Amor pela mãe da minha melhor amiga (lésbica)

Essa história vem de mim pra vocês e só quero causar satisfação ou prazer na leitura. Ps: (Sou nova nisso e vou me dedicar principalmente a fazer pequenos contos ou mini histórias de várias situações, papéis e mais) Essa é a mãe da minha melhor amiga:Amor pela mãe da minha melhor amiga (lésbica)Esta sou eu:gostosaO autor das imagens é: @Arkeus_165
Começo agora: Eu sou a Kelsey, uma garota universitária de 19 anos e tô cursando biologia. Não me considero uma mina muito atraente pros outros, e muito menos no quesito amor, já que nunca fui muito de ter um relacionamento com alguém.
Claro, por ser mulher, todo mundo me associaria a estar num relacionamento com um cara, mas, pra minha sorte, os caras não são o que me atrai. No meu caso, são as garotas, porque, na minha visão, uma mulher nunca machucaria outra mulher ou ofenderia se estivessem num relacionamento.
Descobri isso em mim quando tinha 14 anos, quando fui rejeitada por um garoto no ensino médio e ele me chamou de "Castor" por causa do formato peculiar dos meus dentes. Foi aí que percebi que os caras e os homens são um lixo e uns malditos num relacionamento amoroso. E foi justamente uma garota que me fez perceber que o meu negócio era ficar com minas, já que, depois de ser rejeitada, uma colega legal se compadeceu de mim e me ajudou a me sentir melhor depois daquilo.
Na real, nunca mais vi aquela garota que me ajudou, mas sou muito grata a ela, porque foi por causa dela que consegui entender o que eu gostava e o que eu queria na minha vida.
Voltando ao presente, agora tô no estágio da minha faculdade, e por causa disso tô super estressada e cansada de tudo, a ponto de só desejar sentir o que é o carinho de alguém por mim, alguém que me pergunte se tô cansada, que me abrace e me diga se tô feliz ao lado dela.
— Ahhh, Esmeralda, a verdade é que a faculdade de biologia tá me ferrando muito com os estágios.
— Sério? Achei que estudar os seres vivos e os animais seria algo simples e interessante.
Esmeralda é minha melhor amiga, ela estuda na mesma universidade que eu e é 3 anos mais velha, mas como ela repetiu 2 vezes o ensino médio, dá pra dizer que a gente tá no mesmo ritmo. -Puta merda, se eu soubesse que ia ter que ficar analisando uma planta por 6 malditos meses pra fazer um relatório de 25 páginas no estágio, nunca teria entrado nessa. -Qual é, acho que você é muito dura consigo mesma, além disso, não é tão fudido quanto eu, que tenho que ficar trabalhando dia e noite fazendo maquetes de merda de uma cidade que nunca vai existir. Esmeralda e eu não estudamos a mesma faculdade, mas temos a coincidência de que nossos horários e anos de estágio andam juntos, além disso, ela e eu optamos por fazer isso pra ficarmos "juntas" como boas amigas, já que somos melhores amigas desde o 2º ano do ensino médio. -Porra, o que eu queria agora era um bom café gelado com chocolate, pra esquecer dessa porcaria. -Acho que eu também, e sabe quem faz o melhor café gelado com chocolate de todos? -Óbvio que sei. Esmeralda e eu somos melhores amigas há 3 anos e meio, e sei que vocês tão pensando, e não, ela não me atrai, e sei disso por 3 motivos: 1- Ela é praticamente uma parte importante de mim que me faz sentir livre de tudo, como uma irmã postiça que nunca tive. 2- Ela diretamente tá namorando um cara há 2 anos chamado Iván, praticamente eles são como um pãozinho com uma manteiga quentinha. 3- Nunca tive sentimentos amorosos por ela, nem antes nem agora. -Bom, e como é que tão as coisas? -Tá falando de mim e do Iván? -Obviamente que tô falando de você e do Iván, bobinha, me diz, alguma novidade que rolou entre vocês dois? -Ah, então, a verdade é que sim, porque uns dias atrás ele me pediu pra irmos a um baile de máscaras que vai rolar no salão da borboleta. -Uau! Baile de máscaras, tá falando daqueles bailes estranhos onde todo mundo vai todo arrumado e usa uma máscara ou um antiface pra se fantasiar? -Exato, e ele me pediu pra irmos juntos ao baile! -Ei, olha só, minha melhor amiga com a maior sorte do mundo de ter um namorado incrível! -Hahaha, não tá com ciúmes, né? -Eu com ciúmes? Tá de brincadeira, né? Esmeralda, você sabe muito bem que eu gosto de mulheres.
— Sei sim, só estou te provocando. Mas já que é assim, você não quer ir também no baile?
— Ah, não daria, eu seria o terceiro pau na mesa entre você e o Ivan.
— Kely, não tô falando de você ficar com a gente durante o baile.
— Então o que você quer dizer?
— Tô falando de você ir ao baile e acontecer uma de duas coisas: uma é que durante o baile você encontre uma mina igual a você, convide ela pra dançar e talvez role uma química entre vocês duas.
— Ou duas?
— É que você procure e convide uma garota pro baile e leve ela como seu par.
— Olha, Esmeralda, eu agradeço muito o convite, mas a verdade é que não tô afim agora de me envolver num relacionamento amoroso com ninguém.
— Kely, você tem 19 anos e nunca esteve num relacionamento amoroso com ninguém. Já tá na hora de você se familiarizar com isso.
— Olha, entendo suas intenções, mas juro que tô bem. A última coisa que quero agora é me preocupar com relacionamento amoroso, já tenho o suficiente com a minha carreira.

