Relato

Reflexões Não falo de todos, mas sim de muitos, que não se sentem seguros de serem bons amantes e então tomam como parâmetros certos conceitos que são transmitidos entre eles e muitas vezes são conselhos errados que, pelo contrário, não os tornam bons amantes. Por exemplo, o tamanho do pau, a força da penetração, o fingir sentimentos ou prazer extremo, quando nós, na verdade, percebemos que, naquele momento, não somos especiais, mas que se pararem de fingir e buscarmos juntos (ou com quem estiver na caminha naquele momento) as zonas e a intensidade certa dos nossos carinhos, beijos, palavras, fantasias, então seremos especiais. Vamos começar pelo tamanho, é um mito, a menos que seja algo muito pequeno. Um martelo é grande, mas sem uma mão e um braço que o usem, não é nada. Conheci três homens, dentro das minhas xx experiências, que tinham o pau maior que o normal. Marcelo (20cm) – a única vez que medi, foi brincando. Uma tarde, estava no escritório dele, combinando nosso próximo encontro, e notei que ele estava ficando duro. Perguntei se ele sabia quanto media, ele respondeu que não e que, se eu quisesse, podia medir. Como não tinha uma régua, peguei um fio, fechei a porta, desabotoei a calça dele, chupei um pouquinho – muito não dava, era muito arriscado –, estiquei o fio por todo o comprimento, cortei e guardei. Depois, em casa, medi e deu 20 cm. Outro foi Héctor, talvez mais curto, mas o mais grosso de todos, ou pelo menos sempre me pareceu assim, porque quando era pequeno operaram o freio e aproveitaram para tirar o prepúcio, então a cabeça ficava mais aparente e parecia mais grossa. E por último, Oscar, a besta. Despeitada, dei espaço pra ele na minha cama (até que o caráter agressivo dele me assustou e eu o chutei pra fora), mas, apesar da personalidade, eu curti. Tenho lembranças muito gostosas de momentos que passei com outros que não tinham um pau grande, não sei qual será a explicação científica, mas o prazer não obedece Quanto ao tamanho, confesso que sim, é esteticamente bonito ver um pau enorme, isso pode ajudar nas fantasias, mas reitero que o tamanho não é sinônimo de prazer. Outro assunto é o interesse excessivo em parecer especialistas no tema sexual, esquecendo que o que nos excita mais é a consideração e a dedicação. Precisamos que nos mostrem que estão interessadas em nós, mais do que em exibir teorias e posições. Às vezes, realmente desconfortáveis. Eu sou eu e gozo, desfruto e me liberto totalmente sem limites quando o homem chega aos meus sentimentos. Não é "fuck you" por transar, faço isso como resultado a que chegamos depois de nos seduzirmos e criarmos um laço sentimental, o que não implica estabelecer um relacionamento formal de namoro ou casamento. Não, de jeito nenhum, sou uma amiga com quem se faz sexo a partir de um sentimento e não de uma tesão momentânea. Outro mito é a intensidade e duração da rigidez. O homem tem que estar atento aos pedidos que nós mulheres fazemos, como através do nosso gemido, dos nossos gritos (as que gritam), dos nossos beijos, das nossas carícias, para saber quando e como nos levar ao êxtase, uma e outra vez. Em geral, não sou multiorgásmica, meus orgasmos são prazerosos, dois ou três são os habituais e fico rendida como uma escrava aos pés do meu homem. Quando isso acontece, adoro porque sinto que, ao me fazer gozar, me submeteram e gosto de me submeter aos homens. Se a rigidez dura até me fazer gozar, então me enlouquece sentir as batidas do pau me inundando de porra, gosto de abraçá-los e sentir como, por alguns instantes, eles caem naquele torpor, então fecho minhas pernas para prolongar o máximo possível a penetração e para que o licorzinho seminal não derrame. Não gosto que se segurem. Gosto de porra e de sentir como eles gozam. Uma vez fiquei com um cara que se gabava de não gozar até a mulher ter gozado 3 ou 4 vezes. Custei a fazê-lo entender que não se tratava de uma maratona, mas que preferia uma boa trepada sentindo como ele me enchia. de gozar e não sentir como ele se segurava para alcançar seu objetivo de me fazer gozar 4 vezes antes de ele explodir. - Nunca gozei 4 vezes. Bom, pessoal, essa foi minha contribuição para a ciência!

4 comentários - Relato

Exelente reflexion. No todos somos iguales. Yo por lo menos prefiero un buen pero buen polvito y que la mujer goce y uno siente que ha llegado a ser su ser, el extasis y caer rendidos en muestra pasion