Esposa de aluguel #1

Comparto com vocês um conto que eu tinha guardado e esquecido. Um incesto de Mãe e Filho. 🔥 Capítulo 1 Eram 8 da manhã de uma quarta-feira e eu e minha mãe estávamos malhando no porão. Eu treinava religiosamente cinco manhãs por semana, e ela estava sempre lá comigo. Começamos com uma corrida nas nossas duas esteiras. O sutiã esportivo de resistência industrial da minha mãe não segurou completamente o balanço dos peitos dela, tamanho D, que eu adorava ver. Ela nem parecia notar. As tetonas da minha mãe foram um presente do meu pai no aniversário de trinta anos dela. Ela disse que não queria passar a vida toda com peitos pequenos de copa A, e ele ficou feliz em pagar por uma cirurgia de silicone. Naquela época, ela também estava acima do peso, como acontece com muitas mulheres de trinta anos. Então ela começou a treinar comigo de manhã. Diz que sou a inspiração dela. Quatro anos de exercícios esculpiram minha mãe numa gostosa elegante e forte, com cabelo loiro platinado. 34D-24-34. 1,70m de altura. Pernas longas. Uma bunda redonda e empinada. As tetas falsas eram anormalmente altas e firmes, não que isso seja um problema. Ela se parece muito com a April Cheryse, uma modelo. Pesquisa no Google e você vai entender. Depois de correr nas esteiras, levantamos pesos livres e terminamos com trinta minutos de ioga. A ioga foi ideia da minha mãe. Eu topo porque me mantém flexível e é divertido ver ela se contorcendo em todas aquelas posições. Quando terminamos, relaxamos por alguns minutos num sofá velho no porão. "Então, como estão as aulas?" Perguntei. Minha mãe é caloura na faculdade aos 34 anos. Ela não foi pra faculdade na idade normal porque tinha que cuidar de mim. Meu pai engravidou ela quando ela tinha só 16 anos e ele 20. Agora eu tenho 18 e tô no último ano do ensino médio. Meu pai não se importava que minha mãe fosse pra faculdade. Na verdade, ele achava engraçado. Sabe, Mamãe é meio loira burra, sabe? Não é exatamente o tipo acadêmico. Nem eu nem o papai conseguíamos imaginar ela numa sala de aula de faculdade, mas ela queria, então apoiamos 100%. Ela é uma pessoa incrível, apesar de ser meio bocó. Mamãe herdou dinheiro da família rica dela, mas papai é banqueiro e pode bancar a gente sem precisar usar a grana dela. A gente tinha uma vida boa e próspera. Mas enfim, voltando à história... O rosto da mamãe se iluminou e ela respondeu: "A faculdade é demais, Gary. Tô me divertindo pra caramba!". "Que bom. Tá se enturmando?" perguntei. Eu tava preocupado se ela ia se encaixar com os outros calouros, porque ela é bem mais velha. Mamãe riu. "Sim. Falei que tenho 22 anos e eles acreditaram! Acham que sua velha mãe é só um pouco mais velha que você! Nada mal, hein?" Não fiquei muito surpreso. Ela tem um rostinho jovem e bonito, com maçãs do rosto altas e covinhas, e o corpo dela é provavelmente a inveja de todas as garotas da turma. "É porque você se mantém em forma", elogiei. "E tenho que te agradecer por isso, querido. Você é minha inspiração", respondeu e me beijou na bochecha. "Queria que seu pai fizesse exercício com a gente". Papai era um pouco mais velho que a mamãe, 40 anos, e tava acima do peso. Como oficial de empréstimos no banco, passava tempo demais sentado atrás de uma mesa. "Boa sorte tentando fazer ele se exercitar", falei. Papai era um cara sedentário. Mamãe suspirou. "Eu sei, mas tô preocupada com a saúde dele". Depois se animou e completou: "Falando no seu pai, ontem aconteceu uma coisa engraçada". "O quê?" Mamãe riu. "Falei pra Jessica que você é meu marido", disse. Jessica era a melhor amiga da mamãe na faculdade. "O