Oi, meu nome é Mauro, tenho 19 anos e sou repetente do ensino médio. Isso aconteceu comigo na semana passada:Chego em casa com a cara fechada e assustado. Minha mãe Mônica estava justamente servindo a comida (ela é uma loira de 42 anos, espetacular, com uns peitos irresistíveis).
Mônica – Oi, amor, como foi no colégio?
Eu – Ehhh, bem, mas amanhã o diretor quer falar com você – falei com medo.
Mônica – Tem reunião de pais? – perguntou desconfiada.
Eu – Sim, sim, sim – me fazendo de desentendido.
Mônica – Bom, senta aí que vou te servir a comida.
Justamente a comida que a mamãe preparou era milanesa com purê, meu prato favorito e acho que também de mais da metade dos argentinos.
Sentei pra comer com ela, não sei do que ela tava falando, acho que do trabalho e do dia dela. Minha mãe é contadora. Mas eu por dentro tava me corroendo de não ter coragem de contar o que aconteceu na escola.
Enfim, depois do almoço, enquanto minha mãe lavava a louça, fui pro meu quarto e criei coragem pra tirar da mochila o comunicado do diretor pra ela. E, como um condenado indo pra cadeira elétrica, acabei entregando.
Mônica – O que é isso? – disse surpresa.
Eu – Mãe, me perdoa, me comportei mal e... o diretor quer falar com você, ele quer me expulsar.
Mônica – Cooooomoooooo? Por que motivo? – deu um grito que ecoou no céu.
Eu – Amanhã ele te conta, agora tenho que sair – e vazei de casa.
Fui pra casa do meu amigo e fiquei lá até a noite. Quando cheguei em casa, comecei a andar na ponta dos pés pra ela não me ouvir, mas foi um tiro no pé porque, do nada, ouço da cozinha ela gritar meu nome: MAAAAAUUUUUURRRROOOOOOO!!!!!!!
Saí correndo pro meu quarto e fechei a porta. Ela bateu com força, pedindo pra eu abrir, e bom, acabei abrindo.
Mônica – Me escuta, amanhã vou saber o que aconteceu, mas pode ter certeza: se você fez alguma merda, não sai mais pra lugar nenhum – falou com os olhos que pareciam soltar raios.
Eu – Bom, tá bem – de cabeça baixa.
Fui dormir e no outro dia, às... Amanhã, me vesti pra ir pra escola junto com minha mãe pra ela falar com o diretor. (minha mãe pediu folga no trabalho)
Chegamos na escola, minha mãe foi vestida com uma saia longa cinza, e uma camiseta branca com um blazer da mesma cor da saia, tudo bem apertado e ela estava maquiada perfeitamente. Fomos pra direção e minha mãe pediu pra secretária poder falar com o diretor, que é um homem de 55 anos, cabelo branco, alto e magro. A sala do diretor ficava no fim de um corredor que era na última parte da escola. A secretária entrou primeiro pra anunciar que a gente tava na porta, e ele, com a voz rouca, disse pra secretária que a gente podia entrar e que ela nos deixasse a sós.
Quando entramos no escritório, o diretor (Gastón Luciano), quando viu ela, não conseguiu tirar os olhos dos peitos dela.
Diretor – É um prazer, senhora Gamboa (sobrenome de casada, meu pai é piloto de avião e tá justo viajando), diretor Luciano Gastón.
Mônica – Igualmente –
O diretor não parava de olhar pra ela e despir ela de cima a baixo, e convidou a gente pra sentar.
Mônica – Recebi a notificação da escola, por isso vim – falou bem séria
Diretor – Sim, senhora Gamboa, mandei chamar porque seu filho cometeu um ato de indisciplina inaceitável de qualquer ponto de vista.
