🔥 CapÃtulo 2
À 1h da manhã, Jessica e Brad nos encontraram. "Tô toda suada", anunciou Jessica. "Meus pés também tão cansados", admiti. Tinha sido um dia longo. "Pronta pra ir, Amy?" Mamãe fez bico. "Dava pra dançar a noite toda com meu marido". "A gente volta outra noite", prometi. Mamãe foi relutante com a gente. A brisa fresca vinda do oceano era revigorante. "Jess, cê viu como o Gary dança bem?" perguntou mamãe. "Vi sim", concordou Jess. "Parecia que cê tava dando umas aulas pra ele". "Ele é iniciante", admitiu mamãe, "mas é leve nos pés e aprende rápido". "O Brad tem dois pés esquerdos", riu Jess, "mas é muito divertido dançar com esse grandão mesmo assim. O que falta em graça, ele compensa com empolgação". "Ei", reclamou Brad. "Isso não é verdade. Sou praticamente o Fred Astaire". A gente riu junto. "Que bom que cê pensa assim, amor", brincou Jessica. Voltamos pro hotel. Na cama, com as luzes apagadas, mamãe e eu deitamos de lado, de costas pra Jessica e Brad. A gente esperava que a noite passada se repetisse, e não fomos decepcionadas. Ouvimos eles se beijando por uns minutos, aà a cama começou a ranger. Brad bufou e finalmente Jess começou a fazer aqueles barulhinhos engraçados de "eep, eep, eep". A gente não conseguiu segurar o riso. "Ah, pelo amor de Deus, não ri", ofegou Jessica. "Que vergonha! Para um pouco, por favor, Brad. Brad, para!" Teve uma pausa e Jess falou pra gente: "Amy e Gary, olhem pra mim, por favor". A gente virou pra olhar ela. "Eu fico muito envergonhada quando Brad e eu fazemos isso e vocês não. Essas férias vão ser muito mais divertidas pra todo mundo se vocês deixarem de lado as inibições e fizerem também. Quer dizer, vocês são casados. Não tem motivo pra ter vergonha. Então, por favor, parem de ficar só ouvindo e façam vocês mesmos. Por favor?" "Desculpa, Jess", respondeu mamãe. "A gente não queria ser sem educação, mas... bom, nunca fizemos isso com mais ninguém no quarto". "A gente também não", riu Jess. Mas é meio sexy, né?" Mamãe também riu. "É sim. Vocês dois me deixaram com tesão ontem à noite." "Bom. Então você também vai fazer?" perguntou Jess. "Tô dentro", mamãe me surpreendeu ao responder, "e tenho certeza que consigo fazer o Gary se interessar." As duas garotas riram. Mamãe tirou a calcinha debaixo dos lençóis e fez questão de jogá-la do outro lado do quarto, na nossa mala. Ela pegou minha cueca, mas eu segurei e não deixei ela puxar pra baixo. "Entra na brincadeira, Gary", ela sussurrou quase em silêncio no meu ouvido. "Vai dar tudo certo, eu prometo. Não podemos estragar as férias deles deixando eles constrangidos." Ela tinha razão. Me senti mal por fazer a Jessica se sentir insegura. Mas e eu? Ia ser uma porra de vergonha ficar pelado na cama com a mamãe. Olhei pra outra cama e vi a Jessica e o Brad nos observando. Suspirei e soltei minha cueca. Mamãe sorriu, me beijou na bochecha e tirou ela. Eu tava pelado na cama com a minha mãe. Mamãe me ajeitou suavemente e se arrastou pra cima de mim. Eu tava paralisado de choque e até tremendo um pouco. Isso era loucura! Mamãe colocou o corpo inteiro dela em cima do meu e eu senti o calor dela. Não foi um contato completo de pele com pele por causa da camiseta que eu ainda tava usando, mas foi o suficiente pra meu cérebro travar. Mamãe virou pra eles e disse: "Tá bom, já é assustador o suficiente sem vocês ficarem olhando. Voltem pro que vocês estavam fazendo." "Porra, queria ficar olhando", brincou Jessica e riu. "Vamos, Brad. Me fode, grandão." "Eles vão perceber se a gente não fizer nada", sussurrou mamãe no meu ouvido. "Deixa eu lidar com isso, ok? Segue meu exemplo." Sem esperar resposta, ela se apoiou nos braços e deslizou os lábios da buceta dela pela parte de baixo do meu pau. Sim, eu tava duro. A situação era estranha, mas porra, também era sexy pra caralho. O Brad tava comendo a Jess a alguns metros de distância e o corpo gostoso da mamãe tava em cima de mim. Não deu pra não ficar excitado. Mamãe parecia estar esperando e aceitando aquilo. Ela mordeu o lábio inferior e esfregou de um lado para o outro, de um lado para o outro, fingindo que estava montando no meu pau. "Mmm", ela gemeu. Mamãe se endireitou, tirando o peso das mãos. O lençol ainda nos cobria, então parecia que ela estava deslizando para cima e para baixo em cima de mim. "Meu Deus", ela gemeu. As mãos dela foram para os próprios peitos e os apalpou por cima da camiseta fina. "Ah!" ela ofegou. Era uma ótima atriz. Parecia que ela realmente estava ficando excitada com aquilo. Na maior parte do tempo, fiquei ali, atordoado, mas não resisti em balançar no ritmo das reboladas dela. Ela sorriu para me incentivar. A buceta dela só roçava na lateral do meu pau, então não tinha perigo de entrar, mas ainda assim era gostoso. A gente pegou um ritmo bom. De repente, mamãe tirou a camiseta pela cabeça para poder beliscar e enrolar os bicos dos peitos diretamente. Os peitos perfeitamente redondos e anormalmente firmes dela pularam nus na minha frente pela primeira vez. Meus olhos arregalaram, claro. Mamãe percebeu e riu. Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela. Minha reação natural foi puxá-las, mas mamãe manteve as mãos dela sobre as minhas e não deixou. As mãos dela manipularam as minhas para apertar e esfregar os peitos dela.
