Confissões: histórias taradas das minhas amigas 10 com gif

Fala, amig@s do poringa.net!

Quero agradecer a todos os leitores por fazerem dessa competição a mais quente dessa página.
Valeu mesmo por todos os votos, comentários e milhares de mensagens.
Tudo isso ajuda as minas.

Um salve especial pras várias leitoras que entraram nessa nos últimos dias, valeu, gurias.
Se vocês curtiram os 9 anteriores, esse aqui também vai fazer a cabeça de vocês.
Sem mais enrolação, vamos nessa.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 10 com gifOi, sou a Romina, casada e mãe de três filhos. Tenho 37 anos.
Morena com cachos, baixinha, bunda grande — a fraqueza do nosso querido amigo Maury-só-eu.
Sou a mais próxima dele por anos de amizade com sexo.
Não é fácil ser mãe e esposa sem ter um amante.
Espero que gostem da minha história e que me dêem muitos pontos e comentários.
Quero ganhar o prêmio. Vocês me ajudam?
Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem um pouco melhor.concursoTudo começou há muitos anos atrás.
Conheci o Antônio quando comecei a ir na casa dele. Ele é o pai do meu Maxi, meu namorado e marido.
O Antônio é avô dos meus filhos.

Meu sogrinho era aquele tipo de homem que toda mulher gostava.
Com seus 47 anos muito bem vividos, grisalho, em boa forma física, nada a ver com meu pai.
Ele era advogado e se vestia muito bem e elegante.
Usava uns ternos muito lindos.
Que escondiam um corpo lindo, cheio de músculos.
E pra completar a presença dele, um perfume que te envolvia.
Todas as mulheres falavam que ele era lindo e gostoso pra caralho.
Até ouvi minha mãe e minha tia falando isso.

Eu e o Maxi éramos amigos desde o jardim de infância. Nos conhecemos desde pequenos.
Tanto tempo juntos que a gente começou a namorar no ensino fundamental.
Onde muitas vezes saíamos juntos.
Com meus pais ou os pais dele.
Éramos o típico casalzinho.

Mas o que eu mais curtia eram os passeios com o Antônio.
Que sempre me devorava com os olhos.
E eu adorava que ele ficasse me encarando.Incesto FamiliarMuitas vezes peguei ele me olhando enquanto eu me trocava.
Mas nunca falou nada.
Era muito sério e respeitoso. Mas me dava um sorriso. Seguido de um "desculpa, gata".

Mas quando a gente ia pra praia ou pra piscina, ele me olhava muito mais.
Não perdia um detalhe do meu corpo.
Era assim que a gente era.
Ele me olhava e eu olhava pra ele.

Eu não era inocente, sabia que os homens maduros adoravam garotas como eu.
E me excitava provocar um maduro como ele.
Mas nunca rolou nada, só um jogo.

Depois da escola, minha mãe ficou puta comigo.
Me xingou e me tratou mal. Por coisas dela.
Quando ela tá com muito trampo, fica doida.
Então nem me troquei, peguei minha mochila, uma sunga e, puta, saí batendo a porta. Falei: "Vou pra casa do Maxi estudar e depois pra piscina."
Fechei a porta e vazei.

Tava furiosa porque minha mãe, entre o trampo e os problemas dela, me tratava muito mal.
Me sentia mais à vontade na casa do meu namorado do que na minha própria casa.

Cheguei na casa do Maxi e, quando toquei a campainha, quem atendeu foi meu sogro.
Quando me viu chorando.

Antonio: "O que foi, linda? Tá bem? Aconteceu algo?"

Romina: "Não, minha mãe me xingou, tá doida.
O Maxi tá?"

Antonio: "Não, foi com a mãe dele pra casa dos avós.
Sua mãe sabe que você tá aqui?
Quer que eu te leve e fale com ela?"

Romina: "Ah, que merda. Que horas o Maxi volta?
Não, não quero ver ela.
Falei que viria estudar e fazer lição.
Mas se ele não tá, vou embora. Não quero te incomodar."

Antonio: "Entra, não tem problema. Entra, se quiser, não chora mais.
O Maxi volta no domingo.
Eu fiquei por causa do trampo.
Vai, entra."

Eu não conseguia parar de chorar.
Ele sentou no sofá. E me abraçou, consolando meu choro e me fazendo sentir melhor.
Meu choro passou e adorei ser consolada, envolta nos braços dele e no perfume gostoso dele.confissoesEsse carinho fez muito bem pra mim.
Mas ao mesmo tempo, gostei das carícias dele, acendeu um fogo dentro de mim.
Ainda mais quando ele acariciava minha bunda.

