Capítulo 8: Dona Montserrat
Depois das festas de fim de ano, ou seja, o primeiro dia útil do ano para alguns, diria que foi tudo bem normal, claro que pra mim não, porque acordei com a tia Dani, hehehe… Acho que nunca vou me cansar de ver a tia Dani, mesmo no simples processo de começar o dia, o simples fato dela se levantar já torna tudo especial. Cada movimento dela é atraente, que nem dizer vê-la saindo do chuveiro, ou como ela enxuga o corpo, e quando se veste me deixa louco… tudo nela faz meu pau ganhar vida! Tia Dani, claro que ela percebe os efeitos que causa em mim, então de vez em quando me olha e sorri… só isso já faz meu sangue ferver. Hoje não é exceção, então levanto da cama e me aproximo dela, mas dessa vez, não sei por que, ela evita qualquer aproximação amorosa, mesmo sendo cedo e sem movimento na casa.
Enfim, esse dia começou bem normal, apesar de minha tiazinha ter me evitado, claro que eu não desisto fácil… não sei o que me levou a segui-la até a cozinha, talvez fosse seu andar sensual, ou que ao me evitar minha libido não baixou nada a pressão dos meus hormônios, então entrei atrás dela na cozinha onde tomamos café da manhã juntos com vários membros da família, que pra minha surpresa já estavam acordados.
Com a presença deles, foi a hora de continuarmos com os últimos comentários sobre as festas que passaram, enquanto isso, Juan e Francisco se apressaram porque estavam arrumando a bagagem pra viagem de férias deles, já eu, Ani e Isabel ficamos discutindo o que faríamos, decidindo que depois de nos despedirmos deles, nos prepararíamos pra ir ao clube nadar.
Nos despedimos dos Militares e das nossas mães que tinham que ir trabalhar, então logo no começo da manhã fomos pro clube. Estranhamente e ao contrário dos meus desejos tarados, essa saída também não trouxe grandes novidades, já que estávamos no auge do verão do hemisfério sul e por Consequentemente, tinha muita gente circulando pelo clube. Mas jogamos e curtimos a piscina, onde, evitando o olhar do salva-vidas, eu aproveitava para acariciar as curvas das minhas duas parentes, mas nunca surgiu a oportunidade de fazer algo mais. Já no fim da tarde, depois de um almoço à base de sanduíches no clube, e com a desculpa de que ia ver um dos meus antigos amigos, deixei minhas duas "Elfas" tagarelando no clube com outras amigas da Ani e fui pra casa da dona Montserrat com a "santa intenção" de cumprimentá-la e descobrir o que ela queria de mim... A viagem foi longa, pois fui de ônibus, o que me permitiu ver o centro da cidade, apreciar as gostosas de vestidos de verão e como elas ficam lindas com pouca roupa. Chegando na casa da dona Montserrat, quase cruzei na porta com a filha dela, a Montse, e ao vê-la saindo de casa, me esquivei me escondendo num portal perto dali, não queria que ela me visse e começasse um interrogatório que, me conhecendo, sei que não conseguiria responder direito. Ao chegar na casa da dona Montserrat alguns minutos depois, toquei a campainha, ela mesma veio atender e me fez entrar rapidamente.· Yoo: Boa tarde, dona Montserrat.· Dona Montserrat: Boa tarde, entra rápido que não quero que nenhum vizinho fofoqueiro te veja.· Eu: Por quê?· Dona Montserrat: Eles são muito indiscretos· Eu: Tá sozinha?· Dona Montserrat: Sim, as empregadas saíram, passa e senta, quer um refri ou alguma coisa?· Eu: Um refri cairia bem, na rua tá um calorão, como dizem, "tão caindo os patos assados", falei tentando ser engraçado apesar do meu nervosismo.· Dona Montserrat: Olha, Claudio, te chamei porque não quero que você interprete mal; o que rolou entre a gente na sua última visita não vai se repetir. Eu amo meu marido e não quero que a Montse veja que a mãe dela é uma mulher louca ou fácil.· Eu: Nunca pensei nisso, você me parece uma mulher séria e gostosa, não vejo por que…· Dona Montserrat: Não me interrompe, por favor. Já percebi que posso vacilar por necessidades não atendidas; disse ela enquanto se sentava na poltrona e me alcançava um refri. Ou seja, sou uma mulher normal como qualquer outra.· Eu: Claro que você é mulher, mas não como qualquer outra, hehehe.· Dona Montserrat: Você é um puxa-saco, apesar de ser só um moleque.· Eu: Não sou um moleque e entendo, dona Montserrat, que a senhora não queira que a Montse pense mal da senhora, mas não pode negar que a sua necessidade negligenciada não mudou nem desapareceu, senão não estaríamos conversando a sós nesta casa.· Dona Montserrat: Não interprete sua presença como se fosse rolar algo…· Eu: Dona Montserrat, não me entenda mal, é só que eu sei que minhas safadezas agradaram a senhora.· Dona Montserrat: É verdade, mas não podemos fazer o que fizemos…· Eu: Acredite, Dona Montserrat, também não quero que sua figura maternal seja afetada diante da sua filha, falei, parando atrás de onde a senhora estava sentada e coloquei minhas mãos nos seus ombros, completando, mas a senhora não pode negar que eu posso ser a solução para suas necessidades.· Dona Montserrat: Mas eu sou a mãe da Montse, e ela é sua namorada...· Eu: É verdade, ela é uma boa amiga e namorada do meu irmão, mas você me revira tanto quanto eu te reviro, te interrompi· Dona Montserrat: O que você está fazendo? .... conseguiu dizer dona Montserrat, quando eu já descia minhas mãos até colocá-las sobre os peitos empinados por cima do vestido.· Eu: "Algo que eu sei que você vai gostar", falei bem antes de afastar um pedaço do vestido, puxando os peitos dela pra fora sem ainda soltar o fecho do sutiã. Como não teve muita resistência, logo tratei de pegar os peitos dela, liberando eles do sutiã, e comecei a amassar.· Dona Montserrat: —Me solta! —disse ela, levantando-se do sofá e virando-se para me encarar.· Eu: Não dá, falei, me inclinando pra chupar os peitos durinhos dela.
A reação dela, se é que teve, foi bem passiva, então continuei com meu banquete de tetas, puxei o zíper do vestido de verão, deixando ele cair sozinho. Ela me olhava confusa, mas não fazia nada além disso, então deixei ela só de calcinha. Depois peguei a bunda dela, amassando com uma paixão renovada, sendo tudo menos delicado.· Dona Montserrat: Não pode ser, sou mais velha que você… posso ser sua mãe, ela dizia entre suspiros.· Eu: Idade não é desculpa pra não satisfazer as necessidades de alguém e ter um momento gostoso, e com você, mesmo sendo minha mãe, eu faria o mesmo; rebati, sendo totalmente sincero em cada palavra minha.
Ela não resistiu de verdade em momento nenhum, não levei nenhum empurrão ou tapa, ela tava totalmente entregue, apesar das palavras dela dizerem outra coisa… percebi a respiração dela ofegante… sem dizer mais nada, ela sentou na mesma poltrona, aí aproveitei pra me ajoelhar na frente dela, abri as pernas macias dela e me dediquei a chupar aquela buceta como já tinha aprendido muito bem com minhas parentas, puxando a calcinha pro lado e tomando conta dos lábios maiores e menores, parando com dedicação especial e afinco no clitóris dela.
Ela ficou muda e quanto mais eu lambia, mais ela ficava molhada… depois de uns minutos, a buceta da dona Montserrat era um rio de lubrificação… percebi a respiração dela ofegante e como ela pegava nos meus cabelos me incentivando a ir mais fundo na minha ousadia… finalmente, e acho que por pudor, ela gozou soltando um gritinho abafado, na hora me segurando com força pela cabeça e enfiando ela entre as pernas dela, quase me sufocando.
Depois eu peguei ela nos braços, e sem nenhuma resistência, deitei ela no sofá ao lado. Dona Montserrat não dizia nada, só suspirava, se deixava fazer o que eu queria, foi assim que tirei a calcinha dela pra meter meu pau sedento por uma bucetinha sem problemas ou oposição… a buceta quente dela encaixava no meu pau como uma luva… eu sentia cada cantinho do interior dela, o que me excitava cada vez mais.
Comecei uma metida sem freio, enquanto olhava na cara dela, dava pra ver que o olhar lindo dela tava cheio de desejo; acompanhei minha investida no interior dela com uma massagem nos peitos dela que eu tanto gosto e que desde que vi, já queria, claro que também meti a mão na bunda dela que era tão desejável quanto os peitos que me encantavam.