Mamãe parou o movimento de quicar e esfregou os lábios e o clitóris com força no meu pau. O movimento rápido e nervoso fez ela gozar rapidinho. A cabeça dela jogou pra trás e ela gemeu, "Ah!" O corpo dela teve espasmos e os lábios quentes da buceta dela ficaram de repente mais molhados. Ela congelou por um momento, depois desabou em cima de mim. "Foi bom pra caralho", ela riu enquanto pequenos tremores ainda passavam por ela. Porra! Minha mãe acabou de ter um orgasmo comigo! Não conseguia acreditar. Mas o que veio depois foi ainda mais louco. Ela olhou nos meus olhos e mordeu o lábio inferior de novo. Tomando uma decisão, ela disse: "Mas você ainda não gozou, meu bem". Ela virou a gente pra eu ficar por cima da minha mãe pelada. Mamãe linda e nua. "Faz de conta que você tá me fodendo, igual eu fiz", ela sussurrou no meu ouvido. Quando eu hesitei, ela falou alto: "Não seja tÃmido. Mostra pro Brad como se faz". Não sabia se o Brad e a Jessica estavam olhando pra gente e tava com vergonha demais pra olhar. Eu ouvia os barulhos deles se pegando, então talvez não. Mas se eu não fingisse isso agora, que tipo de covarde iam achar que eu sou? Já tinham me visto deixar um cara passar a mão na minha "esposa" na pista de dança naquela noite. Mamãe me olhou desafiadora e enrolou as pernas longas em volta do meu quadril. "Vai, meu bem", ela insistiu. "Me fode gostoso". Atordoado, comecei a ver meu pau duro subindo e descendo nos lábios da buceta da mamãe. "Ah, sim. É tão comprido", mamãe gemeu, dando um showzinho. Era metade excitante e metade humilhante. A gostosa se contorcendo debaixo de mim era minha mãe, porra! "Mais rápido, bebê", ela insistiu. "Mais forte." Eu tava puto com ela e com toda essa palhaçada. Numa tentativa torta de me vingar pela vergonha que eu sentia, eu empurrava forte em cada estocada pra garantir que o clitóris dela esfregasse bem. A cabeça dela balançava de um lado pro outro e as unhas arranhavam minhas costas. "Vou gozar de novo!" ela gritou. O tremor do orgasmo no corpo dela... também me levou ao ápice. Meu esperma espirrou por toda a barriga tensa e os peitos trêmulos da minha mãe. Cavalgamos juntos as réplicas dos nossos orgasmos. Quando nos acalmamos, mamãe pegou minha cabeça entre as mãos e me beijou carinhosamente. "Valeu, bebê", sussurrou e riu. "Eu precisava disso." Fiquei vermelho, mas respondi: "Eu também." Rimos os dois, aliviados. Mamãe usou a camiseta dela disfarçadamente pra limpar meu esperma da barriga e dos peitos, e eu me deitei sobre ela. "Valeu, galera", gritou a Jéssica. "Isso foi muito melhor." Todos rimos. Deitei de barriga pra cima e mamãe se aninhou do meu lado, com um braço e uma perna por cima de mim. A gente tava pelado, mas não parecia estranho. Não depois do que a gente tinha acabado de fazer. Dormi que nem uma pedra pela segunda noite seguida. TERÇA-FEIRA Acordei com um som de "chup, chup, chup". Só levei um segundo pra descobrir o que era. A Jéssica tava chupando a pica do Brad. Minhas sobrancelhas voaram. Mamãe notou a cara que eu fiz e não conseguiu segurar uma risadinha. A chupada parou e a Jéssica perguntou: "Não vamos passar por essa merda de novo, né? Amy, o Gary tá com o pau duro igual o Brad, dá pra ver a barraca que ele tá fazendo no lençol daqui. Sabe o que fazer? Faz isso, amiga. Não me faz passar vergonha de novo por ser tÃmida." Mamãe olhou pra mim, depois pra Jess, que tava com uma cara séria. Mamãe me encarou e sussurrou: "Não se assusta." Mantendo os olhos fixos nos meus, mamãe puxou o lençol pra baixo, expondo minha fera matinal dura. De novo, fiquei paralisado. Que porra ela tava tramando? Percebi rápido. Mamãe deslizou pela cama, os olhos ainda nos meus. A mãozinha dela envolveu minha pica e eu tremi com a surpresa safada. Aà ela apertou os lábios na cabeça do meu pau e deu um beijo. Acho que mamãe se animou quando eu não tive um treco. Ela foi beijando pela lateral do meu cacete. "Isso aÃ, amiga", gritou a Jéssica e voltou a chupar o Brad. O rosto da mamãe ficou Uma expressão absolutamente diabólica. Devagar e com sensualidade, ela beijou e lambeu o caminho de volta pro meu pau até a ponta, e então, bem lentamente, deslizou os lábios sobre a minha cabeça. "Ah, caralho", eu gemi. Ela ainda me olhava nos olhos, e eu percebi que tava dando um sorrisinho de superioridade mesmo com a cabeça do pau na boca. Mamãe foi trabalhar. CentÃmetro por centÃmetro, ela usou os lábios e a lÃngua pra massagear meu pinto. Eu me arrepiei e tremi. Não dava pra evitar. Parecia que a boca dela tava ligada direto no meu sistema nervoso. Ela enfiou umas metade dos meus 20 centÃmetros de grossura na boca bonita dela, e eu senti a ponta tocando a garganta. Ela não parou. Mamãe ajustou o ângulo da cabeça e enfiou o resto de mim goela abaixo. Fez uma pausa quando engoliu tudo, e parecia bem convencida do feito. Com uma lentidão calculada, ela abriu um pouco as pernas e enfiou dois dedos na buceta dela. "Ah, merda", eu gemi. A sensação gostosa da boca e garganta apertando meu pau, e a visão dela se dedando, fez meu pau pulsar. Eu queria mais estÃmulo. Queria que ela descesse. "Por favor", eu implorei. A boca da mamãe deslizou pra cima, e então rapidamente afundou de novo em mim. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela me fodeu furiosamente com a cara. Os dedos dela eram um borrão de movimento entre as pernas. Ela tava tão perto do orgasmo quanto eu. Senti aquilo subindo e rosnei, "Vou gozar!" Mamãe também gozou, mas manteve a boca em mim e chupou meu leite enquanto eu tremia. Finalmente os lábios dela se soltaram dos meus e ela caiu do meu lado. "Ai! Ai!" ela ofegou quando as ondas subiram e desceram pela espinha. "Esse foi um boquete gostoso", ouvi a Jessica dizer. "Agora não temos mais nada pra ter vergonha, né?" "Isso mesmo", concordou a mamãe. Jess e Brad entraram no banheiro pra tomar banho. Mamãe se aninhou em mim. "Você tá bem?" ela perguntou preocupada. "Acho que sim", respondi. "Como foi?" Eu fiquei vermelho feito um pimentão. "Foi IncrÃvel, mãe", expliquei. "Mas também foi porra de assustador. A gente não devia estar fazendo essas coisas." "Por que não?" ela perguntou. "Você é meu marido essa semana, querido." "Não sou, de verdade." "Sim, é sério." Ela me apertou nos braços. "Querido, a gente tem que continuar fingindo ou vamos estragar as férias de primavera da Jessica e do Brad. Não podemos fazer isso com eles." "Mas, mãe, é tão errado", gemi. "A gente só tá