Eu sempre tive atração por mulheres milf e, se forem volumosas, melhor ainda. Atualmente, tenho uns vizinhos que se mudaram há pouco tempo pro condomínio onde moro. Eles são um casal de Monterrey, então são amantes de churrasco e do clima que isso gera. Desde a primeira vez que troquei uma palavra com eles, soube que íamos nos dar bem.
Ele é caminhoneiro, por isso vive viajando e quase nunca está em casa, mas quando vem, fica alguns dias. Adora uma bagunça, é tranquilo, mas curte uma bebedeira. Só que é bem responsável, nunca faltava nada em casa. Já ela só cuida do lar, é dona de casa e adora cozinhar. Os dois já têm seus anos, mas tenho que dizer que ela está muito bem conservada. Deve ser porque o marido quase não monta nela e não acabou com ela tão cedo. Ela tem traços muito finos que realçam sua beleza: é baixinha, pele branca, olhos castanhos claros, cabelo cacheado, e dá pra ver que cuida bem da pele. Claro, tem uma barriguinha, coisa de ter sido mãe, e como eu disse, eles são amantes de churrasco, e pelo que sei dos nordestinos, eles vão pra tudo e sem frescura.
Uma vez, num fim de semana que eu tava chegando do trabalho, percebi que eles estavam se preparando pra fazer um churrasco. Desde o momento em que vi a dona, fiquei pasmo. Ela tava usando um vestido longo, daqueles tipo manta, e parecia que não tava de calcinha ou tava de fio dental, porque quando andava, mexia as cadeiras de um jeito espetacular, e as nádegas grandes e torneadas acompanhavam o ritmo de um jeito descomunal. Quanto mais eu me aproximava, mais me chamava a atenção observá-la. Reparei no decote do vestido, que destacava aqueles peitos pequenos mas bem redondinhos. Foi inevitável não olhar. Quando ela tava mais perto, me deu uma das melhores vistas: pra minha sorte, ela se abaixou e eu tive... a oportunidade de olhar mais de perto as suspeitas, porque a folga do vestido me deu a visão perfeita; simplesmente passei e, como bom vizinho, cumprimentei sem esperar nada em troca, e ambas me responderam o cumprimento.
Já em casa, pela janela, procurava um jeito de espioná-la, mas a verdade é que consegui ver muito pouco. Nessa altura, as duas mulheres já tinham uma amizade cruzada, e minha esposa tinha me comentado que, desde cedo, os vizinhos nos convidaram para o churrasco, porque nos dias anteriores tinha sido o aniversário da vizinha. Não vi problema em ir, já que a realidade é que não tínhamos planos para aquele fim de semana e me pareceu uma boa ideia.
Achei falta de respeito e falta de educação chegar de mãos vazias, e o que me veio à cabeça foi comprar um fardo de cervejas e oferecê-las para o encontro. Então, me preparei para sair e comprar, enquanto dizia para minha esposa ir na frente e se aproximar da casa dos vizinhos enquanto eu voltava. Quando me juntei a eles, ofereci o fardo como agradecimento e para prolongar o clima de comer e beber. Nessa hora, estava algo espetacular e inevitável não olhar para a vizinha, porque com seus encantos ela me deixava hipnotizado. Entramos em conversa sobre um assunto e outro, e o tempo passou rápido; quando nos demos conta, já tinha escurecido. Minha esposa comentou que, por ela, ia se retirar, porque estava cansada, agradeceu. Lembro que ambos nos levantamos, e eu mencionei que, se ainda estivessem interessados em continuar a confraternização, eu voltava, só ia acompanhá-la. Sem problema, aceitaram, porque o clima estava começando. Já em casa, minha esposa me disse que eu podia voltar sem problemas, só que respeitasse o horário da confraternização do condomínio e também respeitasse a hora quando os vizinhos decidissem descansar.
Já no clima, fiz a pergunta obrigatória: qual era o motivo da festa? Rapidamente, o vizinho respondeu que era pelo aniversário da mulher dele, aproveitando isso. Rápido, mencionei o desrespeito que tinha sido, já que a festa tava quase acabando e eu não tinha parabenizado ela. Levantei da minha cadeira e fui até onde ela tava pra cumprimentar. Enquanto andava, tava conversando com o vizinho, então desviei o olhar por um instante e, no momento em que gesticulei, sem querer acabei tocando uma das tetas da vizinha. O que senti e percebi é que ainda tinha firmeza, e a vizinha era toda maciça.
