Me recuperei em dois dias e demorei três pra sair do hospital. Julieta, que sabia dirigir, me levou pra casa e me atualizou sobre a escola. Passei aquela semana na tranquilidade e não sabia como tocar no assunto do que tinha acontecido, ou pelo menos no que eu achava que tinha visto. Julieta, minha namorada, não parecia interessada em falar sobre isso, só focava em cuidar de mim por causa do repouso forçado na cama que eu tinha que fazer. Ela saía cedo pra escola e fazia as compras, mas não mencionava o Dom Artur. Meus pais e meus sogros vieram me ver e, numa das conversas, mencionaram que éramos sortudos por ter um amigo como o Dom Artur. Quase tive um infarto, não era possível que eles o conhecessem. Minha sogra continuou, dizendo que ele era muito prestativo e ajudava a Julieta com as compras. Nisso, bateram na porta, e era aquele maldito velho tarado. O sem-vergonha trouxe um prato de sopa pra todo mundo, que ele tinha preparado, segundo ele, pra mim. O maldito velho sentou na cama e começou a puxar conversa, perguntando como eu estava, se desculpando por só visitar agora porque estava muito ocupado ajudando a Julieta. Lá no fundo, pensei: "Pois é, com certeza transando com ela". Dom Artur conversava com meus pais e meus sogros, garantindo que, desde que nos conheceu, sentiu que éramos como filhos dele, que ele se via como nosso pai, sempre se desculpando com os pais ali presentes, que se desmanchavam em elogios pra ele. Julieta entrou na conversa e sentou na cama entre ele e eu, e eu pude ver que a mão da minha namorada percorreu a cintura baixa do Dom Artur, como se quisesse abraçá-lo escondido de todo mundo, como se fossem namorados. Ela concordou que Dom Artur era como um pai pra ela e que se sentia segura sabendo que ele estava ali por nós. A tarde acabou e todos foram embora. Quem parecia não querer ir era Dom Artur, que por qualquer besteira ficava mais tempo ali. Já de noite, minha namorada disse: "Vou me despedir do Dom Artur". E foda-se, sua medicina, eu falei. que não demoraria, já que queria falar com ela, o momento tinha chegado. Comecei perguntando o que realmente tinha acontecido naquela noite na casa de Dom Arturo, por que ela suspeitava que não tinha rolado algo bom, e que fosse sincera. Ela disse que não tinha acontecido muita coisa, que eles ficaram bêbados igual a mim, e como viram que eu apaguei, tentaram me levantar pra me levar pra um quarto, mas não conseguiram, então tomaram mais umas cervejas, e ela ficou no quarto de hóspedes e dormiu profundamente até que um barulho forte acordou ela e ela saiu pra me encontrar desacordado. Eu quis confrontar ela, que tinha ouvido gemidos quando subia, e ela disse que Dom Arturo aparentemente vê pornô quando fica bêbado e que eu não julgasse ele porque ele tava solteiro há muito tempo. Minhas palavras acabaram e o remédio já tava começando a fazer efeito, então decidi encerrar a conversa com a promessa de falar depois, fechei os olhos e caí no sono pesado. Deviam ser umas 2 ou 3 da manhã quando percebi que a Julieta não tava do lado dela na cama, talvez tivesse ido ao banheiro, pensei, mas a demora me deixou curioso e fui procurar ela, ainda não conseguia andar direito por causa das tonturas do remédio, mas ela não tava no nosso banheiro, fui pra sala quando ouvi vozes no segundo quarto que temos pra quando meus pais ou os dela vêm visitar, e foi ali que me deparei com a cena mais safada e chocante até aquele momento do meu relacionamento com a Julieta, a curiosidade me fez chegar perto devagar e só observar. Tava Dom Arturo deitado na cama, completamente pelado, com uma pica de uns 19 cm totalmente mole, uns testículos bem grandes e com pelos brancos e pretos, ele realmente tinha uma pica gigantesca e o pior é que ainda nem tava dura. No pé da cama tava minha namorada com um conjunto de renda preta, meia arrastão, calcinha fio dental preta com renda, e um sutiã transparente que as tetonas enormes quase escapavam. ela era uma deusa de cabelo médio ondulado e claro. Ela dançava pra ele e ele só admirava aquele corpinho jovem que ia comer. "Tá gostando?" ela dizia, "tá gostando, papai, como fica em mim?" Obrigada por comprar isso pra sua menina", danço pra você? Quer que eu dance pra levantar essa pica enorme aí?" Me diz, papai, o que você quer, quer me tocar por dentro com seu pau, papai? "Vai me arrebentar igual das outras vezes?" Vai partir sua menininha? Aos poucos, o pau de Dom Arturo começava a reagir, e já tinha uns 21 cm, eu fiquei paralisado, queria entrar e parar tudo, mas no fundo comecei a pensar no que ia acontecer depois, então deixei rolar e, na penumbra, na beirada de uma porta entreaberta, só observei. "Vem cá, minha menina, aqui está sua