brincando, tá bom? Tudo bem. Não caiu um raio em nós. O mundo não acabou. E eu acho que é até um pouco excitante. Você não gosta?" "Eu te falei que foi incrÃvel", lembrei a ela. "Pra mim também. Ontem à noite e hoje de manhã", ela riu. "Nunca gozei assim antes. Transar com você me sacode até a ponta dos pés." Fiquei ainda mais vermelho de vergonha e gemi: "Jesus, mãe." Ela riu do meu constrangimento. "Relaxa, querido", me animou e imediatamente começou a fazer cócegas nos dois lados das minhas costelas. Sou muito sensÃvel a cócegas, então gritei e me contorci. Mas ela também é, então fiz cócegas nela nos mesmos lugares. A gente estava rolando de rir e gritar quando o Brad e a Jessica saÃram do banheiro. Eles riram da gente, e aà a Jess suspirou: "Toda vez que eu acho que vocês não podem ficar mais fofos, vocês me provam que eu tô errada. São os pombinhos mais apaixonados que eu já vi." Só corei, mas a mãe aproveitou a chance pra me dar um daqueles beijos ardentes patenteados dela. Depois me puxou pra fora da cama e me levou pro banheiro pra tomar um banho. Considerando o que a gente tinha feito, me senti no direito de dar uma boa olhada no corpo nu da minha mãe enquanto ela abria o chuveiro e ajustava a temperatura. As tetas falsas dela chamavam atenção, mas caralho, se a bunda natural e alegre dela não era a melhor parte. Era redonda e firme como uma escultura idealizada. Mamãe me viu olhando e perguntou: "Tá bonita?" Ela deu uma reboladinha na bunda. "Tá muito bonita", garanti. "Você tá em uma forma incrÃvel." "Tudo graças Ah, me fez malhar, gata", ela respondeu. Pegou minha mão e me levou pro chuveiro com ela. "PodÃamos fazer isso juntos também", argumentou. "Já é tarde pra ter vergonha de qualquer coisa agora". Não ia reclamar. A água escorrendo pelas curvas elegantes do corpo dela era fascinante, e meu pau endureceu na hora. Mamãe me deu uma toalhinha e mandou eu lavá-la enquanto ela me lavava. A gente se revezava ensaboando as costas um do outro, e nem passei muito tempo na bunda dela. Admito que os peitos e a buceta dela ganharam atenção extra, mas mereciam. Mamãe só lavou meu pau por uns segundos, o que foi terrivelmente decepcionante. Ela tava se esforçando pra se segurar. Em vez de uma brincadeira sexy, mamãe me fez lavar o cabelo dela enquanto ela lavava o meu. Na verdade, foi bem gostoso massagear suavemente o xampu no cabelo longo e sedoso dela. Ela ficou tão perto de mim que meu pau duro descansava na barriga dela. Quando enxaguou o xampu, saÃmos do chuveiro e nos secamos com a toalha. Mamãe finalmente pegou meu pau tenso na mão pequena dela e disse: "Pobrezinho. Não se preocupa, não vou te deixar na mão". Ela se ajoelhou na minha frente. "Mamãe, você não precisa", falei. Não queria que ela se sentisse obrigada a me chupar. Ela sorriu. "Valeu, querido, mas na verdade eu gosto de chupar o seu. É tão comprido, duro e quente. É uma delÃcia na minha lÃngua". Ela começou a me dar outra demonstração magistral de técnica de garganta profunda. Eu já tava no limite, então levei só um minuto pra gozar. "Nossa, Gary", ela exclamou quando terminou de engolir tudo, "você goza pra caralho!" Eu ri sem graça. Fiquei orgulhoso de ouvir isso, mas não é algo que esperava ouvir da minha mãe. Escovamos os dentes, e aà mamãe sugeriu: "Vamos passar protetor solar antes de vestir os trajes de banho. Vai ser mais fácil e completo". Era uma boa ideia, mas ela queria que a gente passasse um no outro, até nas áreas da frente que a gente conseguia chegar. Eu fui na onda dela porque não sou bobo e adorava explorar o corpo dela com as mãos. O problema é que passar creme nela me deixou duro que nem uma pedra de novo. "De novo?!" ela perguntou surpresa. "Você já gozou duas vezes esta manhã!" Eu fiquei vermelho e dei de ombros. "Sou um garoto adolescente e você é muito gostosa". Ela suspirou dramática e disse: "O que vou fazer com você?". Mas tava sorrindo quando se ajoelhou e me chupou pela terceira vez. Eu aguentei mais, mas não passou de cinco minutos. Não queria fazer ela se esforçar mais do que o necessário, e não tinha motivo pra me segurar. Foi uma porra de uma satisfação empurrar o quadril pra frente e jorrar tudo naquela boca linda de novo. Pareceu bem menos estranho que da primeira vez. Tava me acostumando e curtindo pra caralho, claro. Tomamos café da manhã, depois fomos pra um parque aquático deslizar nos tobogãs. Mamãe gritou e riu que nem uma criança. Foi muito divertido. Depois do jantar fomos pra um daqueles campos de minigolfe grandes e malucos. É brega mas é legal. Aà a Jessica e o Brad foram pra uma balada, mas eu e a mamãe decidimos dar uma caminhada longa na praia. O celular dela tocou. "É seu pai", ela falou e atendeu. O lado dela da conversa foi assim: "Oi, amor. Desculpa não ter ligado ontem. A gente tava ocupado e esqueci". "Fomos dançar e eu ensinei o Gary". "Não. Ele aprende rápido. Mandou muito bem". "Sim, nosso Gary". Ela riu e me olhou antes de completar: "Ele é um garoto talentoso". "Não, nada de bebida. Eles são muito novos e você sabe que não curto muito". "Tá bom. Falo com você mais tarde na semana. Boa noite, amor". Depois que ela desligou, eu brinquei: "E aÃ, como tá o marido número 1?". Mamãe ficou vermelha e respondeu: "Você conhece seu pai. Ele tem o trabalho dele, mal percebe que a gente não tá lá". Ela me abraçou forte e perguntou: "E como tá o marido número 2?". "O marido número 2 é incrÃvel". especialmente quando você pressiona seus peitos contra ele desse jeito". Ela riu e deu um tapinha no meu braço. "Você é tão safado. Vamos voltar pro hotel". Jessica e Brad voltaram pro hotel uns minutos depois da gente. E depois de só alguns minutos de beijos e preliminares, já estavam transando. Mas a mamãe não tentou de novo o truque do sexo simulado. Em vez disso, ela se enfiou debaixo do lençol, pegou a ponta da minha pica com os lábios e passou a lÃngua em volta. Porra! Eu tava duro que nem pedra e mexi meus quadris pra incentivar ela a colocar mais na boca. Ela beijou e lambeu a lateral primeiro, depois chupou minhas bolas. Foi uma tortura doce. Me senti egoÃsta por receber toda a atenção oral, então coloquei as pernas dela em cima de mim e encostei minha boca perto da buceta dela na posição 69. A mamãe gemeu em volta da minha pica, o que foi incrÃvel, e as coxas dela tremeram de antecipação. Só tinha tentado isso duas vezes com resultados mistos com outras minas, mas tava pronto pra dar o meu melhor.