Fiquei sem graça e não falei absolutamente nada, só dei o abraço e a parabenizei. Nós três continuamos no clima, porque a noite ainda era longa, entre conversas. Depois eles começaram a dançar. Eu, por minha parte, tava encantado, porque ficava olhando pra bunda da vizinha. Lembro que, já com as doses na cabeça, em várias ocasiões o vizinho passava a mão e agarrava as nádegas da mulher dele. Uff, que espetáculo, me deixava excitado e ao mesmo tempo desejava ela ainda mais. Fiquei igual cachorro de açougue, só passando a mão na minha jeba. Acho que em mais de uma vez ela me olhou quando eu fazia isso, e eu optava por disfarçar a ação, porque não queria deixar ela desconfortável com meus modos.
Aos poucos, as horas e as cervezas foram acabando. Não lembro exatamente a hora, mas a vizinha, se sentindo bebada e/ou cansada, teve que ir embora, mas não sem antes dar um beijo no marido. Pra isso, ela teve que se abaixar, virando as costas pra mim e me permitindo observar aquela bunda enorme e descomunal. Nós continuamos esvaziando as garrafas. Umas meia hora depois que a vizinha foi embora, bateu vontade de ir ao banheiro. Como já tinha intimidade com o vizinho, simplesmente entrei na casa como se nada fosse. Lembro que, ao abrir a porta do banheiro, não podia acreditar no que vi: a vizinha tava se levantando do vaso e se ajeitando a calcinha dela, daquelas de renda. Uff, e como ela tava com o vestido levantado até a altura da barriga, me deu a melhor das vistas. Rapidamente escaneei ela e percebi que dava pra ver um matagal de Porra, fiquei pasmo. A visão me deu uma ereção na hora, e ela percebeu a mudança porque me varreu com o olhar. Reagi rápido e resolvi sair e fechar a porta, mas nessa ela me segurou e me convidou pra entrar, dizendo que já tinha me visto mesmo e que já tinha terminado. No vai e vem de eu entrar e ela sair, ela pegou no meu volume e falou baixinho: "vamos ver se você consegue mijar com essa coisa dura do jeito que tá, porque a ereção tá bem na cara. Se precisar de ajuda, é só pedir, que eu topo". Pra ser sincero, não soube o que responder. Não sei se foi o álcool ou a vergonha que fez ela falar e fazer aquilo, ou se ela realmente queria algo comigo. Mas, independente do motivo, eu pensei comigo mesmo que essa era a chance de conseguir o que tanto queria com ela, e que melhor momento do que aquele, com umas doses na cabeça? Eu tinha coragem suficiente e tinha que arriscar tudo.
A partir daí, fiquei pensando em como fazer pra comer ela naquela mesma noite. Muitas ideias passaram pela minha cabeça, mas parece que tudo foi se encaixando a meu favor. Naquele momento, o vizinho resolveu pegar uma garrafa de tequila e me chamou pra dentro de casa, já que passava da meia-noite e a última coisa que queríamos era problema com os outros vizinhos. Pra ser sincero, eu gosto de preparar bem os drinks e caprichava nos detalhes das minhas "palomas". O vizinho viu isso e, a partir da terceira cuba, me pediu pra fazer os drinks pra ele. Aproveitei a chance e comecei a servir as cubas bem fortes pra ele, enquanto as minhas eram leves e eu bebia de pouco em pouco. Era minha oportunidade. Não lembro se foi na quinta ou na sexta cuba que o vizinho apagou — não soube mais dele. Ele se deitou no sofá e começou a roncar, e eu até tirei o copo da mão dele.
