Estou começando a ter um pouco mais de tempo livre e estou tentando terminar os contos que tenho como rascunhos.
Só avisando, a gente se mudou pra Ibiza, coisas muito intensas estão por vir, mas preciso de tempo pra terminar os *Made in Argentina* primeiro. Devem sobrar uns 3 ou 4 que dá pra publicar rápido, e o resto acho que nem vou terminar.
Isso aconteceu há alguns anos, eu não estava com a Eve, minha namorada atual, estava com a Laura.
Vou descrever ela fisicamente: ela era e ainda é muito forte, se resolve sozinha. Escrevo isso do lado da minha namorada atual e ela concorda com a afirmação. Esse nível de força ela tem, mas o mais atraente nela é a atitude. É daquelas *cuties* que fica o tempo todo provocando e chamando atenção. Extrovertida, divertida sem ser grotesca.
Na época ela tinha 22 anos, é morena, sempre com umas mechas loiras, mede 1,70, quase a mesma altura que eu. Peitos operados no tamanho perfeito, chamam atenção, mas nada exagerado. Ela costuma usar decotes profundos quando quer esquentar, difícil olhar nos olhos dela quando se fala. Muito difícil com aqueles peitinhos empinados aparecendo.
Um corpo bem treinado, pernas duras, a bunda uma rocha, não grande, mas se eu desse um tapa nela, acabava doendo minha mão. Rosto divino, com um olhar profundo e seguro, uma boquinha carnuda, divina, daquelas que quando eu vejo, dá vontade de beijar de qualquer jeito e sentir esses lábios pousados no meu pau.
Apesar de nos vermos várias vezes por semana, dormirmos juntos, a gente tinha um relacionamento aberto. Sexualmente muito ativa e ousada, divertida desde o primeiro momento. Éramos muito tarados, foder em lugares públicos era parte da nossa rotina, contar como transávamos com outros enquanto a gente se comia também, isso nos deixava muito excitados.
Muitas vezes a gente tinha falado em fazer um menage, mas nunca tínhamos concretizado. Ela nunca tinha feito e estava com muita vontade de ter dois paus à disposição dela ao mesmo tempo.
Num sábado à noite, eu saí com meus amigos, Ela com as amigas dela ia pra uma balada, a gente pra outra que ficava a umas quadras, tudo perto de onde eu morava.
Os caras vieram pra casa, fizemos o pré e lá pra 1 hora fomos pra balada. Umas 3 e meia da manhã deu uma treta na balada que a gente tava e decidimos ir pra que a Lau tava.
Encontramos o grupo de minas, mas faltavam 3, entre elas a Lau, me falaram que ela tinha ido no banheiro, pelo jeito que falaram não acreditei, mas como era um relacionamento aberto... comecei a ficar de olho, falei que ia pro bar, dei uns passos pra lá e mudei de direção porque vi uma das minas que ia buscar ela, obviamente não tava no banheiro. Isso era um jogo de quem achava ela primeiro.
Caminhei olhando até encontrar ela, num canto escuro se pegando muito quente com um cara. Ele tava encostado na parede e segurava a bunda dela com as duas mãos enquanto ela segurava o pescoço dele e apertava o corpo contra o do cara e se beijavam loucamente.
Eu já comecei a ficar excitado vendo a situação, só de olhar sabia que ela tava muito afim.
Fiquei olhando a cena sem saber como reagir. Nós dois sabíamos que a outra pessoa tinha liberdade, mas nunca tinha rolado algo assim. Fui me aproximando e reconheci o cara, era o Emiliano, ex-namorado, eu tinha visto ele umas vezes, coloquei o indicador na boca pra fazer sinal pra ele não falar nada e indiquei pra esperar eu chegar. Enquanto terminava de me aproximar mostrei 3 dedos e juntei as pontas. Ele levantou o polegar pra mostrar que tava de acordo.
Parei atrás da minha namorada e indiquei pro Emi virar ela, pra me ver. A Lau virou pensando que era porque o Emi queria encostar a bunda nela, bem putinha aceitou e me encontrou, se assustou, pensou que eu ia brigar, vi o susto na cara dela.
L: O que cê tá fazendo aqui?
S: Deu treta na outra balada e viemos, te mandei mensagem.
L: Tô com o celular na bolsa, nem vi. Desculpa pela situação.
S: Desculpa por quê? Situação?
L: Me pegou no momento certo, é o Emi, trombei com ele e é isso.
S: Fica tranquila, meu amor, não tem nada pra perdoar, tá tudo resolvido.
