Segredos de Família. Capítulo X

O fim das mentiras da mamãeCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4485799/Secretos-en-la-familia-Capitulo-l.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4578974/Secretos-en-la-familia-Capitulo-IX.htmlQuando eu era pequeno, minha mãe me levou num parque, foi naquele lugar que eu interagi com o Pedro pela primeira vez e também conheci a mãe dele. A Naia era uma mulher muito gente boa e, bom, o Pedro, diferente do cuzão em que se transformou, naquela época era muito tímido. Curiosamente, ele e eu acabamos o dia sendo amigos, mas tudo mudou quando minha mãe chegou perto do Pedro pra falar algo e depois, quando ficou comigo, me disse uma coisa ruim sobre ele. Desde então, o Pedro começou a me tratar como lixo.

Naia: Bruno? Bruno?... Bruno, cê tá bem?

Essa mulher gostosa perguntou.

Eu: Aaah... Sim, sim... Desculpa, me vieram as lembranças de quando a gente se conheceu anos atrás.

Naia: Ah, entendi. Fico feliz que você se lembre de mim, Bruno.

Ela afirmou, me dando um beijo na bochecha e depois soltou uma risadinha brincalhona. Era algo que eu não esperava, mas isso mostrava que tinha um nível de confiança dela pra mim e isso facilitava as coisas. Meu corpo todo, que tava tenso, se soltou num suspiro e eu me aproximei dela, olhando cada cantinho do corpo dela com atenção.–“Aconteceu alguma coisa, Bruno?”–perguntou, brincando,—Nada, só fiquei admirando ela e imaginando como vou desenhar essa figura gostosa dela.gozei.—"Ah, qual é, não exagera, cara" —respondeu ela, sorridente, sem perceber que já tinha formado um volume na minha calça.—Não exagero, dona, a senhora é muito gostosa e tem um corpo incrível.Eu disse, olhando nos olhos dela. Naia corou e, de alguma forma, isso me deu mais um fôlego, porque entendi que podia continuar e o mais provável é que a gente acabasse naquela cama se rolando, do jeito que eu queria.—"Você… Sua mãe vai ficar puta se ouvir issorespondeu nervosa.
Eu: O mais provável, no entanto, é que ela não esteja aqui, e duvido que as paredes vão contar algo sobre isso.
Naia: Talvez sim, com sua mãe nunca se sabe.
Exclamou com uma risada nervosa. Percebi que precisava mudar o assunto da conversa, porque se a mamãe continuasse sendo o centro dela, eu não conseguiria realizar minha tão desejada vingança.—Que tal a gente deixar minha mãe de lado e falar melhor do seu retrato?Apontei pra ela, pegando um lápis e o caderninho que tinha trazido pra fazer algumas anotações e um esboço preliminar. Ela aceitou meu pedido, embora ainda estivesse meio desconfortável só de ter mencionado e lembrado da minha mãe.

Aos poucos, Naia foi relaxando e se soltando mais, porque conforme a conversa avançava, ela foi me contando o que realmente queria fazer pro retrato dela. Que era nada menos que posar nua na minha frente. Quando ouvi aquela declaração, fiquei por uns segundos viajando, imaginando aquele corpo ardente completamente pelado. Se eu já tava com uma ereção naquele momento, ali ficou ainda mais evidente, e tenho certeza que ela percebeu que eu tava de pau duro.

Naia sentou na cama e olhou pelo vidro que pra gente era só um espelho grande. Se olhando, disse que era uma ideia ridícula, porque já era uma mulher mais velha e sentia vergonha de pedir isso pra um garotão. Eu, tentando convencer ela de que aquilo não era nada ridículo, deixei claro que na arte não tinha que ter medo, era só se arriscar. Depois, elogiei ela, reafirmando que ela tinha um corpo que eu adoraria desenhar. Ela ficou corada, e aí bateram na porta.

Fiquei confuso, porque não esperava que interrompessem a gente. Fui abrir, e um funcionário do hotel me entregou uma garrafa de vinho e umas taças. Eu só recebi e ele foi embora. Quando me virei, Naia me pediu desculpas por não ter me falado que tinha pedido aquilo. Eu respondi que não tinha problema, entreguei uma das taças pra ela, abri a garrafa e servi. Naia disse que eu era muito cavalheiro, diferente do filho dela. Não vou negar que aquelas palavras me deixaram meio lisonjeado e feliz ao mesmo tempo.

Deixando a garrafa no móvelzinho que tinha, sentei do lado dela e começamos a falar do idiota do Pedro. Pelo que Naia disse, o desgraçado sempre culpava ela por tudo de ruim que acontecia com ele, nunca agradecia pelos sacrifícios que ela fazia, e ainda dizia que Ele tinha vergonha de apresentá-la como mãe, porque ela era uma mulher horrível. Sinceramente, aquele babaca merecia passar por todas as humilhações possíveis, por ser tão miserável.

Naia começou a chorar, e pra mim isso foi o fim da linha, porque ela não devia sofrer esse tratamento por causa daquele cuzão, muito menos derramar uma lágrima por ele, se ele a tratava como lixo. Além disso, ele não deixava ela ficar com outra pessoa, pois o filho da puta ameaçava sumir e nunca mais dar notícias. Aquela mulher tão gostosa tinha vivido o próprio inferno com aquele cara e tinha se negado ao prazer por anos por causa das frescuras e idiotices dele, embora isso, obviamente, fosse facilitar ainda mais as coisas pra mim.

Acariciando a bochecha dela, eu disse que ela devia se esquecer por uns minutos do idiota do filho dela e pensar nela mesma, que ainda era uma mulher jovem pra fazer várias coisas e não se proibir por um capricho do filho. Ela tentou justificar o Pedro, e eu respondi:—Entendo, eu também tento justificar as atitudes da minha mãe, mesmo quando não são certas, porque quero acreditar que ela faz isso porque me ama e quer o melhor pra mim.Ela ficou me olhando, pasma, ao ouvir aquela afirmação.–Mas às vezes, a gente tem que pensar na gente e fazer o que quer por um segundo–Concluí e, pelo visto, minhas palavras surtiram efeito, porque Naia estava mais decidida em relação a posar nua pra mim. Mas, antes, ela tomou uns copos de vinho e, quando já se sentiu corajosa, me pediu educadamente pra sair do quarto, algo que aceitei, pra deixá-la à vontade. Enquanto esperava lá fora, me perguntava se Pedro tinha acordado daquele golpe que eu tinha dado.

Depois de uns minutos, Naia abriu um pouco a porta e eu respirei fundo, porque fiquei nervoso com o que queria fazer. Empurrei a porta pra entrar e fechei ela, ficando encantado com aquela mulher, mesmo ela cobrindo o corpo com um lençol, ela tava uma puta gostosa e meu pau endureceu de novo. Olhando ela dos pés à cabeça, procurava as palavras certas pra aquela deusa, e ela, envergonhada porque eu não tirava os olhos dela, me perguntou o que tava rolando.

Eu: Na… Na-nada… Só que a senhora tá linda demais, dona Naia.

Naia: Ah, Bruno, não precisa mentir, tô ridícula, né?

Eu: Pa-pa… Pelo amor de Deus, tô falando a verdade.

Ela não tava muito convencida, até que percebeu minha ereção, o rosto dela mostrou uma mistura de tesão e vergonha. Com certeza, se sentir desejada por um cara da idade do filho dela fez ela se sentir feliz e excitada, mas ao mesmo tempo entrava num conflito moral. Eu fiquei parado lá por uns segundos, depois peguei meu celular e falei que ia tirar umas fotos dela, ela me pediu pra esperar, suspirou e tomou mais um gole de vinho, pra depois me deixar tirar umas fotos.

