou ficar aqui parado esperando vocês me darem o ok pra enfiar tudo na sua boca.
Dai: hahaha, bora
Aquela conversa quase me fez gozar na hora. Ouvir minha sobrinha falar que não tinha problema em chupar meu pau enquanto eu apalpava a raba dela me deixou a mil. Dai, na minha frente, se abaixou um pouco e tirou a fio dental, deu um passo à frente e colocou um joelho no sofá do lado do loiro, passou a outra perna por cima dele e foi sentando no pau do loiro. Minha tesão era absurda, via minha sobrinha de costas, tirando a regatinha, sentando devagar num pau, gemendo baixinho ao sentir ele entrando. Me virei um pouco de lado pra ver os peitos dela, o loiro tava entretido chupando os bicos dela enquanto ela subia e descia na pica dele. Dai tava de olhos fechados, curtindo a foda e a chupada de bicos que tava levando. Uns 5 minutos depois, ela se abraçou nele e colocou a cara do lado da do loiro. O ritmo da foda foi diminuindo até pararem. Dai tirou o pau da buceta dela e se levantou, se virou de costas pro loiro e foi sentando de novo, deixando ele ir guiando o pau pra dentro. Quando ficou sentada com o pau bem enfiado na buceta, as mãos do loiro agarraram os peitos dela por trás e ele começou a meter num ritmo bom. Não pensei duas vezes e me aproximei da minha sobrinha, colocando meu pau bem na frente dela. Como ela tava de Olhos fechados, ela não me viu. Cheguei um pouco mais perto e bati com a cabeça da pica num peito dela. Ela sentiu, olhou pra frente e se deparou com meu pau bem duro, com a cabeça toda pra fora. Sentir os lábios mornos e molhados da Daiana se apoiarem na cabeça da minha pica foi a glória. Não podia acreditar. Olhava pra baixo e via como meu pau ia sumindo na boca da Dai, molhando ele todo. Levantei a vista e me deparei com o olhar do loiro que, pra minha surpresa, levantou o polegar com um sorrisão no rosto. Abaixei as mãos e procurei os bicos dos peitos da Dai, estavam molhados, durinhos, firmes, macios, me deixando louco. Não queria gozar logo, Dai chupava meu pau muito bem, enfiando quase o tronco inteiro na boca, ia me fazer gozar rapidinho. Tirei a pica da boca dela e me ajoelhei na frente dos peitos dela, comecei a chupar igual um recém-nascido faminto. Aproveitei um bom tempo aqueles melões, me afastei e pude ver como a pica do loiro entrava e saía da buceta pelada da minha sobrinha. Aproximei a mão e toquei o clitóris quente e inchado dela. Ouvi gemidos fortes e, pelo ritmo, imaginei que o loiro tava gozando dentro da camisinha, bem no fundo da pussy da Dai. Levantei, agarrei a nuca da minha sobrinha e coloquei a pica de novo na boca dela. Ela chupou um pouco mais, mas de repente parou, tirou o pau da boca, pegou minha mão e empurrou pra baixo, me fazendo abaixar um pouco. Dai: Cê tem camisinha? Eu: Claro, princesa. Dai: Então coloca e me fode. Essas palavras ficaram gravadas em mim. Mal terminou de falar, se levantou, virou e ficou de quatro no sofá, do lado do loiro. O loiro tava parado olhando, parecia que não aguentava mais, com a camisinha no lugar e o pau meio mole. Coloquei a camisinha, quando terminei levantei a vista e vi a raba empinada da minha sobrinha esperando meu pau. Agarrei as nádegas da bunda dela, separei, acariciei os lábios. molhados, passei os dedos um pouco sobre o buraco do cu, desci de novo e enfiei na buceta. Peguei na minha pica e levei pra frente em busca daquele tesouro. Apoiei a cabeça da pica na buceta da Dai, empurrei um pouco e deixei ali. Joguei as mãos pra frente, agarrei nos peitos dela que balançavam e comecei a penetrar devagar, curtindo a buceta molhada e quente da minha sobrinha. Era uma delícia, o tesão tava no pico máximo. Me abaixei um pouco pra falar no ouvido dela.
Eu: cê gosta da minha pica, gata?
Dai: ahhhhh sim, adoro, uuuffff me come que eu adoro.
Eu: seus peitos me enlouquecem.
Dai: ahhhhh sim, me come, me come.
Eu: que putinha linda que você é, te comeria o dia inteiro se pudesse.
Dai: ahhhhh sim, adoro a pica. Ahhhh me dá mais forte que eu vou gozar Aaaahhhh.
Eu: vou fazer você gozar, tesuda. Quer tomar meu leite, putinha?
Dai: sim ahh siiiim. Goza onde quiser, mas me come forte primeiro que já tô gozando aahhh.
Quando ela disse isso, me ergui um pouco, apoiei as mãos na cintura dela e penetrei bem forte, dava pra ouvir as batidas da bunda pequena dela quando eu enfiava até o fundo, misturado com os gemidos e gritos. Os gritinhos da minha sobrinha me fizeram entender que ela gozou como as melhores.
Eu: vira, gata...
Enquanto ela virava e sentava, fui tirando a camisinha, na hora certa, quase como num filme pornô, consegui colocar a cabeça da pica na boca dela quando saiu o primeiro jato de porra quente. Os outros jatos acertaram a garganta da minha sobrinha, eu tinha a pica quase toda enfiada na boca dela e minha mão segurava a nuca enquanto meu leite jorrava sem parar. Soltei a nuca, com uns movimentos suaves ela terminou de limpar minha pica e soltou da boca.
Quando tava voltando à realidade depois da glória, vejo o loiro se levantar e vir na minha direção.
Loiro: mandou bem, mano, a gata tava muito afim. Viu que pedaço? é uma gostosa.
Eu: sim, mina foda, adorei. Comer ela.
Rubio: Tá se soltando, putinha. Agora vou levar ela pra farrear com meu amigo. Falou, maluco, sorte.
O Rubio e a Dai saíram rápido de lá porque já tava enchendo de gente, e quem tava olhando o show metia a mão sem vergonha, alguns até gozando.
Vesti minha roupa rápido pra ver pra onde iam. Vejo que tão indo pra mesa onde estavam a Lau e o moreno. Sentam, risadas, conversa, cara de choque da Lau quando a Dai fala algo no ouvido. O moreno fala algo pra Lau e eles levantam. Vejo que tão vindo pra onde eu tô...
Será que vou ter chance de comer a Lau também? Meu pau começou a ganhar vida de novo e o tesão voltou a 100%. Vou pro banheiro rápido pra me limpar e dar uma refrescada, e volto pra procurar onde ele levou a Lau. Olho pra todo lado e vejo eles...
Continua...

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