El padre 2

Segunda parte

Depois da excursão pra cachoeira, passaram 4 dias e me falaram pra ir no dia seguinte porque iam ter uma festa à noite e de manhã precisavam de ajuda com um porco e toda a preparação. Cheguei e, naquele dia, todo mundo tava acordado, só a Maria tava dormindo um pouco. Meu sogro parecia normal, mas não sabia que daqui a pouco, umas 8h, a Maria acordou. Fui pra casa porque o negócio tava rolando no chalé nos fundos. Bom, fui lá, cumprimentei ela e ela tava de camisola. Levantei ela, hehe, e tava de calcinha mesmo.

Voltei pro chalé e notei que o que tava estranho no meu sogro era que ele tava usando a mesma camisa que a Maria usou dias antes quando me recebeu. E eu: "já não tô entendendo nada". Umas 12h, meio-dia, meu sogro saiu pra fazer umas compras e eu aproveitei pra ficar com a Mari. Ela entrou no quarto e eu fui atrás. Ela: "O que cê tá fazendo aqui?" E eu: "Fica tranquila, todo mundo tá lá atrás." O quarto não parecia ser de uma senhora de quase 70 anos. Ela disse que era onde o pai dela guardava as coisas. Convenci ela pra um rapidinha. Naquele dia, eu tava de camisinha. Aconteceu o que tinha que acontecer. Daqui a pouco, o pai dela chegou com várias caixas de cerveja e bebida. Eu trouxe minha roupa pra me arrumar lá. Umas 5h da tarde, todo mundo pronto, começou a farra. Só tava tomando cerveja, tentando não causar má impressão. Comemos, eu junto com ela. Daqui a pouco, ele tentou me dar bebida mais forte, várias tentativas, mas sem ele ver, eu jogava fora. Umas 9h da noite, ele começou a beber mais seguido. Eu, pra ser sincero, tava me sentindo bem. Minha mina só umas micheladas, nada mais. Quase meia-noite, ela disse que ia dormir com a avó dela. Eu fiquei lá com eles. O pai dela começou a falar umas merdas sem sentido, eu só escutava. Umas 1h, ele disse: "Vou pra dentro, no chalé. Meu irmão mais novo tá lá. Tem cobertor e tudo." Nisso, eu falei: "Vou pra dentro de casa." Fui atrás dele e ele entrou no quarto que supostamente era da avó. E eu: "Que estranho." Fui mijar e consegui escutar eles conversando, mas não sabia quem era. Quando tava passando... Pela porta do quarto, entre a porta e o batente, tinha uma fresta, e eu resolvi dar uma olhada. Qual não foi minha surpresa quando vi a Maria agarrada no pau do pai dela. Na hora, meu corpo desabou, não sabia o que fazer, se ele tava forçando ela ou se ela queria. Fiquei sem saber o que fazer, não tinha pra onde olhar, então fui pela janela e só escutava. Voltei pra porta e vi minha própria namorada colocando a camisinha nele. As lágrimas caíram, senti uma raiva, uma dor imensa. Depois, só vi ela ficar de quatro e ele se mexendo atrás dela. Saí correndo pro chalé, peguei uma garrafa de Centenário e comecei a beber sem pensar. Lá pelas 5 da manhã, vomitei e fui pra dentro de casa. Passei pela porta e a fresta estava tampada, e eu pensei: "certeza que é pra ninguém ver vocês". Tomei mais um gole e dormi. Umas 9 da manhã acordei, já tinha vários acordados. Nisso, minha namorada chegou e eu nem conseguia olhar nos olhos dela. Perguntei se a gente ia embora, e ela disse que não, que o pai queria ir de novo pra cachoeira. Eu só falei "ok". Lá pelas 11, a gente partiu. Levaram o licor que tinha sobrado. Perguntei pra minha namorada se ela não tinha um biquíni, mas ela só tinha um conjunto tipo fio dental, e a parte de cima ficava lindo nela. Ela levou esse. Chegando lá, começamos a beber de novo. Pedi pra guardar minhas coisas numa mochila e guardei na do meu sogro. Quando abri, tinha camisinha lá dentro. Já sabia que eles dois tramavam alguma. Eles queriam ir se meter na queda d'água que desce. Eu fiquei embaixo observando e via eles muito discretos, num lugar onde a água não deixava ver direito. Me aproximei pra ver e pude ver eles se pegando. Senti um aperto no peito, saí e tomei uns tragos. Umas horas depois, ou mais, eles queriam subir pra tirar fotos lá em cima, em outra poça, mas ninguém queria ir porque já tavam todos bêbados. Eles foram sozinhos. Eu esperei eles se adiantarem pra ir ver o que rolava. Depois fui e encontrei eles deitados numa pedra. Fiquei lá umas horas. Eles levantaram e foram mais pra cima. Subi de novo e vi eles atrás de umas pedras enormes, ela montada nele. Eu só observava. O tempo passou... Minutos e acabaram, e melhor eu voltei. Reforço: minha namorada é magrinha, tábua, 1,64 de altura. Já voltamos, peguei minhas coisas meio magoado, mas tranquilo. Eu sabia que se ela continuasse assim, a gente não duraria muito. Quatro dias depois, tava trabalhando e ela me ligou falando que ia pra uma praia que tem hotel, e eu: "ok, beleza", que iam a família por três dias. Esses três dias, ela sumiu, só se conectava de manhã e à tarde. Aí descobri que ele tinha dito que ia sozinho, e a Maria tava na casa da mãe, mas não era verdade: tinham ido só os dois. Quando voltaram, ele deixou ela na casa da minha sogra, e dois dias depois ele voltou pros Estados. Ela voltou a ser a mesma garota atenciosa, amorosa, a gente transava toda semana. Ela me disse que não tava descendo, que a gente seria pai e mãe, bem provável. Aí eu explodi e falei que sabia de tudo, que tinha visto tudo. Ela confessou tudo, me contou que o pai, com duas semanas de namoro, pagou pra colocar o DIU nela. Se eu sabia? Não, mas não sabia se tinha funcionado. Que os três dias que ficaram sozinhos era pra ficar livres, sem ninguém enchendo o saco. Depois de uns dias, veio à tona que não tava grávida, e seguimos normal. Uns meses depois, fomos morar juntos. Já faz uns dois anos, e tava na hora de tirar o DIU, quando acontece que ele disse que ia voltar, que já tava vindo deixar um ato de amor pra ela. Mas pra não dar merda, eu me adiantei. Mas isso já é outra história.

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