Decidi tomar meu tempo. Comecei dobrando a perna direita dela e beijando meu caminho desde o tornozelo lindo e pequeno dela, passando pela curva da panturrilha e subindo pela coxa firme. Ela estava gemendo de prazer ao redor das minhas bolas, então dobrei a perna esquerda dela e dei o mesmo tratamento. Ela se contorceu de alegria quando me aproximei da buceta dela. Lambi ao longo da rachinha dela com uma lÃngua larga e reta. Ouvi mamãe ofegar e as coxas dela se contraÃram. Acariciei elas com minhas mãos enquanto arrastava minha lÃngua pra cima e pra baixo devagar pela rachinha dela. Ela respondeu soltando minhas bolas da boca e lambendo a parte de baixo do meu pau. Chupei os lábios dela, mas não tive muita resposta. Ela enfiou meu pau na boca e decidi que era hora de partir pro evento principal. Minhas mãos foram pras bolas perfeitas da bunda dela e apertaram. A ponta da minha lÃngua empurrou o capuz do clitóris dela, e então, bem devagar, circulou a pequena e sensÃvel protuberância. Mamãe estava gemendo no meu pau de alegria, e as coxas dela apertaram os lados da minha cabeça. Me sentindo mais confiante a cada sucesso, decidi tentar um truque que tinha lido. Escrevi suavemente o alfabeto no clitóris dela com a ponta da lÃngua. A, b, c, d... Mamãe apertou minha cabeça com mais força e chupou meu pau com fúria. E, f, g, h... Ela gemeu igual uma putinha e chupou ainda mais rápido. Impressionante! Tentei mais um truque que tinha lido. Deslizei meu dedo do meio pra dentro dela. Ela congelou por um momento e pensei que tinha errado. Mas aà ela tremeu e voltou a chupar com entusiasmo. Curvei meu dedo pra acariciar a parede superior dela enquanto continuava soletrando o clitóris. Encontrei a área áspera que esperava e pressionei meu dedo com firmeza. Mamãe pulou como se tivesse levado uma picada de choque. Eureca! O ponto G! Curvei meu dedo sobre ele de novo. A boca da mamãe saiu do meu pau e ela ofegou, "Ahh!" Chupei e acariciei ela, e ela explodiu num orgasmo. Minha mão segurando a bunda dela impediu que quicasse longe dos meus lábios. "Aiii!" ela gritou e o corpo dela tremeu. Continuei chupando ela e tocando ela durante o orgasmo dela. Assim que passou, ela começou a tremer e sacudir de novo. "Gary! Gary!" ela gritou. Empurrei ela no pico de novo. "Aiiiiiiiii!" ela guinchou. Ela se debateu como um potro selvagem e acho que tentou se afastar de mim. Mas segurei uma mão na bunda dela e a outra tinha um dedo firme na buceta molhada e quente dela. Ela não ia a lugar nenhum. Passou o segundo orgasmo e decidi ir pra terceira. Apertei o ponto G dela o mais forte que pude e chupei aquele clitóris com tudo que tinha. "Garrrry, pelo amor de Deus", reclamou a mamãe. Não demorou muito pra colocar ela no topo pela terceira vez em sequência. "Deus!" ela gritou e o corpo dela se sacudiu mais forte do que nunca. Me segurei firme e fui diminuindo as manipulações devagar até as réplicas passarem. Tirei meu dedo dela e soltei a bunda dela. Mamãe se virou e colou os lábios dela nos meus. Os braços dela se fecharam no meu pescoço e os peitos dela se esfregaram com força no meu peito nu. "Amor, eu te amo", ela murmurou entre beijos febris. Ouvi a Jessica rir. "Você vai ensinar o Brad a fazer isso, Gary?" ela perguntou brincando. "Não, mas vou te mostrar e você pode ensinar ele", ofereci de volta na brincadeira. "Desculpa, nada de demonstração com a minha mina, cara", riu o Brad. Mamãe ignorou nossa conversa e me olhou com estrelas nos olhos. "Você é incrÃvel, Gary. O que você fez comigo?" "Tipo, tocar seu ponto G? Li sobre isso. Você gostou?" perguntei, sabendo a resposta. "Amei", ela disse toda empolgada. "Já ouvi falar disso, mas achava que era mito. Foi sensacional! Nunca gozei assim. O que posso fazer pra te pagar, amor? Faço qualquer coisa". Eu ri. "Bom, podia começar terminando o boquete que você me devia". Mamãe ofegou horrorizada. "Ai, meu Deus, Gary! Fiquei tão distraÃda que esqueci. Desculpa mesmo. Faço agora". "Isso pode esperar", falei. "Deixa eu te abraçar um pouco". Eu me Era uma delÃcia sentir minha mãe excitada e gostosa nos meus braços. Ela se aninhou feliz contra mim e esfregou aquelas tetas com mais força no meu peito. Ela suspirou: "Como você ficou tão perfeito?" "Bem criado, acho." Mamãe riu e me beijou.