Antonio: Bom, linda, tenho que esperar um cliente.
Quando terminar, a gente vê o que faz, talvez sua mãe já tenha passado a raiva.
Fica à vontade, como se fosse sua casa.

Pedi permissão pra ir na piscina.
E ele disse: "Faz o que quiser, vou ficar no escritório.
Então vou te ver pela janela. Não vai fundo demais, hein?"

Dei um beijo nele e fui pra piscina.
Com a roupa na mão até o vestiário.
E fui me despindo.relato realOlhando pela janela, percebi que ele me observa como sempre.
E isso me agradou. Eu, como sempre, brinquei de seduzi-lo.
Esse é um jogo que eu adoro. Um homem me olhar do jeito que ele olhava.relatos de incestoTirei toda a roupa e coloquei o maiô.
Enquanto eu estava na piscina, a campainha tocou e ele fechou as cortinas.

Fiquei um tempão na piscina, depois de uns mergulhos comecei a sentir frio.
Fui até a bolsa e, na pressa de sair, não trouxe uma toalha pra me secar.
Não dava pra ir buscar uma lá dentro ou atrapalhar o que meu sogro estava fazendo.
Então fiquei parada no sol.

Enquanto eu olhava as plantas, esperando o sol me secar,
nem percebi que ele já tinha aberto as cortinas e estava me olhando.nora e sogroQuando vi ele, me aproximei e pedi se podia me emprestar uma toalha.
Ele já saiu com um par pra me encontrar.
Com a toalha aberta, ele me abraçou por trás e me ajudou a me secar.
"Você tá morrendo de frio", ele disse, enquanto me secava e me tocava ao mesmo tempo.
Até senti a dureza do pau dele contra minha bunda.

Com a toalha, ele me tocou toda, me esquentou como ninguém.
E mais ainda quando senti as mãos dele perto das minhas áreas proibidas.
Quase me deixando nua por dentro e por fora.conhece e votaDepois de me olhar um pouco e matar a vontade de me tocar, ele foi embora.
Eu fiquei ali, querendo mais.
Mas não podia me contentar com aquilo. Foi o mais perto que ele chegou de mim.
Depois de tanto seduzir ele.
Isso não significava que eu não fosse continuar fazendo. Mas depois de brincar daquele jeito com ele, eu sempre ficava com tesão e acabava me tocando pensando nele.
Assim como quando o filho dele me tocava, mas ficava só em nos tocarmos e nos beijarmos.
Chegava em casa e ia direto me masturbar que nem uma louca.

Já seca, vesti minha roupa de novo e não sabia como chamar a atenção do meu sogro pra ele ficar mais tempo comigo e seduzi-lo.
Coloquei meus cadernos e livros na mesa pra tentar estudar e a calentura passar um pouco.

Antonio: Tá estudando? Que bom...
Quer tomar alguma coisa?

Romina: Sim, um suco pode ser?

Ele foi pra cozinha e eu, depois de um tempo, fui atrás.
Nos encontramos os dois e tomamos o suco sem tirar os olhos um do outro.
Eu busquei o roçar, mas ele me beijou.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 10 com gifestava rendida aos pés dele, a putaria tava no auge, no máximo da minha safadeza.
entre os beijos e carícias dele, eu me contorcia em cima dele feito uma cobra.

mas ele percebeu o que tava rolando e me afastou, dizendo:

Antonio: mina, o que cê tá fazendo?
a gente não pode fazer isso, cê tem que estudar, não ficar se beijando comigo.

Romina: desculpa, dom Antonio. não sei o que deu em mim, mil perdões.

Antonio: tranquilo, gostosa, vai cuidar da sua vida, mas disso aqui nem uma palavra pra ninguém, entendeu? não quero problema.
colocando o dedo na minha boca como quem pede silêncio.
e passando ele pelos meus lábios.concursoE se afastou dizendo:
"Não brinca comigo, gata, não sou um moleque igual meu filho.
E não te convém brincar assim comigo.
Melhor ir estudar.
Quando terminar, te levo pra casa."

Eu obedeci e fui pra sala de jantar. Mas minha buceta tava inchada de tesão.
E como tava sozinha, comecei a me tocar e, pra não molhar minha calcinha, tirei ela.
Se eu me tocasse, ele não ia me ver, e quando o tesão passasse, eu iria embora pra não meter ele em encrenca.

Escondida debaixo da mesa, eu me tocava e suspirava sem fazer barulho, pra ele não ouvir.
Nem perceber o que eu tava fazendo.
Num momento, tava concentrada no meu prazer, de olhos fechados,
que nem notei o show que tava dando pro meu amado sogrinho.

