Oi, hoje vim contar pra vocês uma aventura bem safada que eu tive.
Tudo começou assim: eu e minha mulher somos um casal liberal, já tem um tempão que a gente tá nesse meio e fomos mudando nossas preferências, buscando mais adrenalina e putaria.
Acontece que a gente costumava ir nuns rolês SW que rolavam aqui na nossa região, era tipo uma balada pra galera do meio, a gente dançava, bebia, batia papo, trocava uns beijos, umas apalpadas, umas brincadeiras entre as minas.
Bom, vocês sabem, às vezes a gente acabava dividindo cama ou hotel com outro casal, se vocês tiverem interesse, posso contar também.
Num fim de semana que estávamos com vontade de fazer algo, combinamos com outro casal, mas fomos pra uma balada "open mind" que é mais pra gays, lésbicas, trans... onde sempre aparece algum casal ou outro, e como a ideia era só ir pra putaria, decidimos ir pra lá.
Chegamos, tudo certo, bebemos, dançamos, nos divertindo, quando passa uma gatinha que me chamou muito a atenção, bem estilo putinha, vestida com uma saia curta e botas longas, e uma blusinha bem decotada, umas tetas lindas de silicone... dá pra ver daqui até a China.
Comento com a minha mulher, e ela cai na risada… “burrão, é uma chica trans” ela fala. Uau… Não parecia mesmo.
Bom, continuamos zoando um pouco, e ela passa de novo, claro… ia pro balcão. Só que dessa vez, ao passar, olhou na minha cara e me deu um sorriso. Pô. Já não tínhamos mais nada pra beber, então falei que ia pegar uns drinks e já voltava. E fui atrás dessa mina.
No balcão, me coloquei do lado dela, ela pede não sei o quê, eu peço o meu pro cara, e aproveito pra falar “desculpa a ousadia, mas, te vi passar agora e fiquei alucinado com você… você é linda” e ela fica me olhando, me sorri de novo e responde “ah, obrigada, bebê, pena que você tem namorada”… bom, isso significava que ela tinha me olhado também, ponto pra mim.
“não se preocupa, ela não é ciumenta, haha”… “como você se chamava?” perguntei de novo.
“Aileen” ela fala, e é óbvio, elas usam esses nomes artísticos, hahaha.
Cada um tomou seus drinks e foi pro lado do grupo. A noite seguiu, de vez em quando eu procurava ela com o olhar, e encontrava ela me olhando e sorrindo. Dançava com o grupo dela, era muito gostosa de ver.
Gostei dela, simpática e com uma rabeta. Mas, era trans, algo novo pra mim.
Com minha mulher, a gente conversou sobre o assunto, falei o nome dela, que era super simpática, etc…
“então chega nela, vai, puxa papo, pega ela” ela fala. “não, respondi, melhor não” além de ter meus medos também, com o casal que tava com a gente, o cara é muito meu amigo, e é bem homofóbico, então preferi não fazer.
Mas, aí vem a melhor parte, depois de um tempo esse casal decide ir embora, porque já era tarde, a babá tava esperando. Falo pro Pato, vamos nós também pra terminar a noite em casa, transando do jeito que a gente gosta, bem quente… bem quente a Aileen me deixou, haha.
Fomos pra porta. E me deu na telha fazer uma coisa por pura sacanagem. Falei que tinha esquecido não sei o quê, e voltei, encarei a Aileen e, assim, sem muito papo nem nada, pedi o telefone dela, hahaha, ela riu e falou, “foda-se, meu” Instagram, bebê, me chama por lá". E eu, já nos quarenta e tantos, ainda peço o telefone, a galera nova já passa o Instagram.
A noite terminou com o Pato e eu transando igual uns loucos, putaria com essa mina, sussurrando no ouvido fantasias e coisas que eu queria fazer com a Aileen. Uma foda dedicada a ela. A gente tava transando, metendo de quatro quando ele falou.
me espera um pouquinho, deita" foi até o quarto e voltou. Tava escuro, não vi muito.
Se ajeitou entre minhas pernas e começou a chupar minha pica.
Enquanto isso, ela passa um pouquinho de creme nas mãos, e ao mesmo tempo que chupava e punhetava meu pau, foi enfiando um dedinho na minha buceta.