Nessa hora, comecei a puxar papo com a mulher dele, primeiro pra ver se ela ainda tava acordada e segundo pra me situar. que realmente o vizinho estava apagado e não acordaria com o mínimo barulho, para minha surpresa a vizinha desceu do andar de cima e parecia que tinha recarregado as pilhas, porque estava como se nada tivesse acontecido. Enquanto descia as escadas, vi que ela enfiava um roupão de dormir daqueles que não deixavam nada para a imaginação, não tirava os olhos dela enquanto mencionava que o marido dela tinha acabado de pegar no sono, que a gente o movesse e com nosso apoio o levasse até a cama, porque estando no sofá ele podia virar e cair, ela só sorriu e disse que não tinha problema, que normalmente quando ele passava do ponto na bebida, preferia aquele lugar e descansava um pouco até passar o efeito do álcool e que eu esquecesse a queda, já que onde ele caísse apagado não se mexia, parecia pedra, dito isso eu fiquei mais tranquilo e estava prestes a me despedir, mas maior foi minha surpresa quando a senhora começou a fazer sinais para eu entrar no quarto de baixo, a partir daí nossa conversa foi em sinais, óbvio que também falávamos algumas palavras para não ficar estranho. Como quem não quer, aos poucos nós dois fomos para o quarto, e já lá para quebrar o gelo eu disse que, se ainda estava disponível a ajuda, mas não era exatamente para fazer xixi, falei que tinha outra prioridade, ela só respondeu se era algo relacionado com minha vara, ela adoraria, já estava com a mão passando por cima da minha calça, me chamou de safado, disse que desde a tarde percebeu como eu a despia com os olhos e não sei quantas vezes me imaginei comendo ela, por isso a toda hora ela se levantava da mesa e cada vez se mexia mais para chamar minha atenção, então vai, aproveita e faz aquilo que você imaginava; eu disse perfeito, você só se deixa levar. Quando toquei a buceta dela por cima da lingerie, já estava super molhada, comentei que gostei da vista que ela me deu no banheiro, que ainda estava na minha mente, comecei a dedilhar ela mudando o ritmo, buscando que ela... pedindo a gritos que eu metesse a pica, de repente ela parou meus movimentos e se inclinou, baixou minha calça junto com a cueca e começou a me fazer um boquete que uau, nunca imaginei que aquela mulher fosse tão ardente e capaz, brincava com a cabecinha, depois enfiava tudo e não parava de passar a mão nas minhas bolas, não parava de perguntar se eu tava gostando do que ela tava fazendo; tive que parar ela porque sentia que ia gozar na boca dela, levantei ela pra deitar na cama, falei vem cá que vou te dar teu presente porque vejo que é disso que tu pede esmola, sem tirar a calcinha dela, simplesmente puxei pro lado e fui enfiando, entrava como faca na manteiga porque ela tava toda molhada, não durou muito e ela soltou um longo suspiro enquanto eu sentia ela me molhar, eu continuei metendo, nossos corpos começaram a pegar ritmo entre os gemidos e movimentos, mais me excitava.
Sabia que não faltava muito pra eu gozar, então parei, virei ela de um jeito que deixei ela bem de quatro, terminei tirando a calcinha porque queria ver aquela bunda grande quicar e se mexer do jeito que eu tinha imaginado, tive a coragem de perguntar se podia enfiar no cu dela, mas ela não deixou, disse que aquilo tava guardado pro próximo encontro; já tarados, comecei a bombar ela de um jeito selvagem porque aquela bunda enorme me acendia, ver ela mexer como gelatina e o barulho que fazia ao bater na minha barriga, uau, não aguentei muito e gozei, soltando um jorrazão na buceta peluda dela, que depois senti escorrer aquela mistura de fluidos, nós dois soltamos um longo suspiro, sinal de que tinha acabado e a gente tinha curtido aquela trepada.
Ainda com ela de quatro, saí da buceta dela e foi inevitável não dar umas esfregadas e roçadas naquela bunda grande, falei se segura que da próxima vou comer ela, e aproveitei a posição pra dar uma mordida numa das nádegas dela, deixando meus dentes marcados; depois ela se levantou e sentou na beira da cama, enquanto eu subia minha calça. Ele passou a mão na minha calça de novo, abaixou um pouco mais e levou de volta à boca. Disse: "Vem cá, vou te limpar como a gata que sou, não quero que leve o que é meu." Me limpou até a última gota de fluido que pudesse ter no meu corpo. Depois de limpo, me levantei e ajustei minha calça. Ela, por sua vez, só baixou o roupão e jogou a calcinha num cesto que parecia ser de roupa suja.
Como despedida, me agarrou e me deu um beijo. Disse: "Espero que tenha gostado da noite e que se repita. Você não sabe da vontade que eu tava de transar, e melhor ainda foi ter sido com você, porque vejo que te deixo louco." Falei que quando ela quisesse, era só me ligar, passei meu número pra isso. Eu ainda queria mais, me sentia muito tesudo, não parava de apertar a bunda dela. Pra minha má sorte, minha esposa me ligou, e foi assim que tive que sair da casa dela.
Hoje em dia, ainda tenho esse casal como vizinhos. Me dou muito bem com a senhora, nem preciso dizer. Já tive mais encontros que me permitiram realizar minhas fantasias e despertaram meu lado mais pervertido. Quando o marido dela não está e eu consigo dar um jeito de escapar da minha esposa, a gente faz o que quer. Nunca me arrependi do que fiz, só aproveitamos.