No começo, ela posou com o lençol cobrindo o corpo, mas, aos poucos, Naia foi mostrando cada vez mais a figura. Dava pra ver os ombros dela e as pernas longas e perfeitas. Depois de mais um gole, ela criou coragem, deixou o medo de lado e me mostrou sem vergonha o corpo maduro dela. Abaixei o celular e fiquei besta olhando pra ela, e ela sorriu como uma garota que acabou de fazer dezoito. Uma travessura, depois colocou a mão no pescoço dela, enquanto inclinava a cabeça um pouco pro lado esquerdo e com a outra mão cobria a buceta peluda dela.

Eu capturei aquela imagem enquanto me perdia no tesão, pensando que devia fazer coisas assim com a mamãe, pedir pra ela posar nua e me deixar apreciar o corpo dela, como parte de uma brincadeira. Depois dessa foto, me aproximei da Naia, que ficou um pouco nervosa e me perguntou o que eu tava fazendo. Eu respondi que só queria tirar mais uma foto de perto. Obviamente, minhas intenções eram outras, mas eu tinha que me controlar e deixar tudo fluir naturalmente.

Depois de algumas fotos e de soltar uns elogios, ela ficou mais safada, passava a mão na minha virilha e, de vez em quando, encostava a bunda madura dela no meu pau, que só queria sair da calça pra brincar com aquela buceta que tava escorrendo. Num momento, ficamos de frente um pro outro, nossos olhares não se desviavam, então criei coragem e peguei ela pela cintura. Só de tocar na pele dela, percebi que era macia igual a da minha mãe.

Ela deu uns passos pra trás, tentando evitar que eu fizesse alguma loucura, mas já não tinha nada que me parasse, muito menos pra eu não chegar perto daquela MILF e provar o néctar dela.—"Bru-Bruno… O que cê tá fazendo?disse pra mim, enquanto segurava ela com força e ia me aproximando dos lábios dela.—Sabe… Acho incrível que uma mulher como a senhora, não tenha se divertido por tanto tempo. Cê acha mesmo que o Pedro vai embora se a senhora arrumar um parceiro?expressei, esfregando meus lábios nos dela e sentindo o desejo mútuo.

Naia por uns segundos esteve a um passo de abrir a boca e me deixar dar um beijo apaixonado, no entanto, bem antes de fazer isso, quis me empurrar pra se livrar de mim. Eu não deixei ela ir, embora não fosse forçá-la a nada, também não ia desperdiçar aquela oportunidade que tinha, sabia que ela tava morrendo de vontade de ter uma pica dentro dela, de saborear os lábios de alguém que a desejava e sentir o prazer que ela tinha negado por anos, só era questão de tempo pra aquela mulher ser sincera consigo mesma.

Tô certo que naquela hora Pedro já tinha aberto os olhos de novo e a cabeça dele parou de rodar, o mais provável é que ele tentava se soltar e gritava em vão, querendo evitar que a mãe preciosa dele estivesse comigo. O mais provável é que ele pensou que tudo era uma maldita pesadelo igual eu, quando vi ele comendo a minha mãe. Talvez ele se arrependeu de ter zuado de mim, de ter sido tão idiota com a Naia e deixar tudo na bandeja de prata, pra eu passar uma tarde maravilhosa com essa mulher.

A cara de choque dele deve ter sido uma joia, quando viu que meus lábios e os da Naia se tocaram ternamente pra depois virar uma luta intensa onde nossas línguas se reviravam nas nossas bocas, refletindo o fervor entre nós dois. Queria ter gravado aquela reação, porque não foi um beijo curto, mas sim um bem longo, onde a Naia segurou minha nuca, pra eu não me afastar da boca dela e parecia querer mais.

Aos poucos fomos nos deitando na cama, sem que nossas línguas parassem de se enroscar. Meus dedos foram se aproximando daquela buceta molhada, passar a acariciar aqueles pelos pubianos foi porra de tesão e esfregar aquela boceta faminta me deixou completamente louco. Quando nos separamos, ela imediatamente soltou uns gemidos que me motivaram a continuar brincando com aquela xereca e enquanto eu degustava a saliva dela, cheguei nos peitos dela, parei pra chupar aqueles mamilos que estavam Duros.

Percebi que ela era bem sensível naquela área, mesmo assim continuei mordiscando aqueles peitinhos e com minhas mãos apertava aquela buceta que molhava meus dedos. Aquele gemido harmonioso que ela soltava era hipnotizante e minha ferramenta começou a desejar, entre outras coisas, poder cavar e explorar aquela caverna de carne. Mas me controlei de novo, o suficiente pra continuar fazendo ela se deliciar de prazer e perder a cabeça aos poucos.

Com o passar dos minutos, fui sentindo o néctar dela escorrendo pelas minhas mãos, decidi enfiar um dos meus dedos na vagina dela e remexer lá dentro por uns minutos. Fiquei impressionado ao notar como os músculos dela apertaram meu dedo fino e não queriam soltar, enquanto ela soltava um gemido forte. Era óbvio que aquela mulher tava muito abandonada na parte sexual, por isso, antes de penetrar ela, me senti na obrigação de dar uma comida de buceta fantástica.

Uma que ela não ia esquecer tão cedo e guardaria com carinho na memória. Passando minha língua pelos lábios, desci até aquela xota madura, admirei por uns segundos, o suficiente pra ela recuperar um pouco de força. A primeira coisa que fiz foi passar minha língua na superfície dos lábios vaginais dela, com lambidas pequenas e rápidas. Mesmo assim, como começo, foi bom, porque ela se alvoroçou na cama, uivando com arrebatamento e com as mãos acariciando meu cabelo.

Com certa malícia, olhei pro espelho, sabendo que Pedro tava nos vendo. Eu tava saboreando minha vingança, o que me encheu de adrenalina. Por outro lado, o gosto daquela buceta era delicioso e fascinante, dava pra ficar horas comendo ela sem problema nenhum. Dando outra pausa rápida pra Naia, lambi minha boca, a xota dela escorria por toda a fenda. Me aproximei de novo daquela bucetinha peluda, roçando meus lábios nos pelos dela.

Com aquele roçar, fiz ela tremer e então abri minha boca e comecei mais uma vez a passear minha língua por aquela... sexo, mas dessa vez eram lambidas mais longas e profundas.–“Uuuufff… Siimmm…”-exclamou ela, minha intensidade então foi aumentando de forma gradual e minhas lambidas se tornaram furiosas e rápidas.

Naia: Aaaaahhgg... Siimm, Bruno, si-continua, continua assim, por favor!

Expressou aquela coroa já entregue à luxúria e sem soltar meu cabelo. Às vezes puxava ele para que eu parasse e ela pudesse respirar, embora outras vezes me enfiava ainda mais na buceta dela. Eu me agarrei nas suas maravilhosas ancas e fui dando com todo meu esforço uma das melhores comidas de buceta da vida dela, não parei até que ela tremeu inteira e começou a convulsionar na cama de satisfação, enquanto soltava uma grande quantidade dos seus sucos.

Fiquei sentado na cama, enquanto me lambia e saboreava aquele manjar que ainda tinha nos meus lábios. Depois daquilo, tirei a camiseta e a calça, ficando só de cueca. Ela, ao ver meu volume marcado, brilhou os olhos, se colocou de quatro e se aproximou de mim, e antes que eu liberasse meu pau, Naia me parou, segurando minhas mãos. Depois disso, passou a língua pelo meu pau ereto, sentir como era umedecido pelo tecido me excitou, além de lembrar levemente da Agustina.