Sabe que isso me adora, continuou assim só mais um pouquinho, porque tirou o dedo e pegou um miniconsolo, especial pra sexo anal, tipo dilatador. Não tem muita diferença entre o dedo e esse brinquedo, mas dá pra sentir muito, a verdade é que no começo doeu um pouco, mas entre o pum que eu tava segurando e o tesão, pedi pra ele continuar.
Tava quase gozando, o cara tava muito tesudo e me manda virar, eu viro, ele me levanta um pouco, fico quase de quatro, e vejo só ali que ele tinha colocado um cinturão de pau. Apontou pro meu cu virgem (virgem, sim, não considero um dedo ou um brinquedo como algo que tira a virgindade) e encostou na entrada do meu cu, faz um pouco de pressão, e sinto ele começando a entrar bem devagar, dói, dói pra caralho, ele fala “calma, relaxa, quando quiser eu paro”…
tenta relaxar a buceta, e sinto que entra mais um pouquinho,
Peço que continue até que, finalmente, sinto a bacia dela encostar na minha bunda. "Hmm, que gostoso, já enfiou tudo." Comecei a bater uma com uma mão, enquanto ela fazia uns movimentos, uff, que delícia que tava. Ela dava umas estocadas suaves, mas tirando e colocando, a situação já começa a sair do controle, o prazer era imenso, não queria gozar, ela tava comendo meu cu, minha mulher, eu sentia ela gemer, deve ser uma sensação gostosa pra uma mulher arrombar o cu do homem dela. Dava pra sentir um poder absoluto sobre mim.
Ela pede pra eu virar. Abre minhas pernas e começa a me comer de novo, agora olhando nos olhos.


Não aguentei muito mais, entre a pica de borracha que entrava e saía do meu cu, e a mão do Pato ou a minha batendo punheta, era impossível segurar. Jorrei litros e litros de porra.
Tirei aquele aparelho... e ela disse: "por favor, me faz gozar que não aguento mais". Diante de tanto prazer sentido, eu tinha que responder da mesma forma, então me meti entre as pernas dela e fiz um oral de cinema, incluindo dedos e muita língua.
Também não demoro pra gozar, parece que essa nova experiência a deixou muito excitada!
Caímos no sono, quase grudados. No dia seguinte, entrei no Instagram da Aileen, mandei solicitação e ela aceitou na hora, junto com um “Oi, gato” dela na minha caixa de mensagens…
Continua…
Tudo começou assim: eu e minha mulher somos um casal liberal, já tem um tempão que a gente tá nesse meio e fomos mudando nossas preferências, buscando mais adrenalina e putaria.
Acontece que a gente costumava ir nuns rolês SW que rolavam aqui na nossa região, era tipo uma balada pra galera do meio, a gente dançava, bebia, batia papo, trocava uns beijos, umas apalpadas, umas brincadeiras entre as minas.

Bom, vocês sabem, às vezes a gente acabava dividindo cama ou hotel com outro casal, se vocês tiverem interesse, posso contar também. Num fim de semana que estávamos com vontade de fazer algo, combinamos com outro casal, mas fomos pra uma balada "open mind" que é mais pra gays, lésbicas, trans... onde sempre aparece algum casal ou outro, e como a ideia era só ir pra putaria, decidimos ir pra lá.
Chegamos, tudo certo, bebemos, dançamos, nos divertindo, quando passa uma gatinha que me chamou muito a atenção, bem estilo putinha, vestida com uma saia curta e botas longas, e uma blusinha bem decotada, umas tetas lindas de silicone... dá pra ver daqui até a China.
Comento com a minha mulher, e ela cai na risada… “burrão, é uma chica trans” ela fala. Uau… Não parecia mesmo.Bom, continuamos zoando um pouco, e ela passa de novo, claro… ia pro balcão. Só que dessa vez, ao passar, olhou na minha cara e me deu um sorriso. Pô. Já não tínhamos mais nada pra beber, então falei que ia pegar uns drinks e já voltava. E fui atrás dessa mina.
No balcão, me coloquei do lado dela, ela pede não sei o quê, eu peço o meu pro cara, e aproveito pra falar “desculpa a ousadia, mas, te vi passar agora e fiquei alucinado com você… você é linda” e ela fica me olhando, me sorri de novo e responde “ah, obrigada, bebê, pena que você tem namorada”… bom, isso significava que ela tinha me olhado também, ponto pra mim.
“não se preocupa, ela não é ciumenta, haha”… “como você se chamava?” perguntei de novo.
“Aileen” ela fala, e é óbvio, elas usam esses nomes artísticos, hahaha.