Segurei o rosto dela de leve com as duas mãos e beijei ela enquanto empurrava ela pra trás, pra bunda dela encostar na pica do Emi. Uns segundos depois, ela se afastou um pouco dele.
L: Você é um filho da puta, vai me deixar louca assim.
S: É o que eu quero.
L: Você quer me esquentar ao máximo pra depois eu ser toda sua pelo resto da noite.
S: Eu quero que a gente te esquente ao máximo pra que por uma noite você seja dos dois.
L: Tem certeza, meu amor?
S: Sim, gostosa, é sua fantasia, vamos realizar ela.
L: Você não vai se sentir estranho?
S: A vida tá cheia de coisas não estranhas e são todas chatas. As experiências mais divertidas são estranhas de viver. Além disso, eu também tenho a fantasia de te comer com outro.
Ficamos nos pegando, nos esquentando por um bom tempo. A Lau tava doida até o Emi voltar com os amigos dele e a gente ia avisar pra ir embora.
A gente juntou o grupo dele com o meu e perto das 5 eu falei pra Lau irmos pro apê dela.
L: Amor, tem certeza do ménage?
S: Sim, certeza absoluta.
L: Não quero cobrança depois.
S: Não vai ter cobrança, quero realizar sua fantasia e não tô fazendo de favor, tô com vontade.
L: Beleza, vou chamar o Emi no telefone agora e a gente vai.
Saímos da balada, pegamos um carro e fomos em silêncio os 15 minutos da viagem, entramos no prédio e no elevador já fizemos sanduíche nela, eu por trás encostando a bunda nela, não chegamos nem no 2º andar e eu já tava com a pica dura pra caralho. Entramos no apê e os dois homens tivemos que nos ajeitar pra conseguir andar.
L: Gente, tô nervosa.
E: Lau, tem confiança, se você não quiser, a gente não faz e pronto, você manda.
S: É sua fantasia, você controla os pau hoje, o que você quiser que a gente faça, você pede, o que você quiser fazer, você pede.
L: Sabem que eu quero fazer. Preciso de mais um pouco de álcool pra relaxar. Tenho tequila. Um shot pra cada um? – Falei. enquanto ele pegou uma garrafa e serviu, ninguém recusou, brindamos sem sal e sem limão. Pra dentro. -Tô com vergonha de uma coisa, mas quero fazer.
E: Você com vergonha?
L: Sim, mano.
S: Fala logo, Lau, a gente se conhece bem, Lauritaa não tem vergonha e muito menos bêbada.
L: Beleza, lá vai. Não me julguem. Quero que vocês dois sentem no sofá e eu vou ser a putinha dançarina de vocês, não podem me tocar até eu mandar, mas quando não aguentarem mais, podem se tocar. Já volto.
Lau foi pro quarto, eu coloquei música, conversamos uns minutos e ela aparece. Sentamos feito meninos obedientes.
A putinha apareceu com um top, fio dental, liga, meias 7/8 e salto. Começou a dançar rebolando a bunda, mostrando o decote. Sentava em cima de um, em cima do outro. Beijava um, beijava o outro. Tirou a camisa dos dois.
Eu não aguentei mais e enquanto ela rebolava a bunda contra a pica do Emi, eu puxei minha pica pra fora e comecei a me tocar. Ela fez o mesmo comigo e o Emi terminou de se pelar e começou a bater uma olhando como a ex dele encostava a bunda na minha pica.
Ela subiu na mesinha de centro e continuou dançando, eu tirei toda a roupa e nós dois estávamos batendo uma olhando a Lau dançar.
L: Tô gostosa?
S: Tá deixando a gente com tesão.
L: Como eu adoro ver vocês com tesão por mim.
E: Olha como a gente tá.
L: Pelados.
S: E você vestida.
L: Não vou aguentar muito assim, mas também não vou tirar tudo. - E tirou o top, deixando à mostra aqueles peitos lindos que ela tem. - Venham dançar comigo, mas mãozinhas pra trás, ainda não podem me tocar..
Ela encostou a gente no corpo dela, me beijou e de repente nós três estávamos trocando beijos ao mesmo tempo, nós dois passamos a beijar o pescoço dela e cada um pegou um mamilo. Estavam durinhos, deliciosos de chupar, tudo enquanto continuávamos dançando, nós dois homens de pica dura até o talo.
Ela pegou uma mão de cada um, fez a gente dar uma voltinha e finalmente pudemos tocar a bunda dela.