Ele se aproximou de mim devagar e começou a acariciar minha entreperna, tirando minha mão.Incesto FamiliarSuas mãos grandes me acariciavam enquanto minha pussy ficava mais quente e mais molhada.
Ele me pegou pela mão enquanto eu ardia de tesão.
Com minha calcinha pendurada num pé, me levou até a escrivaninha dele.
Eu não pensava em nada, só deixava ele me guiar.
Ele me sentou na escrivaninha, onde me beijou de novo, encostando todo o volume dele.
Enquanto me beijava, levantou minha blusa e chupou do meu pescoço até meus peitos.
Meus peitos, que só tinham sido tocados e chupados pelo filho dele, agora estavam na boca do meu sogro.
Que, claro, fazia isso muito melhor que o filho.
Ele percorreu meu abdômen com a língua e, sem hesitar, beijou e chupou minha pussy.confissoescom o rosto dela entre minhas pernas. finalmente minha buceta sentia prazer.
e em agradecimento, dei a ele um orgasmo molhado e barulhento.
meus gemidos eram de uma puta que não parava de pedir mais e mais.

romina: mmm sim, dom Antonio... mmm
sim, que delícia mmmm... ah... ha... ah... mmm
sim, que gostosa...
você vai me fazer gozar de novo, meu deus...

ele chupava enquanto eu me contorcia na escrivaninha dele.
depois se levantou e me beijou. compartilhando meus sucos com a boca e a língua dele.

antonio: que delícia de buceta que você tem.
e essa boquinha com lábios lindos e linguinha tão gostosa.

quero ver como você usa.
ele colocou o dedo na minha boca e mandou eu chupar.relato realEnquanto eu chupava o dedo dele, ele soltava o cinto e abaixava o zíper.

Antonio: Que delícia, você chupa meu dedo... tenho algo melhor pra você chupar.
Do mesmo jeito que chupa meu dedo, chupa minha pica, neném.
Quero sentir essa boca na minha pica.

Ele me fez ajoelhar e fiquei com a pica enorme dele na minha frente.
Vamos, o que foi? Não gostou?

Romina: Não sei... nunca vi uma assim?
Não sei o que tenho que fazer.

A única que eu tinha visto era a do filho dele, mas essa é outra escala.
A pica dele era enorme e cabeçuda, nada a ver com a do filho.
No máximo, tinha tocado nela, mas não tinha feito mais nada.

Antonio: Vamos, gata, chupa ela igual fez com meu dedo.
Vai, você vai gostar. Chupa ela...

A pica enorme dele entrou na minha boca.
E tentei fazer o que podia com ela.
Minha boca não dava conta de chupar uma porra dessa.relatos de incestoAntonio: Que gostosa, você é uma putinha mesmo, hein, gata.
Adoro sua boca no meu pau.
Hmm, que delícia, adoro ver você chupando meu pau.

Antonio, vem, vamos pro meu quarto, onde vamos ficar mais à vontade. Já no quarto, ele me despiu devagar, sem perder nenhum detalhe do meu corpo.
Beijando cada parte de mim.
Depois, me fez despir ele também, fazendo a mesma coisa.
Quando ficamos os dois pelados.
Ele se deitou na cama.
E, me pegando pela mão, me puxou pra cima dele.

Antonio: Vai, gatinha, quero que meu pau sinta o calor da sua buceta.
Não tenha medo, não vou te penetrar.

Assim eu fiz e me sentei no pau dele.
Meus lábios da buceta fizeram um parêntese no pau do meu querido sogrão.nora e sogrominha buceta não demorou pra ficar toda molhada de novo.
lubrificando o pauzão do meu sogrinho.

Antonio: mmm sim, é uma delícia, né?
Romina: mmm sim... adoro, seu Antonio...
tô toda molhada e muito tesuda de novo...
acho que vou ter outro orgasmo...
mmm ha ha ah...

ele se movia no meu ritmo e me fez gozar de novo.
ele passava a mão na minha bunda e nos meus peitos enquanto eu gemia que nem uma louca.

Antonio: mmm, gata, que buceta mais gostosa...
quer sentir mais?

Romina: sim, adoro sentir.

assim ele fez, esfregando aquela enormidade na minha bucetinha.
era uma sensação incrível que me deixava louca.conhece e votaAntonio: Meu pau adora se esfregar na sua buceta.
Tão molhadinha e quente que é um puta prazer.

Eu tava nas nuvens, não conseguia fazer outra coisa senão gozar e gemer.
Mas alguma coisa me tirou desse torpor mental.
Uma dor dilacerante me acordou.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 10 com gifa cabeça do pau do meu enteado entrava dentro de mim me fazendo gritar de dor.

