Relato cuck Meu nome é Alejandro, tenho 42 anos, e vou contar a história de como uma ex minha "pensei" que me traía. Eu era pequeno, estava no ensino médio, era muito magrinho e meio feio, o que me deixava meio tímido. Na escola onde eu estudava, tinha uma garota linda, de cabelo preto liso e comprido, e o corpo dela era maravilhoso — era a mulher mais desejada de todo o colégio. Eu sempre olhava pra ela e ficava todo emocionado, acho que gostava dela. Pouca gente sabia, mas ela ia na igreja com a tia. Parecia que ela era obrigada, eu sabia porque ia com minha mãe, e de tanto se encontrar em reuniões da escola, elas viraram amigas. Um dia, quando ela ia pra igreja, disse pra tia deixá-la sozinha em casa, que lá ela ficava rezando. A tia respondeu que ela parasse com a maldade, que sabia que ela ia se meter com o primo a sós, e que a única maneira de deixá-la sozinha era com um cara como eu. Isso me deixou vermelho porque eu estava entrando com minha tia no templo do Senhor. Ela fez cara de nojo, mas logo teve uma ideia. Durante toda a missa daquele domingo, ela ficou do meu lado e me passou um papel que dizia: "Quer ser meu namorado?" Eu respondi que sim na hora. Meus olhos brilhavam de alegria, estava muito empolgado, até meu pau ficou um pouco duro. Ela disse: "Vem, vamos falar com minha tia." No começo, a tia não acreditou muito, mas ela dramatizou tanto que convenceu a tia. A tia me chamou de lado por um momento e disse que eu tinha que tomar cuidado com o primo dela, um cara de 28 anos, e que há tempos ela suspeitava que ele ficava sozinho com ela no quarto, e que a sobrinha dela iria virgem pro casamento. Era tão sério que a própria tia verificava a buceta dela constantemente pra ver se tinha sido penetrada ou não (o que me fez pensar que ela era totalmente virgem — pra mim, não podia ser melhor). No resto da semana, ela me ignorou. Na escola, ela não andava com Cara, só com os do último ano, e ela nem me olhava. Cheguei a pensar que o do fim de semana tinha sido mentira, mas na sexta, antes de sair, ela mandou um bilhete com uma das meninas mais burras do colégio que dizia: “Domingo às 7 da manhã na minha casa”. Minha emoção não podia ser maior, eu tava pulando num pé só. Quando chegou domingo, coloquei minha melhor roupa, minha mãe me arrumou, passou perfume e me levou. Minha mãe disse que eu tava arrumado igual ao meu falecido pai. Eu não cabia em mim de tanta emoção e orgulho, mas quando vi ela, bateu o nervoso. Sentia que ela era demais pra mim. Enfim, desci do carro e minha mãe e a tia dela foram pra missa. Eu entrei com ela e, ao chegar, ela me deixou sentado na sala e disse que ia se arrumar porque vinha visita. Tentei falar que a tia dela tinha dito que não podia entrar mais ninguém, e que assim talvez não tivesse problema de eu ficar sozinho com ela, mas na real nem consegui falar nada. Fiquei sentado num banquinho bem pequeno por um tempão, e umas meia hora depois bateram na porta. Era um cara alto, moreno, com um menino de uns 4 anos. O cara disse que era primo da minha namorada. Quando tentei falar alguma coisa, ela apareceu e abriu a porta pros dois. Eu não conseguia nem articular uma palavra. O cara me pediu pra cuidar do irmãozinho dele enquanto ele e minha namorada resolviam uns assuntos de família no quarto dela. Na hora, me senti meio sem graça porque tava acontecendo exatamente o que não podia acontecer, haha. Depois de um tempo, começaram a sair uns sons do quarto, tipo “gluck gluck gluck”, mas bem alto, quase como se alguém tivesse se engasgando com alguma coisa. O menininho começou a rir na minha frente, parecia que tava rindo de mim, mesmo eu ainda não entendendo direito o que tava rolando. Cada vez que eu chegava perto da porta, os sons que descrevi antes voltavam. Depois de um tempo, eles saíram. Ela parecia que tinha acabado de lavar o rosto, porque no quarto dela tinha um banheiro. Isso sim, a maquiagem