Meu nome é Rebecca, tenho 28 anos, sou uma mulher casada, me considero uma mulher muito gostosa, 1,62 de altura, pele branca, olhos verdes, lábios carnudos, cabelo preto.
Desde que era adolescente, me desenvolvi demais na parte da frente, tendo hoje em dia um par de peitos bem grandes, da mesma forma tenho umas coxas e uma bunda de bom tamanho, graças ao meu esforço na academia. No momento, minhas medidas são 90-62-96.
Com essa descrição, nem preciso dizer que sou uma mulher muito bonita, que gosta de se vestir na moda e bem sensual, sempre com roupa de marca, e por causa da minha altura, sempre de salto alto, além de ter unhas longas e decoradas, cabelo bem arrumado e maquiada, claro. Assim sou eu, mesmo quando estou só em casa, e principalmente muito safada, pois adoro transar com meu marido, embora ele só se preocupe com o próprio prazer.
Apesar de gostar de ser muito sensual em todos os aspectos, sempre fui muito recatada e fina. Minha educação foi sempre muito ligada aos padrões de família modelo. Cresci com a ideia de casar, ter uma família e ser fiel ao meu marido para sempre, seguindo os moldes da minha casa: meu pai, um grande homem íntegro, trabalhador, com uma boa posição financeira, e minha mãe, uma bela dama e senhora em toda a extensão da palavra. Não fui muito de namorar, apesar de ser muito atraente para os homens, pois só tive dois relacionamentos antes de conhecer Matías.
Estou há 9 anos num relacionamento com meu marido, com quem perdi minha virgindade e acabei me casando. Matías tem 31 anos, mede 1,72, pele branca, e graças à malhação tem um corpo muito bom. Ele não é muito de sair para festas, e eu também não. Às vezes saio com minhas amigas para o cassino ou tomar um café. Como vocês podem ver, minha vida é muito tranquila e linda, e por isso nunca passaria pela minha cabeça a ideia de trair meu marido, até aquele dia.
Meu marido é arquiteto e vai muito bem na profissão. Econômico e graças a isso ele me mantém vivendo como uma princesa. A única coisa ruim do trabalho dele é que ele viaja muito. Ainda não temos filhos porque meu marido quer estar o mais preparado possível, tanto financeiramente quanto mentalmente. Não transamos muito, me dou por satisfeita se a gente transar umas 4 vezes por mês, e além disso ele não é lá essas coisas, porque só se importa em gozar.
Como meu marido ainda não quer ter filhos, na maioria das vezes usamos camisinha porque ele não confia em outro método anticoncepcional. A única coisa boa de transar com meu marido é o pau dele, que tem entre 18 e 20 centímetros. Eu sempre tento usar lingerie quando a gente transa porque adoro ver como meu corpo se destaca, já que me esforcei tanto pra ter ele assim.
Fora isso, minha vida é muito tranquila e linda. Tudo começou há 6 meses. Já estávamos há 1 mês sem transar porque meu marido não tinha muito tempo, já que estava com muito trabalho antes de terminar a obra que ele está comandando. Ele me contou que Roberto, um amigo dele, ofereceu pra ele trabalhar junto pra fazer uns apartamentos, e ele aceitou porque o pagamento era muito bom. A única coisa ruim é que a obra duraria uns 3 meses, além de ser em outra cidade. Duas semanas depois, meu marido terminou a obra em que estava e, dois dias depois, foi embora pra começar a comandar os apartamentos que iam construir. E assim se passaram duas semanas em que eu quase não saía de casa.
Nesse tempo que passou, algumas amigas me convidavam pra sair pra festa, mas eu nunca aceitava porque não gostava de ir sem o Matias. Já que meu marido não estava, decidi reformar minha cozinha, porque já estava bem judiada. Conversando com uma vizinha, ela me recomendou um marceneiro que fica perto da academia que eu vou. Então no dia seguinte, depois da academia, passei na marcenaria dele.
Chegando lá, fui atendida pelo seu Avelino, um homem de uns 47 anos, não muito alto, porque tinha quase a minha altura, e com uma barriga enorme.
— Bom dia! — cumprimentei.
— Bom dia pra você!
— Perdão? — fingi que não ouvi.
— Não... Digo… bom dia! O que a senhora deseja?
—Quero um orçamento pra uma cozinha.
E fui dando os detalhes e medidas dos móveis que queria enquanto sentia o Dom Avelino baixando o olhar pra ver melhor meus peitos, sentia ele começando a me devorar com os olhos e ver aquele homem desejando tanto minhas tetas me deixou um pouco excitada, enfim, no dia seguinte ele já tinha o orçamento pronto e como combinou com meus interesses, aceitei. Três dias depois já tava trabalhando na minha casa e ele era um cara bem peculiar, me dava muita risada com alguns detalhes do jeito dele, por exemplo, se vestia com calça jeans e camisetas arregaçadas pra mostrar os braços, segundo ele, ouvia músicas do Pedro Infante e até uma vez peguei ele cantando.
