Grávida por uma esquentada

Grávida por uma esquentadaEsta história erótica conta como, numa relação sexual sem proteção, eu engravidei. Mas primeiro, deixa eu me apresentar: sou uma mulher de trinta e sete anos. Meu nome é Inés, sou de Jalisco. Meu cabelo é preto natural, bem cuidado, meus olhos são castanhos claros, tenho lábios sensuais que decoro com batom vermelho intenso. Gosto de me maquiar, embora não precise, porque, apesar da idade, ainda continuo muito gostosa, sem dúvida graças a me cuidar. Tenho 1,62 de altura, exibo um corpo em forma perfeita, com abdômen liso e sexy, meus peitos são normais, ou seja, não são muito grandes, minha bunda é bem provocante e notável, especialmente quando uso saias justas, minhas pernas são perfeitamente torneadas e lindas. Como já disse, sou casada há quinze anos com Arturo e desse casamento tenho um filho, hoje com quase treze anos. Não é pra me fazer de santa, mas preciso deixar claro que até hoje nunca tinha traído meu marido, pois além de ser uma mulher muito moral, também sou religiosa e por isso nunca imaginei que um dia cairia em tentação. Também conto que sou muito dedicada à minha família e ao meu trabalho, que por sinal sou formada em Contabilidade e trabalhei como contadora numa empresa de laticínios da minha cidade. Graças ao meu bom emprego e ao do meu marido, posso me dar alguns luxos: vou a um salão de beleza bonito, malho na academia e adoro comprar sapatilhas e sandálias de bom preço. Na verdade, esse é meu hobby, porque, mesmo que não use, quase todo dia compro algo pra mim. Sobre meu jeito de ser, digo que sou uma mulher positiva, alegre e muito sorridente, embora às vezes fique meio histérica quando algo não dá certo ou quando meu marido me contradiz em alguma coisa, porque devo confessar que não gosto de ser contrariada. Bem, agora vou falar sobre Nelson, o homem com quem transei. ficando grávida, ele era um amigo do meu marido, e sim. Devo dizer que desde que me conheceu, notei que o atraía como mulher, porque ele me paquerava indiretamente, mas eu sempre tive claro que não devia dar margem para mal-entendidos. A amizade entre Nelson e meu marido foi se consolidando, e como Nelson era de origem estrangeira (Honduras), era comum vê-lo sempre visitando em casa, já que não tinha parentes no México. Assim, fomos conhecendo cada vez mais a história de vida dele. E foi assim que soubemos: ele é viúvo, pois infelizmente sua esposa morreu em um acidente de carro há alguns anos, por isso ele está criando sozinho seus dois filhos homens e sua única filha mulher. Meu marido sempre achou que Nelson é um cavalheiro de aparência educada e séria, mas isso é só uma máscara, porque ao intimar com ele, descobre-se que não é nada do que aparenta. Ele trabalha como MVZ na empresa de laticínios do meu marido. Um dos hobbies favoritos dele é jogar basquete com os colegas, incluindo meu marido. Como adora esporte e musculação, ele se mantém em forma e com uma condição física muito boa, se destacando bastante pelo seu genótipo de raça negra... 🖤 Sempre usa uns shorts bem justos, que devo comentar que deixam bem evidente que ele tem um pau de bom tamanho e bem duro 🤭 Enfim, durante quase um ano, ele esperou o momento certo para me pegar, até que finalmente encontrou. Nelson me comeu duas vezes, uma pelo meu cu e a outra pela minha buceta, como já mencionei, o desejo dele por mim já vinha desde que me conheceu, mas sem dúvida notei que nos últimos dias ele já estava manifestando mais seu grande desejo de me fazer amor. Toda vez que nos víamos, ele aproveitava para me paquerar discretamente e até me mandava uns elogios quentes, claro, quando meu marido não estava. Eu não dizia nada e só tentava ficar o mais séria possível com ele, pra ele perceber que eu tinha ficado ofendida. Mesmo assim, isso não adiantava nada, porque sem dúvida ele estava decidido a me pegar, dia após dia. Com a desculpa de visitar meu filho, ele vinha na minha casa onde também ficava conversando com meu marido e, logicamente, o idiota nem desconfiava do verdadeiro motivo pelo qual ia lá todo santo dia. Embora eu não gostasse dos elogios dele, ainda assim o recebia com um aperto de mão cordial e até com um beijo no rosto. Baseado nisso, Nelson aproveitava esses momentos pra se descuidar e roçar os lábios dele nos meus bem disfarçadamente. Eu resisti o máximo que pude, mas no fim das contas caí na tentação e deixei ele me fazer dele do jeito que bem quisesse.

