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![Ilhado Entre Bucetas[25]Buceta Gostosa e Melada[/25] Ilhado Entre Bucetas[25]Buceta Gostosa e Melada[/25]](https://img-16.poringa.net/poringa/img/1/D/3/7/7/7/Nokomi/97A.jpg)
Capítulo 25.
A Perda das Inibições.
O confinamento está nos afetando de várias formas diferentes. Sim, claro, estou vivendo situações com muita tensão sexual, algo que nunca tinha acontecido na minha casa; mas também tem mais discussões. Hoje teve uma briga feia entre Ayelén e Macarena, e a Gisela teve que intervir pra acalmar os ânimos. Pelo visto, a Macarena pensa igual à Estefanía: as duas querem que a Ayelén e a tia Cristela saiam de casa. Claro que elas se fazem de sonso sobre isso, e nem ameaçaram sair. Mas não é só isso. A Ayelén disse, mais de uma vez, que queria sair pra se divertir, que queria ir pra uma balada com umas amigas. Isso me pareceu estranho, porque nos noticiários disseram que todas as baladas estão fechadas por causa da pandemia. Mas parece que algumas abrem na clandestinidade. Claro que minha mãe não quer nem saber disso, ela proibiu terminantemente qualquer um de nós de sair de casa. A discussão começou quando minha mãe disse pra Ayelén: "Se você sair pra dançar, nem pense em voltar. Vai ter que arrumar outro lugar pra morar." Ayelén respondeu com um sonoro: "Eu faço o que eu quiser", e aí a Macarena saltou, toda furiosa, dizendo que se ela quer morar nessa casa, vai ter que respeitar nossas regras de convivência. A briga ficou tão acalorada que por um momento eu achei que elas iam se pegar na porrada. Por sorte, a Gisela, com seu tom maternal e compreensivo, conseguiu acalmá-las. Ayelén aceitou que não ia sair pra dançar, bem contrariada; mas ia pedir algo em troca pra minha mãe. Não disse o quê, mas eu consigo imaginar. Provavelmente hoje à noite minha mãe vai passar um tempão chupando a pussy da Ayelén. Essa situação me dá uma raiva danada… e não sei como resolver.
Felizmente, nem tudo foram discussões. O que realmente melhorou na minha casa foi a comida. Antes, abrir a despensa significava se deparar com um vazio que apertava o peito; agora, ela está cheia de novo. Sei que é graças à grana que a Tefi deu, embora a gente prefira manter isso em segredo. Quando a Pilar perguntou pra minha mãe de onde ela tinha tirado dinheiro pra comprar toda aquela comida, a Alicia simplesmente respondeu: “Uma amiga me pagou o dinheiro que tinha emprestado há uns meses”. Dessa vez, a desculpa funcionou bem. Vamos ter que inventar algo novo mais pra frente, porque a mudança nas compras foi muito drástica. Antes, minha mãe comprava só as marcas mais baratas, mas agora tem umas que não são tão em conta e até coisas que ela mesma considerava “desnecessárias”, como azeite de oliva ou uns saquinhos de chá estranhos, tipo um chamado Earl Gray, ou algo assim. Tentei tomar e não gostei, mas minhas irmãs amam, especialmente a Gisela. A única que concorda comigo que esse chá tem um gosto muito esquisito é a Ayelén. Detesto concordar com a opinião da minha prima.
Pra clarear um pouco a cabeça, me tranquei no quarto da Macarena pra ver Netflix, aproveitando que ela, depois da briga, ficou no quintal tomando chimarrão com minha mãe, a Pilar e a Gisela.
Tava vendo uma série animada bem divertida, mas foi difícil me concentrar. De vez em quando minha mente viajava pros problemas de convivência, e daí balançava pro extremo oposto: as pequenas aventuras sexuais que tive nos últimos dias. E isso já era um problema por si só, porque lembrar dessas coisas fazia meu pau ficar duro; mas quando pensava nos conflitos, a tesão sumia na hora, então nem dava pra bater uma em paz… mesmo tendo tentado. Aproveitando que tava sozinho, e que minha irmã não liga se eu faço, tirei meu pau pra fora e comecei a sacudir um pouco. Foi inútil.
Passei uns bons minutos segurando o pescoço do ganso sem conseguir acordá-lo direito. De repente a porta se abriu, e nem me assustei tanto, já tô me acostumando com esse tipo de situação. Além disso, esperava que a Macarena voltasse a qualquer momento. Ela me olhou com um sorrisinho safado da porta, como se dissesse: "Te peguei no flagra". Macarena estava nua da cintura pra cima, notei ela mais bronzeada que o normal, até nos peitos. Parece que passou um tempão tomando sol no quintal.
O que eu não esperava era que a Pilar fosse junto. Ela também me olhou e começou a rir, mas na risada dela eu percebi mais alegria do que safadeza.
— Interrompemos alguma coisa, irmão? — Perguntou Pilar com as bochechas coradas.
—Não, nada.
Não precisa mentir não", insistiu ela. "Não me incomoda que você bata uma punheta, e tenho certeza que a Maca também não liga.
Elas entraram e fecharam a porta atrás de si.
—Tô falando sério —falei, mantendo a calma—. Não interromperam nada, porque nem consigo me concentrar nisso.
—Uai, olha, Maca… aqui tá o teu próximo paciente. Sendo psicóloga, e com essa família, tu não vai ter nem um minuto de tédio.
—Isso caiu como uma luva pra mim — disse Maca, enquanto se acomodava à minha esquerda na cama—. Faz tempo que quero ter vocês dois juntinhos, no mesmo quarto, sem ninguém pra nos atrapalhar.
—O que você tem em mente? —Perguntou Pilar, que se acomodou à minha direita.
Eu não tinha prestado atenção, porque me acostumei a ver as mulheres da minha família de pouca roupa, mas naquele momento me toquei que a Pilar estava só de sutiã de renda, que deixava os bicos bem à mostra, e uma calcinha fio dental combinando. Dava até pra ver a rachinha da buceta dela por baixo do tecido. Me surpreendi muito que ela, sendo tão tímida, teve coragem de usar esse conjunto.
—Teus olhos vão pular pra fora, Nahuel —disse Maca, soltando uma risadinha—. Tá surpreso com o conjuntinho que a Pilar tá usando?
A aludida baixou a cabeça, como se quisesse evitar contato visual comigo.
—Me surpreende muito.
—É parte do… hmm… tratamento dela.
—Tá fazendo psicanálise na sua irmã? —Perguntei pra ele.
—Não é psicanálise. É mais como… conselhos de irmã mais velha. Falei pra ela que, se usasse esse tipo de roupa em casa, na frente dos outros, ela ia começar a se sentir mais à vontade com o próprio corpo.
— E tá funcionando? — perguntei.
―Um pouquinho ―disse Pilar―. Embora ainda seja difícil pra mim, especialmente na sua frente.
—Na minha frente? Mas… se eu até te vi pelada.
—E daí? Isso não quer dizer que seja fácil pra mim. A Macarena não liga se olharem pra buceta dela ou pra raba, ela é gostosa e muito linda, não tem… as mesmas inseguranças que eu.
—Me dá muita pena que você tenha essas inseguranças —falei—. Porque de verdade você é muito gostosa. Tomara que com os conselhos da Maca você consiga se sentir melhor. Ela me ajudou a perder muitos medos, ainda tenho um monte, mas já não sou tão medroso como antes.
—E falando de medos e inseguranças —interveio Macarena—. Queria ter vocês dois juntos pra gente falar desses assuntos. No fim das contas, vocês têm algo em comum: são uns virjões.
—Ei! —Pilar reclamou—. Não fala como se isso fosse algo ruim.
—Não é algo ruim — apressou-se a dizer Macarena —. Só tô falando que, em parte, essa é a raiz dos seus medos e inseguranças. Mas isso a gente consegue resolver.
—Não me diga que seu plano é fazer a gente transar entre nós — disse Pilar, arregalando os olhos.
—Não, gata. É teu irmão. Como é que vou te mandar dar pra ele?
―Ah… me assustei. É que você é tão…
—vadia? —eu disse.
—Tava pensando na palavra "liberal"; mas sim, acho que puta combina mais com a Macarena.
A Pilar e eu rimos pra caralho, a Macarena não achou tanta graça. Ela nos queimou com o olhar.
—Eu me defenderia dizendo: “Não sou tão piranha quanto vocês pensam”, mas isso seria mentir pra eles.
Ficamos mudos, olhando pra ela de olhos bem arregalados.
—Então você é mais puta do que a gente imaginava? — perguntei, depois de alguns segundos.
Talvez... não sei o que vocês imaginam. Mas sei que não sabem tudo sobre a minha vida.
—Agora me deu curiosidade —disse Pilar. Tive a impressão de que ela se esforçava pra evitar olhar pra minha pica—. Sei que você teve um caso com seu professor… bom, isso o país inteiro sabe. Você quase virou notícia nacional, gostosa.
―É, nem me faz lembrar.
—E além disso, o que mais você fez? —Pilar parecia genuinamente interessada—. Comeu outro professor? Ou quem sabe uma professora?
—O que te faz pensar que eu poderia ter transado com mulheres?
―Uf… um monte de coisa. Fala aí, conta pra gente. O que mais você fez? Ou vai me dizer que tem vergonha de falar de sexo?
—Não, não tenho vergonha. Só um pouco de medo, porque não sei como vão levar essa parada. É meio… peculiar.
—Não vamos te julgar, Maca —garanti pra ela—. Nem um pouquinho. Não importa o quão piranha você seja, a gente vai continuar te amando do mesmo jeito.
