Esta é uma reescrita do meu conto de alguns anos atrás, adicionei algumas coisas, mudei outras e acho que melhorou. Espero que seja do seu agrado.
Olá, queridos leitores, meu nome é Diana, tenho 29 anos, sou de Guadalajara, sou uma mulher casada e, pra ser sincera, sou muito gostosa. Tenho 1,55m de altura, sou bonita, pele branca, olhos cor de mel, cabelo preto. Desde a adolescência me desenvolvi muito na parte da frente, tendo hoje um par de peitos bem grandes. Da mesma forma, tenho coxas e uma bunda de bom tamanho, ambos proporcionais ao meu corpo, sempre elogiados pelos homens. Dada essa descrição, nem preciso dizer que sou uma mulher que gosta de se vestir na moda e bem sensual, sempre com roupas de marca, sempre com unhas longas decoradas, cabelo bem arrumado e maquiada, claro. Sou assim mesmo quando vou só no supermercado e, acima de tudo, sou muito safada, pois adoro transar com meu marido (do jeito tradicional, mas bem quente). Apesar de gostar de ser muito sensual em todos os aspectos, sempre fui muito recatada e fina. Minha educação foi sempre muito ligada à religião e às famílias modelo. Eu cresci com a ideia de casar, ter uma família e ser fiel ao meu marido para sempre, seguindo os padrões da minha casa. Meu pai, um grande homem, íntegro, trabalhador e com boa posição financeira, e minha mãe, uma bela dama e senhora em toda a extensão da palavra. Sem contar também que estudei em escolas religiosas. Não fui muito de namorar, apesar de ser atraente para os homens, pois só tive dois relacionamentos: um na adolescência e meus quase 7 anos com Maurício, com quem perdi minha virgindade e depois acabei me casando. Tenho meu círculo de amigas com quem vou ao cassino, à academia ou tomar um café. Não vou a baladas a menos que seja com Maurício, embora ele não curta muito isso. Como vocês podem perceber, minha vida é muito tranquila e linda, por isso nunca passaria pela minha cabeça a ideia de trair meu marido, até aquele dia…
A história que vou contar aconteceu há Aproximadamente 4 meses, como comentei, sou casada há 4 anos com Maurício, que é um homem de 35 anos, muito bom, gostoso e trabalhador, e que me trata como uma rainha. Temos um filho de 3 anos e nosso casamento tem sido muito lindo. Maurício tem um pátio de carros seminovos que vai muito bem. Ele era sócio de Rodolfo e do pai dele, que foram amigos de longa data do meu marido, até o dia em que romperam a sociedade e praticamente se odiaram de morte. Devo dizer que, pessoalmente, tanto Rodolfo quanto o pai dele nunca me caíram bem, pois os considero pessoas mal-educadas, arrogantes, oportunistas e metidas. Além disso, sempre senti que Rodolfo tem muita inveja do meu marido, porque Maurício é muito bem-sucedido em todos os aspectos: é gostoso, alto, atlético, tem dinheiro e, claro, tem uma mulher linda como esposa.
Pra não prolongar a história, a sociedade terminou há cerca de 1 ano e, desde então, eles não se suportavam nem pintados. Mas há 4 meses, um amigo em comum deles se casou e nos convidou pra festa. Naquele dia, me arrumei como nunca, porque estava nos meus dias férteis e Maurício e eu tínhamos a ideia de ter outro filho, e nada melhor que uma noite como aquela. Então, deixamos o menino com uma das minhas irmãs. Coloquei um vestido vermelho de renda, muito elegante, mas sexy ao mesmo tempo, com um decote pronunciado que fazia meus peitos quase pularem pra fora. Usei um conjunto de lingerie preta de renda e uma tanga fio dental atrás, com um triângulo de renda na frente, saltos 10 e, claro, minha área do biquíni depiladinha e bem perfumada, só com um pouquinho de pelinhos...
Então, naquele dia, encontramos Rodolfo e o pai dele (Rodolfo é um homem de 43 anos, divorciado há 2 anos, moreno, gordo, muito alto, careca e peludo; o pai dele, Dom Faustino, é um homem de quase 70 anos, casado, embora trate a esposa como lixo, igual ao filho, gordo, careca e peludo). Pois bem, naquele dia, a festa estava rolando sem... Nenhum perrengue negativo, Maurício e eu estávamos nos divertindo, até que em um momento da festa, Rodolfo e o pai dele se aproximaram da mesa para conversar com meu marido e tentar resolver as diferenças entre os dois. Eles conversaram quase a noite toda e, já no final da festa, bem bêbados, combinaram de continuar em casa, o que eu recusei, porque isso significava acabar com nossos planos, além de eu nem suportar olhar para eles. Mas fazer o quê? Vocês sabem como os homens são teimosos quando estão bêbados. Saímos do cassino e pedi as chaves para o Maurício, porque eu ia dirigir, já que ele estava muito bêbado e eu só de boa. Então fomos para casa, mas no caminho Maurício pegou no sono. Quando chegamos, ele estava perdido de bêbado e dormindo no banco do carro. Aí Rodolfo se ofereceu para me ajudar a colocá-lo para dentro, enquanto o pai dele, aliás, foi deixar a dona Eva em casa para continuar a farra. Rodolfo deixou Maurício na sala, profundamente dormindo, e já estava se despedindo quando me pediu um café para não acontecer com ele o mesmo que com meu marido de cair no sono no meio do caminho. Óbvio que não pude negar, e quando fui preparar, ele viu uma garrafa de tequila que tínhamos no bar e disse que era melhor um gole de álcool. Enquanto tomava, serviu um para mim e disse para brindarmos porque ele e meu marido tinham resolvido as diferenças, que ele o amava como um irmão e não sei mais o quê. Não sei como, o tempo passou sem eu perceber e já tinha bebido mais do que devia. A conversa com Rodolfo começou a ficar bem picante, onde ele, se achando o tal, contava histórias da relação sexual com a ex-mulher e com as amantes. A verdade é que ele estava me irritando mais do que o normal, mas ao mesmo tempo eu estava muito interessada em ouvir suas presunções e, longe de querer que ele fosse embora, queria que contasse mais (naquele momento, o álcool já tinha feito efeito). Ela tava meio estranha, meio que no tesão), começou a me dizer que eu era uma mulher muito bonita e inteligente e que ficava feliz que eu fosse a esposa do amigo dele. De repente, o celular dele tocou, era o pai dele falando que chegaria em 5 minutos. Rodolfo disse que ia esperar pra irem juntos, já que a festa tinha acabado. Desligou, levantou do balcão e falou: "Já vou, Diana, se cuida". Ele se aproximou pra se despedir de mim, quando chegou perto pra me dar um beijo na bochecha, me segurou pela cintura. Eu, achando que era um abraço de despedida, me aproximei também, sem imaginar as intenções dele. Naquele momento, ele tentou me beijar na boca, o que instintivamente recusei. Mas a força que ele fazia não me deixava me afastar, porque ele me segurava firme pela minha cintura fina. Em segundos, ele já tinha me dado uns 5 beijos entre meus lábios, bochecha e nariz. Não sei o que aconteceu comigo, mas meio que correspondi ao beijo, abrindo um pouco a boca e suspirando. Foi questão de segundos até eu voltar à sanidade, conseguir me separar e na hora reclamar do que aconteceu: "EI, QUAL É A SUA?" "NÃO SE CONFUNDE, SOU UMA MULHER CASADA!" Ele, com um sorriso meio debochado no rosto, como se soubesse que faltou pouco pra me ter na mão, disse:
— Me desculpa, Diana, não sei o que deu em mim, mas tava morrendo de vontade, e pelo visto você também.
Eu explodi de raiva, porque como já falei, esse cara era um arrogante, e respondi:
— "TÁ LOUCO? NÃO SE CONFUNDE, NÃO SOU UMA DAS SUAS VAGABUNDAS, SOU UMA MULHER CASADA E ME RESPEITA! Melhor você ir embora da minha casa, se não quiser que eu acorde o Maurício e ele te quebre a cara."
— Uhhhh, acho que ele não vai acordar não, porque tá bem bebado, respondeu Rodolfo.
— "NÃO ME IMPORTA, VAI EMBORA AGORA MESMO, PORQUE SOU CAPAZ DE QUALQUER COISA!"
Não tinha terminado de falar essas palavras quando ele me segurou à força de novo e começou a me beijar outra vez. Dessa vez foi bem bruto, ele se jogou com todo o peso pra frente e me segurou pelos pulsos, me encurralando contra o Geladeira, claro que eu coloquei resistência, mas a força dele era muito maior que a minha, a ponto de estar me machucando (imaginem uma mulherzinha de 1,55m de altura e 53 quilos, contra um baita de um homem com mais de 1,80m e quase 100 quilos). Como pude, afastei minha boca da dele e, lutando, exclamei:
— RODOLFO, ME SOLTA PELO AMOR DE DEUS!!! NÃO VAI PASSAR DOS LIMITES!
— ME SOLTA QUE EU VOU GRITAR… ME SOLTA, SEU FILHO DA PUTA!