—Amorzinho, coração, eu tenho vontade de um biscoito! —cantava a plenos pulmões
Foi quando eu interrompi chamando ele pra tomar café —Ei, não quer um café pra tomar café da manhã?
—Ah, patroa… me desculpe, pensei que tava sozinho.
—Esquece isso e vem comer.
Outra vez peguei ele se olhando no espelho que tenho na sala, fazendo poses de fisiculturista, mas com caras muito engraçadas. E assim ele era sempre muito divertido, mas também muito assanhado, não perdia a chance de me dar uns elogios respeitosos.
Porém um dia, quando ia pra academia, tive que voltar em casa porque esqueci meu celular. Quando ia pro meu quarto, ouvi uns barulhos no banheiro, vi a porta entreaberta e quando espiei encontrei o Dom Avelino se masturbando com minha roupa íntima numa mão enquanto com a outra cheirava meu sutiã. Ele nem percebeu que eu vi, então fui pro quarto, peguei meu celular e saí rápido pra academia, pensando por que não tinha mandado ele embora da minha casa.
A verdade é que ver o Dom Avelino se masturbando me deixou excitada, porque como já contei, já fazia dois meses que não transava desde que meu… Meu marido foi embora, passei a noite toda pensando no que tinha acontecido e, em vez de ficar com raiva, isso me excitava, a ponto de sentir minha bucetinha ficando molhada. Então, depois de pensar muito e de tão tesuda que tava, foi fácil pra mim tentar provocar ao máximo, mas sem chegar a transar com o seu Avelino — ou pelo menos era o que eu pensava. Sabendo que no dia seguinte seria o último dia que ele trabalhava na minha casa, decidi ir com tudo. Depois de voltar da academia, fui tomar banho, escolhi um vestido vermelho curtinho que chegava até as coxas, com um decote enorme que fazia meus peitos quase escaparem do lugar, uma calcinha fio dental de renda vermelha, sem sutiã, e uns saltos fechados vermelhos de 10 centímetros.
— Oi, Avelino — falei, fazendo minha aparição.
— P-patroazinha, cê não tá com frio, não?
— Não, na verdade tô bem quentinha.
— Cê tá toda gostosa com essa roupa!
— Obrigada… hummm, cê gosta dos meus melões? — perguntei, me inclinando um pouco pra ele ver melhor meus peitos.
— Glup! Tão uma delícia! — ele respondeu, engasgando com a própria saliva.
— Bom, então vou te dar uma provinha — falei, me endireitando devagar, e ele até ficou vermelho. Fui até a fruteira que estava em cima da mesa, rebolando o rabo pra ele apreciar, e quando peguei o melão:
— É desses que cê tava falando? — ele perguntou.
— Ué, claro! Existem outros melões?
— Não, claro… é que eu pensei…
— Pensou o quê?
— Nada, não — ele respondeu, pegando a fatia que ofereci, levando à boca e dando uma mordida tão grande que o suco escorria pelos cantos dos lábios. Isso me excitou, e nessa altura eu já sentia minha bucetinha começando a molhar. Depois que ele terminou o melão, continuou trabalhando. Aí peguei uma cadeira e sentei de pernas cruzadas, deixando ele ver minha bucetinha. Ele só pigarreou e seguiu trabalhando.
— Que bração! — falei.
— É pra abraçar melhor — ele respondeu, brincando.
— E que narigão é esse? — falei, olhando pro volume que crescia na calça dele.
— Narigão?… Mas se o meu é chato! —sem entender ao que eu me referia, depois me abaixei pra ver como estava ficando a porta que eu colocava, deixando ele ver melhor meus peitos que quase escapavam pelo decote que eu usava. Comecei a ver ele desviar o olhar disfarçadamente pra ver melhor meus peitos, então comecei a me endireitar pra cruzar a outra perna lentamente, deixando ele observar melhor a tanga que eu estava usando e, claro, minha buceta bem depiladinha, já escorrendo de tão tesuda que eu tava. Quando percebi, seu Avelino já estava super nervoso, começou a suar.
—Que calor que tá fazendo, né?
—Tá com calor? Vou pegar uns refrigerantes, já volto — respondi, porque, mesmo o supermercado mais próximo ficando a 20 minutos da minha casa, eu sentia que a cada momento ficava mais excitada e não queria que o plano de esquentar seu Avelino saísse do controle e rolasse outra coisa.
Então decidi ir ao supermercado pra ver se a excitação baixava. Peguei uma blusa e coloquei por cima do vestido pra ninguém ver que eu não tava de sutiã, já que o decote do vestido deixava parte dos meus peitos à mostra. No caminho pro supermercado, tentava me acalmar o máximo possível, mas não conseguia. Além disso, minha buceta já tava muito molhada, assim como minha tanga, de tão excitada que eu tava. Enquanto procurava os refrigerantes, sentia que a cada passo minha buceta escorria de tão molhada.
