Debaixo do cobertor com a mamãe

Parte 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/4580017/Bajo-la-manta-con-mama-1.html Parte 2: https://m.poringa.net/posts/relatos/4581372/Bajo-la-manta-con-mama-2.html Parte 3: https://m.poringa.net/posts/relatos/4583034/Bajo-la-manta-con-mama-3.html ******************** "Não sou igual à sua ex", disse a mãe, "aquela garota Kathy". —Cassie —falei—. "Tanto faz. Sou diferente", disse a mãe. A gente tava sentado no quintal dos fundos. A primavera tava dando lugar devagar pro verão. O calor já tava ficando sufocante. Tirei a camisa. A mãe tava de regata e shortinho. O pé dela descansou na minha virilha. Eu alternava entre me esfregar disfarçadamente nele e pintar os dedos do pé dela de um vermelho brilhante igual caminhão de bombeiro. Foi o dia depois da nossa escapada de esfrega seca. A mãe não falou da noite anterior. Ficou estranhamente quieta a maior parte do dia. Mas também tinha me dado um tapão na bunda quando a gente tava se alongando pra correr e umas vezes, peguei ela fazendo algo bem parecido com se arrumar quando olhei pra ela. "Sei que você não é igual a Cassie, mãe", falei manso. Achei que ela queria dizer que não era uma garota de faculdade; alguma mina com quem eu pudesse brincar com as emoções. Uma garota pra fazer marquinha no poste da minha cama. Ela era uma mulher, minha mãe, e eu tinha que tratar ela diferente do que trataria uma mina que eu tava comendo. Que, claro, nunca tinha visto a mãe desse jeito, de qualquer forma. Sabia que ela era diferente, por isso provavelmente não conseguia controlar minha atração por ela. Mas não era isso que ela queria dizer, de jeito nenhum. "O que quero dizer é que não tenho nada daquilo que ela tinha, como você chamou? Penduricalhos", disse a mãe, "mais ou menos o contrário, na real". Ela tava tentando fazer isso soar como uma conversa casual, mas tinha um peso nas palavras dela. Além disso, ela não tinha tirado os olhos do meu peito desde que tirei a camisa. Tá ligado no que eu tô falando?" perguntou a mãe. Dava pra ver a confusão nos meus olhos. Ela enterrou o rosto nas mãos. Olhou pro chão. "Porra", disse a mãe, falando a palavra como se fosse um feitiço. Como se uma sílaba sozinha pudesse rachar o mundo no meio. "Eu gosto. Pra caralho. Mais do que deveria. Óbvio." Ela fez um gesto pra mim. Olhou pra cima, respirou fundo, como quem se purifica. Mas ainda assim, ela olhava além de mim. "Tem algo mágico nisso", disse a mãe, as palavras saindo dela que nem uma confissão louca. O jeito que você tem que ralar pra conseguir. Implorando, suplicando. E aí jorra. Explode. Ela deu um pequeno arrepio. "Eu amo. Nossa, até o cheiro, o gosto na ponta da minha língua. Aquele formigamento no fundo da garganta..." A mãe respirou fundo. Os olhos dela vagaram, como se acordasse de um transe. "Ah", eu falei. Não sabia bem como responder. Nunca tinha pensado por esse lado. Mas pelo jeito que a mãe falava, eu tava completamente excitado. "Seu, hum, seu pai não sabe", disse a mãe, mordendo o polegar. "Nunca contei pra ele. Como eu me sinto. Agradeceria se você não falasse nada." Será que isso era uma preocupação real? Não conseguia imaginar nenhuma conversa com meu pai que chegasse perto desse assunto. "E aí, pai, sabia que a mãe tem esse fetiche enorme por porra, né? Bom, eu tava pensando..." "Então, de qualquer forma, cê consegue ver por que o que a gente tem feito", disse a mãe, "Me desculpa. O que a gente pode ou não pode estar fazendo. Cê consegue ver por que isso é tão perigoso. Pra mim. Pra gente." A voz dela ficou muito baixa. "Eu tenho medo de perder o controle." "A gente não tá fazendo nada de errado", eu falei. A mãe olhou na minha direção. Ok, ela me pegou. "Não vou deixar ir longe demais. Quer dizer, eu tenho camisinhas." Até pra mim soou fraco. A mãe levantou da cadeira. Pegou as coisas dela. "A gente devia parar?" Perguntei, protegendo os