Excursão escolar com meus alunos 2

Parando, aponto ele bem no centro dos meus lábios da buceta e, me segurando firme pelas cadeiras, foi enfiando ele aos poucos na minha caverninha, dizendo: "Esperança, se você soubesse o quanto desejei e sonhei com esse momento todos esses anos, e as punhetas que tirei pensando em você, professora. Mas finalmente consegui, que gostoso é sentir meu pau dentro da sua bucetinha quente e molhada." O filho da puta queria aproveitar aquele momento, quando chegou na metade, parou e ficou imóvel, esperando que eu fizesse o trabalho de apertar pra ele entrar todo, enquanto eu também esperava, pensando que seria ele quem terminaria de me penetrar. Ao ver que eu não me mexia, me deu um tapa forte na minha bunda direita, dizendo: "Mexe essa porra, caralho, você não queria ser comida?" Eu, que estava desesperada de tesão, esperando ele começar a se mexer e me alcançar com a lança dele até o fundo da minha buceta, joguei meu corpo com força pra trás, buscando o resto do pau do meu aluno, sentindo ele entrar até tocar meu útero. Comecei a me mover pra frente e pra trás primeiro, depois passei a fazer círculos, tentando enfiar o pau do Emilio o mais fundo possível dentro de mim. Eu estava como possuída, só queria aproveitar a foda, os medos e as consequências do que poderia acontecer se algum dos garotos abrisse a boca e descobrissem que eu tinha me envolvido com uns alunos tinham saído da minha mente. Comecei a aproveitar de verdade, e queria me sentir completamente preenchida, já não queria mais nem disfarçar diante dos meus alunos de mulher decente e séria, porque eles já tinham descoberto há mais de uma hora que não era assim. De repente, o Luis tirou o pau dele e começou a gozar no meu rosto e no meu cabelo, eu fiquei enquanto ele gozava com a boca aberta pra receber os jatos que tive a sorte de cair nela, e depois passei minha língua procurando as gotas que tinham caído no meu rosto, lambendo tudo. ao redor da minha boca pra poder chupar e engolir cada gotão que desse. Sentia os jatos de porra escorrendo pela minha bochecha e doía não conseguir pegar com a língua. Emilio, depois dos primeiros momentos, começou a ser ele quem empurrava e, sinceramente, ele mandava bem, porque logo me fez gozar de novo e, sem me segurar, gozei outra vez gritando: “Siiiiiiiiiiiiiiiii……., asiiiiiiiii ahhhhhhhhh que gostooooooooooo to gozandooooooooo siiiiiiiiiiiii………….” Emilio, vendo que eu tava chegando lá, começou a dar tapas na minha bunda e falou: "Isso, puta, goza de novo!" Enquanto falava, ele continuava metendo com força, sentindo a pélvis dele batendo a cada estocada nos meus glúteos e na bunda, até que percebi que ele ficou tenso e tentou sair de dentro de mim, dizendo: “Tô gozandoooooo …..vou gozaaaaar………” Aí eu levei uma das minhas mãos até o cu dele, apertei ele contra mim e falei: “Não, não, não tira, continuaaaa, continuaaaa …. Não importa, por favor, não tira agoraaaa goza dentro de mim não me importaaaaaa, por favoooor não tira de dentrro de miiiiiii, quero que você goze dentroooooooooo……” Em poucos segundos, comecei a sentir o calor da porra dele escorrendo por toda a minha buceta, chegando até meu útero, enquanto ele dizia: “Toma, tomaaa, siiiiii toma hahahahaaa tô gozandooooooo pedaço de putaaaaa tomaaaaaaa siiiiiiiiii asiiiiiiiii aaaahhhhhhhh ooooooooooohhhhhh tô gozandooooooooooooo siiiiiiii tomaaaa tudooooo dentro como você pediuuuuuuu pedaço de vadiiiiiaaaaaa….. putaaaaaaaaa….” Depois de gozar, ele ficou parado por uns instantes com o pau dentro da minha buceta, saboreando o momento, se deitou nas minhas costas, me fazendo cair na cama (sem tirar ele de dentro) e começou a beijar meu pescoço e minhas costas, dizendo: “Foi fantástico, profe, quanto tempo eu desejei fazer isso, nunca vou esquecer esse momento tão incrível que acabei de viver com você, sempre (e muito Ele me disse: 'Durante esses anos, você foi meu amor platônico e finalmente consegui ficar com você'". Eu virei o rosto, sorri pra ele e falei: "Valeu, você também me fez muito feliz e fico muito feliz por ter te proporcionado esse momento que vivemos". Depois que Emilio terminou, Ignácio tomou o lugar dele e minha boca ficou com Ramón; quando um acabava, era substituído pelos outros dois, cada um ocupando a parte do meu corpo que ainda não tinha aproveitado. Ficamos assim por