Já na volta do supermercado, pensei em abortar o plano de esquentar seu Avelino, ir pro meu quarto e não sair até ele ir embora. Mas quando entrei em casa, ele já não estava mais lá. Então deixei os refrigerantes onde ele tava trabalhando e decidi ir pro meu quarto. Quando passei pelo banheiro, vi que a porta estava meio aberta. Espiei e lá estava seu Avelino se masturbando de novo com minha roupa íntima, e isso acabou me excitando de vez. Comecei a brincar com meus peitos com uma mão, enquanto a outra descia até minha buceta pra começar a introduzir dois dedos lentamente, até tirar um pouco. Gemidos enquanto via ele se masturbando, comecei a enfiar meus dedos mais rápido na minha buceta até não aguentar mais. Já precisava comer o pau peludo dele o mais rápido possível, então corri pro meu quarto pra pegar uma camisinha e tirar a blusa, sentindo minha xota escorrendo de tão molhada que tava. Abri a porta do banheiro.
— Por que tão sozinho? — perguntei.
— Eu, eu... me desculpe! — respondeu nervoso, enquanto via o pau dele encolher.
— Olha, desmaiou! Mas não se preocupa, a gente já revive ele — sugeri provocativamente, me abaixando pra começar a acariciar os testíbooties peludos dele.
Seu Avelino ficou com cara de surpresa enquanto eu brincava com os testíbooties dele, e quase que instintivamente o pau dele começou a endurecer aos poucos. Ver o pau peludo dele me excitava ainda mais, porque meu marido sempre depila tudo direitinho. Então comecei a passar a ponta da língua em volta da pele que ainda cobria a cabeça. Quando ela começou a aparecer, vi que em volta da glande tinha uma massinha branca com um cheiro forte. Isso acendeu meus sentidos e, sem pensar, fui limpando com a língua. Depois desci até a base do pau e lambi os testíbooties dele, enquanto seu Avelino só gemia de prazer.
De repente, o pau dele inchou pra caramba, pra minha alegria, e ansiosa, enfiei de uma bocada só. Comecei a meter e tirar aquele pau peludo que, embora fosse menor que o do Matias — uns 11 a 13 centímetros —, eu tava chupando igual uma louca, enquanto ele só mordia os lábios, abafando os gemidos. Sentei seu Avelino no vaso, tirei os peitos pra fora e comecei a masturbá-lo com eles, vendo o pau dele sumir aos poucos entre meus peitões enormes até não dar mais pra ver. Ele começou a beliscar meus mamilos, arrancando alguns gemidos meus. Me levantei e comecei a tirar o vestido, rebolando sensualmente pra ele. Quando fui tirar os saltos, ele me segurou.
— Gosto mais de você de salto. — ela me respondeu
— O que você mais gosta em mim? — perguntei
— Seus peitos, sua bunda, seus peitos, eu gosto de tudo em você, mamacita — enquanto se levantava pra começar a beijar meu pescoço até descer pros meus peitos, que começou a chupar como um desesperado, apesar do tamanho dos meus seios. Eles não são nada caídos, pelo contrário, meus mamilos são durinhos, rosadinhos e minha auréola é bem grande.
Eu só gemia de prazer enquanto ele começava a morder meus mamilos. Entre gemidos, comecei a perguntar o que mais o excitava em mim, porque adoro ser elogiada. Ele dizia que meus lábios, minhas curvas, minhas pernas, que tudo deixava ele louco, enquanto começava a descer até minha barriga, depois me sentou no vaso sanitário e abriu minhas pernas pra encontrar uma buceta bem depiladinha. Ele começou a passar a língua na minha xereca e a meter dois dedos, enquanto eu só gemia de prazer, porque meu marido só gostava que eu chupasse ele, mas não gostava de chupar minha xereca, mesmo eu sempre tendo ela depiladinha. Depois de uns minutos chupando minha xereca, ele se levantou pra tirar a camisa e me deixar ver a barriga enorme e peluda. Começou a tirar a calça enquanto eu me levantava pra começar a nos beijar. Sentei o seu Avelino no vaso, peguei a camisinha e comecei a abrir, enquanto ele dizia:
— Então você já tá com vontade de eu meter?
— Sim, já quero sentir você dentro de mim — respondi.
Terminei de colocar a camisinha nele, depois virei de costas e comecei a montar no sujo carpinteiro, enterrando ele devagar na minha buceta ardente, enquanto sentia ele descendo no pau peludo dele. Meus lábios vaginais macios começaram a esconder o pau dele devagar até engolir ele por completo. Comecei a apertar o pau dele como uma louca, enquanto subia e descia lentamente pro prazer do seu Avelino. Comecei a aumentar o ritmo e senti minhas nádegas batendo nas bolas peludas dele, embora não sentisse o mesmo prazer que com o Matías, porque o pau dele era menor, mas com a putaria que eu tava, eu gemia como uma louca. enquanto eu dizia
—amoooro teu pau papiii amooo
—Você é uma putinha que até se come sozinha
—Que delícia de rola meu reiii
—Mexe a bunda puta mexe a bunda
—Isso papiii você me deixa louca meu reiii
—Diz quem é minha puta diz quem é minha puta
—Eu sou sua vadiazinha eu sou sua vadiazinha meu reiii —enquanto cavalgava consegui levantar o olhar pra ver no espelho do toucador uma imagem que era quente demais a esposa fiel e fina sendo comida pelo carpinteiro e não só isso eu descendo e subindo com minha bunda branca igual uma puta e gemendo igual louca enquanto ele só curtia mordendo os lábios, o contraste de cores era bem evidente e isso me deixava louca.