quê?! Por que você faria isso?" "Não foi de propósito. Foi sem querer", respondeu e riu de novo. "A Jess sabe que sou casada, e quando viu sua foto no meu celular, achou que você era meu marido". "Por que você não corrigiu ela?" perguntei. Mamãe me Olhou pra mim como se eu fosse um idiota. "Seu pai não é muito convincente como marido de uma universitária novinha, Gary!" Era verdade. Homens de 40 anos, acima do peso e com entradas no cabelo raramente casam com calouras de faculdade. "Então você deixou ela pensar que seu filho de 18 anos é seu marido?" Perguntei. Mamãe sorriu e assentiu. "Não é genial? Me ajuda pra caramba a me enturmar. Aliás, a Jess acha você gostoso." "Ela é gostosa? Podia arranjar um encontro pra mim com ela", brinquei. Mamãe franziu a testa. "Você deveria ser meu marido, Gary." "Ah, é", ri. Mamãe pareceu irritada com minha piada, mas alguns minutos depois disse hesitante: "Jessica nos convidou pra ir nas férias de primavera com ela e o namorado dela, Brad." Fiquei de boca aberta. "O quê? Você e eu? Mãe, não posso ir nas férias de primavera com você." Ela fez biquinho e reclamou: "Por que não? Tô morrendo de vontade de ir. Não vou te envergonhar, prometo." "Não, mãe. É estranho demais." "Por favor?" ela implorou. "Nunca pude fazer coisas assim quando tinha sua idade." Ela não disse que não fazia essas coisas porque estava cuidando de mim. Senti o peso da culpa me esmagando. Talvez não fosse pedir muito. Ir de férias com ela não era tão estranho assim, né? E ia deixar ela feliz. Mamãe merecia ser feliz. "Tá bom", concordei. Tinha certeza de que ia me arrepender. Mamãe deu um gritinho de alegria e pulou nos meus braços. "Obrigada! Obrigada! Obrigada! Você é o melhor filho, Gary!" Ela me beijou nas duas bochechas e na ponta do meu nariz. "Não quer dizer melhor marido?" brinquei. Ela riu. "Sim. O melhor marido das férias de primavera." Ela beijou a ponta do meu nariz de novo. "Papai já topou essa viagem?" "Ainda não. Esperava que você me ajudasse a convencê-lo hoje à noite." Naquela noite, durante o jantar, mamãe disse pra papai: "Querido, quero ir nas férias de primavera com a Jessica. Ela e o Brad vão pra Fort Lauderdale." Papai fez careta. "Amy, não quero passar minhas férias com um bando de universitários. Selvagens." "Sei que não", respondeu a mamãe com um sorriso. "Vamos para as nossas férias de sempre no verão. As férias de primavera são só para mim." As sobrancelhas do papai se ergueram. "Você quer ir sozinha nas férias de primavera?" Mamãe balançou a cabeça. "Não sozinha. Com minha amiga Jessica e o namorado dela, Brad. E com o Gary." "Gary?" Papai olhou pra mim. "Você quer ir nas férias de primavera?" Ele pensou na pergunta por um momento e depois disse: "Pergunta idiota. Todo moleque de 18 anos quer ir nas férias de primavera." Papai olhou de um lado pro outro entre a mamãe e eu por um minuto e então disse: "Tá bom. Não vejo motivo pra não ir. Vocês dois podem cuidar um do outro e garantir que não vão se meter em encrenca." Mamãe deu um gritinho, pulou e abraçou o papai. "Valeu, Mark! Eu e o Gary vamos nos cuidar direitinho." Ela não contou pra ele que as amigas achavam que eu era o marido dela, e com certeza não ia falar nada. Era estranho demais pra mencionar. DOMINGO Na manhã que a gente ia sair pras férias de primavera, a mamãe deu um beijo de despedida no papai na porta. Ele ia jogar golfe com os amigos. "Valeu de novo por deixar eu ir", disse a mamãe. "De nada. Se diverte, mas não bebe demais nem usa droga", ele insistiu. "A gente não vai", ela garantiu. Mais um beijo e ele foi embora. Ela fechou a porta e se