Enquanto a gente se debatia, ele começou a beijar meu pescoço, passava a língua por toda minha bochecha até tentar beijar minha orelha, sentia o bafo alcoólico dele enquanto ele babava todo o meu pescoço, a barba dele arranhava e fazia cócegas ao mesmo tempo, sentia a respiração dele como a de um animal, como um touro nos poros da minha pele e, sem saber por quê, meu ritmo cardíaco acelerou tanto que eu comecei a sentir um certo erotismo em tudo que estava acontecendo. Não sei o que deu em mim, nunca tinha me sentido assim, mas aquele beijo e aquela dominação do Rodolfo sobre mim mexeram comigo. Minha pele já estava toda arrepiada, me sentia muito nervosa, agitada, com tesão e com uma adrenalina danada percorrendo meu corpo inteiro. E se a gente soma isso ao álcool que eu tinha bebido, era questão de tempo para se libertar em mim aquela sensação de desejo proibido, a sensação de uma fantasia escondida, um instinto selvagem no qual uma Dama no sentido mais puro da palavra acaba se transformando NA MAIOR DAS PUTAS. Naquele momento, me transformei em outra pessoa, comecei a corresponder aos beijos do Rodolfo, a gente se fundiu num beijo muito apaixonado onde nossas línguas se entrelaçaram e nossos lábios se mordiam. Ao ver que a força já não era mais necessária, Rodolfo foi soltando minhas mãos aos poucos e passou uma para minha cintura e a outra para minhas bundas por cima do vestido. Eu não sabia o que fazer, só fechei meus olhos e minhas mãozinhas ficaram lá embaixo por uns instantes enquanto a gente continuava se beijando. Depois de uns dois minutos, com os braços dele, ele me convidou a passar os meus pelo pescoço dele para me abraçar, e em instantes, já sem nenhuma... Sem oposição da minha parte, levantei o vestido, deixando minhas nádegas firmes à mostra. Senti as mãos ásperas dele se apossarem dos meus quadris e, aos poucos, descerem acariciando também minha calcinha fio-dental. Eu estava adorando aquela siriricada violenta que ele estava me dando. Não podia acreditar que eu estava ali, daquele jeito, e ainda por cima gostando. De repente, senti num movimento de mãos ele puxar meu vestido pelos ombros, me deixando só de sutiã, enquanto eu acariciava os poucos cabelos que restavam na nuca dele. Eu estava perdida, embora ainda me viessem pequenos sinais, pensamentos de arrependimento (imaginem que eu estava prestes a deixar de ser a esposa fiel, a dama exemplar e boazinha, para me transformar em mais uma amante daquele homem gordo e feio, ex-sócio do meu marido, mas que ao mesmo tempo também era inimigo dele). Enquanto ele massageava minhas nádegas, parei de abraçá-lo e, por um instante, pensei em me afastar, mas a tesão me traiu de novo e, longe de me distanciar, coloquei as mãos no peito dele. Comecei a abrir a camisa aos poucos. Vi que Rodolfo tinha muito pelo no peito, parecia um gorila, pois tinha uns peitos enormes, peludos e, claro, uma barriga bem grande (era o cúmulo com aquela imagem; em qualquer outro dia, teria sentido nojo, jamais nos meus cinco sentidos imaginei sentir tanta atração por um homem com as características do Rodolfo, mas naquele dia eram essas características tão comuns e tão pouco atraentes que me excitavam pra caralho). O cheiro dele era de suor, porque tinha dançado a noite toda e, por ser obeso, suava até sem fazer exercício, mas também tinha cheiro de colônia masculina de gosto duvidoso. Tudo isso me deixava hipnotizada, como em choque, era uma espécie de atração por um polo totalmente oposto ao meu. Senti a virilha dele roçar na minha, senti algo duro, o pau do Rodolfo parecia muito grande e muito grosso. Entre os beijos, as carícias e sentir o volume dele entre minhas pernas, comecei a dar uns gemidinhos baixos… mmmm mmmmm. ahhhhhh
depois de vários minutos nos beijando e ele me apalpando, as mãos dele subiram pros meus peitos e com muita habilidade desabotoou meu sutiã, deixando meus peitos livres. começou a apertar meus seios com a mão toda grossa dele, com o polegar começou a brincar com um dos meus mamilos, depois, sem pensar, parou de me beijar pra chupar o outro que não tava segurando. chupava de um jeito bem bruto, fazia muito barulho ao lamber com tanta baba, sentia a língua dele passando por toda a circunferência do meu mamilo e auréola. minha respiração ficou muito intensa, de um lado ele aspirava o frescor e a limpeza do meu corpo cheio de desodorante e perfumes caros, enquanto eu só conseguia sentir uma sensação bucal nojenta com o hálito dele de vinho e comida.
Rodolfo continuou com a boca nojenta dele, mamava meus peitos igual um bezerro, deixando eles encharcados de baba. mordia, chupava, lambia tudo sem deixar um centímetro sem cuspir. a boca dele fazia movimentos de sucção que quase arrancavam meu mamilo. aqui eu faço um parêntese (meus mamilos são meu ponto fraco, me excita demais chuparem meus peitos, de verdade EU AMO!!) de repente ele se afastou e, meio eufórico, falou:
— olha que peitos lindos você tem, Diana, são deliciosos e enormes, que mamilos gostosos você tem.
— nunca tinha provado umas tetas assim, estão uma delícia!!! é um tesão!!
apesar do tamanho dos meus seios, eles não eram caídos, pelo contrário, meus mamilos eram durinhos, rosados, e minha auréola era bem grande.
agora ele levantou meu vestido, deixando ele como um cinto, se afastou um pouco pra me olhar e disse:
— olha só que calcinha fio dental sexy que você tá usando, Diana, você é uma putinha gostosa mesmo.
eu não dizia nada, só respirava ofegante, suava na minha entreperna, debaixo dos meus peitos e nas minhas costas.
ele se aproximou de novo pra me beijar, e eu correspondi ao beijo. colocou a mão na minha buceta por cima da calcinha, começou a esfregar, depois enfiou a mão dentro da minha calcinha, os dedos grossos dele foram... abrindo caminho pela minha buceta, quando me dei conta já tinha eles dentro da minha partezinha íntima e até uns minutos atrás fiel, eu tava super gostosa, excitadíssima como nunca na vida, já saíam gemidos de prazer e meus peitos pareciam explodir de tão duros que estavam. De novo minha cabeça mandou um sinal me avisando que eu era uma mulher casada e que aquilo era um erro grave, mas o fogo que acendia no meu corpo inteiro rapidamente tratava de sumir com qualquer sintoma de arrependimento.
- ahhhhh rodolfooo nãooooo, isso não tá certo, para por favor.
- sou casadaaa e amooo meu marido
- por favor para!!!
Tudo isso enquanto eu já gozava com os dedos lá dentro, porque entraram na minha buceta com certa facilidade já que eu tava bem lubrificada de tão excitada, tava adorando pra caralho, então comecei a rebolar, me mexia no ritmo dos dedos dele e claro sem parar de ofegar.
Ele continuava com os beijos e eu correspondia, misturava os beijos com a dedada na minha buceta e a apalpada na minha bunda. E eu misturava beijos, com ofegos, gemidinhos e sussurros onde pedia pra ele me largar.
Obviamente tudo era muito contraditório, porque eu pedia pra me largar, mas continuava beijando ele e me mexendo no ritmo dos dedos dele.
- nãooooo, não tá certo. Me soltaaaaa, me largaaaaa pelo amoooor
- vai emboraaaa, vaiiiii logo
- sou casada rodolfoooo, não faz isssso
Naquele momento ele se afastou, eu fiquei tipo em choque, pensei que ele tinha me ouvido e ia parar, embora a verdade fosse que era a última coisa que eu queria.
Quando eu tava prestes a perder toda a dignidade e dessa vez ser eu quem me oferecesse, ele desabotoou a calça, abaixou o zíper e de dentro de uma cueca de lycra tirou o pau, era um pauzão grande, grosso, moreno e principalmente muito peludo, na hora fiquei completamente hipnotizada, sabia o que vinha, mas eu, mais por instinto ou por vergonha, por querer continuar no meu papel de mulher fiel, tapei meus peitos com a mão, mas não fiz mais nada, não Só reagi, fiquei parada esperando o Rodolfo me convidar pra descer e provar a coisona dele. Ele me beijou de novo, me segurando só pela cintura e pelos quadris, e encostou o pau dele na minha pélvis (agora só separava a gente o tecidinho semitransparente da minha calcinha fio dental). Com a mão dele, ele pegou a minha e levou até o pau dele. Minha mãozinha era totalmente diferente da dele (macia, pequena, dedinhos finos, unhas limpas e, principalmente, com a pele bem clarinha). Toquei com uma certa timidez, mas segurando ele em toda a circunferência, só pela cabeça. Senti na palma da minha mão o pau dele já babando. O Rodolfo, sem soltar minha mãozinha, me mostrava o ritmo que queria que eu batesse uma pra ele. Ele soltou minha mão pra levar a dele de volta pro meu clitóris. Eu só olhava como minha mão batia uma praquele pau que não era do meu marido. Assim continuamos por uns minutos, num ritmo de beijos e punheta mútua. O pau dele, com o passar do tempo, foi crescendo e ficando mais duro e grosso.
— Assim, mamãe, que gostoso você bate uma pra mim... cê gosta, Diana? Cê gosta do meu pau? — ele perguntou.
— Siiiiiiim — sussurrei bem baixinho, sem parar de beijar ele.
De repente, ele me segurou pelo ombro, sem dizer uma palavra, e foi me abaixando devagar. Quase tremendo, desci até ficar de joelhos na frente daquele pedaço de carne. Eu vi, me aproximei, cheirei ele e foi a última vez que ofereci qualquer resistência. Levantei a cara e olhei nos olhos dele com cara de menina prestes a comer um doce.
— Come ele, mamãe, quero que você me chupe.
— NÃOOOO, O QUE TÁ ACONTECENDO COMIGO? ISSO NÃO TÁ CERTO.
Eu dizia tudo isso fechando os olhos e suspirando na frente de um membro completamente ereto, aspirando o cheiro mais masculino que meu nariz já tinha sentido em toda a minha vida.
— Rodolfo, não... isso não tá certo... Não sei o que tá acontecendo comigo, eu não sou assim. Não sei o que deu em mim, mas eu não sou assim. Melhor a gente parar.
Rodolfo segurava o pau dele e batia uma enquanto me dizia:
— Eu sei que você quer, mamãe, se olha, você tá toda tesuda... tá morrendo de vontade de provar, então aproveita, é todo seu, Diana.
— Me fala com sinceridade, Diana. Quer que eu vá embora?
Sem responder sim ou não, eu disse:
— Maaaas eu sou casada e o Maurício tá ali dormindo. Não posso trair ele.
— Sério, isso não tá certo.
Falava tudo isso sem mudar de posição, eu continuava de joelhos com o rosto na altura daquele pinto fedorento, como quem não quer ir embora. Mas por causa da minha educação, me segurava pra tomar a iniciativa.
Ele percebeu que eu tava excitadíssima e, verdade seja dita, eu queria provar de tudo, morria de vontade de chupar ele. Então, usando a psicologia inversa, ele deu um passo pra trás e falou:
— Cê tem razão, Diana, melhor eu ir! Acho que isso não tá certo!
Começou a guardar o pinto e como se fosse abotoar a calça.
Quando ele se afastou, meu coração batia a mil, não sabia o que fazer. Minha mente talvez dissesse que era o melhor, mas pooooorra, meu corpo exigia que eu soltasse meu instinto selvagem e me entregasse pra aquele safado. Num instante, como hipnotizada, puxei ele pelas pernas, como se me arrependesse do que tinha dito, e soltei um murmúrio baixinho:
— Nãoooooo
— Não, espera, não vai embora… O que eu tinha dito? Aquilo era a autorização pra minha perdição. Rodolfo só sorriu, como quem pensa que funcionou, e falou:
— Já que você também quer, Dianita, mas fica bancando a santinha!!
Dito isso, ele não hesitou mais, sabia que já tinha me dominado e que não tinha volta. Me pegou pelo cabelo e me aproximou do pinto dele, que já tava soltando um líquido pré-seminal na ponta. Depois, empurrou ele contra meus lábios ainda fechados, aí se afastou e deixou ele ali, a uns 5 centímetros da minha boca e nariz. Ele queria que eu me atrevesse. Eu entendi o recado e coloquei a língua pra fora, aproximei daquela cabecinha vermelha que parecia que ia explodir, senti ela na ponta da língua e me afastei. Um fiozinho daquele líquido viscoso era a única coisa que nos unia. Levei a língua pra dentro da boca e comecei a saborear. Fiquei assim uns instantes sem dizer nem fazer nada, até que ele perguntou:
— Gostou??