—Sim, o Nahuel tem razão — disse Pilar com um sorrisão. — Vai, conta pra gente.
—Tá bom… vou contar. E se alguém sentir vontade de… se tocar um pouquinho, pode ficar à vontade. Pra mim não tem problema. Aliás, pode ser que eu também faça.
—Não sei se vou chegar a tanto —disse Pilar.
—Sério? —Perguntei—. Cê tem vergonha de bater uma na nossa frente depois de… hã… os papos que a gente teve?
—Agora, sim… mas a Macarena tem razão numa coisa: estar com tesão ajuda muito a perder as inibições.
—Totalmente —disse Maca—. E essa é justamente a chave do que vou contar pra vocês. Tudo tem a ver com a perda das inibições.
—A gente te escuta —falei. Tava com vontade de pegar na minha pica naquele exato momento, mas por respeito à Pilar, decidi esperar ela se sentir mais à vontade.
―Beleza. Pra vocês eu contei uma parte ― começou a dizer Maca, enquanto tirava a tanga, parecendo que queria ficar à vontade logo―. Falei das siriricas que dei no meu professor, Marcelo. Mas não quero falar dele, tô puta com aquele cuzão. Se ele não quer saber de mim, eu também não quero saber dele. O que vou contar tem a ver com minha amiga, Camila Contreras. Qual foi a última coisa que te contei sobre ela, Nahuel?
―Hmm… posso falar?
—Sim, claro, não me importo. É provável que a Pilar já saiba. Aliás, mana… se você não tirar um pouco da roupa, não conto nada.
Sabia que você ia me pedir uma parada dessas. Você sempre coloca condições pra contar sobre sua vida.
Pilar soltou o sutiã e os peitões dela pularam, aí ela deitou de novo.
―Bom… ―olhei pras tetas da Pilar e depois olhei pra buceta da Macarena―. A última coisa que você me contou da Camila foi que vocês se masturbaram juntas, as duas na mesma cama… ah, e que andaram peladas numa praia.
— Também me contou sobre isso — disse Pilar.
―Bem, parece que contei a mesma coisa pra vocês duas. Mas sei que não contei tudo o que rolou naquelas férias na praia. Camila e eu pegamos o costume de andar peladas naquela praia, não deu muita vergonha porque todo mundo tava sem roupa. Era uma praia bem peculiar, não era raro a gente encontrar uma mulher chupando a pica do marido ou algo assim.
—Na frente de todo mundo? —Perguntou Pilar, impressionada.
—Sim, claro. Claro, alguns curiosos olhavam com muita atenção, outros preferiam se fazer de bestas e olhavam pro outro lado. Também tinha aqueles que pareciam estar acostumados com esse tipo de prática e não se impressionavam muito.
—Imagino que nem tudo o que faziam era boquete —comentei.
—Não, tinha mais.
—Qual foi a parada mais louca que vocês viram? —Perguntou Pilar.
―Hum… bom, um dia a gente viu uma mina, tipo uns dezoito anos, muito gostosa, meio loira e bem bronzeada. Ela tava de quatro, em cima de uma toalha, e atrás tinha um cara, bem mais velho que ela, metendo a pica no cu dela.
—Ufa, que pesado! —exclamou a Pilar.
―Foi sim. A Camila e eu ficamos tão impressionadas com aquilo que sentamos bem perto, só pra ver como enfiavam no cu daquela *sweet girl*. E não fomos as únicas, várias pessoas chegaram pra olhar. Teve um cara que ficou de pau duro e se aproximou dela. E sabe o que a *young lady* fez? Começou a chupar o pau dele, sem nem reclamar.
—Ah, sua putinha! —Disse Pilar.
—Me deu a impressão de que não era a primeira vez que fazia algo assim, ela parecia muito tranquila, muito confiante. Até engoliu a porra dos dois caras quando eles gozaram. Foi foda. E me deixou com tesão, mas a Camila ficou ainda mais. Ela meteu a mão na buceta ali mesmo, na praia, na frente de todo mundo curioso. Se você visse como os peitos da magrinha balançavam enquanto ela se dedava…
—Até eu teria ficado excitada —disse Pilar—, e olha que nem mulher me dá tesão.
—Então por que você teria ficado excitada? — perguntei.
—Porque a situação me parece muito excitante. E você, Maca? Não bateu uma lá?
—Não, na praia não. Naquela época eu ainda tinha bastante inibição. A Camila parecia levar tudo com muito mais calma e naturalidade. Mas, quando voltamos pro nosso quarto, aquele que dividíamos perto da praia, a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama e comecei a me dedar — pra ilustrar a situação, a Macarena se acariciou a buceta e enfiou dois dedos —. Nessa hora, a Camila chegou perto de mim e falou: “Isso você devia ter feito na praia, teria aproveitado muito mais”. Falei que não tinha coragem, e ela completou: “Posso te ajudar a perder um pouco da vergonha”. Ela chegou mais perto de mim, tanto que os peitos dela ficaram por cima dos meus, e começou a acariciar minha buceta. Aí eu entendi que ela tava querendo que rolasse algo mais entre a gente.
—E o que você sentiu? — Perguntou Pilar.
—Curiosidade. Comecei a me perguntar como seria transar com uma mulher. Além disso… a Camila é uma garota muito gostosa, e naquele dia, com ela tão perto, enquanto eu me dedava, a vi mais linda do que nunca. Por um momento, pensei que ela fosse me beijar, mas não foi assim. Ela me masturbou um pouquinho e depois saiu da cama. Virou as costas pra mim e caminhou até a sacada. Abriu a porta de correr e saiu. Foi uma imagem alucinante. O corpo dela contrastava com a luz da lua.
—Ah, que romântico —disse Pilar.
—Não tô falando num sentido romântico —esclareceu Macarena—. Mas sim… erótico. Porque as gotinhas de suor do corpo dela brilhavam com a luz, e realçavam a figura. Fiquei besta olhando pros gomos da buceta dela. Eram perfeitos. Percebi que, se eu quisesse que rolasse algo mais naquela mesma noite, tinha carta branca. Quando a Camila enfiou os dedos em mim, basicamente me convidou pra transar com ela. Se ela deixou, foi porque queria que eu desse o último passo.
—E você fez? —Dessa vez fui eu quem perguntou.
—Sim. Caminhei até a sacada, abracei ela por trás por um segundo…
—Ai, to morrendo de love… —disse a Pilar.
—Que não, gatinha — insistiu Macarena —. De amor, nada. O que a gente tinha era tesão.
―Bom, eu… é que eu gosto mais dessas histórias quando tem um toque romântico.
—Acho que não teria. A gente só agiu na vontade de experimentar. Eu me ajoelhei atrás da Camila e comecei a chupar a buceta dela. —Ao dizer isso, Macarena enfiou a mão na minha calça e puxou meu pau. Começou a me masturbar devagar com uma mão, enquanto com a outra se tocava—. Foi uma coisa linda… me deixou com muito tesão. Porque aquela buceta era linda e porque a Camila… bom, sempre pensei que, se um dia fosse transar com uma mulher, tinha que ser com a Camila.
—Pra mim é meio difícil lembrar dela —disse Pilar—. Vi ela umas duas ou três vezes. Cê tem alguma foto dela?
—Sim, tenho várias. —Macarena parou de se tocar pra pegar o celular, que tava no criado-mudo. Passou o dedo na tela várias vezes e depois entregou o aparelho pra Pilar—. Aí tem uma pasta com fotos dela. Vai passando, que tem várias.
A Pilar teve a grande consideração de compartilhar aquelas fotos comigo. Ela colocou o celular onde nós dois pudéssemos ver e começou a passar as fotos. As primeiras eram fotos da Camila sorrindo, ela era uma mina muito gostosa mesmo… e os peitos dela pareciam que iam rasgar o pano da blusa. Em todas ela usava decotes e, sinceramente, dava vontade de mergulhar de cabeça ali dentro. De repente, apareceu uma imagem de um par enorme de peitos pelados.
—Apa! —exclamou Pilar—. Essas fotos a gente também pode ver?
—Sim, claro. A Camila é bem liberal, acho que não vai se importar de vocês verem as fotos dela pelada… ela até tem algumas publicadas na internet.
—E como é que eu fico sabendo disso só agora? —protestei—. Que irmã de merda.
Macarena soltou uma gargalhada.
—Sou a melhor irmã que você tem…
—Ei! —Dessa vez a Pilar protestou—. Capaz que a melhor irmã do Nahuel sou eu. Depois da última… conversa que a gente teve, ele tem motivos de sobra pra me querer bem.
—Isso é muito verdade —falei—. Mas eu não tenho irmã favorita.
Mentira", disse Macarena. "Todo mundo sabe que sua favorita é a Gisela.
—É verdade, cara. Com a gente tu não pode mentir.
—No fim —disse a Maca—. Lá tem várias fotos da Camila, e algumas são as que tão na internet, então fica tranquilo, maninho, tu não vai perder nada. Aliás, tu vai ver muito mais do que ela mostra na internet.
Fiquei pensando se a Camila venderia fotos, igual a Estefânia. Sendo tão gostosa, bem que podia fazer isso.
As imagens seguintes ficaram ainda mais pornográficas. Vimos a Camila pelada, corpo inteiro, e depois vários closes da buceta dela. A Macarena tinha razão: era perfeita. Senti um pouco de inveja dela, porque conseguiu chupar aquela buceta. Eu queria fazer muito mais do que só uma chupadinha.