virou pra mim. "Pronto pra uma semana divertida, Gary?" "Sim, mamãe. Isso vai ser foda." Ela me abraçou e olhou nos meus olhos. Eu era uns 10 centímetros mais alto. "Não me chama mais de 'mamãe', bobinho", ela me repreendeu. "Sou sua esposa essa semana, lembra? Tem que me chamar de Amy. Fala. Amy." "Amy." "Boa", ela respondeu, e aí me beijou na boca. Eu me afastei dela. "Que porra foi essa?!" eu gritei. "Treino", ela disse. "E você falhou. A gente tem que agir como casado. Se você reagir assim quando a gente se beijar, a Jessica vai sacar que tem algo errado!" "Por que a gente precisa se beijar?" "A gente é casado. Casais se beijam. Principalmente casais jovens. Vamos tentar de novo." Ela plantou Outro beijo nos meus lábios. Fiquei dura por um minuto, mas finalmente cedi e devolvi o beijo um pouco. Mamãe interrompeu o beijo e fez bico. "Você não se assustou dessa vez, mas ainda não foi bom, Gary. Isso é importante pra mim, querido. Por favor, não estraga minhas férias de primavera. Se esforça um pouco mais, tá bom?", ela implorou. Eu sabia que faria qualquer coisa por ela quando ela fazia aquela carinha de cachorro pidão. Mergulhei nela e dei um beijão dramático. "Melhor?", perguntei. Mamãe se afastou rindo. "Talvez um pouco demais." Ela me abraçou forte. "Valeu por me ajudar a me encaixar com meus amigos da faculdade, querido." "Sem problemas." Ela me deu outro beijo rápido nos lábios antes de Jessica e Brad entrarem na nossa entrada. Jessica era uma moreninha gata, mais baixa que a mamãe e um pouco cheinha. Mas ela tinha uma personalidade borbulhante igual a da mamãe e dava pra ver por que eram amigas. Brad era um cara grande e forte. Uns centímetros mais alto que eu e mais musculoso. Era um cara legal e nos demos bem na hora. "Vocês são donos dessa casa?", perguntou Jessica, olhando pra nossa casa família foda. "Como vocês conseguem pagar?" "Eu tenho uma herança do meu avô", explicou mamãe. "Uau", se admirou Jessica. "Então você comprou esse lugar pra você e pro Gary?" "Sim", respondeu mamãe. "Assim que o Gary fez 18 anos, a gente casou e eu o trouxe pra morar comigo. A mãe dele não gostou nada. Ela é meio piranha." Ela piscou pra mim. "Então você é casado, tem uma casa e ainda tá no ensino médio?", Brad me perguntou. "Sim, me formo em maio", respondi. "Maneiro", ele respondeu com admiração. Era o carro do Brad e ele se sentia mais confortável dirigindo. Então ele dirigiu por 3 horas, depois deu uma pausa enquanto Jess dirigia por mais ou menos uma hora. Depois ele dirigiu de novo. Tava de boa pra mim. Acho dirigir chato. Eu dormi no banco de trás e, quando acordei, mamãe estava deitada. no banco, com a cabeça no meu colo. A Jéssica percebeu que eu estava acordado e disse baixinho: "Vocês dois são tão fofos juntos. Dá pra ver o quanto ela ama vocês". Eu corei. "Valeu. Eu também amo muito ela". Minha mãe devia estar acordada, porque falou alegremente: "Que doçura, querido". Ela levantou a mão e puxou minha cabeça para perto da dela. Os lábios dela encontraram os meus num beijo de tirar o fôlego que durou pelo menos um minuto e me deixou sem ar. A Jéssica riu. "Acho que você deixou ele atordoado com esse, Amy". Minha mãe também riu e se virou pra sentar no meu colo. "É assim que eu mais gosto dele, atordoado e confuso, e trabalho duro pra manter ele assim", brincou. A cabeça dela descansou no meu ombro. Uma gostosa no seu colo sempre é bom, mesmo que seja sua mãe. Eu enrolei meus braços frouxamente na cintura dela e nos aconchegamos. "Awn, que fofo", arrulhou a Jess do banco da frente. Era quase meia-noite quando finalmente chegamos em Fort