Daí a pouco veio um novo orgasmo pra sensual dona Montserrat, ao ver ela exausta de gozar, tirei minha pica e comecei a passar ela por todo lado, como já era quase meu costume com minhas parentes, o que posso dizer, sou muito tarado… primeiro as orelhas, depois o nariz e os olhos, seguindo pelos lábios e após um pouco de pressão na boca, dona Montserrat mostrou sua pouca experiência nas artes do sexo oral, raspando um pouco minha glande com os dentes, graças a Deus sem causar um grande estrago… depois peguei seus peitos, passando meu amigão pelos mamilos, para depois aquecê-lo com suas lindas massas de carne; começando uma cubana que interrompi só para passar a rola no umbigo antes do grande final. Parei diante do olhar curioso de dona Montserrat, me levantei e tirei de um bolso da minha calça arregaçada um dos meus preservativos extra-deslizantes para dizer:· Eu: Fica de quatro, apoiando as mãos no encosto do sofá, que agora vou tirar sua última virgindade, enquanto eu colocava a camisinha.· Dona Montserrat: O que você quer fazer comigo?, disse ela sem ainda entender o que eu estava pedindo.· Eu: O que vou fazer com essa bunda gostosa dela.· Dona Montserrat: Mas nunca fiz por ali· Eu: Sempre tem uma primeira vez, te garanto que você vai curtir.· Dona Montserrat: Mas ouvi dizer que dói pra caralho.· Eu: No começo, e só se enfiarem com desespero, eu vou fazer devagar.
Sem dizer mais nada, dona Montserrat se posicionou, lambi a bunda dela com minha língua e bastante saliva, e ainda com a camisinha colocada, passei meu pau pela bunda linda dela. Junto com isso, comecei a “dedar” o clitóris dela, pra fazer com que minha manobra fosse bem recebida… Quando considerei que dona Montserrat tava pronta, ou seja, muito excitada, algo que era totalmente evidente, já que ela pedia entre um suspiro e outro que eu metesse… Comecei a penetração anal.
Dona Montserrat, claro, sentiu um pouco de dor, mas nada que superasse o prazer que eu tava dando com minhas mãos e o simples fato de dar o prazer que ela tinha esquecido. Ela mesma começou a rebolar a bunda pra sentir minhas estocadas, comecei a entrar em sintonia com o ritmo dela, então rapidamente montei nela com uma paixão frenética… Até que um novo orgasmo a pegou e ela, sem nenhum controle, gritou quase como uma louca:· Dona Montserrat: Tô gozando... tô gozando!, continua... continua, continua rasgando minha buceta!,... tô gozandooo!, mmm... que maravilha, nunca na minha vida senti algo assim.· Eu: E não vai ser a última, dona Montserrat… não vai ser a última, falei saindo da buceta dela pra acariciar aquele rabo maravilhoso, depois tirei a camisinha e deixei num cinzeiro da mesa de centro, ela sentou e ficou me olhando.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Prefere meu gozo na sua cara, nas suas tetas, ou na boca?· Dona Montserrat: O quê?... eu sou uma dama!, você não pode fazer isso comigo.· Eu: Sei que é uma dama, mas vou gozar em você… escolhe onde! porque já tô gozando.· Dona Montserrat: Nos peitos, disse finalmente dona Montserrat.
Com minha porra na ponta da pica, consegui apontar pra os peitos dela, bem durinhos. A primeira cacetada caiu no sulco que separa eles, a segunda no peito direito e a terceira, num movimento que nem eu esperava, foi na cara dela, pra ser mais exato nos lábios dela, apertando minha cabecinha. As seguintes escorreram pela barriga e pernas dela, ou seja, quase em todo canto.· Dona Montserrat: Olha só como você me deixou, sua safada.· Eu: Chupa pra limpar, falei quase como uma ordem e apertando minha pica contra a boca dela.· Dona Montserrat: Mas…. mmpfhf…. não tão forte…. mmmgfs.· Eu: Você tá mais gostosa do que nunca, afirmei ao vê-la com o rosto e os peitos lambuzados de minha porra.· Dona Montserrat: Não fala isso não, me deixou toda melada e eu tive que limpar sua “coisa”.· Eu: Mas você gostou que a gente fez, né? Diz que sim!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Dona Montserrat: Não era minha intenção fazer isso, disse ela soluçando com as mãos no rosto.· Eu: Não fica assim, que eu sei que não era sua intenção, era só seu desejo e que no fim se realizou.· Dona Montserrat: Sim, mas olha como eu tôpareço uma puta.· Eu: Não parece uma puta, ela tá maravilhosa, e além disso eu curti pra caralho.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Dona Montserrat: Eu… também gostei, disse envergonhada.· Eu: Vamos lá, vamos nos lavar. Peguei ela pela mão e levantei pra ir pro banheiro, do jeito que a gente tava.
Quando cheguei no banheiro do quarto principal, terminei de me despir e nós dois entramos no chuveiro. Ver ela tão cheia de curvas e beleza me deixou excitado de novo; as formas dela — pra não dizer ela toda — eram perfeitas! Sem mais delongas, comecei a acariciar, ou melhor, massagear cada centímetro do corpo dela. Ela correspondeu aos meus carinhos com suavidade, até que nós dois, bem quentes, tivemos mais uma sessão de sexo safado.
Na real, apoiei ela contra a parede do chuveiro, levantei uma das pernas dela com uma mão enquanto enfiava com força e comecei a meter sem controle; ela gemia e dizia que era maravilhoso, pra eu continuar. Pra aumentar o prazer dela, com a mão livre peguei a bunda dela e aumentei a profundidade de cada estocada do meu pau; chegou a hora em que gozei dentro dela uma fração antes de ela sentir um novo orgasmo. Dessa vez, a gente se fundiu num beijo profundo que mostrava que ela era uma mulher apaixonada e que eu tinha deixado ela satisfeita. Depois, entre um carinho e outro, a gente se secou e se vestiu, foi quase como uma brincadeira que ela fez com alegria.· Dona Montserrat: Acho que já é hora de você ir, pode ser que a Montse ou meu marido, que já voltou da viagem, cheguem e nos descubram.· Eu: A senhora tem razão, dona Montserrat, ou posso te chamar de Montserrat?· Dona Montserrat: Depois do que a gente fez, pode até me chamar de putinha, forçando um sorrisinho.· Eu: Nunca chamaria ela de puta.· Dona Montserrat: Pra todo mundo, Tia Montserrat ou Dona Montserrat: ela terminou dizendo, embora na intimidade você possa me chamar de Montserrat, deixando no ar que aquilo não era o fim.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Eu: Beleza, Montserrat.
Depois de vestidos, sentamos na sala que, por ser grande, já não tinha cheiro de sexo. Ela quis falar sobre não sei o quê, mas eu dei uma “franeleada” nela, aproveitando os beijos e carinhos. Mas o tempo passa sem piedade e lá pelas sete ela me pediu pra ir embora.· Eu: Tchau, falei pra ela dando um beijo de língua, a gente se vê mais tarde.· Dona Montserrat: Ainda quer me ver?· Eu: Claro, você é uma mulher maravilhosa.· Dona Montserrat: Você diz isso depois de eu ter mostrado toda a minha falta de experiência, apesar de vinte anos de casada?· Eu: Sim, a experiência se adquire com a prática, cê tá vendo, sou um moleque, mas tenho uma certa experiência sim.· Dona Montserrat: É, você tem mesmo…· Eu: Mas não se preocupa, quero te treinar
Montserrat, dando um beijo nela na porta antes de sair pra ir pra minha casa.
Minha volta pra casa foi cheia de sonhos, pensando nas minhas mulheres… é, já não eram só minhas “parentes”… agora eram “minhas mulheres”! Quando cheguei, me deparei com a surpresa de que a Montse, a filha da minha nova amante, e as outras garotas estavam zoando com os “militares” sobre como estavam acertando os últimos detalhes antes de partir pra aventura. Na verdade, a surpresa era que eles ainda não tinham ido embora, mesmo estando de saída desde de manhã, hahaha.
Cumprimentei elas e entrei na conversa. Logo chegou a hora das visitas irem embora e da gente da casa se juntar pra jantar. Estávamos todos juntos quando, de repente, chegou a tia Dani. Como os “militares” só iam embora no dia seguinte, ela disse que queria mimar o Francisco e pediu uma pequena mudança pra passar a noite.· Tia Dani: Claudio, você vai passar a noite com sua mãe e eu com o Francisco.· Juan: Mas o Claudio pode dormir na cama do Francisco· Tia Dani: Pensei nisso, mas como você vai pegar o carro da Julia e dirigir muitos quilômetros, precisa dormir bem, então sugiro o seguinte: Julia e Claudio no quarto deles, eu e Francisco no quarto de vocês, e você, João, no meu quarto.· Eu: Pra mim não tem problema, posso mimar a mamãe, falei levando o assunto na brincadeira.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não o português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Julia: Mmm, que bom que você não tem problemas com sua mãe, jovenzinho, hahaha, interpretando o duplo sentido impresso nas minhas palavras.· Juan: Que bom pra mim, ótimo, assim não vou ter que aguentar roncos, hahaha· Dani: Beleza, vamos dormir pra todo mundo acordar fresco e sair cedo.
E, de fato, como os militares iam começar a viagem cedo e teriam que dirigir muitos quilômetros, todo mundo foi pra cama cedo. Quando cheguei no quarto que era nosso, que só tinha uma cama, me aproximei da mamãe e, sem mais nem menos, beijei ela, enfiando a língua na boca dela. Ela se deixou levar como uma adolescente, porque desde a conversa anterior já se imaginava sendo empada por mim, o que claramente ia rolar.