Mônica – O que o senhor quer dizer com isso, diretor? –
Diretor – Seu filho tirou uma foto da calcinha da professora de matemática –
Mônica – Como? – falou me olhando de um jeito penetrante
Diretor – Como eu disse, senhora, enquanto a professora passou um exercício pra eles fazerem, ela tava na mesa dela revisando uns papéis, seu filho se aproximou por baixo da mesa com o celular e tirou umas fotos da calcinha dela por baixo da saia –
Minha mãe ficou surpresa e eu tava vermelho. Minha mãe, com um suspiro, olhou pro diretor pra continuar ouvindo e perguntou
Mônica – E como o senhor pretende punir ele? – falou resignada
Diretor – Sinto muito, senhora, mas vamos ter que expulsar ele – disse friamente e ambos seios, sangue pra todo lado
Mônica – co-como, pe-pero, mas por quê? –
Diretor – porque a indisciplina do seu filho é muito grave e não podemos permitir que um aluno com esse comportamento continue na nossa escola – disse com um sorriso irônico
Mônica – eu sei que ele fez merda, mas talvez obrigaram ele –
Diretor – temos certeza de que foi por conta própria –
Falavam como se eu não estivesse ali, a conversa era entre eles, minha mãe tentava ver se conseguia dobrar a decisão do diretor.
Mônica – e se a gente resolver de outro jeito? Me entenda, tô preocupada, meu filho é um bom estudante e aluno, tem notas excelentes –
Diretor – disso não tenho dúvidas, mas não posso permitir que ele continue nesta instituição –
Mônica – olha, se o senhor fizer isso, meu filho vai perder o ano direto – ela falava de forma desesperada e aparentemente o diretor adorava aquela situação
Diretor – e o que a senhora estaria disposta a fazer pra mudar minha opinião – ele disse recostando as costas na cadeira
Mônica – a que o senhor se refere? A dinheiro? Sem problema – franzindo a testa, olhando pra ele.
Diretor – hahahaha a senhora acha que tudo se resolve com dinheiro –
Mônica – então me diga o senhor –
Diretor – olha, que tal a gente deixar o garoto ir e conversar mais como adultos –
Diretor – Mauro, te permito ir pras aulas normal hoje e depois você vai saber a decisão – ele disse me olhando e piscando o olho.
Levantei, suspirei e saí, mas quando ia pra minha sala, decidi ficar pensando no pátio da escola. Passei um tempão lá, aí sim fui pra sala.
Mas quando vou, vejo por trás minha mãe saindo furiosa em direção ao portão da escola. Fico escondido atrás de uma coluna, mas minha mãe para por uns minutos e volta pra onde fica a sala do diretor. O que será que aconteceu?, pensei, e decidi segui-la. Tava a uns 5 metros de distância dela e vejo ela entrar na sala e fechar a porta, me dando as costas, mas pensei: se eu escutar atrás da porta, alguém vai perceber. Percebi que isso pode me trazer mais problemas. Aí vi que do lado da sala do diretor fica a sala do vice-diretor, que estava de licença. Entrei e percebi que tem a janelinha do duto de ar. Então abri e consegui ver o que rola.
Mônica – Será que eu faço isso, deixo meu filho ficar na escola? – ela fala com a porta atrás.
Diretor – Sim, e dê seu filho como recebido, senão seu filho não só será expulso como não será aceito em nenhuma outra escola –
Fiquei puto com essas palavras, decidi ir encarar ele, mas quando tentei sair daquela sala pra ir pra outra, a porta tinha travado e eu não conseguia sair. Aí procurei nas gavetas da escrivaninha que tinha ali e não achei nada, nem ferramenta, até que ouvi um grito da minha mãe e me aproximei de novo de onde estava e vi o diretor de pé mostrando a pica pra minha mãe.
Mônica – O que cê tá fazendo, degenerado? – sem tirar os olhos do membro que era uns 22cm e grosso, cheio de veias e com a cabeça pra fora.
Diretor – Vai, Mônica, você já disse que sim, fecha a porta e abaixa a saia – enquanto se sentava no mesmo lugar onde minha mãe estava na reunião anterior que eu assisti, com a calça aberta e a pica dura.