Lauderdale. Quando fizemos o check-in, fiquei surpreso ao saber que todos íamos dividir o mesmo quarto. "Não vamos ter nosso próprio quarto?" Perguntei pra mãe. "Não, bobinho. É por isso que a Jéssica nos convidou. Pra dividir o custo do quarto, assim ela e o Brad podiam bancar a viagem. Não tem nada de errado em um homem e uma mulher dividirem um quarto com outro casal", ela descartou minhas preocupações. Meus olhos se arregalaram. "Você não se importaria de dividir a cama comigo?" Sussurrei. Minha mãe me olhou confusa, depois estendeu a mão e bagunçou meu cabelo. "Para de besteira. Essa semana a gente vai casar, então tá tudo bem. Agora continua no personagem, Gary. Se você não começar a agir como um marido apaixonado, a Jéssica e o Brad vão desconfiar que tem algo errado". Enquanto a Jéssica e o Brad estavam ocupados, minha mãe saiu pra ligar pra casa e avisar meu pai que chegamos bem. Fomos pro quarto e eu tentei agir naturalmente. Todos estávamos exaustos, então nos preparamos pra dormir. Mamãe usou uma camiseta largona pra ir pra cama e eu fui de camiseta e cueca. A gente se enfiou nas camas e apagou a luz. Não demorou muito e eu comecei a ouvir uns barulhos vindo da outra cama. Acho que o Brad e a Jessica não conseguiam tirar as mãos um do outro, mesmo com a gente ali. O Brad bufava igual uma locomotiva e a Jessica soltava uns guinchos estranhos. Eu e a mamãe viramos de lado, de costas pra eles. "Eep, eep, eep!" Os guinchos engraçados da Jessica continuavam enquanto o Brad metia nela. Mamãe começou a rir da situação doida, e aí a Jessica também começou a rir. "Não consigo evitar", a loira ria, ainda no meio da foda. "Esses barulhos simplesmente saem." Isso fez o Brad rir, e depois eu também. Quebrou o gelo do quarto. Quando terminaram de foder, a Jessica falou: "Desculpa pelo constrangimento, mas eu tava precisando muito disso". "Não precisa se desculpar, Jess", respondeu a mamãe. "Você tá de férias e todo mundo aqui é adulto. Se diverte." "Valeu, Amy. Se você e o Gary também quiserem se pegar, fiquem à vontade", ela disse dando uma risadinha. "Acho que a gente vai só dormir mesmo, Jess. Boa noite." SEGUNDA-FEIRA Quando acordei, tava colado nas costas da mamãe. Ainda estávamos de lado, mas devo ter me aninhado nela durante a noite. Meu braço tava em cima da barriga dela, então tirei sem graça. Mamãe segurou minha mão e colocou de volta. "Não sai daí", ela virou a cabeça pra mim e sussurrou. "É gostoso ficar assim com você. Dormiu bem?" "Dormi pra caralho", sussurrei. E foi verdade. Capotei a noite inteira. Mamãe sorriu. "Eu também." O Brad e a Jessica levantaram e foram juntos pro banheiro tomar banho. Mamãe virou pra me encarar. "Isso é bem menos estranho do que eu imaginei", ela falou baixinho. "Gosto de ficar agarradinha com meu filho." "Eu também gosto", confessei. Lutei pra não deixar minha ereção matinal encostar na bunda perfeita da mamãe. Quando o Brad e a Jessica terminaram no Banheiro. Mamãe disse pra eu usar em seguida. Caguei, tomei banho, me barbeie e vesti meu sunga vermelha. Mamãe foi a última a ir no banheiro e saiu com um biquíni novo. "O que você acha?" ela perguntou, rebolando a bunda de um jeito safado pra mim. "Caralho, Amy! Que gostosa!" eu exclamei. Triângulos pequenos seguravam as tetas redondas e falsas dela, e a parte de baixo do biquíni era bem curta. Ela se virou e eu vi que as costas só cobriam uma fração da bundinha apertada dela. "É sexy", a Jéssica concordou. O Brad revirou os olhos de novo e enfiou a língua de volta na boca dela. "É.", ele falou, seco. As duas meninas riram e mamãe me abraçou. A praia tava cheia de