Comecei a despir ela sem cerimônia ou cuidado, rasgando um pouco a blusa de executiva linda da mamãe, onde dava pra adivinhar os peitos e os bicos duros. Levantei o sutiã por cima dos peitos febris pra chupar eles com paixão; enquanto eu fazia isso, ela desabotoou a saia e puxou a calcinha pra baixo. Com um convite desses, não hesitei em meter a mão e começar a masturbar ela. Foi assim que a mamãe Júlia virou um rio de lubrificação vaginal.
Ninguém falava nada, só suspirávamos e gemíamos; estávamos agindo como amantes desesperados. Até que, seguindo meus costumes, peguei ela pelo rabo, levantei e apoiei contra uma das paredes do quarto, enfiei meu pau até o fundo. Ela soltou um gritinho abafado ao ser penetrada com tanta fúria sem estar totalmente preparada. Comecei a mover ela com frenesi enquanto ela me prendia com as pernas nas minhas costas. Apesar de a posição ser cansativa, não parei até tirar o primeiro orgasmo dela. Com a respiração ofegante, ela baixou as pernas no chão, apertando meu pau, o que doeu um pouco.· Eu: Ayy…cuidado, mamãe.· Julia: Desculpa, meu bem, machuquei seu amiguinho?· Eu: Um pouco, hehehe, vou me vingar na sua bucetinha, falei.· Julia: Você vai me arrebentar a bunda de vingança.· Eu: Sim, mãe, vou deixar como um piscinão de pato pra você.
Peguei na mão dela pra levar pra cama e colocar de quatro, cuspi na bunda dela e enfiei um dos meus quase mágicos preservativos ultra-deslizantes e comecei a meter a pica no cu dela. Devo dizer que já não custa muito pra ela receber meu pau, em grande parte graças à descoberta dos preservativos deslizantes. Mamãe se deixava levar pelo vai e vem desenfreado que eu imprimia enquanto também a "dedava" — era minha receita pra todas as gostosas que eu comia terem uns orgasmos daqueles.
Enquanto segurava a cintura dela com uma mão, ela interrompeu esse processo delirante, tirou minha mão da bucetinha dela pra substituir pela dela, e me pediu pra amassar os peitos dela, alternando essa massagem com carícias na bunda dela. Depois de um tempo, minha calentura já tava no limite e, segurando os quadris dela com as duas mãos, acelerei o ritmo; mamãe se derreteu de novo debaixo do meu pau, explodindo num orgasmo enorme, onde teve que abafar o grito de prazer ao gozar — não podíamos causar alarme na casa. Eu ainda não tinha gozado, mas as contrações orgásmicas da mamãe me levaram a uma gozada com os restos de porra que ainda tinham em mim.· Eu: Onde eu gooozooo, mamãe? perguntei tirando a camisinha.· Julia: Na minha boca!, ela respondeu sem hesitar.· Eu: Vou gozar… vou…!, enfiando minha rola na boca da mamãe, pra dar pra ela a pouca porra que ainda tinha naquele dia.
Depois dessa sessão de sexo cheia de tesão, estávamos exaustos, principalmente eu, então fomos dormir pra encarar no dia seguinte a saída dos “Militares”.
Ao amanhecer, acordei com um sonho estranho, era como se eu estivesse comendo a Flo, minha prima que ainda não conhecia, mas aí percebo que a culpada pelo meu sonho é a mamãe, que tá chupando meu pau e, ao me ver acordado, diz:· Julia: Você gosta do seu doce despertar, meu menininho?· Eu: Adoro, mas mais ainda adoraria que você me cavalgasse.· Julia: Encantada, vejo que você acordou com vontade,· Eu: Por você sempre, mãe.
Vejo ela se erguendo, que linda é minha mãe! Os peitos dela são uns melões perfeitos, doces e desejáveis, a cintura dela é marcada como a de um violão, acaricio as pernas dela, macias como seda, quando ela monta em mim, e enfiando no meu pau começa uma cavalgada intensa em cima de mim, não consigo explicar, mas ela é pura sensualidade... além disso, acho que ela não tem mais nenhum bloqueio moral na entrega dela, por isso age tão puta quanto a tia Dani.· Eu: "Que gostosa você tá, mamãe", falo enquanto pego seus peitos e os amasso, alternando com a bunda linda dela, percorrendo o caminho da cintura.· Mamãe Júlia: Cê tá gostando do jeito que eu faço?· Eu: Adoro, mamãe, sentir dentro de você é impossível de descrever.· Mamãe Júlia: Mmmm… você… me preenche tanto… adoro sentir você dentro de mim
A cavalgada dela fica cada vez mais intensa, tanto que já não consigo resistir ao ritmo alucinante, a cavalgada febril da mamãe no meu pau é quase mortal e eu digo pra ela:· Eu: Se continuar assim, vou gozar… mamãe.· Julia: Mmmm é que você é muito gostoso, não consigo parar.· Eu: Mamãe, vou gozaaaar, vou gozar, não aguento mais!· Julia: Aguenta um pouquinho… mmm só mais um pouco… eu também tô quase gozando.· Eu: Mamãe, vou gozar, não sei se aguento, falei antes de encher ela de porra.· Julia: Mmmm…..eu também, pega nos meus peitos e aperta eles, vai….ahhhh, tô gozandooo
Finalmente, fazendo um puta esforço pra não gozar antes da hora, consegui me sincronizar com a mamãe. Quando ela terminou de gozar, se largou em cima de mim, exausta do orgasmo violento dela. Ou seja, os dois ficamos moídos na cama, respirando pesado, sem forças. Depois de um tempo pra nos recuperar, levantamos e fomos pro chuveiro. Tava ensaboando ela quando o sabão caiu — na real, eu deixei cair de propósito — e falo pra mamãe:· Eu: Mãe, pega o sabonete aí, por favor.· Julia: Cê acha que eu sou burra, já sei quais são suas intenções, seu malvado.· Eu: Se você sabe, devia pegar o sabonete.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Julia: Pensando bem, é verdade.
Mamãe com um sorriso malicioso se abaixa, enquanto eu, com meu pau cheio de xampu, coloco ele na bunda dela e, acariciando a bucetinha, vou enfiando devagar. A essa altura, a bunda da mamãe já está moldada no meu pau e ela nem reclama, só ouço ela suspirar docemente quando acaricio o clitóris dela, pra começar uma metida e tirada lenta.· Eu: Cê curte a Mamãe?· Julia: Mmmm, sim, mas quando a gente estiver nessa, não me chama de mamãe, só Julia.· Eu: Cê gosta que eu te coma, Julia? Enquanto não parava de passar a mão nela toda, alternando entre o clitóris, os peitos e as bundas.· Julia: Poderia me acostumar com isso, mmmm…. tá…tá muito bom… só amassa meus peitos, que eu cuido do meu botãozinho de prazer…· Eu: Bom, mãe… de qualquer forma, também adoro arrebentar essa sua buceta, Júlia, adoro te foder gostoso, Júlia, voltando a usar Júlia no lugar de mãe.· Julia: Siimmm!, eu também adoro, continua... continnnaaa... que eu tô gozandooo.· Eu: Mmma… Julia… Julia, eu também… tô gozandooooo.· Dani: Parece que vocês estão se divertindo com a brincadeira, disse Dani
Que entrou no banheiro de repente, nos dando um susto daqueles, bem na hora em que estávamos gozando pra caralho, causando uma sensação nova, mistura de susto e prazer.· Julia: Daniii! Que susto, quase me mata do coração, reclamou.· Eu: Sim, quase me matou também.· Dani: Julia, quem tá te metendo a pica é esse safado, hahaha· Julia: O que você tá fazendo aqui?· Dani: Você esquece que é meu quarto e meu banheiro, precisava de algumas coisas e vim.· Eu: Quer participar?· Dani: Adoraria participar, mas acho que é melhor a gente levantar e se despedir dos viajantes que já acordaram.· Eu: Que pena, você tá muito gostosa essa manhã.· Dani: Valeu pelo elogio, a gente vê isso mais pra frente.
A manhã começou devagar pra mim, mas a viagem iminente acelerou tudo, chegou a hora das despedidas. As tias da casa choraram e deram todo tipo de recomendações. Juan lembrou a gente de cuidar da Montse e da Biocha. Depois dos abraços e votos de boa viagem, Juan entrou no carro, ligou o motor e foi embora todo feliz.
Depois de vê-los partir, voltamos pra casa, que voltou ao "normal". As adultas foram trabalhar e a gente, os adolescentes, ficou vendo TV, mesmo sendo um tédio naquela hora, já que só passava programa pra dona de casa. Depois de um tempo, Ani vira pra gente e fala:· Ani: Tô entediada, a gente podia fazer algo mais divertido.· Isabel: O que você sugere?· Ani: A gente podia se aproveitar do Claudio, disse com um sorriso safado.· Isabel: Você e seus pensamentos tarados.· Eu: Pra mim, sem problema, respondi.
Ani se levantou do lugar e, montando em cima de mim, começou um amasso épico comigo. Eu, nem besta nem lerdo, peguei ela pela bunda e apertei com muita vontade, enquanto a Isa olhava bestificada, se levantava e falava pra gente:· Isa: Acho que vou deixar vocês dois sozinhos, porque não curto triângulos amorosos.· Eu: Mas Isa, também gostaria que você participasse, falei, sem querer machucar minha irmã.· Isa: Depois a gente fala, vou ficar no meu quarto.· Ani: Vamos, Claudito, deixa ela ir, que ela tá no supercio.· Eu: O quê?· Ani: Ela tá de chico e talvez não esteja em condições de participar.· Eu: É verdade, Isa?· Isa: É, divirtam-se, tchau.