Minha mãe se vira e, como se fosse uma ordem, obedece. Ele já tratava ela por "você" e mandava como se fosse o macho dela. Minha mãe se vira, tranca a porta, deixa a bolsa em cima de um móvel, tira o paletó e larga no mesmo lugar, leva as mãos pra trás e abre o zíper da saia. Em seguida, enfia os polegares dentro dela e começa a abaixar a saia, revelando a bunda enorme dela, que tinha uma calcinha fio dental branca enfiada, deixando cair no chão.
Diretor – Mas olha que rabo gostoso que você tem, hahahaha, agora mostra os peitos – ele falava enquanto se tocava na pica.
Não conseguia acreditar no que via. Me afastei da grade, sentei na poltrona da escrivaninha, várias lágrimas caíram. Queria gritar, mas se fizesse isso, entregava minha mãe. O mais surreal foi quando eu Percebi que tava com uma puta ereção, não sei se era a situação que me excitava ou o quê, mas depois de pensar, o tesão tomou conta de mim e voltei a observar o que tava rolando.
Minha mãe com aquelas tetonas tamanho XXL, só pra dar uma ideia do tamanhão dos peitos dela, parada na frente do meu diretor sem o paletó dele, ele tava chupando os peitos dela, tinha a boca enterrada naquelas tetas, passando a língua no bico enquanto apertava com as mãos. Minha mãe tava com cara de tesão, não de quem tava sendo abusada.
Mônica – aaahahahaahhaaaaammmmmmm aaaaaaaaaaa – tinha levado uma mordida do diretor.
Diretor – mmmmmmmmmmuuaaaackkk que tetas gostosas que você tem – plaf, dá um tapa na bunda dela.
Eu tava com o pau duro igual a um cacete, metade do corpo dentro do duto e a grade aberta do meu lado, mas do lado deles fechada, e pelas frestas pequenas eu via tudo. O diretor alternava as chupadas em cada teta, passando um tempão em cada uma, até que sentou de novo no mesmo lugar onde minha mãe tava comigo na reunião anterior.
Diretor – agora é sua vez, putinha – ele ria enquanto falava, apontando pro pau dele, dando a entender que minha mãe tinha que começar a fazer um boquete.
Minha mãe se ajoelha, pega a rola com as duas mãos e abre bem a boca. Começa a enfiar devagar, e ele segura a cabeça dela pra empurrar pra frente, o que faz ela engasgar. Repetem a ação de novo, mas dessa vez minha mãe fecha a boca com o pau dentro e chupa da metade até a cabeça. Repete uma, duas, três vezes, começando a bombar.
Diretor – aaaaaaahhh mmmmmmm aaaaaaaaaaa sssssss –
Mônica – mmmmmmaaaaaack ggggggggllllaauuu –
Ela segura a pica com uma mão e com a outra afasta um pouco a perna do macho dela, que tá com os braços atrás da cabeça, curtindo tudo, porque minha mãe, pelo que eu tava vendo, parecia uma profissional. Passa a língua no contorno da haste.
Diretor – vai, faz direito, pensa no futuro do seu filho sssss aaaahahah, fala que tu gosta da pica, vai –
Mônica – mmmmm eu gosto da pica – ela falava bem soltinha, mesmo estando pressionada a fazer isso.
Isso fez com que ela se dedicasse mais no oral, agora ela batia cabeça com mais força e, pra descansar, passava a língua grandona dela dos ovos até a ponta da pica. Já que a calça do diretor tava no chão, nos tornozelos dele, a boca dele empurrava a cabeça dela nos ovos dele, pra minha mãe beijar eles, agora sem medo, mas com prazer.
Mônica – mmmmm lllluaaa glup glup glup, ela gosta –
Diretor – com voz de putinha enquanto batia uma pra pica dele
Percebi que o diretor notou que minha mãe devia ser daquelas putas que esquentam a pica, que se fazem de santinhas e que com a chantagem despertaram o tesão dela. Algo que eu não fazia ideia.
Ela chupava e lambia os ovos com paixão, com a mão direita segurou a pica dele pra enfiar de novo na boca dela e, mexendo a cabeça em círculo, saborear ela por inteiro, tirar ela dali e passar a língua descendo e chupando os ovos. Fez isso várias vezes, cada vez mais intenso, intercalando com calma em alguns trechos. Depois, chupava de lado no tronco.