A primeira vez que ele conseguiu me fazer dele aconteceu numa tarde de terça-feira, quando voltei do trabalho. Naquele dia, como sempre, fui trabalhar normalmente, sem imaginar o que ia rolar quando voltasse pra casa. Eu tava vestida com uma blusa branca de escritório, um blazer vermelho e uma saia preta na altura dos joelhos. Meus sapatos combinavam com o blazer vermelho, porque também eram vermelhos. Minhas pernas estavam enfiadas numa meia escura, e eu também tava de óculos. Enfim, quando cheguei em casa naquela tarde, meu marido ainda não tinha chegado — o que não era estranho, porque ele só chega depois das 4 da tarde, especialmente quando tem reunião. Em casa, só encontrei meu filho, minha empregada doméstica (que viu tudo) e, claro, ninguém menos que o Nelson, que já vinha com aquelas intenções negras de me pegar naquele dia.

O safado tinha trazido pro menino um carrinho de controle remoto, um brinquedo com o qual ele tava se divertindo pra caramba no jardim. Eu, por minha vez, fui na cozinha pegar um copo d'água, porque tava morrendo de sede. E foi nesse exato instante que ele chegou com um sorriso bem safado. Eu só fiz a cara mais séria possível, mas mesmo assim dava pra perceber claramente que naquele dia a calentura dele tava mais alta do que nunca. Não quis olhar pra ele de frente, então só fiquei conversando de costas. Foi nesse momento que senti ele me abraçar por trás e começar a massagear meus peitos. Com isso, meus nervos foram... aumentando tanto que até minhas mãos suavam e meu coração batia forte. Com uma mão, ele continua tocando meus peitos, enquanto com a outra começa a apalpar minha bunda por cima da saia. Por causa disso, me virei rápido e quis dar um tapa nele, mas ele segurou minha mão e me beijou na boca com tudo, um beijo tão apaixonado como nenhum homem jamais me beijou em toda a minha vida. Ele brincava com a língua dentro da minha boca, e parecia que aquele beijo não teria fim. Quando terminou aquele beijo apaixonado, ele me virou de novo de costas e, dessa vez, rapidinho, pegou minha saia e levantou ela toda. Eu quis ter coragem de acabar com aquilo e expulsar ele de casa. Mas, estupidamente, só falei: — Agora não, por favor, o menino está em casa. — Fica tranquila, ele está brincando lá fora, só se deixa levar. — Você não sabe o quanto quero te fazer amor, Inês! — Naquele momento, já excitada, nem lembrei da minha empregada. Nelson abaixou minha calcinha até os joelhos e começou a chupar meu cu. Eu sentia os lábios dele beijando minha bunda e a língua molhando toda a minha xereca com saliva. Com isso, nem percebi quando ele liberou o pau dele. Na mesma hora, senti claramente que, de uma só vez, Nelson enfiou toda a pica dele entre minhas nádegas. Com esse impacto, me descuidei e deixei cair o copo de vidro com água. Sem dúvida, aquele barulho foi o que atraiu minha empregada, mas antes disso ele continuou metendo em mim a toda velocidade. Era tanta velocidade que ele estava me penetrando que meu cu doía. E, embora já estivesse acostumado por causa do meu marido, a comparação entre a rola do Nelson e a do meu marido era absurda. Assim, meu traseiro dolorido pagava as consequências da puta tesão que o Nelson estava sentindo. Já fazia uns cinco minutos que ele estava me penetrando quando, bem naquele instante, ouvimos alguém entrar na cozinha. Quando nos viramos para ver, percebemos que era a empregada, que ficou toda atônita olhando a pica do Nelson entrando e saindo do meu cu. "Desculpa", foi o que ela disse. que ela disse antes de sair correndo apavorada do lugar, na hora o Nelson tirou o pau do meu cu e a gente se vestiu correndo. O resto do dia inteiro fiquei extremamente envergonhada com a minha empregada e ao mesmo tempo com medo de que ela falasse com meu marido sobre aquilo, tão envergonhada que nem queria falar com ela, porque sem dúvida já imaginava o que ela estava pensando de mim. Mas mesmo assim tive que fazer, tive que falar com ela pra tentar dar um dinheirinho em troca do silêncio dela. Assim que a vi, não perdi oportunidade e falei: — Olha, sobre o que você viu há algumas horas! — Não se preocupe, senhora, que eu não me interesso pela sua vida íntima! Ela me respondeu. — Por favor, aceite essa quantia pra... Sem me deixar terminar de falar, ela completou: — Não precisa, senhora, não vou falar sobre o que vi! — Obrigada! Respondi, mas