mais ou menos uma hora e meia até que todos eles ocuparam e gozaram nas minhas duas cavidades (boca e buceta), todos me comeram e eu chupei todos, engolindo o leite deles, e alguns, quando gozavam na minha boca, tiravam o pau e gozavam no meu rosto e nos meus peitões. Quando terminaram, eles precisavam descansar, mas eu ainda queria mais, e como eles não se mexiam, sentados no sofá e nas poltronas, eu desci da cama e, de joelhos na frente deles, comecei a chupar os paus deles pra deixá-los duros de novo, na esperança de que, quando conseguisse, eles me comessem de novo. Eu tava naquele estado por causa do efeito da bebida que me deram, sabia disso e não me importava, a única coisa que eu queria era mais e mais sexo, mesmo que, se eu estivesse no meu estado normal, meu comportamento me daria uma vergonha danada; naquela hora, a única coisa que eu desejava e pedia pros meus alunos era mais e mais sexo. Eu nunca pensei que chegaria a esse ponto com nenhum dos meus alunos atuais (porque com ex-alunos, já com 25 ou 30 anos, eu tinha tido contato de novo e com alguns até rolou sessões de sexo), mas com alunos que ainda tão no colégio, nunca tinha feito isso, e isso, além de me preocupar e me dar medo das consequências (que naquele momento não me importavam nada), só me fazia querer continuar sendo deles e me entregar completamente. Então, quando vi que eles estavam com os membros duros de novo, prontos pra me dar mais porrada, eu falei: "Já cansaram, era essa a vontade? Vocês queriam me foder, preciso de mais e quero mais, por favor, preciso dos paus de vocês dentro de mim, não me importa por onde vão meter (ao ouvir essas palavras saindo da minha boca, eu me surpreendi, como fui capaz de dizer isso pros meus alunos? A verdade é que eu estava completamente fora de mim, a mulher que estava entre aqueles quatro caras não era realmente eu, mas mesmo assim eu adorava sentir e gozar do jeito que estava fazendo)." Então Ignacio e Ramón, cada um pegando numa das minhas mãos, me levantaram do chão onde eu estava de joelhos chupando os paus deles e, me erguendo, me levaram de volta pra área do hall. Me colocaram na frente do sofá e eles, do lado oposto, seguraram minhas mãos com força. Aí Luis e Emilio se posicionaram atrás de mim. Emilio colocou a mão na minha cabeça e me fez inclinar sobre o encosto (a parte de cima do sofá) e, descendo até meus pés, me fez abrir as pernas o máximo possível. Depois foi até o armário e voltou com uma lata de creme hidratante. Pegou uma boa quantidade com dois dedos e, separando com a outra mão as minhas nádegas, passou o creme em toda a minha racha do cu e começou a entrar no meu buraquinho anal — primeiro um dos dedos e depois o outro, que ele tinha cheio de creme, lubrificando tanto a parte interna quanto externa da minha cavidade anal. Quando terminou, virou pro Ramón e disse: "Tudo seu. Já que você tem o maior e mais grosso, vai ter a honra de ser o primeiro a comer o cu da puta da nossa professora. Depois a gente vai se revezando pra todo mundo provar ela assim, e todos vamos ter aproveitado os três buracos dela, que, pra ser sincero, são deliciosos e lindos, assim como os peitos grandes e gostosos dela." Eu, mesmo morrendo de vontade e pra continuar — ou pelo menos pra me justificar, parecendo decente — falei: "Não, por favor, pelo cu não, não tô acostumada, nunca faço por aí. Meu marido em todos esses anos de casamento só me meteu... Fiz uma vez e doeu pra caralho (era mentira, porque meu cu já tá bem acostumado a receber paus de todos os tamanhos dele)”. Ramón, como se não tivesse me ouvido, se posicionou atrás de mim e levou o pau ereto dele pra fresta do meu cu, encostando a ponta bem na entrada do meu buraquinho. Aí, com as duas mãos, ele separou as duas bolas enormes das minhas nádegas, abrindo minha fresta até o talo e empurrou com toda a força. Eu, mesmo acostumada a entrar outros paus iguais e até maiores, senti uma dorzinha, mas entrou sem problema. Só que pra continuar fingindo, soltei um grito como se meu cu tivesse rasgando de dor: “Nãaaaaaaaaaaaao, que dor, você tá me partindo em doiiiiis, com cuidado, por favor, com cuidadoooooo, tá doendooo! Tira essa porra, seu filho da puta, você tá rasgando meu cu em doiiiiis!” Aí o Emilio fala pro Ramón: “Segura ela bem e aperta, vai ver como essa puta daqui a pouco, quando tiver tudo