Diretor – aaaahhhhhh sssiiisssisss como tu gosta de chupar pica, sua puta mal parida –
Mônica – sim, adoro, seu filho da puta –
Diretor – hahahahahahaha isso, dá-lhe, puta merda, ooooohhh continua –
Mônica – mmmmm ggglglglglglllg mmmmuaaaack –
Depois, o diretor pegou o cabelo dela e fez uma rabada de cavalo, começou a meter a pica inteira na garganta dela. E agora os movimentos não eram com a cabeça, mas com a cintura dele.
Mônica – aagagagagaggggaaaaaaaaaaaacjkkk gak agak agak mmmmmmuack – sem parar
Ela tirava a pica da boca e, com a ajuda de balançar a cabeça pra frente e pra trás, ou com as mãos, colocava a pica dele de lado na perna dela pra, com a língua pra fora, passar de um lado pro outro naquele tronco grande e dar uns chupões e beijinhos nos ovos e na cabeça dela. Assim, em alguns minutos depois... diretor
com o cabelo da mãe, ele fez 2 bundinhas minúsculas e empurrava ela sobre a pica, acompanhado de um movimento de quadril dele, tipo, ele tava comendo ela pela boca.
Ele deixou ela respirar um pouco e apalpava os peitos dela, minha mãe, sem ninguém pedir, pegou os próprios peitos e colocou em cima da pica dele, que ficou presa no meio daquelas borrachas, ele beliscou os dois biquinhos, e minha mãe gritou.
Minha mãe apertou os peitos onde seguravam aquele pau e começou a subir e descer, era claro que era uma punheta de peitos, uma boob fuck. Com as mãos na frente dos peitos, ela mexia a bacia, empinando aquela bunda enorme, depois fazia as borrachas subirem e descerem, sumindo no meio daquele pedaço de carne. Depois de um tempo, ela só mexia os peitos e gemia.
Mônica – aahahahah mmmmm aaaaahahahahah –
Diretor – aahahahahahah mmmmm puta de merda, continua, você deve ter sido uma boa aluna, faz até o que o diretor não pediu, hahahahahaha – e enfiou 2 dedos na boca dela.
Como se ela tivesse chupando a pica, ele chupava os dedos enquanto continuava com a boob fuck, soltava ela e a pica ficava livre.
O diretor cuspiu na mão e lubrificou a pica, ela fez o mesmo, cuspindo nos peitos pra continuar a punheta, que agora era ajudada pelo movimento do diretor.
Parei de olhar, não aguentava mais a raiva nem a excitação, até quando iam continuar? Tava com vontade de tirar a pica e bater uma sem parar, mas será que eu teria coragem?
Peguei meu celular pra ligar pra ela e mandar parar com aquilo, mas ela não atendia e não dava pra ouvir o telefone tocando na outra sala, de certeza que tava no silêncio. Então voltei pro lugar onde via tudo.
Agora o diretor tinha ela em cima da mesa, encostando a pica entre as bandas do cu, com a pica enroscada na tanga dela, as mãos dele tocavam e brincavam com os peitos dela enquanto enfiava a língua na orelha e beijava ela. Minha mãe, entregue ao prazer, com as mãos apoiadas na mesa, gemia.
Mônica – ammmmm aaaaaoooooohhhh – colocou ela de frente pra ele e com As mãos dele arrancaram a calcinha dela.
Senta ela na mesa e enfia 2 dedos na buceta dela enquanto chupa os peitos dela igual um louco de novo.
Mônica – aaaahahahaahha amaamamamamam mmmmmmmmmmmmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh – ela rebolia ferozmente, tipo, enfiava e tirava os dedos como se tivesse comendo ela.
Minha mãe mordia os lábios, era como se fossem amantes de uma vida inteira, não dava pra entender.
Ele colocou ela de volta na posição anterior e enfiou a cara na bunda dela, passava a língua na buceta, no cu e na bochecha.