A partir daí ficou mais intenso. Ela começou a me beijar. Intensamente, agarrei a bunda dela com as duas mãos enquanto esfregava a cock contra a pussy dela. Levei ela pra encostar a bunda no Emi, ele encaixou a cock entre as nádegas da minha mina e a putinha já começou a gemer e ficou com água na boca. Ela se abaixou e, olhando nos meus olhos, meteu a cock do ex dela na boca, e logo depois a minha. Ficava alternando: punheta pra um, boquete pro outro.
Nem sei como ela conseguiu tirar a roupa, mas ficou só com as meias bucaneiras, o que, claro, me deixa do caralho.
L: Vamos pra cama.
Com uma mão em cada cock, ela nos levou. Me fez deitar e pulou em cima de mim pra gente ficar num 69 lindo. A vontade de comer a pussy dela era infinita.
De vez em quando, ela parava de chupar minha cock pra esfregar meus peitos e chupar a cock do Emi.
Ela ficou de quatro pro Emi comer ela, eu beijava ela, os gemidos dela iam direto na minha boca, misturados com palavras de amor por mim. Quando senti que ela tava perto do orgasmo, aproximei a cock pra ela saborear, e enquanto ela me chupava e o Emi comia ela de quatro, ela gozou brutalmente.
Agora era minha vez de comer ela. Ela ficou de barriga pra cima, na beira da cama, e eu em pé, com as pernas dela apoiadas nos meus ombros, comecei a meter. O Emi não demorou pra levar a cock até a boca dela.
A Lau chupava ele enquanto olhava pra mim. Eu tinha a visão dela chupando outra cock enquanto os peitos dela balançavam no ritmo que minha cintura mandava. Lembro disso enquanto escrevo e, sinceramente, minha cock endureceu na hora.
O Emi não aguentou mais e gozou, um pouco na boquinha da ex dele e o resto nos peitos dela. Isso fez a Lau gozar na hora, e obviamente eu também, que joguei meu cum nos peitos e na barriga dela.
Ficamos os três destruídos. O Emi apagou na hora num lado da cama, eu no outro, e a Lau no meio se jogou em cima de mim, toda melada. Não tinha energia nem pra se limpar, nem pra sentir nojo.
Desde já, obrigado pelos comentários e pontos.
Boa punheta!
Só avisando, a gente se mudou pra Ibiza, coisas muito intensas estão por vir, mas preciso de tempo pra terminar os *Made in Argentina* primeiro. Devem sobrar uns 3 ou 4 que dá pra publicar rápido, e o resto acho que nem vou terminar.
Isso aconteceu há alguns anos, eu não estava com a Eve, minha namorada atual, estava com a Laura.
Vou descrever ela fisicamente: ela era e ainda é muito forte, se resolve sozinha. Escrevo isso do lado da minha namorada atual e ela concorda com a afirmação. Esse nível de força ela tem, mas o mais atraente nela é a atitude. É daquelas *cuties* que fica o tempo todo provocando e chamando atenção. Extrovertida, divertida sem ser grotesca.
Na época ela tinha 22 anos, é morena, sempre com umas mechas loiras, mede 1,70, quase a mesma altura que eu. Peitos operados no tamanho perfeito, chamam atenção, mas nada exagerado. Ela costuma usar decotes profundos quando quer esquentar, difícil olhar nos olhos dela quando se fala. Muito difícil com aqueles peitinhos empinados aparecendo.
Um corpo bem treinado, pernas duras, a bunda uma rocha, não grande, mas se eu desse um tapa nela, acabava doendo minha mão. Rosto divino, com um olhar profundo e seguro, uma boquinha carnuda, divina, daquelas que quando eu vejo, dá vontade de beijar de qualquer jeito e sentir esses lábios pousados no meu pau.
Apesar de nos vermos várias vezes por semana, dormirmos juntos, a gente tinha um relacionamento aberto. Sexualmente muito ativa e ousada, divertida desde o primeiro momento. Éramos muito tarados, foder em lugares públicos era parte da nossa rotina, contar como transávamos com outros enquanto a gente se comia também, isso nos deixava muito excitados.
Muitas vezes a gente tinha falado em fazer um menage, mas nunca tínhamos concretizado. Ela nunca tinha feito e estava com muita vontade de ter dois paus à disposição dela ao mesmo tempo.
Num sábado à noite, eu saí com meus amigos, Ela com as amigas dela ia pra uma balada, a gente pra outra que ficava a umas quadras, tudo perto de onde eu morava.