olhos. pra olhar ela. "Parar o quê?" Mamãe respondeu, e depois entrou em casa. ******************* Eu tinha certeza que era isso, mas mamãe me disse durante o jantar que estava morrendo de vontade de ver TV naquela noite. "Mas acho que podemos voltar pro quarto", ela disse, "já que o sofá tá cheio das suas coisas". Minha mente voltou pra minha mãe em pé, coberta com minhas coisas, e eu travei. Era assim que minha mente funcionava agora. Tudo era sujo. Eu concordei com a mamãe, claro. Ela podia ter sugerido que a gente dormisse em cima de lâminas de barbear afiadas que eu teria dito 'sim' na hora. Então, depois que terminamos de comer e lavar a louça, nossa rotina de sempre, deixei a mamãe pegar minha mão e me guiar de volta pela porta do quarto dela. Pra aquele lugar que ainda, pra mim, parecia proibido. De maridos e esposas, não de mães e filhos. Talvez por isso ela queria a gente lá. Mudava a dinâmica. Trouxe meu iPad e coloquei na cama. Mamãe se enfiou debaixo dos lençóis de lado. Fiz o mesmo no meu lado. Aí o programa começou. Tinha uma série sobre assaltos no iPad. A gente tinha assistido quase todos os episódios, o que é engraçado porque na verdade não tínhamos assistido nenhum. Assim que começou, mamãe levantou os quadris e eu soube que ela estava tirando a calça jeans. Teve um barulho baixo quando ela deixou cair do lado da cama dela. Decidi fazer o mesmo. Alcancei meu short e, no último segundo, decidi tirar a cueca também. Um momento depois, minha decisão foi recompensada quando mamãe se aproximou e agarrou meu pau pelado. "Alguém tá se sentindo agressivo hoje", sussurrou mamãe. Me estiquei pra encontrar a buceta da mamãe igualmente descoberta. "Se vai ser tão arriscado assim", disse mamãe, "provavelmente eu deveria estar usando algum tipo de proteção". Pra nada dar errado". Ela me olhou, com um significado. Por um momento, eu congelei. Percebi. Tirei minha mão da buceta dela. Tinha planejado tudo na noite anterior, mas por algum motivo não tinha me Aconteceu que as coisas iam continuar hoje. Bem pelo contrário, na verdade. Então agora me vi sem estoque. "Volto já", falei, e saí debaixo do edredom. Nem me passou pela cabeça que eu estava pelado. Que a mamãe estava vendo meu corpo nu da cintura pra baixo. Meu pau pra fora. Mamãe ofegou. Os olhos dela se fixaram direto no meu membro. Mamãe já tinha me tocado ali inúmeras vezes agora. Mas ela só tinha visto meu pau na noite em que me chupou. E mesmo assim, estava debaixo dos lençóis e no escuro. Pelo jeito que ela olhava agora, as pupilas enormes, os lábios pequenos, percebi que não era só um olhar casual. "Desculpa", falei pra ela. Me abaixei pra pegar minha cueca e rapidamente a vesti. Isso estava ficando mais desastroso a cada minuto. Saí rápido do quarto da mamãe e corri pro meu. Tinha os cinco preservativos me esperando na gaveta do meu criado-mudo. Peguei um aleatório, abri a embalagem e deslizei sobre meu pau ainda duro. Praticamente pulei de volta na cama com a mamãe, rasgando os lençóis sobre mim e tirando a cueca. Mamãe riu do meu entusiasmo. "Tô realmente metido nesse esquema", falei pra ela. Esperava que mamãe risse de mim, mas em vez disso ela tocou meu braço de um jeito significativo. "Eu também", disse ela. Mamãe se aninhou do meu lado, descansando a cabeça no meu ombro. Mão no meu peito. A perna dela deslizou até descansar na minha coxa; dava pra sentir que ela estava pelada, por baixo. Mamãe se enrolou em mim como se fosse uma coala e eu um eucalipto. Ela esfregou o nariz no meu pescoço. "Isso tá de boa, né?" Mamãe perguntou, num tom baixo. "São só abraços", falei, "mães e filhos se abraçam". "Certo", disse mamãe. Ela deslizou a mão pelo meu peito e pra baixo dos lençóis. Ela apertou meu pau. Mães e filhos definitivamente não faziam isso. Ou, pelo menos, não era pra fazerem. Me estiquei, me preparando pro nosso festival de carícias de sempre. Mas assim que mamãe sentiu