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![Sozinho no Paraíso Feminino[07]Buceta Gostosa e Melada[/07] Sozinho no Paraíso Feminino[07]Buceta Gostosa e Melada[/07]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 07.
Quarentona.
Alguns dos meus colegas do clube de futebol me mandaram mensagens reclamando da quarentena, porque pra eles ficou super chata. Claro, nenhum deles deve dividir a casa com sete mulheres; eu nem tenho espaço pra ficar entediado. Onde quer que eu esteja, quase sempre tem alguém… e agora é pior, porque começou a “Quarentanga”.
Não sei como minha prima Ayelén conseguiu convencer minha mãe a deixar as mulheres andarem de fio dental pela casa, já que a Alicia sempre foi contra isso, por questões de "decência". Agora, essa decência não parecia importar tanto. Quando a Gisela perguntou por que ela tinha aceitado, minha mãe só disse que queria que todos se sentissem confortáveis dentro de casa. Isso até entendo, talvez para algumas mulheres seja mais confortável não ser obrigada a usar calças. Só que, pra mim, isso complica a existência.
Admito, tenho um problema: se vejo uma bunda apertada na calça, meu pau fica duro. Nem sempre, e também não acontece na hora; mas acontece, e muito.
A "Quarentanga" foi decretada oficialmente no dia seguinte ao meu barraco com a Estefânia, e as consequências não demoraram pra aparecer.
Eu tava lendo um livro do Orson Scott Card, O Jogo do Exterminador. Tava enrolando pra ler fazia um tempão e tava fascinado com as paradas que o protagonista tinha que passar com uma idade tão nova. Tava completamente viciado na trama desse livro de ficção científica, quando a Ayelen apareceu. Ela tava usando uma micro fio dental branca que se enfiava no meio das nádegas redondas e perfeitas dela. Era impressionante como os lábios da buceta marcavam, parecia até que o tecido era tinta na pele dela. Ela começou a conversar com a Alicia e a Cristela. Minha tia e minha mãe estavam sentadas perto do que a minha mãe chamava de "mesinha do chá". Uma mesinha pequena, na sala, atrás do sofá, rodeada por quatro cadeiras. Minha mãe adorava tomar chá naquele lugar, porque fica perto de uma janelona que dá pro quintal, deixando uma luz natural muito boa.
Ayelén poderia ter se sentado em uma das cadeiras, afinal sobravam duas. Mas a filha da puta fez algo com a pura intenção de me provocar.
Até agora eu já tinha visto duas das minhas irmãs andando de fio dental pela casa: Macarena e Estefanía. Também vi a Ayelén, mas não do jeito que tô vendo agora.
Minha prima se ajoelhou no sofá e apoiou os cotovelos no encosto, ou seja, usando o sofá ao contrário. Se tivesse sentado como uma pessoa normal, teria ficado de frente pra mim. Mas ficou de costas. Como estava de joelhos, a bunda dela ocupou boa parte do meu campo de visão, e eu não consegui mais me concentrar no livro.
Ela ficou ali, fingindo que não sabia que eu tava olhando fixamente pra bunda dela. Mas sabia, tenho certeza que sabia.
Oi, maninho" — disse uma voz que se aproximava de mim.
—Oi, Maca.
—Tudo bem? — Ela me perguntou baixinho, enquanto as outras três mulheres falavam que nem umas papagaias.
―Essa filha da puta ―falei, apontando pra Ayelén com a cabeça―. Tá me provocando. Olha como ela mexe essa bunda.
—Sim, é verdade.
Minha prima tava com a bunda empinada e as pernas levemente abertas. Ela rebolava a rabeta igual uma gata no cio. O pano da tanga mal conseguia cobrir a buceta inteira dela.
— Quer que eu fique de pau duro —supus que já tinha intimidade suficiente pra falar desse assunto com a Macarena—. E quando isso acontecer, ela vai me falar uma coisa.
―Fica tranquilo, que se isso acontecer, eu vou te defender.
—Sério?
—Sim, não vou deixar essa putinha te torturar. Ela vai ter que aprender a não se meter com você, porque vai ter que se ver com suas irmãs. Bom, pelo menos com duas delas.
Sabia que a segunda era a Gisela. Não imaginava a Tefi ou a Pilar me defendendo. A Tefi provavelmente ficaria do lado da Ayelén, e a Pilar nem ligaria.
Fiz de tudo pra me preparar mentalmente e não dar bola pra bunda da Ayelén, e quase consegui. Mas quando a Macarena se adiantou pra chegar perto da minha mãe e da minha tia, percebi que ela também tava de fio dental. Uma tão pequena e justa quanto a da minha prima. Meu pau não conseguiu ficar dormindo, aquelas duas rabetas eram perfeitas e eu, como um bom moleque de dezoito anos, tava morrendo de vontade de fazer um monte de coisa com uma bunda daquelas… e meu pau sabia disso.