Continua... 🔥
À 1h da manhã, Jessica e Brad nos encontraram. "Tô toda suada", anunciou Jessica. "Meus pés também tão cansados", admiti. Tinha sido um dia longo. "Pronta pra ir, Amy?" Mamãe fez bico. "Dava pra dançar a noite toda com meu marido". "A gente volta outra noite", prometi. Mamãe foi relutante com a gente. A brisa fresca vinda do oceano era revigorante. "Jess, cê viu como o Gary dança bem?" perguntou mamãe. "Vi sim", concordou Jess. "Parecia que cê tava dando umas aulas pra ele". "Ele é iniciante", admitiu mamãe, "mas é leve nos pés e aprende rápido". "O Brad tem dois pés esquerdos", riu Jess, "mas é muito divertido dançar com esse grandão mesmo assim. O que falta em graça, ele compensa com empolgação". "Ei", reclamou Brad. "Isso não é verdade. Sou praticamente o Fred Astaire". A gente riu junto. "Que bom que cê pensa assim, amor", brincou Jessica. Voltamos pro hotel. Na cama, com as luzes apagadas, mamãe e eu deitamos de lado, de costas pra Jessica e Brad. A gente esperava que a noite passada se repetisse, e não fomos decepcionadas. Ouvimos eles se beijando por uns minutos, aà a cama começou a ranger. Brad bufou e finalmente Jess começou a fazer aqueles barulhinhos engraçados de "eep, eep, eep". A gente não conseguiu segurar o riso. "Ah, pelo amor de Deus, não ri", ofegou Jessica. "Que vergonha! Para um pouco, por favor, Brad. Brad, para!" Teve uma pausa e Jess falou pra gente: "Amy e Gary, olhem pra mim, por favor". A gente virou pra olhar ela. "Eu fico muito envergonhada quando Brad e eu fazemos isso e vocês não. Essas férias vão ser muito mais divertidas pra todo mundo se vocês deixarem de lado as inibições e fizerem também. Quer dizer, vocês são casados. Não tem motivo pra ter vergonha. Então, por favor, parem de ficar só ouvindo e façam vocês mesmos. Por favor?" "Desculpa, Jess", respondeu mamãe. "A gente não queria ser sem educação, mas... bom, nunca fizemos isso com mais ninguém no quarto". "A gente também não", riu Jess. Mas é meio sexy, né?" Mamãe também riu. "É sim. Vocês dois me deixaram com tesão ontem à noite." "Bom. Então você também vai fazer?" perguntou Jess. "Tô dentro", mamãe me surpreendeu ao responder, "e tenho certeza que consigo fazer o Gary se interessar." As duas garotas riram. Mamãe tirou a calcinha debaixo dos lençóis e fez questão de jogá-la do outro lado do quarto, na nossa mala. Ela pegou minha cueca, mas eu segurei e não deixei ela puxar pra baixo. "Entra na brincadeira, Gary", ela sussurrou quase em silêncio no meu ouvido. "Vai dar tudo certo, eu prometo. Não podemos estragar as férias deles deixando eles constrangidos." Ela tinha razão. Me senti mal por fazer a Jessica se sentir insegura. Mas e eu? Ia ser uma porra de vergonha ficar pelado na cama com a mamãe. Olhei pra outra cama e vi a Jessica e o Brad nos observando. Suspirei e soltei minha cueca. Mamãe sorriu, me beijou na bochecha e tirou ela. Eu tava pelado na cama com a minha mãe. Mamãe me ajeitou suavemente e se arrastou pra cima de mim. Eu tava paralisado de choque e até tremendo um pouco. Isso era loucura! Mamãe colocou o corpo inteiro dela em cima do meu e eu senti o calor dela. Não foi um contato completo de pele com pele por causa da camiseta que eu ainda tava usando, mas foi o suficiente pra meu cérebro travar. Mamãe virou pra eles e disse: "Tá bom, já é assustador o suficiente sem vocês ficarem olhando. Voltem pro que vocês estavam fazendo." "Porra, queria ficar olhando", brincou Jessica e riu. "Vamos, Brad. Me fode, grandão." "Eles vão perceber se a gente não fizer nada", sussurrou mamãe no meu ouvido. "Deixa eu lidar com isso, ok? Segue meu exemplo." Sem esperar resposta, ela se apoiou nos braços e deslizou os lábios da buceta dela pela parte de baixo do meu pau. Sim, eu tava duro. A situação era estranha, mas porra, também era sexy pra caralho. O Brad tava comendo a Jess a alguns metros de distância e o corpo gostoso da mamãe tava em cima de mim. Não deu pra não ficar excitado. Mamãe parecia estar esperando e aceitando aquilo. Ela mordeu o lábio inferior e esfregou de um lado para o outro, de um lado para o outro, fingindo que estava montando no meu pau. "Mmm", ela gemeu. Mamãe se endireitou, tirando o peso das mãos. O lençol ainda nos cobria, então parecia que ela estava deslizando para cima e para baixo em cima de mim. "Meu Deus", ela gemeu. As mãos dela foram para os próprios peitos e os apalpou por cima da camiseta fina. "Ah!" ela ofegou. Era uma ótima atriz. Parecia que ela realmente estava ficando excitada com aquilo. Na maior parte do tempo, fiquei ali, atordoado, mas não resisti em balançar no ritmo das reboladas dela. Ela sorriu para me incentivar. A buceta dela só roçava na lateral do meu pau, então não tinha perigo de entrar, mas ainda assim era gostoso. A gente pegou um ritmo bom. De repente, mamãe tirou a camiseta pela cabeça para poder beliscar e enrolar os bicos dos peitos diretamente. Os peitos perfeitamente redondos e anormalmente firmes dela pularam nus na minha frente pela primeira vez. Meus olhos arregalaram, claro. Mamãe percebeu e riu. Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela. Minha reação natural foi puxá-las, mas mamãe manteve as mãos dela sobre as minhas e não deixou. As mãos dela manipularam as minhas para apertar e esfregar os peitos dela.