que eu estava usando a camisinha, soltou meu pau. Ela se aninhou mais perto. Dava pra sentir o calor da buceta dela na minha coxa. Os peitos dela cobertos pela camisa no meu braço. Por um momento, me perguntei se teria algum jeito de convencer ela a tirar a blusa também. Mamãe mexeu o corpo de novo, virando até ficar bem em cima de mim. A cabeça dela agora descansava no meu peito. Os braços dela me envolveram num abraço. Buceta, porra, a buceta dela estava exatamente no lugar certo. Bem em cima do meu pau. Mamãe colocou as mãos no meu peito. Os olhos dela encontraram os meus. Nossos sexos se esfregavam um no outro. "Eu gosto. De ficar aninhada. Assim", disse mamãe. Cada respiração curta. Cada palavra um pequeno gemido. Já dava pra sentir o corpo dela tremendo. Percebi que ela tinha colocado meu pau bem no clitóris dela. Ela mexeu os quadris pra frente e pra trás. Trabalhando em busca do prazer dela. O fato de que também era bom pra mim era incidental. Ver mamãe assim, o suor escorrendo pelo pescoço dela, os olhos fixos na concentração, o rosto dela tão perto que dava pra sentir a respiração na minha bochecha, foi incrível. A coisa mais gostosa que eu já tinha visto até agora. Cada sardazinha. A contração do lábio dela. A força motriz do corpo dela sobre o meu. Melhor ainda, no entanto, foi o contraste de como ela agia e como ela parecia. Cavalgando pra cima e pra baixo em mim, frenética, selvagem. Mas ela fez o melhor que pôde pra manter a expressão impassível. Os sons dela engolidos. Eu tive que fazer o mesmo. Deslizei minha mão pelas costas nuas dela e apertei a bunda dela. Tentei mexer meus quadris ao mesmo tempo que os dela. Mas não consegui dizer uma palavra. Mantive minha boca fechada. Meus olhos distantes. Tudo que eu queria era gritar. Dava pra sentir o calor da buceta da mamãe no meu pau coberto pela camisinha. Dava pra sentir ela escorrendo no látex. O aspecto físico de tudo que estávamos fazendo já era intenso demais. O fato de que estava excitando nós dois, era quase a parte menos importante. Mamãe começou a tremer. O corpo dela tremia. Movimentos erráticos. Ela ofegou, depois virou a cabeça pro outro lado, mordendo o lábio. Agarrei a bunda de mamãe com as duas mãos e comecei a deslizar pra cima e pra baixo. Quando o orgasmo de mamãe tomou conta dela, o meu saiu correndo do meu pau. Enchi a camisinha. Minha mãe sentiu a mesma energia proibida. Nós dois tão perto de estar conectados. "Eu, hum, preciso usar o banheiro," falei o mais casual que pude assim que nós dois descemos. Mamãe estava deitada em cima de mim, ofegante. Escorregadia de suor. Ela olhou na minha direção e assentiu. Me soltei de debaixo dela e fui pro banheiro principal. Mamãe podia ver minha bunda nua enquanto eu andava, mas já não me importava mais. Tirei a camisinha e joguei no vaso. Era isso. Isso era o mais longe que a gente podia chegar agora. Já era mais do que eu jamais tinha sonhado. Me virei e vi mamãe me olhando. Não. Ainda não tinha acabado. Saí do banheiro, meu pau murcho já começando a encher de sangue. Fui pro meu quarto, peguei outra camisinha na minha mesinha de cabeceira e voltei pra cama de mamãe. Mamãe ainda estava deitada na cama. Como se eu tivesse matado ela ali. Ela me deu um sorriso fraco quando me viu voltar pro quarto. Acho que ela não percebeu que eu estava armado pra um segundo ataque. Abri as cobertas. Por um momento, pude ver a buceta de mamãe. Os lábios dela estavam inchados e rosa escuro de tanta estimulação. Subi na cama e me cobri com os lençóis como um vampiro escondido atrás da capa. Virei mamãe de lado. Subi nela como se agora fosse uma árvore. "Querido?" perguntou mamãe. "Só um abraço", falei. Me abaixei e centrei meu pau na entrada de mamãe. Depois me enfiei. Nós dois gememos. Tava no lugar perfeito. Bem, quase. Mais uma vez, me esfreguei contra minha mãe. Dessa vez, eu era o agressor. Em algum momento, nós dois