Visitando a casa da minha irmã

Beleza, pra começar, quero deixar claro que essa história não é de minha autoria, é do @juliomarkov. Tô postando porque amei o começo da história, mas o final achei estranho e não fechou pra mim. Como o último post do julio foi há 4 anos, tomei a liberdade de resgatar esse conto e venho propor pra vocês mudarmos o final e esticarmos mais uns capítulos. Agradeceria se vocês mandassem ideias de como continuar e qual modelo/streamer/youtuber/famosa se encaixa no perfil da protagonista pra ir adicionando fotos ao conto. Desde já, muito obrigado...

Faltava menos de um quilômetro pra chegar na estação. Aquele tremor desconfortável que tinha começado no meio da viagem e rapidamente tomou conta do meu corpo todo, já interpretado como um sintoma claro de ansiedade pelo reencontro, me fez sentir o homem mais feliz do mundo.

Tinham se passado dois anos desde minha última visita. Nesse tempo, poucas vezes a gente tinha matado a saudade da distância com conversas virtuais, um pouco por causa das nossas atividades puxadas e outro pouco pela falta de afinidade da Valéria com tecnologia. A Vale é defensora ferrenha do contato real: presencial e de verdade. E era questão de minutos pro tão esperado contato se concretizar.

O trem finalmente parou. Assim que coloquei um pé na plataforma, levantei a cabeça e os vi; fui na direção deles com passo apressado. Minha bagagem me seguiu pulando desordenada. As rodinhas ávidas da mala pesada quicavam sem parar no chão enquanto um sorriso largo se desenhava no meu rosto. Lá estava minha irmã sorridente junto com o marido Ernesto. Na frente do casal, bem no meio dos dois, estava o pequeno Francisco: já um homenzinho de três anos e meio. Era impossível que o moleque lembrasse de mim. Com certeza ia me olhar com aquela timidez gelada que uma criança costuma olhar um estranho que se acha tio legal.

Só faltava... ver eles… pareciam um cartão-postal da família perfeita. Amei eles naquele momento mais do que nunca. O reencontro emocionante explodiu com beijos emocionados e abraços sem fim.

Depois que a euforia inicial passou, pegamos a estrada de carro rumo ao refúgio da família. Em pouco mais de vinte minutos, chegamos ao privilegiado condomínio fechado onde se ergue a linda casa de dois andares que me abrigaria como hóspede de honra por uma semana.

Depois de desfazer as malas e me instalar em um dos quartos do andar de cima, me juntei à família na sala principal para brindar ao reencontro. Lá, contamos histórias do passado, falamos do nosso presente e também do nosso futuro – o pequeno Francisco. Com um certo tom de nostalgia, meu cunhado contou – como já tinha feito outras vezes – as dificuldades do trabalho que o obrigaram a se mudar para longe da sua terra e destacou o fato de minha irmã o acompanhar sem reclamar, apoiando ele o tempo todo como uma esposa devota e dedicada, mesmo tendo que abandonar a estabilidade confortável do emprego dela para enfrentar a incerteza de conseguir um trabalho novo numa cidade nova.

Posso dizer que isso descreve melhor do que tudo a natureza da Vale: a pessoa mais gostosa do universo; sempre preocupada com o bem-estar dos outros; sempre com aquele olhar meigo; com aquela doçura de dar inveja, capaz de amolecer até o cara mais durão.

Como boa irmã mais velha, sempre foi protetora e condescendente com o irmãozinho dela, e dessa vez não foi diferente: desde que botei o pé na casa dela, o tempo todo ficou de olho pra que não me faltasse nada; até tirou parte das férias dela pra gente poder ficar junto a maior parte do tempo.

Eu esperava uma semana dos sonhos junto com meus entes mais queridos; uma semana de puro prazer, totalmente despreocupado com o mundo, e não aqueles acontecimentos perturbadores, aos quais aos quais vou me referir sem mais delongas.