Os únicos dois namorados que tive foram loirinhos e magrinhos e estar me comendo um homem moreno, gordo e peludo demais me dava um toque de tesão que tava me matando, me virei sem sair de cima do pau dele enquanto fechava meus olhos pra curtir o momento senti ele começar a dar tapas na minha bunda comecei a mexer minha cintura com força enquanto acompanhava o ritmo da penetração ele começou a chupar com vontade meus pezinhos finos e rosados me fazendo gozar ainda mais, depois de uns minutos de vai e vem e de chupar meus peitos senti um calorzinho gostoso descendo pelo meu canal vaginal enquanto não conseguia parar de gemer, seu Avelino me parou pra me colocar no chão de quatro
—Assim que eu queria puta
—Sim papi me come do jeito que você quiser
—Agora você vai sentir o que é prazer
—Me come meu rei me come, me come!
—Diz o quanto você quer ser comida puta
—Quero muito papiii pelo amor de Deus me come logo
Ele colocou a mão nas minhas costas pra me abaixar até o chão e levantar minha bunda, com minha bunda no ar e indefesa de repente sem mais nem menos ele enfiou de uma vez só enquanto eu só soltei um gemidão ele começou a me penetrar com muita raiva enquanto dava tapas na minha bunda eu só gemia enquanto levava minha mão até meu clitóris pra começar a esfregar
—Isso papiii não para meu rei não para
—Assim que eu gosto Gosta, vadiazinha, me diz o quanto você gosta
—Amo demais, amo demais, meu rei
—Vou te partir no meio, vadiazinha
—Siim, me parte, por favor não para, por favor não para —depois de alguns minutos, ele começou a diminuir o ritmo, mas eu, feito uma vadiazinha, comecei a rebolar a bunda pra trás. Aí falei pro seu Avelino se jogar no chão pra eu montar em cima dele. Me sentei de uma vez e comecei a descer e subir, mexendo a cintura de um lado pro outro, só pra ver ele fechar os olhos e começar a gemer de prazer. A cara dele me deixava mais puta, porque via que depois de um bom tempo, um homem tava curtindo meu corpo.
—Cê gosta do jeito que eu faço, papai?
—Tô louco por você, vadiazinha
—O que você mais gosta em mim, papai?
—Seus peitos, vadiazinha, seus peitos —na hora, coloquei meus peitos na cara dele pra ele começar a chupar
—Papai, come minhas tetas, come elas, meu rei —ele começou a chupar meus bicos rosados igual um louco, enquanto meus gemidos aumentavam. Acelerei o ritmo das cavalgadas, vendo a cara de prazer dele, que me esquentava mais ainda. Ouvindo nossos gemidos se misturarem, percebi que ver como eu satisfazia seu Avelino era o que mais me excitava. Então, acelerei o ritmo das cavalgadas o mais rápido possível, enquanto, entre gemidos e com os olhos semiabertos, via seu Avelino curtindo meu corpo. De repente, seu Avelino começou a gritar:
—Vou gozar, vadiazinha, vou gozar
—Joga na minha cara, meu rei —saí de cima, ele se levantou rápido, tirou a camisinha e me jogou os jatos de porra, que caíram na minha cara e nos meus peitos. Com os dedos, comecei a pegar a porra dos meus peitos e chupar.
Notei que tinha porra escorrendo da cabeça do pau dele, então me aproximei de quatro pra começar a limpar. Passei a língua na cabeça da rola dele até deixar completamente limpa. Seu Avelino começou a vestir a roupa rapidinho, sem falar nada, pegou minha calcinha fio dental do chão, limpou bem o pau dele, jogou minha calcinha no chão e foi embora. Depois do trabalho, eu me levantei e fui tomar um banho frio porque não conseguia baixar a excitação que tava sentindo. Depois de um tempo, começaram a vir uns pensamentos de culpa, mas ao mesmo tempo eu lembrava da cara que ele fazia enquanto me comia, e isso me esquentava de novo. Fiquei um tempão no meu quarto, porque a culpa tava me consumindo, até que ouvi que o seu Avelino tinha parado de trabalhar. Saí, vi que ele já tinha arrumado as coisas, percebi que o serviço tava pronto, paguei ele e acompanhei até a saída, mas num silêncio bem desconfortável. Antes de ir embora, ele me deu um beijo na boca, deixou o número dele e falou: —Quando quiser, a gente repete. Fechei a porta rápido e fui pro meu quarto com um baita remorso. Mais tarde, quando meu marido me ligou, quase contei tudo, mas não consegui. A noite inteira fiquei pensando no que aconteceu, com um remorso enorme, mas com o passar do tempo, esse remorso foi sumindo e uma excitação danada começou a tomar conta, a ponto de sentir minha buceta ficar molhadinha e sujar minha camisola de tanto tesão. E foi assim que começou minha vida de traições. Se quiserem que eu conte mais das minhas aventuras, deixem um comentário.
