Esposa de férias #2

🔥 Capítulo 2 À 1h da manhã, Jessica e Brad nos encontraram. "Tô toda suada", anunciou Jessica. "Meus pés também tão cansados", admiti. Tinha sido um dia longo. "Pronta pra ir, Amy?" Mamãe fez biquinho. "Podia dançar a noite toda com meu marido". "A gente volta outra noite", prometi. Mamãe foi relutante com a gente. A brisa fresca vinda do oceano era revigorante. "Jess, cê viu como o Gary dança bem?" perguntou mamãe. "Vi sim", concordou Jess. "Parecia que cê tava dando umas aulas pra ele". "Ele é iniciante", admitiu mamãe, "mas é leve nos pés e aprende rápido". "O Brad tem dois pés esquerdos", riu Jess, "mas é muito divertido dançar com esse grandão mesmo assim. O que falta em graça, ele compensa com empolgação". "Ei", reclamou Brad. "Isso não é verdade. Sou praticamente o Fred Astaire". A gente riu. "Que bom que cê pensa assim, amor", brincou Jessica. Voltamos pro hotel. Na cama, com as luzes apagadas, mamãe e eu deitamos de lado, de costas pra Jessica e Brad. A gente esperava que se repetisse a noite passada, e não fomos decepcionadas. Ouvimos eles se beijando por uns minutos, daí a cama começou a ranger. Brad bufou e finalmente Jess começou a fazer os barulhinhos engraçados dela de "eep, eep, eep". A gente não conseguiu segurar o riso. "Ah, pelo amor de Deus, não ri", ofegou Jessica. "É vergonhoso! Para um pouco, por favor, Brad. Brad, para!" Teve uma pausa e Jess falou pra gente: "Amy e Gary, olhem pra mim, por favor". A gente virou pra olhar ela. "Fico muito sem graça quando eu e Brad fazemos e vocês não. Essas férias vão ser muito mais divertidas pra todo mundo se vocês perderem essa vergonha e fizerem também. Quer dizer, vocês são casados. Não tem nada pra se envergonhar. Então, por favor, parem de ficar só ouvindo e façam vocês mesmos. Por favor?" "Desculpa, Jess", respondeu mamãe. "Não quisemos ser mal-educadas, mas... bom, nunca fizemos isso com mais ninguém no quarto". "Nós também não", riu Jess. Mas é meio sexy, né?" Minha mãe também riu. "É sim. Vocês dois me deixaram com tesão ontem à noite." "Bom. Então você também vai fazer?" perguntou Jess. "Tô dentro", mamãe me surpreendeu ao responder, "e tenho certeza que consigo fazer o Gary se interessar." As duas garotas riram. Mamãe tirou a calcinha debaixo dos lençóis e fez um show ao jogá-la do outro lado do quarto, na nossa mala. Ela pegou minha cueca, mas eu segurei e não deixei ela puxar pra baixo. "Entra na brincadeira, Gary", ela sussurrou quase em silêncio no meu ouvido. "Vai dar tudo certo, eu prometo. Não podemos estragar as férias deles deixando eles envergonhados." Ela tinha razão. Me senti mal por fazer a Jessica se sentir insegura. Mas e eu? Ia ser uma merda de vergonhoso ficar pelado na cama com a mamãe. Olhei pra outra cama e vi a Jessica e o Brad nos observando. Suspirei e soltei minha cueca. Mamãe sorriu, me beijou na bochecha e tirou ela. Eu tava pelado na cama com a minha mãe. Mamãe me ajeitou suavemente e se arrastou pra cima de mim. Eu tava paralisado de choque e até tremendo um pouco. Isso era loucura! Mamãe colocou o corpo inteiro dela sobre o meu e eu senti o calor dela. Não foi um contato total de pele com pele por causa da camiseta que ela ainda vestia, mas foi o suficiente pra meu cérebro travar. Mamãe virou pra eles e disse: "Tá bom, já é intimidador o bastante sem vocês ficarem olhando. Voltem pro que vocês estavam fazendo." "Porra, queria ficar olhando", brincou Jessica e riu. "Vamos, Brad. Me fode, grandão." "Eles vão perceber se a gente não fizer nada", sussurrou mamãe no meu ouvido. "Deixa eu lidar com isso, ok? Segue meu exemplo." Sem esperar resposta, ela se apoiou nos braços e deslizou os lábios da buceta dela pela parte de baixo do meu pau. Sim, eu tava duro. A situação era