chupeta"; Dom Arturo, apesar de tudo, me parecia uma pessoa super educada, e nunca imaginei que ele diria isso, ainda mais pra minha namorada. Julieta, de forma muito provocante e sensual, engatinhou pela cama até chegar no pau de Dom Arturo. "Chupetona, você quer dizer", ela disse, "me diz, papai, você gosta de como eu lambo suas bolas?" — Sim, minha menina, chupa elas, gostoso — "Não cabe na minha boca, são muito grandes, papai, você tem um pauzão, com certeza fazia a mamãe sofrer" — Ela não aguentava, meu amor, mas você dá conta — "Sim, papai, eu quero te agradar, sou toda sua, faz comigo o que quiser". Dizendo isso, Dom Arturo se levantou na cama e começou a tentar enfiar o pau inteiro na boca dela, ela só engasgava e batia uma pra ele, cuspia e continuava masturbando aquela pica enorme, chupava a base do tronco, realmente chupava como se a vida dela dependesse disso. Eu, sem perceber, comecei a ter uma ereção vendo como ela mamava aquele pauzão de Dom Arturo, não aguentei e comecei a me tocar por cima da calça, depois tirei o pau pra me tocar melhor. — Isso, minha menina, deixa ela bem babada e vem, quero ver esses peitões quicando — disse Dom Arturo sentando, e minha namorada começou a se colocar por cima dele enquanto o beijava. "Papai, não cabe tudo, vai com calma, por favor" — Já já Você vai comer tudo isso— "sim, papai, o que você quiser, mas com cuidado, trata bem a sua menina" — Lembra que seu pai te deixou comigo, pra eu ser seu pai quando ele não estivesse por perto, e carne não vai te faltar, meu amor— "me come, papai, me come com força, enfia tudo" "se meu pai visse como você trata a filha dele, como você come ela, com certeza te matava" — Com certeza morreria de inveja de ver que você come melhor que sua mãe, lembra que agora eu sou seu pai e por isso cuido de você, se minha menina quer cock, aqui está o meu— "sim, papai, quero seu cock, quero ele inteiro, me faz sua, sou sua menina, sou sua putinha, me come"
Ver o corpinho da minha namorada sendo perfurado por aquele cock grosso, veiudo e de 22 cm, talvez mais, fez eu gozar mais de duas vezes. Eles continuaram transando, trocavam de posição, ela chupava ele pra meter de novo, de costas, ele por cima, de quatro, transavam e ela gemia sem se importar que eu estava no outro quarto, supostamente dormindo. Já eram quase 5 ou 6 da manhã quando decidi desistir e ir dormir. Quase na mesma hora ouvi um gemido dele e imaginei que tinha gozado. Só espero que tenha sido na boca dela, em cima dela, na bunda ou nos peitos, porque o que me faltava era ela engravidar daquele velho nojento. Nem percebi quando amanheceu, e ela estava lá dormindo do meu lado. Por mais que tentasse disfarçar, dava pra ver a surra de rola que tinha levado. Quando abriu os olhos, percebeu que eu estava olhando pra ela e, sem pensar, me beijou. Foi um beijo muito bom, até que ela se separou de repente e disse: "Poxa, não devia ter te beijado". Perguntei por quê? E ela respondeu: "Por causa do remédio, amor". Levantou e foi tomar banho. Eu fiquei explorando minha boca com a língua e senti algo viscoso. Era sêmen do Dom Artur. E, em vez de cuspir e fazer drama, decidi provar, sentir a textura e saborear. E, sem perceber, já estava com uma ereção. Continua?...
Ver o corpinho da minha namorada sendo perfurado por aquele cock grosso, veiudo e de 22 cm, talvez mais, fez eu gozar mais de duas vezes. Eles continuaram transando, trocavam de posição, ela chupava ele pra meter de novo, de costas, ele por cima, de quatro, transavam e ela gemia sem se importar que eu estava no outro quarto, supostamente dormindo. Já eram quase 5 ou 6 da manhã quando decidi desistir e ir dormir. Quase na mesma hora ouvi um gemido dele e imaginei que tinha gozado. Só espero que tenha sido na boca dela, em cima dela, na bunda ou nos peitos, porque o que me faltava era ela engravidar daquele velho nojento. Nem percebi quando amanheceu, e ela estava lá dormindo do meu lado. Por mais que tentasse disfarçar, dava pra ver a surra de rola que tinha levado. Quando abriu os olhos, percebeu que eu estava olhando pra ela e, sem pensar, me beijou. Foi um beijo muito bom, até que ela se separou de repente e disse: "Poxa, não devia ter te beijado". Perguntei por quê? E ela respondeu: "Por causa do remédio, amor". Levantou e foi tomar banho. Eu fiquei explorando minha boca com a língua e senti algo viscoso. Era sêmen do Dom Artur. E, em vez de cuspir e fazer drama, decidi provar, sentir a textura e saborear. E, sem perceber, já estava com uma ereção. Continua?...
6 comentários - Velho comeu minha mina por ser folgado 2
Por suerte el autor de esto no escribe mal...
Pero no puedo sentir mas que asco por el "protagonista"...igual gracias por el relato