Mamãe parou o movimento de quicar e esfregou os lábios e o clitóris com força no meu pau. O movimento rápido e nervoso fez ela gozar rapidinho. A cabeça dela jogou pra trás e ela gemeu, "Ah!" O corpo dela teve espasmos e os lábios quentes da buceta dela ficaram de repente mais molhados. Ela congelou por um momento, depois desabou em cima de mim. "Foi bom pra caralho", ela riu enquanto pequenos tremores ainda passavam por ela. Porra! Minha mãe acabou de ter um orgasmo comigo! Não conseguia acreditar. Mas o que veio depois foi ainda mais louco. Ela olhou nos meus olhos e mordeu o lábio inferior de novo. Tomando uma decisão, ela disse: "Mas você ainda não gozou, meu bem". Ela virou a gente pra eu ficar por cima da minha mãe pelada. Mamãe linda e nua. "Faz de conta que você tá me fodendo, igual eu fiz", ela sussurrou no meu ouvido. Quando eu hesitei, ela falou alto: "Não seja tÃmido. Mostra pro Brad como se faz". Não sabia se o Brad e a Jessica estavam olhando pra gente e tava com vergonha demais pra olhar. Eu ouvia os barulhos deles se pegando, então talvez não. Mas se eu não fingisse isso agora, que tipo de covarde iam achar que eu sou? Já tinham me visto deixar um cara passar a mão na minha "esposa" na pista de dança naquela noite. Mamãe me olhou desafiadora e enrolou as pernas longas em volta do meu quadril. "Vai, meu bem", ela insistiu. "Me fode gostoso". Atordoado, comecei a ver meu pau duro subindo e descendo nos lábios da buceta da mamãe. "Ah, sim. É tão comprido", mamãe gemeu, dando um showzinho. Era metade excitante e metade humilhante. A gostosa se contorcendo debaixo de mim era minha mãe, porra! "Mais rápido, bebê", ela insistiu. "Mais forte." Eu tava puto com ela e com toda essa palhaçada. Numa tentativa torta de me vingar pela vergonha que eu sentia, eu empurrava forte em cada estocada pra garantir que o clitóris dela esfregasse bem. A cabeça dela balançava de um lado pro outro e as unhas arranhavam minhas costas. "Vou gozar de novo!" ela gritou. O tremor do orgasmo no corpo dela... também me levou ao ápice. Meu esperma espirrou por toda a barriga tensa e os peitos trêmulos da minha mãe. Cavalgamos juntos as réplicas dos nossos orgasmos. Quando nos acalmamos, mamãe pegou minha cabeça entre as mãos e me beijou carinhosamente. "Valeu, bebê", sussurrou e riu. "Eu precisava disso." Fiquei vermelho, mas respondi: "Eu também." Rimos os dois, aliviados. Mamãe usou a camiseta dela disfarçadamente pra limpar meu esperma da barriga e dos peitos, e eu me deitei sobre ela. "Valeu, galera", gritou a Jéssica. "Isso foi muito melhor." Todos rimos. Deitei de barriga pra cima e mamãe se aninhou do meu lado, com um braço e uma perna por cima de mim. A gente tava pelado, mas não parecia estranho. Não depois do que a gente tinha acabado de fazer. Dormi que nem uma pedra pela segunda noite seguida. TERÇA-FEIRA Acordei com um som de "chup, chup, chup". Só levei um segundo pra descobrir o que era. A Jéssica tava chupando a pica do Brad. Minhas sobrancelhas voaram. Mamãe notou a cara que eu fiz e não conseguiu segurar uma risadinha. A chupada parou e a Jéssica perguntou: "Não vamos passar por essa merda de novo, né? Amy, o Gary tá com o pau duro igual o Brad, dá pra ver a barraca que ele tá fazendo no lençol daqui. Sabe o que fazer? Faz isso, amiga. Não me faz passar vergonha de novo por ser tÃmida." Mamãe olhou pra mim, depois pra Jess, que tava com uma cara séria. Mamãe me encarou e sussurrou: "Não se assusta." Mantendo os olhos fixos nos meus, mamãe puxou o lençol pra baixo, expondo minha fera matinal dura. De novo, fiquei paralisado. Que porra ela tava tramando? Percebi rápido. Mamãe deslizou pela cama, os olhos ainda nos meus. A mãozinha dela envolveu minha pica e eu tremi com a surpresa safada. Aà ela apertou os lábios na cabeça do meu pau e deu um beijo. Acho que mamãe se animou quando eu não tive um treco. Ela foi beijando pela lateral do meu cacete. "Isso aÃ, amiga", gritou a Jéssica e voltou a chupar o Brad. O rosto da mamãe ficou Uma expressão absolutamente diabólica. Devagar e com sensualidade, ela beijou e lambeu o caminho de volta pro meu pau até a ponta, e então, bem lentamente, deslizou os lábios sobre a minha cabeça. "Ah, caralho", eu gemi. Ela ainda me olhava nos olhos, e eu percebi que tava dando um sorrisinho de superioridade mesmo com a cabeça do pau na boca. Mamãe foi trabalhar. CentÃmetro por centÃmetro, ela usou os lábios e a lÃngua pra massagear meu pinto. Eu me arrepiei e tremi. Não dava pra evitar. Parecia que a boca dela tava ligada direto no meu sistema nervoso. Ela enfiou umas metade dos meus 20 centÃmetros de grossura na boca bonita dela, e eu senti a ponta tocando a garganta. Ela não parou. Mamãe ajustou o ângulo da cabeça e enfiou o resto de mim goela abaixo. Fez uma pausa quando engoliu tudo, e parecia bem convencida do feito. Com uma lentidão calculada, ela abriu um pouco as pernas e enfiou dois dedos na buceta dela. "Ah, merda", eu gemi. A sensação gostosa da boca e garganta apertando meu pau, e a visão dela se dedando, fez meu pau pulsar. Eu queria mais estÃmulo. Queria que ela descesse. "Por favor", eu implorei. A boca da mamãe deslizou pra cima, e então rapidamente afundou de novo em mim. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela me fodeu furiosamente com a cara. Os dedos dela eram um borrão de movimento entre as pernas. Ela tava tão perto do orgasmo quanto eu. Senti aquilo subindo e rosnei, "Vou gozar!" Mamãe também gozou, mas manteve a boca em mim e chupou meu leite enquanto eu tremia. Finalmente os lábios dela se soltaram dos meus e ela caiu do meu lado. "Ai! Ai!" ela ofegou quando as ondas subiram e desceram pela espinha. "Esse foi um boquete gostoso", ouvi a Jessica dizer. "Agora não temos mais nada pra ter vergonha, né?" "Isso mesmo", concordou a mamãe. Jess e Brad entraram no banheiro pra tomar banho. Mamãe se aninhou em mim. "Você tá bem?" ela perguntou preocupada. "Acho que sim", respondi. "Como foi?" Eu fiquei vermelho feito um pimentão. "Foi IncrÃvel, mãe", expliquei. "Mas também foi porra de assustador. A gente não devia estar fazendo essas coisas." "Por que não?" ela perguntou. "Você é meu marido essa semana, querido." "Não sou, de verdade." "Sim, é sério." Ela me apertou nos braços. "Querido, a gente tem que continuar fingindo ou vamos estragar as férias de primavera da Jessica e do Brad. Não podemos fazer isso com eles." "Mas, mãe, é tão errado", gemi. "A gente só tá