Comecei a tirar o vestido da Ani, notei que ela usava um conjunto de sutiã e calcinha combinando, bege, com rendas muito bonitas, que ajustava e segurava perfeitamente o corpo escultural dela. Essa visão me esquentou ainda mais do que eu imaginava, então comecei a chupar os peitos dela por cima do sutiã, puxando o tecido o máximo que podia para descobrir os gostosos mamilos da Ani, sugando eles como um bebê. Que delícia de mulher!, pensei. Depois, soltei o sutiã dela para amassar aqueles peitos lindos enquanto os chupava com paixão.
Por sua vez, a Ani estava adorando ter os peitos chupados, então começou a acariciar minha cabeça, fazendo carinhos no meu cabelo e me apertando contra o peito dela. De repente, ela desceu uma mão até minha piroca dura e começou a acariciar por cima do short que eu vestia, abriu o laço da cintura e enfiou a mão lá dentro. O amasso ficava mais intenso à medida que a excitação dos dois aumentava. Com que paixão a gente tentava se fundir um no outro, até que, num instante de puro tesão, sussurrei no ouvido dela:· Eu: Quero meter em você… quero que você seja minha.· Ani: Mas a Isabel vai falar o quê?, rebateu.· Eu: Nada, agora não pode participar disso, e eu te quero, preciso de você.· Ani: Você me quer de verdade?· Eu: Sim, de todo coração, você é a mulher que eu mais quero e desejo entre todas, respondi enquanto acariciava a bucetinha e a bunda dela.· Ani: Quem são todas essas?, perguntou surpresa.· Eu: Bom, Isa, respondi pego num vacilo durante o diálogo apaixonado.· Ani: Isa não é "as outras", me fala! Ou não vai rolar mais nada entre a gente. Ela disse, parando de me acariciar. Me fala!!!, tô falando sério, repetiu com raiva.· Eu: É que você vai ficar brava se eu te contar.· Ani: Olha, agora vou ficar puta, mas depois passa. Se você não me contar, vou ficar furiosa e não vou deixar você me tocar nunca mais.
Diante dessa ameaça, nem pensei duas vezes, tinha que contar, mas em troca precisava de uma garantia de que depois da minha confissão ela não me matasse, nem falasse nunca mais. Então pedi:· Eu: Jura que não vai ficar puta.· Ani: Juro por Deus, agora responde quem são as outras.· Eu: Bom, tá a Isa…· Ani: Responde, Isa, eu já sei e aceito, me diz quais são as outras e o que você fez com elas?, ela insistiu, aprofundando no assunto.· Eu: Beleza… Tá a Isa, minha mãe, dona Montserrat e sua mãe.· Ani: Que porra é essa, você comeu minha mãe e a sua?, empurrando ele pra trás e tirando as mãos dele do corpo dela· Eu: Sim… mas elas precisavam disso… foi por uma boa causa, me desculpei.· Ani: Que causa boa, porra?! Você é um degenerado!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Mas, Ani! Você jurou que não ia ficar brava.· Ani: Não… Jurei que não ia ficar puta e que você nunca mais ia poder me tocar.· Eu: Me perdoa, só você é meu amor, só você eu amo, me perdoa.· Ani: Também te amo, mas não posso aceitar que você "coma" minha mãe, a sua e a da Montse ainda por cima. Preciso superar o choque, pensar e talvez consiga te perdoar. Agora me deixa.· Eu: Cê não vai contar pra Isa, vai?· Ani: Não, porque se você quer que eu te perdoe, você mesmo vai ter que dizer.· Eu: Mas como é que eu vou falar pra ela?· Ani: Não me importa como você vai falar pra ela, mas se não fizer, pode esquecer de mim.· Eu: Tá bom, vou falar…· Ani: Tá bom, vai lá e fala pra ela.· Eu: Mas você tem que me dar tempo.· Ani: Pra isso, Claudinho do meu coração, não tem tempo, é agora ou nunca mais você vai ter nada comigo, disse com raiva e sarcasmo.· Eu: Então se eu disser agora, você vai me perdoar.· Ani: Não vem com manipulação, se você contar pra ela agora, eu vou considerar um perdão, senão nem penso nisso e tudo entre a gente vai acabar.
Sem conseguir segurar minha confissão pra Isa e com os olhos ardendo, quase chorando, me levantei arrumando a roupa, e quando achei que tava pronto o suficiente, fui pro quarto das minas, deixando uma Ani puta da vida se vestindo na sala. Bati na porta do quarto antes de entrar e falei:· Eu: Isa, posso passar aí pra te contar uma parada que preciso te dizer.· Isa: Agora não, maninho, não tô a fim.· Eu: Mas preciso te falar uma coisa que é difícil de dizer e mais difícil ainda de explicar.· Isa: Tá bom, deixa pra lá.· Eu: Beleza, valeu…· Isa: Por que essa cara e o que você tem pra me dizer? Aconteceu alguma coisa com a Ani? — disse Isa com cara de preocupada.· Eu: É que a Ani me falou que eu tinha que te contar uma parada muito grave, e que se eu não contasse, ela nunca me perdoaria.· Isa: O que é tão terrível que você tem que me contar? Ah não!, você engravidou ela!?· Eu: Não, nada disso. É que quando eu confessei pra Ani que ela é a que eu mais quero entre todas as mulheres que já peguei… ela me obrigou a contar quais eram as outras "todas" e eu falei.· Isa: Tipo eu.· Eu: É que não é só você.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Isa: Bom, deve ter alguma da escola, mas isso não me importa e não é tão grave assim.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
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Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Eu: É que elas não são da escola…· Isa: Então me diga quais eram as outras todas, disse com absoluta calma.· Eu: São a tia Dani, a mãe e a dona Montserrat, a mãe da namorada do João.· Isa: Elas!?, você é um sátiro, mmmmm…. Uai! Também dona Montserrat? perguntou meio incrédula e sem mencionar a mamãe e a tia Julia.· Eu: Não tá surpreso? Me diz uma coisa, também vai ficar puto comigo?· Isa: Conhecendo você como eu conheço agora, não conseguiria ficar puto contigo, porque já faz tempo que sua sexualidade tá mais que acordada e eu sabia que não era... como diria meu professor de latim? Ah, sim! "Prima inter pares" ou em português "a primeira entre iguais".· Eu: Cê não tá nem aí que eu peguei a mamãe e a tia Dani!?· Isa: Não curto não, mas já desconfiava faz tempo que algo tinha rolado com elas, com essas mudanças de humor tão notórias, pareciam contentes, borbulhantes. Sei lá, tava vendo elas bem satisfeitas e também suspeitava que o culpado era você… só tá me confirmando agora e, sinceramente, elas são adultas e prefiro que seja você quem come elas do que um babaca qualquer, completou com uma linguagem coloquial que nunca tinha usado antes.· Eu: Valeu por entender, você é foda. Isa, você levou numa boa, fiquei surpreso com a lógica da minha irmã.· Isa: O que me surpreende é que você tenha conseguido se envolver com todas as senhoras mais velhas, hahaha, isso não deixa de ser curioso. Por outro lado, eu entendo elas, porque já provaram do sexo e, já que passaram por uma seca prolongada como é o caso da tia Dani e da mamãe… Aliás, é bom que elas aproveitem um pouco, sinceramente acho que você as faz felizes. Além disso, você me explicou o motivo da mudança de humor delas, de ruim para bom, mas agora ficou claro pra mim… No caso da dona Montserrat, não entendo muito bem, mas pode ser algo parecido com as “velhas loucas” daqui, hahaha, e que ela também precisava da dose de “amiguinho” — disse com um sorriso pela metade.· Eu: Isa, cê não ficou puta mesmo? Tô surpreso com sua atitude, totalmente oposta à da Ani.· Isa: Não, como te falei, não sou o amor da sua vida e elas também não, como eu acredito que a Ani é. De qualquer forma, você precisa me prometer uma coisa muito importante.· Eu: Que porra é essa?· Isa: Nunca se meta com uma desconhecida, por mais gostosa que ela seja! E se for meter com uma conhecida, que não seja a gente ou nossas mães, sempre de camisinha.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Prometido. Você vai me ajudar com a Ani?· Isa: Se eu vou te ajudar com a minha maior rival, hahaha.· Eu: Sua rival?· Isa: Sim, minha rival· Eu: Por que você tá falando isso?· Isa: Porque eu também te amo e te desejo como homem, mesmo que eu tenha que aceitar isso, porque preciso dela pra poder ficar com você.· Eu: "Como assim?", falei sem entender completamente o significado do que minha irmã disse.· Isa: Pra poder ficar nos seus braços sem a oposição da sociedade e de praticamente toda a família, a Ani é a melhor cortina de fumaça, porque se ela fosse sua namorada, mesmo que não seja totalmente bem visto, por ser sua prima, é bem mais aceito pela sociedade do que se fosse eu. Isso não seria condenado pela sociedade… então, se eu ficar do lado dela e ela for
Depois das festas de fim de ano, ou seja, o primeiro dia útil do ano para alguns, diria que foi tudo bem normal, claro que pra mim não, porque acordei com a tia Dani, hehehe… Acho que nunca vou me cansar de ver a tia Dani, mesmo no simples processo de começar o dia, o simples fato dela se levantar já torna tudo especial. Cada movimento dela é atraente, que nem dizer vê-la saindo do chuveiro, ou como ela enxuga o corpo, e quando se veste me deixa louco… tudo nela faz meu pau ganhar vida! Tia Dani, claro que ela percebe os efeitos que causa em mim, então de vez em quando me olha e sorri… só isso já faz meu sangue ferver. Hoje não é exceção, então levanto da cama e me aproximo dela, mas dessa vez, não sei por que, ela evita qualquer aproximação amorosa, mesmo sendo cedo e sem movimento na casa.