No dia seguinte à minha chegada, estava brincando com meu sobrinho na espaçosa sala principal da casa quando vi a Vale descer com roupa esportiva. Fiquei sabendo ali das suas novas sessões de yoga. Muito docemente – fiel ao seu estilo – ela me perguntou se eu me importava dela praticar na sala e eu respondi que sim com um sorriso irônico. Depois disse pra ela praticar tranquila, como se estivesse sozinha, porque com o Francisquinho a gente estava felizmente ocupado. Mas a verdade é que essa primeira sessão despertou em mim um demônio que tinha ficado adormecido por anos. Acordou de repente, desenfreado, incontrolável.

Minha irmãzinha estava radiante. A regata justa e as leggings apertadas deixavam evidente sua figura esquisita: impecavelmente estilizada. Quase tinha esquecido como ela era gostosa. O amor fraternal, que tinha se exacerbado com a distância, tinha apagado na minha mente esses peitinhos pequenos mas apetecíveis e essa rabuda descomunal, pra qual eu dediquei boas punhetas durante minha adolescência e pela qual tanto assédio recebi dos meus amigos tarados.Visitando a casa da minha irmãA brincadeira com meu sobrinho ficou em segundo plano. A cadência hipnótica dos movimentos sensuais da minha irmã conseguiu roubar toda a minha atenção na hora. De repente, meus olhos largaram a inocência de irmão e viraram os de uma besta louca de tesão; num piscar de olhos, fizeram sumir a figura inofensiva da minha doce Vale pra revelar a outra Vale: a mulher de bunda enorme, a gostosa de carnes firmes e duras, a mulher com carinha de anjo, espírito inocente e corpaço de puta. Num claro gesto de repressão, meus dentes morderam meus lábios a ponto de quase sangrar.

Os dias seguintes só pioraram meu apetite proibido. Em toda oportunidade que tinha, examinava a bunda da minha irmã com rigor: concluí que era perfeita. Não importava a roupa escolhida, as nádegas duras dela se destacavam pra trás e balançavam a cada passo como se estivessem convidando: dava vontade de morder. Logo percebi que não conseguia parar de olhar pra bunda dela, e logo notei que não conseguia parar de me masturbar pensando nela.

Ficava extremamente excitado fantasiando que por trás daquela fachada angelical se escondia uma verdadeira ninfomaníaca. Imaginava uma cena onde meu cunhado não dava conta do recado e era eu quem tinha que intervir pra acalmar a febre da mulher dele na base da pica. Minhas idas ao banheiro ficaram mais frequentes e minhas gozadas cada vez mais abundantes.

No quinto dia, já podia me declarar viciado na bunda da Vale. Era impossível não olhar. Toda vez que ela passava na minha frente, meus olhos grudavam nas nádegas dela automaticamente, mesmo na presença do meu cunhado.

Pra não levantar suspeitas, meu cérebro mantinha ativado todo um sistema de alertas que me dava o decoro necessário pra que meu assédio obsessivo não ficasse na cara. O tesão que sentia em ficar tão excitado com a bunda da minha irmã se somava ao de fazer isso na frente dos outros. do meu marido, e do orgulho secreto que me dava a discrição das minhas observações. Eu estava convencido de que elas eram indetectáveis. Talvez por isso, naquela tarde, ao acordar da minha sesta, aquelas primeiras mensagens acenderam na tela do meu celular uma luz de terror que quase me fez desmaiar:

"Você gosta da minha Booty, guy? Vai gastar ela de tanto olhar"

Meus olhos se arregalaram diante da tela do meu celular. Um suor frio brotou dos poros da minha pele, e aquele tremor que tinha me invadido no trem voltou mais forte e impiedoso. Completamente envolto por uma vertigem sufocante, reli as mensagens. E reli de novo. Mas meu espanto não passava. Meu coração galopava como um potro desenfreado. Será que era possível que ela tivesse me descoberto olhando pra bunda dela?

Revisei meu celular várias vezes: pensei que podia ser uma brincadeira ou um erro. O estilo de puta soberba que imperava nas mensagens me deu esperança de ter me enganado ao salvar o contato: talvez eu tivesse colocado o nome de Vale no número de algum amigo brincalhão ou de alguma vulgar companhia de ocasião. Para minha desgraça, confirmei que o número estava certo: não havia dúvida de que as mensagens vinham do celular da minha irmã.