brincando, tá bom? Tudo bem. Não caiu um raio em nós. O mundo não acabou. E eu acho que é até um pouco excitante. Você não gosta?" "Eu te falei que foi incrÃvel", lembrei a ela. "Pra mim também. Ontem à noite e hoje de manhã", ela riu. "Nunca gozei assim antes. Transar com você me sacode até a ponta dos pés." Fiquei ainda mais vermelho de vergonha e gemi: "Jesus, mãe." Ela riu do meu constrangimento. "Relaxa, querido", me animou e imediatamente começou a fazer cócegas nos dois lados das minhas costelas. Sou muito sensÃvel a cócegas, então gritei e me contorci. Mas ela também é, então fiz cócegas nela nos mesmos lugares. A gente estava rolando de rir e gritar quando o Brad e a Jessica saÃram do banheiro. Eles riram da gente, e aà a Jess suspirou: "Toda vez que eu acho que vocês não podem ficar mais fofos, vocês me provam que eu tô errada. São os pombinhos mais apaixonados que eu já vi." Só corei, mas a mãe aproveitou a chance pra me dar um daqueles beijos ardentes patenteados dela. Depois me puxou pra fora da cama e me levou pro banheiro pra tomar um banho. Considerando o que a gente tinha feito, me senti no direito de dar uma boa olhada no corpo nu da minha mãe enquanto ela abria o chuveiro e ajustava a temperatura. As tetas falsas dela chamavam atenção, mas caralho, se a bunda natural e alegre dela não era a melhor parte. Era redonda e firme como uma escultura idealizada. Mamãe me viu olhando e perguntou: "Tá bonita?" Ela deu uma reboladinha na bunda. "Tá muito bonita", garanti. "Você tá em uma forma incrÃvel." "Tudo graças Ah, me fez malhar, gata", ela respondeu. Pegou minha mão e me levou pro chuveiro com ela. "PodÃamos fazer isso juntos também", argumentou. "Já é tarde pra ter vergonha de qualquer coisa agora". Não ia reclamar. A água escorrendo pelas curvas elegantes do corpo dela era fascinante, e meu pau endureceu na hora. Mamãe me deu uma toalhinha e mandou eu lavá-la enquanto ela me lavava. A gente se revezava ensaboando as costas um do outro, e nem passei muito tempo na bunda dela. Admito que os peitos e a buceta dela ganharam atenção extra, mas mereciam. Mamãe só lavou meu pau por uns segundos, o que foi terrivelmente decepcionante. Ela tava se esforçando pra se segurar. Em vez de uma brincadeira sexy, mamãe me fez lavar o cabelo dela enquanto ela lavava o meu. Na verdade, foi bem gostoso massagear suavemente o xampu no cabelo longo e sedoso dela. Ela ficou tão perto de mim que meu pau duro descansava na barriga dela. Quando enxaguou o xampu, saÃmos do chuveiro e nos secamos com a toalha. Mamãe finalmente pegou meu pau tenso na mão pequena dela e disse: "Pobrezinho. Não se preocupa, não vou te deixar na mão". Ela se ajoelhou na minha frente. "Mamãe, você não precisa", falei. Não queria que ela se sentisse obrigada a me chupar. Ela sorriu. "Valeu, querido, mas na verdade eu gosto de chupar o seu. É tão comprido, duro e quente. É uma delÃcia na minha lÃngua". Ela começou a me dar outra demonstração magistral de técnica de garganta profunda. Eu já tava no limite, então levei só um minuto pra gozar. "Nossa, Gary", ela exclamou quando terminou de engolir tudo, "você goza pra caralho!" Eu ri sem graça. Fiquei orgulhoso de ouvir isso, mas não é algo que esperava ouvir da minha mãe. Escovamos os dentes, e aà mamãe sugeriu: "Vamos passar protetor solar antes de vestir os trajes de banho. Vai ser mais fácil e completo". Era uma boa ideia, mas ela queria que a gente passasse um no outro, até nas áreas da frente que a gente conseguia chegar. Eu fui na onda dela porque não sou bobo e adorava explorar o corpo dela com as mãos. O problema é que passar creme nela me deixou duro que nem uma pedra de novo. "De novo?!" ela perguntou surpresa. "Você já gozou duas vezes esta manhã!" Eu fiquei vermelho e dei de ombros. "Sou um garoto adolescente e você é muito gostosa". Ela suspirou dramática e disse: "O que vou fazer com você?". Mas tava sorrindo quando se ajoelhou e me chupou pela terceira vez. Eu aguentei mais, mas não passou de cinco minutos. Não queria fazer ela se esforçar mais do que o necessário, e não tinha motivo pra me segurar. Foi uma porra de uma satisfação empurrar o quadril pra frente e jorrar tudo naquela boca linda de novo. Pareceu bem menos estranho que da primeira vez. Tava me acostumando e curtindo pra caralho, claro. Tomamos café da manhã, depois fomos pra um parque aquático deslizar nos tobogãs. Mamãe gritou e riu que nem uma criança. Foi muito divertido. Depois do jantar fomos pra um daqueles campos de minigolfe grandes e malucos. É brega mas é legal. Aà a Jessica e o Brad foram pra uma balada, mas eu e a mamãe decidimos dar uma caminhada longa na praia. O celular dela tocou. "É seu pai", ela falou e atendeu. O lado dela da conversa foi assim: "Oi, amor. Desculpa não ter ligado ontem. A gente tava ocupado e esqueci". "Fomos dançar e eu ensinei o Gary". "Não. Ele aprende rápido. Mandou muito bem". "Sim, nosso Gary". Ela riu e me olhou antes de completar: "Ele é um garoto talentoso". "Não, nada de bebida. Eles são muito novos e você sabe que não curto muito". "Tá bom. Falo com você mais tarde na semana. Boa noite, amor". Depois que ela desligou, eu brinquei: "E aÃ, como tá o marido número 1?". Mamãe ficou vermelha e respondeu: "Você conhece seu pai. Ele tem o trabalho dele, mal percebe que a gente não tá lá". Ela me abraçou forte e perguntou: "E como tá o marido número 2?". "O marido número 2 é incrÃvel". especialmente quando você pressiona seus peitos contra ele desse jeito". Ela riu e deu um tapinha no meu braço. "Você é tão safado. Vamos voltar pro hotel". Jessica e Brad voltaram pro hotel uns minutos depois da gente. E depois de só alguns minutos de beijos e preliminares, já estavam transando. Mas a mamãe não tentou de novo o truque do sexo simulado. Em vez disso, ela se enfiou debaixo do lençol, pegou a ponta da minha pica com os lábios e passou a lÃngua em volta. Porra! Eu tava duro que nem pedra e mexi meus quadris pra incentivar ela a colocar mais na boca. Ela beijou e lambeu a lateral primeiro, depois chupou minhas bolas. Foi uma tortura doce. Me senti egoÃsta por receber toda a atenção oral, então coloquei as pernas dela em cima de mim e encostei minha boca perto da buceta dela na posição 69. A mamãe gemeu em volta da minha pica, o que foi incrÃvel, e as coxas dela tremeram de antecipação. Só tinha tentado isso duas vezes com resultados mistos com outras minas, mas tava pronto pra dar o meu melhor.