desistimos de esconder. Não falamos nada. Nada. Sólo nos olhamos nos olhos. Um reconhecimento tácito do que estávamos fazendo. Deslizei meu pau de um lado pro outro sobre a boceta quente da mamãe. A cabeça do meu pau apareceu no canal dela por um momento, depois escorregou pra fora. Mamãe grunhiu. Ela procurou meus olhos. Esperei ela dizer. Se ela me mandasse parar, eu pararia. Disse pra mim mesmo que pararia. Mas falar seria cruzar a linha. Eu também contava com isso. Ainda estávamos debaixo dos lençóis, fingindo que isso fazia diferença. Minha cabeça de pau roçou a entrada da mamãe de novo. Dessa vez, senti ela mexer os quadris levemente, como se tentasse me prender ali. Mas meu pau escorregou pra fora de novo, batendo no clitóris pequeno dela no lugar. Mamãe levantou os joelhos. Ela inclinou a bunda. Dessa vez, quando deslizei meu pau pra cima, cai bem dentro da boceta dela. ISSO! Pode ser que eu tenha gritado bem alto. Meu pau deslizou até a metade da boceta da mamãe. Recuei, depois terminei de preencher ela por completo. Agora estávamos completa, verdadeiramente, conectados. Meu pau no lugar de onde eu vim. Enterrado na boceta da minha própria mãe. Fiquei parado ali. Muito sobrecarregado pelo que tinha conseguido pra continuar. Eu tava dentro da mamãe. Porra, merda. Mesmo com a camisinha, foi a melhor sensação que já senti. Esperava que mamãe dissesse alguma coisa. Me xingasse por ter ido tão longe. Em vez disso, ela se deitou. O peito dela subindo e descendo rápido. As paredes da boceta apertando em volta do meu pau coberto de látex. Percebi que se esperasse muito mais, podia perder a chance. Comecei a bombar ela. Era isso. Eu tava transando com a minha mãe. Ela se aproximou e colocou a mão na minha bochecha. Era o gesto mais aberto dela até agora. A cama balançou. Nossos corpos soltaram sons rudes de esmagamento. Mergulhei na boceta da mamãe. Ela levantou os joelhos e inclinou a bunda. Segurei os quadris dela. Nos movíamos como se tivéssemos sido feitos pra isso. Mãe e filho. Dois amantes. A buceta da mamãe estava bem apertada. Melhor ainda, ela se mexeu e apertou de um jeito que eu nunca tinha experimentado antes. Eu estava com uma mulher de verdade. Mamãe era uma mestra. Mesmo enquanto eu a fodia, ela me guiou até o nosso final. "Mamãe", eu disse. Não consegui evitar. Eu estava chegando lá, e a palavra escapou. Minha mãe assentiu. O olhar no rosto dela era quase sério demais. Minha gozada engasgou. Eu me enterrei o mais fundo que pude. Então soltei uma enxurrada de porra. De novo, ela afundou no reservatório da camisinha. Gemi enquanto me esvaziava. Meus quadris ainda tentavam, em vão, empurrar mais fundo. Mamãe acariciou minha cabeça quando eu gozei. Ela fez um pequeno arrulho, mas percebi que ela não tinha tido um orgasmo. Fiquei decepcionado comigo mesmo por não ter feito ela gozar. Me preocupei de ter gozado cedo demais. Desperdiçando minha única chance. Finalmente, terminei de gozar e me separei da minha mãe. Caí de costas. Agora era eu quem ofegava por ar, deitado na cama. Meus olhos se fixaram no teto surpreendentemente interessante. "Bom, isso foi bom", disse mamãe, "com certeza assistiria esse episódio de novo". Olhei para ela e trocamos um sorriso tímido. ******************* Acordei na cama da mamãe e do papai de novo. Mamãe já estava de pé. Eu a ouvi cantarolando para si mesma lá embaixo. Levantei da cama, minhas pernas estavam tão fracas que parecia que já tinha feito meu exercício matinal. Me forcei a me preparar, de qualquer jeito. Não sei por que esperava que o dia fosse diferente. Acho que pensei que o sexo era simplesmente grande demais para ser ignorado. Mas mamãe e eu fomos correr, nos revezamos tomando banho em banheiros separados e depois passamos o resto do dia como se nada tivesse acontecido. Naquela noite, jantamos juntos, depois mamãe subiu antes de lavarmos a louça. Vou ser sincero, estava nervoso naquela