que ela tinha passado antes... arrumava (tinha esquecido de destacar que enquanto ela se arrumava, eu esperava do lado de fora do quarto dela, quando bateram na porta. Ela apareceu maquiada, o cabelo com um cheirinho de queimado, mas arrumado, tipo quem se arruma na pressa). Eles foram pra cozinha e num instante ouvi eles começarem a rir, e ela me chamou, dizendo “love”. Naquela hora, eu esqueci tudo que tava rolando, completamente hipnotizado pela beleza dela, mas tímido, fui pra cozinha e lá estava eu na frente dela e do cara. O cara me pergunta: “você quer dar um beijo na sua namorada, agora?” Eu obviamente disse que sim, ela segurou minha cabeça e, pra mim, eu tava no paraíso, foi a melhor coisa que eu podia ter feito na vida (pensava eu naquele momento). Tudo menos o fato de que a boca dela tinha gosto e cheiro igual ao líquido que saía de mim quando eu batia uma pensando nela. Em certo momento, senti que um líquido estranho tava passando pra mim, nunca tinha beijado e imaginei que era parte da saliva dela, e engoli — não era muito, umas gotas. E eles ficaram rindo. E se não fosse por aquele gosto estranho e a lembrança frustrante de saber de onde eu reconhecia aquele cheiro, se não fosse por isso e pelas risadas deles, ela teria sido a garota mais gostosa que eu já tinha beijado. Depois que pararam de rir, eles não mandaram eu ir embora, então fiquei lá, sem graça, sem saber o que fazer. Eles tavam conversando baixo que não tinham lubrificante, aí ele fala que não tem grana, ela diz que também não, e nessa hora os dois me olham. Ela disse que a mãe do primo dela mandou ele comprar algo na venda, e ele veio pra cá, e eles tavam procurando dinheiro no quarto dela e não acharam, e me pediram o favor de emprestar pra comprar um pote de vaselina e lubrificante na farmácia. Se eu fizesse isso, ela me daria outro beijo, e ela caiu na risada. Eu tava nervoso e não entendia direito o que tava rolando, e por mais que eu quisesse recusar e agir como homem, simplesmente não consegui, não dava pra fazer nada além de aceitar o que ela queria. ele dizia, completamente entregue à vontade dela, então aceitei na hora. Quando cheguei na farmácia, fui atendido por um homem, e quando pedi aquilo, ele disse: "Moleque, se um velho tá te mandando dar o cu pra ele, fala não, só tô te avisando." Eu falei que não, e contei pra ele um resumo quase exato do que tava rolando comigo, talvez ele tivesse uma ideia pra me ajudar a saber o que fazer. Mas as expressões dele eu quase não entendi. Ele riu de um jeito mórbido no começo, e depois me disse: "Vai correndo — leva isso pra sua namorada, perdão, pro primo dela, com certeza eles precisam, haha." Eu cheguei, eles pegaram as paradas e se enfiaram de novo no quarto. Ela disse que, acontecesse o que acontecesse, eu não entrasse, e o moleque trancou a porta e colocou o som no talo. Não sei se era minha psicose, mas sentia que o moleque tava ajudando o irmão mais velho a fazer umas paradas estranhas com a prima, ou seja, minha namorada. No começo, ouvi uns gritos dela meio brutos, por um momento fui em direção à porta e o moleque me puxou pela camisa, fez sinal com os dedos pra não ir. Depois de um tempo, ouvi um monte de palmas seguidas de gritos dela, mas dessa vez um pouco mais de prazer, parecia que ele tava tapando a boca dela. Eu imaginava o pior, e o moleque ria enquanto fazia de conta que tava comendo uma boneca de pelúcia que minha namorada tinha no quarto (talvez tenham tirado ela quando eu tava na farmácia). Sons desse tipo ecoavam no quarto, eu tava meio confuso, até paguei aquelas paradas na loja. Depois de um tempo, os barulhos pararam e o primo abriu a porta e pegou o moleque rápido. Ele não tava com a camisa, tinha arranhões nas costas. Depois disso, foi embora sem falar muito mais. A porta ficou meio aberta e eu, cheio de curiosidade sobre o que tinha rolado...
2 comentários - Cuckold relata