Já fazia mais ou menos um mês desde o que rolou no sítio. Ele só pensava na tia, lembrava do que tinha acontecido e batia uma punheta loucamente. Mas a Marina parecia não se importar, já que nem sequer se falaram nesse tempo todo. Enfim, era lógico, ele pensava. Foi só um tesão, um jogo do momento e pronto. Já passou... Mas ele tava obcecado, caçava fotos quentes da tia, igual quando fez a boneca bus, e se acabava na punheta. Não pensava em mais nada nem em outra mulher. Tão distraído que nem percebia que a mãe dele tava cada vez mais provocante em casa, andava de calcinha, decotada, com legging bem apertadinha... Tinha algo rolando ali, mas ele não sacava. Teve que voltar pra faculdade e o fim do verão marcou o fim da história com a tia, ou ele pensou isso... Chegou em casa cansado e se surpreendeu ao encontrar a tia batendo papo com a mãe na cozinha. Ooooooi, ele disse sem conseguir segurar a animação. Se abraçaram e ele sentiu aqueles peitões apertados contra o corpo, e já subiu a vara. Ficaram conversando um pouco e a mãe falou que precisava buscar uma roupa pra trocar e que ia demorar. Sozinhos, o clima ficou tenso porque ele não sabia como retomar o papo e, principalmente, como retomar os jogos. Mas a Marina, com o jeito simpático dela, tomou a iniciativa. Como que tá meu sobrinho preferido? Sentiu falta da sua tia? Perguntou brincando. Muita, tia, muita, todo dia pensava em você e lembrava de você, respondeu fazendo o gesto de punheta com a mão. Mmm, seu degeneradinho, bateu muita punheta pensando na sua tia? Gostou muito do que a gente fez no sítio? Retrucou a Marina. Siiim, tia, muita punheta e gozei pra caralho, vi todas as suas produções quentes. Ah, é?? Vem, vamos pro seu quarto e vemos uma, vê se riu, safadinha. Foram pro quarto e ele colocou um compilado da tia, desde a boneca bus, decotes em intrusos e, no final, a melhor produção pra homem bem pelado. Enquanto assistia, a tia acariciava o pescoço dele, a cabeça. Ele já tava de pau duro. Duríssima, então não aguento mais e tiro ela pra bater uma. Hum, que dura tá essa rola, sobrinho, quero ver como você bate uma pra sua tia. Comecei um sobe e desce devagar, queria que durasse pra sempre enquanto sua tia beijava sua orelha e sussurrava coisas no seu ouvido. Mais um tempo e Marina disse: "Espera aí", e tirou a roupinha. Tava mais gostosa do que nunca, com um sutiã que apertava ainda mais os peitos e uma calcinha fio-dental bem pequenininha que mal cobria. Desfilou pro sobrinho, dando voltas pra ele ver como aquele fiozinho sumia no meio daquele rabo enorme. Agarrou a rola de novo desesperado e a tia segurou ele. "Espera, sobrinho, deixa sua tia brincar" e na hora pegou a rola toda pra começar a bater uma. Fazia um sobe e desce devagar e depois acelerava, era uma expert. "Aii, neném, que rola linda você tem, adoro". "Sim, tia, é toda sua", ele respondia. "Vou comer ela toda" e começou a descer com a boca, beijando a barriga até chegar no alvo. Deu uma lambida no tronco inteiro e depois lambeu em volta da cabeça com a linguinha. "Cê gosta que eu chupe sua rola, sobrinho?" "Sim... siiiim", ele bufava, "adoro, tia". Mais uns chupões e engoliu ela inteira. Dava pra ver que Marina tinha chupado muito pau porque era uma expert. Fazia gargantas profundas, depois lambia a cabeça toda olhando pra ele com cara de puta, beijava o tronco inteiro. Era uma puta de luxo. O sobrinho começou a sentir que ia gozar e avisou. "Ti... tia, se continuar chupando assim, já vou gozar..." "Hummm, sim, sobrinho, quero tomar seu leite" e começou a chupar como uma desesperada. Uns minutos depois ele gritou: "Vou gozar, tiaaa!" e ela rapidamente pegou a rola do sobrinho e deu uns 3, 4 sacudões com a mão apontando pro rosto dela... "Ahhhhhh, toma o leite, tia", ele bufou e soltou 5 jorros grandes de porra que Marina recebeu na boca e na cara. Sorrindo bem puta, terminou de limpar a rola dele com a língua: "Hummm, adoro seu leite, bebê, como senti sua falta". Se beijaram e foram se limpar e se vestir. Ileana voltou e tudo foi. Normal o resto do dia. Marina avisou que ia dormir lá, tinha bebido um pouco e já era tarde pra voltar. Sem muito espaço pra ficar, perguntou pro sobrinho se podia dormir com ele, piscando o olho. Foram dormir e a tia dele já deitou de peitos de fora, só de calcinha. Fingiram um tempo pra garantir que a Ileana tava dormindo e começaram as carícias. Ele chupava aqueles peitões desesperado, enquanto ela passava dois dedos na rola dele. Ele puxou a fio dental pra baixo e foi direto chupar a buceta da tia. Mmm, que buceta gostosa você tem, tia. — Come ela toda, sobrinho — bufou Marina. Ele chupava e chupava, enquanto enfiava um dedo e outro na bunda dela de mansinho. Não para, guri, continua, continua... Ele seguiu com muita linguada até a tia começar a gemer bem alto: aiiii, sobrinho, vou gozar — e molhou a cara toda dele com um squirt forte. Uffff, sobrinho, como você chupa bem a minha buceta. — Adoro chupar sua buceta, tia. Agora quero te comer, quero meter tudo. — Não, sobrinho, não dá, isso é demais... — respondeu ela. O sobrinho não conseguiu disfarçar a cara de decepção, e Marina respondeu: — Mas pode me fazer o cu, se quiser — piscando o olho e virando de quatro, bem aberta. O sobrinho esfregou as mãos e se aproximou da bunda da tia... CONTINUA
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