Ficou dura em mim em questão de segundos, e como se a Ayelén tivesse um radar pra ereções, ela se virou na hora exata, pra ver a barraca que tinha se formado na minha calça.
—Ah, tá, não acredito nisso! —Ela exclamou, como se a situação a surpreendesse—. Tá vendo que você é um degenerado, cara?
— O que aconteceu? — Perguntou minha tia Cristela, que da posição dela não conseguia ver minha protuberância.
—Esse cara ficou de pau duro.
Sei que meu rosto ficou de todas as cores. Queria morrer, não sabia como esconder minha ereção evidente, e pra piorar, minha mãe e minha tia se levantaram pra ver se era verdade.
— Como é que você vai ficar de pau duro só de olhar a bunda da sua irmã e da sua prima? — Perguntou Ayelén, com o melhor tom de arpia —. Você é um degenerado.
—Ai, Nahuel! —Minha mãe exclamou, e isso só piorou minha vergonha.
Me encolhi no sofá, como se quisesse que ele me engolisse. Queria sumir. Mas nem tudo estava perdido: a Macarena cumpriu a promessa dela.
—E o que tem de errado nisso? —ela perguntou.
—Como assim, o que tem de errado? —O rostinho de anjinho inocente da Ayelén se desfez na hora, agora sim parecia aquele demônio que ela escondia por dentro—. Não te dá nojo que seu irmão fique de pau duro só de olhar pra sua bunda?
—Não, pelo contrário. Me sinto orgulhosa —disse Macarena, com um sorriso largo—. Ele tem dezoito anos, o estranho seria se não ficasse duro. Se ele fica de pau duro, é porque tá funcionando —disse isso olhando pra minha mãe—. Além disso, uma bunda é uma bunda. Pode ser que ele saiba que é a bunda da irmã dele, ou da prima, mas como é que ele faz pra informar isso pro pau dele? Será que você nunca ficou com a buceta molhada quando supostamente não devia? Tem questões fisiológicas que a gente não consegue controlar, por mais que se esforce.
A cara de ódio da Ayelén me deu medo, achei que ela ia se jogar em cima da Macarena e começar a bater nela. Com certeza minha prima tava planejando esse momento há um tempão e minha irmã tinha estragado tudo de vez. Pra piorar, a Cristela também ficou do meu lado.
—Pobre coitado de mim. Só tive um pequeno acidente, nada mais. Como a Macarena disse, vocês deviam se sentir orgulhosas de que suas bundas podem fazer um cara ficar duro… mesmo contra a vontade dele. As duas têm rabos muito gostosos… e agora o pobre do Nahuel tem que ver vocês de fio dental o dia inteiro… e a Tefi também, porque ela curte essa coisa de ficar só de calcinha. — Olhou pra filha e continuou — Acho que se vocês querem andar de fio dental o dia todo, vão ter que se acostumar que o único homem da casa, de vez em quando, vai ficar de pau duro. Não acha, Alicia?
Minha mãe ficou muda, essa era uma área em que ela não costumava discutir. Quem respondeu por ela foi a Macarena.
—Pensa assim, mãe: se sobe, é porque tá saudável. Quantos homens por aí não conseguem ter uma ereção? Acontece até com caras novos. Pelo menos tu sabe que teu filho não tem nada de errado lá embaixo. Ele não tem culpa de ficar duro ao ver a bunda de uma mina, mesmo que seja a irmã ou a prima dele.
—Pode ser —disse minha mãe.
Entendi a tática da Macarena. Minha mãe morre de medo de tudo que envolve doenças, e se minha ereção era um símbolo de "boa saúde", então ela não ia achar ruim.
—Pra mim não tem problema ele ficar de pau duro —disse Macarena—. Acho que a única que se incomoda é a Ayelén, que por acaso é a que mais adora rebolando a bunda quando anda, como se quisesse que todo mundo ficasse olhando. Gata, se você gosta tanto de mostrar a raba, não entendo por que fica puta se o Nahuel fica de pau duro.
— É verdade — disse Cristela —. Tu tens um jeito de andar bem provocante. Teu primo não te fez nada, só teve uma ereção involuntária. Não acho justo chamar ele de degenerado.
Sim, Ayelén," disse minha mãe, que parecia ter acordado de um transe. "Você queria andar de fio dental, então aguenta as consequências. Eu fico feliz em saber que meu filho é um garoto saudável, sem nenhum problema que o impeça de ter uma ereção. Tenho certeza de que ele não fez de propósito.
— De verdade, não foi de propósito —garanti—. Foi sem querer. Desculpa.
—Viu? —Disse Macarena—. Até pede desculpa. E em nenhum momento te chamou de puta, por ficar rebolando a raba na frente dele. Não me surpreenderia se você tivesse se sentado de propósito no sofá, apontando a bunda pro Nahuel.
—Também não me surpreenderia — acrescentou Cristela —. Com o quanto ela adora provocar…
―Vão todos tomar no cu!
