Séries de Relatos Publicados (Clique no link)

Capítulo 14.
Teste de Câmera.
Oriana passou muito tempo vivendo uma rotina entediante, onde suas maiores alegrias eram ficar sabendo de algumas fofocas na internet ou nos corredores da escola. Mas, em poucos dias, a vida dela mudou completamente. Agora ela tinha atividades realmente empolgantes. Passar a tarde com sua professora particular já não era mais parte da rotina, podia ser o momento mais feliz do dia. Além disso, tinha o clube de Detetives que ela tinha entrado. Ela percebeu que esperava ansiosamente por cada novo encontro na sede e que já considerava Siara e Erika como boas amigas, mesmo conhecendo elas há apenas alguns dias.
Ela entrou na sala onde os membros do Clube Veritas Sectatores se reuniam. Hoje só tinha três, contando com ela, mas a Oriana não ligou, isso ia mudar com o tempo, logo encontrariam novos integrantes.
— Quais são as novidades? — perguntou, sentando na frente das duas novas amigas.
Erika tava tomando chimarrão, sugando a bomba de um jeito todo gostoso, enquanto Siara tomava um café bem quentão. A Oriana quase pediu algo pra beber, mas nem precisou, a Erika preparou um mate pra ela e passou na mão.
—Hoje fomos ver o Alexis —disse Siara—. Perguntamos pra ele se queria fazer parte do nosso negócio. No começo, ele ficou bem interessado e falou quanto de lucro queria ganhar.
—Vinte por cento —disse Erika—. Achamos que era uma loucura, mas de qualquer forma não íamos contratar ele.
—Ah, não é? —Perguntou Oriana, enquanto tomava seu mate.
— Não — continuou Siara. — A gente só queria que a Alexis soubesse da nossa intenção de começar uma página pornô, pra fazer o boato se espalhar. Se ele trabalha pros caras da Uvisex, pode ter certeza que vai contar pra alguém.
—E por que vocês tão seguras assim? — Perguntou Oriana.
—Por que o Alexis ficou puto quando a gente falou que ele tava pedindo demais —respondeu a Erika—. Ele disse que sem a ajuda de alguém que manja do mundo pornô, a gente não ia longe. Infelizmente, nisso ele tem razão. A gente pode fingir que vai criar nosso próprio site pornô, mas se a gente quer mesmo que os caras da Uvisex nos vejam como concorrência de verdade, a gente precisa gravar algum material e subir num domínio privado… e nenhuma de nós tem ideia de como gravar uma parada dessas. Mal e mal a gente sabe usar a câmera do celular.
―Por isso vamos contratar alguém ―interrompeu Siara―. O orçamento que minha mãe nos deu não só tem que dar pra pagar os atores e atrizes, mas também vamos pagar um bom câmera. Alguém que já tenha experiência no mundo do pornô.
—E onde é que a gente vai encontrar alguém assim? — quis saber Oriana.
—Na internet, onde mais? —Siara mostrou a tela do notebook—. Ontem à noite fiquei fuçando um site onde o pessoal oferece seus serviços… a maioria é acompanhante, ou puta direto, mas também tem uns que se oferecem como atores pornô ou até produtores. Me chamou a atenção um tal de Julián Aguirre, porque de todas as ofertas, ele foi o único que conseguiu provar que já tem, pelo menos, três anos de experiência no pornô profissional. Dei uma olhada em alguns trabalhos dele e posso dizer que foram muito… eficazes.
—Com isso ela quer dizer que se masturbou enquanto olhava pra eles —disse Erika. Siara ficou vermelha e Oriana abafou a risada tapando a boca com a mão.
—Não te culpo —disse Oriana—, se ele é tão bom assim, provavelmente eu teria feito o mesmo.
— Não tamo aqui pra ficar falando se eu bato uma ou não — sentenciou Siara. — O importante é que já falei com o Julián e a gente precisa se encontrar hoje mesmo, na casa dele. E se ele for o cara certo, depois a gente vai pro estúdio que aluguei.
—E aí, qual apê você alugou?
—No mesmo lugar onde a gente te conheceu — respondeu a Erika —, a gente achou que era uma boa ideia.
―Claro! ―Exclamou Oriana―. Se a gente trabalha no mesmo lugar que os da Uvisex, eles vão ter que reparar na gente. É uma boa ideia.
—Beleza —disse Siara—, daqui a pouco vamos encontrar com o tal de Julián. Antes de sair, tem alguma novidade que queira contar pra gente?
—Sim, prometi pra vocês que ia dar uma olhada nas fotos da professora Brenda Ramallo, principalmente as da viagem dela pra Cancún. Ela postou uma nova, bem picante — Oriana mostrou o celular pras amigas, e elas puderam ver a professora, toda sorridente numa praia ensolarada.
—Upa! Dá pra ver todos os peitos dela —exclamou a Erika.
A Brenda não tava com a parte de cima do biquíni, mas tinha tampado os bicos com adesivos em formato de coração.
—Pelo menos ela cobriu os mamilos —disse Oriana—, acho que pra não levar ban na conta do Instagram. Olha, eu entendo que uma mulher pode andar de topless numa praia de Cancún, mas… o que vocês querem que eu fale? Posso ser meio quadrada, mas pra mim é muito estranho ter uma professora que posta esse tipo de foto na internet.
—Sim, especialmente se a gente considerar que a maioria dos alunos dela são caras de dezoito anos com os hormônios à flor da pele — comentou Siara. — Tem mais?
—Sim, olhando bem entre todas as fotos, encontrei algumas que me chamaram a atenção. Por exemplo, esta.
A tela mostrou uma Brenda toda sorridente sentada no colo de um cara musculoso e bem bronzeado. A professora tinha uma perna levantada, com o pé apoiado no joelho do cara, e no meio tinha um adesivo de um macaquinho tapando os olhos.
—Por essa foto ela recebeu vários comentários —continuou Oriana—, quando alguém perguntou por que ela tinha colocado o sticker bem ali, a Brenda respondeu que fez isso porque estava com as pernas abertas e não queria ser tão sem-vergonha.
—Faz sentido —disse Siara—, eu teria feito o mesmo.
—Na real, não faz muito sentido —disse Oriana—, porque se você olhar essas fotos mais antigas, vai perceber que ela não se importa muito em postar fotos de pernas abertas, até de biquíni.
―Upa! ―Exclamou Erika―. Nesta, a buceta dela marca bastante… se isso não te parece ser indiscreta.
—É verdade, a fio dental parece pintada na buceta dela —disse Siara—. Então por que colocou adesivo na outra, se dá pra ver até de mais longe?
—Foi exatamente o que eu me perguntei — disse Oriana. — Alguém comentou: “Parece que o cara tá metendo em você e que ele só postou essa foto pra provocar”, Brenda nem respondeu aquela mensagem, mas teve vários “likes” e mais de um comentou que pensou a mesma coisa. Aí eu olhei a foto de mais perto e percebi que o cara parece estar completamente pelado, não tem nem sinal de short. Brenda disse que na verdade ele tava de sunga, pode até ser, mas minhas suspeitas não param por aí. Na outra perna, a que ela não tá levantando, o adesivo não chega a cobrir o quadril dela e dá pra ver a mesma coisa que a gente notou antes: não tem sinal da parte de baixo do biquíni dela, nem uma tirinha. Isso aumenta as chances de ela estar pelada.
—Tá, mas daí a dizer que o cara tava metendo nela naquele exato momento… e que ela postou aquela foto pra provocar, acho exagero — falou a Siara.
—Ah, é por isso que eu adoraria ter a foto original, sem aquele maldito desenho — comentou Oriana —. Vou continuar investigando essa parada. Se ela tá mesmo postando essas fotos com a intenção de provocar, é capaz que tenha algumas rolando pela internet.
—Ou talvez não tenha nada — disse Siara —, e o povo tá viajando só porque a professora brinca um pouquinho com os limites do Instagram.
—Sim, também cabe essa possibilidade. Mas por enquanto prefiro deixar a porta aberta pra qualquer opção.
—Bom, continua investigando —disse Siara—. Se descobrir mais alguma coisa, conta pra gente na próxima reunião. Agora temos que encontrar com nosso possível câmera.
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Minutos depois, chegaram a uma casa pitoresca que não dava nem pra desconfiar que dentro dela pudesse morar alguém ligado à indústria pornô. Tocaram a campainha e quase na hora foram atendidas por uma loira deslumbrante de olhos azuis, que devia ter pouco mais de quarenta anos.
—Ah, oi… vocês devem ser as gatas que iam se encontrar com o Julián. Entrem, entrem…
As três obedeceram, mas não conseguiram disfarçar a surpresa. Os olhos delas percorreram toda a anatomia da loira. A mulher vestia um curto roupão com o qual estava lutando, queria amarrá-lo, e seu corpo volumoso não facilitava a tarefa. Mais de uma vez viram algum dos peitos da mulher aparecer, com o mamilo incluso. Por baixo, ela usava só uma pequena tanga preta que não chegava a cobrir toda a sua buceta depilada.
— Meu nome é Diana — disse a mulher, com um sorriso radiante —. Desculpa receber vocês assim, não tive tempo de me trocar… mas se vieram pelo motivo que o Julián me contou, então acho que não vai incomodar…
—Mãe, quantas vezes tenho que falar pra você vestir alguma roupa antes de atender as pessoas? —Um rapaz magro, de cabelo preto, traços angulosos e olhar penetrante se aproximou das recém-chegadas.
—Ai, mas… você me disse que as garotas vêm por causa dos vídeos pornô. Devem estar acostumadas a ver gente pelada…
—Isso você não sabe, não conhece elas. Desculpem, meninas, minha mãe é meio… imprudente.
Tá bom, sem drama" — disse Erika — "já gostei dela, acho ela simpática e muito sincera. Gosto de gente honesta.