estranha, mas porra, era sexy também. Brad tava comendo a Jess a alguns metros de distância e o corpo gostoso da mamãe tava em cima de mim. Não deu pra não ficar excitado. Mamãe parecia estar esperando e aceitando aquilo. Ela mordeu o lábio inferior e esfregou de um lado pro outro, de um lado pro outro, fingindo que estava montando no meu pau. "Mmm", ela gemeu. Mamãe se endireitou, tirando o peso das mãos. O lençol ainda nos cobria, então parecia que ela estava deslizando pra cima e pra baixo em cima de mim. "Meu Deus," ela gemeu. As mãos dela foram pros próprios peitos e os apalpou por cima da camiseta fina. "Ah!" ela ofegou. Era uma baita atriz. Parecia que ela tava realmente se excitando com aquilo. Na maior parte do tempo fiquei ali, atordoado, mas não resisti em balançar no ritmo das reboladas dela. Ela sorriu pra me incentivar. A buceta dela só roçava na lateral do meu pau, então não tinha perigo de entrar, mas ainda assim era gostoso. A gente pegou um ritmo bom. De repente, mamãe tirou a camiseta pela cabeça pra poder beliscar e enrolar os bicos dos peitos diretamente. Os peitos perfeitamente redondos e anormalmente firmes dela pularam nus na minha frente pela primeira vez. Meus olhos arregalaram, claro. Mamãe percebeu e riu. Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela. Minha reação natural foi tirar, mas mamãe manteve as mãos dela sobre as minhas e não deixou. As mãos dela manipularam as minhas pra apertar e esfregar os peitos dela.Esposa de férias #2Mamãe parou o movimento de quicar e esfregou com força os lábios e o clitóris dela na minha vara. O movimento rápido e nervoso fez ela gozar rapidinho. A cabeça dela jogou pra trás e ela ofegou, "Ah!" O corpo dela teve espasmos e os lábios quentes da buceta dela de repente ficaram mais molhados. Ela congelou por um instante, depois desabou em cima de mim. "Essa foi boa", ela riu enquanto pequenos tremores continuavam passando por ela. Porra! Minha mãe acabou de ter um orgasmo comigo! Não conseguia acreditar. Mas o que veio depois foi ainda mais louco. Ela olhou nos meus olhos e mordeu o lábio inferior de novo. Tomando uma decisão, ela me disse: "Mas você ainda não gozou, querido". Ela virou a gente pra eu ficar por cima da minha mãe pelada. Mamãe gostosa pelada. "Faz de conta que você tá me fodendo, igual eu fiz", ela sussurrou no meu ouvido. Quando eu hesitei, ela falou alto: "Não seja tímido. Mostra pro Brad como se faz". Não sabia se o Brad e a Jessica estavam olhando pra gente e tava com vergonha demais pra olhar. Ouvi os barulhos deles se pegando, então talvez não. Mas se eu não fingisse isso agora, que tipo de covarde iam achar que eu sou? Já me viram deixar um cara passar a mão na minha "esposa" na pista de dança aquela noite. Mamãe me olhou desafiadora e enrolou as pernas longas dela em volta do meu quadril. "Vai, querido", ela insistiu. "Me fode bem". Atordoado, comecei a ver minha vara dura subindo e descendo nos lábios da buceta da mamãe. "Ah, sim. É tão comprido", gemeu mamãe, dando um showzinho. Era metade excitante e metade humilhante. A gostosa se contorcendo debaixo de mim era minha mãe, porra! "Mais rápido, bebê", ela insistiu. "Mais forte." Eu tava ficando puto com ela e com todo esse teatro. Numa tentativa torta de me vingar pela vergonha que tava sentindo, empurrei forte em cada estocada pra garantir que o clitóris dela esfregasse bem. A cabeça dela balançava de um lado pro outro e as unhas arranhavam minhas costas. "Vou gozar de novo!" ela gritou. O tremor orgásmico do corpo dela ela também me levou ao ápice. Meu esperma explodiu por toda a barriga tensa e os peitos trêmulos da minha mãe. Cavalgamos juntos as réplicas dos nossos orgasmos. Quando nos acalmamos, mamãe pegou minha cabeça entre as mãos e me beijou