Minha vizinha voltava a tomar conta dos meus pensamentos, já não via a Naia, mas sim ela, com sua cara safada e aquele sorrisinho maroto com que me enganava antes de começar seus jogos pervertidos. Cada lambida fazia meu pau sobressair e se mostrar diante dos olhos de Naia, pelo menos a cabeça, foi o que brilhou e forjou um sorriso provocante naquela mulher. Ela mordeu os lábios, como uma mostra de que estava ansiosa pra saborear meu pau.

Após sentir sua respiração na minha glande, Naia se abaixou e deu uma lambida desde minhas bolas até chegar na cabeça nua do meu pau. Cravou os dentes suavemente, enquanto sua língua passeava ao redor da minha glande, que foi inchando mais e mais com esse joguinho. Ela continuou chupando a cabeça do meu pau com calma. degustando ela pacientemente, sem cair em desespero por não ter uma rola na boca há muito tempo.

De certa forma, o jeito dela mamar me lembrava minha mãe. Meu corpo inteiro começou a tremer, não porque eu estava prestes a gozar, mas sim porque era porra de incrível o jeito que aquela mulher chupava.

Eu: — Aaahh, Meu Deeeus!

Exclamei enquanto olhava sorrindo para o vidro que ligava os dois quartos. Ela continuou movendo a língua em círculos, como se tivesse um doce entre os dentes. A saliva dela escorria pelo meu tronco e, depois de alguns minutos, ela se afastou, deixando um fio de baba misturada com meu esperma. Naia lambeu os lábios enquanto me olhava com seus olhinhos safados e, de uma só vez, puxou minha cueca para baixo. Minha rola deu um pulo e balançou levemente na frente do rosto dela.

Ao ver ela tão dura e cheia de veias, aquela coroa desgraçada ficou com água na boca. Agarrou meu pau com as mãos e massageou por alguns minutos, enquanto chupava minhas bolas com uma vontade que me excitava ainda mais. Como não ficar, se ela usava a língua safada pra desenhar nas minhas bolas e com os dentes mordiscava de um jeito simplesmente maravilhoso.—"Tava com saudade de fazer issosussurrou, sem soltar meu tronco que pulsava entre seus dedos.

Encaixou meu pau entre os peitos dela e começou a bater uma punheta devagar com aquele par. Naia colocou a língua pra fora e, cada vez que meu cacete chegava perto da boca dela, ela passava a lamber a minha glande. Tava alucinando de prazer, nunca imaginei que aquela mulher seria capaz de me satisfazer daquele jeito. Quando eu tava quase gozando, ela parou, como se tivesse adivinhado que eu tava chegando no meu limite. Ela se virou e levantou a rabeta, começando a roçar a bunda no meu pau.

Abrindo a buceta dela com a ajuda das mãos, murmurou pra mim:–“Agora quero ele aqui dentro”fazendo meu corpo tremer. Não demorei pra atender esse pedido e enfiei meu pau dentro daquela bucetinha que há anos não era penetrada.–“Aaaaiii simmm…”–Manifestou, ao sentir meu pau perfurando as paredes da buceta dela, a Naia se agarrou forte nos lençóis, enquanto soltava um grito cheio de prazer. Assim começou minha jornada dentro dela, com estocadas suaves, mas profundas.

Sentindo a força dos músculos da buceta dela, continuei metendo e minhas mãos foram direto pros peitos dela, que balançavam, pra apertá-los. A Naia não parava de gemer, o que me deixava mais excitado, ainda não conseguia acreditar que tava comendo a mãe do Pedro, que eu tava fodendo aquela gostosa na frente daquele otário e ela tava adorando. Cada penetração era melhor que a outra, e aquela buceta madura era simplesmente uma delícia.

Me aproximando da orelha dela, mordi e depois brinquei com ela, fazendo a Naia se perder ainda mais na loucura que a gente tava fazendo.–“Aiiii, senhoooooorrr”–balbuciava, ao se sentir cheia e mulher de novo. Notei que ia explodir, mas, antes disso, ela derramou sua cachoeira de sucos. Depois, me pediu para deitar na cama, eu aceitei, por mero capricho, pois sabia que ela queria montar no meu pau e, assim, Pedro veria mais claramente como meu tronco afundava na buceta da mãe dele.

Depois que me deitei, ela se aproximou e, com a mão, acariciou meu pau; com os lábios, roçou os meus, e assim trocamos uns beijinhos. Depois veio um beijo mais longo, até terminarmos devorando as bocas um do outro como uns loucos.—"Ah, Bruno, isso é incrível, mas acho que a gente já tem que parar.disse sem soltar meu pau—Ah, vamos, gostosa, não me diz isso, eu sei que você quer continuar se divertindo.Respondi mordendo os lábios dela e com meus dedos massageando o clitóris dela pra que ela se embriagasse de desejo de novo.

Naia reclamou e hesitou em me dizer o que vinha a seguir, finalmente ela me beijou com ímpeto e aproximou meu tronco na direção da buceta dela. Vi ela ansiosa pra cavalgar, mas antes que fizesse isso, pedi que ela virasse de costas e olhasse pro espelho grande, enquanto pulava no meu pau. Ela me atendeu e, olhando pra onde o filho dela nos observava, enfiou meu cacete de novo na buceta dela, eu segurei na cintura dela, enquanto ela mantinha as pernas bem abertas e apoiava as mãos na cama.Segredos de Família. Capítulo XO jeito dela montar foi incrível, dava pra sentir a vontade dela de ter meu pau enfiado dentro dela, sem parar de bater no fundo da buceta dela.–“Aaaaiii, Brunoooo… Você tem uma rola divina e fode tão gostoso”–disse sem desconfiar que o filho imbecil dela estava observando meu pau entrando e saindo daquela maravilhosa buceta peluda.—A senhora é fantástica, dona Naia, não sei como conseguiu ficar tanto tempo sem aceitar isso.Comentei olhando sorrindo pro vidro.—"Porque tenho certeza que não faltaram pretendentes pra elaAdicionei, ela começou a me explicar que, evidentemente, vários colegas já quiseram algo com ela, até o chefe dela, que é solteiro. No entanto, aquele medo da ameaça do Pedro fez com que ela recusasse todas essas oportunidades de ter pelo menos uma boa trepada e, com o tempo, ela se transformou numa mulher solitária e até amargurada. Eu, enquanto continuava aproveitando a buceta ardente dela, apontei que ela precisava parar de se negar ao prazer.–Você merece aproveitar mais essas fodas e ser amada. Se o seu chefe continua solteiro, talvez seja porque ele tá muito afim de você, por que não dá uma chance pra ele?afirmei, imaginando como seria aquela foda maravilhosa. Naia foi me revelando que na verdade o chefe dela tava muito interessado nela, porque sempre dá presentes pra ela, elogia e convida pra sair. E não culpo o cara por insistir tanto, porque aquela mulheraça vale ouro, sem falar no quanto ela é incrível no sexo.

Então incentivei ela a dar esse passo, a parar de acreditar nas ameaças do filho e se arriscar a começar algo com alguém. Ela disse que ia pensar nisso, e nessa hora, sussurrei pra gente se aproximar da janela que tínhamos na frente, ela ficou toda animada, porque a ideia de ver de perto como a buceta dela era perfurada encantou ela. Sem tirar meu pau de dentro dela, nos aproximamos de onde Pedro estava, queria que ele visse bem de perto como eu ia encher a xota da mãe dele com meu gozo.

