No cemitério, mas na igreja

No cemitério onde eu trabalhava também tinha uma igreja, nem grande nem pequena, quase não tinha paredes, só janelões que abriam quando tinha missa e a igreja lotava. A missa era no primeiro domingo de cada mês e era pelos falecidos daquele mês. Tava calor, era fim de novembro, dia de semana, não tinha quase ninguém no cemitério. De repente, me veio uma ideia.

Eu: Yani, cê tá ocupada?
Yanina: Não, não tenho plano nenhum pra hoje.
Eu: Vem pro cemitério umas 14h.
Yanina: Mas tá calor, não dá pra ser mais tarde?
Eu: Vem que você não vai se arrepender.
Yanina: O que a gente vai fazer? Que ideia você teve?
Eu: Vem que eu te conto aqui.
Yanina: Tá bom, então. Vou.

Tinha que esperar até as 14. Um pouco antes do horário, fui andando devagar pra igreja, que ficava a uns 300 metros da entrada principal. Nisso, recebo uma mensagem da Yani, dizendo que tava entrando no cemitério. Falo pra ela vir pra igreja. O cemitério tava quase vazio, não tinha mais de 5 pessoas. Tava esperando ela na porta da igreja. Ela veio vestida com uma regata azul celeste, legging cinza, tênis e a mochila dela. A gente se cumprimentou com um beijo bem gostoso e eu aproveitei pra agarrar a bunda dela e apertar. Ela se solta: "Não podem ver, né?" Falei: "Não tem ninguém, olha, tá vazio." Ela riu e a gente continuou mais um pouco com os beijos e a mão no rabo dela. Entramos na igreja e começamos a andar pro altar. Ela na frente, eu atrás, passando a mão na bunda dela, mas dessa vez por dentro da legging, e apalpando os peitos dela por cima da roupa. A gente parou atrás do altar, ela ficou olhando o vitrão que tinha atrás. Eu sentei numa cadeira do lado, peguei a mão dela e puxei ela pra perto, coloquei ela de frente, levantei a regata dela e comecei a passar a língua no umbigo dela. Ela ria. Coloquei as mãos na cintura dela e, de um puxão, desci a legging e a calcinha preta dela até o tornozelo. Ela olhou pra todo lado. Não tinha ninguém, e deixou eu continuar com o que tava fazendo. Passei a língua e comecei a descer pra chupar a buceta dela e apertava a bunda dela. Me ajoelhei no chão, tirei a tênis depois do leggings dela com fio dental e deixei ela nua da cintura pra baixo, abri um pouco as pernas dela e enfiei meus dedos na buceta dela que já tava toda molhada, tirava meus dedos e colocava minha língua pra sentir ela gemer. e quando ela lembrava, ela olhava pra ver se não vinha ninguém. depois de uns minutos assim, me levantei, sentei ela na cadeira, levantei a regata dela e tirei com sutiã e tudo, deixando ela nua sentada na cadeira. me coloquei entre as pernas dela, abaixei minha calça, tava com o pau duro. ela olhou pra ele, pegou com a mão direita e começou a chupar a cabeça, depois as laterais, enfiava tudo até o fundo. quando não tava inteiro na boca dela, ela batia punheta com a mão e me olhava nos olhos. agora era eu quem olhava pra todo lado pra não vir ninguém. de repente, vinham dois velhinhos pra igreja, mas tipo a uns 300 metros. avisei ela, ela se assustou. falei pra ela entrar no quarto onde o padre troca de roupa pra dar as missas, tava tipo a uns 6 metros da gente. apressei ela e não deixei ela pegar a roupa, saiu correndo nua, tava linda assim pelada. me arrumei, peguei a roupa dela e entrei no quarto. ela tava olhando por uma janela pra onde os velhinhos vinham, eles tavam longe ainda. ela se virou, me olhou, sorriu. falei: "olha se eu vou embora e te deixo assim pelada." Yanina: "nem pensa, te mato." Eu: "vai me matar, mas pelada. ha." Yanina: "me dá a roupa e faço o que você pedir." Eu: "tá bom. se quer sua roupa, quero ver como você se masturba." Yanina: "pede outra coisa." Eu: "quer a roupa? tô te esperando." ela me olhou por uns segundos e começou a se tocar nos peitos. brincava com os bicos com a ponta da língua, chegava nos bicos que tavam bem durinhos, desceu a mão direita e começou a passar pelos lábios da buceta dela que já tava super molhada. eu comecei a me despir, ela gemia, sentou num banco comprido que tinha com as pernas abertas na minha direção pra eu ver bem a buceta molhada dela. não aguentei mais e me ajoelhei pra chupar a buceta dela e enfiar os dedos até o fundo. fundo. Sentei no banco e coloquei ela sentada em cima de mim de frente, enfiando meu pau até o fundo. Ela mesma começou a subir e descer que nem uma louca. Eu ouvia vozes do lado de fora do quarto, com certeza eram os velhinhos. Tampei a boca dela pra não escutar os gemidos, ela nem ligou pros velhinhos, haha. Fodemos assim por uns minutos, chupei os peitos dela, apertava as nádegas dela até que ela começou a gozar e, aos poucos, se acalmou. Mas eu continuei com tesão, levantei ela e fiz ela se ajoelhar entre minhas pernas pra chupar meu pau, queria encher a boca dela de porra. A Yani entendeu a ideia e começou a chupar com gosto, enfiava tudo, brincava com minhas bolas, me batia uma punheta. Não demorou muito pra me fazer gozar. Ela passava a língua na cabeça do meu pau e me masturbava com a mão até sentir o primeiro jato de porra na boca dela, e engoliu tudo sem deixar cair uma gota. Depois, ela se levantou, começou a se vestir, eu também, e saímos com cuidado da igreja e fomos embora.

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