—E é verdade que a roupa… ou a falta dela não nos incomoda —disse Oriana, lembrando de alguns conselhos da sua professora Mariela—. Essa é sua casa, Diana, pode se vestir como quiser.
—É o que eu digo —respondeu a loira, e depois mostrou a língua pro filho. Julián sorriu e revirou os olhos, sabia que era briga perdida.
—Venham, meninas, entrem na sala, pra gente conversar sossegadas.
Julián indicou onde eles podiam sentar e fez o mesmo, Diana ficou por ali dando uma volta, de orelha em pé na conversa.
—Beleza —disse Siara—, vou te contar o que a gente tem em mente e você nos diz se rola participar ou não. Queremos criar um site pornô com conteúdo VIP. A ideia é ter material que ninguém mais tem e oferecer pra quem tá disposto a pagar uma grana alta por essa exclusividade. Mas esse é um projeto que tá só começando, e nosso orçamento é limitado. Além de pagar você, a gente precisa contratar umas atrizes…
—Ah, pensei que vocês eram as atrizes — comentou Julián.
—O quê? Por acaso a gente tem cara de atriz pornô? — perguntou a Erika.
Julián reparou nos peitões que apareciam por um decote discreto, mas que naquela mina parecia mais provocante do que o normal.
―Hmm… não sei como vocês vão levar isso, mas acho que qualquer uma de vocês poderia ser atriz pornô.
—Deveriam levar isso como um elogio — comentou Diana, enquanto servia limonada fresca pra elas. — Vocês são umas gostosas pra caralho. Se não querem ser atrizes pornô, que bom pra vocês. Agora, se quisessem, já vou logo avisando que têm tudo que precisa.
—Bom, valeu… acho —disse Siara. A atitude daquela mulher era meio estranha, além disso nem teve a decência de cobrir os peitos quando se abaixou na frente do filho dela. —Como eu tava dizendo, vamos contratar uma atriz, já temos uma em mente, é alguém que tem experiência. Pra resumir um pouco, o mais importante é que no começo não vai ter lucro muito grande, mas aos poucos vai aumentando.
—Enquanto me pagarem, tô pronto pra trabalhar —disse Julián—. O uso que vocês vão dar pro material é problema de vocês.
— E quanto tempo de experiência você tem? — perguntou Oriana —. Sem querer ofender… você parece meio novinho.
— Tem vinte e um anos — respondeu Diana —. Ele está deixando a barba crescer pra parecer mais velho, porque sabe que a cara de boy magia dele atrapalha.
—Mãe! — protestou Julián —. Dá pra me deixar sozinho com as gurias?
—E pela experiência, não se preocupem —continuou Diana, ignorando o filho—. Já tem quase três anos gravando pornô e é excelente no que faz. Ela se dedica pra caralho.
―Hmm… Você viu alguma coisa do material que o Julián gravou? ―Perguntou a Erika.
—Eu vejo todo o trabalho do Julián.
―Mamãe…
―Tá bom, tá bom… já vou indo. Gostei pra caralho do projeto que vocês têm em mente, se um dia precisarem de ajuda com alguma coisa, é só me chamar. Até mais, prazer em conhecer vocês, gostosas.
Diana se afastou rebolando a bunda de um jeito sensual, todo mundo ali ficou de olho nela, era impossível não olhar.
—Imagino que já viram o material que deixei de amostra, isso deve ter dado uma ideia de como eu trabalho. O melhor jeito de provar que consigo filmar conteúdo de qualidade é fazendo um teste de câmera. Assim que tiverem uma modelo e um lugar pra gravar tudo, a gente pode começar.
Já temos tudo isso — disse Siara. — Podemos fazer hoje mesmo. Só precisamos avisar a modelo.
―Perfeito, quanto antes, melhor.
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As três garotas foram pro estúdio e falaram pro Julián que esperavam ele lá. No caminho, a Erika levantou uma dúvida.
—Ei, como é que no futuro os lucros vão aumentar? Isso tudo não passa de fachada. Na real, a gente não pretende vender o material pra ninguém.
É, pensei a mesma coisa" — disse Oriana.
—É verdade que isso não é um negócio de verdade, mas por algumas semanas vou conseguir tirar uma grana extra da minha mãe. Vou usar pra pagar as modelos e o Julián, vou dar um pouquinho mais a cada vez, pra eles acharem que o negócio já tá rolando. Depois, quando não precisarmos mais fazer essa encenação, a gente fala que o negócio não deu certo como esperávamos. Aí a gente paga uma espécie de indenização e pronto, cada um segue sua vida.
—Mmm… não é uma má ideia —disse Oriana—. Só espero que o Julián e a Mariela não se empolguem demais com esse projeto.
—Por isso vamos ter que falar pra eles sobre os riscos — comentou Siara. — Eles precisam saber desde o começo que as coisas podem dar errado.
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A porta se abriu na hora, Xamira ficou surpresa ao ver a Emilia pelada, vestindo só uma calcinha branca minúscula.
—Ai, gata! Você chegou na hora certa — disse a mãe da melhor amiga dela —. Vem, entra… entra…
Xamira se apressou pra entrar, não queria que algum vizinho curioso visse a Emilia praticamente pelada. Assim que entrou, relaxou, afinal de contas, ver a mãe da amiga dela sem roupa não era novidade. Elas já tinham falado sobre isso.
—E aí, Emilia? Tudo bem? Vim ver a Dalma.
—A Dalma não tá… e você chegou bem na hora que eu mais precisava. —Emília arrancou a calcinha de uma vez, apoiou um pé no sofá perto e abriu os lábios da buceta com dois dedos—. Vem, me dá uma chupada gostosa nessa pussy, não aguento mais, tô precisando.
Xamira ficou gelada. Sim, é verdade que ela tinha chupado a buceta da Emilia, mas foi numa situação muito diferente, com muita cumplicidade envolvida. Ela pensou que aquilo nunca mais ia se repetir, que era algo de uma vez só, tipo pra selar um pacto de amizade e confiança entre elas. Nunca imaginou que ela fosse pedir de novo… e desse jeito tão direto.
—O quê? Agora?
—Sim, gatinha… agora… vai, passa a língua um pouquinho… e com vontade, que tô com um tesão danado.
Xamira se aproximou como se o corpo dela se movesse sozinho, obedecendo às ordens de Emilia, mas se sentia desconfortável. Aquilo não tinha nada a ver com aquela conexão pura entre mulheres que a Dalma tanto falava. Pelo jeito que Emilia pedia, parecia que, dessa vez, era só sexo e mais nada. Mesmo assim, Xamira se ajoelhou na frente daquela mulher que a deixava tão confusa, e a língua começou a percorrer toda a buceta da Emilia, de baixo pra cima.
―Ai, sim! Isso é exatamente o que eu precisava, uma gostosa me dando uma boa chupada na buceta. Aquela desgraçada da Dalma foi embora e me deixou na mão…
Pra onde ele foi?" — perguntou Xamira, entre lambidas.
—Pra um parque, pelo menos foi o que ela disse. Sei lá, talvez tenha mentido e ido transar com alguém. Antes de sair, ela tava me dando uma chupada gostosa na pussy… eu tava quase gozando, nem sabe como foi bom… e de repente… “Preciso ir, mãe”. Eu falei que ela não podia me deixar assim, toda excitada… Ai, sim, gata… que delícia você tá! Me deixa louca te ver com a boquinha colada na pussy. Continua assim… chupa com vontade. Como eu tava dizendo… pedi pra Dalma não me deixar nessa tesão, que continuasse chupando meu cuzinho, mas a putinha foi embora… e ela também tava com a pussy bem molhada, sei porque fiquei um tempão passando a língua nela. Então minha teoria é que ela ficou com tesão e foi transar com algum dos caras que chupou a rola.
O sabor da buceta da Emilia tava mexendo com a mente da Xamira, de repente a libido dela começou a dizer que isso não era tão ruim assim, que ela também sentia um tesão em ter a boca colada naquela ppk e poder lamber ela toda. Uma coisa que ela não entendia, porque na real ela nunca sentiu esse tipo de atração por mulher. O que mais a confundia era sentir os sucos vaginais da Emilia escorrendo dentro da boca dela. Por que isso agradava tanto ela?
—E te incomoda que a Dalma tenha ido transar?
O que me irrita é que ela me deixou na vontade... no meio da foda! Sendo que a gente tava se divertindo tanto.
Transar? ―Xamira pensou―. Ele tá falando em transar com a própria filha? Cadê o papo da pureza feminina?
—Ai, não aguento mais — disse Emilia. — Vem, vamos pro quarto…
Pegou ela pela mão e juntas entraram no quarto, Emilia praticamente jogou ela na cama e sem pedir permissão começou a puxar a calça dela, junto com a calcinha. Xamira não teve tempo de reagir, quando percebeu já estava pelada da cintura pra baixo, com as pernas abertas e a cabeça de Emilia entre elas.
―Uf… nem imagina a vontade que eu tava de provar essa buceta de menina ―ela se jogou e deu uma lambida potente… e depois outra e mais outra―. Chupei a buceta de algumas amigas da igreja enquanto os cornos dos maridos achavam que a gente se juntava pra rezar. ―Ela lambeu de novo, Xamira tremeu, Emilia sabia exatamente por onde passar a língua―. Foi bom, mas a verdade é que eu tenho muito tesão nas novinhas da idade da Dalma… igual você. Essas bucetinhas têm outro sabor.
Xamira tava tentando processar o que a Emilia tava falando, sabia que o discurso dela agora era bem diferente do que tinha ouvido da última vez; mas a chupada de buceta que ela tava recebendo era tão boa que o corpo dela começou a rebolando sozinho. Agarrou a cabeça da Emilia e apertou mais contra a buceta dela. As lambidas ficaram mais intensas do que antes.
—Me grava, Xami —pediu Emilia—. Quero ter uma lembrança gostosa da vez que comi essa buceta, que não pode ser mais linda… você tem um corpo precioso.