Não respondi nada, só coloquei a língua de novo e, em movimentos circulares, comecei a babar a cabeça dele como se fosse um pirulito. como se fosse sorvete de limão, depois enfiei tudo na boca, tirei e com minha língua passei por todo o pau até chegar nas bolas peludas dele, o cheiro muito forte, tão penetrante que senti tomar conta de mim, era de suor e mijo bem rançoso, quando meu marido cheira assim mando ele lavar na hora, mas longe de me incomodar com Rodolfo, aquele cheiro me deixava louca, me fascinava, sentia que era cheiro de macho de verdade, chupei ele uns dois minutos, chupando, beijando, batendo punheta, odiava chupar o saco do meu marido porque não gosto da sensação dos pelos na minha boca e nariz, mas Rodolfo não pediu, ele mandou e eu obediente passei minha língua toda pela pelança volumosa dele, enquanto isso ele puxava meus bicos e minha buceta escorria de tão molhada que já tava. Sério, eu já tava tipo possuída, em outro mundo, um mundo desconhecido pra mim, um mundo de perversão e selvageria. Nisso o telefone dele tocou, ele atendeu e ouvi que era o pai dele, enquanto eu continuava fazendo o oral sem me abalar, ele disse que já tava saindo, se afastou de mim pra subir as calças enquanto eu escorria tudo pelo queixo, não sabia o que fazer, eu tava ajoelhada aos pés dele seminuazinha como se fosse escrava dele, por um lado pensei que era melhor ele ir embora logo, mas por outro queria que aquele pau grosso me fizesse dele, ele abotoou a calça e a camisa e falou:
-me espera, vou dizer pro meu pai ir embora e volto. Não se mexe, Diana.
Eu não falei nada, fiquei ajoelhada com os peitos de fora, a bunda no ar, só de fio dental, a boca e a buceta bem molhadas, tava excitadíssima, toda quente e com certeza Rodolfo ia me comer na minha casa como qualquer uma das amantes dele, só balancei a cabeça feito uma putinha que diz sim pro dono dela.
Rodolfo saiu e eu tava em choque, não acreditava no que tava rolando, naquela hora só pensava em que o ex-sócio do meu marido voltasse.
Demorou uns dez minutos, eu começava a cair em si e também em Desesperação... de repente a porta se abriu e minha cara de preocupação mudou pra uma expressão de gratidão e alívio...
- Já voltei, Diana. Atrasei?
Com um sorriso nervoso e cheio de safadeza, respondi:
- Um pouquinho...
Eu já tava sentada no sofá da sala, a poucos metros do Maurício, meu marido. Ele sentou do meu lado e tentou me beijar de novo. A pausa tinha me deixado pensativa, sentia que ainda dava tempo. Correspondendo aos beijos, falei pra ele ir embora, que não queria trair o Maurício, que era melhor assim. E ele respondeu:
- Ah, mamãe, se já traiu ele... ou chupar o pau de outro homem não é traição? Já pecou, mamacita, e ainda por cima curtiu tanto quanto eu tô curtindo agora.
- Não sei por que você se faz de santa, se no fundo é uma putinha...
Essas palavras me deixaram descontrolada. Ele tinha razão, eu já tinha jogado fora meu ideal de esposa perfeita, fiel e respeitável, pra me transformar em mais uma aventura do velho obeso, ex-sócio do meu marido.
Rodolfo era muito bom com a mente. Enquanto me fazia pensar, continuava me tocando e beijando. Eu me acendi de novo, mas acho que com muito mais intensidade. Ele me deitou nos almofadões do sofá, levantou meu vestido até a cintura, puxou minha calcinha pro lado com a intenção de chupar minha buceta e abriu minhas pernas. Não sei como, acabei mexendo uma delas e quase derrubei um porta-retratos. Por isso, falei pro Rodolfo que era melhor a gente ir pro meu quarto. Sim, pro quarto onde eu passava as noites como esposa fiel, como senhora respeitável, na cama onde dormia com o Maurício. Pensei em me arrepender de novo, mas minha parte mais safada disse que já tinha feito merda, já tinha chupado o pau do Rodolfo e que, em vez de me sentir culpada, era melhor aproveitar. Afinal, já tinha me comportado mal, já tinha pecado. Subimos pro quarto nos beijando o caminho inteiro, como se fôssemos adolescentes no auge do romance. Quando chegamos no quarto, Rodolfo tirou toda a minha roupa e eu tirei a dele. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a me dedilhar. tava super molhada, aí ele se ajoelhou e enfiou a cara entre minhas pernas até a boca dele ficar na minha buceta, passou a língua no meu clitóris, chupava ele, depois passava a língua babada por toda a minha parte feminina de cima pra baixo, sentia os pelinhos da barba dele arranhando enquanto ele dizia:
- Que buceta gostosa você tem, Diana!!
- Você é uma princesa, uma rainha!! Quantas vezes sonhei com esse dia, quantas vezes me imaginei tendo você assim de pernas abertas, vendo sua xereca, me imaginava e batia uma sempre pensando em você, em te comer, em você me chupar e me dar a bunda, mas isso supera qualquer sonho. Eu só gemia de prazer, e com minhas unhas me agarrava na colcha da cama, estava em outro mundo, amava o que Rodolfo estava fazendo comigo!!!
- ohohhhohhhhahahhhahhha ha
Já só se ouviam meus gemidos e o som da língua dele no molhado da minha intimidade..
- ahhhhhhmmmmmmmm ayyyyy que gostoso! Ahhhhhh com gritinhos e sussurros eu expressava o quanto estava gostando.
- ahhhh, ayyyyy que gostoso!!! Ahhhhhh assimmmmm
E Rodolfo só sussurrava como se estivesse conversando com minha buceta
- que delíciaaaa, que xereca gostosa
Ele parou de me chupar e se deitou na cama e me convidou pra fazer um 69, me ajustou os quadris de um jeito que minha vulva ficou na cara dele e o pau dele na minha boca, verdade é que nunca tinha feito isso porque meu marido gostava que eu chupasse ele, mas ele não gostava de chupar minha buceta, achei muito estranho estar em cima de um homem tão gordo, grande e peludo. Eu estava nas nuvens, os pelos da barba dele faziam cócegas nas minhas coxas, eu enquanto isso engolia os pelos pubianos dele cada vez que chupava o pau moreno dele, enquanto me chupava ele falava coisas lindas como:
- Diana, você é muito gostosa, é uma deusa, sempre quis te comer… Sério, você sempre foi meu sonho, minha fantasia, várias vezes bati uma pensando em você e agora é você quem bate uma pra mim e me chupa. Sempre invejei o Maurício pela esposa que ele tem, mas nunca pensei que você fosse tão safada e tão fácil.
Depois as coisas esquentaram e ele começou a me insultar
-sempre soube que você era uma mosca morta, mas nunca imaginei que fosse tão putona. Tá vendo que você adora uma pica!!!
Enquanto não parava de me chupar e dedilhar, eu, como possuída, não parava de chupar o pauzão dele.
-que buceta gostosa você tem, tá gostando? quer que eu meta a pica logo, mamãe?
Eu, que não tinha dito uma palavra, respondi sussurrando:
-ohohohohohhohohoh, sim Rodolfo, eu gosto e gosto muito, já mete, já me come!!!Siiim?
-grita putinha, grita!! Pede a pica aos berros, sua gata!! Ele dizia enquanto me virava de lado e se levantava pra me colocar de quatro na cama e dar palmadas na minha bunda. Naquele momento eu já implorava pra ele meter.
Ele se levantou, levou a mão à boca, cuspiu um pouco e passou a saliva na minha buceta, encaixou o pau entre minhas pernas sem meter ainda e de repente “Tas” “Tas” 2 palmadas sonoras ecoaram no quarto, deixando minha bunda vermelha e dolorida. Enquanto me perguntava de novo: já quer pica, Dianita?
-siiiiiiii
-siiim meu amor!!! falei com a voz embargada de novo, quase sussurrando
-“já papaiiiii mete”
-não te ouço, vagabunda, “grita” “pede” senão não meto
-já mete, me come, quero que me faça sua mulher.
-“mais alto”
-ME COME PELO AMOR DE DEUS MEU AMOR! METE BEM FUNDO PAI, QUERO QUE META TÃO FUNDO QUE EU SINTA BATER NO MEU ÚTERO, PELO AMOR DE DEUS MEU AMOR ME COME COM SEU PAUZÃO! AAAAAYYYYYYYY JÁÁÁÁ PELO AMOR DE DEEEEEUS!!! JÁ DÁ PICA!!! QUERO PICA!!!
Eu já tinha perdido toda a dignidade, não me importava mais nada, só queria que naquele momento Rodolfo fizesse de mim o que quisesse.
Ele encaixou a pica na entrada da minha buceta, como se estivesse brincando comigo, passando pra cima e pra baixo e enfiando só a cabeça e tirando, umas 3 ou 4 vezes, já me deixou ansiosa, não tinha dúvida que Rodolfo era um amante experiente, sabia como deixar uma mulher a mil e fazer ela implorar pra ser penetrada, ele acariciava meu clitóris com dois dedos em forma de Circular, depois passava de cima pra baixo de novo e me dava tapas na bunda com o pau dele bem duro e ereto, quando de repente ele cuspiu de novo entre minhas nádegas e sem mais nem menos enfiou tudo de uma vez, ahhhhhhhhhhh ayyyyyyy dói!!! Gritei... Mas ele nem ligou, senti uma dor forte no começo, mesmo estando super lubrificada, ele deu duas enfiadas bem fortes e rápidas, depois foi bem devagar, aos poucos aumentando a intensidade, quando senti ele no fundo, gritei de novo:
-ahhhh tá doendoooo, devagarinhooo meu amor!!
-ohhhhahghghgh
E ele, sem se importar com meu desconforto, voltou com tudo e só respondeu:
-fica tranquila, putinha, só se acostuma e depois não vai querer que eu tire!!
Depois disso, ele deu mais 2 ou 3 enfiadas rápidas e mais umas palmadas na bunda.
-que apertadinha você tá, Diana, que porra de gostosa
Ele se inclinou um pouco pra tentar pegar meus peitos, começou a montar em mim, sentia a barriga peluda dele na minha costa e as bolas dele batendo na minha bunda, naquele momento tudo começou a mudar, a dor que eu sentia lá embaixo ficou pra trás, agora tinha um fogo intenso impossível de apagar, nunca tinha me sentido assim, era um prazer quase indescritível, e claro que meus gemidos viraram expressões de prazer e felicidade...
-eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, a ofegar, a dar gritinhos, comecei a me mexer até sentir de repente o pau dele, senti como se ele me partisse, mas eu gostava, uma mistura de prazer e dor
-ahhhhhhh QUE GOSTOSO!!! Uhhhhhh me dáaaaaaa, fodeeeeeee, fode-meeee forteeee
-ayyyyyy assimmmmm, ayyyyyyyy assiiiiimmmmm papaiiiiiiiii me dááááááááá
-me dááááááááá maaaaaaais, ahhhhhhahhhhhhh QUE GRANDE QUE VOCÊ TEM MEU AMOR!!
-mmmmmmm quero pirocaaaaaa, eu amoooooo
-me dáááá meu amorrrrr, fode-meeee assiiiiim
-você me enlouquece com sua pirocaaaaaaaa
-caralho que rabão você tem, Diana!! é bem gostoso, levanta mais, vadia!!!
-mexe mais, mamãe, mexe mais essa bunda
Abri meus olhos e de repente me vi no espelho Do meu quarto, a imagem era quente pra caralho, a esposa fiel sendo comida por quem até algumas horas atrás era o inimigo do meu marido, e não só isso, eu na posição de cachorra com minhas tetas balançando pra todo lado por causa das estocadas que eu levava e minha bunda branca aberta e empinada em todo seu esplendor, totalmente submissa sendo montada por um homem que me dava nojo e que não tinha um pingo de atrativo, mas que me comia como nunca com aquela pica morena dele, o contraste de cores era muito evidente, isso me encantava (os dois únicos namorados que tive foram loirinhos de pele clara e traços finos, e ter em cima de mim um homem moreno, feio e que ainda me caía mal dava o toque de tesão que me matava), era como aquela fantasia escondida que eu tinha de um homem feio me fazer sua, uma espécie de desejo reprimido que naquele momento saía de mim e me transformava por completo. Sentia o hálito quente dele na minha nuca, sua baba e seu suor caindo na minha pele macia, sempre hidratada por cremes caros.
Fechei meus olhos mais uma vez para aproveitar o momento, minha buceta estava super molhada, a sensação era deliciosa. De novo, as mãos ásperas do Rodolfo seguraram minha cintura, depois foram devagar pros meus ombros pra meter mais forte, aí diminuiu um pouco a intensidade, senti ele tocando meus bicos dos peitos, eu tava a mil, não sabia o que tava rolando porque ele também me dava tapas na bunda pra caralho sem parar de me comer. Abri meus olhos, olhei pra trás e, oh surpresa!!! Seu Faustino, o pai do Rodolfo, e Daniel, o filho dele, estavam no meu quarto. O velho já estava só de cueca e pegando nas minhas tetas. Não soube o que fazer, com certeza o Rodolfo contou pra eles quando saiu e disse como eu tava, e deixou a porta entreaberta. Rodolfo não parou as estocadas, mas eu sim. Me afastei instintivamente e, pelo pouco pudor que ainda me restava, tampei meus peitos e, sentada na cama, com a voz entrecortada, consegui falar:
— Seu Faustinooo, o que cê tá fazendo aquiiii?
— Nada, filha, só admiramos sua beleza gostosa. Corpinho e vendo como te comem, deixa eu te falar que você é uma rainha, uma potranca bem fina.
— Como é que vocês acham que deviam estar aqui? É melhor irem embora já!! — exclamei.
— Não tem nada não, mocinha, Rodolfo também não devia estar aqui e olha como ele te tem bem enfiada.
Rodolfo me pegou pelo braço e me puxou pra perto dele enquanto o velho me dizia:
— Fica tranquila que ninguém vai ficar sabendo, meu neto e eu também queremos que você dê a bunda, eu também quero te comer!!!
— Nããão, seu Faustino, como é que pode! Sou uma mulher casada.
— Kkkkkkkkkkkkk — ele deu uma gargalhada —, não fala merda, Dianita. Para de se fazer de santinha, filhinha.
— Se olha no espelho, Dianita, para de falar besteira e aceita: você é uma puta infiel… uma rabuda, vagabunda que adora uma pica, sim ou não, você adora a vara, sua putinha!!!
Eu não disse nada, o que eu podia dizer se estava pelada no meio da minha cama de casada transando com um homem que não era meu marido? Tava à mercê daqueles três homens. Naquele momento, eu não era nada além de uma cadela no cio, pronta pra ser comida por qualquer macho no cio que estivesse naquele quarto.
Seu Faustino tirou a pica da cueca (não dava pra acreditar, era maior que a do Rodolfo, e ainda tava dura apesar da idade daquele velho, os ovos também eram peludos, mas cheios de cabelo branco).
— Vem, mamãe, sei que você quer chupar minha pica, vejo nos seus olhos de puta.
Rodolfo com força me deitou de novo, dessa vez de barriga pra cima e com as pernas totalmente abertas, e se jogou em cima de mim pra me penetrar de novo.
O velho aproximou o pinto fedorento da minha boca e eu no começo resisti um pouco pra abrir meus lábios, mas depois das metidas que o Rodolfo dava e de como ele acariciava meus mamilos, o velho foi cedendo aos poucos e eu comecei a chupar ele como uma desesperada. Agora sim, tava tudo errado: eu tinha a pica de dois velhos gordos e peludos, uma na boca e outra na buceta… E eu só gemia, gritava de prazer. Enquanto o filho do Rodolfo gravava tudo com o celular dele. -ahghgghghghghghg
Com uma mão eu apertava o lençol da minha cama e com a outra já segurava a pica do velho, com tudo e saco, quando não tava chupando, eu gemia, gritava e minha mãozinha cuidava de bater uma pra ele.
Naquele momento, já não ligava mais pra nada, não ligava se tavam me gravando, se iam me estuprar, se meu marido acordava, não ligava nem pra minha família, nem por ser mãe, nem por ser filha de família direita, nem por ser a esposinha modelo sempre fiel aos meus princípios… a única coisa que passava na minha cabeça naquela hora era ser a mulher de todos os males que viessem… tava tão no fogo que juro, o único que importava era QUE ME COMESSEM UMA VEZ E OUTRA, SEM LIGAR PRA QUEM ERA.
Eles sabiam disso, então enquanto um me comia, o outro enfiava a pica na minha boca e eu gritava pela casa toda sem medo nenhum de ser ouvida.
-queridãooooo!!!
-quero pica!!! Assim, mais ohhhhhhhgggggggggg
Minha garganta se engasgava com a pica do velho, eles só gritavam:
-você gosta, puta, gosta de como a gente te come? Responde, sua puta!! Gosta de como a gente te come??? Gosta de como a gente te dá pica??
-quem é teu macho, Diana, me responde?
Numa vez que fiquei sem a pica do velho na boca, consegui responder:
-você, meu amor, você é meu macho, me come gostoso! Adoro!!!
-e eu, filha? Disse o velho
-o senhor também, seu Faustino, sou sua puta e vocês são meus machos
-ahhhhhhhhhohhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-você é minha puta, fala, disse o velho
-sim, sou sua puta e o senhor é meu corno!!!
Tive um orgasmo enorme, na hora que senti a pica do Rodolfo pulsando, anunciando que ia gozar… naquele instante, não sei como, lembrei que tava nos meus dias férteis e gritei:
-goza fora, Rodolfo, não vai se esvaziar dentro de mim, tira que não tô me cuidando, tô nos meus dias férteis!!! Falei tudo isso sem parar de rebolar.
Claro que ele não me ouviu e, sem parar de me comer, gritou:
-ah, já se fodeu, mami, porque não trouxe camisinha e quero te comer assim. Quero gozar dentro!!! Quero encher sua buceta gostosa Buceta com meu leite, mamãe.
Rodolfo continuava me comendo e eu, claro, continuava me mexendo.
— Vou te deixar barriguda, minha rainha! Vou te engravidar pra você sempre lembrar desse dia, sempre lembrar de mim.
— Vou encher sua buceta de leite… até escorrer pelas suas nádegas.
E eu, sem parar de me enfiar no pau dele, só conseguia responder que não, sem parar de gemer.
— Nãoooo, Rodo, não goza dentro de mim, pooooor faaaaaavor.
— Já te falei que não, Dianita, você se fodeu e vou te encher toda.
E naquele momento ele meteu com mais força e mais velocidade enquanto eu engasgava com o pau do seu Faustino, que enfiou com força na minha boca como se fosse calar meus pedidos pra tirar aquilo da minha vagina.
E eu, sem medir as consequências dos meus atos, quando senti o pau dele inchar mais e ele enfiar com toda a força, fechei um pouco minhas pernas e com minhas coxas o abracei, o prendi, empurrando ele mais pra mim pra que me desse ainda mais forte e, num surto de êxtase, parei de chupar e gritei ofegante:
— Siiiiiiim, papaiiiiiito, me engravida, me enche toda, gostoso, me come duruuuuu, ahhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiii, me dá seu leiteeeeeee!!! Me enche todaaaaaaaaaaa… Me comeeeeeee, asiiiiiiiiiii, me dáaaaaaa, me encheeeeeee.
Naquele momento senti o leite quente dele nas minhas entranhas, jatos de sêmen inundaram minha vagina… Senti o esperma dele chegando até meu útero, eu estava com os olhos revirados e o corpo totalmente nas nuvens, pois tinha acabado de ter um orgasmo incrível… depois de mais algumas estocadas, a vara dele foi perdendo a dureza aos poucos e finalmente saiu sozinha, minha bucetinha inchada começou a escorrer a mistura do sêmen dele com meu orgasmo e tudo isso ficou sobre meu cu e sobre a colcha da minha cama de casal.