universitárias gostosas, mas naquele biquíni, mamãe chamou muita atenção. Os caras olhavam com tesão enquanto ela caminhava até acharmos um pedaço de areia vazio pras nossas cangas. Um grupo grande de universitários tava brincando no mar. A gente se juntou rápido. A guerra de respingos ficou intensa quando a Jéssica e outra mina pularam no Brad e empurraram ele pra baixo d'água. Ele saiu bufando e todo mundo riu. Em troca, vários caras pegaram as namoradas deles e mergulharam elas. Eu fui em direção à mamãe e ela pareceu preocupada, mas ainda sorrindo. "Gary, não faz", ela implorou e riu enquanto tentava recuar. Pulei, derrubei ela limpo e mergulhei ela com um baita respingo. Ajudei ela a se levantar e mantive minhas mãos na cintura dela pra estabilizar. Ela afastou o cabelo molhado do rosto. "Desculpa", me desculpei. "Não consegui resistir". "Tá tudo bem. Isso é divertido", ela respondeu com um sorriso. Ela se apoiou em mim pra sussurrar no meu ouvido: "Tô feliz que você tá aqui, Gary. Eu não conseguia relaxar e aproveitar com mais ninguém além de você". "Eu também tô feliz", respondi. Tentei não ficar tarado com a sensação das tetas macias dela comprimidas contra meu peito nu, ou a visão da água escorrendo pelo rosto dela. Tem algo numa mina molhada que acelera. meu motor. A batalha de respingos acabou e os outros foram pra praia. Soltei a mamãe e fomos atrás. Passamos a maior parte daquele dia fazendo as coisas normais de praia. Tomar sol, ler, tentar pegar umas ondinhas, jogar frisbee, dar uns passeios. Mamãe brincou e se divertiu tanto quanto qualquer um dos jovens universitários. Ela realmente se encaixava com eles. Me deixou orgulhoso dela. As minas queriam se arrumar naquela noite. Eu e o Brad só vestimos calças cáqui e polos, mas ficamos sabendo que as garotas compraram juntas antes da viagem. Elas tinham vestidinhos pretos combinando. Eram sem mangas e com decote baixo, mostrando o decote perfeito entre as tetas falsas da mamãe. Os vestidos também eram justos e curtos, terminando só uns centímetros acima das coxas. Muito gostoso. Assobiei. "Uau. Vocês estão lindas", elogiei. "É, meninas, tão demais", concordou Brad. A Jessica deu um beijo nele, então a mamãe sorriu pra mim e plantou um nos meus lábios também. Não me encolhi nem nada. Ela beija bem. Mamãe feliz me pegou pelo braço e fomos jantar num restaurante bacana. Depois fomos pra uma balada. A balada era chique. Tocavam música de "clássicos americanos", tipo Sinatra, e tudo era dança lenta. O Brad e a Jessica foram direto pra pista dançar, mas eu não confiava na minha habilidade, então não chamei a mamãe. Ela ficava me olhando, esperando eu pedir, mas eu só observava os outros. Um cara grandão, parecendo um jogador de futebol americano, chegou na mamãe e disse: "Vem, gata. Vamos dançar". Ele pegou a mão dela e puxou pra pista de dança. Ela olhou pra mim, mas eu não sabia o que fazer. Não queria que ela parasse de dançar e se divertir se era o que ela queria. O cara puxou ela pros braços dele e os dois dançaram no meio da multidão. Tentei ficar de olho nela, mas os outros dançarinos atrapalhavam. Passaram duas, depois três músicas e a mamãe não voltou. Comecei a Ficar puto. Putasso comigo mesma por não ter chamado ela pra dançar e com ela por ter me deixado aqui sozinha e dançado com aquele cara. Mamãe apareceu de novo e eu vi que o babaca tinha a mão grande no rabo dela. Corri até ela. "Já chega", falei pro cara. Ele tirou uma onda comigo. "Maturou, covarde. A mina tá comigo". "Se você não tirar essa mão da minha mulher, vou quebrar sua maldita cara", ameacei. O idiota parecia que não