Enfim, esse dia começou bem normal, apesar de minha tiazinha ter me evitado, claro que eu não desisto fácil… não sei o que me levou a segui-la até a cozinha, talvez fosse seu andar sensual, ou que ao me evitar minha libido não baixou nada a pressão dos meus hormônios, então entrei atrás dela na cozinha onde tomamos café da manhã juntos com vários membros da família, que pra minha surpresa já estavam acordados.
Com a presença deles, foi a hora de continuarmos com os últimos comentários sobre as festas que passaram, enquanto isso, Juan e Francisco se apressaram porque estavam arrumando a bagagem pra viagem de férias deles, já eu, Ani e Isabel ficamos discutindo o que faríamos, decidindo que depois de nos despedirmos deles, nos prepararíamos pra ir ao clube nadar.
Nos despedimos dos Militares e das nossas mães que tinham que ir trabalhar, então logo no começo da manhã fomos pro clube. Estranhamente e ao contrário dos meus desejos tarados, essa saída também não trouxe grandes novidades, já que estávamos no auge do verão do hemisfério sul e por Consequentemente, tinha muita gente circulando pelo clube. Mas jogamos e curtimos a piscina, onde, evitando o olhar do salva-vidas, eu aproveitava para acariciar as curvas das minhas duas parentes, mas nunca surgiu a oportunidade de fazer algo mais. Já no fim da tarde, depois de um almoço à base de sanduíches no clube, e com a desculpa de que ia ver um dos meus antigos amigos, deixei minhas duas "Elfas" tagarelando no clube com outras amigas da Ani e fui pra casa da dona Montserrat com a "santa intenção" de cumprimentá-la e descobrir o que ela queria de mim... A viagem foi longa, pois fui de ônibus, o que me permitiu ver o centro da cidade, apreciar as gostosas de vestidos de verão e como elas ficam lindas com pouca roupa. Chegando na casa da dona Montserrat, quase cruzei na porta com a filha dela, a Montse, e ao vê-la saindo de casa, me esquivei me escondendo num portal perto dali, não queria que ela me visse e começasse um interrogatório que, me conhecendo, sei que não conseguiria responder direito. Ao chegar na casa da dona Montserrat alguns minutos depois, toquei a campainha, ela mesma veio atender e me fez entrar rapidamente.· Yoo: Boa tarde, dona Montserrat.· Dona Montserrat: Boa tarde, entra rápido que não quero que nenhum vizinho fofoqueiro te veja.· Eu: Por quê?· Dona Montserrat: Eles são muito indiscretos· Eu: Tá sozinha?· Dona Montserrat: Sim, as empregadas saíram, passa e senta, quer um refri ou alguma coisa?· Eu: Um refri cairia bem, na rua tá um calorão, como dizem, "tão caindo os patos assados", falei tentando ser engraçado apesar do meu nervosismo.· Dona Montserrat: Olha, Claudio, te chamei porque não quero que você interprete mal; o que rolou entre a gente na sua última visita não vai se repetir. Eu amo meu marido e não quero que a Montse veja que a mãe dela é uma mulher louca ou fácil.· Eu: Nunca pensei nisso, você me parece uma mulher séria e gostosa, não vejo por que…· Dona Montserrat: Não me interrompe, por favor. Já percebi que posso vacilar por necessidades não atendidas; disse ela enquanto se sentava na poltrona e me alcançava um refri. Ou seja, sou uma mulher normal como qualquer outra.· Eu: Claro que você é mulher, mas não como qualquer outra, hehehe.· Dona Montserrat: Você é um puxa-saco, apesar de ser só um moleque.· Eu: Não sou um moleque e entendo, dona Montserrat, que a senhora não queira que a Montse pense mal da senhora, mas não pode negar que a sua necessidade negligenciada não mudou nem desapareceu, senão não estaríamos conversando a sós nesta casa.· Dona Montserrat: Não interprete sua presença como se fosse rolar algo…· Eu: Dona Montserrat, não me entenda mal, é só que eu sei que minhas safadezas agradaram a senhora.· Dona Montserrat: É verdade, mas não podemos fazer o que fizemos…· Eu: Acredite, Dona Montserrat, também não quero que sua figura maternal seja afetada diante da sua filha, falei, parando atrás de onde a senhora estava sentada e coloquei minhas mãos nos seus ombros, completando, mas a senhora não pode negar que eu posso ser a solução para suas necessidades.· Dona Montserrat: Mas eu sou a mãe da Montse, e ela é sua namorada...· Eu: É verdade, ela é uma boa amiga e namorada do meu irmão, mas você me revira tanto quanto eu te reviro, te interrompi· Dona Montserrat: O que você está fazendo? .... conseguiu dizer dona Montserrat, quando eu já descia minhas mãos até colocá-las sobre os peitos empinados por cima do vestido.· Eu: "Algo que eu sei que você vai gostar", falei bem antes de afastar um pedaço do vestido, puxando os peitos dela pra fora sem ainda soltar o fecho do sutiã. Como não teve muita resistência, logo tratei de pegar os peitos dela, liberando eles do sutiã, e comecei a amassar.· Dona Montserrat: —Me solta! —disse ela, levantando-se do sofá e virando-se para me encarar.· Eu: Não dá, falei, me inclinando pra chupar os peitos durinhos dela.
A reação dela, se é que teve, foi bem passiva, então continuei com meu banquete de tetas, puxei o zíper do vestido de verão, deixando ele cair sozinho. Ela me olhava confusa, mas não fazia nada além disso, então deixei ela só de calcinha. Depois peguei a bunda dela, amassando com uma paixão renovada, sendo tudo menos delicado.· Dona Montserrat: Não pode ser, sou mais velha que você… posso ser sua mãe, ela dizia entre suspiros.· Eu: Idade não é desculpa pra não satisfazer as necessidades de alguém e ter um momento gostoso, e com você, mesmo sendo minha mãe, eu faria o mesmo; rebati, sendo totalmente sincero em cada palavra minha.
Ela não resistiu de verdade em momento nenhum, não levei nenhum empurrão ou tapa, ela tava totalmente entregue, apesar das palavras dela dizerem outra coisa… percebi a respiração dela ofegante… sem dizer mais nada, ela sentou na mesma poltrona, aí aproveitei pra me ajoelhar na frente dela, abri as pernas macias dela e me dediquei a chupar aquela buceta como já tinha aprendido muito bem com minhas parentas, puxando a calcinha pro lado e tomando conta dos lábios maiores e menores, parando com dedicação especial e afinco no clitóris dela.
Ela ficou muda e quanto mais eu lambia, mais ela ficava molhada… depois de uns minutos, a buceta da dona Montserrat era um rio de lubrificação… percebi a respiração dela ofegante e como ela pegava nos meus cabelos me incentivando a ir mais fundo na minha ousadia… finalmente, e acho que por pudor, ela gozou soltando um gritinho abafado, na hora me segurando com força pela cabeça e enfiando ela entre as pernas dela, quase me sufocando.
Depois eu peguei ela nos braços, e sem nenhuma resistência, deitei ela no sofá ao lado. Dona Montserrat não dizia nada, só suspirava, se deixava fazer o que eu queria, foi assim que tirei a calcinha dela pra meter meu pau sedento por uma bucetinha sem problemas ou oposição… a buceta quente dela encaixava no meu pau como uma luva… eu sentia cada cantinho do interior dela, o que me excitava cada vez mais.
Comecei uma metida sem freio, enquanto olhava na cara dela, dava pra ver que o olhar lindo dela tava cheio de desejo; acompanhei minha investida no interior dela com uma massagem nos peitos dela que eu tanto gosto e que desde que vi, já queria, claro que também meti a mão na bunda dela que era tão desejável quanto os peitos que me encantavam.