dentro, para de reclamar. Quando tiver dentro, espera um pouco pra buceta dela se acostumar com seu pau e depois começa a meter com gosto, vai ver que logo ela tá gemendo de prazer em vez de dor e pedindo pra gente continuar metendo nesse cu esplêndido que ela tem.” Ramón obedeceu e, depois da pausa, começou a se mover pra dentro e pra fora com força, metendo duro. Enquanto isso, o Ignácio e o Luís seguravam meus braços pra eu não me mexer, e o Emilio, deitado e com a cabeça encostada no assento do sofá, se meteu entre minhas pernas e começou a enfiar primeiro um dedo, depois dois, três, quatro, até praticamente enfiar a mão inteira na minha buceta e começou a fazer como se tivesse fodendo ela com a mão, me dando um puta prazer. Ramón continuava me sodomizando cada vez mais forte, e eu também tava cada vez mais excitada, e gritava pra eles: “Deusssss, deusssss, vocês tão abrindo meu cu fodido, deusssss, sinto vocês rasgando ele, seus cuzões, porraaaaa, ele tá enfiado até minhas entranhas… mas eu tô gos… gos… gostandooooo… não para!” Pareeee... segueeeeee..." Ele parecia que ao me ouvir gritar se animava e seguia e seguia se movendo com toda a vontade enquanto me dizia: "Ohhhhh, ohhhh siiiiiiiiii como você se mexeeee... Que rabo gostoso você tem putaaaaaaa, oh siiiiiiiii, profe..... você é uma mulher que valeeeeee seu peso em ourooooooo" Segue e segue empurrando a pélvis contra meu rabo com força, mas logo começa a sentir que o orgasmo tá chegando e eu começo a ouvir de novo: "foxy segueeee, segueeeee, segue, tira toda a porra de mim, toda, como você se mexe vagabunda, é uma delícia, que vem que eu tô gozando foxy, se mexe, siiiiiiiiii siiiiiiiiii que eu tô gozandooooooo, vou gozaroooooo" E não aguentando mais, goza de novo, dessa vez dentro do meu reto: "Siiiiiiii putaaaaa, como eu gosto de te foderrrrrr, tanto faz sua buceta ou seu rabooooooo você é incríveeeeeel cada vez gosto mais de você, siiiiiii se mexeee. Vou encher você de porra foxy todooooo seu rabooooooo..... senteeee como eu te encho com meu leiteeeee aaaahhhhhhhh que gostooooooooooo......to gozandooooooo......siiiiiiiiiii tomaaaaaaa meu leiteeeeeee profeeeeeee.....quantas vezes sonheiiiiiiii.....com issssssooooooo" Ele fica quando acaba deitado um momento sobre minhas costas, até que outro colega ocupa o lugar dele e assim um após o outro foram fazendo o mesmo se revezando pra me comer no cu, o único que não fez e se reservou pro final foi o Emílio, que continuou enfiando a mão na minha buceta, conseguindo enfiar até o pulso. O último foi o Ignácio que, puxava meu cabelo com uma mão enquanto me empurrava, eu mexia a bunda com vontade e prazer, o que o Emílio fazia com a mão na minha buceta, tava me deixando com tesão e ajudava a aliviar alguma dor que outra que meus alunos causavam por inexperiência, eu tava curtindo pra caralho com a fodida no cu e com a masturbação da minha buceta, tinha tido naquele momento desde que me sodomizavam vários orgasmos. Finalmente o Ignácio também terminou e eu não aguentando mais gozava de novo: "Me dá maaaaaaais que eu tô gozando, Porraaaaaaa, vou gozaaaaar, me fodeeeeee, enfia até o fundo. Tô gozandooooooo... siiiim... não aguento maaaaais! E com o orgasmo, não consegui segurar o xixi que, misturado com minha gozada, começou a sair da minha buceta na mão e no rosto do Emilio — um mar de líquidos turvos e amarelados que o moleque tentava desviar enquanto gritava pros amigos: "Olha só, caras, como ela mija de tesão! Molhou minha cara e mão toda, a putinha." Emilio saiu de entre minhas pernas e, se levantando — mesmo eu ainda mijando e aproveitando meu orgasmo —, sem aviso, aproximou o pau duro do meu cu e enfiou dentro do meu rabo, começou a me foder pelo ânus, completando o ciclo de ser fodida pelos quatro alunos em todos os meus buracos.

Ignacio e Luis, que já não seguravam minhas mãos, se aproximaram e começaram a apalpar meus peitões, apertando com força e brincando com meus bicos, o que me deixava louca. Ramon, quando parou de sair líquido da minha buceta, ocupou o lugar que Emilio tinha deixado pra me comer pelo cu e começou a lamber minha buceta de novo. Depois me disse que tinha amado o gosto dele, e por isso, quando viu que Emilio tinha saído e aproveitando minha gozada e mijada recentes, quis provar de novo o sabor dele, impregnado por todos os meus fluidos.

