Olá pra todos, especialmente pros corno que são os melhores (eu não aguentaria, mas tenho a teoria de que todo mundo é, só prefiro não saber). Bom, essa mina eu conheci como cliente de uma entrega, ela tocava um negócio com o irmão, tinha um filho de uns 4 anos chamado Valeria. Começamos a trocar uma ideia sobre a vida em cada encontro, e aí vem o intimidador: o marido era, ou ainda é (não sei), policial. Numa conversa, ela me chama pra sair, mas obviamente não dava porque eu já era casado, falei isso e perguntei: "E o teu marido não te enche o saco?" A resposta foi na lata: "Nãão, ele é super tranquilo..." com um sorriso. A resposta me animou. Vi o cara duas vezes, típico milico, tinha uma presença, parecia que malhava, me cumprimentava quando me via, mas só. E, bom, comecei a conversar com ela. Numa ocasião, ela solta que não se sentia atraente, que ninguém elogiava ela (até aquele momento eu não tinha dito nada, mas comecei falando: "talvez seja por causa do teu marido"). Comecei a dizer que ela era muito gostosa (e era mesmo). Mensagem pra lá e pra cá, mas nunca rolava nada. Um dia ela me conta que o marido mexeu no celular dela e viu umas mensagens minhas. O terror tomou conta de mim. Mas ela disse: "mesmo assim, ele não falou nada 🤷🏽♂️". Até que um dia ela me fala que ia sair com uma amiga pra uma balada em Temperley, me convidou, obviamente falei que não. Fui jogar futebol, começou a chover de leve, então o jogo parou no meio, e a cerveja adiantou. Nisso, recebo uma mensagem dela: tava sozinha, a amiga tinha deixado ela na mão, era cedo, tipo meia-noite. Ela falou pra eu ir. Como é que eu ia, todo suado, molhado, com roupa de futebol, pra uma balada? Fui. Quando cheguei, ela tava do lado de fora, já sabia que não ia entrar. Saímos pra dar uma volta, tomamos umas cervejas, fomos pro lado dos trilhos, onde quase não passava ninguém. Começou a chover pra caralho, minha caminhonete era uma Fiorino, então o barulho era infernal. Me disse: agora ou nunca. Comecei a acariciar o cabelo dela, ela não disse não, então falei: — Vale, não tenho camisinha — (era uma foda inesperada), e pensei: pelo menos vou tomar um boquete. Mas a resposta dela foi: — Se você não tem problema, eu me cuido com pílula. Fomos pro fundo, na caçamba da caminhonete. Levantei o vestido azul que ela usava colado no corpo, me ajoelhei, ela começou a chupar minha pica, virei ela de quatro e comecei a meter. Aquela buceta apertadinha e quentinha, que até hoje me lembro, e a porra sai sozinha. Enquanto comia ela, enfiei o dedão no cu dela, tirava e fazia ela chupar, fiz isso umas quantas vezes, até que num momento ela gozou. Nessa altura já tinha três dedos enfiados, ela levava à boca e chupava. Quando eu tava quase gozando, tirei os dedos, meti tudo e abracei ela, segurando nos peitos bem forte, enchi ela de porra. Quando terminei, tirei a pica e ela chupou, me olhou e disse: — Obrigada. — Obrigada —, nunca ninguém tinha me agradecido por isso (nunca). Já era umas 3 da manhã, não tinha mais remis, não ia voltar pra balada, então ela ligou pro marido pra ele vir buscar. E adivinha o que ele respondeu? (tudo no viva-voz). — Por que você não pede pro Jakes te trazer? — Sim!!!! Ela tinha dito pro marido que ia pra balada comigo (coisa que eu não sabia). Desligou, me olhou e disse: — Me leva, não dá nada. Tenho que confessar que tava cagado de medo. Mas levei. Quando chegamos na casa, o cara tava na calçada fumando com um guarda-chuva (nunca tive tanto medo). Ele me cumprimentou, Valéria entrou direto em casa, não cumprimentou ele, não beijou, nada, 🤷🏽♂️🤷🏽♂️🤷🏽♂️🤷🏽♂️. Tudo muito estranho. Mas um dia, fui no negócio e ele tava lá, me cumprimentou super amigável, disse: — Vale, não tá hoje, foi pra casa da mãe — ou foi o que ele disse, kkkk. Aí entendi tudo. Depois ela me disse que não era assim, que o único que ficou com ela fui eu, embora o marido não acreditasse (e eu também não). Voltamos a... Porra, de novo com um anal incrível, mas não quero entediar vocês, conto na próxima (se comentarem e derem pontos).
4 comentários - O maior corno do mundo.