Eu fiquei deitada na minha cama com o corpo completamente suado por mim e pelos meus amantes, exausta mas ainda com as pernas abertas, seu Faustino tirou o pau da minha cara e logo foi me comer, do jeito que deu, me virou de lado, igual ao filho dele, sem nenhuma. Sutileza, eu deixei rolar, por razões óbvias. Sem dificuldade, fui até o fundo, assim ele me deu uns minutos enquanto Rodolfo me dava o pau dele pra chupar, pra eu limpar. Imediatamente fiquei excitada de novo, acreditem ou não, "EU QUERIA MAIS", EU NÃO TAVA SATISFEITA AINDA, além disso, o do velho era mais grosso, o que me dava ainda mais prazer, mesmo com minha buceta super lubrificada, entrando e saindo com certa facilidade, eu já não gritava, eu urrava com o que sentia…
- ahhhhhhhhhhhhhhhhh
- ohhhhhhhahhhhhhhhhh
- ahhhhhhhhh ……..ahhhhhhhhhh…………..ahhhhhhhhhhh ………queridooooooooo….siiiiiii……papitooooooooo……….siiiiiiiiii……..assiiiiiiiiii me dáaaaaa…..me dá pirocaaaa… me dá me dá maaaaaais…………ahhhhhhhhh……..me dááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááá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Olá, queridos leitores, meu nome é Diana, tenho 29 anos, sou de Guadalajara, sou uma mulher casada e, pra ser sincera, sou muito gostosa. Tenho 1,55m de altura, sou bonita, pele branca, olhos cor de mel, cabelo preto. Desde a adolescência me desenvolvi muito na parte da frente, tendo hoje um par de peitos bem grandes. Da mesma forma, tenho coxas e uma bunda de bom tamanho, ambos proporcionais ao meu corpo, sempre elogiados pelos homens. Dada essa descrição, nem preciso dizer que sou uma mulher que gosta de se vestir na moda e bem sensual, sempre com roupas de marca, sempre com unhas longas decoradas, cabelo bem arrumado e maquiada, claro. Sou assim mesmo quando vou só no supermercado e, acima de tudo, sou muito safada, pois adoro transar com meu marido (do jeito tradicional, mas bem quente). Apesar de gostar de ser muito sensual em todos os aspectos, sempre fui muito recatada e fina. Minha educação foi sempre muito ligada à religião e às famílias modelo. Eu cresci com a ideia de casar, ter uma família e ser fiel ao meu marido para sempre, seguindo os padrões da minha casa. Meu pai, um grande homem, íntegro, trabalhador e com boa posição financeira, e minha mãe, uma bela dama e senhora em toda a extensão da palavra. Sem contar também que estudei em escolas religiosas. Não fui muito de namorar, apesar de ser atraente para os homens, pois só tive dois relacionamentos: um na adolescência e meus quase 7 anos com Maurício, com quem perdi minha virgindade e depois acabei me casando. Tenho meu círculo de amigas com quem vou ao cassino, à academia ou tomar um café. Não vou a baladas a menos que seja com Maurício, embora ele não curta muito isso. Como vocês podem perceber, minha vida é muito tranquila e linda, por isso nunca passaria pela minha cabeça a ideia de trair meu marido, até aquele dia…
A história que vou contar aconteceu há Aproximadamente 4 meses, como comentei, sou casada há 4 anos com Maurício, que é um homem de 35 anos, muito bom, gostoso e trabalhador, e que me trata como uma rainha. Temos um filho de 3 anos e nosso casamento tem sido muito lindo. Maurício tem um pátio de carros seminovos que vai muito bem. Ele era sócio de Rodolfo e do pai dele, que foram amigos de longa data do meu marido, até o dia em que romperam a sociedade e praticamente se odiaram de morte. Devo dizer que, pessoalmente, tanto Rodolfo quanto o pai dele nunca me caíram bem, pois os considero pessoas mal-educadas, arrogantes, oportunistas e metidas. Além disso, sempre senti que Rodolfo tem muita inveja do meu marido, porque Maurício é muito bem-sucedido em todos os aspectos: é gostoso, alto, atlético, tem dinheiro e, claro, tem uma mulher linda como esposa.
Pra não prolongar a história, a sociedade terminou há cerca de 1 ano e, desde então, eles não se suportavam nem pintados. Mas há 4 meses, um amigo em comum deles se casou e nos convidou pra festa. Naquele dia, me arrumei como nunca, porque estava nos meus dias férteis e Maurício e eu tínhamos a ideia de ter outro filho, e nada melhor que uma noite como aquela. Então, deixamos o menino com uma das minhas irmãs. Coloquei um vestido vermelho de renda, muito elegante, mas sexy ao mesmo tempo, com um decote pronunciado que fazia meus peitos quase pularem pra fora. Usei um conjunto de lingerie preta de renda e uma tanga fio dental atrás, com um triângulo de renda na frente, saltos 10 e, claro, minha área do biquíni depiladinha e bem perfumada, só com um pouquinho de pelinhos...
Então, naquele dia, encontramos Rodolfo e o pai dele (Rodolfo é um homem de 43 anos, divorciado há 2 anos, moreno, gordo, muito alto, careca e peludo; o pai dele, Dom Faustino, é um homem de quase 70 anos, casado, embora trate a esposa como lixo, igual ao filho, gordo, careca e peludo). Pois bem, naquele dia, a festa estava rolando sem... Nenhum perrengue negativo, Maurício e eu estávamos nos divertindo, até que em um momento da festa, Rodolfo e o pai dele se aproximaram da mesa para conversar com meu marido e tentar resolver as diferenças entre os dois. Eles conversaram quase a noite toda e, já no final da festa, bem bêbados, combinaram de continuar em casa, o que eu recusei, porque isso significava acabar com nossos planos, além de eu nem suportar olhar para eles. Mas fazer o quê? Vocês sabem como os homens são teimosos quando estão bêbados. Saímos do cassino e pedi as chaves para o Maurício, porque eu ia dirigir, já que ele estava muito bêbado e eu só de boa. Então fomos para casa, mas no caminho Maurício pegou no sono. Quando chegamos, ele estava perdido de bêbado e dormindo no banco do carro. Aí Rodolfo se ofereceu para me ajudar a colocá-lo para dentro, enquanto o pai dele, aliás, foi deixar a dona Eva em casa para continuar a farra. Rodolfo deixou Maurício na sala, profundamente dormindo, e já estava se despedindo quando me pediu um café para não acontecer com ele o mesmo que com meu marido de cair no sono no meio do caminho. Óbvio que não pude negar, e quando fui preparar, ele viu uma garrafa de tequila que tínhamos no bar e disse que era melhor um gole de álcool. Enquanto tomava, serviu um para mim e disse para brindarmos porque ele e meu marido tinham resolvido as diferenças, que ele o amava como um irmão e não sei mais o quê. Não sei como, o tempo passou sem eu perceber e já tinha bebido mais do que devia. A conversa com Rodolfo começou a ficar bem picante, onde ele, se achando o tal, contava histórias da relação sexual com a ex-mulher e com as amantes. A verdade é que ele estava me irritando mais do que o normal, mas ao mesmo tempo eu estava muito interessada em ouvir suas presunções e, longe de querer que ele fosse embora, queria que contasse mais (naquele momento, o álcool já tinha feito efeito). Ela tava meio estranha, meio que no tesão), começou a me dizer que eu era uma mulher muito bonita e inteligente e que ficava feliz que eu fosse a esposa do amigo dele. De repente, o celular dele tocou, era o pai dele falando que chegaria em 5 minutos. Rodolfo disse que ia esperar pra irem juntos, já que a festa tinha acabado. Desligou, levantou do balcão e falou: "Já vou, Diana, se cuida". Ele se aproximou pra se despedir de mim, quando chegou perto pra me dar um beijo na bochecha, me segurou pela cintura. Eu, achando que era um abraço de despedida, me aproximei também, sem imaginar as intenções dele. Naquele momento, ele tentou me beijar na boca, o que instintivamente recusei. Mas a força que ele fazia não me deixava me afastar, porque ele me segurava firme pela minha cintura fina. Em segundos, ele já tinha me dado uns 5 beijos entre meus lábios, bochecha e nariz. Não sei o que aconteceu comigo, mas meio que correspondi ao beijo, abrindo um pouco a boca e suspirando. Foi questão de segundos até eu voltar à sanidade, conseguir me separar e na hora reclamar do que aconteceu: "EI, QUAL É A SUA?" "NÃO SE CONFUNDE, SOU UMA MULHER CASADA!" Ele, com um sorriso meio debochado no rosto, como se soubesse que faltou pouco pra me ter na mão, disse:
— Me desculpa, Diana, não sei o que deu em mim, mas tava morrendo de vontade, e pelo visto você também.
Eu explodi de raiva, porque como já falei, esse cara era um arrogante, e respondi:
— "TÁ LOUCO? NÃO SE CONFUNDE, NÃO SOU UMA DAS SUAS VAGABUNDAS, SOU UMA MULHER CASADA E ME RESPEITA! Melhor você ir embora da minha casa, se não quiser que eu acorde o Maurício e ele te quebre a cara."
— Uhhhh, acho que ele não vai acordar não, porque tá bem bebado, respondeu Rodolfo.
— "NÃO ME IMPORTA, VAI EMBORA AGORA MESMO, PORQUE SOU CAPAZ DE QUALQUER COISA!"
Não tinha terminado de falar essas palavras quando ele me segurou à força de novo e começou a me beijar outra vez. Dessa vez foi bem bruto, ele se jogou com todo o peso pra frente e me segurou pelos pulsos, me encurralando contra o Geladeira, claro que eu coloquei resistência, mas a força dele era muito maior que a minha, a ponto de estar me machucando (imaginem uma mulherzinha de 1,55m de altura e 53 quilos, contra um baita de um homem com mais de 1,80m e quase 100 quilos). Como pude, afastei minha boca da dele e, lutando, exclamei:
— RODOLFO, ME SOLTA PELO AMOR DE DEUS!!! NÃO VAI PASSAR DOS LIMITES!
— ME SOLTA QUE EU VOU GRITAR… ME SOLTA, SEU FILHO DA PUTA!