Desde que era adolescente, me desenvolvi demais na parte da frente, tendo hoje em dia um par de peitos bem grandes, da mesma forma tenho umas coxas e uma bunda de bom tamanho, graças ao meu esforço na academia. No momento, minhas medidas são 90-62-96.
Com essa descrição, nem preciso dizer que sou uma mulher muito bonita, que gosta de se vestir na moda e bem sensual, sempre com roupa de marca, e por causa da minha altura, sempre de salto alto, além de ter unhas longas e decoradas, cabelo bem arrumado e maquiada, claro. Assim sou eu, mesmo quando estou só em casa, e principalmente muito safada, pois adoro transar com meu marido, embora ele só se preocupe com o próprio prazer.
Apesar de gostar de ser muito sensual em todos os aspectos, sempre fui muito recatada e fina. Minha educação foi sempre muito ligada aos padrões de família modelo. Cresci com a ideia de casar, ter uma família e ser fiel ao meu marido para sempre, seguindo os moldes da minha casa: meu pai, um grande homem íntegro, trabalhador, com uma boa posição financeira, e minha mãe, uma bela dama e senhora em toda a extensão da palavra. Não fui muito de namorar, apesar de ser muito atraente para os homens, pois só tive dois relacionamentos antes de conhecer Matías.
Estou há 9 anos num relacionamento com meu marido, com quem perdi minha virgindade e acabei me casando. Matías tem 31 anos, mede 1,72, pele branca, e graças à malhação tem um corpo muito bom. Ele não é muito de sair para festas, e eu também não. Às vezes saio com minhas amigas para o cassino ou tomar um café. Como vocês podem ver, minha vida é muito tranquila e linda, e por isso nunca passaria pela minha cabeça a ideia de trair meu marido, até aquele dia.
Meu marido é arquiteto e vai muito bem na profissão. Econômico e graças a isso ele me mantém vivendo como uma princesa. A única coisa ruim do trabalho dele é que ele viaja muito. Ainda não temos filhos porque meu marido quer estar o mais preparado possível, tanto financeiramente quanto mentalmente. Não transamos muito, me dou por satisfeita se a gente transar umas 4 vezes por mês, e além disso ele não é lá essas coisas, porque só se importa em gozar.
Como meu marido ainda não quer ter filhos, na maioria das vezes usamos camisinha porque ele não confia em outro método anticoncepcional. A única coisa boa de transar com meu marido é o pau dele, que tem entre 18 e 20 centímetros. Eu sempre tento usar lingerie quando a gente transa porque adoro ver como meu corpo se destaca, já que me esforcei tanto pra ter ele assim.
Fora isso, minha vida é muito tranquila e linda. Tudo começou há 6 meses. Já estávamos há 1 mês sem transar porque meu marido não tinha muito tempo, já que estava com muito trabalho antes de terminar a obra que ele está comandando. Ele me contou que Roberto, um amigo dele, ofereceu pra ele trabalhar junto pra fazer uns apartamentos, e ele aceitou porque o pagamento era muito bom. A única coisa ruim é que a obra duraria uns 3 meses, além de ser em outra cidade. Duas semanas depois, meu marido terminou a obra em que estava e, dois dias depois, foi embora pra começar a comandar os apartamentos que iam construir. E assim se passaram duas semanas em que eu quase não saía de casa.
Nesse tempo que passou, algumas amigas me convidavam pra sair pra festa, mas eu nunca aceitava porque não gostava de ir sem o Matias. Já que meu marido não estava, decidi reformar minha cozinha, porque já estava bem judiada. Conversando com uma vizinha, ela me recomendou um marceneiro que fica perto da academia que eu vou. Então no dia seguinte, depois da academia, passei na marcenaria dele.
Chegando lá, fui atendida pelo seu Avelino, um homem de uns 47 anos, não muito alto, porque tinha quase a minha altura, e com uma barriga enorme.
— Bom dia! — cumprimentei.
— Bom dia pra você!
— Perdão? — fingi que não ouvi.
— Não... Digo… bom dia! O que a senhora deseja?
—Quero um orçamento pra uma cozinha.
E fui dando os detalhes e medidas dos móveis que queria enquanto sentia o Dom Avelino baixando o olhar pra ver melhor meus peitos, sentia ele começando a me devorar com os olhos e ver aquele homem desejando tanto minhas tetas me deixou um pouco excitada, enfim, no dia seguinte ele já tinha o orçamento pronto e como combinou com meus interesses, aceitei. Três dias depois já tava trabalhando na minha casa e ele era um cara bem peculiar, me dava muita risada com alguns detalhes do jeito dele, por exemplo, se vestia com calça jeans e camisetas arregaçadas pra mostrar os braços, segundo ele, ouvia músicas do Pedro Infante e até uma vez peguei ele cantando.
—Amorzinho, coração, eu tenho vontade de um biscoito! —cantava a plenos pulmões
Foi quando eu interrompi chamando ele pra tomar café —Ei, não quer um café pra tomar café da manhã?