Os caras vieram pra casa, fizemos o pré e lá pra 1 hora fomos pra balada. Umas 3 e meia da manhã deu uma treta na balada que a gente tava e decidimos ir pra que a Lau tava.
Encontramos o grupo de minas, mas faltavam 3, entre elas a Lau, me falaram que ela tinha ido no banheiro, pelo jeito que falaram não acreditei, mas como era um relacionamento aberto... comecei a ficar de olho, falei que ia pro bar, dei uns passos pra lá e mudei de direção porque vi uma das minas que ia buscar ela, obviamente não tava no banheiro. Isso era um jogo de quem achava ela primeiro.
Caminhei olhando até encontrar ela, num canto escuro se pegando muito quente com um cara. Ele tava encostado na parede e segurava a bunda dela com as duas mãos enquanto ela segurava o pescoço dele e apertava o corpo contra o do cara e se beijavam loucamente.
Eu já comecei a ficar excitado vendo a situação, só de olhar sabia que ela tava muito afim.
Fiquei olhando a cena sem saber como reagir. Nós dois sabíamos que a outra pessoa tinha liberdade, mas nunca tinha rolado algo assim. Fui me aproximando e reconheci o cara, era o Emiliano, ex-namorado, eu tinha visto ele umas vezes, coloquei o indicador na boca pra fazer sinal pra ele não falar nada e indiquei pra esperar eu chegar. Enquanto terminava de me aproximar mostrei 3 dedos e juntei as pontas. Ele levantou o polegar pra mostrar que tava de acordo.
Parei atrás da minha namorada e indiquei pro Emi virar ela, pra me ver. A Lau virou pensando que era porque o Emi queria encostar a bunda nela, bem putinha aceitou e me encontrou, se assustou, pensou que eu ia brigar, vi o susto na cara dela.
L: O que cê tá fazendo aqui?
S: Deu treta na outra balada e viemos, te mandei mensagem.
L: Tô com o celular na bolsa, nem vi. Desculpa pela situação.
S: Desculpa por quê? Situação?
L: Me pegou no momento certo, é o Emi, trombei com ele e é isso.
S: Fica tranquila, meu amor, não tem nada pra perdoar, tá tudo resolvido.
Segurei o rosto dela de leve com as duas mãos e beijei ela enquanto empurrava ela pra trás, pra bunda dela encostar na pica do Emi. Uns segundos depois, ela se afastou um pouco dele.
L: Você é um filho da puta, vai me deixar louca assim.
S: É o que eu quero.
L: Você quer me esquentar ao máximo pra depois eu ser toda sua pelo resto da noite.
S: Eu quero que a gente te esquente ao máximo pra que por uma noite você seja dos dois.
L: Tem certeza, meu amor?
S: Sim, gostosa, é sua fantasia, vamos realizar ela.
L: Você não vai se sentir estranho?
S: A vida tá cheia de coisas não estranhas e são todas chatas. As experiências mais divertidas são estranhas de viver. Além disso, eu também tenho a fantasia de te comer com outro.
Ficamos nos pegando, nos esquentando por um bom tempo. A Lau tava doida até o Emi voltar com os amigos dele e a gente ia avisar pra ir embora.
A gente juntou o grupo dele com o meu e perto das 5 eu falei pra Lau irmos pro apê dela.
L: Amor, tem certeza do ménage?
S: Sim, certeza absoluta.
L: Não quero cobrança depois.
S: Não vai ter cobrança, quero realizar sua fantasia e não tô fazendo de favor, tô com vontade.
L: Beleza, vou chamar o Emi no telefone agora e a gente vai.
Saímos da balada, pegamos um carro e fomos em silêncio os 15 minutos da viagem, entramos no prédio e no elevador já fizemos sanduíche nela, eu por trás encostando a bunda nela, não chegamos nem no 2º andar e eu já tava com a pica dura pra caralho. Entramos no apê e os dois homens tivemos que nos ajeitar pra conseguir andar.
L: Gente, tô nervosa.
E: Lau, tem confiança, se você não quiser, a gente não faz e pronto, você manda.
S: É sua fantasia, você controla os pau hoje, o que você quiser que a gente faça, você pede, o que você quiser fazer, você pede.
L: Sabem que eu quero fazer. Preciso de mais um pouco de álcool pra relaxar. Tenho tequila. Um shot pra cada um? – Falei. enquanto ele pegou uma garrafa e serviu, ninguém recusou, brindamos sem sal e sem limão. Pra dentro. -Tô com vergonha de uma coisa, mas quero fazer.