Não aguentei mais, desci de novo e sentei na poltrona da mesa do escritório onde eu tava trancado, abri minha calça, desci o zíper, tirei meu pau e me masturbava igual um doido, ao mesmo tempo com lágrimas nojo do que tava fazendo, ou melhor, nojo do tesão que isso me dava. Enquanto tava na punheta, ouvi um grito, cheguei perto pra ver no escritório do diretor e ele tinha enfiado nela.
Mônica – aaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmaaaaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaaaaaaaoooooooohhhhhhh –
Diretor – aaaaaaaaa aaaaaa mmmmm bnnnnnn –
Metade do corpo dela tava largada na mesa e o diretor, com a bunda dela à mercê, tava comendo ela, enfiava a pica enorme que ele tem enquanto apertava e amassava a bunda dela, e aí começou o famoso bai ben.
Plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf
Mônica – AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHA HHAHAHAHAH OOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAA –
Diretor – isso, toma, toma, minha bucetuda, te comeria a vida toda, sua puta de merda ooooohhhh mmmm –
Os peitos dela esfregavam na mesa enquanto ele metia sem parar, puxava o cabelo dela, fazendo a cabeça dela levantar, e ela com as mãos abria as bochechas da bunda pra não atrapalhar a enfiada do diretor.
Mônica – aaaaaaahhhahahaha ahhhhh mmmmmmmmmma aaaa a aoooooooooooojj –
Diretor – aaaaaa h oooo nnnnn mmmmmm tomaaaaaaaaaa – já tava difícil respirar. Tão agitado que tava
A pélvis dela batia
forte na bunda da minha mãe, era um pornô ao vivo e a cores, então
sentei de novo e voltei a bater uma. Quando eu tava quase gozando, minha mãe
grita mais alto, que, mesmo estando numa área quase isolada da escola,
com certeza ecoou pra todo lado.
De novo em
cena, vejo minha mãe de quatro em cima da mesa, recebendo a pica do diretor no
cu dela, ou seja, era a vez do anal.
Minha mãe tava
amordaçada com a gravata do diretor pra não gritar enquanto ele metia nela,
causando um alargamento no cu dela, aos poucos foi enfiando
de novo e começou a meter e tirar. Dava pra ouvir, mesmo com a boca
tampada, minha mãe sofrendo aquele arrombamento de cu, até parecia que tava chorando, tanto que
depois de uns instantes o diretor tira a pica, abaixa a mordaça e bate punheta
em cima dela até começar a gozar, caindo na boca e nos peitos dela,
ele falava “toma leite aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh”
Quando me toquei, eu também
comecei a não aguentar mais e sentei de novo no sofá e terminei
de gozar também, continuando minha punheta.
Depois de uns
instantes, toca o sinal do recreio e milagrosamente a porta abre,
e eu me escondo debaixo da mesa, era a secretária dele procurando uns papéis e deixa
a porta aberta, então eu escapei.
Vou até o pátio e
justo encontro meus colegas, e finjo que cheguei
tarde. Em alguns minutos, vejo minha mãe saindo e me escondo pra ela não me
ver. Ela vai embora como se nada tivesse acontecido, era inacreditável, mas o que eu podia dizer, já que me masturbei
com a tesão que deu de ver ela trepando com o diretor.
Quando o recreio
termina, vou pra sala e sinto uma mão no meu ombro, me viro e
era o diretor me dizendo:
Diretor – Mauro,
já tá tudo resolvido, sua mãe me fez entender que eu não devia te expulsar. Então
fica tranquilo, mas não faz mais isso, tem que ser um cavalheiro
com as damas – com um sorriso safado.
Eu – Tá bom,
senhor diretor, não vai acontecer de novo. acontecer, obrigado – rangendo os dentes
Direto – é o que espero, isso mesmo. Bom, voltar às aulas, vou trocar a professora de matemática por um professor homem pra não ter mal-entendidos e as aulas ficarem tensas, beleza, até mais –
Enquanto ele sai, notei que no paletó dele aparecia a tanga da minha mãe que ele mesmo arrancou.
FIM.
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