Comi a vizinha gostosa (5)

Durante a manhã, fiquei pensando se respondia aquela mensagem; porque, além de curtir o sexo, a pessoa me atraía demais e eu não queria confundir as coisas ou me adiantar. Depois de buscar as palavras que achava certas, respondi:

Y- Eu também curto com você e sinto que você me atrai pra caralho, mas como tudo é muito recente, também não parei pra pensar direito nas coisas.
M- Pra você é recente, pra mim não. Eu gosto de você desde os 16, mas nunca me insinuei ou falei nada porque sabia que, pela diferença de idade, você não ia me dar bola.
Y- Uau, não esperava por essa, sério. Mas você tava certa sobre a idade.
M- E então, o que a gente faz?
Y- Sinceramente, quero que a gente vá levando um dia de cada vez, é muito recente pra pensar "o que somos". Você terminou um relacionamento faz pouco tempo e não quero que isso que tá rolando comigo seja uma forma de superar a outra e você se confundir.

Esse assunto ficou por ali e a gente continuou conversando o resto do dia como qualquer outro. Combinamos de nos encontrar pra ver um filme na casa dela e tomar uns mates à noite; e foi assim. Tudo rolou muito normal, mas com um clima mais romântico e as coisas começaram a tomar outro rumo; pra completar, fui dormir lá pelas 3 da manhã e, como ela ainda tava sozinha, me olhou com um olhar bem sedutor e disse "fica pra dormir, por favor" e foi impossível recusar aquele convite, então fiquei.

No outro dia, acordei umas 9 da manhã e ela tava de costas pra mim. Olhei por baixo dos lençóis e vi aquela bunda gostosa empinada na minha direção e foi impossível não tocar; comecei a apertar as nádegas dela e a massagear de um jeito que meu pau ficou duro e, quando isso aconteceu, tirei ele da cueca e encostei inteiro na bunda dela. Comecei a deslizar meu pau por toda a bunda dela e, de tão excitado, puxei a calcinha dela de lado e comecei a tocar a buceta dela, massageei por um bom tempo e, quando ela começou a se mexer, meti meu pau e ela acordou de vez:

M- Ai, filho da puta. slut, que despertar lindo assim. E- Me tentei quando vi sua bunda. Cê gosta? M- Amo, vai, me dá mais. Naquele momento comecei a penetrar a buceta dela de um jeito bem forte e numa velocidade moderada enquanto segurava ela pelo cabelo e ela gritava igual uma puta, soltando várias palavras que esquentavam ainda mais o momento que a gente tava. Em poucos minutos ela goza, tira a calcinha fio dental e sobe em cima de mim, senta no meu pau e enquanto me enforcava com a mão começava a pular em cima do meu pau, desesperada pra fazer aquilo e curtir o momento "ah sim, adoro"; tira a camiseta e os peitos dela estavam durinhos, as tetas começaram a pular no ritmo que ela tava e era a combinação perfeita pra ela ter o orgasmo dela e foi assim que aconteceu, ela gozou junto com uns gemidos lindos. O corpo dela tava tremendo de prazer e tesão; mas mais tesudo tava eu, então empurrei ela pro lado e deitei ela de barriga pra cima, abri bem as perninhas dela e comecei a penetrar a buceta linda dela com meu pau num ritmo bem moderado e quanto mais ela gemia e se mordia, mais eu aumentava o ritmo da penetração. Meu corpo já não aguentava mais de tesão e suor, ela tava toda molhada e não parava de gritar de prazer, meu pau tava nos últimos minutos antes da explosão mas eu continuava comendo ela como se não houvesse amanhã, a velocidade aumentava cada vez mais a ponto do som dos nossos corpos batendo ser muito forte e gostoso, mas meu pau tava prestes a explodir e quando senti o formigamento tirei ele e meu esperma começou a cair em cima da barriga linda dela; ela começou a espalhar por toda a barriga e o que sobrou nos dedos ela chupou como se fosse um pirulito. Me joguei do lado dela na cama, nossa respiração tava a mil por hora e nossos corpos completamente molhados de prazer e tesão pediam um bom banho e pra lá fomos. Tomamos banho enquanto conversávamos sobre o filme que tínhamos visto na noite anterior e fizemos a mesma coisa enquanto tomávamos café da manhã. Quando terminamos, fiquei mais um tempinho e depois me despedi com um beijo e fui pra minha casa. Chegando em casa, refleti sobre tudo que tinha acontecido e sabia que aquela noite não tinha sido só mais uma noite com ela, mas sim a noite em que as coisas iam começar a mudar completamente — e foi assim por cerca de um mês e meio. A gente se via como se fosse namorados, às vezes a gente trepava, outras vezes via filmes e tomava algo de boa, outras vezes dormíamos juntos e nos divertíamos. Tava num momento foda, por assim dizer, e a gente curtia sem pensar no futuro ou no amanhã.

Numa tarde de dezembro, pra ser mais exato, era sexta-feira. Ela tava saindo de casa pra ir pra academia e eu tava chegando em casa, tinha acabado de sair do trampo. Parei o carro do lado dela e, como ninguém sabia que a gente tinha algo, não podíamos nos beijar, então agimos como vizinhos normais. A gente começou a conversar um pouco, resumi meu dia de trabalho pra ela, e ela resumiu o dia dela até aquele momento. Quando ela ia indo, falei baixinho: "Que bunda gostosa que você tem". Ela respondeu: "Isso que ainda não fizeram ela". E me olhou com um olhar de puta linda, deu uma risada e foi embora. Fiquei pilhado com aquela frase, meu pau já queria meter gostoso e ver ela se acabando de prazer.

Umas horas depois, ela me mandou uma mensagem no WhatsApp dizendo:

M — Gordi, acabei de chegar em casa. Minha mãe me avisou que daqui a uma hora ou duas vai passar o fim de semana com umas amigas em Córdoba e eu fiquei responsável pela casa dela. Quer vir me fazer companhia? De quebra, se quiser, pode me comer 🙄

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