Xamira obedeceu. O celular dela tinha ficado dentro da calça que estava em cima da cama. Ela pegou e começou a gravar a mãe do seu melhor amigo chupando sua buceta. Essa situação deu mais tesão nela do que ela tinha imaginado, de repente a ideia de ter uma lembrança desse momento começou a agradar mais. Até gostou da ideia de gravar a própria buceta enquanto a língua entrava nela. Ela se sentiu empoderada.
Talvez eu não devesse ficar remoendo tanto as coisas que a Emilia disse, talvez eu só precisasse relaxar e aproveitar. Talvez eu fosse chupar a buceta da mãe do meu amigo de novo. Por que não? Já teria tempo pra refletir, agora não era a hora de fazer isso.
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O estúdio de gravação estava vazio, exceto por alguns panos brancos e verdes. Walter as esperava lá, de cara fechada.
Oi" — cumprimentou Erika, com sua simpatia de sempre —. "Por que essa cara de bunda?
Vocês não tinham me falado que precisavam de um estúdio pra Verónica LeClerc?" — perguntou ela, de braços cruzados.
—Sim, e isso era verdade —mentiu Siara—. Minha mãe já conseguiu o estúdio dela, preferiu outro, mesmo eu tendo recomendado muito esse.
―Ahã… e qual é a dessa parada de site pornô que você me falou?
—Só isso, por quê? Acaso a gente tem proibição de gravar pornô aqui nesse estúdio? Ouvi dizer que gravaram um monte de coisa desse tipo por aqui… ah, olha, chegou nossa modelo. Oi, Mariela — cumprimentou a recém-chegada com mais entusiasmo que o normal —. Ela nos contou que te conhece e que já gravou várias vezes aqui nesse estúdio.
Oi, Ori... oi, meninas... oi, Walter" — cumprimentou Mariela. Ela estava vestida de forma casual, nada na aparência dela faria suspeitar que era uma atriz pornô. "Tô vendo que você tá puto.
—E como é que você quer que eu fique? Se a concorrência quer se instalar no mesmo estúdio que a gente… e ainda roubam uma das nossas melhores atrizes.
―Ai, obrigada por me considerar uma das melhores; mas acho que não é tudo isso. Além disso, ninguém "me roubou" ―fez aspas com os dedos―. Elas estão me pagando. Eu vou pra onde me pagarem. Não tenho nenhum contrato de exclusividade com a Uvisex.
—Porque não achamos que fosse necessário. Achamos que a lealdade da…
—Uai, nem vem falar de lealdade pra mim —Mariela revirou os olhos—. Se mais de uma vez me fizeram sentir que eu não tinha outra escolha a não ser trabalhar pra vocês. Pois é, agora eu tenho outra opção sim.
Enquanto a discussão rolava, Julião, em silêncio, foi arrumando seus tripés, câmeras e refletores. Por sorte, a mãe dele tinha comprado uma caminhonete pequena pra ele transportar todo o equipamento com facilidade, embora ele agradecesse uma mão extra pra ajudar a organizar tudo. Algo que ele não podia bancar nesse novo empreendimento.
—Sinceramente, não entendo por que esse cara tá tão puto — disse a Erika, falando como se não soubesse de nada. — Se a gente acabou de começar e mal sabe o que tá fazendo. Por que ele nos considera concorrência de um site que já tá bem consolidado na internet e tem uma base de usuários firmeza?
—Talvez tenham medo de a gente descobrir que métodos usam pra "contratar" atrizes — disse Oriana, trocando olhares desafiadores com Walter.
—E você, o que sabe sobre isso? — perguntou Walter.
—O que eu posso saber? Vocês tentaram me contratar… até fiz umas sessões de fotos com a Alexis.
—Ah, e agora você vai ser atriz pornô pros vídeos das suas amiguinhas?
— Eu não sou atriz pornô! — gritou Oriana.
—Bem, bem… vamos ver se a gente se acalma um pouco —interveio Mariela—. Não sei o que tá rolando com você, Walter. Cê tá puto demais por uma besteira. O que essa mina falou —apontou pra Erika—, é verdade. Esse é um projeto que tá começando agora, acho que é cedo demais pra se ver como concorrência. Agora… cê pode deixar a gente trabalhar? Pelo que eu saiba, já te pagaram o aluguel do estúdio.
—É isso aí, já pagamos —disse Siara—. E espero que não cobre o tempo que nos fez perder.
Vendo que estava em clara desvantagem, Walter saiu do estúdio batendo a porta atrás de si.
—Não fiquem com essa imagem do Walter — disse Mariela —. Geralmente ele é um cara muito educado e tranquilo, sempre me tratou com muito respeito. Não sei por que agora ele tá tão… tenso.
—Isso é problema dele —disse Siara, dando de ombros—. Se não te importa, quero começar os testes de câmera o mais rápido possível. Não temos muito tempo, alugamos o estúdio só por uma hora.
—Muito bem, vamos começar — disse Mariela —, ah, e a propósito, oi, desculpa não ter te cumprimentado antes. Não tinha te visto. Você é o câmera?
—Sim, meu nome é Julián — apertou a mão dela de forma profissional —. Além das câmeras, também cuido da edição. E por falar nisso, vou usar um chroma key, com um daqueles panos, pra colocar algum fundo nas fotos e nos vídeos que a gente fizer… assim não fica tudo tão vazio.
—É uma boa ideia —disse Siara—. Te prometo que na próxima vez a gente aluga uns móveis e enfeites. Minha mãe conhece umas empresas que deixam os estúdios do jeito que você quiser… claro, cobram caro, mas talvez me façam um desconto.
—Você é mesmo filha da Verónica LeClerc? — Perguntou Mariela.
—Sim —respondeu Oriana—. E a Erika é irmã da Kamilexia.
—O quê? Sério? —Perguntou Julián, com os olhos arregalados.
—Quem é Kamilexia? —Mariela quis saber.
— Você não conhece ela? — Perguntou Oriana —. É uma streamer muito famosa, tem milhares de espectadores na Twitch.
—Sim, e é uma das melhores — disse Juliano.
—Ai, só o que me faltava! —Erika revirou os olhos—. Mais um fã da minha irmã. E vou te falar que não me dou muito bem com ela. Então nada de pedir fotos ou autógrafos.
―Tá bom, nem ia pedir ―disse Julián, claramente decepcionado.
Ele voltou a cuidar das câmeras. Mariela, por sua vez, começou a tirar a roupa. Isso gerou uma sensação de desconforto nas três garotas. Em Siara e Erika, por ser a primeira vez que viam Mariela seminua, e em Oriana, porque sentiu, por alguma razão estranha, que ao expor a professora dela, também estava expondo parte da própria intimidade. Agora ela tinha que dividir o privilégio de ver Mariela pelada com outras pessoas.
Julián manteve a calma e olhou pra professora como quem olha pra um objeto de trabalho. Siara percebeu isso e ficou pensando que, de fato, Julián já tinha experiência na indústria pornô.
Mariela estava usando um sutiã de renda branca e uma calcinha fio dental combinando. As partes íntimas dela apareciam por baixo do tecido. Oriana achou que ela estava uma gostosa e que os peitos dela estavam um espetáculo.
Julián começou com as instruções, pediu pra Mariela se posicionar na frente do pano verde e sorrir pra câmera. Começou com umas fotos estáticas e simples, mas bem iluminadas. Pra conseguir um efeito bom, teve que ajustar os refletores várias vezes, mas por sorte as minas ajudaram com isso e seguiram as instruções dele à risca.
—Ei, Ori… não quer vir tirar umas fotos comigo? — Perguntou Mariela.
O quê? Não… não sei… é que…
—Vamos, não seja tímida. Você já fez isso antes e ninguém vai ver essas fotos. Ficam só de lembrança pra gente.
―Hum… bom, olhando por esse lado… pode ser.
Oriana sentiu um calor estranho no fundo da barriga, tava super animada pra ter uma sessão de fotos bonita com a professora particular dela. Ela se posicionou na frente da câmera e posou com um sorriso.
Não, gata... assim não — disse Mariela —. Se a gente vai tirar foto juntas, a roupa tem que ir pra fora. No fim das contas, isso aqui é um ensaio erótico.
Oriana ficou bem paradinha e olhou pra todo mundo ao redor, como se procurasse a resposta neles.
—Não olha pra gente —disse a Erika. —Isso depende totalmente de você. O teste de câmera vai servir mesmo que você não apareça nas fotos.
—Vai, faz isso por mim — insistiu Mariela.
Não esperou resposta de Oriana, começou a desabotoar a blusa dela. A garota asiática concluiu que podia deixar rolar, afinal não seria a primeira vez dela, e dessa vez a Mariela estaria do lado, motivo de sobra pra ficar tranquila e se divertir. Tirou os tênis e, quando puxou a calça pra baixo, deixou exposta a bunda enorme dela. Naquele dia, tinha decidido usar uma tanguinha preta tão pequena quanto a da Mariela, não porque achasse que ia participar de um ensaio fotográfico, mas porque pensou que depois poderia ir pra casa da professora… e era melhor já estar preparada. O sutiã combinava com a tanguinha e deixava ver um pouco da sombra dos bicos dos peitos dela.
Mariela a pegou pela cintura e as duas sorriram pra câmera.
— Relaxa um pouco — disse a professora —. Lembra do que te falei da outra vez. Não tenha vergonha do seu próprio corpo. Pousa com determinação, com confiança. Você é gostosa e tem que se sentir gostosa.
—Vou tentar.
O coração da Oriana disparou. Ela não conhecia o Julián de lugar nenhum, mas já tinha posado de lingerie na frente de um estranho. Com a Erika e a Siaran já tinha tido um momento de "pouca roupa" e com a Mariela se sentia à vontade. Não tinha motivo pra deixar a timidez vencer a parada. A timidez podia ficar guardada no fundo da mente dela, agora não servia pra nada.