Antonio: não resisti à tentação...
mmm grita que estamos sozinhos.
mm que bucetinha pequena você tem mmmm.

eu gritava mas ele não tirava o pau de dentro de mim, pensei que ia me partir ao meio.
cada milímetro que entrava era uma dor imensa.

ele se deitou sobre mim e me enfiou de vez.
aos poucos comecei a gostar daquela dor.concursoMuitos beijos e com um ritmo intenso, meu sogrinho me comia com mais força.
Até que ele descarregou todo o sêmen dentro de mim.
Pude sentir como ele gemia. E como, a cada espasmo da pica dele, jorrava leite.
Mas ele não parava de me comer até ficar exausto em cima de mim. Com a pica bem enfiada lá dentro.
A pica dele perdia a ereção, mas por ser tão grande, ainda me dava prazer.
Fazendo com que eu tivesse outro orgasmo.

Foi algo inesperado. Mas gostoso, que nós dois curtimos, apesar da minha dor.
Ele me acalmou enquanto continuávamos ofegantes.
Foi algo intenso que juramos aproveitar sempre que pudéssemos.
Quando ficou tarde, ele me levou para casa.
E no dia seguinte combinamos de nos ver.
Aproveitando que a casa estava só para a gente.
Ele adorava me ver pelada andando pela casa, curtindo o sexo já sem dor para mim.
Desde aquele dia, meu amado sogrinho e eu.

Curtimos nosso segredo. Ele me fez sua amante.
Mas quando a mulher dele voltou, isso parou por uns dias.
A gente se via escondido.
Sem levantar suspeita de ninguém.
Nem dos meus pais, nem da mulher dele, e muito menos do filho dele, meu namorado.

No primeiro encontro escondido, eu estava apavorada. Tinha medo. Não era a mesma coisa que nos ver na casa dele.
Mas não queríamos parar de nos ver.

Uma manhã, ele aproveitou que eu não tinha aula, peguei um táxi e fui para o escritório dele.

Ele me esperava e, com beijos e umas carícias, me recebeu no pé da escada.Incesto FamiliarAntonio: Mmmm te ver assim de uniforme me deixa louco...
Como sinto falta de te beijar e te tocar.

Romina: Seu Antonio. Podem nos ver.
Eu também sinto sua falta.
Mas tô meio desconfortável aqui?

Antonio: Não se preocupa, gostosa, não tem ninguém aqui.
Daqui a pouco a gente desce pro meu escritório, onde vamos ficar sozinhos.
Termina de limpar, garota, e a gente vai pra lá. Mas agora relaxa, vem cá.

A gente se beijou e se tocou até que, feito uma puta, ela me fez chupar ele na galeria.confissoesMe senti uma puta, mas, como ele disse, isso me relaxou, curtindo e fazendo ele curtir um boquete bem gostoso.

Quando a moça da limpeza terminou,
a gente se trancou no escritório. Lá, ele falou com a secretária e mandou não passar ligações e que não ia atender ninguém.

Já dentro do escritório, o boquete não foi suficiente e ele me comeu de beijos.
Me fazendo delirar de tesão.relato realseus beijos quentes e suas carícias me deixavam nas nuvens
e mais ainda quando ele esfregava o pau dele na minha buceta faminta.
essas roçadas faziam eu relaxar um pouco.
porque eu não queria foder no escritório.

mas aos poucos, com esse jogo, ele foi me convencendo.relatos de incestocomo resistir a sentir ele tão gostoso.
minha buceta ficava molhada e esquentava.

ele percebia meu tesão e que eu não diria não.
me subindo na mesa, ele comeu minha buceta com muita paixão.nora e sogrocomo eu podia resistir a esses beijos.
me fazia delirar e ter orgasmos sem controle.
o primeiro foi suave, tentando não fazer barulho, mas depois não liguei pra mais nada.

ele amava que eu gemesse, que não guardasse pra mim.
enquanto eu pensava que a qualquer momento alguém entrava e a gente acabava preso.

mas não acontecia nada e chegou a hora
e eu sentei em cima dele.

aproveitando a pica do meu amado sogrinho.

isso me relaxou ainda mais.conhece e votaNós dois nos deixamos levar e aproveitamos o momento.

Ele chupando meus peitos e metendo e tirando a porra do pau dentro de mim.
Arrancando do fundo da minha alma um orgasmo atrás do outro.

Desde aquele dia, a gente transa em qualquer lugar.
Não ligávamos pra nada, contanto que a gente se curtisse.
Ele sempre arrumava uma desculpa e a gente sumia pra matar a vontade.