Eu e a Esmeralda praticamente discutíamos sempre que ela tocava nesse assunto, dizendo que já era hora de eu arrumar uma parceira. E sempre acabávamos em longas conversas, sem nunca chegar a nada concreto. E não culpo ela, entendo que ela quer me ajudar, mas o problema é que nunca tive a chance de amar, e tenho medo de fazer alguma merda se acabar ficando com alguém. Então é só que não tô preparada.

— Kely, olha, antes de descer, por favor quero que você me prometa que de algum jeito vai tentar se relacionar mais com uma garota que não seja eu, e tente buscar alguma coisa, porque o tempo vai te consumir e quando você menos perceber, pode acabar sozinha pelo resto da vida. Me diz, você pode me prometer isso?
— ... Tá bom, mas não prometo totalmente, e além disso, só vou tentar.
— Essa é minha garota!
— Então, sua mãe tá em casa?
— Deve estar. Vem, vamos ver ela.

Vocês devem estar se perguntando: o que a gente tá fazendo na casa da Esmeralda e por que perguntei pela mãe dela? Mãe? Bom, a gente disse que ia tomar um café gelado com chocolate, então foi isso que a gente fez. – Mãe!! Tô em casa!! A Kely veio comigo!! +Tá bom, filha, já vou descer num segundo!! A mãe da Esmeralda, ela é a melhor fazendo café gelado com chocolate que eu conheço, e sem dúvida nenhuma também é uma das mulheres mais gentis que eu conheço. +Ô Kely, oi!! Olha só quanto tempo, você não mudou nada, faz um ano que você não vem aqui em casa. – Oi, dona Andrea, verdade, um ano é muito tempo desde a última vez que a gente se viu. Andrea é o nome da mãe da minha melhor amiga, praticamente uma mulher incrível, ela é muito especial porque não conheço ninguém com a alegria que ela tem, além de ser linda e gostosa pra ter 37 anos, e uma coisa que eu amo nela é o jeito dela ser junto com a roupa tão chamativa e extravagante que ela usa. +Minha querida Kely, me diz, você veio tomar um dos meus cafés gelados com chocolate? – Dona Andrea, de algum jeito a senhora sempre sabe do que eu preciso. +Ô Kely, já te falei um monte de vezes pra me chamar de Andy. – É verdade, me desculpa, é que ainda não me acostumei a chamar a senhora assim. +Bom, Kely, nossa casa é sua casa, não é mesmo, Esmeralda? – Claro, mãe! Naquele dia, a dona Andrea foi muito gentil como sempre comigo, porque o fato de a gente ter ficado um ano sem se ver foi diferente pra todo mundo, já que eu passava os dias na casa da Esmeralda e era normal eu estar sempre lá. Fiquei um tempão na casa da Esmeralda conversando com ela e com a mãe dela, e foi assim a tarde toda. +Me diz, Kely, você ainda tá no curso de biologia? – Claro, dona Andrea, na verdade agora tô fazendo os estágios e tenho que dizer que é meio puxado e complicado. +Parece que é bem pesado pra você. – Ah, mãe! Você sabe muito bem que qualquer curso é pesado no primeiro ano de estágio. +Eu sei, filha, mas me fez lembrar muito do seu pai. – Meu pai? Eu estudo biologia? +Claro, na verdade quando te adotamos, ele tinha acabado de terminar o doutorado na área. -Parece que meu pai amava muito o trabalho dele, sinto falta dele. +Ai, eu também, filha, ainda não consigo acreditar que já faz quase 5 anos que ele se foi. O pai da Esmeralda e marido da Andrea era um profissionalista na área da biologia, ele amava muito a carreira