mesmo assim, quando ela foi embora à noite, antes de sair, entreguei a quantia nas mãos dela pra garantir o silêncio. A partir daquele momento, não conseguia tirar da cabeça a forma tão apaixonada com que o Nelson me possuíra naquela tarde, por mais que me esforçasse pra esquecer os desejos impuros, era totalmente impossível, porque sem dúvida nenhuma, já estava desejando o momento, o dia e a hora em que o Nelson fosse me possuir de novo, exatamente como fez. Mais ainda, a cada instante que lembrava, meu clitóris ficava molhado. Mas mesmo com toda a vontade que eu tinha, parecia totalmente impossível que aquele momento de paixão se repetisse algum dia, porque quase nunca ficávamos sozinhos. Também devo dizer que nem imaginei que naquela outra ocasião eu fosse engravidar, puxa, não teve jeito mesmo porque não tomei anticoncepcional, e como ia tomar se nem imaginei que naquela outra noite, três semanas depois, a gente fosse transar de novo. Isso foi graças a uma noite de comemoração: meu marido tinha acabado de ser promovido no trabalho e pra celebrar, naquela sexta à noite fomos brindar num... restaurante. Naquela noite já tínhamos combinado de sair pra comemorar, por isso deixamos o menino com uma babá e saímos nós 5, que éramos eu, meu marido, o Nelson, e outro casal de amigos do meu marido. Naquela noite, quase como querendo seduzir o Nelson, me vesti muito sexy, coloquei um vestido de noite vermelho bem sensual, com um decote pronunciado que dava uma vista panorâmica dos meus bicos, a saia era um pouco comprida e não usei meia porque queria mostrar a beleza natural das minhas pernas. Calcei umas sandálias prateadas chiques de salto alto, e ainda passei um perfume sedutor. Com tudo isso, sem dúvida os amigos do meu marido, incluindo ele, ficaram boquiabertos só de ver o quanto eu estava gostosa. Enfim, entre conversas, comida e bebida a noite foi passando, e meu marido, claro, foi quem tomou uns copos a mais. Por causa disso, logo ele estava meio bêbado, e começou a falar um monte de besteira. Pra evitar que o pessoal do restaurante chamasse nossa atenção, decidimos ir embora. Os outros amigos do meu marido foram cada um pro seu lado na saída, enquanto o Nelson me ajudou a levar meu marido até em casa. Ele carregou o cara como se fosse um menino, e eu fiquei impressionada com a força daquele mulato do fogo... Quando chegamos em casa, meu marido tava ainda mais grogue do que antes, então tivemos que levá-lo até o quarto. Depois disso, paguei e mandei a moça que tinha cuidado do meu filho embora. Foi aí que tudo começou, porque quando ficamos sozinhos em casa, os dois começamos a sentir um nervosismo e uma agonia que refletiam nossos desejos mais profundos de trepar naquela noite. Eu tentava disfarçar com uma conversa normal, mas foi impossível. Nós dois começamos a nos beijar com toda a paixão, com ainda mais tesão do que da primeira vez. Enquanto nos beijávamos, o Nelson começou a passar a mão na minha buceta por baixo da saia do vestido, e como consequência Isso me molhou toda na hora. _Quero te fazer amor! Ele sussurrou no meu ouvido. -Eu sei, e eu também quero- respondi, sem terminar de beijá-lo, peguei no braço dele e falei “Vem”. Antes de tudo, dei uma olhada no quarto do menino pra ter certeza de que ele não estava acordado. Assim, nós dois entramos num quarto extra que tenho em casa, tranquei a porta com a chave e não acendi a luz, só deixei a luz fraca de um abajur na cama. O quarto estava quase na penumbra, mas dava pra nos vermos perfeitamente. Quem começou fui eu: levantei meu vestido e fui descendo a calcinha devagar. Depois disso, ainda com o vestido levantado e sem calcinha, sentei na cama e abri minhas pernas completamente, dando a ele uma visão perfeita de toda a minha buceta. Nelson se aproximou e, com muito cuidado, começou a chupar minha buceta. Com toda a delicadeza, ele ia acariciando com a língua meu clitóris e meus lábios vaginais. O prazer já era tão intenso pra mim, e ele aumentou ainda mais quando começou a meter os dedos na minha buceta. Vocês não imaginam a vontade que eu tinha de gemer como uma louca de prazer, mas, com medo de ser ouvida pelo menino, não fiz isso. Então, só me limitava a morder os lábios de puro tesão. Aí chegou o momento tão esperado: ele baixou as calças. Subiu em cima de mim e, naquele instante, pude sentir como a pica dele bateu