Ela e a Mariela deram meia-volta e mostraram a bunda pra câmera, a Oriana até se inclinou um pouco pra frente e ajeitou a fio dental pra ela entrar um pouquinho entre os lábios da buceta. Foi o jeito dela de dizer: “Tô decidida”. A Mariela aproveitou pra passar a mão numa das nádegas dela.
—Muito bom isso —disse Julián—. Continuem com o movimento, porque vou começar a gravar. Essas duas câmeras estão ligadas e captam toda a ação pelos lados. Eu vou cuidar da principal, vocês têm que olhar pra essa câmera como se estivessem vendo o espectador.
As modelos olharam pra frente, Mariela se posicionou atrás da sua aluna e a envolveu com os braços de forma sensual. Depois inverteram as posições, com Oriana ficando atrás.
—Agora tira o sutiã de mim — disse a Mariela.
—Tem certeza?
—Sim, gatinha. Já tô acostumada a posar pelada. E quando tirar meu sutiã, levanta um pouco meus peitos.
Oriana respirou fundo e soltou o sutiã da professora. Aqueles peitões enormes ficaram expostos na câmera e Oriana, meio nervosa, se apressou pra segurar eles por baixo. Não era muito diferente de pegar nos próprios peitos dela, embora… claramente aqueles não eram os dela.
—Você topa mostrar as suas também? — perguntou Mariela.
―Hmm… não sei… ―De novo aquela maldita timidez. Não, dessa vez não ia deixar ela vencer―. Sim… sim, vou mostrar. Tira o sutiã de mim.
As duas modelos ficaram cara a cara, com a câmera do Julián filmando elas de lado. As tetas delas se esfregavam uma na outra. Pra surpresa da Oriana, enquanto ela soltava o sutiã, a Mariela beijou ela. O contato dos lábios fez ela ficar com a pele arrepiada e deixou ela bem confusa. Mesmo assim, ela não se afastou. Procurou com a língua a da Mariela porque… não tinha nada de mais, afinal de contas elas estavam fazendo testes de câmera pra material pornô. Um beijinho era uma coisa besta.
Quando os peitos da Oriana ficaram à mostra, a Mariela se atirou em um deles e começou a chupar. A Oriana suspirou, aquele gemido não foi fingido, nasceu lá no fundo do ser dela. O mamilo dela tava super sensível e a língua molhada e quentinha da professora dela tava tocando todos os pontos certos.
Instintivamente, ele agarrou uma das tetas da Mariela e começou a massagear. Foi uma delícia. Tão gostoso que, quando a professora ofereceu, ele não conseguiu recusar. Fez isso mantendo a mente vazia, se deixando levar pela situação. Enfiou o mamilo na boca e começou a chupar como se quisesse tirar leite dali… e olha que ele realmente se dedicou ao negócio.
Uai, gata… calma com os chupões" —disse Mariela entre risadas—. "Você vai me deixar toda marcada.
―Desculpa, é que…
—Tá de boa, fico feliz que você esteja tão empolgada, só vamos tomar cuidado pra não deixar marcas. Unhas tão proibidas e os chupões têm que ser leves. Ok?
—Entendido —disse Oriana, com as bochechas coradas.
—Agora tira minha calcinha fio dental — Mariela sussurrou no ouvido dela, a voz tão sensual que um arrepio percorreu a espinha de Oriana.
A tanga começou a descer de forma sensual, as mãos de Oriana eram inexperientes, mas deram um jeito de fazer o serviço direito. Julián aproveitou para pegar um close da buceta pelada da Mariela. Oriana continuou acariciando as bundas dela e voltou a beijá-la. Dessa vez foi ela quem iniciou o contato entre as bocas, achou certo tomar um pouco a iniciativa, pra mostrar pra Mariela que se sentia à vontade… meio excitada, mas à vontade.
— Você vai se animar a mostrar a sua também? — Perguntou Mariela, entre beijos.
―Hum… não, não tenho coragem. Mas… se você puxar minha fio dental pra baixo, não vou resistir.
―Muito bem.
Julián, que ouviu a conversa, apontou a câmera pra aquele rabão da Oriana. A mina tinha um par de bundão, até mais imponente que o da Mariela. A fio dental foi descendo devagar, com suspense, como se a qualquer momento a ação fosse parar. Mas não parou.
Oriana ficou completamente pelada. Os lábios da buceta dela ficaram expostos pra câmera, e Mariela passou a mão neles com as duas mãos, enquanto chupava os peitos dela. Oriana sentiu que tava ficando molhada e uma frase besta escapou da boca dela:
—Quando chegar em casa, vou bater uma punheta daquelas pra aliviar o tesão.
Mariela deu uma risada, e até se ouviu as risadas da Erika e da Siara, que olhavam pasmas pra toda a cena sem saber muito bem o que fazer com as mãos.
—Você não é a única, querida —disse Mariela—. Eu também vou ter que dar uma boa esfregada no clitóris depois disso. Você sabe o que eu acho do corpo feminino… e você tem um corpaço que… Ufa! Minha nossa! Desculpa se te dá nojo, mas vou pensar nesses peitos enquanto eu me tocar.
—Ah, obrigada… não me dá nojo, levo como um elogio. Me dá um certo gostinho saber que meus peitos vão te acompanhar enquanto você bate uma punheta.
Siara e Erika se olharam uma pra outra como quem diz: "Tá ouvindo essa conversa?", e depois trocaram olhares cúmplices.
Oriana e Mariela se beijaram mais uma vez, dessa vez com mais desenvoltura, de forma apaixonada. Aproveitaram para amassar as bundas uma da outra e quando Oriana sentiu os dedos da sua professora percorrendo sua buceta, se animou a fazer o mesmo. No primeiro toque, pôde confirmar que Mariela estava molhada, isso a excitou. Algo lhe dizia que ela tinha provocado aquilo. Nunca imaginou que seria capaz de causar tesão em uma mulher. Naquele momento, Oriana não pensou no namorado nem na sua heterossexualidade. Não se importou com nada. A língua de Mariela estava dentro da sua boca e era a única coisa em que conseguia pensar.
Uns segundos depois, Juliano disse que o teste de câmera já tinha acabado, eles precisavam parar porque estava quase no limite do tempo de aluguel, e ele ainda tinha que juntar todo o equipamento dele.
A Oriana ficou meio incomodada por ter que interromper tudo de forma tão brusca. Ela se vestiu sem conseguir tirar os olhos da anatomia da Mariela. Dessa vez, houve um pingo de honestidade dentro da mente dela, uma vozinha interior disse: “Que gostosa! Tem uns peitos lindos… e essa buceta esquentaria qualquer um!”. Depois, fez essas palavras sumirem, afundando-as no fundo do inconsciente.
As quatro mulheres ajudaram Julián a carregar tudo na caminhonete dele. Siara puxou o rapaz de lado e entregou uma grana bem gorda.
Isso é mais do que a gente combinou" — disse o garoto.
—Eu sei; é pra você ver que a gente tá falando sério. Na próxima vez, a gente vai ter um set mais bem montado, te prometo.
—Mas… se ainda não viu a edição do teste de câmera.
—Não preciso ver ela… embora seria bom se você fizesse, pra mostrar pras outras. Já vi seu trabalho e sei que é muito bom. Aliás. Dá pra contratar alguma das minas que aparecem nos seus vídeos de amostra?
—Não, nem chance. Todas têm contrato de exclusividade com uma empresa alemã. Toparam fazer isso comigo só pra me ajudar a me divulgar, e também porque serve como material de propaganda pra elas.
—Ah, que pena… porque vamos precisar de atrizes. Você não conhece nenhuma atriz pornô que não tenha contrato de exclusividade e que esteja disposta a trabalhar com você?
―Hmm… sim, conheço uma, mas… hmm… melhor não, ia complicar demais as coisas.
—Por quê? —quis saber Siara.
—Não importa. É um assunto pessoal meio complicado de explicar. Só vamos dizer que agora não seria apropriado convidar ela.
—Mmm… bom, não vou me meter em assunto pessoal. Mas se você conseguir convencer essa atriz a participar do nosso projeto, me avisa. Ia nos fazer muito bem ter variedade.
―Tá, te aviso. Beleza, vou nessa, quero começar a edição do material o mais rápido possível.
Se despediu de todas.
Tchau!" — Erika acenou pra ele com a mão toda animada —. E manda um abraço pra sua mãe, ela é muito gostosa e eu gosto dela.
―Tá bom, mando um abraço pra ele ―Julián ligou a caminhonete e foi embora.
—Isso soou muito sapatão — disse Siara.
—O quê? Que coisa?
―O salve pra mãe… “Ela é muito gostosa e me cai bem”. Quase soa como “quero comer ela”.
—Ei! Nunca falei isso —Erika inflou as bochechas e ficou toda vermelha. As amigas dela caíram na risada.
—Sinceramente, Erika —disse Oriana—, até que soou meio estranho… ainda mais considerando que a gente viu tudinho da mãe do Julián.
—É verdade, não tinha pensado por esse lado —disse Erika—. Essa mulher é muito estranha. Mas eu gosto dela de verdade, tem um quê que me agrada pra caralho…
—Os peitos dela? —Perguntou Siara e todas, exceto a Erika, caíram na risada de novo.
—Não! —Erika gritou—. A atitude dela. Ela tem um jeito muito peculiar de ser… como se tivesse muita confiança em si mesma.
—É verdade… talvez seja algo típico das atrizes pornô — comentou Oriana —, porque a mesma coisa eu noto na Mariela.
—É possível —disse a aludida—. A segurança em si mesma vem de mãos dadas com esse trabalho. Se você não tem certeza do que pode provocar, então nunca vai dar o melhor de si mesma.
As minas saíram do estúdio de gravação batendo papo sobre projetos futuros e trocando ideias sobre esse primeiro passo que tinham dado na indústria pornô. Ainda não faziam ideia de até onde iriam, mas o astral tava lá em cima.