Não respondi. Fiquei trancado no meu quarto, imóvel, aterrorizado. Passaram horas. Anoiteceu, e eu só pensava em como pedir desculpas. Nessa situação, consegui esboçar um breve discurso que ensaiei mais de dez vezes. Perto das 21h, recebi outra mensagem da Vale; essa era mais longa e ainda mais perturbadora que as anteriores:

"Desce pra jantar, guy. Coloquei uma calcinha que marca bem a Booty, parece que vai explodir, hahaha. Quero que você olhe ela todinha. Não sabe como me excita você ficar me encarando a Booty na frente do Ernesto. Me faz sentir bem gostosa"

Dessa vez meu estupor foi maior; tão grande quanto a ereção que senti na hora. Enquanto meu pau quase rasgava o tecido da minha calça, meu O choque quase deu um curto-circuito no meu cérebro. Aquela não era a Vale que eu conhecia. Não parecia minha irmã doce e reservada quem tava escrevendo aquelas mensagens. Ela não usaria uma linguagem tão vulgar. Quem escrevia aquilo tinha que ser uma verdadeira foxy, igualzinha à que eu imaginava nas minhas fantasias mais recentes.

A excitação mórbida que senti ao descobrir a puta escondida dentro da minha irmã inocente me fez bater uma punheta gigante, onde esqueci completamente da preocupação de ter sido descoberto. Quando terminei, no entanto, enquanto limpava o rio de porra que tinha derramado, a preocupação voltou, acompanhada de todos os escrúpulos morais possíveis.

Desci a escada devagar e apareci na cozinha com uma cara de medo. O Ernesto e o pequeno Francisco estavam sentados de um lado da mesa. Meu cunhado me recebeu com um gesto caloroso de boas-vindas e me convidou pra sentar com eles. Isso me deu um certo alívio. Enquanto me sentava com uma postura acuada – típica de quem se sente culpado – vi o celular da minha irmã em cima de um móvel a poucos metros da mesa. Fiquei aterrorizado só de pensar que meu cunhado poderia ler aquelas mensagens indecentes.

Depois meus olhos pararam na Vale. Ela tava de costas pra gente – de frente pra geladeira – dando o toque final na comida. Tava usando uma legging que tava estourando nela. A bunda enorme dela se erguia em duas bolas maciças, perfeitamente redondas, que desafiavam a resistência do tecido da roupa. Nunca tinha visto uma legging tão apertada nela. Parecia mesmo que a bunda ia explodir, como ela mesma tinha avisado na mensagem ousada. Um trabalho de olhar de soslaio intermitente me deixou admirar aquele pedaço enorme de rabo – como ela queria – sem deixar de vigiar meu cunhado.bunda grandeDurante o jantar, fiquei em silêncio: absorto. Por sorte, meu cunhado cuidou de animar a noite com várias histórias que disfarçaram minha letargia. Hoje eu não conseguiria repetir nem metade do que Ernesto contou naquele jantar; lembro que sorria de vez em quando e balançava a cabeça pra não perceberem que eu estava em outro lugar. Em algum momento, achei que a Vale me olhava com um sorriso cúmplice, mas não tinha certeza se não era fruto da minha imaginação predisposta.

Depois do jantar, reclamei cansaço e me retirei pro meu quarto o mais rápido que pude. Perto da meia-noite, a tela do meu celular acendeu de novo:

"Gostou da minha nova leggins?"

Congelei de novo. Minha respiração acelerou por uns segundos e depois parou por outros tantos. Dois minutos depois, chegou outra mensagem:

"Vai me ignorar, irmãozinho?"

O que eu devia fazer? Seguir o jogo? Vontade não faltava, mas optei pela evasão:

"Oi Vale, desculpa não ter respondido, a verdade é que suas mensagens me pegaram de surpresa"

Ela respondeu na hora – sem rodeios – antes que eu pudesse preparar minha segunda mensagem de fuga:

"Deixei sua pica dura que nem cavalo, né, gato?"
"Kkkk"

Ufa!... Era assim que eu tava naquele momento. Se a bunda da minha irmã já me deixava a mil, e as mensagens de putinha dela me deixaram a cem mil, ler ela falando da minha "pica" me deixou a um milhão. Fervendo de tesão, meus polegares trêmulos se rebelaram contra minha mente evasiva e se atreveram a mandar o seguinte texto:

"Você tem uma raba impressionante, Vale"

Quando percebi o que tinha feito, já não tinha volta. Então, com muita ansiedade e tremendo de tesão, esperei a resposta dela; ela chegou na hora, com um tom arrogante:

"Já sei, kkkk"

Logo em seguida, veio outra rajada de mensagens:

"No banheiro, deixei a tanga que eu tava usando pendurada. Quero que você imagine ela todinha enfiada na minha buceta Booty e se acaba na punheta
"Pode ficar com ela: é meu presentinho pra você"
"Vai logo, antes que o Ernesto veja"

Que puta gostosa! Sem perder um segundo, saí correndo do meu quarto e fui direto pro banheiro. Quando cheguei, vi com horror que meu cunhado tinha me passado a perna. Ele estava prestes a entrar: ia ver o que não devia! Gritei desesperado. Ele parou, virou o rosto e me olhou confuso. Aí inventei na hora um discurso sobre uma emergência fisiológica – não era mentira de todo – e pedi pra ele me ceder a vez. Ele, como bom anfitrião, topou de boa, e eu entrei no banheiro quase correndo, agradecendo pela solidariedade. Assim que entrei, tranquei a porta e comecei a inspeção.

E lá estava ela, pendurada na torneira do chuveiro. Era uma calcinha fio-dental lilás de renda. Na frente, tinha detalhes sensuais sobre um fundo transparente; atrás, era só um triângulo minúsculo que se ligava à parte da frente com um fio quase invisível. Devagar, peguei ela com as mãos, imaginando ela enfiada na raba enorme da Vale.

Depois, levei até o nariz: tinha um cheiro delicioso. Em seguida, pendurei ela no meu pau e ali ficou… hasteada como símbolo da punheta memorável que eu estava prestes a bater. E foi tão memorável quanto rápida: tava tão excitado que precisei só de cinco batidas no meu pau duro pra ele começar a disparar jatos de porra grossa e branca, espalhando meu desejo proibido pelo chão todo e respingando parede, pia, vaso, cortina… Uff!

Confirmar que minha irmã era tão puta, além de ser tão gostosa, quase me deixou louco.

Quando saí do banheiro, encontrei o Ernesto de novo, esperando a vez dele, andando impaciente pelo corredor comprido que ligava os quartos. Ele perguntou se eu tava bem; respondi com um joinha. Pra cima e segui o caminho até meu quarto. Chegando lá, me joguei na cama e meti a mão por dentro da calça pra resgatar a calcinha fio-dental que ainda tava enroscada no meu pau. Olhei pra ela de novo, examinei com cuidado, cheirei outra vez, passei no meu rosto, guardei como se fosse um tesouro, coisa que nunca fiz com nada material antes.
Pouco depois, as mensagens apareceram de novo:

“Gostou da minha calcinha, guy?”
“É bem pequenininha, viu?”
“Queria ver como fica em mim?”

Respondi rápido e confiante, metade pela tranquilidade de saber que meu cunhado não tava no quarto naquele momento, metade porque já tinha me entregado de vez aos desígnios da luxúria incestuosa:

“Adorei, Vale, queria muito ver você usando ela. Que punheta que eu bati… ufff”

A resposta dela veio na hora:

“Mmm… enchi ela de porra?”

Ainda custava acreditar que minha irmã era tão gostosa; mas como eu tava adorando. Meu pau já tava duro de novo, igual um mastro de ferro, e a calcinha fio-dental já tinha voltado a tremular nele.

Quando ia responder no mesmo tom indecente que a conversa tava, ouvi o rangido da porta do banheiro. Aí mudei a mensagem que ia mandar pra outra de aviso:

“Cuidado, o Ernesto vai praí!”

Recebi um seco “Ok” e não trocamos mais mensagens naquela noite.

4 comentários - Visitando a casa da minha irmã

Uhh me acuerdo este relato por lo bien redactado y las palabras poco comunes que usa. Me había olvidado, ni recuerdo el final. Éxitos
Muy bueno, tenés q continuar el de Mi hermana y la cuarentena! éxitos