Emilio tava doido, se mexendo dentro do meu reto. As penetrações aumentavam e aumentavam de intensidade — ele me comia com força e sem parar, ao mesmo tempo que batia forte com a palma da mão na minha bunda toda, deixando ela vermelha e me machucando de verdade com os tapas e as estocadas brutais. Até que, não aguentando mais, ele se tensionou e comecei a sentir de novo dentro do meu cu o esperma quente e grosso do meu querido aluno, enquanto ele gritava: "Gostosa, continuaaaa, continuaaaa, continua, tira toda minha porra, toda, como você se mexe, puta, é uma delícia aaaahhhhhh... como eu adoro foder esse rabo de puta que você tem, adoro, você tem... Um rabo delicioso... Siiim, siiim, porraaaaa, uuuuhhhhh que gozadaaaaaa tô teeeeee... jorrandoooooo pedaço de putinhaaa... que prazer que é te foder... se pela buceta eu gozei, agora pelo cu tô no céuuuuu... aaaaahhhhhhh tomaaaaa putaaaaaa toma todo meu leiteeeee vou encher esse cu maldito com ele todoooo... aaaahhhhh... ooooohhhhh...". Eu, com as mãos e os amassos que os outros três me davam e estavam me fazendo, e com a fodida anal que o Emilio acabava de me dar junto com o que ele falava, tava super excitada e de novo comecei a ofegar cada vez mais forte e rápido, sentia que ia direto pra outro orgasmo, já tinha perdido a conta de quantos tinha tido e de novo vinha outro orgasmo, esses filhos da puta tinham conseguido o que há tempos meu marido não conseguia, me fazer gozar como eles estavam fazendo e me dar um prazer insuportável e ainda por cima tinham conseguido me fodendo por todos os meus buracos do corpo, então, fora de mim, comecei a gritar pra quem tava gozando dentro do meu cu: "Siiiiim, siiiim filho da putaaaa, enfia tudo, tudo, quero tudoooo... siiiiiiiiiii... Meu Deus, meu Deus, tô gozando, tô gozando filho da puta, e sinto você gozando comigo, siiiiii... ooooohhhhhhhhh que prazerrrrr aahhhhhh". Nós dois tínhamos chegado juntos ao orgasmo, eu não aguentando o tremor que tinha tomado minhas pernas me deixei cair sobre o encosto do sofá, o que fez minha buceta esmagar a cara e a boca do Ramón, que mesmo assim não parava de engolir tudo que naquele momento saía dele. O Emilio, quando eu caí pra frente, me arrastou junto, mas ainda com o pau dele dentro do meu cu, ficou jogado, sufocado, em cima da minha bunda e das minhas costas. Sentia na minha nuca o hálito da respiração ofegante dele causada pelo grande esforço que acabara de fazer com a fodida. Eu, sobre o encosto do sofá, fazia o mesmo. Assim ficamos um tempo, enquanto o Ignacio e o Luís, pegando o Eles foram colocando as cuecas e começaram a se vestir. Quando Ramón terminou de engolir todos os meus sucos, apertando um pouco minha pélvis pra eu aliviar a pressão na boca dele, conseguiu sair de debaixo do meu corpo. Em seguida, pegou a roupa dele, assim como os outros dois companheiros, e se vestiu. Só ficamos nus eu e o Emílio; os outros três sentaram onde puderam e ficaram olhando a gente, uma cena realmente pornô que a gente devia estar formando: dois corpos pelados, um adolescente com o pau enfiado no cu de uma mulher madura. O quarto estava com um cheiro forte de suor, sexo, esperma e todos os fluidos que os cinco corpos tinham expelido por causa do prazer imenso que todos nós tivemos. Eu e o Emílio ficamos ainda uns três minutos naquela posição, nos recuperando. Quando meu aluno levantou de cima do meu corpo e tirou do meu buraco anal aquele pau lindo dele, ainda dava pra ver que tava meio duro. Eu então me virei e me deixei cair de pernas abertas no sofá, e abrindo minha buceta com as mãos, falei: “Quem vai ser o próximo a me foder? Tô com tesão e quero que vocês me fodam de novo, seus safadinhos...” Eles se olharam, e um falou pro outro que não aguentavam mais, que estavam exaustos. Aí foi o Ignacio, como líder do grupo, quem me disse: “Esperança, a gente tá exausto e não dá mais, pelo menos nós três que já vestimos, não sei se o Emílio ainda tem força, mas acho que ele também deve estar igual. Além disso, já é bem tarde e amanhã a gente vai ter que acordar cedo. Mesmo que não desçamos pra tomar café às 7h, vamos ter que descer no máximo às 8h30, porque às 9h temos que estar no ônibus pra visitar aquele castelo. O bom é que nos 60 ou 70 km daqui até lá, a gente pode aproveitar pra dormir. Porque, sinceramente, Prof, foi fantástico e a gente curtiu pra caramba com a senhora, mas nos deixou exaustos e acabados. Já sei...” que você está ardendo e com mais vontade de continuar transando, e é natural, porque comigo aconteceria o mesmo no seu lugar e eu sei por quê, e esses aqui também sabem, embora agora não