Capítulo 14.
Teste de Câmera.
Oriana passou muito tempo vivendo uma rotina entediante, onde suas maiores alegrias eram ficar sabendo de algumas fofocas na internet ou nos corredores da escola. Mas, em poucos dias, a vida dela mudou completamente. Agora ela tinha atividades realmente empolgantes. Passar a tarde com sua professora particular já não era mais parte da rotina, podia ser o momento mais feliz do dia. Além disso, tinha o clube de Detetives que ela tinha entrado. Ela percebeu que esperava ansiosamente por cada novo encontro na sede e que já considerava Siara e Erika como boas amigas, mesmo conhecendo elas há apenas alguns dias.
Ela entrou na sala onde os membros do Clube Veritas Sectatores se reuniam. Hoje só tinha três, contando com ela, mas a Oriana não ligou, isso ia mudar com o tempo, logo encontrariam novos integrantes.
— Quais são as novidades? — perguntou, sentando na frente das duas novas amigas.
Erika tava tomando chimarrão, sugando a bomba de um jeito todo gostoso, enquanto Siara tomava um café bem quentão. A Oriana quase pediu algo pra beber, mas nem precisou, a Erika preparou um mate pra ela e passou na mão.
—Hoje fomos ver o Alexis —disse Siara—. Perguntamos pra ele se queria fazer parte do nosso negócio. No começo, ele ficou bem interessado e falou quanto de lucro queria ganhar.
—Vinte por cento —disse Erika—. Achamos que era uma loucura, mas de qualquer forma não íamos contratar ele.
—Ah, não é? —Perguntou Oriana, enquanto tomava seu mate.
— Não — continuou Siara. — A gente só queria que a Alexis soubesse da nossa intenção de começar uma página pornô, pra fazer o boato se espalhar. Se ele trabalha pros caras da Uvisex, pode ter certeza que vai contar pra alguém.
—E por que vocês tão seguras assim? — Perguntou Oriana.
—Por que o Alexis ficou puto quando a gente falou que ele tava pedindo demais —respondeu a Erika—. Ele disse que sem a ajuda de alguém que manja do mundo pornô, a gente não ia longe. Infelizmente, nisso ele tem razão. A gente pode fingir que vai criar nosso próprio site pornô, mas se a gente quer mesmo que os caras da Uvisex nos vejam como concorrência de verdade, a gente precisa gravar algum material e subir num domínio privado… e nenhuma de nós tem ideia de como gravar uma parada dessas. Mal e mal a gente sabe usar a câmera do celular.
―Por isso vamos contratar alguém ―interrompeu Siara―. O orçamento que minha mãe nos deu não só tem que dar pra pagar os atores e atrizes, mas também vamos pagar um bom câmera. Alguém que já tenha experiência no mundo do pornô.
—E onde é que a gente vai encontrar alguém assim? — quis saber Oriana.
—Na internet, onde mais? —Siara mostrou a tela do notebook—. Ontem à noite fiquei fuçando um site onde o pessoal oferece seus serviços… a maioria é acompanhante, ou puta direto, mas também tem uns que se oferecem como atores pornô ou até produtores. Me chamou a atenção um tal de Julián Aguirre, porque de todas as ofertas, ele foi o único que conseguiu provar que já tem, pelo menos, três anos de experiência no pornô profissional. Dei uma olhada em alguns trabalhos dele e posso dizer que foram muito… eficazes.
—Com isso ela quer dizer que se masturbou enquanto olhava pra eles —disse Erika. Siara ficou vermelha e Oriana abafou a risada tapando a boca com a mão.
—Não te culpo —disse Oriana—, se ele é tão bom assim, provavelmente eu teria feito o mesmo.
— Não tamo aqui pra ficar falando se eu bato uma ou não — sentenciou Siara. — O importante é que já falei com o Julián e a gente precisa se encontrar hoje mesmo, na casa dele. E se ele for o cara certo, depois a gente vai pro estúdio que aluguei.
—E aí, qual apê você alugou?
—No mesmo lugar onde a gente te conheceu — respondeu a Erika —, a gente achou que era uma boa ideia.
―Claro! ―Exclamou Oriana―. Se a gente trabalha no mesmo lugar que os da Uvisex, eles vão ter que reparar na gente. É uma boa ideia.
—Beleza —disse Siara—, daqui a pouco vamos encontrar com o tal de Julián. Antes de sair, tem alguma novidade que queira contar pra gente?
—Sim, prometi pra vocês que ia dar uma olhada nas fotos da professora Brenda Ramallo, principalmente as da viagem dela pra Cancún. Ela postou uma nova, bem picante — Oriana mostrou o celular pras amigas, e elas puderam ver a professora, toda sorridente numa praia ensolarada.
—Upa! Dá pra ver todos os peitos dela —exclamou a Erika.
A Brenda não tava com a parte de cima do biquíni, mas tinha tampado os bicos com adesivos em formato de coração.
—Pelo menos ela cobriu os mamilos —disse Oriana—, acho que pra não levar ban na conta do Instagram. Olha, eu entendo que uma mulher pode andar de topless numa praia de Cancún, mas… o que vocês querem que eu fale? Posso ser meio quadrada, mas pra mim é muito estranho ter uma professora que posta esse tipo de foto na internet.
—Sim, especialmente se a gente considerar que a maioria dos alunos dela são caras de dezoito anos com os hormônios à flor da pele — comentou Siara. — Tem mais?
—Sim, olhando bem entre todas as fotos, encontrei algumas que me chamaram a atenção. Por exemplo, esta.
A tela mostrou uma Brenda toda sorridente sentada no colo de um cara musculoso e bem bronzeado. A professora tinha uma perna levantada, com o pé apoiado no joelho do cara, e no meio tinha um adesivo de um macaquinho tapando os olhos.
—Por essa foto ela recebeu vários comentários —continuou Oriana—, quando alguém perguntou por que ela tinha colocado o sticker bem ali, a Brenda respondeu que fez isso porque estava com as pernas abertas e não queria ser tão sem-vergonha.
—Faz sentido —disse Siara—, eu teria feito o mesmo.
—Na real, não faz muito sentido —disse Oriana—, porque se você olhar essas fotos mais antigas, vai perceber que ela não se importa muito em postar fotos de pernas abertas, até de biquíni.
―Upa! ―Exclamou Erika―. Nesta, a buceta dela marca bastante… se isso não te parece ser indiscreta.
—É verdade, a fio dental parece pintada na buceta dela —disse Siara—. Então por que colocou adesivo na outra, se dá pra ver até de mais longe?
—Foi exatamente o que eu me perguntei — disse Oriana. — Alguém comentou: “Parece que o cara tá metendo em você e que ele só postou essa foto pra provocar”, Brenda nem respondeu aquela mensagem, mas teve vários “likes” e mais de um comentou que pensou a mesma coisa. Aí eu olhei a foto de mais perto e percebi que o cara parece estar completamente pelado, não tem nem sinal de short. Brenda disse que na verdade ele tava de sunga, pode até ser, mas minhas suspeitas não param por aí. Na outra perna, a que ela não tá levantando, o adesivo não chega a cobrir o quadril dela e dá pra ver a mesma coisa que a gente notou antes: não tem sinal da parte de baixo do biquíni dela, nem uma tirinha. Isso aumenta as chances de ela estar pelada.
—Tá, mas daí a dizer que o cara tava metendo nela naquele exato momento… e que ela postou aquela foto pra provocar, acho exagero — falou a Siara.
—Ah, é por isso que eu adoraria ter a foto original, sem aquele maldito desenho — comentou Oriana —. Vou continuar investigando essa parada. Se ela tá mesmo postando essas fotos com a intenção de provocar, é capaz que tenha algumas rolando pela internet.
—Ou talvez não tenha nada — disse Siara —, e o povo tá viajando só porque a professora brinca um pouquinho com os limites do Instagram.
—Sim, também cabe essa possibilidade. Mas por enquanto prefiro deixar a porta aberta pra qualquer opção.
—Bom, continua investigando —disse Siara—. Se descobrir mais alguma coisa, conta pra gente na próxima reunião. Agora temos que encontrar com nosso possível câmera.
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Minutos depois, chegaram a uma casa pitoresca que não dava nem pra desconfiar que dentro dela pudesse morar alguém ligado à indústria pornô. Tocaram a campainha e quase na hora foram atendidas por uma loira deslumbrante de olhos azuis, que devia ter pouco mais de quarenta anos.
—Ah, oi… vocês devem ser as gatas que iam se encontrar com o Julián. Entrem, entrem…
As três obedeceram, mas não conseguiram disfarçar a surpresa. Os olhos delas percorreram toda a anatomia da loira. A mulher vestia um curto roupão com o qual estava lutando, queria amarrá-lo, e seu corpo volumoso não facilitava a tarefa. Mais de uma vez viram algum dos peitos da mulher aparecer, com o mamilo incluso. Por baixo, ela usava só uma pequena tanga preta que não chegava a cobrir toda a sua buceta depilada.
— Meu nome é Diana — disse a mulher, com um sorriso radiante —. Desculpa receber vocês assim, não tive tempo de me trocar… mas se vieram pelo motivo que o Julián me contou, então acho que não vai incomodar…
—Mãe, quantas vezes tenho que falar pra você vestir alguma roupa antes de atender as pessoas? —Um rapaz magro, de cabelo preto, traços angulosos e olhar penetrante se aproximou das recém-chegadas.
—Ai, mas… você me disse que as garotas vêm por causa dos vídeos pornô. Devem estar acostumadas a ver gente pelada…
—Isso você não sabe, não conhece elas. Desculpem, meninas, minha mãe é meio… imprudente.
Tá bom, sem drama" — disse Erika — "já gostei dela, acho ela simpática e muito sincera. Gosto de gente honesta.
