Muito boa tarde, parceiros do P! Hoje vou contar mais uma história, onde de novo um passivo deu em cima de mim... E olha no que deu! Tava no point, de boa tomando uma coca. Aí entra um cara, gatinho, magro, altura média... Me perguntou um monte de coisas, mas não levou nada. Percebi no tom de voz um jeito meio afeminado... e meus sentidos captaram o óbvio, ele não veio comprar nada. Vendo que não comprava, e só ficava rodeando, perguntei qual era a intenção dele no local. Rindo, ele respondeu que queria me conhecer, que no grupo de WhatsApp deles (gays passivos) falaram de mim, porque um integrante do grupo já tinha vindo me visitar algumas vezes. Fiquei puto porque deram a fita de onde me encontrar, mas ao mesmo tempo lembrei quem deu e deixei pra lá. O problema é que no point, colocaram 3 câmeras novas, diminuindo a área onde eu podia sumir por um tempo. Então infelizmente não dava pra fazer nada. Falei pra ele, e na hora ele deu um jeito. Me convidou pra casa dele, mora sozinho e perto dali. A gente conversou a manhã toda pelo Instagram, ele me caiu bem, então aceitei o convite. De tarde, saí um pouco do point com a desculpa de que tinha uns trampos importantes e fui pra casa dele. Quando entrei, me deparei com um mundo diferente, cores alegres pra todo lado, música animada, cheiro gostoso de perfume caro. Ele tava de shorts, curto demais pra ocasião, uma camiseta do Pokémon, recém-saído do banho. A gente sentou pra tomar algo, o aquecedor tava no talo, então tirei a jaqueta. Uma coisa levou à outra, piada vai, piada vem, ele começou a se despir. Quando menos esperava, ele tava de tapa-sexo na minha frente. Só sorri e me acomodei. Ele se ajoelhou e começou o serviço, chupou minha rola de um jeito delicioso, alternando o suave com o bruto de um jeito que me prendeu a atenção. Depois de um tempo nisso, ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele. Quando entrei, me deitei na cama dele e ele foi Ao banheiro. Quando saiu, fiquei chocado: tava usando uma peruca loira e um uniformezinho de policial que caía perfeitamente nela. Olhando nos olhos, você nem percebe que não é mulher. Subiu em cima de mim e brincou que ia me prender se eu não desse a melhor foda da vida. Devagar, puxei a tanga dela e comecei a brincar, roçando a cabeça da piroca na bunda dela — uma raba linda, depilada, limpinha, sem um único pelo. Passei um pouco de vaselina líquida, deixei brilhando, e fui enfiando devagar. Foi uma delícia sentir aquela bucetinha apertando cada vez que eu empurrava pra dentro. Coloquei ela de quatro e meti por um bom tempo assim; os olhos dela estavam arregalados, só conseguia gemer e pedir pra continuar. Virei de barriga pra cima e ela montou em mim de costas. Que jeito gostoso de pular que ela tinha, quase quebrou minha pica. Assim me deixou por um tempo até eu gozar. Exausto, me deitei, ela apoiou a cabeça no meu peito e tirou a camisinha. Depois, começou a acariciar minha piroca com a ponta dos dedos. Em pouco tempo, já tava deixando ela dura de novo, então, sem hesitar, começou a chupar de novo. Quando ficou bem dura e firme, ela se levantou, virou de bruços e levantou a raba... A única coisa que disse foi: "Mete até o fundo, por favor." Sem esperar mais palavras, eu meti. Forte e sem piedade, enfiei tudo, até o fundo. Ela só apertava a bucetinha e pedia mais e mais... Até hoje deve estar lembrando de mim. Assim continuamos por um bom tempo, eu adorei e ela também. Ela se ajeitou na posição esfinge e pediu pra eu encher a bucetinha de porra... Pensei por uns minutos e, me deixando levar pelo jeito que ela usava aquela raba, fui atender o pedido. Ela só gemia e agradecia a surra de bunda que eu dei. Me vesti, me despedi e fui embora. Hoje ainda mantemos contato pra ver o que rola. Obviamente, tudo pode acontecer nessa vida.
1 comentários - Os passivos tão me seguindo... Fazer o quê?