Sem toga

Sem togaSou advogada, solteira e com uma situação financeira muito boa. Moro sozinha numa casa, onde tenho o escritório, e também tenho uma casa de descanso em Villa El Rodeo, onde passo os fins de semana e trabalho, já que não tenho namorado, amante, nem nada. Sempre me dediquei aos estudos, me formei aos 24 anos, fiz uma carreira vertiginosa, e depois me dediquei à profissão, na qual sou muito boa. Se tenho que me descrever! Sou uma gatinha de 1,72m, peso 56 kg, cabelo castanho, uma bunda muito boa e peitos melhores ainda. Vivo só para a profissão, porque tive uns namorados no ensino médio, outro na faculdade e mais alguns depois, mas nenhum me conquistou o suficiente para casar ou manter um relacionamento estável. Entre eles, também tive uns amantes casados e acabei me cansando deles e dos problemas com esposas e filhos. No final, achei que o melhor era ficar sozinha e me dedicar à minha profissão e a ganhar dinheiro. Até que ele chegou, e tudo o que vou contar ainda me custa acreditar. Tudo começou quando contratei um assistente para o meu escritório, Javier se chama. Ele começou a trabalhar comigo, é um estudante de direito da UNCa, de 25 anos, alto, boa forma física, olhos castanhos, moreno, nada de outro mundo. Começamos a trabalhar, eu como chefe, ele como funcionário. Vamos juntos aos tribunais, trabalhamos juntos, quase o dia todo juntos por causa do trabalho. Tomamos chimarrão no escritório quando estamos sozinhos, e ele começou a fazer piadas quando eu estava de bom humor. Com o tempo, quando ele chegava e quando ia embora, nos dávamos um beijo, e comecei a olhar para ele de outra forma, embora logo descartasse qualquer história, já que ele é um cara e tinha namorada, An. Ela é linda, a garota, mas com uns peitos de loucura. Um dia ela veio vê-lo, e ele não estava, então ela ficou comigo conversando, e aproveitei para perguntar como ele era e como a tratava. Ela me contou que ele era bem dominante e que tinha uma pica de loucura. Depois disso, eu olhava para ele e pensava: esse cara não pode ter nada de dominante (como eu estava enganada). Para não Pra deixar mais longo, vou te contar que com o vai e vem do dia a dia, o desgraçado começou a ficar mais à vontade comigo e, quando me dei conta, o filho da puta, sempre que podia, me abraçava, me beijava com carinho, e eu deixava. Até que um dia, sem querer, ele me beijou na boca, e eu, que tava há muito tempo sem transar, correspondi. Comecei a sentir que tava ficando com tesão, e o filho da puta percebeu e começou a me apalpar gostoso. E o viado me disse: "Faz tempo que tô afim de te ter assim, sua gostosa, sua putinha, você me deixa louco de vontade desde sempre. Ontem à noite, comi a putinha magra da minha namorada imaginando que era você..." Enquanto falava isso, ele tirou a camisa, enfiou a mão por dentro da minha saia, começou a acariciar minha bucetinha com os dedos por cima da calcinha fio dental, e a gente se pegava num beijo selvagem sem freio. Ficamos chupando as línguas um do outro por um bom tempo, enquanto tirávamos a roupa um do outro e nos masturbávamos, gemendo e ofegando de prazer e safadeza.

Eu tava com um tesão do caralho, como não sentia há muito tempo, e o filho da puta para. Eu, ofegante, pergunto: "Por que você parou?" O desgraçado responde: "Olha, as coisas vão ser assim: quando ninguém tiver olhando e a gente estiver na intimidade, você vai ser minha putinha e vai fazer o que eu mandar. Já na frente dos outros, você vai continuar sendo a chefe, e eu vou te tratar com o respeito devido. Combinado?" "Sim, tá bom, o que você disser", eu respondi. Eu tava com um tesão tão grande que teria assinado um cheque em branco só pra ele continuar. "Ah, e mais uma coisa: se eu estiver com alguma gatinha, espero que você não encha o saco, porque senão vai se arrepender", ele disse. "Sim", eu falei, e pensei: "Esse cara é maluco! Vamos transar agora, e quando eu encher o saco, mando ele pra puta que pariu." Ele me pegou pelo cabelo e me arrastou, me sentando na mesa de madeira. Me empurrou pra trás até eu ficar deitada nela, agarrou minha calcinha com as duas mãos e, com um puxão forte acompanhado de um grunhido, rasgou ela toda e me... Arrancou elas. Me pegou um joelho com cada mão, levantou e abriu minhas pernas, e se jogou como um louco entre elas pra começar a chupar minha buceta com maestria. Nunca estive tão tesuda, do jeito que ele chupava minha xota, e me falava um monte de putaria que vinha na boca dele, tipo filha da puta, mal comida, provocadora, puta chupa-pau, eu ouvia e queria que ele não parasse, nunca me trataram daquele jeito, todos os homens que tive me tratavam com respeito, esse filho da puta cagou pro meu título e pra mim, enfiava os dedos no meu cu enquanto me fazia chupar o pau dele. E que pau! Quando vi, lembrei que a namorada não tinha exagerado... Que pau do caralho!, ele enfiava na minha boca, enquanto pegava meus bicos e apertava com o polegar e o indicador, do jeito que esticava, achei que ia arrancar, pedi pra parar porque tava doendo, só consegui que ele me puxasse pelo cabelo e me desse uns tapas na cara, cala a boca, puta, ele disse, que aqui não é com os otários que você lida no Fórum, ainda não sei como não reagi e mandei ele tomar no cu, mas ele me dominou, começou a chupar meu cu, e minha nossa, eu gritava de prazer, nunca tinham feito isso comigo. E eu bufava igual uma gostosa.

De repente, me transformei de uma advogada delicada numa puta de primeira. Chupei, chupei e chupei, ajoelhada aos pés dele, como esperando ser possuída na brutalidade. Fui penetrada selvagemente, sentindo aquele monstro quebrar minhas resistências. Primeiro teve uma dorzinha, que com as porradas constantes dele, acabei gozando. Foi tudo na força, igual a gente sonha nas transas mais apaixonadas, ele me xingou e prometeu que ia me transformar na maior puta da nossa cidade, terminando, presa pelo cabelo com força e ajoelhada aos pés dele, recebi toda a descarga na boca, nos olhos e no cabelo. A quantidade de porra não acabava nunca, ele berrando igual um touro no cio. Sem dizer nada de novo, se vestiu e foi embora, com a Delicadeza de me mandar um beijo da porta do escritório.

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