—Ah, patroa… me desculpe, pensei que tava sozinho.
—Esquece isso e vem comer.
Outra vez peguei ele se olhando no espelho que tenho na sala, fazendo poses de fisiculturista, mas com caras muito engraçadas. E assim ele era sempre muito divertido, mas também muito assanhado, não perdia a chance de me dar uns elogios respeitosos.
Porém um dia, quando ia pra academia, tive que voltar em casa porque esqueci meu celular. Quando ia pro meu quarto, ouvi uns barulhos no banheiro, vi a porta entreaberta e quando espiei encontrei o Dom Avelino se masturbando com minha roupa íntima numa mão enquanto com a outra cheirava meu sutiã. Ele nem percebeu que eu vi, então fui pro quarto, peguei meu celular e saí rápido pra academia, pensando por que não tinha mandado ele embora da minha casa.
A verdade é que ver o Dom Avelino se masturbando me deixou excitada, porque como já contei, já fazia dois meses que não transava desde que meu… Meu marido foi embora, passei a noite toda pensando no que tinha acontecido e, em vez de ficar com raiva, isso me excitava, a ponto de sentir minha bucetinha ficando molhada. Então, depois de pensar muito e de tão tesuda que tava, foi fácil pra mim tentar provocar ao máximo, mas sem chegar a transar com o seu Avelino — ou pelo menos era o que eu pensava. Sabendo que no dia seguinte seria o último dia que ele trabalhava na minha casa, decidi ir com tudo. Depois de voltar da academia, fui tomar banho, escolhi um vestido vermelho curtinho que chegava até as coxas, com um decote enorme que fazia meus peitos quase escaparem do lugar, uma calcinha fio dental de renda vermelha, sem sutiã, e uns saltos fechados vermelhos de 10 centímetros.
— Oi, Avelino — falei, fazendo minha aparição.
— P-patroazinha, cê não tá com frio, não?
— Não, na verdade tô bem quentinha.
— Cê tá toda gostosa com essa roupa!
— Obrigada… hummm, cê gosta dos meus melões? — perguntei, me inclinando um pouco pra ele ver melhor meus peitos.
— Glup! Tão uma delícia! — ele respondeu, engasgando com a própria saliva.
— Bom, então vou te dar uma provinha — falei, me endireitando devagar, e ele até ficou vermelho. Fui até a fruteira que estava em cima da mesa, rebolando o rabo pra ele apreciar, e quando peguei o melão:
— É desses que cê tava falando? — ele perguntou.
— Ué, claro! Existem outros melões?
— Não, claro… é que eu pensei…
— Pensou o quê?
— Nada, não — ele respondeu, pegando a fatia que ofereci, levando à boca e dando uma mordida tão grande que o suco escorria pelos cantos dos lábios. Isso me excitou, e nessa altura eu já sentia minha bucetinha começando a molhar. Depois que ele terminou o melão, continuou trabalhando. Aí peguei uma cadeira e sentei de pernas cruzadas, deixando ele ver minha bucetinha. Ele só pigarreou e seguiu trabalhando.
— Que bração! — falei.
— É pra abraçar melhor — ele respondeu, brincando.
— E que narigão é esse? — falei, olhando pro volume que crescia na calça dele.
— Narigão?… Mas se o meu é chato! —sem entender ao que eu me referia, depois me abaixei pra ver como estava ficando a porta que eu colocava, deixando ele ver melhor meus peitos que quase escapavam pelo decote que eu usava. Comecei a ver ele desviar o olhar disfarçadamente pra ver melhor meus peitos, então comecei a me endireitar pra cruzar a outra perna lentamente, deixando ele observar melhor a tanga que eu estava usando e, claro, minha buceta bem depiladinha, já escorrendo de tão tesuda que eu tava. Quando percebi, seu Avelino já estava super nervoso, começou a suar.
—Que calor que tá fazendo, né?
—Tá com calor? Vou pegar uns refrigerantes, já volto — respondi, porque, mesmo o supermercado mais próximo ficando a 20 minutos da minha casa, eu sentia que a cada momento ficava mais excitada e não queria que o plano de esquentar seu Avelino saísse do controle e rolasse outra coisa.
Então decidi ir ao supermercado pra ver se a excitação baixava. Peguei uma blusa e coloquei por cima do vestido pra ninguém ver que eu não tava de sutiã, já que o decote do vestido deixava parte dos meus peitos à mostra. No caminho pro supermercado, tentava me acalmar o máximo possível, mas não conseguia. Além disso, minha buceta já tava muito molhada, assim como minha tanga, de tão excitada que eu tava. Enquanto procurava os refrigerantes, sentia que a cada passo minha buceta escorria de tão molhada.