Outra hora, vou contar outro dos meus encontros com a dama.
Ele é caminhoneiro, por isso vive viajando e quase nunca está em casa, mas quando vem, fica alguns dias. Adora uma bagunça, é tranquilo, mas curte uma bebedeira. Só que é bem responsável, nunca faltava nada em casa. Já ela só cuida do lar, é dona de casa e adora cozinhar. Os dois já têm seus anos, mas tenho que dizer que ela está muito bem conservada. Deve ser porque o marido quase não monta nela e não acabou com ela tão cedo. Ela tem traços muito finos que realçam sua beleza: é baixinha, pele branca, olhos castanhos claros, cabelo cacheado, e dá pra ver que cuida bem da pele. Claro, tem uma barriguinha, coisa de ter sido mãe, e como eu disse, eles são amantes de churrasco, e pelo que sei dos nordestinos, eles vão pra tudo e sem frescura.
Uma vez, num fim de semana que eu tava chegando do trabalho, percebi que eles estavam se preparando pra fazer um churrasco. Desde o momento em que vi a dona, fiquei pasmo. Ela tava usando um vestido longo, daqueles tipo manta, e parecia que não tava de calcinha ou tava de fio dental, porque quando andava, mexia as cadeiras de um jeito espetacular, e as nádegas grandes e torneadas acompanhavam o ritmo de um jeito descomunal. Quanto mais eu me aproximava, mais me chamava a atenção observá-la. Reparei no decote do vestido, que destacava aqueles peitos pequenos mas bem redondinhos. Foi inevitável não olhar. Quando ela tava mais perto, me deu uma das melhores vistas: pra minha sorte, ela se abaixou e eu tive... a oportunidade de olhar mais de perto as suspeitas, porque a folga do vestido me deu a visão perfeita; simplesmente passei e, como bom vizinho, cumprimentei sem esperar nada em troca, e ambas me responderam o cumprimento.
Já em casa, pela janela, procurava um jeito de espioná-la, mas a verdade é que consegui ver muito pouco. Nessa altura, as duas mulheres já tinham uma amizade cruzada, e minha esposa tinha me comentado que, desde cedo, os vizinhos nos convidaram para o churrasco, porque nos dias anteriores tinha sido o aniversário da vizinha. Não vi problema em ir, já que a realidade é que não tínhamos planos para aquele fim de semana e me pareceu uma boa ideia.
Achei falta de respeito e falta de educação chegar de mãos vazias, e o que me veio à cabeça foi comprar um fardo de cervejas e oferecê-las para o encontro. Então, me preparei para sair e comprar, enquanto dizia para minha esposa ir na frente e se aproximar da casa dos vizinhos enquanto eu voltava. Quando me juntei a eles, ofereci o fardo como agradecimento e para prolongar o clima de comer e beber. Nessa hora, estava algo espetacular e inevitável não olhar para a vizinha, porque com seus encantos ela me deixava hipnotizado. Entramos em conversa sobre um assunto e outro, e o tempo passou rápido; quando nos demos conta, já tinha escurecido. Minha esposa comentou que, por ela, ia se retirar, porque estava cansada, agradeceu. Lembro que ambos nos levantamos, e eu mencionei que, se ainda estivessem interessados em continuar a confraternização, eu voltava, só ia acompanhá-la. Sem problema, aceitaram, porque o clima estava começando. Já em casa, minha esposa me disse que eu podia voltar sem problemas, só que respeitasse o horário da confraternização do condomínio e também respeitasse a hora quando os vizinhos decidissem descansar.
Já no clima, fiz a pergunta obrigatória: qual era o motivo da festa? Rapidamente, o vizinho respondeu que era pelo aniversário da mulher dele, aproveitando isso. Rápido, mencionei o desrespeito que tinha sido, já que a festa tava quase acabando e eu não tinha parabenizado ela. Levantei da minha cadeira e fui até onde ela tava pra cumprimentar. Enquanto andava, tava conversando com o vizinho, então desviei o olhar por um instante e, no momento em que gesticulei, sem querer acabei tocando uma das tetas da vizinha. O que senti e percebi é que ainda tinha firmeza, e a vizinha era toda maciça.