Naia apoiou as mãos naquele vidro que nos separava do filho dela, levantei a perna direita dela e apoiei a outra mão na cintura dela, pra dar um ângulo foda pra aquele cara. Que com certeza tentava fechar os olhos pra não ver como eu tava metendo na mãe dele, mas não conseguia evitar de ouvir os gemidos de prazer daquela mulher, implorando por mais. Tudo isso fez minhas pernas tremerem e depois de umas estocadas, acabei enchendo aquela MILF de porra.

Depois de uns beijos curtos mas apaixonados, levei Naia pra cama, onde ela deitou e dormiu. Eu, sem parar de olhar pro vidro que me separava do Pedro, me vesti com um sorriso. Saí do quarto e fui até onde tinha deixado aquele babaca, que com certeza tava chocado com tudo que tinha visto. Quando abri a porta, ele já tava olhando pra entrada, nos olhos dele dava pra sentir ódio e desprezo, algo que de certa forma me satisfazia.

Sem dizer nada, peguei uma tesourinha e fui cortando a fita adesiva das mãos dele e depois dos pés, assim que terminei, levei uma joelhada dele. Aquele golpe eu não esperava, muito menos que ele surtasse, já enquanto eu cambaleava, o filho da puta me deu dois socos fortes na cara, fazendo sair sangue do meu nariz.–“Agora você vai se arrepender de ter me provocado”–expressou cheio de raiva, aproveitando que eu estava com a guarda baixa, me deu outro golpe, dessa vez no estômago, e eu caí no chão.

Nisso, Pedro se jogou em cima de mim e levou as mãos direto pro meu pescoço, começou a me estrangular, enquanto me xingava de tudo quanto era nome, mas com o desespero de estar sem ar, eu não ouvia direito. Por um momento, pensei que ia morrer ali mesmo e lembrei de várias coisas que estavam congeladas na minha memória. De repente, ele me soltou, eu não entendia o motivo, até que, de forma meio borrada, vi a Vanessa.

Pedro: Essa foi sua nova forma de me humilhar, né?

Falou completamente descontrolado, a raiva dele se voltou pra aquela garota, que olhava tudo confusa, porque não entendia o que tinha acontecido. Enquanto eu tossia e recuperava o fôlego, vi aquele babaca segurar os pulsos dela com força, e ela só pedia pra ele soltar, porque ele tava machucando ela.—"Deveria ter imaginado que você usaria minha mãe pra me chantagear e assim eu te desse o vídeo"—Firmei, cego de rancor.

Vanessa: Olha, não sei porra nenhuma do que você tá falando, não planejei nada. Se acalma e vamos conversar civilizadamente.

Pedro: Me acalmar? Como é que você quer que eu faça isso, porra?! Se aquele filho da puta comeu minha mãe, tudo por ordem sua.

Vanessa: Tô te falando que não tenho nada a ver com isso.

Pedro: Não acredito em você, bonequinha, e não vou te dar o vídeo. Na verdade, vamos gravar um juntos agora.

Eu queria ajudar a Vanessa, mas não conseguia nem ficar de pé, não sabia o que ia acontecer com aquela mina. Tinha metido ela numa situação perigosa e não conseguia protegê-la. Pedro se aproximou dela como um bicho, e ela, com o que podia, se recusava a ser beijada. Desesperado, tentei me levantar, mas minhas pernas não obedeciam. Foi quando levantei a vista e vi alguém entrar no quarto e dar um chute no estômago do Pedro.

Era um moleque que, depois daquele chute, pegou o Pedro, aquele babaca, e jogou ele contra uma das paredes. O cuzão tentou se defender, mas foi inútil, só levou uma surra. E aí, o garoto, segurando ele na parede, disse:—"Pedro, esse é o seu nome, né?O cara não quis responder, mas no fim acabou confirmando que sim.—"Beleza Pedro, quero fazer um trato contigo: quero que você apague aquele vídeo que tem e que nenhum dos seus amiguinhos poste ele, porque se eu vir isso na internet, digamos que eu tenho um vídeo seu que tenho certeza que você não quer que ninguém vejaEu continuei ignorando o assunto do vídeo, só olhei pra Vanessa com uma cara estranha enquanto ela se aproximava de mim.—"Ah, e não só isso, como também você ia testemunhar mais uma surra na sua mãe, mas dessa vez eu mesmo vou cuidar de trazer todos os caras que você humilhou por anos e banhar essa MILF com o esperma deles, entendeu?disse aquele moleque. Pedro só balançou a cabeça afirmativamente, o garoto soltou ele e mandou apagar o vídeo na hora, o que aquele cuzão fez. 
 
Depois disso, Pedro saiu todo derrotado, aquele cara veio na nossa direção, pegou nas mãos da Vanessa, olhou os braços e pulsos dela,–“Você tá bem?”-ela perguntou. Vanessa, ao sentir o toque das mãos dele, sorriu e os olhos dela brilharam. Não precisei saber de mais nada pra perceber que ele era o cara que ela amava e não era correspondida.—"Sim, não é nada, Axel, valeudisse, esquecendo completamente de mim.
Axel: Não fiz por você, mas sim por Ignacia, não quero que nenhum escândalo afete meu relacionamento com ela.
Vanessa: Claro, já imaginava, mas você nos salvou, então valeu.
Axel: Aliás, quem é ele e por que você fez ele comer a mãe daquele cara?
Vanessa: Primeiro, eu não tive nada a ver com isso, meu plano era que alguém (olhando pra mim) desmascarasse aquele babaca na frente da mãe dele, não que ele a comesse. E, bom, ele é o Bruno, um amigo, o cara do meu vídeo.
Axel: Ah, entendi.
Vanessa: Tava com ciúmes?
Perguntou com malícia.
Axel: Bom, vou nessa.
Disse, evitando a pergunta de Vanessa.
Eu: Espera… Co-como você soube que ele era um abusador?
Axel: Porque a Vanessa me contou sobre a treta dela e disse que ele era um valentão.
Depois de falar essas palavras, Axel foi embora, sem comentar mais nada. Olhei envergonhado pra Vanessa por ter exposto ela desse jeito, embora ela parecesse feliz, e acho que era porque o Axel tinha vindo ajudar ela. Quando saímos do hotel e entramos no carro, Vanessa não se segurou mais e gritou de euforia.–“Sim, sim, sim, sim… Meu irmão ainda me ama, se preocupa comigo e o melhor de tudo é que ele ficou com ciúmes”–comentou, me olhando com aquele sorriso de orelha a orelha.—Irmão?Perguntei confuso,—"Sim, o Axel é meu meio-irmão, desde criança a gente sempre foi muito próximo, mas com o tempo e a chegada de uma certa mina, fomos ficando mais distantes e, na real, ele tava pouco se lixando pra mim nessas semanas. Mas hoje eu vi que ainda me importo pra ele.respondeu ela, ainda cega de alegria, mas, do nada, o rosto dela mudou pra um sério.—"Aliás, tenho novidades sobre a Agustina, mas talvez não sejam do seu agrado"—ela apontou, me deixando intrigado.

Eu: Novidades? Que tipo de novidades?

Perguntei ansioso, no entanto, antes de me responder, ela colocou algo no meu nariz e estancou a hemorragia, depois disso voltou a ficar séria.

Vanessa: Como eu suspeitava, Agustina não fugiu com seu pai.

Ouvir isso me deixou muito feliz, mas rapidamente meu sorriso desapareceria ao escutar as palavras seguintes.

Vanessa: Foi Isidora quem a obrigou a sumir, fazendo todo mundo acreditar que ela estava indo embora com seu pai, mas na verdade, foi só uma mentira pra você odiar aquela garota.

Eu: O quê?

Vanessa: Sei que você não vai acreditar em mim do nada e o mais certo é que Isidora vai negar, por isso me certifiquei de ter provas.