Se não dava na casa dele, era no escritório.
E muitas outras vezes no carro.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 10 com gifNossa vontade de foder era enorme.
Pra me mostrar o amor dele.

Até comprou uma casa
que depois colocou no meu nome.
Uma casa linda do lado da minha.
Meu sogrinho me amava de verdade.

Nessa casa a gente trepava e passava
horas de sexo sem limites.
Eu era a amante dele por completo.
Tinha muitos problemas com meus pais por passar tanto tempo fora, mas como ficava tão perto, não dava pra dizer não.concursoTodo mundo sabia que ele despertava minha vontade de transar.
Mas ele não gostou de descobrir que eu também comecei a transar com o filho dele.
Quando ele descobriu, ficou puto pra caralho.
Por duas semanas a gente não se viu, e isso tava me matando.
E quando eu ligava pra ele, ele me atendia por um tempinho e depois desligava na minha cara.

Uma tarde eu liguei pra ele e falei que queria vê-lo.
E se ele não quisesse mais nada, eu devolvia a chave da casa.

A gente se encontrou naquela tarde.
Ele tava putasso comigo.

Tentei explicar que não dava pra evitar o que rolou com o filho dele.
Era mais que óbvio.
Além disso, você tem sua mulher, não come ela, por acaso?

Ele me xingou e me beijou.
Com um tapa, arrancou minha calcinha fio dental e me colocou de quatro.

Ele me castigou me comendo com fúria.
E me castigando com tapas.Incesto Familiarenquanto me comia e me dava tapas na bunda, me xingava.

Antonio: não acredito que já tá dando pro meu filho, não basta eu?
não pode ser tão piranha...

Romina: não... amor... não...
não conseguia dizer não pra ele... ele é meu namorado...
você também tem sua mulher...

Antonio: não seja piranha...
ele faz melhor que eu?
vai me largar pelo meu filho?

Romina: não amor, ele não faz igual você.
nunca te largaria... sabe que é meu único dono.
me perdoa.confissoesTentei acalmá-lo, mas ele estava furioso.
Antonio: que porra é essa, você faz isso comigo?
Você é muito puta.

Tentei tranquilizá-lo.relato realMas ele não conseguia passar a raiva dele, me colocou de quatro de novo.
E enquanto me comia, ele dizia...

Antonio: Vê só que puta que você é.
Você gosta que eu te coma, mas se deixa foder pelo meu filho?
Mas você é tão puta que quer que eu sofra.

Romina: Não, amor... sabe que não é assim.
Não queria que você sofresse.relatos de incestoAntonio: vou te fazer sofrer igual eu sofro por sua puta.

Você é minha.
Mas se quiser que te coma, meu filho vai te foder depois de mim.
Entendeu?

Entre insultos ele me comia e eu pedia desculpas.
Entre gemidos.

Até sentir uma dor aguda que percorria minhas costas.
Um grito de dor ecoou pela casa toda.

Romina: ai... amor... não uf...
dói... dói... muito...
An...to...nio...
ai...

Antonio: tá doendo? aguenta...
vou arrebentar seu cu, sua puta.
Mais dor eu sinto por outro te comer.
Mesmo que seja meu próprio filho.nora e sogroA enorme pica dele entrava e cada milímetro era uma dor horrível. Mas ele não parava de me foder.
Por mais que eu gritasse e chorasse de dor, ele não parava até gozar.
Todo o gozo dele ficou dentro do meu cu.

Desde aquele dia, ele me perdoou.
E eu dava pro meu namorado e pro meu sogro.conhece e votaSempre preparada, fui amante dele.
Onde ele me comia quando queria.
E por onde queria.
Meu sogro me comeu até depois de eu casar.
Mesmo quando tive filhos.
Eu era a putinha dele, e fui até ele morrer, uns anos atrás.

A morte dele foi muito dolorosa pra mim. Foi difícil voltar a sentir prazer como naquela época.
Ele foi um dos meus grandes amores.
Lembro dele com muito amor.

Fim.

P.S.: Bom, meus amores, essa é a minha história. Se me ajudarem a ganhar, conto como substituí meu sogrinho pelo meu amigo Maury-só-eu.

Espero seus pontos e que comentem o que isso despertou em vocês.
Beijinho.....

Romí_ Maury-só-eu

2 comentários - Confissões: histórias taradas das minhas amigas 10 com gif

manbi33 +1
Que buena puta que sos! Muy morboso tu relato van 10
Romi es hermosa putita y le encantan los comentarios y los puntos.
Maury y tú también te la cogiste
si.... somos amigos hace mucho, le gusta cojer como loca...