possamos te contar”. Eu, esfregando minha buceta com força com a palma da mão, digo a eles: “Mas vocês não podem me deixar assim, preciso dos paus de vocês, preciso deles dentro de mim… por favor”. Então Emílio, que estava nu como eu, sentou ao meu lado e, me abraçando, disse aos colegas: “Não podemos deixá-la nesse estado de tesão, do jeito que está ela pode fazer um escândalo, porque com o que tomou, com certeza se a deixarmos sozinha no quarto ela vai sair atrás de pica até encontrar, e todos sabemos que os culpados fomos nós. Acho que com os coquetéis que demos a ela passamos um pouco da conta, não sei ainda quantas horas essa quentura vai durar nela, vamos ter que ter mais cuidado na próxima vez. Proponho que um de nós vá com ela para o quarto até que a quentura passe ou ela durma de cansaço, e se ela tentar sair para procurar o que todos sabemos, a gente impede”. Os outros se olharam e me olharam, eu não parava de me masturbar e rir, estava completamente fora de mim e, verdade, embora soubesse no fundo o que estava rolando, naquele momento não era dona dos meus atos. Então Inácio disse: “É verdade o que Emílio falou, mas eu não posso ser, ela me deixou exausto e com certeza se eu ficar com ela no quarto, assim que sentar vou dormir de tanto cansaço físico que tô”. Os outros dois, Luís e Ramón, responderam que estavam na mesma. Então Emílio disse: “Bom, eu também tô cansado, mas já vi que vocês estão piores e como um tem que ficar e se sacrificar pelos outros, vou ser eu, mas essa eu vou guardar pra vocês”. Ele se levantou do meu lado e, me dando a mão, fez com que eu me levantasse, depois se aproximou da cama e, colocando um lençol sobre o corpo nu, veio até mim e me abraçou. agarrando-se o máximo que pôde ao meu corpo quente, e se dirigindo a Luis e Ramón, disse: “Luis, Ramón, por favor, peguem as roupas dela e as minhas e nos acompanhem até o quarto dela, já que vocês têm que ir para o de vocês, e você, Ignácio, descanse; eu depois, quando ela se acalmar ou pegar no sono, venho me deitar, embora duvide que essa tesão passe nas horas que faltam até a gente levantar, porque os coquetéis estavam sensacionais, espero que não afetem o corpo dela e possam causar qualquer… bom, vocês me entenderam.” Saímos os quatro do quarto, primeiro abraçados e cobrindo nossa nudez com o lençol, Emílio e eu, e atrás de nós, com nossas roupas e minha bolsa, Luis e Ramón. Quando chegamos ao meu quarto, Ramón pegou minha bolsa, abriu e procurou a chave do quarto, depois abriu a porta e entramos. Emílio e eu fomos em direção à cama, e os outros dois caras deixaram nossas roupas em cima do sofá e das poltronas que tinha no hall do quarto, saíram e fecharam a porta atrás de si. Emílio então saiu de baixo do lençol e, com muito cuidado, me afastou da cama, abriu ela e, tirando o lençol de cima de mim, disse: “Sobe na cama e se deita pra descansar, vê se consegue dormir; eu vou ficar aqui essa noite com você, cuidando de você pelo menos até pegar no sono. Depois vou pro meu quarto pra ninguém saber que passei a noite no seu.” Eu faço o que ele manda, mas a tesão continua no meu corpo e, debaixo dos lençóis, levo minhas mãos aos meus peitos, toco e acaricio eles, e uma das minhas mãos desce por toda a minha barriga até chegar na minha buceta e começo a me acariciar e masturbar, enquanto digo pra Emílio: “Vem, deita aqui comigo, você não vai passar o tempo todo até eu dormir aí sentado nessa poltrona, melhor vir pra cama e se deitar, que descansa mais.” Pegando os lençóis, faço um movimento rápido e deixo um lado da cama livre, deixando grande parte do meu corpo nu à mostra e com Com uma das minhas mãos, dou várias batidas no colchão, convidando ele a deitar do meu lado. Ele se levanta da poltrona onde está sentado nu e se aproxima da cama onde estou. Ofereço minha mão, ele a pega e com delicadeza puxo ele até conseguir que se deite ao meu lado na cama. Então o abraço e, dando um beijo na boca dele, introduzindo minha língua nela, aperto ele contra mim para que sinta minhas tetas grandes no peito dele. Quando terminamos de nos beijar, desfaço o abraço e me afasto um pouco dele para que ele possa apreciar meus peitos grandes, que nesse momento estão inchados e duros de tesão, com os bicos tesos apontando forte para ele, e pergunto: "Você gosta dos meus peitos, parece que tá olhando bastante pra eles? Toca eles pra mim, por favor, olha como eles ficaram duros. Pra idade que tenho, ainda se mantêm bem durinhos, embora não vou negar que já tão um pouco caídos, ainda mais com o tamanhão que eles têm." Ele levando as mãos até eles, acaricia com