Meu coração começou a acelerar quando ela colocou no celular uma gravação de voz. Ela tinha falado com meu pai, na verdade fez isso na noite anterior. De acordo com Vanessa, depois de investigar, ela encontrou meu pai, que estava num hotel. Ela foi até lá, só pra buscar a verdade sobre o desaparecimento de Agustina. Sabendo que papai estava no bar do hotel e ficaria encantado ao ver aquela garota gostosa, ele se aproximaria, sem saber que esse era o plano dela pra arrancar a verdade dele.

Vanessa tomou uns drinques com ele, conversaram sobre vários assuntos, mas o mais importante, meu pai tocou no assunto da Agustina. Acho que com a bebida e a culpa que o consumia, ele acabou confessando pra uma desconhecida que tinha feito o filho acreditar que a namorada tinha fugido com ele, a pedido da esposa. Meu pai não disse mais nada além disso, depois preferiu mudar de assunto, mas a prova de que mamãe estava por trás do desaparecimento de Agustina já tinha sido dita.

No começo, não quis acreditar, ainda não conseguia aceitar totalmente que mamãe era uma louca que tinha feito desaparecer a garota que eu gostava. No entanto, ao ir lembrando de tudo que conversei com Emma e vi quando Pedro me enforcava, fui percebendo como Isidora tinha Depois de aceitar a dura realidade de que eu nunca teria uma vida normal e sociável, desci do carro. A Vanessa falou comigo, mas eu ignorei, queria ficar sozinho, precisava clarear meus pensamentos pra poder encarar a minha mãe.

Foi a caminhada mais longa que já fiz, onde ainda acreditava que minha mãe ia agir de boa e me confessar onde minha querida vizinha estava. Quando cheguei em casa, ela estava no meu quarto, com uma mala arrumando minhas roupas. Quando me viu, veio correndo me abraçar e beijar, mas quando viu minha cara séria e eu desviei do beijo, ela perguntou o que estava acontecendo. Antes de começar a falar, perguntei o que ela estava fazendo com minhas roupas.—"Tô guardando ela, porque a gente vai viajar, amorafirmei, me afastei dela e me sentei na cama, fechei os olhos e depois olhei em direção à janela, apreciando o quarto da Agustina.–Mãe, posso te fazer uma pergunta?falei que ele tava gostosoClaro que sim, gostosa, me pergunta o que quiserrespondeu achando que seria algo insignificante.–Mãe… Cadê a Agustina?expressei, os olhos dela se dilataram ao ouvir aquela pergunta e eu percebi o medo no rosto dela.

Isidora: O que eu vou saber? Talvez ela tenha ido embora da cidade ou do país, mas isso não muda nada, você não precisa mais se preocupar com aquela puta.

Eu: Por que você está mentindo pra mim?

Isidora: Mentindo pra você? Por que eu mentiria pra você, Bruno?

Eu: Porque você sempre foi assim a vida inteira, uma mentirosa, que me controlou.

Isidora: Não sei do que você está falando, filho, acho que você precisa dormir um pouco.

Eu: Para de fingir, mãe!

Eu a interrompi, irritado.

Eu: Eu já sei que você planejou a saída dela.fuga, que você a afastou de mim porque não gostava dela, como todas as pessoas que tentaram ser meus amigos. Você a tirou da minha vida porque ela estava me ensinando coisas novas, né? Tinha medo de que eu me apaixonasse por ela? Então, mãe, tenho uma má notícia pra você: estou perdidamente apaixonado por aquela garota e não consegui tirá-la da minha cabeça, mesmo depois que você e eu transamos.

Essa declaração deve ter sido um balde de água fria pra minha mãe, porque os olhos dela se encheram de lágrimas e ela balançava a cabeça levemente, negando, sem querer aceitar minhas palavras. Mas o que eu disse em seguida foi provavelmente o golpe mais duro pra ela naquele dia.

Eu: E quer saber de uma coisa, mãe? Antes de você fazer a Agustina desaparecer da minha vida, ela e eu fizemos amor. Eu dei minha virgindade pra ela. Você não foi a primeira mulher que eu peguei.

Um silêncio enorme tomou conta do meu quarto. Minha mãe baixou a cabeça e um par de lágrimas escorreu dos olhos dela, algo que foi irrelevante pra mim. Eu só queria ouvir da boca dela um pedido de desculpas pela mentira que ela inventou sobre minha vizinha e por todos os segredos que cercavam a família. Eu me contentava com isso, assim começaria a procurar a Agustina, indo falar com o Samuel. Mas minha mãe não disse aquela palavra tão simples; em vez disso, inventou outra mentira.

Isidora: Bruno, eu não sei quem te contou isso, mas te juro que não tive nada a ver. Foi seu pai que ficou obcecado por aquela garotinha e me ameaçou se eu não ajudasse ele.

Eu: Sério que você espera que eu acredite nisso?

Isidora: É a verdade, filho.

Eu: Você me dá nojo, mãe. Te dei a chance de ser sincera comigo pela primeira vez, e você só mente de novo. Sabe o que é pior? É que eu teria acreditado cegamente em você, mas já sei quem você é de verdade: uma mulher que me usa, que finge ser inocente, mas é a maior puta que existe. Porque você não só abria as pernas pros meus primos, como também fez isso com o Pedro e a gangue de idiotas dele. além do pai do César.

Isidora: O quê?

Eu: Isso mesmo, mãe. Lembro de absolutamente tudo que aconteceu no dia do meu aniversário. Lembro que te encontrei com aquele cara se esfregando gostoso, lembro que vocês falavam de uma viagem juntos e que, quando me viu, você se afastou dele só pra eu ficar de boca fechada. Você disse que podia me explicar tudo, me levou pro seu quarto, onde me deu de beber — provavelmente um álcool bem forte — pra eu dormir e esquecer tudo que vi naquela noite. Lembro que você falava que não queria me perder e me beijou, e eu correspondi, porque eu te amava, mãe, mas você se aproveitou de mim, como fez a vida inteira.

Minha mãe tentou dizer alguma coisa, mas não dei chance. Simplesmente saí de casa, completamente destruído e arrasado. Já não conseguia pensar direito. Andei sem rumo, cheio de ódio, de amargura, até que numa esquina quase fui atropelado. Quando ouvi a buzina, parei de divagar e voltei à realidade. Tinha atravessado no sinal vermelho e, de leve, um carro tinha batido em mim. No chão, confuso, me levantei e foi aí que vi a Camila. Ela era a motorista daquele carro.–“Bruno, você tá bem?”–Consultei assustada.–S-sim… Sim, tô bem, só meio atordoado-respondi, querendo seguir meu caminho. Mas, antes que eu desse um passo, ela me segurou e implorou pra eu entrar no carro dela. Eu obedeci, talvez porque tava completamente atordoado e perdido, além de que quanto mais longe da minha mãe naquele momento, melhor. Durante todo o trajeto, fiquei calado, não queria falar nada nem comentar sobre o assunto, mesmo ela não parando de falar comigo.

Quando chegamos no apartamento dela, fiquei sentado no sofá e ela me serviu um copo d'água. Camila sentou do meu lado, esperando que eu dissesse alguma coisa, mas da minha boca não saiu nenhuma palavra além devaleuDepois de ter bebido toda a água do copo, me senti meio cansado, tinha tido literalmente um dia bem agitado, então esse cansaço era natural. Fechei os olhos e capotei de vez, por uma hora e meia descansei no colo da Camila.