E: Você com vergonha?
L: Sim, mano.
S: Fala logo, Lau, a gente se conhece bem, Lauritaa não tem vergonha e muito menos bêbada.
L: Beleza, lá vai. Não me julguem. Quero que vocês dois sentem no sofá e eu vou ser a putinha dançarina de vocês, não podem me tocar até eu mandar, mas quando não aguentarem mais, podem se tocar. Já volto.
Lau foi pro quarto, eu coloquei música, conversamos uns minutos e ela aparece. Sentamos feito meninos obedientes.
A putinha apareceu com um top, fio dental, liga, meias 7/8 e salto. Começou a dançar rebolando a bunda, mostrando o decote. Sentava em cima de um, em cima do outro. Beijava um, beijava o outro. Tirou a camisa dos dois.
Eu não aguentei mais e enquanto ela rebolava a bunda contra a pica do Emi, eu puxei minha pica pra fora e comecei a me tocar. Ela fez o mesmo comigo e o Emi terminou de se pelar e começou a bater uma olhando como a ex dele encostava a bunda na minha pica.
Ela subiu na mesinha de centro e continuou dançando, eu tirei toda a roupa e nós dois estávamos batendo uma olhando a Lau dançar.
L: Tô gostosa?
S: Tá deixando a gente com tesão.
L: Como eu adoro ver vocês com tesão por mim.
E: Olha como a gente tá.
L: Pelados.
S: E você vestida.
L: Não vou aguentar muito assim, mas também não vou tirar tudo. - E tirou o top, deixando à mostra aqueles peitos lindos que ela tem. - Venham dançar comigo, mas mãozinhas pra trás, ainda não podem me tocar..
Ela encostou a gente no corpo dela, me beijou e de repente nós três estávamos trocando beijos ao mesmo tempo, nós dois passamos a beijar o pescoço dela e cada um pegou um mamilo. Estavam durinhos, deliciosos de chupar, tudo enquanto continuávamos dançando, nós dois homens de pica dura até o talo.
Ela pegou uma mão de cada um, fez a gente dar uma voltinha e finalmente pudemos tocar a bunda dela.
A partir daí ficou mais intenso. Ela começou a me beijar. Intensamente, agarrei a bunda dela com as duas mãos enquanto esfregava a cock contra a pussy dela. Levei ela pra encostar a bunda no Emi, ele encaixou a cock entre as nádegas da minha mina e a putinha já começou a gemer e ficou com água na boca. Ela se abaixou e, olhando nos meus olhos, meteu a cock do ex dela na boca, e logo depois a minha. Ficava alternando: punheta pra um, boquete pro outro.
Nem sei como ela conseguiu tirar a roupa, mas ficou só com as meias bucaneiras, o que, claro, me deixa do caralho.
L: Vamos pra cama.
Com uma mão em cada cock, ela nos levou. Me fez deitar e pulou em cima de mim pra gente ficar num 69 lindo. A vontade de comer a pussy dela era infinita.
De vez em quando, ela parava de chupar minha cock pra esfregar meus peitos e chupar a cock do Emi.
Ela ficou de quatro pro Emi comer ela, eu beijava ela, os gemidos dela iam direto na minha boca, misturados com palavras de amor por mim. Quando senti que ela tava perto do orgasmo, aproximei a cock pra ela saborear, e enquanto ela me chupava e o Emi comia ela de quatro, ela gozou brutalmente.
Agora era minha vez de comer ela. Ela ficou de barriga pra cima, na beira da cama, e eu em pé, com as pernas dela apoiadas nos meus ombros, comecei a meter. O Emi não demorou pra levar a cock até a boca dela.
A Lau chupava ele enquanto olhava pra mim. Eu tinha a visão dela chupando outra cock enquanto os peitos dela balançavam no ritmo que minha cintura mandava. Lembro disso enquanto escrevo e, sinceramente, minha cock endureceu na hora.
O Emi não aguentou mais e gozou, um pouco na boquinha da ex dele e o resto nos peitos dela. Isso fez a Lau gozar na hora, e obviamente eu também, que joguei meu cum nos peitos e na barriga dela.
Ficamos os três destruídos. O Emi apagou na hora num lado da cama, eu no outro, e a Lau no meio se jogou em cima de mim, toda melada. Não tinha energia nem pra se limpar, nem pra sentir nojo.
Desde já, obrigado pelos comentários e pontos.
Boa punheta!
3 comentários - Achei minha mina com outro e metemos o louco