Enquanto a gente se debatia, ele começou a beijar meu pescoço, passava a língua por toda minha bochecha até tentar beijar minha orelha, sentia o bafo alcoólico dele enquanto ele babava todo o meu pescoço, a barba dele arranhava e fazia cócegas ao mesmo tempo, sentia a respiração dele como a de um animal, como um touro nos poros da minha pele e, sem saber por quê, meu ritmo cardíaco acelerou tanto que eu comecei a sentir um certo erotismo em tudo que estava acontecendo. Não sei o que deu em mim, nunca tinha me sentido assim, mas aquele beijo e aquela dominação do Rodolfo sobre mim mexeram comigo. Minha pele já estava toda arrepiada, me sentia muito nervosa, agitada, com tesão e com uma adrenalina danada percorrendo meu corpo inteiro. E se a gente soma isso ao álcool que eu tinha bebido, era questão de tempo para se libertar em mim aquela sensação de desejo proibido, a sensação de uma fantasia escondida, um instinto selvagem no qual uma Dama no sentido mais puro da palavra acaba se transformando NA MAIOR DAS PUTAS. Naquele momento, me transformei em outra pessoa, comecei a corresponder aos beijos do Rodolfo, a gente se fundiu num beijo muito apaixonado onde nossas línguas se entrelaçaram e nossos lábios se mordiam. Ao ver que a força já não era mais necessária, Rodolfo foi soltando minhas mãos aos poucos e passou uma para minha cintura e a outra para minhas bundas por cima do vestido. Eu não sabia o que fazer, só fechei meus olhos e minhas mãozinhas ficaram lá embaixo por uns instantes enquanto a gente continuava se beijando. Depois de uns dois minutos, com os braços dele, ele me convidou a passar os meus pelo pescoço dele para me abraçar, e em instantes, já sem nenhuma... Sem oposição da minha parte, levantei o vestido, deixando minhas nádegas firmes à mostra. Senti as mãos ásperas dele se apossarem dos meus quadris e, aos poucos, descerem acariciando também minha calcinha fio-dental. Eu estava adorando aquela siriricada violenta que ele estava me dando. Não podia acreditar que eu estava ali, daquele jeito, e ainda por cima gostando. De repente, senti num movimento de mãos ele puxar meu vestido pelos ombros, me deixando só de sutiã, enquanto eu acariciava os poucos cabelos que restavam na nuca dele. Eu estava perdida, embora ainda me viessem pequenos sinais, pensamentos de arrependimento (imaginem que eu estava prestes a deixar de ser a esposa fiel, a dama exemplar e boazinha, para me transformar em mais uma amante daquele homem gordo e feio, ex-sócio do meu marido, mas que ao mesmo tempo também era inimigo dele). Enquanto ele massageava minhas nádegas, parei de abraçá-lo e, por um instante, pensei em me afastar, mas a tesão me traiu de novo e, longe de me distanciar, coloquei as mãos no peito dele. Comecei a abrir a camisa aos poucos. Vi que Rodolfo tinha muito pelo no peito, parecia um gorila, pois tinha uns peitos enormes, peludos e, claro, uma barriga bem grande (era o cúmulo com aquela imagem; em qualquer outro dia, teria sentido nojo, jamais nos meus cinco sentidos imaginei sentir tanta atração por um homem com as características do Rodolfo, mas naquele dia eram essas características tão comuns e tão pouco atraentes que me excitavam pra caralho). O cheiro dele era de suor, porque tinha dançado a noite toda e, por ser obeso, suava até sem fazer exercício, mas também tinha cheiro de colônia masculina de gosto duvidoso. Tudo isso me deixava hipnotizada, como em choque, era uma espécie de atração por um polo totalmente oposto ao meu. Senti a virilha dele roçar na minha, senti algo duro, o pau do Rodolfo parecia muito grande e muito grosso. Entre os beijos, as carícias e sentir o volume dele entre minhas pernas, comecei a dar uns gemidinhos baixos… mmmm mmmmm. ahhhhhh
depois de vários minutos nos beijando e ele me apalpando, as mãos dele subiram pros meus peitos e com muita habilidade desabotoou meu sutiã, deixando meus peitos livres. começou a apertar meus seios com a mão toda grossa dele, com o polegar começou a brincar com um dos meus mamilos, depois, sem pensar, parou de me beijar pra chupar o outro que não tava segurando. chupava de um jeito bem bruto, fazia muito barulho ao lamber com tanta baba, sentia a língua dele passando por toda a circunferência do meu mamilo e auréola. minha respiração ficou muito intensa, de um lado ele aspirava o frescor e a limpeza do meu corpo cheio de desodorante e perfumes caros, enquanto eu só conseguia sentir uma sensação bucal nojenta com o hálito dele de vinho e comida.
Rodolfo continuou com a boca nojenta dele, mamava meus peitos igual um bezerro, deixando eles encharcados de baba. mordia, chupava, lambia tudo sem deixar um centímetro sem cuspir. a boca dele fazia movimentos de sucção que quase arrancavam meu mamilo. aqui eu faço um parêntese (meus mamilos são meu ponto fraco, me excita demais chuparem meus peitos, de verdade EU AMO!!) de repente ele se afastou e, meio eufórico, falou:
— olha que peitos lindos você tem, Diana, são deliciosos e enormes, que mamilos gostosos você tem.
— nunca tinha provado umas tetas assim, estão uma delícia!!! é um tesão!!
apesar do tamanho dos meus seios, eles não eram caídos, pelo contrário, meus mamilos eram durinhos, rosados, e minha auréola era bem grande.
agora ele levantou meu vestido, deixando ele como um cinto, se afastou um pouco pra me olhar e disse:
— olha só que calcinha fio dental sexy que você tá usando, Diana, você é uma putinha gostosa mesmo.
eu não dizia nada, só respirava ofegante, suava na minha entreperna, debaixo dos meus peitos e nas minhas costas.
ele se aproximou de novo pra me beijar, e eu correspondi ao beijo. colocou a mão na minha buceta por cima da calcinha, começou a esfregar, depois enfiou a mão dentro da minha calcinha, os dedos grossos dele foram... abrindo caminho pela minha buceta, quando me dei conta já tinha eles dentro da minha partezinha íntima e até uns minutos atrás fiel, eu tava super gostosa, excitadíssima como nunca na vida, já saíam gemidos de prazer e meus peitos pareciam explodir de tão duros que estavam. De novo minha cabeça mandou um sinal me avisando que eu era uma mulher casada e que aquilo era um erro grave, mas o fogo que acendia no meu corpo inteiro rapidamente tratava de sumir com qualquer sintoma de arrependimento.
- ahhhhh rodolfooo nãooooo, isso não tá certo, para por favor.
- sou casadaaa e amooo meu marido
- por favor para!!!
Tudo isso enquanto eu já gozava com os dedos lá dentro, porque entraram na minha buceta com certa facilidade já que eu tava bem lubrificada de tão excitada, tava adorando pra caralho, então comecei a rebolar, me mexia no ritmo dos dedos dele e claro sem parar de ofegar.
Ele continuava com os beijos e eu correspondia, misturava os beijos com a dedada na minha buceta e a apalpada na minha bunda. E eu misturava beijos, com ofegos, gemidinhos e sussurros onde pedia pra ele me largar.
Obviamente tudo era muito contraditório, porque eu pedia pra me largar, mas continuava beijando ele e me mexendo no ritmo dos dedos dele.
- nãooooo, não tá certo. Me soltaaaaa, me largaaaaa pelo amoooor
- vai emboraaaa, vaiiiii logo
- sou casada rodolfoooo, não faz isssso
Naquele momento ele se afastou, eu fiquei tipo em choque, pensei que ele tinha me ouvido e ia parar, embora a verdade fosse que era a última coisa que eu queria.
Quando eu tava prestes a perder toda a dignidade e dessa vez ser eu quem me oferecesse, ele desabotoou a calça, abaixou o zíper e de dentro de uma cueca de lycra tirou o pau, era um pauzão grande, grosso, moreno e principalmente muito peludo, na hora fiquei completamente hipnotizada, sabia o que vinha, mas eu, mais por instinto ou por vergonha, por querer continuar no meu papel de mulher fiel, tapei meus peitos com a mão, mas não fiz mais nada, não Só reagi, fiquei parada esperando o Rodolfo me convidar pra descer e provar a coisona dele. Ele me beijou de novo, me segurando só pela cintura e pelos quadris, e encostou o pau dele na minha pélvis (agora só separava a gente o tecidinho semitransparente da minha calcinha fio dental). Com a mão dele, ele pegou a minha e levou até o pau dele. Minha mãozinha era totalmente diferente da dele (macia, pequena, dedinhos finos, unhas limpas e, principalmente, com a pele bem clarinha). Toquei com uma certa timidez, mas segurando ele em toda a circunferência, só pela cabeça. Senti na palma da minha mão o pau dele já babando. O Rodolfo, sem soltar minha mãozinha, me mostrava o ritmo que queria que eu batesse uma pra ele. Ele soltou minha mão pra levar a dele de volta pro meu clitóris. Eu só olhava como minha mão batia uma praquele pau que não era do meu marido. Assim continuamos por uns minutos, num ritmo de beijos e punheta mútua. O pau dele, com o passar do tempo, foi crescendo e ficando mais duro e grosso.
— Assim, mamãe, que gostoso você bate uma pra mim... cê gosta, Diana? Cê gosta do meu pau? — ele perguntou.
— Siiiiiiim — sussurrei bem baixinho, sem parar de beijar ele.
De repente, ele me segurou pelo ombro, sem dizer uma palavra, e foi me abaixando devagar. Quase tremendo, desci até ficar de joelhos na frente daquele pedaço de carne. Eu vi, me aproximei, cheirei ele e foi a última vez que ofereci qualquer resistência. Levantei a cara e olhei nos olhos dele com cara de menina prestes a comer um doce.
— Come ele, mamãe, quero que você me chupe.
— NÃOOOO, O QUE TÁ ACONTECENDO COMIGO? ISSO NÃO TÁ CERTO.
Eu dizia tudo isso fechando os olhos e suspirando na frente de um membro completamente ereto, aspirando o cheiro mais masculino que meu nariz já tinha sentido em toda a minha vida.
— Rodolfo, não... isso não tá certo... Não sei o que tá acontecendo comigo, eu não sou assim. Não sei o que deu em mim, mas eu não sou assim. Melhor a gente parar.
Rodolfo segurava o pau dele e batia uma enquanto me dizia:
— Eu sei que você quer, mamãe, se olha, você tá toda tesuda... tá morrendo de vontade de provar, então aproveita, é todo seu, Diana.
— Me fala com sinceridade, Diana. Quer que eu vá embora?
Sem responder sim ou não, eu disse:
— Maaaas eu sou casada e o Maurício tá ali dormindo. Não posso trair ele.
— Sério, isso não tá certo.
Falava tudo isso sem mudar de posição, eu continuava de joelhos com o rosto na altura daquele pinto fedorento, como quem não quer ir embora. Mas por causa da minha educação, me segurava pra tomar a iniciativa.
Ele percebeu que eu tava excitadíssima e, verdade seja dita, eu queria provar de tudo, morria de vontade de chupar ele. Então, usando a psicologia inversa, ele deu um passo pra trás e falou:
— Cê tem razão, Diana, melhor eu ir! Acho que isso não tá certo!
Começou a guardar o pinto e como se fosse abotoar a calça.
Quando ele se afastou, meu coração batia a mil, não sabia o que fazer. Minha mente talvez dissesse que era o melhor, mas pooooorra, meu corpo exigia que eu soltasse meu instinto selvagem e me entregasse pra aquele safado. Num instante, como hipnotizada, puxei ele pelas pernas, como se me arrependesse do que tinha dito, e soltei um murmúrio baixinho:
— Nãoooooo
— Não, espera, não vai embora… O que eu tinha dito? Aquilo era a autorização pra minha perdição. Rodolfo só sorriu, como quem pensa que funcionou, e falou:
— Já que você também quer, Dianita, mas fica bancando a santinha!!
Dito isso, ele não hesitou mais, sabia que já tinha me dominado e que não tinha volta. Me pegou pelo cabelo e me aproximou do pinto dele, que já tava soltando um líquido pré-seminal na ponta. Depois, empurrou ele contra meus lábios ainda fechados, aí se afastou e deixou ele ali, a uns 5 centímetros da minha boca e nariz. Ele queria que eu me atrevesse. Eu entendi o recado e coloquei a língua pra fora, aproximei daquela cabecinha vermelha que parecia que ia explodir, senti ela na ponta da língua e me afastei. Um fiozinho daquele líquido viscoso era a única coisa que nos unia. Levei a língua pra dentro da boca e comecei a saborear. Fiquei assim uns instantes sem dizer nem fazer nada, até que ele perguntou:
— Gostou??