na minha buceta. Sem dúvida, graças à lubrificação que eu já tinha, não custou nada e ele meteu fácil, inteira. Ali, ele começou a se mover e a meter e tirar devagar o pau da minha vulva. Aos poucos, fui aumentando a velocidade até que chegou um momento em que a velocidade era tanta que dava pra ouvir o som do choque dos dois sexos se batendo. Sem dúvida nenhuma, meu amante estava me fazendo amor de um jeito que só posso descrever como “MARAVILHOSO” em todos os sentidos. Já estávamos há uns trinta minutos transando, e foi aí que aconteceu o acidente: sem que eu estivesse preparada, senti o líquido quente Inundei toda minha buceta. Eu tinha gozado, nós dois ficamos parados por um momento, ainda com o pau dele dentro da minha buceta, mas quando perdeu a ereção, ele tirou e depois de me beijar nos lábios pela última vez, se afastou, me deixando ali na cama com a buceta cheia de porra. Só limpei minha área íntima com minha calcinha e depois fui dormir com meu marido, que nem percebeu que sua amada esposa, enquanto ele dormia tranquilamente por causa do álcool, aproveitou pra dar pra outro. Porém, maldita seja aquela noite, que no futuro traria consequências. Depois dessa putaria, no dia seguinte falei com meu marido e exigi que o Nelson não voltasse mais pra casa, dizendo que não gostava mais da presença constante dele. Mas em poucas semanas comecei a vomitar demais e uma tarde, estando em casa, desmaiei e me levaram pra clínica. Lá, o médico disse ao meu marido que eu estava com um mês de gravidez e, embora ele não tenha dito nada, quando chegamos em casa, me deu um tapa na cara exigindo que eu dissesse de quem era o filho. Eu tentava dizer que era dele, mas foi quando ele me disse que isso era impossível, já que sabia muito bem que as contas não batiam e não podia ser dele. A essa altura, a empregada tinha ido embora de casa, depois de confessar ao meu marido que me viu quando o Nelson me comeu de quatro na cozinha, e não me restou alternativa a não ser confessar que o filho era dele... Depois dessa confissão, meu marido pediu o divórcio e ainda me tirou todos os meus direitos como esposa: a casa, a conta no banco, minhas roupas que ele tinha comprado, ou seja, tudo, e pra completar, pediu a guarda do meu filhinho. Pra mim, isso foi o pior castigo e implorei com lágrimas que, por favor, não me separasse do meu filho, mas meu ex-marido gritou comigo, dizendo que eu devia ter pensado nisso antes de agir como uma puta. Naquele mesmo dia, saí de casa sem poder me despedir do meu menino. Bem, naquela noite, minha vida acabou pra mim. E quanto ao pai do meu bebê que eu estava esperando, a única coisa que... Posso dizer que, dias antes, ele me garantiu que eu tinha espaço pra ele na minha vida. Pouco tempo depois, o escândalo estourou na empresa e, como meu marido era a vítima — e, além disso, tinha um cargo melhor que o do Nelson —, eles mandaram ele embora e cancelaram o visto de trabalho dele no México. Ele pegou as malas e foi embora com os dois filhos, e eu nunca soube pra onde (fiquei sabendo depois que meu ex-marido ameaçou matar ele, e por isso ele fugiu). Posso confessar que, naquela hora, pensei em abortar, mas meus sentimentos de mãe falaram mais alto e decidi ter o bebê. Passou um mês — o mais longo da minha vida, pra mim — desde que saí de casa, depois de ter meus luxos, confortos e uma família. Eu morava sozinha, num quartinho de um apartamento pobre, sem serviços básicos, e mal sobrevivendo com uns bicos (até perdi meu emprego por causa da minha raiva). Até que chegou uma mensagem pra mim por meio de um amigo do Nelson, que me contatou pra pedir meu número e assim ele poder fazer contato. Já sem nada a perder e livre dos medos do que podia acontecer, aceitei passar meu número. Pouco tempo depois, Nelson fez contato comigo. A gente conversou por horas, e ali eu desabafei minha frustração por ter perdido minha família. Nelson me ouviu e fez uma proposta: aceitar ir pra Honduras morar com ele. "Não é muita coisa que tenho aqui em Honduras, mas te prometo que em pouco tempo você e meu filho vão viver melhor..." — ele disse. Acho que aceitei na hora porque meu desespero e minha solidão me venceram. E assim, num dia de março de 2010, me mudei pra Honduras. O resto eu conto aos poucos. Vou dizer como foi lá em Honduras e como vivo hoje...

1 comentários - Grávida por uma esquentada