Quando acordei e vi o rostinho dela sorrindo, fiquei com vergonha, o mais rápido que pude me levantei e pedi desculpas por ter dormido em cima das pernas dela. Ela parecia não se importar, pelo contrário, estava de boa por eu ter dormido no colo dela, depois pediu pra eu ficar à vontade, que ela ia preparar algo pra comer. Camila foi pra cozinha dela e eu fiquei naquela área do apartamento, principalmente porque tinha vários quadros que ela tinha pintado.

O talento dela era impressionante, cada pintura me parecia melhor que a outra, o nível de detalhe e o jeito dela de interpretar as coisas era muito superior ao meu. Além disso, ela não se limitava a um único estilo, tinha pinturas de expressionismo, abstrato, surrealismo, óleo, entre outros. Mas toda minha atenção se concentrou numa em que aparecia a figura de alguém que me era familiar.—Blanca?exclamei, surpreso, enquanto olhava pra ele, Camila se aproximou de mim e, num sussurro, disse:—"Tô vendo que você ficou de olho no retrato da minha irmãEu: Irmã?

Camila: Sim, ela é nossa irmã mais velha.

Aquela palavra me deixou desconcertado e o sorriso que ela tinha se transformou em um sorriso nervoso e desconfortável.

Eu: Nossa?

Camila: Esquece, Bruno, me enganei, tô com a cabeça na lua.

Ela se justificou tentando desviar o assunto, mas viver entre mentirosos me tornou um expert em perceber quando alguém escondia algo.

Eu: Camila, acabei de descobrir que minha mãe tá por trás do desaparecimento da Agustina, então, pelo amor de Deus, tem a bondade de me explicar o que você disse e ser sincera comigo.

Vi no rosto dela impacto e inquietação, também medo, ela não queria falar, mas enquanto ela ficava em silêncio, percebi que na parede dela tinha um quadro pequeno, onde aparecia uma espécie de família. Me aproximei e vi que naquela pintura, a Blanca aparecia de novo, mas do lado dela estava a própria Camila, atrás delas duas figuras borradas e no meio estava eu. Me virei e encarei aquela mulher, que no começo achei que tinha algo com meu pai, mas tudo indicava que eu era o motivo dela estar perto dele.

Camila: Bruno…

Eu: Que porra isso significa?

Camila: E-eu… Eu não sei como dizer.

Eu: Simples, primeiro responde: somos irmãos? E depois você explica.

Mais uma vez, tudo ficou em silêncio e só ouvi o sopro do vento balançando as cortinas.

Camila: Bru… Bru… Bruno…

Eu: Somos irmãos, sim ou não?

Falei, cortando a distância entre nós, ficando na frente dela e, depois de um leve tremor, Camila finalmente me respondeu.

Camila: Sim… Sim, somos…

Dos meus olhos começaram a brotar lágrimas, eu me perguntava se minha vida inteira tinha sido uma farsa. Numa família que não era minha, que eu tava no jogo de uma mulher que se aproveitou de mim. Então Camila continuou falando, fazendo todas as minhas paranóias pararem.

Camila: Você, a Blanca e eu, compartilhamos o mesmo… Padre, um que não assumiu responsabilidade por nenhum de nós, porque ele já tinha uma família.

Eu: O quê? Isso quer dizer que a Isidora é mesmo minha mãe?

Camila: Infelizmente, sim… Ela é sua mãe, mas o Daniel não é seu pai biológico. Na verdade, foi por isso que vim trabalhar nesta cidade, porque queria te conhecer, ficar perto de você, mas sua mãe nunca me deixou e me ameaçava que iria embora para longe com você se eu contasse a verdade. Dizia a mesma coisa para a Blanca, e até pior, porque ameaçava machucar as filhas dela.

Depois de dizer isso, ouvi a voz de quem eu tinha acreditado ser meu pai a vida inteira, até aquele momento. Ele estava falando ao telefone, discutindo com a Isidora, e sem desligar, bateu na porta. Eu ainda estava processando aquilo, mas não podia perder a chance de ter o Daniel por perto para perguntar onde estava a Agustina. Antes que a Camila fosse abrir, eu me adiantei e, quando ele me viu, ficou paralisado, enquanto do celular dele se ouvia claramente minha mãe dizendo:—"Só garante que o Bruno volte pro meu lado"—

Daniel engoliu saliva, eu parei na frente dele, a uns centímetros de distância, intimidando ele com meu olhar.–Oi, pai., sussurrei pra ela, ao mesmo tempo que peguei o celular dela e desliguei na cara da mamãe.–Tem muita coisa que a gente precisa conversar, mas vou ser bonzinho e te deixar em paz, se você me disser onde está a Agustina.O manifestado. Daniel ficou quieto, tentando encontrar as palavras, enquanto tentava dizer alguma coisa.

Eu: Vamos, pai, me diz onde é que está a minha namorada?

Daniel: N-não... Não sei...

Eu: Como assim não sabe? Tá com tanto medo da Isidora que não consegue me contar uma coisa tão simples?

Daniel: Não é isso, é que ela... Ela foi embora sem me falar nada e, mesmo quando tentei localizá-la, não encontrei nenhum vestígio da sua namorada.

Eu: Como?

Daniel: Sua mãe me pediu pra vigiar aquela garota por uma semana. Nos primeiros três dias, ela não saiu do quarto do hotel, mas no quarto dia, quando fui vê-la pra comer alguma coisa, ela já não estava mais lá, tinha ido embora com todas as coisas dela. Pensei que ela tinha voltado, mas parece que não foi assim, ela sumiu pra outro lugar, a menos que sua mãe tenha...

Eu: (Interrompi) Tenha feito o quê?

Daniel: A sequestrado, pra garantir que ela não pudesse falar com você de novo.

Eu empurrei Daniel e, sem dizer nada, peguei o elevador pra descer até o primeiro andar. Ao sair do prédio, peguei um táxi e voltei pra casa, precisava ver se minha mãe se apiedava e me revelava onde estava minha vizinha, ou seja, duvidava que ela tivesse sequestrado ela, era algo que Isidora, por mais obcecada que fosse, não faria, né? Bom, essa pergunta praticamente se respondeu sozinha quando entrei em casa e vi minha mãe com uma faca de açougueiro tentando agredir a Vanessa.

Isidora: Por sua culpa, meu filho agora me odeia! Tinha que meter o nariz onde não era chamada! Assim como sua mãe, você me roubou o que eu mais queria! Mas não vai ter a mesma sorte que ela!

Mamãe parecia completamente descontrolada e, se não fosse minha tia segurando ela, provavelmente teria pulado em cima da Vanessa.

Vanessa: Minha culpa? Eu não tenho culpa de você ser uma louca varrida, nem das suas tretas com minha mãe. Mas, se ela te humilhou, fica sabendo que eu posso fazer pior, então me diz onde está Agustina Ramírez.

Eu: Fechei a porta e tudo ficou em silêncio, a mamãe arregalou os olhos e deixou cair aquela faca no mesmo instante em que pronunciou meu nome. A Vanessa me olhou meio aflita, eu me aproximei e pedi pra aquela mina vazar.—"Mas, Bruno…, disse ela desnorteada. Naquele momento, ao estar perto dela, percebi que ela tinha um gatinho no braço. Com certeza minha mãe tinha machucado ela e, depois disso, a Vicky a segurou.—Vanessa, você já fez muito por mim, agora isso é só problema meu e eu sei que a senhora, aqui presente, vai ser boazinha e vai colaborar comigo.respondi.
Vanessa entendeu meus motivos e foi embora. Eu olhei pra minha tia e fiz sinal pra ela soltar minha mãe. Quando ela soltou, Isidora não perdeu a chance de me abraçar. Então, antes de perguntar sobre a Agustina, perguntei pelo meu verdadeiro pai. Ela ficou dura, e a Victoria, perplexa.–"Do que a Isidora tá falando?"–consultei minha tia,–“De… De… De nada, mana”–disse, inquieta,Por que você não vai embora e me deixa a sós com meu filho, por favor?acrescentou, procurando um jeito de continuar mentindo.–Não precisa ir embora, Vicky, fica, porque sua irmã vai ser sincera pela primeira vez e vai revelar quem é meu verdadeiro pai, porque o Daniel não é. Além disso, tenho irmãs que não conseguiram se aproximar de mim do jeito que queriam, porque alguém impedia.expressei, me afastando dela e olhando bem nos olhos dela.—Vamos, Isidora, nos presenteia com sua história e seja sincera de uma vez, se quer que eu continue te chamando de mãe.Eu falei, tentando encontrar um pouco de bondade no coração dela.