carinhosamente. "Obrigada, bebê", sussurrou e riu. "Eu precisava disso." Fiquei vermelho, mas respondi: "Eu também." Rimos os dois, aliviados. Mamãe usou a camiseta dela disfarçadamente pra limpar meu esperma da barriga e dos peitos, e eu deslizei pra cima dela. "Valeu, galera", gritou a Jéssica. "Isso foi muito melhor." Todos rimos. Deitei de barriga pra cima e mamãe se aninhou no meu lado, com um braço e uma perna por cima de mim. Estávamos pelados, mas não parecia estranho. Não depois do que a gente tinha acabado de fazer. Dormi como uma pedra pela segunda noite seguida. TERÇA-FEIRA Acordei com um som de "chup, chup, chup". Só levei um segundo pra descobrir o que era. A Jéssica tava chupando a pica do Brad. Minhas sobrancelhas subiram. Mamãe notou o olhar no meu rosto e não conseguiu segurar uma risadinha. A chupada parou e a Jéssica perguntou: "Não vamos passar por isso tudo de novo, né? Amy, o Gary tá com uma pica matinal igual ao Brad, dá pra ver a barraca que ele tá fazendo no lençol daqui. Sabe o que fazer? Faz isso, amiga. Não me faça passar vergonha de novo por ser tímida." Mamãe olhou pra mim, depois pra Jess, que tinha uma cara séria. Mamãe me encarou e sussurrou: "Não se assusta." Mantendo os olhos fixos nos meus, mamãe puxou o lençol pra baixo, expondo minha pica dura da manhã. De novo, fiquei paralisado. Que porra ela tava tramando? Rapidamente percebi. Mamãe deslizou pela cama, os olhos ainda nos meus. A mãozinha dela envolveu minha pica e eu tremi com a surpresa perversa. Aí ela pressionou os lábios na cabeça do meu pau e deu um beijo. Acho que mamãe se animou quando eu não tive um ataque cardíaco. Ela foi beijando pela lateral do meu bastão. "Isso aí, amiga", gritou a Jéssica e voltou a chupar o Brad. O rosto da mamãe ficou Uma expressão absolutamente diabólica. Devagar e com sensualidade, ela beijou e lambeu o caminho de volta pro meu pau até a ponta, e então, bem lentamente, deslizou os lábios sobre a minha cabecinha. "Ah, caralho", eu gemi. Ela ainda me encarava nos olhos, e eu percebi que estava com um sorriso de superioridade, mesmo com a cabeça do pau na boca. Mamãe foi trabalhar. Centímetro por centímetro, ela usou os lábios e a língua pra massagear meu pinto. Eu me arrepiei e tremi. Não deu pra evitar. Parecia que a boca dela tava ligada direto no meu sistema nervoso. Ela enfiou mais ou menos metade dos meus 20 centímetros de grossura naquela boca linda, e eu senti a ponta tocar a garganta dela. Ela não parou. Mamãe ajustou o ângulo da cabeça e enfiou o resto de mim goela abaixo. Ela fez uma pausa quando engoliu tudo, e parecia toda convencida pela façanha. Com uma lentidão calculada, ela abriu um pouco as pernas e deslizou dois dedos na própria buceta. "Ah, merda", eu gemi. A sensação gostosa da boca e da garganta dela apertando meu pau, e a visão dela se dedando, fez meu pinto pulsar. Eu queria mais estímulo. Queria que ela fosse até o fundo. "Por favor", eu implorei. A boca da mamãe deslizou pra cima, e então rapidamente afundou de novo em mim. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela me fodia furiosamente com a cara. Os dedos dela eram um borrão de movimento entre as pernas. Ela tava tão perto do orgasmo quanto eu. Senti aquilo subir e rosnei, "Vou gozar!" Mamãe também gozou, mas manteve a boca em mim e chupou meu leite enquanto eu tremia. Finalmente, os lábios dela se soltaram dos meus e ela caiu do meu lado. "Ai! Ai!" ela ofegou, enquanto as ondas de prazer subiam e desciam pela espinha dela. "Esse foi um boquete gostoso", ouvi a Jessica dizer. "Agora não temos mais motivo pra ter vergonha, né?" "Certo", mamãe concordou. Jess e Brad entraram no banheiro pra tomar banho. Mamãe se aninhou em mim. "Você tá bem?" ela perguntou, preocupada. "Acho que