Não respondi nada, só coloquei a língua de novo e, em movimentos circulares, comecei a babar a cabeça dele como se fosse um pirulito. como se fosse sorvete de limão, depois enfiei tudo na boca, tirei e com minha língua passei por todo o pau até chegar nas bolas peludas dele, o cheiro muito forte, tão penetrante que senti tomar conta de mim, era de suor e mijo bem rançoso, quando meu marido cheira assim mando ele lavar na hora, mas longe de me incomodar com Rodolfo, aquele cheiro me deixava louca, me fascinava, sentia que era cheiro de macho de verdade, chupei ele uns dois minutos, chupando, beijando, batendo punheta, odiava chupar o saco do meu marido porque não gosto da sensação dos pelos na minha boca e nariz, mas Rodolfo não pediu, ele mandou e eu obediente passei minha língua toda pela pelança volumosa dele, enquanto isso ele puxava meus bicos e minha buceta escorria de tão molhada que já tava. Sério, eu já tava tipo possuída, em outro mundo, um mundo desconhecido pra mim, um mundo de perversão e selvageria. Nisso o telefone dele tocou, ele atendeu e ouvi que era o pai dele, enquanto eu continuava fazendo o oral sem me abalar, ele disse que já tava saindo, se afastou de mim pra subir as calças enquanto eu escorria tudo pelo queixo, não sabia o que fazer, eu tava ajoelhada aos pés dele seminuazinha como se fosse escrava dele, por um lado pensei que era melhor ele ir embora logo, mas por outro queria que aquele pau grosso me fizesse dele, ele abotoou a calça e a camisa e falou:
-me espera, vou dizer pro meu pai ir embora e volto. Não se mexe, Diana.
Eu não falei nada, fiquei ajoelhada com os peitos de fora, a bunda no ar, só de fio dental, a boca e a buceta bem molhadas, tava excitadíssima, toda quente e com certeza Rodolfo ia me comer na minha casa como qualquer uma das amantes dele, só balancei a cabeça feito uma putinha que diz sim pro dono dela.
Rodolfo saiu e eu tava em choque, não acreditava no que tava rolando, naquela hora só pensava em que o ex-sócio do meu marido voltasse.
Demorou uns dez minutos, eu começava a cair em si e também em Desesperação... de repente a porta se abriu e minha cara de preocupação mudou pra uma expressão de gratidão e alívio...
- Já voltei, Diana. Atrasei?
Com um sorriso nervoso e cheio de safadeza, respondi:
- Um pouquinho...
Eu já tava sentada no sofá da sala, a poucos metros do Maurício, meu marido. Ele sentou do meu lado e tentou me beijar de novo. A pausa tinha me deixado pensativa, sentia que ainda dava tempo. Correspondendo aos beijos, falei pra ele ir embora, que não queria trair o Maurício, que era melhor assim. E ele respondeu:
- Ah, mamãe, se já traiu ele... ou chupar o pau de outro homem não é traição? Já pecou, mamacita, e ainda por cima curtiu tanto quanto eu tô curtindo agora.
- Não sei por que você se faz de santa, se no fundo é uma putinha...
Essas palavras me deixaram descontrolada. Ele tinha razão, eu já tinha jogado fora meu ideal de esposa perfeita, fiel e respeitável, pra me transformar em mais uma aventura do velho obeso, ex-sócio do meu marido.
Rodolfo era muito bom com a mente. Enquanto me fazia pensar, continuava me tocando e beijando. Eu me acendi de novo, mas acho que com muito mais intensidade. Ele me deitou nos almofadões do sofá, levantou meu vestido até a cintura, puxou minha calcinha pro lado com a intenção de chupar minha buceta e abriu minhas pernas. Não sei como, acabei mexendo uma delas e quase derrubei um porta-retratos. Por isso, falei pro Rodolfo que era melhor a gente ir pro meu quarto. Sim, pro quarto onde eu passava as noites como esposa fiel, como senhora respeitável, na cama onde dormia com o Maurício. Pensei em me arrepender de novo, mas minha parte mais safada disse que já tinha feito merda, já tinha chupado o pau do Rodolfo e que, em vez de me sentir culpada, era melhor aproveitar. Afinal, já tinha me comportado mal, já tinha pecado. Subimos pro quarto nos beijando o caminho inteiro, como se fôssemos adolescentes no auge do romance. Quando chegamos no quarto, Rodolfo tirou toda a minha roupa e eu tirei a dele. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a me dedilhar. tava super molhada, aí ele se ajoelhou e enfiou a cara entre minhas pernas até a boca dele ficar na minha buceta, passou a língua no meu clitóris, chupava ele, depois passava a língua babada por toda a minha parte feminina de cima pra baixo, sentia os pelinhos da barba dele arranhando enquanto ele dizia:
- Que buceta gostosa você tem, Diana!!
- Você é uma princesa, uma rainha!! Quantas vezes sonhei com esse dia, quantas vezes me imaginei tendo você assim de pernas abertas, vendo sua xereca, me imaginava e batia uma sempre pensando em você, em te comer, em você me chupar e me dar a bunda, mas isso supera qualquer sonho. Eu só gemia de prazer, e com minhas unhas me agarrava na colcha da cama, estava em outro mundo, amava o que Rodolfo estava fazendo comigo!!!
- ohohhhohhhhahahhhahhha ha
Já só se ouviam meus gemidos e o som da língua dele no molhado da minha intimidade..
- ahhhhhhmmmmmmmm ayyyyy que gostoso! Ahhhhhh com gritinhos e sussurros eu expressava o quanto estava gostando.
- ahhhh, ayyyyy que gostoso!!! Ahhhhhh assimmmmm
E Rodolfo só sussurrava como se estivesse conversando com minha buceta
- que delíciaaaa, que xereca gostosa
Ele parou de me chupar e se deitou na cama e me convidou pra fazer um 69, me ajustou os quadris de um jeito que minha vulva ficou na cara dele e o pau dele na minha boca, verdade é que nunca tinha feito isso porque meu marido gostava que eu chupasse ele, mas ele não gostava de chupar minha buceta, achei muito estranho estar em cima de um homem tão gordo, grande e peludo. Eu estava nas nuvens, os pelos da barba dele faziam cócegas nas minhas coxas, eu enquanto isso engolia os pelos pubianos dele cada vez que chupava o pau moreno dele, enquanto me chupava ele falava coisas lindas como:
- Diana, você é muito gostosa, é uma deusa, sempre quis te comer… Sério, você sempre foi meu sonho, minha fantasia, várias vezes bati uma pensando em você e agora é você quem bate uma pra mim e me chupa. Sempre invejei o Maurício pela esposa que ele tem, mas nunca pensei que você fosse tão safada e tão fácil.
Depois as coisas esquentaram e ele começou a me insultar
-sempre soube que você era uma mosca morta, mas nunca imaginei que fosse tão putona. Tá vendo que você adora uma pica!!!
Enquanto não parava de me chupar e dedilhar, eu, como possuída, não parava de chupar o pauzão dele.
-que buceta gostosa você tem, tá gostando? quer que eu meta a pica logo, mamãe?
Eu, que não tinha dito uma palavra, respondi sussurrando:
-ohohohohohhohohoh, sim Rodolfo, eu gosto e gosto muito, já mete, já me come!!!Siiim?
-grita putinha, grita!! Pede a pica aos berros, sua gata!! Ele dizia enquanto me virava de lado e se levantava pra me colocar de quatro na cama e dar palmadas na minha bunda. Naquele momento eu já implorava pra ele meter.
Ele se levantou, levou a mão à boca, cuspiu um pouco e passou a saliva na minha buceta, encaixou o pau entre minhas pernas sem meter ainda e de repente “Tas” “Tas” 2 palmadas sonoras ecoaram no quarto, deixando minha bunda vermelha e dolorida. Enquanto me perguntava de novo: já quer pica, Dianita?
-siiiiiiii
-siiim meu amor!!! falei com a voz embargada de novo, quase sussurrando
-“já papaiiiii mete”
-não te ouço, vagabunda, “grita” “pede” senão não meto
-já mete, me come, quero que me faça sua mulher.
-“mais alto”
-ME COME PELO AMOR DE DEUS MEU AMOR! METE BEM FUNDO PAI, QUERO QUE META TÃO FUNDO QUE EU SINTA BATER NO MEU ÚTERO, PELO AMOR DE DEUS MEU AMOR ME COME COM SEU PAUZÃO! AAAAAYYYYYYYY JÁÁÁÁ PELO AMOR DE DEEEEEUS!!! JÁ DÁ PICA!!! QUERO PICA!!!
Eu já tinha perdido toda a dignidade, não me importava mais nada, só queria que naquele momento Rodolfo fizesse de mim o que quisesse.
Ele encaixou a pica na entrada da minha buceta, como se estivesse brincando comigo, passando pra cima e pra baixo e enfiando só a cabeça e tirando, umas 3 ou 4 vezes, já me deixou ansiosa, não tinha dúvida que Rodolfo era um amante experiente, sabia como deixar uma mulher a mil e fazer ela implorar pra ser penetrada, ele acariciava meu clitóris com dois dedos em forma de Circular, depois passava de cima pra baixo de novo e me dava tapas na bunda com o pau dele bem duro e ereto, quando de repente ele cuspiu de novo entre minhas nádegas e sem mais nem menos enfiou tudo de uma vez, ahhhhhhhhhhh ayyyyyyy dói!!! Gritei... Mas ele nem ligou, senti uma dor forte no começo, mesmo estando super lubrificada, ele deu duas enfiadas bem fortes e rápidas, depois foi bem devagar, aos poucos aumentando a intensidade, quando senti ele no fundo, gritei de novo:
-ahhhh tá doendoooo, devagarinhooo meu amor!!
-ohhhhahghghgh
E ele, sem se importar com meu desconforto, voltou com tudo e só respondeu:
-fica tranquila, putinha, só se acostuma e depois não vai querer que eu tire!!
Depois disso, ele deu mais 2 ou 3 enfiadas rápidas e mais umas palmadas na bunda.
-que apertadinha você tá, Diana, que porra de gostosa
Ele se inclinou um pouco pra tentar pegar meus peitos, começou a montar em mim, sentia a barriga peluda dele na minha costa e as bolas dele batendo na minha bunda, naquele momento tudo começou a mudar, a dor que eu sentia lá embaixo ficou pra trás, agora tinha um fogo intenso impossível de apagar, nunca tinha me sentido assim, era um prazer quase indescritível, e claro que meus gemidos viraram expressões de prazer e felicidade...
-eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, a ofegar, a dar gritinhos, comecei a me mexer até sentir de repente o pau dele, senti como se ele me partisse, mas eu gostava, uma mistura de prazer e dor
-ahhhhhhh QUE GOSTOSO!!! Uhhhhhh me dáaaaaaa, fodeeeeeee, fode-meeee forteeee
-ayyyyyy assimmmmm, ayyyyyyyy assiiiiimmmmm papaiiiiiiiii me dááááááááá
-me dááááááááá maaaaaaais, ahhhhhhahhhhhhh QUE GRANDE QUE VOCÊ TEM MEU AMOR!!
-mmmmmmm quero pirocaaaaaa, eu amoooooo
-me dáááá meu amorrrrr, fode-meeee assiiiiim
-você me enlouquece com sua pirocaaaaaaaa
-caralho que rabão você tem, Diana!! é bem gostoso, levanta mais, vadia!!!
-mexe mais, mamãe, mexe mais essa bunda
Abri meus olhos e de repente me vi no espelho Do meu quarto, a imagem era quente pra caralho, a esposa fiel sendo comida por quem até algumas horas atrás era o inimigo do meu marido, e não só isso, eu na posição de cachorra com minhas tetas balançando pra todo lado por causa das estocadas que eu levava e minha bunda branca aberta e empinada em todo seu esplendor, totalmente submissa sendo montada por um homem que me dava nojo e que não tinha um pingo de atrativo, mas que me comia como nunca com aquela pica morena dele, o contraste de cores era muito evidente, isso me encantava (os dois únicos namorados que tive foram loirinhos de pele clara e traços finos, e ter em cima de mim um homem moreno, feio e que ainda me caía mal dava o toque de tesão que me matava), era como aquela fantasia escondida que eu tinha de um homem feio me fazer sua, uma espécie de desejo reprimido que naquele momento saía de mim e me transformava por completo. Sentia o hálito quente dele na minha nuca, sua baba e seu suor caindo na minha pele macia, sempre hidratada por cremes caros.
Fechei meus olhos mais uma vez para aproveitar o momento, minha buceta estava super molhada, a sensação era deliciosa. De novo, as mãos ásperas do Rodolfo seguraram minha cintura, depois foram devagar pros meus ombros pra meter mais forte, aí diminuiu um pouco a intensidade, senti ele tocando meus bicos dos peitos, eu tava a mil, não sabia o que tava rolando porque ele também me dava tapas na bunda pra caralho sem parar de me comer. Abri meus olhos, olhei pra trás e, oh surpresa!!! Seu Faustino, o pai do Rodolfo, e Daniel, o filho dele, estavam no meu quarto. O velho já estava só de cueca e pegando nas minhas tetas. Não soube o que fazer, com certeza o Rodolfo contou pra eles quando saiu e disse como eu tava, e deixou a porta entreaberta. Rodolfo não parou as estocadas, mas eu sim. Me afastei instintivamente e, pelo pouco pudor que ainda me restava, tampei meus peitos e, sentada na cama, com a voz entrecortada, consegui falar:
— Seu Faustinooo, o que cê tá fazendo aquiiii?
— Nada, filha, só admiramos sua beleza gostosa. Corpinho e vendo como te comem, deixa eu te falar que você é uma rainha, uma potranca bem fina.
— Como é que vocês acham que deviam estar aqui? É melhor irem embora já!! — exclamei.
— Não tem nada não, mocinha, Rodolfo também não devia estar aqui e olha como ele te tem bem enfiada.
Rodolfo me pegou pelo braço e me puxou pra perto dele enquanto o velho me dizia:
— Fica tranquila que ninguém vai ficar sabendo, meu neto e eu também queremos que você dê a bunda, eu também quero te comer!!!
— Nããão, seu Faustino, como é que pode! Sou uma mulher casada.
— Kkkkkkkkkkkkk — ele deu uma gargalhada —, não fala merda, Dianita. Para de se fazer de santinha, filhinha.
— Se olha no espelho, Dianita, para de falar besteira e aceita: você é uma puta infiel… uma rabuda, vagabunda que adora uma pica, sim ou não, você adora a vara, sua putinha!!!
Eu não disse nada, o que eu podia dizer se estava pelada no meio da minha cama de casada transando com um homem que não era meu marido? Tava à mercê daqueles três homens. Naquele momento, eu não era nada além de uma cadela no cio, pronta pra ser comida por qualquer macho no cio que estivesse naquele quarto.
Seu Faustino tirou a pica da cueca (não dava pra acreditar, era maior que a do Rodolfo, e ainda tava dura apesar da idade daquele velho, os ovos também eram peludos, mas cheios de cabelo branco).
— Vem, mamãe, sei que você quer chupar minha pica, vejo nos seus olhos de puta.
Rodolfo com força me deitou de novo, dessa vez de barriga pra cima e com as pernas totalmente abertas, e se jogou em cima de mim pra me penetrar de novo.
O velho aproximou o pinto fedorento da minha boca e eu no começo resisti um pouco pra abrir meus lábios, mas depois das metidas que o Rodolfo dava e de como ele acariciava meus mamilos, o velho foi cedendo aos poucos e eu comecei a chupar ele como uma desesperada. Agora sim, tava tudo errado: eu tinha a pica de dois velhos gordos e peludos, uma na boca e outra na buceta… E eu só gemia, gritava de prazer. Enquanto o filho do Rodolfo gravava tudo com o celular dele. -ahghgghghghghghg
Com uma mão eu apertava o lençol da minha cama e com a outra já segurava a pica do velho, com tudo e saco, quando não tava chupando, eu gemia, gritava e minha mãozinha cuidava de bater uma pra ele.
Naquele momento, já não ligava mais pra nada, não ligava se tavam me gravando, se iam me estuprar, se meu marido acordava, não ligava nem pra minha família, nem por ser mãe, nem por ser filha de família direita, nem por ser a esposinha modelo sempre fiel aos meus princípios… a única coisa que passava na minha cabeça naquela hora era ser a mulher de todos os males que viessem… tava tão no fogo que juro, o único que importava era QUE ME COMESSEM UMA VEZ E OUTRA, SEM LIGAR PRA QUEM ERA.
Eles sabiam disso, então enquanto um me comia, o outro enfiava a pica na minha boca e eu gritava pela casa toda sem medo nenhum de ser ouvida.
-queridãooooo!!!
-quero pica!!! Assim, mais ohhhhhhhgggggggggg
Minha garganta se engasgava com a pica do velho, eles só gritavam:
-você gosta, puta, gosta de como a gente te come? Responde, sua puta!! Gosta de como a gente te come??? Gosta de como a gente te dá pica??
-quem é teu macho, Diana, me responde?
Numa vez que fiquei sem a pica do velho na boca, consegui responder:
-você, meu amor, você é meu macho, me come gostoso! Adoro!!!
-e eu, filha? Disse o velho
-o senhor também, seu Faustino, sou sua puta e vocês são meus machos
-ahhhhhhhhhohhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-você é minha puta, fala, disse o velho
-sim, sou sua puta e o senhor é meu corno!!!
Tive um orgasmo enorme, na hora que senti a pica do Rodolfo pulsando, anunciando que ia gozar… naquele instante, não sei como, lembrei que tava nos meus dias férteis e gritei:
-goza fora, Rodolfo, não vai se esvaziar dentro de mim, tira que não tô me cuidando, tô nos meus dias férteis!!! Falei tudo isso sem parar de rebolar.
Claro que ele não me ouviu e, sem parar de me comer, gritou:
-ah, já se fodeu, mami, porque não trouxe camisinha e quero te comer assim. Quero gozar dentro!!! Quero encher sua buceta gostosa Buceta com meu leite, mamãe.
Rodolfo continuava me comendo e eu, claro, continuava me mexendo.
— Vou te deixar barriguda, minha rainha! Vou te engravidar pra você sempre lembrar desse dia, sempre lembrar de mim.
— Vou encher sua buceta de leite… até escorrer pelas suas nádegas.
E eu, sem parar de me enfiar no pau dele, só conseguia responder que não, sem parar de gemer.
— Nãoooo, Rodo, não goza dentro de mim, pooooor faaaaaavor.
— Já te falei que não, Dianita, você se fodeu e vou te encher toda.
E naquele momento ele meteu com mais força e mais velocidade enquanto eu engasgava com o pau do seu Faustino, que enfiou com força na minha boca como se fosse calar meus pedidos pra tirar aquilo da minha vagina.
E eu, sem medir as consequências dos meus atos, quando senti o pau dele inchar mais e ele enfiar com toda a força, fechei um pouco minhas pernas e com minhas coxas o abracei, o prendi, empurrando ele mais pra mim pra que me desse ainda mais forte e, num surto de êxtase, parei de chupar e gritei ofegante:
— Siiiiiiim, papaiiiiiito, me engravida, me enche toda, gostoso, me come duruuuuu, ahhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiii, me dá seu leiteeeeeee!!! Me enche todaaaaaaaaaaa… Me comeeeeeee, asiiiiiiiiiii, me dáaaaaaa, me encheeeeeee.
Naquele momento senti o leite quente dele nas minhas entranhas, jatos de sêmen inundaram minha vagina… Senti o esperma dele chegando até meu útero, eu estava com os olhos revirados e o corpo totalmente nas nuvens, pois tinha acabado de ter um orgasmo incrível… depois de mais algumas estocadas, a vara dele foi perdendo a dureza aos poucos e finalmente saiu sozinha, minha bucetinha inchada começou a escorrer a mistura do sêmen dele com meu orgasmo e tudo isso ficou sobre meu cu e sobre a colcha da minha cama de casal.
Eu fiquei deitada na minha cama com o corpo completamente suado por mim e pelos meus amantes, exausta mas ainda com as pernas abertas, seu Faustino tirou o pau da minha cara e logo foi me comer, do jeito que deu, me virou de lado, igual ao filho dele, sem nenhuma. Sutileza, eu deixei rolar, por razões óbvias. Sem dificuldade, fui até o fundo, assim ele me deu uns minutos enquanto Rodolfo me dava o pau dele pra chupar, pra eu limpar. Imediatamente fiquei excitada de novo, acreditem ou não, "EU QUERIA MAIS", EU NÃO TAVA SATISFEITA AINDA, além disso, o do velho era mais grosso, o que me dava ainda mais prazer, mesmo com minha buceta super lubrificada, entrando e saindo com certa facilidade, eu já não gritava, eu urrava com o que sentia…
- ahhhhhhhhhhhhhhhhh
- ohhhhhhhahhhhhhhhhh
- ahhhhhhhhh ……..ahhhhhhhhhh…………..ahhhhhhhhhhh ………queridooooooooo….siiiiiii……papitooooooooo……….siiiiiiiiii……..assiiiiiiiiii me dáaaaaa…..me dá pirocaaaa… me dá me dá maaaaaais…………ahhhhhhhhh……..me dááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááá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