—Uf… ela é muito gostosa. Até eu tô ficando com a buceta quente —disse Pilar.
—E se você já tá ficando com tesão, por que ainda tá de fio dental? —Perguntou a Maca.
—Porque… não sei… é que….
—É que nada. A gente já tá pelado. Tamo na confiança. Qual é o medo que tu tem?
―Você sabe que eu não me sinto confortável com meu corpo.
—E aí, sabia que o pau do Nahuel fica duro se ele te ver de buceta?
―Bom, isso é verdade… pude confirmar.
—E depois da chupada de buceta na Camila, e tudo que fiz com ela, já posso admitir que as gostosas me excitam. E tô falando sério, mana. Em você eu comia fácil. Você é muito gostosa. Me dá pena que você tenha tanta insegurança, sendo tão linda. Eu adoraria te ver pelada todo dia.
—Ah… obrigado, Maca. Você também é muito gostosa. Eu não sinto o mesmo que você por mulheres… mas com uma mina tão gostosa como você, dava pra abrir uma exceção.
O pau vibrou quando ouviu aquilo… ou talvez tenha sido pelos dedos macios da Macarena, que não paravam de subir e descer por todo o meu tronco.
Valeu" — Macarena sorriu —. "Mesmo sabendo que cê não tá falando sério, ainda é gostoso de ouvir.
Entre as imagens do celular apareceram umas bem interessantes, dava pra ver a Camila chupando uma buceta, não demorei muito pra perceber que era a da Maca.
—Aí está a prova do que eu contei pra vocês —disse ela—. Essa foto eu tirei naquela mesma noite. Depois da chupada de buceta que eu dei nela, a gente caiu na cama e foi a vez dela. Eu quis registrar aquele momento porque a Camila me disse que era a primeira vez que ela ia chupar uma buceta. Também gravei um vídeo curto.
Pilar entrou na galeria de vídeos e deu play no primeiro. Era exatamente o que mostrava a Camila lambendo a buceta da Macarena.
Upa, pra ser a primeira vez, a patricinha meteu muita vontade" — disse Pilar.
—Sim, ela queria que eu perdesse a vergonha, por isso se esforçou pra caralho. No dia seguinte, quando descemos pra praia, mostrei que já tinha perdido boa parte das minhas inibições. Beijei ela enquanto tomávamos sol na areia e enfiei os dedos na buceta dela. Claro, ela fez o mesmo comigo. O povo olhou pra gente e isso… uf, me deixou a mil ―Macarena começou a me bater uma mais rápido―. Mas o melhor veio à noite. Porque a gente conheceu uns caras, daqueles que ficam pela praia exibindo músculos e tatuagens…
—E aí, o que aconteceu? — perguntei.
—Se a Pilar passar pro próximo vídeo, vão ver o que aconteceu.
O vídeo seguinte nos chocou ainda mais que o anterior. Vimos Macarena e Camila de joelhos, com duas pirocas grossas e bem venosas entrando e saindo das bocas delas. Elas, como se fossem atrizes pornô, se revezavam chupando uma e depois a outra. Essas imagens foram tão excitantes que até a Pilar começou a se esfregar na buceta. Assistimos o vídeo completo, era repetitivo, mas extremamente tarado. Mal terminou esse vídeo, começou outro, que foi ainda mais pornô. Ouvimos gemidos vindo do celular, que na maioria eram da Macarena, a Camila só gemia um pouco. Minha irmã, por outro lado, parecia solta. Um dos caras tava metendo a pica na buceta dela. Senti ciúmes? Sim, muitos; mas ao mesmo tempo adorei ver minha irmã transando. O outro cara metia a pica na Camila, e depois de alguns minutos de vídeo vimos esses caras trocarem de buceta.
—Ai, gatinha —disse a Pilar—. Te comeram de dois.
—Sim, e foi fantástico. Você não sabe como é gostoso saber que enfiaram duas picas em você numa noite só.
―Pra mim dava um pouco de vergonha.
—Pilar, te garanto que se um dia você for comida por dois, vai se divertir pra caralho.
O último vídeo mostrava a Macarena e a Camila fazendo um sessenta e nove. Quando a câmera se aproximou da buceta da Camila, pude ver que estava saindo gozo dela. A Macarena tomou todo o leite que saiu da buceta da amiga, e depois vimos a Camila fazer o mesmo com a buceta da Macarena.
—Tão doidas! —exclamou a Pilar—. Sinceramente, te admiro pra caramba, mana. Não sei como você teve coragem de fazer uma parada dessas.
—Não foi fácil. Embora a Camila tenha me ajudado pra caralho, e o contexto da praia de nudismo tenha facilitado um pouco as coisas. Ficar mostrando a buceta na frente de tanta gente acaba sendo como estar exposta numa vitrine… e com a quantidade de olhares que a Camila atraía, era só questão de tempo até alguém chegar com uma proposta dessas.
—Se a mamãe vir esse vídeo, ela te mata — falei.
—Sim, totalmente. Mas me mataria mais se ela descobrisse o que aconteceu depois.
—O quê? Tem mais? — perguntei, incrédulo.
—Tem mais sim. Mas não vou contar agora.
—O quê? Por que não? — Protestou Pilar.
—Porque já contei como fui perdendo minhas inibições, e isso aconteceu porque outra pessoa queria experimentar comigo. Quando você sabe que a outra pessoa tá afim de testar coisas novas com você, você se solta muito mais. Não é a mesma coisa que entrar sozinha numa balada e esperar acabar na cama com dois ou três caras. Se eu tive coragem de deixar esses caras que a gente conheceu na praia me comerem, foi porque a Camila tava comigo. Ela também deu a buceta pra eles.
—Aonde você quer chegar com tudo isso? — perguntou Pilar, que, assim como eu, já tava sentindo um cheiro estranho.
—Vocês podem fazer algo parecido, se fizerem um trato. —Olhamos fixamente pra ela sem saber o que dizer—. Pelo que a Pilar me contou, sei que vocês já… quebraram o gelo, e adoro que seja assim. Sim, eu sei, vocês vão vir com todo esse papinho de “somos irmãos”. Mas a situação é uma merda. Enquanto tiver quarentena decretada, não vamos poder sair dessa casa… e quem sabe quanto tempo isso vai durar? Tem gente na TV dizendo que essa situação pode durar muitos anos… e que vamos ter que aprender a conviver com a Covid. E conviver com um vírus é uma coisa… fazer isso com a mãe é outra. Vocês já sabem o pânico que ela tem de doenças. Então, vocês, meu querido par de virjões, se quiserem botar um pouco de emoção picante na vida de vocês, vão ter que apelar um pro outro. Se quiserem, eu posso ajudar.
—Tá falando que a gente tem que transar junto? —Perguntou Pilar—. Você disse que não ia pedir isso da gente.
—E não tô fazendo isso. Não posso obrigar vocês a nada. A decisão é de vocês. Também não tô falando pra transar todo dia nem nada disso, mas… uma vez? Pelo menos pra vocês saberem como é a sensação.
— Não sei, Maca… — falei. — A Pilar é minha irmã… e acho que da última vez já passamos muito dos limites.
—Sim, totalmente —disse Pilar—. Por sorte a mamãe tava lá, senão não sei como aquela situação ia acabar.
—E aí, o que a mamãe achou de tudo que rolou entre vocês?
―Hmm… bom, ela não viu tudo ―disse Pilar―. Mas a atitude dela me surpreendeu pra caralho, ela levou numa boa e até pediu desculpas por ter “ferrado” com nossa vida sexual.
— É verdade — eu disse. — A Alicia se comportou de um jeito muito estranho… e acho que você teve muito a ver com isso.
—Um pouquinho… sim… —disse Macarena—. Tava conversando com a mamãe e fiz ela perceber que é uma velha amargurada e castradora. Expliquei de um jeito grosso, e ela ficou muito mal; mas não me arrependo disso, com a mamãe tem que falar assim, senão ela não entende.
—Anoto isso, pra quando eu quiser fazer ela entender alguma coisa — disse Pilar.
—Não sei o que foi que você disse pra ela — continuei —. Mas funcionou, mamãe deixou a gente fazer umas coisinhas que, de outro jeito, nunca teria deixado. Acho que não precisa ir mais longe. Quando perguntei pra Pilar o que ela tinha achado de tudo, ela me disse que considerava aquilo como uma primeira experiência sexual.
—Ah, é? —Macarena sorriu, mostrando que o interesse dela tinha crescido—. E você diria que já matou a vontade? —Perguntou pra Pilar.
―Hmm… bom, sim, um pouco… mas…
—Mas?
—Foi tudo meio… bagunçado. E a gente teve que fazer escondido. Mamãe aceitou várias coisas, mas ela não sabe tudo o que rolou. Talvez se ela tivesse visto o que aconteceu debaixo dos lençóis, não estaria tão tranquila.
—Lembro que você me disse que tava morrendo de vontade de chupar uma pica — falou a Maca —. Conseguiu fazer isso?
―Um pouquinho… quase nada.
—E o que te impede de experimentar agora?
Pilar me olhou com os olhos bem arregalados, e depois olhou de novo pra Macarena.
—Você não acha que já seria demais?
—O que eu acho é que vocês decidem se querem tirar as dúvidas que têm agora… ou esperar um monte de meses até a quarentena acabar.
—Mas… e se alguém entrar e nos ver? —Perguntou Pilar—. No teu quarto não tem tranca… nem chave.
—Então não tem problema. —Macarena se levantou, pegou a cadeira que tava do lado da mesa dela e usou pra trancar a porta—. Pronto, agora ninguém pode interromper vocês. Se alguém quiser entrar, vai ter que arrombar a porta.