Já na volta do supermercado, pensei em abortar o plano de esquentar seu Avelino, ir pro meu quarto e não sair até ele ir embora. Mas quando entrei em casa, ele já não estava mais lá. Então deixei os refrigerantes onde ele tava trabalhando e decidi ir pro meu quarto. Quando passei pelo banheiro, vi que a porta estava meio aberta. Espiei e lá estava seu Avelino se masturbando de novo com minha roupa íntima, e isso acabou me excitando de vez. Comecei a brincar com meus peitos com uma mão, enquanto a outra descia até minha buceta pra começar a introduzir dois dedos lentamente, até tirar um pouco. Gemidos enquanto via ele se masturbando, comecei a enfiar meus dedos mais rápido na minha buceta até não aguentar mais. Já precisava comer o pau peludo dele o mais rápido possível, então corri pro meu quarto pra pegar uma camisinha e tirar a blusa, sentindo minha xota escorrendo de tão molhada que tava. Abri a porta do banheiro.
— Por que tão sozinho? — perguntei.
— Eu, eu... me desculpe! — respondeu nervoso, enquanto via o pau dele encolher.
— Olha, desmaiou! Mas não se preocupa, a gente já revive ele — sugeri provocativamente, me abaixando pra começar a acariciar os testíbooties peludos dele.
Seu Avelino ficou com cara de surpresa enquanto eu brincava com os testíbooties dele, e quase que instintivamente o pau dele começou a endurecer aos poucos. Ver o pau peludo dele me excitava ainda mais, porque meu marido sempre depila tudo direitinho. Então comecei a passar a ponta da língua em volta da pele que ainda cobria a cabeça. Quando ela começou a aparecer, vi que em volta da glande tinha uma massinha branca com um cheiro forte. Isso acendeu meus sentidos e, sem pensar, fui limpando com a língua. Depois desci até a base do pau e lambi os testíbooties dele, enquanto seu Avelino só gemia de prazer.
De repente, o pau dele inchou pra caramba, pra minha alegria, e ansiosa, enfiei de uma bocada só. Comecei a meter e tirar aquele pau peludo que, embora fosse menor que o do Matias — uns 11 a 13 centímetros —, eu tava chupando igual uma louca, enquanto ele só mordia os lábios, abafando os gemidos. Sentei seu Avelino no vaso, tirei os peitos pra fora e comecei a masturbá-lo com eles, vendo o pau dele sumir aos poucos entre meus peitões enormes até não dar mais pra ver. Ele começou a beliscar meus mamilos, arrancando alguns gemidos meus. Me levantei e comecei a tirar o vestido, rebolando sensualmente pra ele. Quando fui tirar os saltos, ele me segurou.
— Gosto mais de você de salto. — ela me respondeu
— O que você mais gosta em mim? — perguntei
— Seus peitos, sua bunda, seus peitos, eu gosto de tudo em você, mamacita — enquanto se levantava pra começar a beijar meu pescoço até descer pros meus peitos, que começou a chupar como um desesperado, apesar do tamanho dos meus seios. Eles não são nada caídos, pelo contrário, meus mamilos são durinhos, rosadinhos e minha auréola é bem grande.
Eu só gemia de prazer enquanto ele começava a morder meus mamilos. Entre gemidos, comecei a perguntar o que mais o excitava em mim, porque adoro ser elogiada. Ele dizia que meus lábios, minhas curvas, minhas pernas, que tudo deixava ele louco, enquanto começava a descer até minha barriga, depois me sentou no vaso sanitário e abriu minhas pernas pra encontrar uma buceta bem depiladinha. Ele começou a passar a língua na minha xereca e a meter dois dedos, enquanto eu só gemia de prazer, porque meu marido só gostava que eu chupasse ele, mas não gostava de chupar minha xereca, mesmo eu sempre tendo ela depiladinha. Depois de uns minutos chupando minha xereca, ele se levantou pra tirar a camisa e me deixar ver a barriga enorme e peluda. Começou a tirar a calça enquanto eu me levantava pra começar a nos beijar. Sentei o seu Avelino no vaso, peguei a camisinha e comecei a abrir, enquanto ele dizia:
— Então você já tá com vontade de eu meter?
— Sim, já quero sentir você dentro de mim — respondi.
Terminei de colocar a camisinha nele, depois virei de costas e comecei a montar no sujo carpinteiro, enterrando ele devagar na minha buceta ardente, enquanto sentia ele descendo no pau peludo dele. Meus lábios vaginais macios começaram a esconder o pau dele devagar até engolir ele por completo. Comecei a apertar o pau dele como uma louca, enquanto subia e descia lentamente pro prazer do seu Avelino. Comecei a aumentar o ritmo e senti minhas nádegas batendo nas bolas peludas dele, embora não sentisse o mesmo prazer que com o Matías, porque o pau dele era menor, mas com a putaria que eu tava, eu gemia como uma louca. enquanto eu dizia
—amoooro teu pau papiii amooo
—Você é uma putinha que até se come sozinha
—Que delícia de rola meu reiii
—Mexe a bunda puta mexe a bunda
—Isso papiii você me deixa louca meu reiii
—Diz quem é minha puta diz quem é minha puta
—Eu sou sua vadiazinha eu sou sua vadiazinha meu reiii —enquanto cavalgava consegui levantar o olhar pra ver no espelho do toucador uma imagem que era quente demais a esposa fiel e fina sendo comida pelo carpinteiro e não só isso eu descendo e subindo com minha bunda branca igual uma puta e gemendo igual louca enquanto ele só curtia mordendo os lábios, o contraste de cores era bem evidente e isso me deixava louca.