dele e também os seres vivos, porque ele acreditava que são a força que cuida do nosso mundo. Infelizmente, ele morreu durante um dos voos que pegou para fazer uma pesquisa na Amazônia, depois que a asa do avião quebrou, causando a queda e a morte dele junto com outras 57 pessoas. -Parece que ele foi um homem encantador para vocês duas, aposto que até eu posso amar tanto a biologia quanto ele amou um dia. Depois de dizer isso, a mãe da Esmeralda se levantou com lágrimas nos olhos e veio até mim para me abraçar com um sorriso. +Ai, Kely, suas palavras me lembram muito ele. -Kely, você é a melhor amiga que eu poderia ter, suas palavras também me fizeram lembrar muito do meu pai no fundo. Para mim, era um conforto sentir o carinho que elas duas me mostraram, era tipo aquele amor que eu ainda não entendia. Enquanto isso acontecia, de repente o céu escureceu e uma tempestade caiu. +Só o que faltava agora, parece que o céu decidiu que ia chover agora mesmo. -É o que parece, mãe, e parece que vai durar um bom tempo. +E você, Kely? Se essa chuva não parar, não sei como você vai voltar pra casa. -Pode deixar, dona Andrea, deixa eu falar com meus pais sobre isso. A tempestade atingiu o lugar todo e o bairro inteiro, parecia que não ia parar até de madrugada, então eu decidi ligar pro meu pai e conversar com ele. -(Kelsey, olha, do jeito que a chuva tá agora, vai ser impossível eu e sua mãe irmos te buscar.) -(Eu sei, pai, e parece que essa chuva só vai parar de madrugada, então é melhor Pra evitar preocupações, que tal se eu ficar hoje na casa da Esmeralda?
—Parece que é o melhor, mas não sei se vai incomodar a mãe dela.
—Ah, pai, a verdade é que acho que não vai incomodar nada.
+Kely, tá tudo bem?
—Ah, sim, claro, dona Andrea, mas na verdade meu pai queria falar com a senhora um instante.
+Ah, claro.

Depois que a mãe da Esmeralda e meu pai conversaram sobre a chuva, finalmente decidiram e chegaram num acordo. A dona Andrea me devolveu o celular e disse que meu pai já tinha desligado.
—O que aconteceu? Chegaram num acordo?
+Kely, seu pai me disse que por causa dessa chuva, com minha permissão, vocês deixariam você dormir aqui hoje, e amanhã, quando a Esmeralda for pra escola, você vai junto, e depois seus pais podem te buscar na faculdade normalmente.
—Isso parece bom.
+Então beleza, já estamos resolvidos! Vai ver a Esmeralda no quarto dela, fala que você vai dormir aqui hoje e pede pra ela te emprestar uma roupa pra dormir.
—Claro, vou fazer isso. Obrigada por me deixar ficar aqui hoje, dona Andrea.
+Pode me chamar de Andy, querida, já te falei.
—Claro, Andy, muito obrigada.

Depois de ir avisar a Esmeralda que ia dormir na casa dela naquela noite e pedir uma muda de roupa, as horas foram passando até chegar a hora de dormir. Eu ainda não sabia onde ia dormir, então fui procurar a dona Andrea, já que a Esmeralda tava tomando banho e eu não queria incomodar. Curiosamente, a dona Andrea tava no quarto dela, sem fazer nada, parecia triste e melancólica, segurando uma foto do falecido marido e olhando fixamente pra ela.
—Ehhh, toc, toc, desculpa, dona Andrea, ah, não quero incomodar, mas qual é o quarto onde vou dormir?
+É o que fica do lado deste quarto.
—Ah, tá bem, obrigada, dona Andrea.
+Sim, fica tranquila.