Isidora: Tudo começou quando eu tinha 18… Snif… Eu, eu… Snif… Naquela época, eu tava saindo de um desamor que foi difícil de superar e que até hoje não sei se superei de verdade.

Não sei se era pelo choro dela, pela voz embargada ou pelo jeito que ela dizia aquilo, mas não vi mentira em nenhuma palavra que ela soltou, e assim eu e minha tia ouvimos atentamente minha mãe.Além disso, a vida não me parecia muito interessante, eu sempre vivi na sombra da Vicky. Aí um dia, depois de ficar em casa, encontrei minha motivação pra sair daquela depressão que tava me consumindo. Minha tristeza e amargura foram embora quando, de repente, meus olhos viram um cara gostoso na nossa cozinha. O nome dele era Mateo, ele foi um dos namorados da nossa mãe. Mateo dava aulas de yoga, era um homem bem educado, gentil e sedutor.
 
Mesmo sendo um cara mais velho que eu e namorando minha mãe, não consegui evitar de me sentir atraída por ele. Ele era um mulherengo, mas naquela hora me senti apaixonada por ele e, conforme ia vendo ele em casa, fui desejando ele. Tudo isso aumentou quando um dia vi ele saindo do banho e apareceu só com uma toalha na cintura. O torso dele, definido, com o peito peludo e os braços fortes, me hipnotizaram.


As palavras simplesmente não saíram e, envergonhada, desviei o olhar, enquanto ele sorria de um jeito brincalhão. Naquele dia, não consegui tirá-lo da cabeça; se antes eu já sonhava com ele, naquela noite enfiei meus dedos na minha buceta, me masturbando pensando no Mateo. A partir daquele momento, comecei a espioná-lo, sempre que ele estava em casa, até quando ele ficava de putaria com a minha mãe. Sentia uma inveja de ver ela gozar com aquele macho, que a fazia gritar de prazer, mas que ela não era capaz de satisfazer.


Uma manhã, depois de me masturbar pensando no namorado da minha mãe, fiquei reflexiva e maquinei um jeito de tirar a mamãe da vida do Mateo e fazer ele ser meu. Me sentindo mal, porque não podia ficar imaginando ou criando planos contra minha mãe por causa de um homem, essa minha obsessão estava saindo do controle, então pensei em me manter o mais longe possível dele. No entanto, quando desci pra tomar café, me deparei com ele e seus olhos cor de amêndoa me encararam fixamente.


–"Bom dia, Isi, como você tá?"–Ela me disse alegremente, sem tirar os olhos de mim, me torturando desse jeito. As palavras não saíam, e não era só o olhar dela que me fazia perder a cabeça, mas também o cheiro masculino dele. Eu só queria me aproximar e beijá-lo. Não sei como consegui manter a compostura naquela hora, mas sentei na mesa e preparei um chá. Mesmo assim, tê-lo na minha frente só me deixava com mais tesão.


—"Vai pra algum lugar? Porque você tá muito gostosaele me consultou, eu só mordi os lábios, me segurando pra não fazer algo que tava me matando por dentro, porque meu corpo ardia e minha buceta escorria de tesão por aquela pica gostosa que ele tinha e minha boca queria provar aqueles lábios maduros. Tentei não olhar nos olhos do Mateo, não escutar as palavras dele e evitar ele completamente, mesmo assim, só com aquele cheiro de garanhão, já me fazia tocar disfarçadamente.
  
Acabei de terminar meu chá, saí de casa e caminhei por um bom tempo, tentando me acalmar, baixar essa excitação. Funcionou um pouco, mas as coisas ficaram terríveis de novo pra mim na hora do jantar. Mesmo com a mamãe e a Vicky sentadas na mesma mesa, eu não conseguia parar de me sentir inquieta com o Mateo na minha frente. Minha mãe começou a falar do dia dela, depois perguntou como a gente tinha passado o nosso. Eu não falei nada, porque tava perdida nos meus pensamentos.


Tava num conflito comigo mesma, não sabia o que fazer pra aliviar toda aquela tensão que aquele homem me causava. Num instante, parei de pensar e dei uma olhada rápida nele. Na minha cabeça, então, brotou a imagem do Mateo completamente pelado, aquele corpo divino me fez tremer e, na minha fantasia, ele se aproximou de mim, me abraçando com aqueles braços fortes e devorando minha boquinha. O pau duro dele se apoiava nas minhas coxas, mesmo sendo só parte da minha imaginação, parecia muito real.


Depois daquele beijo gostoso, ele me despir e foi enfiando o pacotão dele devagar dentro da minha buceta faminta que tava morrendo de saudade. Gemendo que nem uma louca, eu arranhava as costas largas dele e pedia por mais. Mateo percorria meu pescoço de beijos e sem parar de me comer daquele jeito tão selvagem. Eu tava completamente perdida no prazer daquela fantasia, que nem percebi que tava gemindo de verdade. Reagi quando minha mãe perguntou se tava acontecendo alguma coisa, eu olhei pra ela, fiquei com vergonha e saí pra fora.
 
Não queria mais continuar com aquele sentimento cheio de tesão, mas, mesmo tentando lutar contra ele, resistindo à tentação, já não aguentava mais, precisava que o Mateo fosse meu e me fizesse gozar uma boa trepada, igual fazia com a mamãe.—"Desculpa, mãedisse, olhando pela janela, enquanto ela e Mateo se beijavam.—"Mas o teu homem vai ser meu e vou deixar ele louco por mim"—Fechei, entrando determinada em casa, naquela noite eu e o Mateo, fodíamos.


Fui paciente esperando eles dormirem, como era de se esperar, o Mateo tava doido pra ter uma noite de putaria. Só que a mãe não tava a fim, parecia que os astros tinham se alinhado pra mim. Ele continuou insistindo, esfregando a rola dele na bunda da minha mãe, mas ela simplesmente não quis. O coitado do Mateo achou que ia ficar na mão, sem poder rasgar uma buceta, e teria que se contentar usando a própria mão, foi aí que eu entrei no quarto do jeito mais silencioso possível.


Ele se acomodou na cama e, segurando o pau com a mão, começou a bater uma. Entre os dentes, murmurava alguma coisa, mas não consegui decifrar o que ele dizia. Mas isso era o de menos, porque naquele momento eu só queria o que ele tinha na mão direita. Sem que ele me notasse, levantei o lençol, fazendo o Mateo soltar o tronco e me olhar apavorado.—"Eu… Eu… Isi…tentava modular–“Sshhh… Não fala nada”–Eu sussurrei, pegando o pau dele nas minhas mãos.
 
Mateo ficou paralisado, sem acreditar no que tava rolando, enquanto eu, puta que pariu, tava adorando ter aquele pauzão duro, cheio de veias e quente nos meus dedos. Sem soltar aquele pacote do caralho, fui me ajeitando na cama, até ficar praticamente com aquela vara na minha cara. Lambendo os lábios, e sem tirar os olhos daquela cabeçona vermelha e super inchada, aproximei minha boca. O cheiro que aquele pedaço de carne soltava só deixava tudo mais gostoso, pra uma puta faminta como eu.


