Y- Se a gente tinha falado que eu gostava dela e que íamos devagar, mas nunca combinamos que a gente só se via e cada um podia fazer o que quisesse. D- Uh, mano, cê tá falando sério? Ela me disse que vocês tinham conversado, que iam se ver só. Eu meti os pés pelas mãos. Y- Sim, tô falando sério. Nunca conversamos sobre isso, senão já tinha te mandado pra gente transar. Não meteu os pés pelas mãos, fez o certo. Naquele momento me senti um otário porque quando eu quis evitar qualquer tipo de compromisso, a mensagem dela dizendo "Você me gusta" me desmontou e entrei feito um campeão, mas tava começando a cair a ficha de que quando eu disse que isso que ela sentia por mim podia ser uma confusão pra ela, eu tava certo. Fato é que a conversa com a Dai a gente cortou ali por distração e passaram dois ou três dias; nesses dois ou três dias a Mica tava estranha, tinha me chamado pra gente se ver mas eu dava desculpas pra ver o que ela dizia e a resposta dela era "já não me quer mais" ou "tá me traindo com outra com certeza". Na sexta-feira dessa mesma semana que ela tava estranha, ela me chama pra gente se ver e eu digo que não, que aquela noite eu ia sair pro aniversário de um dos caras, que no máximo se ela saísse também a gente voltava junto e dormia junto, e ela respondeu que sim. Fato é que eu saí antes da balada porque um dos caras tava passando mal e esqueci que tinha falado isso pra Mica; quando meu amigo se recupera mais ou menos, peço pra um dos caras me levar em casa e ele fala "te incomoda se eu te deixar na esquina?" e eu respondo "nada, mano, imagina se vou me incomodar". Quando ele me deixa na esquina, saio andando de boa e pra chegar na minha casa de onde me deixaram tinha que passar pela casa da Mica, fato é que vejo um carro que me era familiar uns metros antes de chegar na minha casa e quando olho bem porque já era dia, vejo duas pessoas se pegando no carro e sim, era a Mica e o ex-namorado. Quando para de se pegar, a Mica olha pra frente e me vê vindo andando, olhando fixo pra ela, não sabia. onde se meter nem o que fazer; passo andando do lado do carro e quando tô chegando na minha casa, ouço abrirem a porta, o carro ligar e ir embora. Tô tirando a chave e nisso escuto uns saltos vindo na minha direção e me dizem "não é o que você tá pensando", aí respondo "certeza que você tá me traindo com outra", dou risada e entro em casa. No momento que entrei, começaram a chegar WhatsApp e ligações que não respondi, só respondi um zap falando "já era, não me enche mais. Tinha me falado desde o início e eu tava pegando quem eu quisesse. Falou, valeu". Ela insistiu mais uns dois ou três dias, mas quando percebeu que tinha cagado feio, parou de encher o saco e não me procurou mais. Na quarta-feira, 22 de dezembro, encontro a Dai no centro da cidade e a gente fica conversando, ela me conta que tinha brigado com a Mica porque tinha comido o ex-namorado dela na mesma sexta que eu vi a Mica com o ex dela, e aí contei que também tinha brigado com a Mica (expliquei os motivos) e uns minutos depois a gente se despediu e cada um seguiu seu rumo. Chegou a sexta-feira, 24 de dezembro, e eu e meus amigos fomos pra uma puta festa que rola num sítio aqui da minha cidade, vai gente de todas as cidades vizinhas porque é foda; no meio da noite, já meio bêbado, encontro a Dai, a gente se cumprimenta e tira uma foto, quando tô indo embora falo "você e eu hoje vamos juntos" e ela só sorriu; umas 6 da manhã encontro ela de novo, já num estado mais aceitável, e ela fala "então vamos juntos?" aí respondo "pensei que não tinha me ouvido" e ela diz "tô de carro, cê tem medo?" e quando ela falou assim, peguei ela pela mão e saímos andando juntos, quando tava chegando na entrada a gente vê a Mica que olha pra gente e faz cara de bunda, sabia que a gente ia ter um puta sexo e isso ia doer nela. Fomos com a Dai no carro dela até o sítio dela, chegamos e entramos com o carro, ela fecha o portão e a gente foi direto. No quincho; quando entrei no quincho, olhei bem pra ela e percebi o quão puta ela tava vestida, e automaticamente meu pau já tinha subido. Ela se aproximou sem dizer nada e começou a me beijar enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça. A gente se jogou num sofá que virava cama e, quando ela desabotoou minha jeans, puxou meu pau pra fora e começou a me chupar do jeito que ela fazia — brincava com a língua, se engasgava e cuspia, e assim foi até ela tirar o top e colocar meu pau no meio dos peitos dela, começando a me punhetar. Nessa hora, desabotoei minha camisa e, com as mãos, empurrava a cabeça dela pra ela engolir meu pau inteiro e se engasgar, do jeito que ela gostava. A gente tava num momento cheio de tesão, mas eu queria comer ela, então empurrei ela de lado, levantei a saia dela e, quando fui puxar a calcinha fio dental, a buceta dela já tava toda molhadinha. Automaticamente, coloquei a camisinha e comecei a penetrar ela rápido. Ela tava louca, gritando cheia de prazer, se mordia, se tocava nos peitos enquanto eu enforcava ela e dava tapas na cara, porque ela pedia. Virei ela e coloquei de quatro: "Vai, filho da puta, me come", "me faz tua". E comecei a penetrar a buceta dela enquanto puxava o cabelo, e ela gritava ainda mais alto. Os peitos dela faziam um movimento lindo, e eu não parava de penetrar um segundo. Ela, toda molhada e suada, conseguiu gozar, e aí me disse: "Deita". Quando deitei, ela subiu em cima de mim e começou a pular no meu pau por um bom tempo. Eu pegava nos peitos dela, batia na bunda, beijava ela, ela me enforcava, e a gente tava ali, recebendo Natal com uma transa do caralho. Quando eu tava quase gozando, avisei, e ela quis que eu gozasse nos peitos dela — e foi o que aconteceu, gozei tudo nos peitos dela. A gente se olhou e começou a se beijar de língua por um tempo, depois fomos tomar banho juntos e, quando ficamos prontos, ela me deixou em casa. Cheguei em casa às 9 da manhã, felizão pela transa que tinha tido e porque terminei comendo a Pessoa que buscava vingança igual a mim. Com a Mica a gente nunca mais se falou até hoje, e com a Dai a gente continua se encontrando pra dar uma trepada gostosa de vez em quando, enquanto nenhum dos dois tiver um relacionamento ou algo sério. Essa foi a história da minha vizinha. Espero que vocês tenham gostado e curtido. Daqui a pouco vou contar outras histórias reais.
4 comentários - Me cogí a mi vecina (8 final)