Daí a pouco veio um novo orgasmo pra sensual dona Montserrat, ao ver ela exausta de gozar, tirei minha pica e comecei a passar ela por todo lado, como já era quase meu costume com minhas parentes, o que posso dizer, sou muito tarado… primeiro as orelhas, depois o nariz e os olhos, seguindo pelos lábios e após um pouco de pressão na boca, dona Montserrat mostrou sua pouca experiência nas artes do sexo oral, raspando um pouco minha glande com os dentes, graças a Deus sem causar um grande estrago… depois peguei seus peitos, passando meu amigão pelos mamilos, para depois aquecê-lo com suas lindas massas de carne; começando uma cubana que interrompi só para passar a rola no umbigo antes do grande final. Parei diante do olhar curioso de dona Montserrat, me levantei e tirei de um bolso da minha calça arregaçada um dos meus preservativos extra-deslizantes para dizer:· Eu: Fica de quatro, apoiando as mãos no encosto do sofá, que agora vou tirar sua última virgindade, enquanto eu colocava a camisinha.· Dona Montserrat: O que você quer fazer comigo?, disse ela sem ainda entender o que eu estava pedindo.· Eu: O que vou fazer com essa bunda gostosa dela.· Dona Montserrat: Mas nunca fiz por ali· Eu: Sempre tem uma primeira vez, te garanto que você vai curtir.· Dona Montserrat: Mas ouvi dizer que dói pra caralho.· Eu: No começo, e só se enfiarem com desespero, eu vou fazer devagar.
Sem dizer mais nada, dona Montserrat se posicionou, lambi a bunda dela com minha língua e bastante saliva, e ainda com a camisinha colocada, passei meu pau pela bunda linda dela. Junto com isso, comecei a “dedar” o clitóris dela, pra fazer com que minha manobra fosse bem recebida… Quando considerei que dona Montserrat tava pronta, ou seja, muito excitada, algo que era totalmente evidente, já que ela pedia entre um suspiro e outro que eu metesse… Comecei a penetração anal.
Dona Montserrat, claro, sentiu um pouco de dor, mas nada que superasse o prazer que eu tava dando com minhas mãos e o simples fato de dar o prazer que ela tinha esquecido. Ela mesma começou a rebolar a bunda pra sentir minhas estocadas, comecei a entrar em sintonia com o ritmo dela, então rapidamente montei nela com uma paixão frenética… Até que um novo orgasmo a pegou e ela, sem nenhum controle, gritou quase como uma louca:· Dona Montserrat: Tô gozando... tô gozando!, continua... continua, continua rasgando minha buceta!,... tô gozandooo!, mmm... que maravilha, nunca na minha vida senti algo assim.· Eu: E não vai ser a última, dona Montserrat… não vai ser a última, falei saindo da buceta dela pra acariciar aquele rabo maravilhoso, depois tirei a camisinha e deixei num cinzeiro da mesa de centro, ela sentou e ficou me olhando.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Prefere meu gozo na sua cara, nas suas tetas, ou na boca?· Dona Montserrat: O quê?... eu sou uma dama!, você não pode fazer isso comigo.· Eu: Sei que é uma dama, mas vou gozar em você… escolhe onde! porque já tô gozando.· Dona Montserrat: Nos peitos, disse finalmente dona Montserrat.
Com minha porra na ponta da pica, consegui apontar pra os peitos dela, bem durinhos. A primeira cacetada caiu no sulco que separa eles, a segunda no peito direito e a terceira, num movimento que nem eu esperava, foi na cara dela, pra ser mais exato nos lábios dela, apertando minha cabecinha. As seguintes escorreram pela barriga e pernas dela, ou seja, quase em todo canto.· Dona Montserrat: Olha só como você me deixou, sua safada.· Eu: Chupa pra limpar, falei quase como uma ordem e apertando minha pica contra a boca dela.· Dona Montserrat: Mas…. mmpfhf…. não tão forte…. mmmgfs.· Eu: Você tá mais gostosa do que nunca, afirmei ao vê-la com o rosto e os peitos lambuzados de minha porra.· Dona Montserrat: Não fala isso não, me deixou toda melada e eu tive que limpar sua “coisa”.· Eu: Mas você gostou que a gente fez, né? Diz que sim!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Dona Montserrat: Não era minha intenção fazer isso, disse ela soluçando com as mãos no rosto.· Eu: Não fica assim, que eu sei que não era sua intenção, era só seu desejo e que no fim se realizou.· Dona Montserrat: Sim, mas olha como eu tôpareço uma puta.· Eu: Não parece uma puta, ela tá maravilhosa, e além disso eu curti pra caralho.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Dona Montserrat: Eu… também gostei, disse envergonhada.· Eu: Vamos lá, vamos nos lavar. Peguei ela pela mão e levantei pra ir pro banheiro, do jeito que a gente tava.
Quando cheguei no banheiro do quarto principal, terminei de me despir e nós dois entramos no chuveiro. Ver ela tão cheia de curvas e beleza me deixou excitado de novo; as formas dela — pra não dizer ela toda — eram perfeitas! Sem mais delongas, comecei a acariciar, ou melhor, massagear cada centímetro do corpo dela. Ela correspondeu aos meus carinhos com suavidade, até que nós dois, bem quentes, tivemos mais uma sessão de sexo safado.
Na real, apoiei ela contra a parede do chuveiro, levantei uma das pernas dela com uma mão enquanto enfiava com força e comecei a meter sem controle; ela gemia e dizia que era maravilhoso, pra eu continuar. Pra aumentar o prazer dela, com a mão livre peguei a bunda dela e aumentei a profundidade de cada estocada do meu pau; chegou a hora em que gozei dentro dela uma fração antes de ela sentir um novo orgasmo. Dessa vez, a gente se fundiu num beijo profundo que mostrava que ela era uma mulher apaixonada e que eu tinha deixado ela satisfeita. Depois, entre um carinho e outro, a gente se secou e se vestiu, foi quase como uma brincadeira que ela fez com alegria.· Dona Montserrat: Acho que já é hora de você ir, pode ser que a Montse ou meu marido, que já voltou da viagem, cheguem e nos descubram.· Eu: A senhora tem razão, dona Montserrat, ou posso te chamar de Montserrat?· Dona Montserrat: Depois do que a gente fez, pode até me chamar de putinha, forçando um sorrisinho.· Eu: Nunca chamaria ela de puta.· Dona Montserrat: Pra todo mundo, Tia Montserrat ou Dona Montserrat: ela terminou dizendo, embora na intimidade você possa me chamar de Montserrat, deixando no ar que aquilo não era o fim.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Eu: Beleza, Montserrat.
Depois de vestidos, sentamos na sala que, por ser grande, já não tinha cheiro de sexo. Ela quis falar sobre não sei o quê, mas eu dei uma “franeleada” nela, aproveitando os beijos e carinhos. Mas o tempo passa sem piedade e lá pelas sete ela me pediu pra ir embora.· Eu: Tchau, falei pra ela dando um beijo de língua, a gente se vê mais tarde.· Dona Montserrat: Ainda quer me ver?· Eu: Claro, você é uma mulher maravilhosa.· Dona Montserrat: Você diz isso depois de eu ter mostrado toda a minha falta de experiência, apesar de vinte anos de casada?· Eu: Sim, a experiência se adquire com a prática, cê tá vendo, sou um moleque, mas tenho uma certa experiência sim.· Dona Montserrat: É, você tem mesmo…· Eu: Mas não se preocupa, quero te treinar
Montserrat, dando um beijo nela na porta antes de sair pra ir pra minha casa.
Minha volta pra casa foi cheia de sonhos, pensando nas minhas mulheres… é, já não eram só minhas “parentes”… agora eram “minhas mulheres”! Quando cheguei, me deparei com a surpresa de que a Montse, a filha da minha nova amante, e as outras garotas estavam zoando com os “militares” sobre como estavam acertando os últimos detalhes antes de partir pra aventura. Na verdade, a surpresa era que eles ainda não tinham ido embora, mesmo estando de saída desde de manhã, hahaha.
Cumprimentei elas e entrei na conversa. Logo chegou a hora das visitas irem embora e da gente da casa se juntar pra jantar. Estávamos todos juntos quando, de repente, chegou a tia Dani. Como os “militares” só iam embora no dia seguinte, ela disse que queria mimar o Francisco e pediu uma pequena mudança pra passar a noite.· Tia Dani: Claudio, você vai passar a noite com sua mãe e eu com o Francisco.· Juan: Mas o Claudio pode dormir na cama do Francisco· Tia Dani: Pensei nisso, mas como você vai pegar o carro da Julia e dirigir muitos quilômetros, precisa dormir bem, então sugiro o seguinte: Julia e Claudio no quarto deles, eu e Francisco no quarto de vocês, e você, João, no meu quarto.· Eu: Pra mim não tem problema, posso mimar a mamãe, falei levando o assunto na brincadeira.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não o português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Julia: Mmm, que bom que você não tem problemas com sua mãe, jovenzinho, hahaha, interpretando o duplo sentido impresso nas minhas palavras.· Juan: Que bom pra mim, ótimo, assim não vou ter que aguentar roncos, hahaha· Dani: Beleza, vamos dormir pra todo mundo acordar fresco e sair cedo.
E, de fato, como os militares iam começar a viagem cedo e teriam que dirigir muitos quilômetros, todo mundo foi pra cama cedo. Quando cheguei no quarto que era nosso, que só tinha uma cama, me aproximei da mamãe e, sem mais nem menos, beijei ela, enfiando a língua na boca dela. Ela se deixou levar como uma adolescente, porque desde a conversa anterior já se imaginava sendo empada por mim, o que claramente ia rolar.