suavidade uma e outra vez, apertando um pouco mais a cada carícia e brincando com os dedos nos meus bicos e auréolas, que têm aqueles furinhos característicos que aparecem quando fico excitada, e responde: "Sim, Esperanza, adoro eles. Sempre foram uma das partes do seu corpo que mais me chamaram a atenção. Já gostava quando via eles por baixo da roupa e imaginava eles nus, mas agora que vi eles realmente nus, ao natural, e pude tocar, fiquei apaixonado e enlouqueço por eles. São muito grandes e lindos, e apesar da sua idade, ainda estão duros e excitantes, diferente de outras mulheres da sua idade que já têm eles caídos, moles e flácidos." Enquanto ele diz isso e não para de tocar meus baldes enormes, levei uma das minhas mãos ao pau dele, já duro de novo, e comecei a acariciar. Aproximo minha xota dele e esfrego a ponta da rola dele por toda a minha fenda, fuck you, minha perna e jogo ela por cima do corpo dele para que minha bucetinha se abra ao máximo para conseguir, sem que entre toda a pontinha da ferramenta dele, mas o suficiente para deixá-lo louco de tesão e me fazer gozar de prazer com a carícia que, ajudada pela minha mão, estou dando no pau dele. Enquanto faço isso, pergunto: “Emílio, há quanto tempo você reparou em mim e nos meus peitos?” Ele responde: “Desde o primeiro ano que entrei no colégio, e a senhora ainda não me dava aula, ou seja, desde que eu tinha 13 anos. Mas quando começou a ser minha obsessão sexual e quando comecei a desejar ter você nos meus braços como tive esta noite e tenho agora mesmo foi há três anos. Se for sincero, desde então fico esperando a hora das suas aulas para poder vê-la e observá-la. Muitas das aulas que a senhora dá, embora pareça que sou o aluno mais atento ouvindo a explicação que está dando naquele momento, eu não escuto nada do que diz e fico imaginando você nua comigo e penso uma e outra vez no que faria com você se tivesse a oportunidade de estar com a senhora, e hoje finalmente realizei parte desses sonhos e fantasias.” Eu, sorrindo para ele e com a mão livre que tenho, dou um tapinha no nariz dele enquanto digo: “Me diga, e quero que seja sincero, você já se masturbou alguma vez pensando em mim?” (Eu, mesmo sabendo a resposta, quero ouvir da boca dele.) Ele responde: “Sim, Profe, é raro o dia que não faço uma punheta, desculpa, me masturbo pensando na senhora, que estou com você e que te como uma e outra vez, você debaixo de mim. Você em cima de mim cavalgando e, enquanto faz isso, seus peitos balançando como sinos, até que eu os fodo e apalpo uma e outra vez para terminar me levantando e levando um dos seus peitos à minha boca. Teve dias que quando acordei tive que levar o pijama, sem minha mãe perceber, direto para o cesto de roupa suja porque deixei ele todo melado da minha gozada, e a cama, é raro o dia que com Ela não ficou manchada, por mais cuidado que eu tenha pra isso não acontecer. Eu desejei tanto ela e agora tô com você. Eu, sem parar de acariciar o pau dele, falo: “Emilio, você sabe que eu tô super excitada e sabe por quê, acho que vocês exageraram nos drinks que me deram hoje à noite, e eu preciso que um pau continue me fodendo e sei que não posso sair nesse estado pra procurar fora daqui, porque não sei o que aconteceria. Sei pelo que tenho nas minhas mãos que você agora tá igual a mim, por favor me fode de novo e te prometo que depois vou tentar dormir pra você poder ir pro seu quarto descansar, e se eu não conseguir dormir, te prometo que não vou sair do quarto.” Ele sorri pra mim e se prepara pra se colocar em cima de mim pra me foder, mas eu paro ele e falo: “Não, hoje você vai realizar sua fantasia, vou montar em você e você vai poder ver como meus sinos se mexem até você pegá-los, tocá-los, apertá-los, espremê-los e chupá-los como você desejava no seu sonho.” Então eu me coloco de pernas abertas em cima dele, e me ajudando com as mãos, seguro o pau dele ereto e me deixo cair sobre ele, entrando, sem dificuldade, completo dentro da minha buceta, por causa do quanto minha xota tava molhada naquele momento. Só de sentir a ponta dele chegar até o fundo da minha buceta, comecei a subir e descer com as mãos na minha cintura e jogando meus ombros pra trás (pra que meus peitos se exibissem ainda mais, se é que isso era possível), deixando meus peitos livres pra se mexerem com toda liberdade. A cada movimento dos meus quadris, meus dois potes se mexem igual fariam os sinos de uma igreja num dia de glória. Emilio não tira os olhos deles, eu sorrindo pergunto: “Você gosta assim, é isso que você sonhava? Olha, olha como meus peitos se mexem, pega eles, aperta e faz