Passando minha língua ao redor da boca, passei a tocar de leve a glande. Mateo deve ter entendido naquela hora que eu não ia deixar nem uma gota de porra nas bolas enormes dele penduradas na vara, que naquela noite eu ia dar conta de deixar ele completamente satisfeito, algo que a mãe não fazia. Dei um beijo na cabeça linda dele e, abrindo a boca, engoli devagar. Mateo soltou um gemido que tentou abafar na hora, enquanto eu enrolei minha língua em volta do pau dele.


O sabor dele era delicioso e ficou ainda melhor quando senti o jato do líquido pré-ejaculatório inundando minhas papilas. Louca de tesão, comecei a chupar o pau dele com vontade, enfiando até o fundo da minha garganta, surpreendendo ele porque com certeza não esperava isso de mim, já que a mamãe era incapaz de enfiar aquele tronco inteiro na boca dela. Era um pirulito que eu adorava ter nos lábios e saborear, ele só conseguia levar a mão à boca para abafar os gemidos.


Continuei comendo até sentir que me faltava o ar, tirando ela da boca, observei uns fios grossos de porra escorrendo pelo meu queixo.–"Deus… Isidora, como você faz bem isso"–manifestou, acariciando minha bochecha, eu com um sorrisinho safado disse que ia satisfazer ele como devia. Engoli aquela pica grossa de novo e mantive ela dentro da minha garganta até fazer ela explodir, enchendo minha boca de porra. Esse foi o começo de uma noite mágica, entre ele e eu.


Depois de ter chupado ele, sem sair da cama, montei no pau dele e dei a melhor experiência da vida dele. Ele ficou alucinado com o jeito que eu mexia minha cintura e como o pau dele deslizava dentro de mim, nós dois abafávamos nossos suspiros, nos beijando várias vezes e toda hora olhando pra minha mãe, que tava profundamente dormindo e não percebia que o macho dela era meu, só meu, e ele amava minha bucetinha.


Os dois ficamos totalmente satisfeitos, uma transa maravilhosa e o começo da nossa aventura. Desde aquele momento, toda manhã, eu chupava o pau do Mateo, enquanto a mamãe fazia o café da manhã, eu devorava aquele tronco grande e aqueles ovos gordos e peludos. Nunca perceberam que debaixo da mesa aquilo acontecia, simplesmente algo especial, já que o tesão que se criava era maravilhoso. Uma vez, a mamãe percebeu que eu saía de debaixo da mesa e, ao me perguntar o que eu estava fazendo, eu respondi que estava engolindo e passei a língua nos lábios, para depois rir.


Tinha noites em que o Mateo vinha no meu quarto e a gente fodia até o amanhecer, outras vezes eu me enfiava no quarto da mamãe e a gente transava como na nossa primeira vez. Nesse meio tempo, conheci o Daniel, que botou os olhos em mim, mas como eu não tava interessada nele, no começo não rolou nada. Depois tudo mudou, quando ele me disse que só queria que eu fingisse um relacionamento, algo que não me fazia mal, já que minha mãe tava com certas suspeitas de mim e do Mateo.

Isidora: Tudo aquilo parecia lindo, algo único, finalmente eu tinha um homem que começava a me corresponder, mas aí percebi uma triste realidade: Mateo era mulherengo e estava de olho na Vicky. Uma noite, peguei ele flertando com você (olhando para a Vitória), aquilo me machucou, mas o que realmente destruiu meu coração foi ver vocês se beijando. Desde então, eu te odeio.

Vicky: Quê? Todo esse tempo você me odiou por aquele canalha? Foi ele que me roubou um beijo, eu fiquei surpresa, mas não correspondi.

Isidora: Talvez se eu não estivesse perdidamente apaixonada por ele, teria percebido que era um idiota, mas não foi assim. Depois de ver vocês se beijando, saí de casa. Quando me viu tão triste, nosso vizinho se aproximou de mim.

Vicky: Enrique?

Isidora: Sim, ele tinha se tornado muito amigável comigo, mas era claro que suas intenções eram outras, e naquele momento de raiva e tristeza, acabei caindo nos encantos dele.

Vicky: Não… Não me diga…

Isidora: Sim, Bruno é filho do Enrique.

Ela virou a cabeça e me encarou fixamente.

Isidora: É assim que seu pai se chama. Lamento te dizer que você foi concebido sem amor e que também não foi planejado, mas quando descobri que estava grávida, fui a mulher mais feliz. Agora, antes que me pergunte sobre aquela menininha, te garanto que não tenho nada a ver com o desaparecimento dela depois.

Depois de ouvir a história da mamãe, fechei os olhos e me virei, caminhei até a porta para sair. Ela, desesperada, correu até mim, implorando para que eu não fosse embora, prometendo que me ajudaria a procurar a Agustina. Mas, sem olhar para ela, num sopro de vento, eu disse:—Preciso ir embora, preciso ficar longe de você por uns dias, tô cheio de viver em mentiras e, mesmo que você tenha sido sincera comigo hoje, tenho medo de que nessa casa ainda tenha coisas que eu não sei e, pelo bem da minha saúde mental, é melhor não ficar sabendo.


Brô… Bruno, não fala isso, tudo vai mudar, filho, mas não vai embora.implorou, se agarrando nas minhas costas.–Desculpa, hoje eu descobri um monte de coisas, preciso digerir tudo, processar, e se você quer que eu te perdoe e te chame de mãe de novo, vai ter que entender que preciso dar um tempo daqui por uns dias.respondi, avançando mesmo quando ela não queria me soltar. Então a Vicky se aproximou dela e disse que o melhor era me dar tempo, que eu precisava me entender, já que não era fácil tudo o que eu tinha ouvido naquele dia.

Mamãe não queria fazer isso, mas a Vitória conseguiu que ela me soltasse, dizendo que ia cuidar de mim durante aqueles dias. Foi algo que me surpreendeu, porque eu não imaginava que minha mãe aceitaria aquilo. Mas claro, na desesperação, ela talvez tenha pensado com a cabeça e deixado de lado os ciúmes e a obsessão por mim por um momento, me vendo como realmente sou: como filho dela. Foi assim que, com a Vicky, fomos parar na cidade onde mora o ex dela e o único cara que posso chamar de amigo.

2 comentários - Segredos de Família. Capítulo X

Blanca, es la misma Blanca que Jorge estuvo a punto de decirle quien era hace un par de capítulos? 🤔 y si es así entonces Jorge es sobrino de Bruno, e Isidora a estado follando con el sobrino de su hijo!!!! 😱😱😱😱😱 santos bati enredos familiares. 😂😂😂
LyonF8 +1
Sí, es la misma Blanca, sin embargo, recuerda que ella es madrastra de Jorge, así que él y Bruno sigue siendo primos. Aunque claro, en teoría como Blanca es su hermana y está casada con el padre de Jorge, este pasaría a ser su sobrino de manera politica como Antonio 😅. De ese modo si se puede decir que Isidora se cogió a los sobrinos de su hijo, pero de sangre solo las hijas de Blanca son sobrinas de Bruno.
Pilas para cuando la continuación ,,, está interesante cada día reviso para ver si has publicado otro capítulo ,, suerte , un abrazo a la distancia , saludos desde Ecuador
LyonF8
Muchas gracias, a mí me gustaría subir de manera más constante, pero lamentablemente solo he tenido más tiempo los viernes, para poder publicar. Saludos ✌.