Comecei a despir ela sem cerimônia ou cuidado, rasgando um pouco a blusa de executiva linda da mamãe, onde dava pra adivinhar os peitos e os bicos duros. Levantei o sutiã por cima dos peitos febris pra chupar eles com paixão; enquanto eu fazia isso, ela desabotoou a saia e puxou a calcinha pra baixo. Com um convite desses, não hesitei em meter a mão e começar a masturbar ela. Foi assim que a mamãe Júlia virou um rio de lubrificação vaginal.
Ninguém falava nada, só suspirávamos e gemíamos; estávamos agindo como amantes desesperados. Até que, seguindo meus costumes, peguei ela pelo rabo, levantei e apoiei contra uma das paredes do quarto, enfiei meu pau até o fundo. Ela soltou um gritinho abafado ao ser penetrada com tanta fúria sem estar totalmente preparada. Comecei a mover ela com frenesi enquanto ela me prendia com as pernas nas minhas costas. Apesar de a posição ser cansativa, não parei até tirar o primeiro orgasmo dela. Com a respiração ofegante, ela baixou as pernas no chão, apertando meu pau, o que doeu um pouco.· Eu: Ayy…cuidado, mamãe.· Julia: Desculpa, meu bem, machuquei seu amiguinho?· Eu: Um pouco, hehehe, vou me vingar na sua bucetinha, falei.· Julia: Você vai me arrebentar a bunda de vingança.· Eu: Sim, mãe, vou deixar como um piscinão de pato pra você.
Peguei na mão dela pra levar pra cama e colocar de quatro, cuspi na bunda dela e enfiei um dos meus quase mágicos preservativos ultra-deslizantes e comecei a meter a pica no cu dela. Devo dizer que já não custa muito pra ela receber meu pau, em grande parte graças à descoberta dos preservativos deslizantes. Mamãe se deixava levar pelo vai e vem desenfreado que eu imprimia enquanto também a "dedava" — era minha receita pra todas as gostosas que eu comia terem uns orgasmos daqueles.
Enquanto segurava a cintura dela com uma mão, ela interrompeu esse processo delirante, tirou minha mão da bucetinha dela pra substituir pela dela, e me pediu pra amassar os peitos dela, alternando essa massagem com carícias na bunda dela. Depois de um tempo, minha calentura já tava no limite e, segurando os quadris dela com as duas mãos, acelerei o ritmo; mamãe se derreteu de novo debaixo do meu pau, explodindo num orgasmo enorme, onde teve que abafar o grito de prazer ao gozar — não podíamos causar alarme na casa. Eu ainda não tinha gozado, mas as contrações orgásmicas da mamãe me levaram a uma gozada com os restos de porra que ainda tinham em mim.· Eu: Onde eu gooozooo, mamãe? perguntei tirando a camisinha.· Julia: Na minha boca!, ela respondeu sem hesitar.· Eu: Vou gozar… vou…!, enfiando minha rola na boca da mamãe, pra dar pra ela a pouca porra que ainda tinha naquele dia.
Depois dessa sessão de sexo cheia de tesão, estávamos exaustos, principalmente eu, então fomos dormir pra encarar no dia seguinte a saída dos “Militares”.
Ao amanhecer, acordei com um sonho estranho, era como se eu estivesse comendo a Flo, minha prima que ainda não conhecia, mas aí percebo que a culpada pelo meu sonho é a mamãe, que tá chupando meu pau e, ao me ver acordado, diz:· Julia: Você gosta do seu doce despertar, meu menininho?· Eu: Adoro, mas mais ainda adoraria que você me cavalgasse.· Julia: Encantada, vejo que você acordou com vontade,· Eu: Por você sempre, mãe.
Vejo ela se erguendo, que linda é minha mãe! Os peitos dela são uns melões perfeitos, doces e desejáveis, a cintura dela é marcada como a de um violão, acaricio as pernas dela, macias como seda, quando ela monta em mim, e enfiando no meu pau começa uma cavalgada intensa em cima de mim, não consigo explicar, mas ela é pura sensualidade... além disso, acho que ela não tem mais nenhum bloqueio moral na entrega dela, por isso age tão puta quanto a tia Dani.· Eu: "Que gostosa você tá, mamãe", falo enquanto pego seus peitos e os amasso, alternando com a bunda linda dela, percorrendo o caminho da cintura.· Mamãe Júlia: Cê tá gostando do jeito que eu faço?· Eu: Adoro, mamãe, sentir dentro de você é impossível de descrever.· Mamãe Júlia: Mmmm… você… me preenche tanto… adoro sentir você dentro de mim
A cavalgada dela fica cada vez mais intensa, tanto que já não consigo resistir ao ritmo alucinante, a cavalgada febril da mamãe no meu pau é quase mortal e eu digo pra ela:· Eu: Se continuar assim, vou gozar… mamãe.· Julia: Mmmm é que você é muito gostoso, não consigo parar.· Eu: Mamãe, vou gozaaaar, vou gozar, não aguento mais!· Julia: Aguenta um pouquinho… mmm só mais um pouco… eu também tô quase gozando.· Eu: Mamãe, vou gozar, não sei se aguento, falei antes de encher ela de porra.· Julia: Mmmm…..eu também, pega nos meus peitos e aperta eles, vai….ahhhh, tô gozandooo
Finalmente, fazendo um puta esforço pra não gozar antes da hora, consegui me sincronizar com a mamãe. Quando ela terminou de gozar, se largou em cima de mim, exausta do orgasmo violento dela. Ou seja, os dois ficamos moídos na cama, respirando pesado, sem forças. Depois de um tempo pra nos recuperar, levantamos e fomos pro chuveiro. Tava ensaboando ela quando o sabão caiu — na real, eu deixei cair de propósito — e falo pra mamãe:· Eu: Mãe, pega o sabonete aí, por favor.· Julia: Cê acha que eu sou burra, já sei quais são suas intenções, seu malvado.· Eu: Se você sabe, devia pegar o sabonete.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Julia: Pensando bem, é verdade.
Mamãe com um sorriso malicioso se abaixa, enquanto eu, com meu pau cheio de xampu, coloco ele na bunda dela e, acariciando a bucetinha, vou enfiando devagar. A essa altura, a bunda da mamãe já está moldada no meu pau e ela nem reclama, só ouço ela suspirar docemente quando acaricio o clitóris dela, pra começar uma metida e tirada lenta.· Eu: Cê curte a Mamãe?· Julia: Mmmm, sim, mas quando a gente estiver nessa, não me chama de mamãe, só Julia.· Eu: Cê gosta que eu te coma, Julia? Enquanto não parava de passar a mão nela toda, alternando entre o clitóris, os peitos e as bundas.· Julia: Poderia me acostumar com isso, mmmm…. tá…tá muito bom… só amassa meus peitos, que eu cuido do meu botãozinho de prazer…· Eu: Bom, mãe… de qualquer forma, também adoro arrebentar essa sua buceta, Júlia, adoro te foder gostoso, Júlia, voltando a usar Júlia no lugar de mãe.· Julia: Siimmm!, eu também adoro, continua... continnnaaa... que eu tô gozandooo.· Eu: Mmma… Julia… Julia, eu também… tô gozandooooo.· Dani: Parece que vocês estão se divertindo com a brincadeira, disse Dani
Que entrou no banheiro de repente, nos dando um susto daqueles, bem na hora em que estávamos gozando pra caralho, causando uma sensação nova, mistura de susto e prazer.· Julia: Daniii! Que susto, quase me mata do coração, reclamou.· Eu: Sim, quase me matou também.· Dani: Julia, quem tá te metendo a pica é esse safado, hahaha· Julia: O que você tá fazendo aqui?· Dani: Você esquece que é meu quarto e meu banheiro, precisava de algumas coisas e vim.· Eu: Quer participar?· Dani: Adoraria participar, mas acho que é melhor a gente levantar e se despedir dos viajantes que já acordaram.· Eu: Que pena, você tá muito gostosa essa manhã.· Dani: Valeu pelo elogio, a gente vê isso mais pra frente.
A manhã começou devagar pra mim, mas a viagem iminente acelerou tudo, chegou a hora das despedidas. As tias da casa choraram e deram todo tipo de recomendações. Juan lembrou a gente de cuidar da Montse e da Biocha. Depois dos abraços e votos de boa viagem, Juan entrou no carro, ligou o motor e foi embora todo feliz.
Depois de vê-los partir, voltamos pra casa, que voltou ao "normal". As adultas foram trabalhar e a gente, os adolescentes, ficou vendo TV, mesmo sendo um tédio naquela hora, já que só passava programa pra dona de casa. Depois de um tempo, Ani vira pra gente e fala:· Ani: Tô entediada, a gente podia fazer algo mais divertido.· Isabel: O que você sugere?· Ani: A gente podia se aproveitar do Claudio, disse com um sorriso safado.· Isabel: Você e seus pensamentos tarados.· Eu: Pra mim, sem problema, respondi.
Ani se levantou do lugar e, montando em cima de mim, começou um amasso épico comigo. Eu, nem besta nem lerdo, peguei ela pela bunda e apertei com muita vontade, enquanto a Isa olhava bestificada, se levantava e falava pra gente:· Isa: Acho que vou deixar vocês dois sozinhos, porque não curto triângulos amorosos.· Eu: Mas Isa, também gostaria que você participasse, falei, sem querer machucar minha irmã.· Isa: Depois a gente fala, vou ficar no meu quarto.· Ani: Vamos, Claudito, deixa ela ir, que ela tá no supercio.· Eu: O quê?· Ani: Ela tá de chico e talvez não esteja em condições de participar.· Eu: É verdade, Isa?· Isa: É, divirtam-se, tchau.