Eu percebi que ela tava muito pra baixo, e por razões que não entendi, decidi entrar no quarto com ela.
—Ahh, posso? /Falei se podia sentar do lado dela/
+Pode entrar.
—Obrigada. Quando me Sentei, só um silêncio meio estranho tomou conta do quarto e da gente, até que a dona Andrea falou.
+ Sabe, Kely? Gostei muito de te ver aqui de novo na nossa casa.
- Sério? Bom, eu diria o mesmo, porque tava com saudade de voltar aqui.
+ É mesmo? Do que você sentia falta aqui?
- Bom, na verdade de tudo, acho. De poder estar com a Esmeralda, de passar tempo com vocês duas, de tomar aquele café gelado delicioso com chocolate.
+ Só isso? /De um jeito estranho, a dona Andrea colocou a mão dela na minha/
- Ahhh, claro, bom, e claramente da senhora, dona Andrea, também senti sua falta.
+ E por que sentia minha falta?
Nesse ponto, eu tava muito nervosa, porque sentia uma mistura de pressão, alegria e paixão.
- Ammm, o que posso te dizer? Você tem um jeito muito encantador de ser, tem uma alegria que me chama muito a atenção, era disso que eu sentia falta. Também de te ver, sentia falta disso porque, bom, na verdade acho que você é uma mulher muito gostosa e linda em todos os aspectos, do jeito que fala, do jeito que se veste, simplesmente sua presença eu adorava e sentia falta de ver.
+ Nossa, isso emmm, foi muito encantador da sua parte, Kely.
Nós duas estávamos bem vermelhas e com vergonha de olhar uma pra outra, e mesmo assim ela não tirava a mão da minha.
+ Quer saber do que eu senti falta de você, Kely?
- Claro, gostaria de saber.
+ Que você me lembra muito meu marido. Desde que você me disse que tinha começado a estudar biologia, senti algo em você que me lembrou muito o homem que amei por tanto tempo. Além disso, também sentia falta dos seus dentes, acho que são muito lindos, eles te dão um sorriso tão precioso, que pra mim é mais bonito que o sorriso do meu marido.
- Ai, bom, na verdade não sei o que dizer, Andy, acho que isso significa muito pra mim, que você me veja como alguém que você amou por muito tempo.
+ Kely, por favor, olha pra mim, tem uma coisa que preciso te contar.
Virei pra olhar diretamente nos olhos dela, a gente se encarando, e as duas pareciam muito felizes e muito vermelhas. Foi então senti a mão da dona Andrea entrelaçar na minha. — Andy... +Kely, isso é estranho demais pra mim, e acho que vai ser pra você também, mas... Eu te amo, e acho que você me atrai. Naquele momento, viramos totalmente pra nos olhar diretamente, eu entrei em choque e minha cara ficou toda vermelha com o que tinha ouvido, e a dona Andrea parecia muito envergonhada do que disse. Então eu peguei a outra mão dela e entrelacei na minha, e num momento de tensão extrema, as duas decidimos, sem querer, eu via o rosto dela se aproximando do meu, e do mesmo jeito eu me aproximava dela, foi aí que, fechando os olhos, senti uma sensação que percorreu todo o meu corpo e acelerou meu coração, meus lábios e os da dona Andrea se chocaram e se tocaram num beijo lindo e pequeno, foi aí que pela primeira vez senti uma sensação nova, algo que não consigo explicar e que me faz sentir medo e nervosismo, mas ao mesmo tempo emoção e felicidade, era amor, eu tinha me apaixonado e beijado a mãe da minha melhor amiga... Continua... ??? (PS: Um detalhe que esqueci de mencionar é que o pai da Esmeralda era um homem infértil e por causa disso, quando Andrea e ele quiseram ter um filho, não conseguiram, então adotaram a Esmeralda quando ela tinha 10 anos de um orfanato infantil, e foi quando a Esmeralda tinha 17 anos que o pai dela faleceu) Tchau, a gente se vê depois 🌒

4 comentários - Amor pela mãe da minha melhor amiga (lésbica)

Queblindo relato, ojalá se te cumpla
Te será difícil pero no te rindas