sim", respondi. "Como foi?" Eu fiquei vermelho feito um pimentão. "Foi Incrível, mãe", expliquei. "Mas também foi assustador pra caralho. A gente não devia estar fazendo essas coisas." "Por que não?" ela perguntou. "Você é meu marido esta semana, querido." "Não sou, de verdade." "Sim, de verdade." Ela me apertou nos braços. "Querido, a gente tem que continuar fingindo ou vamos estragar as férias de primavera da Jessica e do Brad. Não podemos fazer isso com eles." "Mas, mãe, é tão errado", gemi. "A gente só está brincando, tá bom? Tudo bem. Não caiu um raio na gente. O mundo não acabou. E eu acho que é até um pouco emocionante. Você não gosta?" "Eu te disse que foi incrível", lembrei a ela. "Pra mim também. Ontem à noite e hoje de manhã", ela riu. "Nunca gozei assim antes. Transar com você me sacode até a ponta dos pés." Fiquei ainda mais vermelho de vergonha e gemi: "Jesus, mãe." Ela riu do meu desconforto. "Relaxa, querido", me incentivou e imediatamente começou a fazer cócegas nos dois lados das minhas costelas. Sou muito sensível a cócegas, então gritei e me contorci. Mas ela também é, então devolvi as cócegas nos mesmos lugares. A gente estava rolando de rir e gritar quando o Brad e a Jessica saíram do banheiro. Eles riram da gente, e a Jess suspirou: "Toda vez que eu acho que vocês não podem ficar mais fofos, vocês provam que eu tô errada. São os pombinhos mais apaixonados que já vi." Só corou, mas a mãe aproveitou a chance para me dar um daqueles beijos ardentes patenteados dela. Depois me puxou para fora da cama e me levou ao banheiro para tomar um banho. Considerando o que a gente tinha feito, me senti justificado em dar uma boa olhada no corpo nu da minha mãe enquanto ela abria o chuveiro e ajustava a temperatura. As peitolas dela chamavam atenção, mas caralho, se a bunda natural e alegre dela não era a melhor parte. Era redonda e firme como uma escultura idealizada. Mamãe me viu olhando e perguntou: "Tá bonita?" Ela deu uma reboladinha na bunda. "Tá muito bonita", garanti. "Você tá em uma forma incrível." "Tudo graças Ah, me fez malhar, gata", ela respondeu. Pegou na minha mão e me levou pro chuveiro com ela. "Bem que a gente podia fazer isso junto", argumentou. "É tarde demais pra ficar com vergonha de qualquer coisa agora". Não ia reclamar. A água escorrendo pelas curvas elegantes do corpo dela era hipnotizante, e meu pau endureceu na hora. Mamãe me deu um pano e mandou eu lavar ela enquanto ela me lavava. A gente se revezava passando sabão nas costas um do outro, e nem demorei tanto na bunda dela. Admito que as tetas e a buceta dela ganharam atenção extra, mas mereciam. Mamãe só lavou meu pau por uns segundos, o que foi frustrante pra caralho. Ela tava se esforçando muito. Em vez de uma brincadeira sexy, mamãe me fez lavar o cabelo dela enquanto ela lavava o meu. Na real, foi bem gostoso massagear suavemente o xampu no cabelo longo e sedoso dela. Ela ficou tão perto de mim que meu pau duro descansava na barriga dela. Quando enxaguou o xampu, saímos do chuveiro e nos secamos com a toalha. Mamãe finalmente pegou meu pau tenso na mãozinha dela e disse: "Coitado do bebê. Relaxa, não vou te deixar na mão". Ela se ajoelhou na minha frente. "Mamãe, cê não precisa", falei. Não queria que ela se sentisse obrigada a me chupar. Ela sorriu. "Valeu, amor, mas na real eu gosto de chupar o seu. É tão comprido, duro e quente. É uma delícia na minha língua". Ela começou a me dar outra demonstração magistral de técnica de garganta profunda. Eu já tava no limite, então levei só um minuto pra gozar. "Nossa, Gary", ela exclamou quando terminou de engolir tudo, "cê goza litros!" Eu ri sem graça. Fiquei orgulhoso de ouvir isso, mas não era algo que esperava ouvir da boca da mamãe. Escovamos os dentes, e