Cada um tomou seus drinks e foi pro lado do grupo. A noite seguiu, de vez em quando eu procurava ela com o olhar, e encontrava ela me olhando e sorrindo. Dançava com o grupo dela, era muito gostosa de ver.
Gostei dela, simpática e com uma rabeta. Mas, era trans, algo novo pra mim.
Com minha mulher, a gente conversou sobre o assunto, falei o nome dela, que era super simpática, etc…
“então chega nela, vai, puxa papo, pega ela” ela fala. “não, respondi, melhor não” além de ter meus medos também, com o casal que tava com a gente, o cara é muito meu amigo, e é bem homofóbico, então preferi não fazer.
Mas, aí vem a melhor parte, depois de um tempo esse casal decide ir embora, porque já era tarde, a babá tava esperando. Falo pro Pato, vamos nós também pra terminar a noite em casa, transando do jeito que a gente gosta, bem quente… bem quente a Aileen me deixou, haha.
Fomos pra porta. E me deu na telha fazer uma coisa por pura sacanagem. Falei que tinha esquecido não sei o quê, e voltei, encarei a Aileen e, assim, sem muito papo nem nada, pedi o telefone dela, hahaha, ela riu e falou, “foda-se, meu” Instagram, bebê, me chama por lá". E eu, já nos quarenta e tantos, ainda peço o telefone, a galera nova já passa o Instagram.
A noite terminou com o Pato e eu transando igual uns loucos, putaria com essa mina, sussurrando no ouvido fantasias e coisas que eu queria fazer com a Aileen. Uma foda dedicada a ela. A gente tava transando, metendo de quatro quando ele falou.

me espera um pouquinho, deita" foi até o quarto e voltou. Tava escuro, não vi muito. Se ajeitou entre minhas pernas e começou a chupar minha pica.
Enquanto isso, ela passa um pouquinho de creme nas mãos, e ao mesmo tempo que chupava e punhetava meu pau, foi enfiando um dedinho na minha buceta.
Sabe que isso me adora, continuou assim só mais um pouquinho, porque tirou o dedo e pegou um miniconsolo, especial pra sexo anal, tipo dilatador. Não tem muita diferença entre o dedo e esse brinquedo, mas dá pra sentir muito, a verdade é que no começo doeu um pouco, mas entre o pum que eu tava segurando e o tesão, pedi pra ele continuar.
Tava quase gozando, o cara tava muito tesudo e me manda virar, eu viro, ele me levanta um pouco, fico quase de quatro, e vejo só ali que ele tinha colocado um cinturão de pau. Apontou pro meu cu virgem (virgem, sim, não considero um dedo ou um brinquedo como algo que tira a virgindade) e encostou na entrada do meu cu, faz um pouco de pressão, e sinto ele começando a entrar bem devagar, dói, dói pra caralho, ele fala “calma, relaxa, quando quiser eu paro”…
tenta relaxar a buceta, e sinto que entra mais um pouquinho,
Peço que continue até que, finalmente, sinto a bacia dela encostar na minha bunda. "Hmm, que gostoso, já enfiou tudo." Comecei a bater uma com uma mão, enquanto ela fazia uns movimentos, uff, que delícia que tava. Ela dava umas estocadas suaves, mas tirando e colocando, a situação já começa a sair do controle, o prazer era imenso, não queria gozar, ela tava comendo meu cu, minha mulher, eu sentia ela gemer, deve ser uma sensação gostosa pra uma mulher arrombar o cu do homem dela. Dava pra sentir um poder absoluto sobre mim.Ela pede pra eu virar. Abre minhas pernas e começa a me comer de novo, agora olhando nos olhos.



Não aguentei muito mais, entre a pica de borracha que entrava e saía do meu cu, e a mão do Pato ou a minha batendo punheta, era impossível segurar. Jorrei litros e litros de porra.
Tirei aquele aparelho... e ela disse: "por favor, me faz gozar que não aguento mais". Diante de tanto prazer sentido, eu tinha que responder da mesma forma, então me meti entre as pernas dela e fiz um oral de cinema, incluindo dedos e muita língua.
Também não demoro pra gozar, parece que essa nova experiência a deixou muito excitada! Caímos no sono, quase grudados. No dia seguinte, entrei no Instagram da Aileen, mandei solicitação e ela aceitou na hora, junto com um “Oi, gato” dela na minha caixa de mensagens…
Continua…
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