Decidi tomar meu tempo. Comecei dobrando a perna direita dela e beijando meu caminho desde o tornozelo lindo e pequeno dela, passando pela curva da panturrilha e subindo pela coxa firme. Ela estava gemendo de prazer ao redor das minhas bolas, então dobrei a perna esquerda dela e dei o mesmo tratamento. Ela se contorceu de alegria quando me aproximei da buceta dela. Lambi ao longo da rachinha dela com uma lÃngua larga e reta. Ouvi mamãe ofegar e as coxas dela se contraÃram. Acariciei elas com minhas mãos enquanto arrastava minha lÃngua pra cima e pra baixo devagar pela rachinha dela. Ela respondeu soltando minhas bolas da boca e lambendo a parte de baixo do meu pau. Chupei os lábios dela, mas não tive muita resposta. Ela enfiou meu pau na boca e decidi que era hora de partir pro evento principal. Minhas mãos foram pras bolas perfeitas da bunda dela e apertaram. A ponta da minha lÃngua empurrou o capuz do clitóris dela, e então, bem devagar, circulou a pequena e sensÃvel protuberância. Mamãe estava gemendo no meu pau de alegria, e as coxas dela apertaram os lados da minha cabeça. Me sentindo mais confiante a cada sucesso, decidi tentar um truque que tinha lido. Escrevi suavemente o alfabeto no clitóris dela com a ponta da lÃngua. A, b, c, d... Mamãe apertou minha cabeça com mais força e chupou meu pau com fúria. E, f, g, h... Ela gemeu igual uma putinha e chupou ainda mais rápido. Impressionante! Tentei mais um truque que tinha lido. Deslizei meu dedo do meio pra dentro dela. Ela congelou por um momento e pensei que tinha errado. Mas aà ela tremeu e voltou a chupar com entusiasmo. Curvei meu dedo pra acariciar a parede superior dela enquanto continuava soletrando o clitóris. Encontrei a área áspera que esperava e pressionei meu dedo com firmeza. Mamãe pulou como se tivesse levado uma picada de choque. Eureca! O ponto G! Curvei meu dedo sobre ele de novo. A boca da mamãe saiu do meu pau e ela ofegou, "Ahh!" Chupei e acariciei ela, e ela explodiu num orgasmo. Minha mão segurando a bunda dela impediu que quicasse longe dos meus lábios. "Aiii!" ela gritou e o corpo dela tremeu. Continuei chupando ela e tocando ela durante o orgasmo dela. Assim que passou, ela começou a tremer e sacudir de novo. "Gary! Gary!" ela gritou. Empurrei ela no pico de novo. "Aiiiiiiiii!" ela guinchou. Ela se debateu como um potro selvagem e acho que tentou se afastar de mim. Mas segurei uma mão na bunda dela e a outra tinha um dedo firme na buceta molhada e quente dela. Ela não ia a lugar nenhum. Passou o segundo orgasmo e decidi ir pra terceira. Apertei o ponto G dela o mais forte que pude e chupei aquele clitóris com tudo que tinha. "Garrrry, pelo amor de Deus", reclamou a mamãe. Não demorou muito pra colocar ela no topo pela terceira vez em sequência. "Deus!" ela gritou e o corpo dela se sacudiu mais forte do que nunca. Me segurei firme e fui diminuindo as manipulações devagar até as réplicas passarem. Tirei meu dedo dela e soltei a bunda dela. Mamãe se virou e colou os lábios dela nos meus. Os braços dela se fecharam no meu pescoço e os peitos dela se esfregaram com força no meu peito nu. "Amor, eu te amo", ela murmurou entre beijos febris. Ouvi a Jessica rir. "Você vai ensinar o Brad a fazer isso, Gary?" ela perguntou brincando. "Não, mas vou te mostrar e você pode ensinar ele", ofereci de volta na brincadeira. "Desculpa, nada de demonstração com a minha mina, cara", riu o Brad. Mamãe ignorou nossa conversa e me olhou com estrelas nos olhos. "Você é incrÃvel, Gary. O que você fez comigo?" "Tipo, tocar seu ponto G? Li sobre isso. Você gostou?" perguntei, sabendo a resposta. "Amei", ela disse toda empolgada. "Já ouvi falar disso, mas achava que era mito. Foi sensacional! Nunca gozei assim. O que posso fazer pra te pagar, amor? Faço qualquer coisa". Eu ri. "Bom, podia começar terminando o boquete que você me devia". Mamãe ofegou horrorizada. "Ai, meu Deus, Gary! Fiquei tão distraÃda que esqueci. Desculpa mesmo. Faço agora". "Isso pode esperar", falei. "Deixa eu te abraçar um pouco". Eu me Era uma delÃcia sentir minha mãe excitada e gostosa nos meus braços. Ela se aninhou feliz contra mim e esfregou aquelas tetas com mais força no meu peito. Ela suspirou: "Como você ficou tão perfeito?" "Bem criado, acho." Mamãe riu e me beijou.
Continua... 🔥
2 comentários - Esposa de férias #2