noite. Não sabia o que ia acontecer. O que mamãe ia me deixar fazer. Eu tinha mais três camisinhas e Eu tinha absoluta certeza de que queria usar aquilo. Além disso, sabia que precisava fazer a mamãe gozar dessa vez. Eu estava decidido. Se ela me deixasse. Mamãe desceu as escadas com aquela camiseta verde comprida de dormir, e algo tomou conta de mim. Como se um interruptor tivesse sido acionado. Ela foi para a cozinha. Subi correndo pro meu quarto. Desci as escadas de novo no automático. Não sei o que tinha naquela camisa. Mas alguma coisa nela me mantinha escravizado. Entrei na cozinha. Mamãe estava inclinada sobre a pia. "Demorou muito", disse mamãe. Não respondi, fiquei atrás da minha mãe. Alcancei a barra daquela camisa verde-limão. Deslizei pra cima, sobre os quadris dela. E desnudei aquela bunda incrível. Mamãe não tinha nada por baixo. Vi a pele pálida da bunda redonda dela. Os lábios grossos da buceta dela. Puxei as coxas da mamãe. "Porra!" ela disse. Antes que pudesse falar mais alguma coisa, deslizei meu pau coberto de camisinha dentro da buceta da minha mãe. A segunda vez que estive dentro da mamãe foi muito diferente da primeira. Ela não estava lubrificada e eu mal conseguia enfiar a cabeça do meu pau. Recuei e empurrei de novo. Morrendo de vontade de estar de volta dentro da minha mãe. "Querido, acho que isso não é..." "Olha pra frente", eu disse. No meio do caminho agora. Dava pra sentir a buceta da mamãe se lubrificando, se esticando, pra convidar meu invasor estrangeiro. Totalmente enterrado na minha mãe de novo. Ah, Deus. Minhas bolas descansaram contra o clitóris da mamãe. Meu pau completamente enfiado, até o colo do útero dela. Mamãe ficou parada. Cabeça baixa. Aquela maldita camisa verde pendia sobre a bunda dela de novo. Nos dando a menor cobertura possível pros dois. Sabia que devia ir devagar. Saborear. Não consegui me controlar. Meti dentro com a minha mãe inclinada na minha frente. Sons molhados e cheiros inebriantes. Bati na minha mãe por trás. Comi ela o mais forte que pude. Batidas rítmicas batiam na água que ainda corria. "Só... lavando... a louça..." disse ela. mamãe, tentando preservar a fantasia de que nada estava acontecendo. Empurrei a camisola levemente pra cima. Dava pra ver a bunda apertada da mamãe piscando pra mim enquanto ela empurrava. Bati a palma da mão na bunda dela. "Ahh!" mamãe disse, e percebi que foi mais pelo susto do que por prazer. Ela começou a olhar pra trás, mas parou. Me contentei em agarrar as nádegas dela enquanto me aprofundava nela. A buceta dela já estava escorrendo agora. Senti o líquido cobrindo minhas bolas enquanto elas batiam de um lado pro outro. Mamãe fazia de tudo pra ficar quieta, mas dava pra ouvir os gemidinhos dela a cada estocada. Senti um formigamento na base do meu pau. Olhei pra baixo e vi que mamãe tinha uma das mãos entre as pernas. Se esfregando enquanto eu metia sem parar. Agora os dois estavam grunhindo. Um crescendo compartilhado, mãe e filho. O véu entre o que a gente fez e o que a gente admitia ter feito era tão fino que dava pra rasgar com um cotonete. Inacreditavelmente, mamãe gozou primeiro. Ela esticou a mão pra trás e me segurou imóvel. Me manteve enterrado o mais fundo que conseguia enquanto gozava. A buceta dela apertou. As pernas tremiam. A cabeça dela pendia inerte sobre a pia. O aperto na minha perna afrouxou, e pensei que tinha acabado. Recuei e empurrei de novo. Mamãe soltou um gemido agudo enquanto caía de um orgasmo pro outro. Não aguentei mais. Sabia que tava a talvez três estocadas de distância. Gemi quando o êxtase tomou conta de mim. Um jorro massivo. Depois outro. Enchendo a camisinha. Me esvaziando. Mamãe se virou debaixo de mim. Os dois entrelaçados sob o feitiço que a gente tinha criado juntos. Naquele momento, soube que mamãe era realmente minha. Recuei. Mamãe ficou inclinada sobre a pia. Depois, como se nada tivesse acontecido, voltou