Mais uma vez, Pilar e eu trocamos olhares nervosos. Minha pica tava dura pra caralho e pulsando. Pilar esticou a mão pro meu pau, quando tocou, tirou na hora; mas depois tentou de novo. Na segunda vez, ela se animou a segurar minha pica, embora não com tanta firmeza quanto a Macarena tinha feito.
—Prometi pra vocês que ia ajudar —disse a Maca—. Sei que vocês são uns cagões, e se não perderem um pouco desse medo, vão morrer virgens. Seria uma pena não poderem curtir uma parada tão gostosa como o sexo.
Macarena se aproximou do meu pau engatinhando pelo colchão, que nem uma gata gostosa. Tinha um sorriso cheio de safadeza e ficava se lambendo de tesão.
— O que você vai fazer? — perguntou Pilar.
―Quebrar o gelo.
Macarena agarrou minha pica, afastando a mão da irmã dela, e sem me dar muito tempo pra nada, se jogou nela. Quando senti a boca molhada dela, fiquei muito tenso. Minha pica se mexeu, como se uma mola tivesse sido ativada dentro dela. Pilar e eu olhamos incrédulos enquanto Macarena ia engolindo cada vez mais a pica. Fez isso sem me olhar, como se não ligasse que eu estivesse ali. Em segundos, ela pegou o ritmo clássico de descer e subir a cabeça, chupando boa parte da minha pica. Sim, definitivamente minha irmã estava me fazendo um boquete. Ficou assim por longos segundos até soltar a pica pra dizer:
—Vem, gostosa… experimenta você também. Vai ver que não é tão difícil. Só tem que meter na boca… e aproveitar.
Pilar se moveu devagar, indo e voltando, como se fosse um bichinho frágil e desconfiado. Quando chegou perto da minha cabeça, colocou a língua pra fora… não chegou a tocar, e recuou.
—Se não quiser fazer, não faz — falei pra ela.
―Bom, obrigada. Fico feliz em saber que não preciso fazer isso por obrigação.
—Repito, mana —disse a Maca—. Aqui ninguém te obriga. Se não quiser fazer algo, é só falar e pronto. Aqui tu tem sua chance de provar um pau, não vai ter outra tão cedo. Fica a seu critério se quer aproveitar ou não.
Tenho que admitir que a Macarena é bem convincente. Se minha mãe precisa que falem as coisas de um jeito grosso pra ela entender; a Pilar precisa desses empurrõezinhos pra perder as inibições dela.
Eu realmente achei que ela ia se animar pra fazer, chegou bem perto, os lábios dela roçaram na minha cabeça, mas no final ela disse:
—Não consigo… ainda não.
—Você não está excitada o suficiente? —Perguntou Macarena.
—Tô excitada… mas não tanto a ponto de chupar a pica do meu irmão.
—Quer tentar o mesmo método da última vez?
—Mmm… pode ser —notei que um sorrisinho safado aparecia no rosto da Pilar.
—Bom, vamos testar com isso. Fica à vontade.
Pilar se deitou de barriga pra cima do meu lado, Macarena se ajeitou entre as pernas dela e eu finalmente tirei a dúvida do que tinha rolado no quarto da Pilar antes de eu entrar. Macarena começou com a ponta da língua, ficou brincando com o clitóris da Pilar. Claro, eu aproveitei pra me masturbar.
As lambidas ficaram mais longas e começaram a abranger mais área da buceta da Pilar. Ela, pra dar mais conforto pra irmã, abriu as pernas. Manteve os olhos fechados, como se não quisesse ver quem tava comendo a buceta dela. Também esticou a mão esquerda e me interrompeu a punheta. Mas foi só pra continuar ela mesma.
Macarena mostrou que não sentia tanta vergonha de chupar a buceta da irmã dela. Vi que já estava colocando o mesmo empenho que quando comeu a buceta da Camila.
A respiração da Pilar ficou ofegante e ela começou a me bater uma cada vez mais rápido. Ficamos assim uns minutos, até que ela disse:
—Acho que agora tô pronta mesmo…
—Vamos arrancar as duas juntas. O que acha?
—Sim, gosto dessa ideia.
Não tive nem dois segundos pra me preparar pro que ia rolar. A Macarena se jogou de uma vez no meu pau e começou a chupar, a Pilar entrou na dança logo em seguida. O que mais me surpreendeu foi que a Pilar engoliu ele de uma vez, como se já tivesse passado um tempão chupando, e começou a mexer a cabeça rapidão.
—Isso, gostosa… chupa assim, com vontade. —A Macarena incentivou ela—. Aproveita esse momento, porque a gente não sabe quando você vai ter um igual.
Essas palavras serviram como um baita incentivo, Pilar acelerou o boquete e eu comecei a sentir uma vontade danada de gozar. Mas já tinha praticado um pouco com minha tia. Fechei os olhos e tentei pensar em outra coisa. Foi difícil, porque senti as duas línguas percorrendo cada centímetro da minha pica.
— Nahuel, se for gozar, me avisa —disse Pilar—. Porque eu queria ficar mais à vontade.
— Não sei o que você tá pensando — falei —, mas já devia ir se preparando.
—Já? Tão rápido assim? — perguntou Macarena.
―Não reclama, Maca. O coitado tá levando uma chupada de buceta das duas. Não tá acostumado com esse tipo de coisa. Vem, vamos pro chão. Quero ficar de joelhos quando gozarem na minha cara.
—Você vai engolir? — perguntou a Maca.
— Não sei. Talvez… depende do momento… e da tesão que eu tiver.
—Disso eu cuido — garantiu Maca.
Fiquei de pé ao lado da cama e Pilar se ajoelhou na minha frente. Logo em seguida, agarrou minha pica de novo e começou a chupar com devoção. Macarena se colocou atrás dela, abraçou-a e começou a amassar uma teta com uma mão, e a tocar a buceta dela com a outra, enquanto dava beijos no pescoço dela. De vez em quando, a boca de Macarena encontrava minha pica e dava um chupão forte. Mas quase todo o trabalho estava sendo feito pela Pilar. É verdade que ela não chupa tão bem quanto minha tia Cristela. Mesmo assim, estou curtindo pra caralho. Se somar que a Macarena também está presente, então tenho que admitir que esse é um dos melhores boquetes da minha vida… não que eu tenha recebido muitos; mas esse é especial.
Quando ouvi os gemidos abafados da Pilar, não consegui mais me segurar. Meu pau começou a jorrar porra. A Pilar abriu a boca, e a Macarena fez o mesmo. Fiquei maravilhado como, entre as duas, elas dividiam meu sêmen e davam chupões fortes na minha glande, enquanto os jatos de porra continuavam saindo. Eram potentes e acertavam com força nos rostos delas e nas línguas, mas parecia que isso não importava pra elas. Durante todo o tempo que durou a gozada, a Macarena masturbou a Pilar com vontade, fazendo ela gemer cada vez mais. Fiquei com medo de que esses gemidos fossem ouvidos lá fora do quarto e alguma curiosa viesse perguntar o que estava rolando.
—E aí, gatinha? Agora sim você se deu o gosto? — Perguntou Maca.
―Sim, agora sim… foi incrível. Muito melhor do que eu imaginava. Vocês não têm ideia do tesão que isso me dá, porque… nas histórias que eu leio, mesmo tendo várias cenas de sexo, quase nunca falam sobre gozar na boca. É raro verem isso, e quando fazem, descrevem de um jeito muito sutil, cheio de metáforas. Eu precisava sentir isso de verdade, a experiência real… queria sentir a porra batendo na minha língua, e o meu rosto todo melado de sêmen.
—E assim você tá, Pilar — disse Maca, que também tava igual—. Tá mó gostosa. Nahuel, tira uma foto nossa, pra Pilar poder usar naqueles momentos em que quiser bater uma boa punheta.
Obedeci, tirei várias fotos delas e elas tiveram a gentileza de dar mais uns chupões na minha pica. Tirei fotos das duas com minha pica na boca e com toda a decoração de porra que deixei na cara delas.
—Assim que eu gosto —disse Macarena—. Que finalmente vocês estão perdendo a vergonha. Vão querer mais?
—Mais? Cê acha? — Perguntou Pilar.
—Gata, isso é só o começo. Vamos fazer um negócio: se vocês toparem experimentar umas coisinhas a mais, eu conto tudo o que rolou com a Camila na praia.
—Ai, caralho —disse Pilar—. Tô morrendo de vontade de saber o que mais aconteceu…
—E eu tô morrendo de vontade de ver você provar essa pica... de outro jeito. Tô me explicando?
—Acho que sim… E você, Nahuel, o que acha?
Sabia que essa situação era mais nova pra Pilar do que pra mim, eu já tinha tido a chance de aproveitar umas penetradas… e uma foda na minha prima.
—Por mim tá de boa —respondi—. Quem decide é você.
—E aí, gostosa? O que você vai fazer? — quis saber Macarena.
―Mmm… e então… por que não? Afinal, já sei como é sentir essa pica na buceta, só que da primeira vez foi meio… desleixada. Queria experimentar de verdade, pelo menos uma vez. Não acredito que você me convenceu a fazer essa loucura, Macarena.
— Eu te falei que ela é muito convincente.
—Vamos começar com isso, antes que passe o tesão — disse Pilar —. Senão, não vou conseguir.