se importava de brigar, mas mamãe falou: "Valeu pela dança, Frank, mas meu marido vai cuidar disso agora". Pra crédito dele, ele recuou sem briga. Mamãe tinha um sorrisinho nos lábios que me irritou. Peguei ela nos braços e dancei com ela. Ela se inclinou, pressionando o corpo curvilíneo inteiro contra o meu, e sussurrou no meu ouvido: "Por que demorou tanto?". "O quê?" Perguntei, confuso e ainda puto. "Por que demorou tanto pra me tirar daquele cara? Sou sua esposa essa semana, querido. Não devia deixar outros homens dançarem comigo". Olhei nos olhos dela, mas não consegui perceber se ela tava tirando uma comigo. "Achei que você queria dançar com ele". Ela deu de ombros, mas os olhos dela brilhavam de alegria. Ela tava adorando isso, mas eu não fazia ideia do que tava rolando. "Queria dançar com você, mas ele pediu e você não", explicou. "E você sabe o quanto eu gosto de dançar. Não devia ter me deixado ir com ele". "Não devia?" Ela balançou a cabeça. "Sou sua esposa. Você precisa se impor. Ele tava com as mãos em mim". Ela ainda tava sorrindo. "Eu sei", reclamei. "Não acredito que você deixou ele fazer isso". "Esperava que você parasse", respondeu ela, inocente. "Você é meu marido grande e forte. É pra me proteger". Fiquei vermelha, envergonhada pela minha inação. "Desculpa", me desculpei. Ela riu e mordiscou minha orelha com os dentes. "Tá tudo bem. Acho que você aprendeu a lição". Ficamos na balada por horas. A música não era minha favorita, mas tenho que admitir que dançar devagar foi muito Divertido depois que a mamãe me ensinou uns passos básicos. Ela ficou nos meus braços o resto da noite, balançando na pista de dança e também com meu braço em volta dela quando estávamos na nossa mesa. Fui ao banheiro uma vez, e caramba, quando voltei algum cara estava papeando com a mamãe. Coloquei meu braço na cintura dela, possessivo, e encarei o cara. Mamãe me beijou na bochecha e disse: "Esse é meu marido, vamos dançar de novo". Na pista de dança, reclamei: "Que porra é essa, mãe? Saí por um minuto e você já tá flertando com outro cara de novo". Ela me deu aquele sorriso. "Queria ver o que você faria, e você passou no teste, querido." Me beijou de leve. "Não se preocupa, não ia dançar com ele." "Não parecia." Ver ela flertar com outros caras me irritava pra caralho. Ela era casada e minha mãe! "Não fica de bico, Gary", ela me repreendeu. "Se vai agir feito um pirralho mimado, então devia voltar pro hotel e vou achar um homem de verdade pra dançar. Seria fácil. Metade dos caras aqui me olha como se eu fosse um pedaço de carne." Era verdade. Ela era uma gostosa toda em forma, o vestidinho preto não escondia nada. Os caras no clube estavam doidos pra chegar junto. "Desculpa, mãe", suspirei. "É meio confuso ser seu par." "Eu sei, querido", ela sussurrou e me deu um beijo rápido. "Mas tenta relaxar e se deixar levar, tá? Prometo que você vai se divertir." "Vou tentar." "Bom. E prometo que não vou flertar com mais nenhum homem, ok? O primeiro foi culpa sua, mas eu devia ter mandado o segundo embora na hora. Me perdoa?" Assenti e sorri. "Perdoada." Pra mudar de assunto, mamãe me ensinou outro passo de dança pra acompanhar a música que tava tocando.Esposa por unas vacaciones #1Continua... 🔥 Amy é o que geralmente se chama de loira burra, é bem bocó na maior parte do tempo. Gary, neste primeiro capítulo, tá confuso com a situação e não sabe como agir. Afinal, ele tem que fingir que é casal com a própria mãe e, muitas vezes, não sabe como lidar com isso, nunca teve pensamentos fora do lugar em relação a ela. 🔥

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