a lavar a louça, cantarolando desafinado. A camisola verde comprida batia na metade da coxa dela. Meu pau ainda pendia do shorts. A camisinha usada, coberta com os fluidos da mamãe e cheio do meu esperma, tava frio e viscoso no meu pau. Tirei ele com cuidado e joguei no lixo. Aí me escondi. Mamãe se virou quando me ouviu fechar o zíper. "Vai ajudar aqui ou o quê?" ela perguntou. Um sorriso safado brincou nos lábios dela. Deslizei pro lado dela e peguei a toalha. Ela me passou um prato e eu esfreguei pra secar. "Desculpa, me distraí por um minuto", falei, como se aquilo fizesse algum sentido. "Sabe, não lembro da última vez que curti tanto lavar a louça", disse mamãe, virando a cabeça pra me olhar. "Faz tempo?" perguntei, sem conseguir controlar o sorriso arrogante que tomou meu rosto. "Muito", disse mamãe. Ela me devolveu o sorriso. ****Debaixo do cobertor com a mamãePela primeira vez em mais de um mês, a gente pulou nossa noite habitual de TV. Os dois sabíamos o porquê. Não foi um fim. Foi um começo. E os dois queríamos estar prontos pra isso. Na manhã seguinte, acordei na minha própria cama e me senti estranho. Tava tão acostumado a apagar em outros lugares. Me vesti e encontrei a mamãe me esperando na cozinha. Já alongando. Ela tava usando um short bem curto e um sutiã esportivo preto. A barriguinha dela brilhou quando se inclinou pro lado. "Tá um calorão lá fora", disse a mamãe. Tirei a camisa. Mamãe nem se deu ao trabalho de esconder o olhar de boca aberta. Ela estendeu a mão pra tocar meu peito e eu deixei. Passou os dedos sobre meus peitorais nus e minha barriga. "Já te falei como você tá gostoso?" Mamãe perguntou: "Você é incrível." "Você também", eu disse, e me arrisquei a tocar a barriga nua da mamãe. Ela tremeu, mas não disse nada. "A gente tem que se mandar", disse a mamãe, "antes que as coisas fiquem quentes demais pra correr." A gente teve um bom começo. Meu corpo tava perfeitamente sincronizado, tipo uma máquina. Apesar da minha velocidade, a mamãe ficou bem atrás de mim. Percebi como ela tava gostosa. Ela me pegou olhando e sorriu. "Olhos na sua pista, senhor", ela gritou pra mim. "Você só fica aí atrás pra olhar minha bunda", eu falei. Tava brincando, mas aí a mamãe corou e eu percebi que tava certo. Mamãe acelerou e correu do meu lado. "A vista também é bem boa daqui", ela disse, olhando pro meu peito nu. Eu fiz o mesmo de propósito. Os peitos dela estavam apertados na alça, não dava pra ver nada, mas mesmo assim. "Cuidado pra não tropeçar dessa vez", eu falei pra mamãe, que tava estudando meu torso como se fosse uma prova na frente. Dessa vez, ela corou tanto que pensei que fosse desmaiar. A gente fez oito milhas completas. O máximo que qualquer um de nós já tinha feito. Me senti leve, como se pudesse ter ido mais oito se quisesse. Chegamos em casa risonha. Ela caiu no jardim da frente e rolou na grama. Rindo sob o céu azul sem nuvens. Me inclinei, virei e agarrei a mãe pelos ombros. Os olhos dela encontraram os meus. A gente tava no meio do bairro. O mundo inteiro podia nos ver. Me inclinei pra frente. Os olhos da mãe encontraram os meus. "Perdemos nossa noite de TV ontem", falei. "Tava cansada de lavar a louça", disse a mãe. Ela me deu um sorriso safado. "Bom, acho que você me deve um tempinho de tela", falei. "É mesmo?" Os braços da mãe estavam em volta da minha cintura. Minhas mãos estavam nos ombros dela. Fechei meus olhos. Ela se inclinou pra frente. Senti o hálito da mãe nos meus lábios. O celular dela tocou. Tocou de novo. Ela enfiou a mão no bolso e tirou. "É seu pai", disse, mostrando a tela. Como se eu precisasse de prova. Deixei a mãe se levantar e ela pulou de pé. "Oi, amor!" Ouvi ela dizer, enquanto a porta de tela batia atrás dela. Me deitei na grama com um suspiro forte. ******************

6 comentários - Debaixo do cobertor com a mamãe

Uff excelente relato! Siempre con ganas de más
Sigue! Así!