Os únicos dois namorados que tive foram loirinhos e magrinhos e estar me comendo um homem moreno, gordo e peludo demais me dava um toque de tesão que tava me matando, me virei sem sair de cima do pau dele enquanto fechava meus olhos pra curtir o momento senti ele começar a dar tapas na minha bunda comecei a mexer minha cintura com força enquanto acompanhava o ritmo da penetração ele começou a chupar com vontade meus pezinhos finos e rosados me fazendo gozar ainda mais, depois de uns minutos de vai e vem e de chupar meus peitos senti um calorzinho gostoso descendo pelo meu canal vaginal enquanto não conseguia parar de gemer, seu Avelino me parou pra me colocar no chão de quatro
—Assim que eu queria puta
—Sim papi me come do jeito que você quiser
—Agora você vai sentir o que é prazer
—Me come meu rei me come, me come!
—Diz o quanto você quer ser comida puta
—Quero muito papiii pelo amor de Deus me come logo
Ele colocou a mão nas minhas costas pra me abaixar até o chão e levantar minha bunda, com minha bunda no ar e indefesa de repente sem mais nem menos ele enfiou de uma vez só enquanto eu só soltei um gemidão ele começou a me penetrar com muita raiva enquanto dava tapas na minha bunda eu só gemia enquanto levava minha mão até meu clitóris pra começar a esfregar
—Isso papiii não para meu rei não para
—Assim que eu gosto Gosta, vadiazinha, me diz o quanto você gosta
—Amo demais, amo demais, meu rei
—Vou te partir no meio, vadiazinha
—Siim, me parte, por favor não para, por favor não para —depois de alguns minutos, ele começou a diminuir o ritmo, mas eu, feito uma vadiazinha, comecei a rebolar a bunda pra trás. Aí falei pro seu Avelino se jogar no chão pra eu montar em cima dele. Me sentei de uma vez e comecei a descer e subir, mexendo a cintura de um lado pro outro, só pra ver ele fechar os olhos e começar a gemer de prazer. A cara dele me deixava mais puta, porque via que depois de um bom tempo, um homem tava curtindo meu corpo.
—Cê gosta do jeito que eu faço, papai?
—Tô louco por você, vadiazinha
—O que você mais gosta em mim, papai?
—Seus peitos, vadiazinha, seus peitos —na hora, coloquei meus peitos na cara dele pra ele começar a chupar
—Papai, come minhas tetas, come elas, meu rei —ele começou a chupar meus bicos rosados igual um louco, enquanto meus gemidos aumentavam. Acelerei o ritmo das cavalgadas, vendo a cara de prazer dele, que me esquentava mais ainda. Ouvindo nossos gemidos se misturarem, percebi que ver como eu satisfazia seu Avelino era o que mais me excitava. Então, acelerei o ritmo das cavalgadas o mais rápido possível, enquanto, entre gemidos e com os olhos semiabertos, via seu Avelino curtindo meu corpo. De repente, seu Avelino começou a gritar:
—Vou gozar, vadiazinha, vou gozar
—Joga na minha cara, meu rei —saí de cima, ele se levantou rápido, tirou a camisinha e me jogou os jatos de porra, que caíram na minha cara e nos meus peitos. Com os dedos, comecei a pegar a porra dos meus peitos e chupar.
Notei que tinha porra escorrendo da cabeça do pau dele, então me aproximei de quatro pra começar a limpar. Passei a língua na cabeça da rola dele até deixar completamente limpa. Seu Avelino começou a vestir a roupa rapidinho, sem falar nada, pegou minha calcinha fio dental do chão, limpou bem o pau dele, jogou minha calcinha no chão e foi embora. Depois do trabalho, eu me levantei e fui tomar um banho frio porque não conseguia baixar a excitação que tava sentindo. Depois de um tempo, começaram a vir uns pensamentos de culpa, mas ao mesmo tempo eu lembrava da cara que ele fazia enquanto me comia, e isso me esquentava de novo. Fiquei um tempão no meu quarto, porque a culpa tava me consumindo, até que ouvi que o seu Avelino tinha parado de trabalhar. Saí, vi que ele já tinha arrumado as coisas, percebi que o serviço tava pronto, paguei ele e acompanhei até a saída, mas num silêncio bem desconfortável. Antes de ir embora, ele me deu um beijo na boca, deixou o número dele e falou: —Quando quiser, a gente repete. Fechei a porta rápido e fui pro meu quarto com um baita remorso. Mais tarde, quando meu marido me ligou, quase contei tudo, mas não consegui. A noite inteira fiquei pensando no que aconteceu, com um remorso enorme, mas com o passar do tempo, esse remorso foi sumindo e uma excitação danada começou a tomar conta, a ponto de sentir minha buceta ficar molhadinha e sujar minha camisola de tanto tesão. E foi assim que começou minha vida de traições. Se quiserem que eu conte mais das minhas aventuras, deixem um comentário.
5 comentários - Infiel com o carpinteiro