—E é verdade que a roupa… ou a falta dela não nos incomoda —disse Oriana, lembrando de alguns conselhos da sua professora Mariela—. Essa é sua casa, Diana, pode se vestir como quiser.
—É o que eu digo —respondeu a loira, e depois mostrou a língua pro filho. Julián sorriu e revirou os olhos, sabia que era briga perdida.
—Venham, meninas, entrem na sala, pra gente conversar sossegadas.
Julián indicou onde eles podiam sentar e fez o mesmo, Diana ficou por ali dando uma volta, de orelha em pé na conversa.
—Beleza —disse Siara—, vou te contar o que a gente tem em mente e você nos diz se rola participar ou não. Queremos criar um site pornô com conteúdo VIP. A ideia é ter material que ninguém mais tem e oferecer pra quem tá disposto a pagar uma grana alta por essa exclusividade. Mas esse é um projeto que tá só começando, e nosso orçamento é limitado. Além de pagar você, a gente precisa contratar umas atrizes…
—Ah, pensei que vocês eram as atrizes — comentou Julián.
—O quê? Por acaso a gente tem cara de atriz pornô? — perguntou a Erika.
Julián reparou nos peitões que apareciam por um decote discreto, mas que naquela mina parecia mais provocante do que o normal.
―Hmm… não sei como vocês vão levar isso, mas acho que qualquer uma de vocês poderia ser atriz pornô.
—Deveriam levar isso como um elogio — comentou Diana, enquanto servia limonada fresca pra elas. — Vocês são umas gostosas pra caralho. Se não querem ser atrizes pornô, que bom pra vocês. Agora, se quisessem, já vou logo avisando que têm tudo que precisa.
—Bom, valeu… acho —disse Siara. A atitude daquela mulher era meio estranha, além disso nem teve a decência de cobrir os peitos quando se abaixou na frente do filho dela. —Como eu tava dizendo, vamos contratar uma atriz, já temos uma em mente, é alguém que tem experiência. Pra resumir um pouco, o mais importante é que no começo não vai ter lucro muito grande, mas aos poucos vai aumentando.
—Enquanto me pagarem, tô pronto pra trabalhar —disse Julián—. O uso que vocês vão dar pro material é problema de vocês.
— E quanto tempo de experiência você tem? — perguntou Oriana —. Sem querer ofender… você parece meio novinho.
— Tem vinte e um anos — respondeu Diana —. Ele está deixando a barba crescer pra parecer mais velho, porque sabe que a cara de boy magia dele atrapalha.
—Mãe! — protestou Julián —. Dá pra me deixar sozinho com as gurias?
—E pela experiência, não se preocupem —continuou Diana, ignorando o filho—. Já tem quase três anos gravando pornô e é excelente no que faz. Ela se dedica pra caralho.
―Hmm… Você viu alguma coisa do material que o Julián gravou? ―Perguntou a Erika.
—Eu vejo todo o trabalho do Julián.
―Mamãe…
―Tá bom, tá bom… já vou indo. Gostei pra caralho do projeto que vocês têm em mente, se um dia precisarem de ajuda com alguma coisa, é só me chamar. Até mais, prazer em conhecer vocês, gostosas.
Diana se afastou rebolando a bunda de um jeito sensual, todo mundo ali ficou de olho nela, era impossível não olhar.
—Imagino que já viram o material que deixei de amostra, isso deve ter dado uma ideia de como eu trabalho. O melhor jeito de provar que consigo filmar conteúdo de qualidade é fazendo um teste de câmera. Assim que tiverem uma modelo e um lugar pra gravar tudo, a gente pode começar.
Já temos tudo isso — disse Siara. — Podemos fazer hoje mesmo. Só precisamos avisar a modelo.
―Perfeito, quanto antes, melhor.
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As três garotas foram pro estúdio e falaram pro Julián que esperavam ele lá. No caminho, a Erika levantou uma dúvida.
—Ei, como é que no futuro os lucros vão aumentar? Isso tudo não passa de fachada. Na real, a gente não pretende vender o material pra ninguém.
É, pensei a mesma coisa" — disse Oriana.
—É verdade que isso não é um negócio de verdade, mas por algumas semanas vou conseguir tirar uma grana extra da minha mãe. Vou usar pra pagar as modelos e o Julián, vou dar um pouquinho mais a cada vez, pra eles acharem que o negócio já tá rolando. Depois, quando não precisarmos mais fazer essa encenação, a gente fala que o negócio não deu certo como esperávamos. Aí a gente paga uma espécie de indenização e pronto, cada um segue sua vida.
—Mmm… não é uma má ideia —disse Oriana—. Só espero que o Julián e a Mariela não se empolguem demais com esse projeto.
—Por isso vamos ter que falar pra eles sobre os riscos — comentou Siara. — Eles precisam saber desde o começo que as coisas podem dar errado.
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A porta se abriu na hora, Xamira ficou surpresa ao ver a Emilia pelada, vestindo só uma calcinha branca minúscula.
—Ai, gata! Você chegou na hora certa — disse a mãe da melhor amiga dela —. Vem, entra… entra…
Xamira se apressou pra entrar, não queria que algum vizinho curioso visse a Emilia praticamente pelada. Assim que entrou, relaxou, afinal de contas, ver a mãe da amiga dela sem roupa não era novidade. Elas já tinham falado sobre isso.
—E aí, Emilia? Tudo bem? Vim ver a Dalma.
—A Dalma não tá… e você chegou bem na hora que eu mais precisava. —Emília arrancou a calcinha de uma vez, apoiou um pé no sofá perto e abriu os lábios da buceta com dois dedos—. Vem, me dá uma chupada gostosa nessa pussy, não aguento mais, tô precisando.
Xamira ficou gelada. Sim, é verdade que ela tinha chupado a buceta da Emilia, mas foi numa situação muito diferente, com muita cumplicidade envolvida. Ela pensou que aquilo nunca mais ia se repetir, que era algo de uma vez só, tipo pra selar um pacto de amizade e confiança entre elas. Nunca imaginou que ela fosse pedir de novo… e desse jeito tão direto.
—O quê? Agora?
—Sim, gatinha… agora… vai, passa a língua um pouquinho… e com vontade, que tô com um tesão danado.
Xamira se aproximou como se o corpo dela se movesse sozinho, obedecendo às ordens de Emilia, mas se sentia desconfortável. Aquilo não tinha nada a ver com aquela conexão pura entre mulheres que a Dalma tanto falava. Pelo jeito que Emilia pedia, parecia que, dessa vez, era só sexo e mais nada. Mesmo assim, Xamira se ajoelhou na frente daquela mulher que a deixava tão confusa, e a língua começou a percorrer toda a buceta da Emilia, de baixo pra cima.
―Ai, sim! Isso é exatamente o que eu precisava, uma gostosa me dando uma boa chupada na buceta. Aquela desgraçada da Dalma foi embora e me deixou na mão…
Pra onde ele foi?" — perguntou Xamira, entre lambidas.
—Pra um parque, pelo menos foi o que ela disse. Sei lá, talvez tenha mentido e ido transar com alguém. Antes de sair, ela tava me dando uma chupada gostosa na pussy… eu tava quase gozando, nem sabe como foi bom… e de repente… “Preciso ir, mãe”. Eu falei que ela não podia me deixar assim, toda excitada… Ai, sim, gata… que delícia você tá! Me deixa louca te ver com a boquinha colada na pussy. Continua assim… chupa com vontade. Como eu tava dizendo… pedi pra Dalma não me deixar nessa tesão, que continuasse chupando meu cuzinho, mas a putinha foi embora… e ela também tava com a pussy bem molhada, sei porque fiquei um tempão passando a língua nela. Então minha teoria é que ela ficou com tesão e foi transar com algum dos caras que chupou a rola.
O sabor da buceta da Emilia tava mexendo com a mente da Xamira, de repente a libido dela começou a dizer que isso não era tão ruim assim, que ela também sentia um tesão em ter a boca colada naquela ppk e poder lamber ela toda. Uma coisa que ela não entendia, porque na real ela nunca sentiu esse tipo de atração por mulher. O que mais a confundia era sentir os sucos vaginais da Emilia escorrendo dentro da boca dela. Por que isso agradava tanto ela?
—E te incomoda que a Dalma tenha ido transar?
O que me irrita é que ela me deixou na vontade... no meio da foda! Sendo que a gente tava se divertindo tanto.
Transar? ―Xamira pensou―. Ele tá falando em transar com a própria filha? Cadê o papo da pureza feminina?
—Ai, não aguento mais — disse Emilia. — Vem, vamos pro quarto…
Pegou ela pela mão e juntas entraram no quarto, Emilia praticamente jogou ela na cama e sem pedir permissão começou a puxar a calça dela, junto com a calcinha. Xamira não teve tempo de reagir, quando percebeu já estava pelada da cintura pra baixo, com as pernas abertas e a cabeça de Emilia entre elas.
―Uf… nem imagina a vontade que eu tava de provar essa buceta de menina ―ela se jogou e deu uma lambida potente… e depois outra e mais outra―. Chupei a buceta de algumas amigas da igreja enquanto os cornos dos maridos achavam que a gente se juntava pra rezar. ―Ela lambeu de novo, Xamira tremeu, Emilia sabia exatamente por onde passar a língua―. Foi bom, mas a verdade é que eu tenho muito tesão nas novinhas da idade da Dalma… igual você. Essas bucetinhas têm outro sabor.
Xamira tava tentando processar o que a Emilia tava falando, sabia que o discurso dela agora era bem diferente do que tinha ouvido da última vez; mas a chupada de buceta que ela tava recebendo era tão boa que o corpo dela começou a rebolando sozinho. Agarrou a cabeça da Emilia e apertou mais contra a buceta dela. As lambidas ficaram mais intensas do que antes.
—Me grava, Xami —pediu Emilia—. Quero ter uma lembrança gostosa da vez que comi essa buceta, que não pode ser mais linda… você tem um corpo precioso.