Fiquei sem graça e não falei absolutamente nada, só dei o abraço e a parabenizei. Nós três continuamos no clima, porque a noite ainda era longa, entre conversas. Depois eles começaram a dançar. Eu, por minha parte, tava encantado, porque ficava olhando pra bunda da vizinha. Lembro que, já com as doses na cabeça, em várias ocasiões o vizinho passava a mão e agarrava as nádegas da mulher dele. Uff, que espetáculo, me deixava excitado e ao mesmo tempo desejava ela ainda mais. Fiquei igual cachorro de açougue, só passando a mão na minha jeba. Acho que em mais de uma vez ela me olhou quando eu fazia isso, e eu optava por disfarçar a ação, porque não queria deixar ela desconfortável com meus modos.
Aos poucos, as horas e as cervezas foram acabando. Não lembro exatamente a hora, mas a vizinha, se sentindo bebada e/ou cansada, teve que ir embora, mas não sem antes dar um beijo no marido. Pra isso, ela teve que se abaixar, virando as costas pra mim e me permitindo observar aquela bunda enorme e descomunal. Nós continuamos esvaziando as garrafas. Umas meia hora depois que a vizinha foi embora, bateu vontade de ir ao banheiro. Como já tinha intimidade com o vizinho, simplesmente entrei na casa como se nada fosse. Lembro que, ao abrir a porta do banheiro, não podia acreditar no que vi: a vizinha tava se levantando do vaso e se ajeitando a calcinha dela, daquelas de renda. Uff, e como ela tava com o vestido levantado até a altura da barriga, me deu a melhor das vistas. Rapidamente escaneei ela e percebi que dava pra ver um matagal de Porra, fiquei pasmo. A visão me deu uma ereção na hora, e ela percebeu a mudança porque me varreu com o olhar. Reagi rápido e resolvi sair e fechar a porta, mas nessa ela me segurou e me convidou pra entrar, dizendo que já tinha me visto mesmo e que já tinha terminado. No vai e vem de eu entrar e ela sair, ela pegou no meu volume e falou baixinho: "vamos ver se você consegue mijar com essa coisa dura do jeito que tá, porque a ereção tá bem na cara. Se precisar de ajuda, é só pedir, que eu topo". Pra ser sincero, não soube o que responder. Não sei se foi o álcool ou a vergonha que fez ela falar e fazer aquilo, ou se ela realmente queria algo comigo. Mas, independente do motivo, eu pensei comigo mesmo que essa era a chance de conseguir o que tanto queria com ela, e que melhor momento do que aquele, com umas doses na cabeça? Eu tinha coragem suficiente e tinha que arriscar tudo.
A partir daí, fiquei pensando em como fazer pra comer ela naquela mesma noite. Muitas ideias passaram pela minha cabeça, mas parece que tudo foi se encaixando a meu favor. Naquele momento, o vizinho resolveu pegar uma garrafa de tequila e me chamou pra dentro de casa, já que passava da meia-noite e a última coisa que queríamos era problema com os outros vizinhos. Pra ser sincero, eu gosto de preparar bem os drinks e caprichava nos detalhes das minhas "palomas". O vizinho viu isso e, a partir da terceira cuba, me pediu pra fazer os drinks pra ele. Aproveitei a chance e comecei a servir as cubas bem fortes pra ele, enquanto as minhas eram leves e eu bebia de pouco em pouco. Era minha oportunidade. Não lembro se foi na quinta ou na sexta cuba que o vizinho apagou — não soube mais dele. Ele se deitou no sofá e começou a roncar, e eu até tirei o copo da mão dele.