aí mamãe sugeriu: "Vamos passar protetor solar antes de vestir os trajes de banho. Vai ser mais fácil e completo". Era uma boa ideia, mas ela queria que a gente passasse um no outro, até nas áreas da frente que a gente conseguia chegar. Eu fui na onda dela porque não sou bobo e adorava explorar o corpo dela com as mãos. O problema é que passar creme nela me deixou duro que nem pedra de novo. "De novo?!" ela perguntou surpresa. "Você já gozou duas vezes esta manhã!" Eu fiquei vermelho e dei de ombros. "Sou um garoto adolescente e você é muito gostosa". Ela suspirou dramática e disse: "O que vou fazer com você?". Mas tava sorrindo quando se ajoelhou e me chupou pela terceira vez. Eu aguentei mais, mas não passou de cinco minutos. Não queria fazer ela se esforçar mais do que o necessário, e não tinha motivo pra me segurar. Foi porra de satisfatório empurrar a bacia pra frente e jorrar tudo naquela boca linda de novo. Pareceu bem menos estranho que da primeira vez. Tava me acostumando e curtindo pra caralho, claro. Tomamos café da manhã, depois fomos pra um parque aquático descer nos tobogãs. Mamãe gritou e riu que nem uma criança. Foi muito divertido. Depois do jantar fomos pra um daqueles campos de minigolfe grandes e malucos. É brega mas divertido. Aí Jessica e Brad foram pra uma balada, mas eu e mamãe decidimos dar um longo passeio na praia. O celular dela tocou. "É seu pai", ela falou e atendeu. O lado dela da conversa foi assim: "Oi, amor. Desculpa não ter ligado ontem. A gente tava ocupado e esqueci". "Fomos dançar e eu ensinei o Gary". "Não. Ele aprende rápido. Se saiu muito bem". "Sim, nosso Gary". Ela riu e me olhou antes de completar: "Ele é um garoto talentoso". "Não, nada de bebida. Eles são muito novos e você sabe que não curto muito". "Tá bom. Falo com você mais tarde na semana. Boa noite, amor". Depois que desligou, eu brinquei: "E aí, como tá o marido número 1?". Mamãe ficou vermelha e respondeu: "Você conhece seu pai. Ele tem o trabalho dele, mal percebe que a gente não tá lá". Me abraçou forte e perguntou: "E como tá o marido número 2?". "O marido número 2 é incrível, especialmente quando você aperta seus peitos contra ele desse jeito". Ela riu e deu um tapa no meu braço. "Você é tão safado. Vamos voltar pro hotel". Jessica e Brad voltaram pro hotel alguns minutos depois da gente. E depois de só alguns minutos de beijos e preliminares, já estavam transando. Mas a mamãe não tentou de novo o truque do sexo simulado. Em vez disso, ela se enfiou debaixo do lençol, pegou a ponta do meu pau com os lábios e ficou passando a língua em volta. Porra! Fiquei duro que nem pedra e mexi meus quadris pra incentivar ela a meter mais na boca. Ela beijou e lambeu a lateral primeiro, depois chupou minhas bolas. Foi uma tortura doce. Me senti egoísta por receber toda a atenção oral, então coloquei as pernas dela em cima de mim e encostei minha boca na buceta dela na posição 69. A mamãe gemeu em volta do meu pau, o que foi uma sensação incrível, e as coxas dela tremiam de ansiedade. Só tinha tentado isso duas vezes com resultados variados com outras minas, mas ela tava pronta pra dar o melhor de si.peitosDecidi tomar meu tempo. Comecei dobrando a perna direita dela e beijando meu caminho desde o tornozelo lindo e pequeno dela, passando pela curva da panturrilha e subindo pela coxa firme. Ela estava gemendo de prazer ao redor das minhas bolas, então dobrei a perna esquerda dela e dei o mesmo tratamento. Ela se contorceu de alegria quando me aproximei da buceta dela. Lambi ao longo da rachinha dela com uma língua larga e chata. Ouvi a mamãe ofegar e as coxas dela se contraírem. Acariciei elas com minhas mãos enquanto arrastava minha língua para cima e para baixo devagar pela rachinha dela. Ela respondeu