Diário de Quarentena:
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Hora de alimentar o ganso.>
![Ilhado Entre Bucetas[25]Buceta Gostosa e Melada[/25] Ilhado Entre Bucetas[25]Buceta Gostosa e Melada[/25]](https://img-16.poringa.net/poringa/img/1/D/3/7/7/7/Nokomi/97A.jpg)
Capítulo 25.
A Perda das Inibições.
O confinamento está nos afetando de várias formas diferentes. Sim, claro, estou vivendo situações com muita tensão sexual, algo que nunca tinha acontecido na minha casa; mas também tem mais discussões. Hoje teve uma briga feia entre Ayelén e Macarena, e a Gisela teve que intervir pra acalmar os ânimos. Pelo visto, a Macarena pensa igual à Estefanía: as duas querem que a Ayelén e a tia Cristela saiam de casa. Claro que elas se fazem de sonso sobre isso, e nem ameaçaram sair. Mas não é só isso. A Ayelén disse, mais de uma vez, que queria sair pra se divertir, que queria ir pra uma balada com umas amigas. Isso me pareceu estranho, porque nos noticiários disseram que todas as baladas estão fechadas por causa da pandemia. Mas parece que algumas abrem na clandestinidade. Claro que minha mãe não quer nem saber disso, ela proibiu terminantemente qualquer um de nós de sair de casa. A discussão começou quando minha mãe disse pra Ayelén: "Se você sair pra dançar, nem pense em voltar. Vai ter que arrumar outro lugar pra morar." Ayelén respondeu com um sonoro: "Eu faço o que eu quiser", e aí a Macarena saltou, toda furiosa, dizendo que se ela quer morar nessa casa, vai ter que respeitar nossas regras de convivência. A briga ficou tão acalorada que por um momento eu achei que elas iam se pegar na porrada. Por sorte, a Gisela, com seu tom maternal e compreensivo, conseguiu acalmá-las. Ayelén aceitou que não ia sair pra dançar, bem contrariada; mas ia pedir algo em troca pra minha mãe. Não disse o quê, mas eu consigo imaginar. Provavelmente hoje à noite minha mãe vai passar um tempão chupando a pussy da Ayelén. Essa situação me dá uma raiva danada… e não sei como resolver.
Felizmente, nem tudo foram discussões. O que realmente melhorou na minha casa foi a comida. Antes, abrir a despensa significava se deparar com um vazio que apertava o peito; agora, ela está cheia de novo. Sei que é graças à grana que a Tefi deu, embora a gente prefira manter isso em segredo. Quando a Pilar perguntou pra minha mãe de onde ela tinha tirado dinheiro pra comprar toda aquela comida, a Alicia simplesmente respondeu: “Uma amiga me pagou o dinheiro que tinha emprestado há uns meses”. Dessa vez, a desculpa funcionou bem. Vamos ter que inventar algo novo mais pra frente, porque a mudança nas compras foi muito drástica. Antes, minha mãe comprava só as marcas mais baratas, mas agora tem umas que não são tão em conta e até coisas que ela mesma considerava “desnecessárias”, como azeite de oliva ou uns saquinhos de chá estranhos, tipo um chamado Earl Gray, ou algo assim. Tentei tomar e não gostei, mas minhas irmãs amam, especialmente a Gisela. A única que concorda comigo que esse chá tem um gosto muito esquisito é a Ayelén. Detesto concordar com a opinião da minha prima.
Pra clarear um pouco a cabeça, me tranquei no quarto da Macarena pra ver Netflix, aproveitando que ela, depois da briga, ficou no quintal tomando chimarrão com minha mãe, a Pilar e a Gisela.
Tava vendo uma série animada bem divertida, mas foi difícil me concentrar. De vez em quando minha mente viajava pros problemas de convivência, e daí balançava pro extremo oposto: as pequenas aventuras sexuais que tive nos últimos dias. E isso já era um problema por si só, porque lembrar dessas coisas fazia meu pau ficar duro; mas quando pensava nos conflitos, a tesão sumia na hora, então nem dava pra bater uma em paz… mesmo tendo tentado. Aproveitando que tava sozinho, e que minha irmã não liga se eu faço, tirei meu pau pra fora e comecei a sacudir um pouco. Foi inútil.
Passei uns bons minutos segurando o pescoço do ganso sem conseguir acordá-lo direito. De repente a porta se abriu, e nem me assustei tanto, já tô me acostumando com esse tipo de situação. Além disso, esperava que a Macarena voltasse a qualquer momento. Ela me olhou com um sorrisinho safado da porta, como se dissesse: "Te peguei no flagra". Macarena estava nua da cintura pra cima, notei ela mais bronzeada que o normal, até nos peitos. Parece que passou um tempão tomando sol no quintal.
O que eu não esperava era que a Pilar fosse junto. Ela também me olhou e começou a rir, mas na risada dela eu percebi mais alegria do que safadeza.
— Interrompemos alguma coisa, irmão? — Perguntou Pilar com as bochechas coradas.
—Não, nada.
Não precisa mentir não", insistiu ela. "Não me incomoda que você bata uma punheta, e tenho certeza que a Maca também não liga.
Elas entraram e fecharam a porta atrás de si.
—Tô falando sério —falei, mantendo a calma—. Não interromperam nada, porque nem consigo me concentrar nisso.
—Uai, olha, Maca… aqui tá o teu próximo paciente. Sendo psicóloga, e com essa família, tu não vai ter nem um minuto de tédio.
—Isso caiu como uma luva pra mim — disse Maca, enquanto se acomodava à minha esquerda na cama—. Faz tempo que quero ter vocês dois juntinhos, no mesmo quarto, sem ninguém pra nos atrapalhar.
—O que você tem em mente? —Perguntou Pilar, que se acomodou à minha direita.
Eu não tinha prestado atenção, porque me acostumei a ver as mulheres da minha família de pouca roupa, mas naquele momento me toquei que a Pilar estava só de sutiã de renda, que deixava os bicos bem à mostra, e uma calcinha fio dental combinando. Dava até pra ver a rachinha da buceta dela por baixo do tecido. Me surpreendi muito que ela, sendo tão tímida, teve coragem de usar esse conjunto.
—Teus olhos vão pular pra fora, Nahuel —disse Maca, soltando uma risadinha—. Tá surpreso com o conjuntinho que a Pilar tá usando?
A aludida baixou a cabeça, como se quisesse evitar contato visual comigo.
—Me surpreende muito.
—É parte do… hmm… tratamento dela.
—Tá fazendo psicanálise na sua irmã? —Perguntei pra ele.
—Não é psicanálise. É mais como… conselhos de irmã mais velha. Falei pra ela que, se usasse esse tipo de roupa em casa, na frente dos outros, ela ia começar a se sentir mais à vontade com o próprio corpo.
— E tá funcionando? — perguntei.
―Um pouquinho ―disse Pilar―. Embora ainda seja difícil pra mim, especialmente na sua frente.
—Na minha frente? Mas… se eu até te vi pelada.
—E daí? Isso não quer dizer que seja fácil pra mim. A Macarena não liga se olharem pra buceta dela ou pra raba, ela é gostosa e muito linda, não tem… as mesmas inseguranças que eu.
—Me dá muita pena que você tenha essas inseguranças —falei—. Porque de verdade você é muito gostosa. Tomara que com os conselhos da Maca você consiga se sentir melhor. Ela me ajudou a perder muitos medos, ainda tenho um monte, mas já não sou tão medroso como antes.
—E falando de medos e inseguranças —interveio Macarena—. Queria ter vocês dois juntos pra gente falar desses assuntos. No fim das contas, vocês têm algo em comum: são uns virjões.
—Ei! —Pilar reclamou—. Não fala como se isso fosse algo ruim.
—Não é algo ruim — apressou-se a dizer Macarena —. Só tô falando que, em parte, essa é a raiz dos seus medos e inseguranças. Mas isso a gente consegue resolver.
—Não me diga que seu plano é fazer a gente transar entre nós — disse Pilar, arregalando os olhos.
—Não, gata. É teu irmão. Como é que vou te mandar dar pra ele?
―Ah… me assustei. É que você é tão…
—vadia? —eu disse.
—Tava pensando na palavra "liberal"; mas sim, acho que puta combina mais com a Macarena.
A Pilar e eu rimos pra caralho, a Macarena não achou tanta graça. Ela nos queimou com o olhar.
—Eu me defenderia dizendo: “Não sou tão piranha quanto vocês pensam”, mas isso seria mentir pra eles.
Ficamos mudos, olhando pra ela de olhos bem arregalados.
—Então você é mais puta do que a gente imaginava? — perguntei, depois de alguns segundos.
Talvez... não sei o que vocês imaginam. Mas sei que não sabem tudo sobre a minha vida.
—Agora me deu curiosidade —disse Pilar. Tive a impressão de que ela se esforçava pra evitar olhar pra minha pica—. Sei que você teve um caso com seu professor… bom, isso o país inteiro sabe. Você quase virou notícia nacional, gostosa.
―É, nem me faz lembrar.
—E além disso, o que mais você fez? —Pilar parecia genuinamente interessada—. Comeu outro professor? Ou quem sabe uma professora?
—O que te faz pensar que eu poderia ter transado com mulheres?
―Uf… um monte de coisa. Fala aí, conta pra gente. O que mais você fez? Ou vai me dizer que tem vergonha de falar de sexo?
—Não, não tenho vergonha. Só um pouco de medo, porque não sei como vão levar essa parada. É meio… peculiar.
—Não vamos te julgar, Maca —garanti pra ela—. Nem um pouquinho. Não importa o quão piranha você seja, a gente vai continuar te amando do mesmo jeito.