Nessa hora, comecei a puxar papo com a mulher dele, primeiro pra ver se ela ainda tava acordada e segundo pra me situar. que realmente o vizinho estava apagado e não acordaria com o mínimo barulho, para minha surpresa a vizinha desceu do andar de cima e parecia que tinha recarregado as pilhas, porque estava como se nada tivesse acontecido. Enquanto descia as escadas, vi que ela enfiava um roupão de dormir daqueles que não deixavam nada para a imaginação, não tirava os olhos dela enquanto mencionava que o marido dela tinha acabado de pegar no sono, que a gente o movesse e com nosso apoio o levasse até a cama, porque estando no sofá ele podia virar e cair, ela só sorriu e disse que não tinha problema, que normalmente quando ele passava do ponto na bebida, preferia aquele lugar e descansava um pouco até passar o efeito do álcool e que eu esquecesse a queda, já que onde ele caísse apagado não se mexia, parecia pedra, dito isso eu fiquei mais tranquilo e estava prestes a me despedir, mas maior foi minha surpresa quando a senhora começou a fazer sinais para eu entrar no quarto de baixo, a partir daí nossa conversa foi em sinais, óbvio que também falávamos algumas palavras para não ficar estranho. Como quem não quer, aos poucos nós dois fomos para o quarto, e já lá para quebrar o gelo eu disse que, se ainda estava disponível a ajuda, mas não era exatamente para fazer xixi, falei que tinha outra prioridade, ela só respondeu se era algo relacionado com minha vara, ela adoraria, já estava com a mão passando por cima da minha calça, me chamou de safado, disse que desde a tarde percebeu como eu a despia com os olhos e não sei quantas vezes me imaginei comendo ela, por isso a toda hora ela se levantava da mesa e cada vez se mexia mais para chamar minha atenção, então vai, aproveita e faz aquilo que você imaginava; eu disse perfeito, você só se deixa levar. Quando toquei a buceta dela por cima da lingerie, já estava super molhada, comentei que gostei da vista que ela me deu no banheiro, que ainda estava na minha mente, comecei a dedilhar ela mudando o ritmo, buscando que ela... pedindo a gritos que eu metesse a pica, de repente ela parou meus movimentos e se inclinou, baixou minha calça junto com a cueca e começou a me fazer um boquete que uau, nunca imaginei que aquela mulher fosse tão ardente e capaz, brincava com a cabecinha, depois enfiava tudo e não parava de passar a mão nas minhas bolas, não parava de perguntar se eu tava gostando do que ela tava fazendo; tive que parar ela porque sentia que ia gozar na boca dela, levantei ela pra deitar na cama, falei vem cá que vou te dar teu presente porque vejo que é disso que tu pede esmola, sem tirar a calcinha dela, simplesmente puxei pro lado e fui enfiando, entrava como faca na manteiga porque ela tava toda molhada, não durou muito e ela soltou um longo suspiro enquanto eu sentia ela me molhar, eu continuei metendo, nossos corpos começaram a pegar ritmo entre os gemidos e movimentos, mais me excitava.
Sabia que não faltava muito pra eu gozar, então parei, virei ela de um jeito que deixei ela bem de quatro, terminei tirando a calcinha porque queria ver aquela bunda grande quicar e se mexer do jeito que eu tinha imaginado, tive a coragem de perguntar se podia enfiar no cu dela, mas ela não deixou, disse que aquilo tava guardado pro próximo encontro; já tarados, comecei a bombar ela de um jeito selvagem porque aquela bunda enorme me acendia, ver ela mexer como gelatina e o barulho que fazia ao bater na minha barriga, uau, não aguentei muito e gozei, soltando um jorrazão na buceta peluda dela, que depois senti escorrer aquela mistura de fluidos, nós dois soltamos um longo suspiro, sinal de que tinha acabado e a gente tinha curtido aquela trepada.
Ainda com ela de quatro, saí da buceta dela e foi inevitável não dar umas esfregadas e roçadas naquela bunda grande, falei se segura que da próxima vou comer ela, e aproveitei a posição pra dar uma mordida numa das nádegas dela, deixando meus dentes marcados; depois ela se levantou e sentou na beira da cama, enquanto eu subia minha calça. Ele passou a mão na minha calça de novo, abaixou um pouco mais e levou de volta à boca. Disse: "Vem cá, vou te limpar como a gata que sou, não quero que leve o que é meu." Me limpou até a última gota de fluido que pudesse ter no meu corpo. Depois de limpo, me levantei e ajustei minha calça. Ela, por sua vez, só baixou o roupão e jogou a calcinha num cesto que parecia ser de roupa suja.
Como despedida, me agarrou e me deu um beijo. Disse: "Espero que tenha gostado da noite e que se repita. Você não sabe da vontade que eu tava de transar, e melhor ainda foi ter sido com você, porque vejo que te deixo louco." Falei que quando ela quisesse, era só me ligar, passei meu número pra isso. Eu ainda queria mais, me sentia muito tesudo, não parava de apertar a bunda dela. Pra minha má sorte, minha esposa me ligou, e foi assim que tive que sair da casa dela.
Hoje em dia, ainda tenho esse casal como vizinhos. Me dou muito bem com a senhora, nem preciso dizer. Já tive mais encontros que me permitiram realizar minhas fantasias e despertaram meu lado mais pervertido. Quando o marido dela não está e eu consigo dar um jeito de escapar da minha esposa, a gente faz o que quer. Nunca me arrependi do que fiz, só aproveitamos.
Outra hora, vou contar outro dos meus encontros com a dama.
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