Xamira obedeceu. O celular dela tinha ficado dentro da calça que estava em cima da cama. Ela pegou e começou a gravar a mãe do seu melhor amigo chupando sua buceta. Essa situação deu mais tesão nela do que ela tinha imaginado, de repente a ideia de ter uma lembrança desse momento começou a agradar mais. Até gostou da ideia de gravar a própria buceta enquanto a língua entrava nela. Ela se sentiu empoderada.
Talvez eu não devesse ficar remoendo tanto as coisas que a Emilia disse, talvez eu só precisasse relaxar e aproveitar. Talvez eu fosse chupar a buceta da mãe do meu amigo de novo. Por que não? Já teria tempo pra refletir, agora não era a hora de fazer isso.
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O estúdio de gravação estava vazio, exceto por alguns panos brancos e verdes. Walter as esperava lá, de cara fechada.
Oi" — cumprimentou Erika, com sua simpatia de sempre —. "Por que essa cara de bunda?
Vocês não tinham me falado que precisavam de um estúdio pra Verónica LeClerc?" — perguntou ela, de braços cruzados.
—Sim, e isso era verdade —mentiu Siara—. Minha mãe já conseguiu o estúdio dela, preferiu outro, mesmo eu tendo recomendado muito esse.
―Ahã… e qual é a dessa parada de site pornô que você me falou?
—Só isso, por quê? Acaso a gente tem proibição de gravar pornô aqui nesse estúdio? Ouvi dizer que gravaram um monte de coisa desse tipo por aqui… ah, olha, chegou nossa modelo. Oi, Mariela — cumprimentou a recém-chegada com mais entusiasmo que o normal —. Ela nos contou que te conhece e que já gravou várias vezes aqui nesse estúdio.
Oi, Ori... oi, meninas... oi, Walter" — cumprimentou Mariela. Ela estava vestida de forma casual, nada na aparência dela faria suspeitar que era uma atriz pornô. "Tô vendo que você tá puto.
—E como é que você quer que eu fique? Se a concorrência quer se instalar no mesmo estúdio que a gente… e ainda roubam uma das nossas melhores atrizes.
―Ai, obrigada por me considerar uma das melhores; mas acho que não é tudo isso. Além disso, ninguém "me roubou" ―fez aspas com os dedos―. Elas estão me pagando. Eu vou pra onde me pagarem. Não tenho nenhum contrato de exclusividade com a Uvisex.
—Porque não achamos que fosse necessário. Achamos que a lealdade da…
—Uai, nem vem falar de lealdade pra mim —Mariela revirou os olhos—. Se mais de uma vez me fizeram sentir que eu não tinha outra escolha a não ser trabalhar pra vocês. Pois é, agora eu tenho outra opção sim.
Enquanto a discussão rolava, Julião, em silêncio, foi arrumando seus tripés, câmeras e refletores. Por sorte, a mãe dele tinha comprado uma caminhonete pequena pra ele transportar todo o equipamento com facilidade, embora ele agradecesse uma mão extra pra ajudar a organizar tudo. Algo que ele não podia bancar nesse novo empreendimento.
—Sinceramente, não entendo por que esse cara tá tão puto — disse a Erika, falando como se não soubesse de nada. — Se a gente acabou de começar e mal sabe o que tá fazendo. Por que ele nos considera concorrência de um site que já tá bem consolidado na internet e tem uma base de usuários firmeza?
—Talvez tenham medo de a gente descobrir que métodos usam pra "contratar" atrizes — disse Oriana, trocando olhares desafiadores com Walter.
—E você, o que sabe sobre isso? — perguntou Walter.
—O que eu posso saber? Vocês tentaram me contratar… até fiz umas sessões de fotos com a Alexis.
—Ah, e agora você vai ser atriz pornô pros vídeos das suas amiguinhas?
— Eu não sou atriz pornô! — gritou Oriana.
—Bem, bem… vamos ver se a gente se acalma um pouco —interveio Mariela—. Não sei o que tá rolando com você, Walter. Cê tá puto demais por uma besteira. O que essa mina falou —apontou pra Erika—, é verdade. Esse é um projeto que tá começando agora, acho que é cedo demais pra se ver como concorrência. Agora… cê pode deixar a gente trabalhar? Pelo que eu saiba, já te pagaram o aluguel do estúdio.
—É isso aí, já pagamos —disse Siara—. E espero que não cobre o tempo que nos fez perder.
Vendo que estava em clara desvantagem, Walter saiu do estúdio batendo a porta atrás de si.
—Não fiquem com essa imagem do Walter — disse Mariela —. Geralmente ele é um cara muito educado e tranquilo, sempre me tratou com muito respeito. Não sei por que agora ele tá tão… tenso.
—Isso é problema dele —disse Siara, dando de ombros—. Se não te importa, quero começar os testes de câmera o mais rápido possível. Não temos muito tempo, alugamos o estúdio só por uma hora.
—Muito bem, vamos começar — disse Mariela —, ah, e a propósito, oi, desculpa não ter te cumprimentado antes. Não tinha te visto. Você é o câmera?
—Sim, meu nome é Julián — apertou a mão dela de forma profissional —. Além das câmeras, também cuido da edição. E por falar nisso, vou usar um chroma key, com um daqueles panos, pra colocar algum fundo nas fotos e nos vídeos que a gente fizer… assim não fica tudo tão vazio.
—É uma boa ideia —disse Siara—. Te prometo que na próxima vez a gente aluga uns móveis e enfeites. Minha mãe conhece umas empresas que deixam os estúdios do jeito que você quiser… claro, cobram caro, mas talvez me façam um desconto.
—Você é mesmo filha da Verónica LeClerc? — Perguntou Mariela.
—Sim —respondeu Oriana—. E a Erika é irmã da Kamilexia.
—O quê? Sério? —Perguntou Julián, com os olhos arregalados.
—Quem é Kamilexia? —Mariela quis saber.
— Você não conhece ela? — Perguntou Oriana —. É uma streamer muito famosa, tem milhares de espectadores na Twitch.
—Sim, e é uma das melhores — disse Juliano.
—Ai, só o que me faltava! —Erika revirou os olhos—. Mais um fã da minha irmã. E vou te falar que não me dou muito bem com ela. Então nada de pedir fotos ou autógrafos.
―Tá bom, nem ia pedir ―disse Julián, claramente decepcionado.
Ele voltou a cuidar das câmeras. Mariela, por sua vez, começou a tirar a roupa. Isso gerou uma sensação de desconforto nas três garotas. Em Siara e Erika, por ser a primeira vez que viam Mariela seminua, e em Oriana, porque sentiu, por alguma razão estranha, que ao expor a professora dela, também estava expondo parte da própria intimidade. Agora ela tinha que dividir o privilégio de ver Mariela pelada com outras pessoas.
Julián manteve a calma e olhou pra professora como quem olha pra um objeto de trabalho. Siara percebeu isso e ficou pensando que, de fato, Julián já tinha experiência na indústria pornô.
Mariela estava usando um sutiã de renda branca e uma calcinha fio dental combinando. As partes íntimas dela apareciam por baixo do tecido. Oriana achou que ela estava uma gostosa e que os peitos dela estavam um espetáculo.
Julián começou com as instruções, pediu pra Mariela se posicionar na frente do pano verde e sorrir pra câmera. Começou com umas fotos estáticas e simples, mas bem iluminadas. Pra conseguir um efeito bom, teve que ajustar os refletores várias vezes, mas por sorte as minas ajudaram com isso e seguiram as instruções dele à risca.
—Ei, Ori… não quer vir tirar umas fotos comigo? — Perguntou Mariela.
O quê? Não… não sei… é que…
—Vamos, não seja tímida. Você já fez isso antes e ninguém vai ver essas fotos. Ficam só de lembrança pra gente.
―Hum… bom, olhando por esse lado… pode ser.
Oriana sentiu um calor estranho no fundo da barriga, tava super animada pra ter uma sessão de fotos bonita com a professora particular dela. Ela se posicionou na frente da câmera e posou com um sorriso.
Não, gata... assim não — disse Mariela —. Se a gente vai tirar foto juntas, a roupa tem que ir pra fora. No fim das contas, isso aqui é um ensaio erótico.
Oriana ficou bem paradinha e olhou pra todo mundo ao redor, como se procurasse a resposta neles.
—Não olha pra gente —disse a Erika. —Isso depende totalmente de você. O teste de câmera vai servir mesmo que você não apareça nas fotos.
—Vai, faz isso por mim — insistiu Mariela.
Não esperou resposta de Oriana, começou a desabotoar a blusa dela. A garota asiática concluiu que podia deixar rolar, afinal não seria a primeira vez dela, e dessa vez a Mariela estaria do lado, motivo de sobra pra ficar tranquila e se divertir. Tirou os tênis e, quando puxou a calça pra baixo, deixou exposta a bunda enorme dela. Naquele dia, tinha decidido usar uma tanguinha preta tão pequena quanto a da Mariela, não porque achasse que ia participar de um ensaio fotográfico, mas porque pensou que depois poderia ir pra casa da professora… e era melhor já estar preparada. O sutiã combinava com a tanguinha e deixava ver um pouco da sombra dos bicos dos peitos dela.
Mariela a pegou pela cintura e as duas sorriram pra câmera.
— Relaxa um pouco — disse a professora —. Lembra do que te falei da outra vez. Não tenha vergonha do seu próprio corpo. Pousa com determinação, com confiança. Você é gostosa e tem que se sentir gostosa.
—Vou tentar.
O coração da Oriana disparou. Ela não conhecia o Julián de lugar nenhum, mas já tinha posado de lingerie na frente de um estranho. Com a Erika e a Siaran já tinha tido um momento de "pouca roupa" e com a Mariela se sentia à vontade. Não tinha motivo pra deixar a timidez vencer a parada. A timidez podia ficar guardada no fundo da mente dela, agora não servia pra nada.