—Sim, o Nahuel tem razão — disse Pilar com um sorrisão. — Vai, conta pra gente.
—Tá bom… vou contar. E se alguém sentir vontade de… se tocar um pouquinho, pode ficar à vontade. Pra mim não tem problema. Aliás, pode ser que eu também faça.
—Não sei se vou chegar a tanto —disse Pilar.
—Sério? —Perguntei—. Cê tem vergonha de bater uma na nossa frente depois de… hã… os papos que a gente teve?
—Agora, sim… mas a Macarena tem razão numa coisa: estar com tesão ajuda muito a perder as inibições.
—Totalmente —disse Maca—. E essa é justamente a chave do que vou contar pra vocês. Tudo tem a ver com a perda das inibições.
—A gente te escuta —falei. Tava com vontade de pegar na minha pica naquele exato momento, mas por respeito à Pilar, decidi esperar ela se sentir mais à vontade.
―Beleza. Pra vocês eu contei uma parte ― começou a dizer Maca, enquanto tirava a tanga, parecendo que queria ficar à vontade logo―. Falei das siriricas que dei no meu professor, Marcelo. Mas não quero falar dele, tô puta com aquele cuzão. Se ele não quer saber de mim, eu também não quero saber dele. O que vou contar tem a ver com minha amiga, Camila Contreras. Qual foi a última coisa que te contei sobre ela, Nahuel?
―Hmm… posso falar?
—Sim, claro, não me importo. É provável que a Pilar já saiba. Aliás, mana… se você não tirar um pouco da roupa, não conto nada.
Sabia que você ia me pedir uma parada dessas. Você sempre coloca condições pra contar sobre sua vida.
Pilar soltou o sutiã e os peitões dela pularam, aí ela deitou de novo.
―Bom… ―olhei pras tetas da Pilar e depois olhei pra buceta da Macarena―. A última coisa que você me contou da Camila foi que vocês se masturbaram juntas, as duas na mesma cama… ah, e que andaram peladas numa praia.
— Também me contou sobre isso — disse Pilar.
―Bem, parece que contei a mesma coisa pra vocês duas. Mas sei que não contei tudo o que rolou naquelas férias na praia. Camila e eu pegamos o costume de andar peladas naquela praia, não deu muita vergonha porque todo mundo tava sem roupa. Era uma praia bem peculiar, não era raro a gente encontrar uma mulher chupando a pica do marido ou algo assim.
—Na frente de todo mundo? —Perguntou Pilar, impressionada.
—Sim, claro. Claro, alguns curiosos olhavam com muita atenção, outros preferiam se fazer de bestas e olhavam pro outro lado. Também tinha aqueles que pareciam estar acostumados com esse tipo de prática e não se impressionavam muito.
—Imagino que nem tudo o que faziam era boquete —comentei.
—Não, tinha mais.
—Qual foi a parada mais louca que vocês viram? —Perguntou Pilar.
―Hum… bom, um dia a gente viu uma mina, tipo uns dezoito anos, muito gostosa, meio loira e bem bronzeada. Ela tava de quatro, em cima de uma toalha, e atrás tinha um cara, bem mais velho que ela, metendo a pica no cu dela.
—Ufa, que pesado! —exclamou a Pilar.
―Foi sim. A Camila e eu ficamos tão impressionadas com aquilo que sentamos bem perto, só pra ver como enfiavam no cu daquela *sweet girl*. E não fomos as únicas, várias pessoas chegaram pra olhar. Teve um cara que ficou de pau duro e se aproximou dela. E sabe o que a *young lady* fez? Começou a chupar o pau dele, sem nem reclamar.
—Ah, sua putinha! —Disse Pilar.
—Me deu a impressão de que não era a primeira vez que fazia algo assim, ela parecia muito tranquila, muito confiante. Até engoliu a porra dos dois caras quando eles gozaram. Foi foda. E me deixou com tesão, mas a Camila ficou ainda mais. Ela meteu a mão na buceta ali mesmo, na praia, na frente de todo mundo curioso. Se você visse como os peitos da magrinha balançavam enquanto ela se dedava…
—Até eu teria ficado excitada —disse Pilar—, e olha que nem mulher me dá tesão.
—Então por que você teria ficado excitada? — perguntei.
—Porque a situação me parece muito excitante. E você, Maca? Não bateu uma lá?
—Não, na praia não. Naquela época eu ainda tinha bastante inibição. A Camila parecia levar tudo com muito mais calma e naturalidade. Mas, quando voltamos pro nosso quarto, aquele que dividíamos perto da praia, a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama e comecei a me dedar — pra ilustrar a situação, a Macarena se acariciou a buceta e enfiou dois dedos —. Nessa hora, a Camila chegou perto de mim e falou: “Isso você devia ter feito na praia, teria aproveitado muito mais”. Falei que não tinha coragem, e ela completou: “Posso te ajudar a perder um pouco da vergonha”. Ela chegou mais perto de mim, tanto que os peitos dela ficaram por cima dos meus, e começou a acariciar minha buceta. Aí eu entendi que ela tava querendo que rolasse algo mais entre a gente.
—E o que você sentiu? — Perguntou Pilar.
—Curiosidade. Comecei a me perguntar como seria transar com uma mulher. Além disso… a Camila é uma garota muito gostosa, e naquele dia, com ela tão perto, enquanto eu me dedava, a vi mais linda do que nunca. Por um momento, pensei que ela fosse me beijar, mas não foi assim. Ela me masturbou um pouquinho e depois saiu da cama. Virou as costas pra mim e caminhou até a sacada. Abriu a porta de correr e saiu. Foi uma imagem alucinante. O corpo dela contrastava com a luz da lua.
—Ah, que romântico —disse Pilar.
—Não tô falando num sentido romântico —esclareceu Macarena—. Mas sim… erótico. Porque as gotinhas de suor do corpo dela brilhavam com a luz, e realçavam a figura. Fiquei besta olhando pros gomos da buceta dela. Eram perfeitos. Percebi que, se eu quisesse que rolasse algo mais naquela mesma noite, tinha carta branca. Quando a Camila enfiou os dedos em mim, basicamente me convidou pra transar com ela. Se ela deixou, foi porque queria que eu desse o último passo.
—E você fez? —Dessa vez fui eu quem perguntou.
—Sim. Caminhei até a sacada, abracei ela por trás por um segundo…
—Ai, to morrendo de love… —disse a Pilar.
—Que não, gatinha — insistiu Macarena —. De amor, nada. O que a gente tinha era tesão.
―Bom, eu… é que eu gosto mais dessas histórias quando tem um toque romântico.
—Acho que não teria. A gente só agiu na vontade de experimentar. Eu me ajoelhei atrás da Camila e comecei a chupar a buceta dela. —Ao dizer isso, Macarena enfiou a mão na minha calça e puxou meu pau. Começou a me masturbar devagar com uma mão, enquanto com a outra se tocava—. Foi uma coisa linda… me deixou com muito tesão. Porque aquela buceta era linda e porque a Camila… bom, sempre pensei que, se um dia fosse transar com uma mulher, tinha que ser com a Camila.
—Pra mim é meio difícil lembrar dela —disse Pilar—. Vi ela umas duas ou três vezes. Cê tem alguma foto dela?
—Sim, tenho várias. —Macarena parou de se tocar pra pegar o celular, que tava no criado-mudo. Passou o dedo na tela várias vezes e depois entregou o aparelho pra Pilar—. Aí tem uma pasta com fotos dela. Vai passando, que tem várias.
A Pilar teve a grande consideração de compartilhar aquelas fotos comigo. Ela colocou o celular onde nós dois pudéssemos ver e começou a passar as fotos. As primeiras eram fotos da Camila sorrindo, ela era uma mina muito gostosa mesmo… e os peitos dela pareciam que iam rasgar o pano da blusa. Em todas ela usava decotes e, sinceramente, dava vontade de mergulhar de cabeça ali dentro. De repente, apareceu uma imagem de um par enorme de peitos pelados.
—Apa! —exclamou Pilar—. Essas fotos a gente também pode ver?
—Sim, claro. A Camila é bem liberal, acho que não vai se importar de vocês verem as fotos dela pelada… ela até tem algumas publicadas na internet.
—E como é que eu fico sabendo disso só agora? —protestei—. Que irmã de merda.
Macarena soltou uma gargalhada.
—Sou a melhor irmã que você tem…
—Ei! —Dessa vez a Pilar protestou—. Capaz que a melhor irmã do Nahuel sou eu. Depois da última… conversa que a gente teve, ele tem motivos de sobra pra me querer bem.
—Isso é muito verdade —falei—. Mas eu não tenho irmã favorita.
Mentira", disse Macarena. "Todo mundo sabe que sua favorita é a Gisela.
—É verdade, cara. Com a gente tu não pode mentir.
—No fim —disse a Maca—. Lá tem várias fotos da Camila, e algumas são as que tão na internet, então fica tranquilo, maninho, tu não vai perder nada. Aliás, tu vai ver muito mais do que ela mostra na internet.
Fiquei pensando se a Camila venderia fotos, igual a Estefânia. Sendo tão gostosa, bem que podia fazer isso.
As imagens seguintes ficaram ainda mais pornográficas. Vimos a Camila pelada, corpo inteiro, e depois vários closes da buceta dela. A Macarena tinha razão: era perfeita. Senti um pouco de inveja dela, porque conseguiu chupar aquela buceta. Eu queria fazer muito mais do que só uma chupadinha.
—Uf… ela é muito gostosa. Até eu tô ficando com a buceta quente —disse Pilar.