soltando minhas bolas da boca e lambendo a parte de baixo do meu pau. Chupei os lábios dela, mas não tive muita resposta. Ela enfiou meu pau na boca e decidi que era hora de partir para o evento principal. Minhas mãos foram para os globos perfeitos da bunda dela e apertaram. A ponta da minha língua empurrou o capuz do clitóris dela, e então, bem devagar, circulou a pequena e sensível protuberância. Mamãe estava gemendo no meu pau com alegria, e as coxas dela apertaram os lados da minha cabeça. Me sentindo mais confiante a cada sucesso, decidi tentar um truque que tinha lido. Escrevi suavemente o alfabeto no clitóris dela com a ponta da língua. A, b, c, d... Mamãe apertou minha cabeça com mais força e chupou meu pau com fúria. E, f, g, h... Ela gemeu que nem uma putinha e chupou ainda mais rápido. Impressionante! Tentei mais um truque que tinha lido. Deslizei meu dedo do meio para dentro dela. Ela congelou por um momento e pensei que tinha errado a mão. Mas aí ela tremeu e voltou a chupar com entusiasmo. Curvei meu dedo para acariciar a parede superior dela enquanto continuava soletrando o clitóris. Encontrei a área áspera que esperava e pressionei meu dedo firmemente. Mamãe pulou como se tivesse levado uma picada de choque. Eureca! O ponto G! Curvei meu dedo sobre ele de novo. A boca da mamãe saiu do meu pau e ela ofegou, "Ahh!" Chupei e acariciei ela, e ela explodiu num orgasmo. Minha mão segurando a bunda dela impediu que quicasse longe dos meus lábios. "Aiii!" ela gritou e o corpo tremeu. Continuei chupando e tocando ela durante o orgasmo. Assim que passou, ela começou a tremer e a tremer de novo. "Gary! Gary!" ela gritou. Empurrei ela de volta no pico. "Aiiiiiiiii!" ela gritou. Ela se debateu como um potro selvagem e acho que tentou se afastar de mim. Mas segurei uma mão na bunda dela e a outra tinha um dedo firme na buceta molhada e quente dela. Ela não ia a lugar nenhum. Passou o segundo orgasmo e decidi ir para o hat-trick. Pressionei o ponto G dela o mais forte que pude e chupei aquele clitóris com tudo que tinha. "Garrrry, por favor", mamãe gemeu. Não demorou muito para colocá-la no topo pela terceira vez em rápida sucessão. "Deus!" ela gritou e o corpo dela se sacudiu mais forte do que nunca. Me segurei firme e lentamente recuei nas minhas manipulações até que as réplicas passassem. Tirei meu dedo dela e soltei a bunda dela. Mamãe se virou e colou os lábios nos meus. Os braços dela se fecharam em volta do meu pescoço e os peitos dela se esfregaram com força no meu peito nu. "Amor, eu te amo", ela murmurou entre beijos febris. Ouvi a Jessica rir. "Você vai ensinar o Brad a fazer isso, Gary?" ela perguntou brincando. "Não, mas vou te mostrar e você pode ensinar ele", ofereci de brincadeira. "Desculpa, nada de demonstrações com a minha mina, amigo", Brad riu. Mamãe ignorou nossa conversa e me olhou com estrelas nos olhos. "Você é incrível, Gary. O que você fez comigo?" "Tipo, tocar seu ponto G? Li sobre isso. Você gostou?" perguntei, sabendo a resposta. "Amei", ela disse efusivamente. "Ouvi falar sobre isso, mas pensei que era mito. Foi incrível! Nunca tinha gozado assim. O que posso fazer pra te pagar, amor? Faço qualquer coisa". Eu ri. "Bom, podia começar terminando o boquete que me devia". Mamãe ofegou horrorizada. "Ai, meu Deus, Gary! Fiquei tão distraída que esqueci. Desculpa mesmo. Faría agora". "Isso pode esperar", falei. "Deixa eu te abraçar um pouco". Eu me Era uma delícia sentir minha mãe gostosa e excitada nos meus braços. Ela se aninhou feliz contra mim e esfregou aquelas tetas com mais força no meu peito. Ela suspirou: "Como você se tornou tão perfeito?" "Bem criado, acho." Mamãe riu e me beijou.maduraContinua... 🔥

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