o que quiser com eles agora, são todos seus, são só pra você, não se acanha, realiza teu sonho, faz comigo tudo que você desejar.” Estou morrendo de vontade de sentir seu sêmen dentro de mim de novo, goza você também no meu ritmo, querido, goza.” Ele começa a mover a pélvis acompanhando meus movimentos e me diz: “Profe, prefiro por enquanto continuar vendo suas tetas balançando sem controle, antes de tocá-las, isso vou fazer um pouco mais tarde. É fantástico, senhorita, quantas vezes vivi esse momento nos meus sonhos e agora estou realizando, obrigado, obrigado profe, obrigado por esse momento que você está me dandooooo... ooooohhhhhh é fantásticoooooo... siiiiiiiii...” Eu então começo a me mover com mais ritmo, quero gozar mil vezes mais e não é só que eu quero, é que eu preciso. Me inclino para frente apoiando os braços na cama, deixando a cabeça do Emilio entre eles, e sem parar de me mexer, começo a dar com minhas tetas na cara do meu aluno. Ele procura com a boca meus bicos, mas com o ritmo e o balanço das tetas que eu tenho, fica difícil, então ele estica a língua e a cada passada vai chupando elas, isso me deixa ainda mais excitada, me endireito de novo e deixo ele começar a acariciar meus peitos, aos poucos vai passando das carícias para apertá-los e espremê-los, meus peitos doem com o jeito que ele está tratando eles, mas estou tão excitada e ele me faz sentir tanto prazer que eu digo: “Uhmmmmm uhmmmmmm, siiiiiii Meu Deussssss eu gostoooooo, eu gostoooooo do que você faz comigo, você vai fazer meus peitos explodirem de tão duros que está deixando eles siiiiiiiiii... siiiiiiiii... aaaahhhhhhhh, levanta um pouquinho e chupa eles, por favoooooor... siiiiiiiii meu meninooooooo chupa e mama nas tetas da mamãe......” Ele se levantou me segurando pelas costas, inclinou a cabeça e começou a saborear meus seios, no início com cuidado, depois com mais força e vontade. Eu acariciava a cabeça dele e ele começava a soltar seus primeiros gemidos de prazer ao saborear meus peitos, enquanto eu dizia: “Siiiiiiiiii Emilioooooooo, come eles.” Todooooooossss, são seus siiiiiim, os pe...pe..zões sssssssss, siiiiiim, chupa meus pezõeeeeessssssss, assiiiiiiim, assiiiiiiiiiii aaaaahhhhh que prazeeeeeerrrrrr....." Ele obedecia tudo que eu mandava, tava adorando o poder de chupar e devorar meus baldes enormes, duros de tanto tesão, e saboreava intensamente cada um dos meus peitos, cada mamilo, e empurrava com as mãos cada vez mais minhas costas contra ele pra tentar enfiar meus mamilos e auréolas inteiros na boca dele. Eu tava ficando louca com a chupada nos meus peitos e isso fez eu aumentar o ritmo de sentar e levantar, pulando com mais força no colo dele, me enfiando a cada golpe mais e mais na pica dura e esplêndida dele dentro da minha buceta, que eu sentia a ponta dela batendo na entrada do meu útero. Sinto que outro orgasmo tá vindo de novo, e quero que ele venha, acelero, quero me soltar e me inclino pra trás, mas ele não me solta e com meus movimentos puxa forte meus mamilos, fazendo eu me grudar de novo nele, me apertando com força contra ele, e começo a gritar de novo enquanto outro orgasmo me atinge: "Aaaahhhhhh, assiiiiim, assiiiiiiii, não paraaaa, não paraaa... siiiiiiiim siiiiiiiim, porraaaaaaa, sinto eleeeee, chega no meu úteroooooo, sinto eleeeee siiiiiim e tô aproveitandooooooo, porra que piconnnnnnnn, como você me deixa tesuda, filho da putaaaaaa, que prazer que você me dáaaaaaa... meu bebezinhooooooo oooohhhhhhhhh." Ele, mesmo me ouvindo, não para de me foder, solta por um momento meus peitos e de novo se deita de costas, eu destruída pelo orgasmo imenso que acabei de ter, caio em cima dele, então Emílio me abraça e continua me fodendo com golpes fortes do quadril e da pica. Assim continua por uns momentos, o cara tem resistência porque já gozou várias vezes durante a noite, o orgasmo e a gozada dele demoram. Me segurando com força, ele dá um impulso e a gente vira, ele ficando por cima de mim. Ele abre mais minhas pernas com as dele e continua bombando minha buceta enquanto Ela diz entre gemidos: “Uhmmmmm, você gosta, uhmmmmm como eu tô fazendo isso pra você, siiiiiii caralho que gostosoooo, siiiiiiiiii, Deus que prazer você tá me dandoooooooo ooooohhhhhh que gostosoooo vadiaaaaa, aaaahhhhhh Deeeeeussssss ……”. Eu, durante todo esse tempo, não parei de ligar um orgasmo no outro, levo minhas pernas para as costas dela, cruzando-as sobre ela, pra ela não escapar, enquanto ele continua me bombando com força por pelo menos mais cinco minutos. De repente, percebo que ele acelera os movimentos e começo a sentir de novo o