—E se você já tá ficando com tesão, por que ainda tá de fio dental? —Perguntou a Maca.
—Porque… não sei… é que….
—É que nada. A gente já tá pelado. Tamo na confiança. Qual é o medo que tu tem?
―Você sabe que eu não me sinto confortável com meu corpo.
—E aí, sabia que o pau do Nahuel fica duro se ele te ver de buceta?
―Bom, isso é verdade… pude confirmar.
—E depois da chupada de buceta na Camila, e tudo que fiz com ela, já posso admitir que as gostosas me excitam. E tô falando sério, mana. Em você eu comia fácil. Você é muito gostosa. Me dá pena que você tenha tanta insegurança, sendo tão linda. Eu adoraria te ver pelada todo dia.
—Ah… obrigado, Maca. Você também é muito gostosa. Eu não sinto o mesmo que você por mulheres… mas com uma mina tão gostosa como você, dava pra abrir uma exceção.
O pau vibrou quando ouviu aquilo… ou talvez tenha sido pelos dedos macios da Macarena, que não paravam de subir e descer por todo o meu tronco.
Valeu" — Macarena sorriu —. "Mesmo sabendo que cê não tá falando sério, ainda é gostoso de ouvir.
Entre as imagens do celular apareceram umas bem interessantes, dava pra ver a Camila chupando uma buceta, não demorei muito pra perceber que era a da Maca.
—Aí está a prova do que eu contei pra vocês —disse ela—. Essa foto eu tirei naquela mesma noite. Depois da chupada de buceta que eu dei nela, a gente caiu na cama e foi a vez dela. Eu quis registrar aquele momento porque a Camila me disse que era a primeira vez que ela ia chupar uma buceta. Também gravei um vídeo curto.
Pilar entrou na galeria de vídeos e deu play no primeiro. Era exatamente o que mostrava a Camila lambendo a buceta da Macarena.
Upa, pra ser a primeira vez, a patricinha meteu muita vontade" — disse Pilar.
—Sim, ela queria que eu perdesse a vergonha, por isso se esforçou pra caralho. No dia seguinte, quando descemos pra praia, mostrei que já tinha perdido boa parte das minhas inibições. Beijei ela enquanto tomávamos sol na areia e enfiei os dedos na buceta dela. Claro, ela fez o mesmo comigo. O povo olhou pra gente e isso… uf, me deixou a mil ―Macarena começou a me bater uma mais rápido―. Mas o melhor veio à noite. Porque a gente conheceu uns caras, daqueles que ficam pela praia exibindo músculos e tatuagens…
—E aí, o que aconteceu? — perguntei.
—Se a Pilar passar pro próximo vídeo, vão ver o que aconteceu.
O vídeo seguinte nos chocou ainda mais que o anterior. Vimos Macarena e Camila de joelhos, com duas pirocas grossas e bem venosas entrando e saindo das bocas delas. Elas, como se fossem atrizes pornô, se revezavam chupando uma e depois a outra. Essas imagens foram tão excitantes que até a Pilar começou a se esfregar na buceta. Assistimos o vídeo completo, era repetitivo, mas extremamente tarado. Mal terminou esse vídeo, começou outro, que foi ainda mais pornô. Ouvimos gemidos vindo do celular, que na maioria eram da Macarena, a Camila só gemia um pouco. Minha irmã, por outro lado, parecia solta. Um dos caras tava metendo a pica na buceta dela. Senti ciúmes? Sim, muitos; mas ao mesmo tempo adorei ver minha irmã transando. O outro cara metia a pica na Camila, e depois de alguns minutos de vídeo vimos esses caras trocarem de buceta.
—Ai, gatinha —disse a Pilar—. Te comeram de dois.
—Sim, e foi fantástico. Você não sabe como é gostoso saber que enfiaram duas picas em você numa noite só.
―Pra mim dava um pouco de vergonha.
—Pilar, te garanto que se um dia você for comida por dois, vai se divertir pra caralho.
O último vídeo mostrava a Macarena e a Camila fazendo um sessenta e nove. Quando a câmera se aproximou da buceta da Camila, pude ver que estava saindo gozo dela. A Macarena tomou todo o leite que saiu da buceta da amiga, e depois vimos a Camila fazer o mesmo com a buceta da Macarena.
—Tão doidas! —exclamou a Pilar—. Sinceramente, te admiro pra caramba, mana. Não sei como você teve coragem de fazer uma parada dessas.
—Não foi fácil. Embora a Camila tenha me ajudado pra caralho, e o contexto da praia de nudismo tenha facilitado um pouco as coisas. Ficar mostrando a buceta na frente de tanta gente acaba sendo como estar exposta numa vitrine… e com a quantidade de olhares que a Camila atraía, era só questão de tempo até alguém chegar com uma proposta dessas.
—Se a mamãe vir esse vídeo, ela te mata — falei.
—Sim, totalmente. Mas me mataria mais se ela descobrisse o que aconteceu depois.
—O quê? Tem mais? — perguntei, incrédulo.
—Tem mais sim. Mas não vou contar agora.
—O quê? Por que não? — Protestou Pilar.
—Porque já contei como fui perdendo minhas inibições, e isso aconteceu porque outra pessoa queria experimentar comigo. Quando você sabe que a outra pessoa tá afim de testar coisas novas com você, você se solta muito mais. Não é a mesma coisa que entrar sozinha numa balada e esperar acabar na cama com dois ou três caras. Se eu tive coragem de deixar esses caras que a gente conheceu na praia me comerem, foi porque a Camila tava comigo. Ela também deu a buceta pra eles.
—Aonde você quer chegar com tudo isso? — perguntou Pilar, que, assim como eu, já tava sentindo um cheiro estranho.
—Vocês podem fazer algo parecido, se fizerem um trato. —Olhamos fixamente pra ela sem saber o que dizer—. Pelo que a Pilar me contou, sei que vocês já… quebraram o gelo, e adoro que seja assim. Sim, eu sei, vocês vão vir com todo esse papinho de “somos irmãos”. Mas a situação é uma merda. Enquanto tiver quarentena decretada, não vamos poder sair dessa casa… e quem sabe quanto tempo isso vai durar? Tem gente na TV dizendo que essa situação pode durar muitos anos… e que vamos ter que aprender a conviver com a Covid. E conviver com um vírus é uma coisa… fazer isso com a mãe é outra. Vocês já sabem o pânico que ela tem de doenças. Então, vocês, meu querido par de virjões, se quiserem botar um pouco de emoção picante na vida de vocês, vão ter que apelar um pro outro. Se quiserem, eu posso ajudar.
—Tá falando que a gente tem que transar junto? —Perguntou Pilar—. Você disse que não ia pedir isso da gente.
—E não tô fazendo isso. Não posso obrigar vocês a nada. A decisão é de vocês. Também não tô falando pra transar todo dia nem nada disso, mas… uma vez? Pelo menos pra vocês saberem como é a sensação.
— Não sei, Maca… — falei. — A Pilar é minha irmã… e acho que da última vez já passamos muito dos limites.
—Sim, totalmente —disse Pilar—. Por sorte a mamãe tava lá, senão não sei como aquela situação ia acabar.
—E aí, o que a mamãe achou de tudo que rolou entre vocês?
―Hmm… bom, ela não viu tudo ―disse Pilar―. Mas a atitude dela me surpreendeu pra caralho, ela levou numa boa e até pediu desculpas por ter “ferrado” com nossa vida sexual.
— É verdade — eu disse. — A Alicia se comportou de um jeito muito estranho… e acho que você teve muito a ver com isso.
—Um pouquinho… sim… —disse Macarena—. Tava conversando com a mamãe e fiz ela perceber que é uma velha amargurada e castradora. Expliquei de um jeito grosso, e ela ficou muito mal; mas não me arrependo disso, com a mamãe tem que falar assim, senão ela não entende.
—Anoto isso, pra quando eu quiser fazer ela entender alguma coisa — disse Pilar.
—Não sei o que foi que você disse pra ela — continuei —. Mas funcionou, mamãe deixou a gente fazer umas coisinhas que, de outro jeito, nunca teria deixado. Acho que não precisa ir mais longe. Quando perguntei pra Pilar o que ela tinha achado de tudo, ela me disse que considerava aquilo como uma primeira experiência sexual.
—Ah, é? —Macarena sorriu, mostrando que o interesse dela tinha crescido—. E você diria que já matou a vontade? —Perguntou pra Pilar.
―Hmm… bom, sim, um pouco… mas…
—Mas?
—Foi tudo meio… bagunçado. E a gente teve que fazer escondido. Mamãe aceitou várias coisas, mas ela não sabe tudo o que rolou. Talvez se ela tivesse visto o que aconteceu debaixo dos lençóis, não estaria tão tranquila.
—Lembro que você me disse que tava morrendo de vontade de chupar uma pica — falou a Maca —. Conseguiu fazer isso?
―Um pouquinho… quase nada.
—E o que te impede de experimentar agora?
Pilar me olhou com os olhos bem arregalados, e depois olhou de novo pra Macarena.
—Você não acha que já seria demais?
—O que eu acho é que vocês decidem se querem tirar as dúvidas que têm agora… ou esperar um monte de meses até a quarentena acabar.
—Mas… e se alguém entrar e nos ver? —Perguntou Pilar—. No teu quarto não tem tranca… nem chave.
—Então não tem problema. —Macarena se levantou, pegou a cadeira que tava do lado da mesa dela e usou pra trancar a porta—. Pronto, agora ninguém pode interromper vocês. Se alguém quiser entrar, vai ter que arrombar a porta.