Ela e a Mariela deram meia-volta e mostraram a bunda pra câmera, a Oriana até se inclinou um pouco pra frente e ajeitou a fio dental pra ela entrar um pouquinho entre os lábios da buceta. Foi o jeito dela de dizer: “Tô decidida”. A Mariela aproveitou pra passar a mão numa das nádegas dela.
—Muito bom isso —disse Julián—. Continuem com o movimento, porque vou começar a gravar. Essas duas câmeras estão ligadas e captam toda a ação pelos lados. Eu vou cuidar da principal, vocês têm que olhar pra essa câmera como se estivessem vendo o espectador.
As modelos olharam pra frente, Mariela se posicionou atrás da sua aluna e a envolveu com os braços de forma sensual. Depois inverteram as posições, com Oriana ficando atrás.
—Agora tira o sutiã de mim — disse a Mariela.
—Tem certeza?
—Sim, gatinha. Já tô acostumada a posar pelada. E quando tirar meu sutiã, levanta um pouco meus peitos.
Oriana respirou fundo e soltou o sutiã da professora. Aqueles peitões enormes ficaram expostos na câmera e Oriana, meio nervosa, se apressou pra segurar eles por baixo. Não era muito diferente de pegar nos próprios peitos dela, embora… claramente aqueles não eram os dela.
—Você topa mostrar as suas também? — perguntou Mariela.
―Hmm… não sei… ―De novo aquela maldita timidez. Não, dessa vez não ia deixar ela vencer―. Sim… sim, vou mostrar. Tira o sutiã de mim.
As duas modelos ficaram cara a cara, com a câmera do Julián filmando elas de lado. As tetas delas se esfregavam uma na outra. Pra surpresa da Oriana, enquanto ela soltava o sutiã, a Mariela beijou ela. O contato dos lábios fez ela ficar com a pele arrepiada e deixou ela bem confusa. Mesmo assim, ela não se afastou. Procurou com a língua a da Mariela porque… não tinha nada de mais, afinal de contas elas estavam fazendo testes de câmera pra material pornô. Um beijinho era uma coisa besta.
Quando os peitos da Oriana ficaram à mostra, a Mariela se atirou em um deles e começou a chupar. A Oriana suspirou, aquele gemido não foi fingido, nasceu lá no fundo do ser dela. O mamilo dela tava super sensível e a língua molhada e quentinha da professora dela tava tocando todos os pontos certos.
Instintivamente, ele agarrou uma das tetas da Mariela e começou a massagear. Foi uma delícia. Tão gostoso que, quando a professora ofereceu, ele não conseguiu recusar. Fez isso mantendo a mente vazia, se deixando levar pela situação. Enfiou o mamilo na boca e começou a chupar como se quisesse tirar leite dali… e olha que ele realmente se dedicou ao negócio.
Uai, gata… calma com os chupões" —disse Mariela entre risadas—. "Você vai me deixar toda marcada.
―Desculpa, é que…
—Tá de boa, fico feliz que você esteja tão empolgada, só vamos tomar cuidado pra não deixar marcas. Unhas tão proibidas e os chupões têm que ser leves. Ok?
—Entendido —disse Oriana, com as bochechas coradas.
—Agora tira minha calcinha fio dental — Mariela sussurrou no ouvido dela, a voz tão sensual que um arrepio percorreu a espinha de Oriana.
A tanga começou a descer de forma sensual, as mãos de Oriana eram inexperientes, mas deram um jeito de fazer o serviço direito. Julián aproveitou para pegar um close da buceta pelada da Mariela. Oriana continuou acariciando as bundas dela e voltou a beijá-la. Dessa vez foi ela quem iniciou o contato entre as bocas, achou certo tomar um pouco a iniciativa, pra mostrar pra Mariela que se sentia à vontade… meio excitada, mas à vontade.
— Você vai se animar a mostrar a sua também? — Perguntou Mariela, entre beijos.
―Hum… não, não tenho coragem. Mas… se você puxar minha fio dental pra baixo, não vou resistir.
―Muito bem.
Julián, que ouviu a conversa, apontou a câmera pra aquele rabão da Oriana. A mina tinha um par de bundão, até mais imponente que o da Mariela. A fio dental foi descendo devagar, com suspense, como se a qualquer momento a ação fosse parar. Mas não parou.
Oriana ficou completamente pelada. Os lábios da buceta dela ficaram expostos pra câmera, e Mariela passou a mão neles com as duas mãos, enquanto chupava os peitos dela. Oriana sentiu que tava ficando molhada e uma frase besta escapou da boca dela:
—Quando chegar em casa, vou bater uma punheta daquelas pra aliviar o tesão.
Mariela deu uma risada, e até se ouviu as risadas da Erika e da Siara, que olhavam pasmas pra toda a cena sem saber muito bem o que fazer com as mãos.
—Você não é a única, querida —disse Mariela—. Eu também vou ter que dar uma boa esfregada no clitóris depois disso. Você sabe o que eu acho do corpo feminino… e você tem um corpaço que… Ufa! Minha nossa! Desculpa se te dá nojo, mas vou pensar nesses peitos enquanto eu me tocar.
—Ah, obrigada… não me dá nojo, levo como um elogio. Me dá um certo gostinho saber que meus peitos vão te acompanhar enquanto você bate uma punheta.
Siara e Erika se olharam uma pra outra como quem diz: "Tá ouvindo essa conversa?", e depois trocaram olhares cúmplices.
Oriana e Mariela se beijaram mais uma vez, dessa vez com mais desenvoltura, de forma apaixonada. Aproveitaram para amassar as bundas uma da outra e quando Oriana sentiu os dedos da sua professora percorrendo sua buceta, se animou a fazer o mesmo. No primeiro toque, pôde confirmar que Mariela estava molhada, isso a excitou. Algo lhe dizia que ela tinha provocado aquilo. Nunca imaginou que seria capaz de causar tesão em uma mulher. Naquele momento, Oriana não pensou no namorado nem na sua heterossexualidade. Não se importou com nada. A língua de Mariela estava dentro da sua boca e era a única coisa em que conseguia pensar.
Uns segundos depois, Juliano disse que o teste de câmera já tinha acabado, eles precisavam parar porque estava quase no limite do tempo de aluguel, e ele ainda tinha que juntar todo o equipamento dele.
A Oriana ficou meio incomodada por ter que interromper tudo de forma tão brusca. Ela se vestiu sem conseguir tirar os olhos da anatomia da Mariela. Dessa vez, houve um pingo de honestidade dentro da mente dela, uma vozinha interior disse: “Que gostosa! Tem uns peitos lindos… e essa buceta esquentaria qualquer um!”. Depois, fez essas palavras sumirem, afundando-as no fundo do inconsciente.
As quatro mulheres ajudaram Julián a carregar tudo na caminhonete dele. Siara puxou o rapaz de lado e entregou uma grana bem gorda.
Isso é mais do que a gente combinou" — disse o garoto.
—Eu sei; é pra você ver que a gente tá falando sério. Na próxima vez, a gente vai ter um set mais bem montado, te prometo.
—Mas… se ainda não viu a edição do teste de câmera.
—Não preciso ver ela… embora seria bom se você fizesse, pra mostrar pras outras. Já vi seu trabalho e sei que é muito bom. Aliás. Dá pra contratar alguma das minas que aparecem nos seus vídeos de amostra?
—Não, nem chance. Todas têm contrato de exclusividade com uma empresa alemã. Toparam fazer isso comigo só pra me ajudar a me divulgar, e também porque serve como material de propaganda pra elas.
—Ah, que pena… porque vamos precisar de atrizes. Você não conhece nenhuma atriz pornô que não tenha contrato de exclusividade e que esteja disposta a trabalhar com você?
―Hmm… sim, conheço uma, mas… hmm… melhor não, ia complicar demais as coisas.
—Por quê? —quis saber Siara.
—Não importa. É um assunto pessoal meio complicado de explicar. Só vamos dizer que agora não seria apropriado convidar ela.
—Mmm… bom, não vou me meter em assunto pessoal. Mas se você conseguir convencer essa atriz a participar do nosso projeto, me avisa. Ia nos fazer muito bem ter variedade.
―Tá, te aviso. Beleza, vou nessa, quero começar a edição do material o mais rápido possível.
Se despediu de todas.
Tchau!" — Erika acenou pra ele com a mão toda animada —. E manda um abraço pra sua mãe, ela é muito gostosa e eu gosto dela.
―Tá bom, mando um abraço pra ele ―Julián ligou a caminhonete e foi embora.
—Isso soou muito sapatão — disse Siara.
—O quê? Que coisa?
―O salve pra mãe… “Ela é muito gostosa e me cai bem”. Quase soa como “quero comer ela”.
—Ei! Nunca falei isso —Erika inflou as bochechas e ficou toda vermelha. As amigas dela caíram na risada.
—Sinceramente, Erika —disse Oriana—, até que soou meio estranho… ainda mais considerando que a gente viu tudinho da mãe do Julián.
—É verdade, não tinha pensado por esse lado —disse Erika—. Essa mulher é muito estranha. Mas eu gosto dela de verdade, tem um quê que me agrada pra caralho…
—Os peitos dela? —Perguntou Siara e todas, exceto a Erika, caíram na risada de novo.
—Não! —Erika gritou—. A atitude dela. Ela tem um jeito muito peculiar de ser… como se tivesse muita confiança em si mesma.
—É verdade… talvez seja algo típico das atrizes pornô — comentou Oriana —, porque a mesma coisa eu noto na Mariela.
—É possível —disse a aludida—. A segurança em si mesma vem de mãos dadas com esse trabalho. Se você não tem certeza do que pode provocar, então nunca vai dar o melhor de si mesma.
As minas saíram do estúdio de gravação batendo papo sobre projetos futuros e trocando ideias sobre esse primeiro passo que tinham dado na indústria pornô. Ainda não faziam ideia de até onde iriam, mas o astral tava lá em cima.
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