esperma quente dentro da minha buceta, enquanto ele fica tenso e como se estivesse fora de si, gritando: “Vêêê, vêêê como eu te fodo, sente, sente, tô gozando, siiiiiiiii, tô vindo, siiiiiiiii caralho puta caralho que gostosão como você fode, quem diria quando eu te via dando aula que você era tão puta, siiiiiiii caralho, como eu gosto de te foder caralho que mulher como você fode deusssss, fode como uma puta profissional e como você rebola, siiiiiii quero gozar, deus vou te encher de leite, deusssssss tô gozando Siiiiiiii tô gozando, siiiiiiii, você é uma baita vadia, vou encher sua buceta de leite aaaaahhhhhhh, sente como eu gozo, diz, diz que sente, quero te engravidar… siiiiiiiiiii profeeee quero gozar e te engravidar…..aaaaoooooohhhhhhhh…..” Eu também fora de mim respondo: “Siiiiiiiii siiiiiiiii caralho, se eu sinto, sinto e aproveito, caralho que pauzão, como você me deixa tesudo, que gostoso você me dá siiiiiii siiiiiiii me destrói, me fode, me fode e não para agora, tô gozando, tô gozando, quero tudo, tudo… Deusssssss Deusssssssss agora sim eu sinto, que gostoso, você me destrói” cabrão, siiiiiiiiii, ahhhhhhhhhh, isso é foda, sinto como se você estivesse me arrombandooooo, siiiiiiii, siiiiiiiii me bateeeeeee......” Ele me respondia: “Deussssssss que prazerrrrrr você me deuuuuu vadiazinhaaaaa, Deusss siiiiiiiii, siiiiiiiii putaaaaa que buceta boa você temmmmmmm, como eu gostoooooo, siiiiiiiii, hoje vou te arrebentar de novo.....” E depois de uma estocada forte e profunda, meu jovem aluno esvaziou completamente o tanque de sêmen dentro da minha buceta e útero. Quando fez isso, caiu sobre mim, e ficamos os dois parados, um em cima do outro, por um bom tempo. Nós dois tivemos um orgasmo longo e intenso, como poucos que já tive na vida, e com certeza para o Emilio foi o melhor que ele já teve na sua jovem existência, e vai demorar muito até ele sentir um tão forte de novo. Quando ele se levantou de cima de mim, eu já estava mais calma, embora ainda não tivesse perdido toda a excitação, mas já dava pra controlar. Ele perguntou como eu estava, e eu disse que mais tranquila, que ele podia ir descansar porque era muito tarde e no dia seguinte a gente ia ter que acordar às 7 da manhã, mas se quisesse, podia ir tomar café às 8:30 e aproveitar aquela hora e meia a mais de descanso. Olhei o relógio e eram 2:30 da manhã, tinha transado desde as 10 ou 10:30 da noite até agora, ou seja, 4 horas, e fui possuída pelos meus quatro alunos. Sabia que no dia seguinte ia estar acabada e com dores pelo corpo todo, porque a batalha com os quatro jovens tinha sido pesada, mas muito gostosa. Emilio pegou a roupa, se vestiu meio por cima, e pegando o lençol que a gente tinha usado desde o quarto dele, se preparou pra ir. Mas antes de sair, eu falei: “Por favor, Emilio, você pode trazer o pouco de bebida que deixei no copo? Acho que agora não vou babar ele, mas talvez eu acorde de noite e dê vontade, obrigada.” Ele me responde: “Sim, é o que O senhor quer que eu traga, mas acho que a senhora não devia beber mais desse coquetel hoje, olha como a senhora ficou excitada a noite toda e como ainda está. Não devíamos ter deixado a senhora beber tanto, mas fazer o quê… não imaginávamos que ia fazer tanto efeito." Eu, me fazendo de surpresa, falo: "O que você tá dizendo? Como vai fazer efeito se não tem álcool, ou pelo menos foi isso que vocês me falaram?" Ele, se ligando rápido que falou demais, responde: "Não, não, prof, não tem álcool, mas é que eu vi a senhora tão excitada que pensei que podia ser…" Aí eu falo: "Então me traz o copo com o que sobrou, antes de você ir dormir, por favor." Ele saiu e logo voltou com ele, devia ter uns dois ou três dedos de líquido no copo. Peguei e coloquei na mesinha de cabeceira, e me despedindo dele falei: "Tchau, obrigada, até amanhã, descanse. Amanhã tenho que falar com os quatro. O que aconteceu esta noite nesses quartos tem que ficar dentro desses quartos, não pode vazar. Fala pros seus colegas também, ninguém pode ficar sabendo. Mas vão descansar que amanhã a gente conversa." Mandei ele trazer o copo pra esvaziar o líquido que ainda tinha num potinho de gel (que eu esvaziei e lavei bem com água até deixar limpinho, sem gosto nem cheiro) pra levar no dia seguinte a uma farmácia e pedir uma análise do coquetel que me deram. Já me estendi bastante. No próximo relato, vou continuar contando como foi o resto dos dias da viagem com meus alunos e meu diretor pra França. Se alguém quiser entrar em contato comigo, pode me escrever no e-mail: Pedrovenegas413@gmail.com

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