Comecei a tirar o vestido da Ani, notei que ela usava um conjunto de sutiã e calcinha combinando, bege, com rendas muito bonitas, que ajustava e segurava perfeitamente o corpo escultural dela. Essa visão me esquentou ainda mais do que eu imaginava, então comecei a chupar os peitos dela por cima do sutiã, puxando o tecido o máximo que podia para descobrir os gostosos mamilos da Ani, sugando eles como um bebê. Que delícia de mulher!, pensei. Depois, soltei o sutiã dela para amassar aqueles peitos lindos enquanto os chupava com paixão.
Por sua vez, a Ani estava adorando ter os peitos chupados, então começou a acariciar minha cabeça, fazendo carinhos no meu cabelo e me apertando contra o peito dela. De repente, ela desceu uma mão até minha piroca dura e começou a acariciar por cima do short que eu vestia, abriu o laço da cintura e enfiou a mão lá dentro. O amasso ficava mais intenso à medida que a excitação dos dois aumentava. Com que paixão a gente tentava se fundir um no outro, até que, num instante de puro tesão, sussurrei no ouvido dela:· Eu: Quero meter em você… quero que você seja minha.· Ani: Mas a Isabel vai falar o quê?, rebateu.· Eu: Nada, agora não pode participar disso, e eu te quero, preciso de você.· Ani: Você me quer de verdade?· Eu: Sim, de todo coração, você é a mulher que eu mais quero e desejo entre todas, respondi enquanto acariciava a bucetinha e a bunda dela.· Ani: Quem são todas essas?, perguntou surpresa.· Eu: Bom, Isa, respondi pego num vacilo durante o diálogo apaixonado.· Ani: Isa não é "as outras", me fala! Ou não vai rolar mais nada entre a gente. Ela disse, parando de me acariciar. Me fala!!!, tô falando sério, repetiu com raiva.· Eu: É que você vai ficar brava se eu te contar.· Ani: Olha, agora vou ficar puta, mas depois passa. Se você não me contar, vou ficar furiosa e não vou deixar você me tocar nunca mais.
Diante dessa ameaça, nem pensei duas vezes, tinha que contar, mas em troca precisava de uma garantia de que depois da minha confissão ela não me matasse, nem falasse nunca mais. Então pedi:· Eu: Jura que não vai ficar puta.· Ani: Juro por Deus, agora responde quem são as outras.· Eu: Bom, tá a Isa…· Ani: Responde, Isa, eu já sei e aceito, me diz quais são as outras e o que você fez com elas?, ela insistiu, aprofundando no assunto.· Eu: Beleza… Tá a Isa, minha mãe, dona Montserrat e sua mãe.· Ani: Que porra é essa, você comeu minha mãe e a sua?, empurrando ele pra trás e tirando as mãos dele do corpo dela· Eu: Sim… mas elas precisavam disso… foi por uma boa causa, me desculpei.· Ani: Que causa boa, porra?! Você é um degenerado!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Mas, Ani! Você jurou que não ia ficar brava.· Ani: Não… Jurei que não ia ficar puta e que você nunca mais ia poder me tocar.· Eu: Me perdoa, só você é meu amor, só você eu amo, me perdoa.· Ani: Também te amo, mas não posso aceitar que você "coma" minha mãe, a sua e a da Montse ainda por cima. Preciso superar o choque, pensar e talvez consiga te perdoar. Agora me deixa.· Eu: Cê não vai contar pra Isa, vai?· Ani: Não, porque se você quer que eu te perdoe, você mesmo vai ter que dizer.· Eu: Mas como é que eu vou falar pra ela?· Ani: Não me importa como você vai falar pra ela, mas se não fizer, pode esquecer de mim.· Eu: Tá bom, vou falar…· Ani: Tá bom, vai lá e fala pra ela.· Eu: Mas você tem que me dar tempo.· Ani: Pra isso, Claudinho do meu coração, não tem tempo, é agora ou nunca mais você vai ter nada comigo, disse com raiva e sarcasmo.· Eu: Então se eu disser agora, você vai me perdoar.· Ani: Não vem com manipulação, se você contar pra ela agora, eu vou considerar um perdão, senão nem penso nisso e tudo entre a gente vai acabar.
Sem conseguir segurar minha confissão pra Isa e com os olhos ardendo, quase chorando, me levantei arrumando a roupa, e quando achei que tava pronto o suficiente, fui pro quarto das minas, deixando uma Ani puta da vida se vestindo na sala. Bati na porta do quarto antes de entrar e falei:· Eu: Isa, posso passar aí pra te contar uma parada que preciso te dizer.· Isa: Agora não, maninho, não tô a fim.· Eu: Mas preciso te falar uma coisa que é difícil de dizer e mais difícil ainda de explicar.· Isa: Tá bom, deixa pra lá.· Eu: Beleza, valeu…· Isa: Por que essa cara e o que você tem pra me dizer? Aconteceu alguma coisa com a Ani? — disse Isa com cara de preocupada.· Eu: É que a Ani me falou que eu tinha que te contar uma parada muito grave, e que se eu não contasse, ela nunca me perdoaria.· Isa: O que é tão terrível que você tem que me contar? Ah não!, você engravidou ela!?· Eu: Não, nada disso. É que quando eu confessei pra Ani que ela é a que eu mais quero entre todas as mulheres que já peguei… ela me obrigou a contar quais eram as outras "todas" e eu falei.· Isa: Tipo eu.· Eu: É que não é só você.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Isa: Bom, deve ter alguma da escola, mas isso não me importa e não é tão grave assim.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
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Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Eu: É que elas não são da escola…· Isa: Então me diga quais eram as outras todas, disse com absoluta calma.· Eu: São a tia Dani, a mãe e a dona Montserrat, a mãe da namorada do João.· Isa: Elas!?, você é um sátiro, mmmmm…. Uai! Também dona Montserrat? perguntou meio incrédula e sem mencionar a mamãe e a tia Julia.· Eu: Não tá surpreso? Me diz uma coisa, também vai ficar puto comigo?· Isa: Conhecendo você como eu conheço agora, não conseguiria ficar puto contigo, porque já faz tempo que sua sexualidade tá mais que acordada e eu sabia que não era... como diria meu professor de latim? Ah, sim! "Prima inter pares" ou em português "a primeira entre iguais".· Eu: Cê não tá nem aí que eu peguei a mamãe e a tia Dani!?· Isa: Não curto não, mas já desconfiava faz tempo que algo tinha rolado com elas, com essas mudanças de humor tão notórias, pareciam contentes, borbulhantes. Sei lá, tava vendo elas bem satisfeitas e também suspeitava que o culpado era você… só tá me confirmando agora e, sinceramente, elas são adultas e prefiro que seja você quem come elas do que um babaca qualquer, completou com uma linguagem coloquial que nunca tinha usado antes.· Eu: Valeu por entender, você é foda. Isa, você levou numa boa, fiquei surpreso com a lógica da minha irmã.· Isa: O que me surpreende é que você tenha conseguido se envolver com todas as senhoras mais velhas, hahaha, isso não deixa de ser curioso. Por outro lado, eu entendo elas, porque já provaram do sexo e, já que passaram por uma seca prolongada como é o caso da tia Dani e da mamãe… Aliás, é bom que elas aproveitem um pouco, sinceramente acho que você as faz felizes. Além disso, você me explicou o motivo da mudança de humor delas, de ruim para bom, mas agora ficou claro pra mim… No caso da dona Montserrat, não entendo muito bem, mas pode ser algo parecido com as “velhas loucas” daqui, hahaha, e que ela também precisava da dose de “amiguinho” — disse com um sorriso pela metade.· Eu: Isa, cê não ficou puta mesmo? Tô surpreso com sua atitude, totalmente oposta à da Ani.· Isa: Não, como te falei, não sou o amor da sua vida e elas também não, como eu acredito que a Ani é. De qualquer forma, você precisa me prometer uma coisa muito importante.· Eu: Que porra é essa?· Isa: Nunca se meta com uma desconhecida, por mais gostosa que ela seja! E se for meter com uma conhecida, que não seja a gente ou nossas mães, sempre de camisinha.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Prometido. Você vai me ajudar com a Ani?· Isa: Se eu vou te ajudar com a minha maior rival, hahaha.· Eu: Sua rival?· Isa: Sim, minha rival· Eu: Por que você tá falando isso?· Isa: Porque eu também te amo e te desejo como homem, mesmo que eu tenha que aceitar isso, porque preciso dela pra poder ficar com você.· Eu: "Como assim?", falei sem entender completamente o significado do que minha irmã disse.· Isa: Pra poder ficar nos seus braços sem a oposição da sociedade e de praticamente toda a família, a Ani é a melhor cortina de fumaça, porque se ela fosse sua namorada, mesmo que não seja totalmente bem visto, por ser sua prima, é bem mais aceito pela sociedade do que se fosse eu. Isso não seria condenado pela sociedade… então, se eu ficar do lado dela e ela for
0 comentários - Minha vida mudou. Capítulo 8