Mais uma vez, Pilar e eu trocamos olhares nervosos. Minha pica tava dura pra caralho e pulsando. Pilar esticou a mão pro meu pau, quando tocou, tirou na hora; mas depois tentou de novo. Na segunda vez, ela se animou a segurar minha pica, embora não com tanta firmeza quanto a Macarena tinha feito.
—Prometi pra vocês que ia ajudar —disse a Maca—. Sei que vocês são uns cagões, e se não perderem um pouco desse medo, vão morrer virgens. Seria uma pena não poderem curtir uma parada tão gostosa como o sexo.
Macarena se aproximou do meu pau engatinhando pelo colchão, que nem uma gata gostosa. Tinha um sorriso cheio de safadeza e ficava se lambendo de tesão.
— O que você vai fazer? — perguntou Pilar.
―Quebrar o gelo.
Macarena agarrou minha pica, afastando a mão da irmã dela, e sem me dar muito tempo pra nada, se jogou nela. Quando senti a boca molhada dela, fiquei muito tenso. Minha pica se mexeu, como se uma mola tivesse sido ativada dentro dela. Pilar e eu olhamos incrédulos enquanto Macarena ia engolindo cada vez mais a pica. Fez isso sem me olhar, como se não ligasse que eu estivesse ali. Em segundos, ela pegou o ritmo clássico de descer e subir a cabeça, chupando boa parte da minha pica. Sim, definitivamente minha irmã estava me fazendo um boquete. Ficou assim por longos segundos até soltar a pica pra dizer:
—Vem, gostosa… experimenta você também. Vai ver que não é tão difícil. Só tem que meter na boca… e aproveitar.
Pilar se moveu devagar, indo e voltando, como se fosse um bichinho frágil e desconfiado. Quando chegou perto da minha cabeça, colocou a língua pra fora… não chegou a tocar, e recuou.
—Se não quiser fazer, não faz — falei pra ela.
―Bom, obrigada. Fico feliz em saber que não preciso fazer isso por obrigação.
—Repito, mana —disse a Maca—. Aqui ninguém te obriga. Se não quiser fazer algo, é só falar e pronto. Aqui tu tem sua chance de provar um pau, não vai ter outra tão cedo. Fica a seu critério se quer aproveitar ou não.
Tenho que admitir que a Macarena é bem convincente. Se minha mãe precisa que falem as coisas de um jeito grosso pra ela entender; a Pilar precisa desses empurrõezinhos pra perder as inibições dela.
Eu realmente achei que ela ia se animar pra fazer, chegou bem perto, os lábios dela roçaram na minha cabeça, mas no final ela disse:
—Não consigo… ainda não.
—Você não está excitada o suficiente? —Perguntou Macarena.
—Tô excitada… mas não tanto a ponto de chupar a pica do meu irmão.
—Quer tentar o mesmo método da última vez?
—Mmm… pode ser —notei que um sorrisinho safado aparecia no rosto da Pilar.
—Bom, vamos testar com isso. Fica à vontade.
Pilar se deitou de barriga pra cima do meu lado, Macarena se ajeitou entre as pernas dela e eu finalmente tirei a dúvida do que tinha rolado no quarto da Pilar antes de eu entrar. Macarena começou com a ponta da língua, ficou brincando com o clitóris da Pilar. Claro, eu aproveitei pra me masturbar.
As lambidas ficaram mais longas e começaram a abranger mais área da buceta da Pilar. Ela, pra dar mais conforto pra irmã, abriu as pernas. Manteve os olhos fechados, como se não quisesse ver quem tava comendo a buceta dela. Também esticou a mão esquerda e me interrompeu a punheta. Mas foi só pra continuar ela mesma.
Macarena mostrou que não sentia tanta vergonha de chupar a buceta da irmã dela. Vi que já estava colocando o mesmo empenho que quando comeu a buceta da Camila.
A respiração da Pilar ficou ofegante e ela começou a me bater uma cada vez mais rápido. Ficamos assim uns minutos, até que ela disse:
—Acho que agora tô pronta mesmo…
—Vamos arrancar as duas juntas. O que acha?
—Sim, gosto dessa ideia.
Não tive nem dois segundos pra me preparar pro que ia rolar. A Macarena se jogou de uma vez no meu pau e começou a chupar, a Pilar entrou na dança logo em seguida. O que mais me surpreendeu foi que a Pilar engoliu ele de uma vez, como se já tivesse passado um tempão chupando, e começou a mexer a cabeça rapidão.
—Isso, gostosa… chupa assim, com vontade. —A Macarena incentivou ela—. Aproveita esse momento, porque a gente não sabe quando você vai ter um igual.
Essas palavras serviram como um baita incentivo, Pilar acelerou o boquete e eu comecei a sentir uma vontade danada de gozar. Mas já tinha praticado um pouco com minha tia. Fechei os olhos e tentei pensar em outra coisa. Foi difícil, porque senti as duas línguas percorrendo cada centímetro da minha pica.
— Nahuel, se for gozar, me avisa —disse Pilar—. Porque eu queria ficar mais à vontade.
— Não sei o que você tá pensando — falei —, mas já devia ir se preparando.
—Já? Tão rápido assim? — perguntou Macarena.
―Não reclama, Maca. O coitado tá levando uma chupada de buceta das duas. Não tá acostumado com esse tipo de coisa. Vem, vamos pro chão. Quero ficar de joelhos quando gozarem na minha cara.
—Você vai engolir? — perguntou a Maca.
— Não sei. Talvez… depende do momento… e da tesão que eu tiver.
—Disso eu cuido — garantiu Maca.
Fiquei de pé ao lado da cama e Pilar se ajoelhou na minha frente. Logo em seguida, agarrou minha pica de novo e começou a chupar com devoção. Macarena se colocou atrás dela, abraçou-a e começou a amassar uma teta com uma mão, e a tocar a buceta dela com a outra, enquanto dava beijos no pescoço dela. De vez em quando, a boca de Macarena encontrava minha pica e dava um chupão forte. Mas quase todo o trabalho estava sendo feito pela Pilar. É verdade que ela não chupa tão bem quanto minha tia Cristela. Mesmo assim, estou curtindo pra caralho. Se somar que a Macarena também está presente, então tenho que admitir que esse é um dos melhores boquetes da minha vida… não que eu tenha recebido muitos; mas esse é especial.
Quando ouvi os gemidos abafados da Pilar, não consegui mais me segurar. Meu pau começou a jorrar porra. A Pilar abriu a boca, e a Macarena fez o mesmo. Fiquei maravilhado como, entre as duas, elas dividiam meu sêmen e davam chupões fortes na minha glande, enquanto os jatos de porra continuavam saindo. Eram potentes e acertavam com força nos rostos delas e nas línguas, mas parecia que isso não importava pra elas. Durante todo o tempo que durou a gozada, a Macarena masturbou a Pilar com vontade, fazendo ela gemer cada vez mais. Fiquei com medo de que esses gemidos fossem ouvidos lá fora do quarto e alguma curiosa viesse perguntar o que estava rolando.
—E aí, gatinha? Agora sim você se deu o gosto? — Perguntou Maca.
―Sim, agora sim… foi incrível. Muito melhor do que eu imaginava. Vocês não têm ideia do tesão que isso me dá, porque… nas histórias que eu leio, mesmo tendo várias cenas de sexo, quase nunca falam sobre gozar na boca. É raro verem isso, e quando fazem, descrevem de um jeito muito sutil, cheio de metáforas. Eu precisava sentir isso de verdade, a experiência real… queria sentir a porra batendo na minha língua, e o meu rosto todo melado de sêmen.
—E assim você tá, Pilar — disse Maca, que também tava igual—. Tá mó gostosa. Nahuel, tira uma foto nossa, pra Pilar poder usar naqueles momentos em que quiser bater uma boa punheta.
Obedeci, tirei várias fotos delas e elas tiveram a gentileza de dar mais uns chupões na minha pica. Tirei fotos das duas com minha pica na boca e com toda a decoração de porra que deixei na cara delas.
—Assim que eu gosto —disse Macarena—. Que finalmente vocês estão perdendo a vergonha. Vão querer mais?
—Mais? Cê acha? — Perguntou Pilar.
—Gata, isso é só o começo. Vamos fazer um negócio: se vocês toparem experimentar umas coisinhas a mais, eu conto tudo o que rolou com a Camila na praia.
—Ai, caralho —disse Pilar—. Tô morrendo de vontade de saber o que mais aconteceu…
—E eu tô morrendo de vontade de ver você provar essa pica... de outro jeito. Tô me explicando?
—Acho que sim… E você, Nahuel, o que acha?
Sabia que essa situação era mais nova pra Pilar do que pra mim, eu já tinha tido a chance de aproveitar umas penetradas… e uma foda na minha prima.
—Por mim tá de boa —respondi—. Quem decide é você.
—E aí, gostosa? O que você vai fazer? — quis saber Macarena.
―Mmm… e então… por que não? Afinal, já sei como é sentir essa pica na buceta, só que da primeira vez foi meio… desleixada. Queria experimentar de verdade, pelo menos uma vez. Não acredito que você me convenceu a fazer essa loucura, Macarena.
— Eu te falei que ela é muito convincente.
—Vamos começar com isso, antes que passe o tesão — disse Pilar —. Senão, não vou conseguir.
Diário de Quarentena:
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Hora de alimentar o ganso.>
4 comentários - Ilhado Entre Bucetas[25]Buceta Gostosa e Melada[/25]
Felicitaciones por el relato, me encanta tu manera de escribir, Nokomi 😃