Com isso, Ayelén desceu do sofá e foi pro quarto dela… quer dizer, pro MEU quarto. A tentativa dela de me deixar na merda tinha saído pelo avesso, quem ficou parecendo uma idiota foi ela. Não senti pena, ela quem procurou. Troquei um olhar cúmplice com minha irmã, depois ela sentou pra tomar chá com a Alicia e a Cristela, e voltaram a me ignorar. Depois de um tempo, consegui me concentrar de novo na leitura.
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No dia seguinte, pra não ter que aguentar as consequências da Quarentanga, decidi ficar no quarto da Tefi, jogando no PlayStation. Pensei que passaria o resto da tarde fazendo exatamente a mesma coisa, até que meu celular avisou que tinha recebido uma mensagem nova. Primeiro, achei que era um dos meus colegas de futebol, mas era alguém muito melhor. Era a Celeste, a amiga da Gisela. Fiquei empolgadão quando vi que ela tinha me mandado mensagem primeiro, porque não sabia como puxar assunto.
Nos primeiros mensagens ela me cumprimentava e explicava que a Gisela tinha passado meu número, porque eu tava a fim de "conhecer minas". Quase falei que minha intenção era só conversar, e nada mais; mas lembrei que a Gisela me disse que a Celeste era uma "comedora de homem", uma mulher que não costuma enrolar. Corria o risco de passar por otário, mesmo assim me animei a ser um pouco mais direto. Falei: "Minha irmã me contou que você é mó gostosa". Me arrependi de ter falado uma merda dessas, mas, por algum motivo, parece que funcionou.
—Sua irmã tem razão… e ela me contou que você curte loiras peitudas. Também me disse que você é bem dotado. Se for assim, a gente vai se dar muito bem.
Fiquei meio sem graça da Gisela ter contado isso pra ele. De qualquer forma, não tava pensando em casar com a Celeste… no fim das contas…
—Isso é verdade. Minha irmã também me disse que você é casada.
—É verdade… mas meu marido é um baita corno manso, e nem sabe. Que me desculpe, mas não sou mulher de um homem só. Eu gosto de aventuras… e não gosto que me façam perder tempo.
Nessa hora chegou uma foto pra mim. A primeira coisa que vi foram dois peitões enormes, dentro de um sutiã de renda preta. Se eu prestasse bem atenção, dava até pra adivinhar a aréola dos bicos. O cabelo liso e loiro caía sobre os ombros dela. A imagem terminava bem em cima da boca dela, que tava pintada de um vermelho escuro. Ela tinha uns lábios muito sensuais.
—Pra você ir me conhecendo — ela me disse.
—Uau! Sim, você é bem direta.
―Ha! Isso não é nada.
Em seguida, ela me mandou uma foto praticamente idêntica à anterior… só que dessa vez sem o sutiã. As tetonas dela eram coroadas por uns bicos grandes e marrons. E não parou por aí, as fotos continuaram chegando.
Tinha umas de fio dental, posando de costas pra câmera. Outras de pernas abertas, com vários modelos de tanga; umas bem pequenas, que deixavam ver boa parte da buceta lisinha.
—Se você se animar a mostrar um pouquinho também, te mando umas coisas mais interessantes — ele me prometeu.
Nunca tinha tido esse tipo de conversa com uma mulher, nem pelo celular. Adorava que ela fosse tão direta, me dava um tesão imenso. Vendo como ela era gostosa e sensual, a pica ficou dura em segundos. Nunca tinha tirado fotos do pau, e a sensação foi estranha. Fotografei ele bem duro, porque queria que ela visse ele no auge do esplendor.
—Uai, cara… tu vem bem equipado mesmo —ela me disse, quando mandei a foto—. Adoraria chupar essa rola toda. Meu marido tem uma pequenininha… e eu gosto é das bem grandes. Bom, promessa é dívida…
As fotos seguintes que ela me mandou eram bem mais explícitas. Já não tinha mais fio dental no meio, a buceta dela aparecia toda aberta, fotografada de vários ângulos. Fiquei maravilhado com aquela vulva carnuda e o clitóris bem saliente. Comecei a bater uma na hora. O que mais me excitava era saber que tinha uma chance real de ficar com ela. Já tinha ficado claro pra mim que a Celeste tava atrás de uma aventura passageira, provavelmente com um cara mais novo que ela; e eu tava disposto a dar isso pra ela. Não tava nem aí se ela era casada. Se o cara era tão corno quanto ela dizia, então dava pra confiar que a Celeste sabia como lidar com a situação.
Curti pra caralho uma foto em especial, onde ela tava de quatro, mostrando a bunda enorme dela, que tava abrindo com as duas mãos.
—Me manda mais fotos da sua pica —ela pediu—. Quando eu te ver, vou chupar ela toda.
Mandei mais duas fotos da minha pica dura e perguntei pra ela:
—Você é boa no boquete?
—Se sou boa? Adoro chupar paus… ainda mais se forem grandes como o seu.
Essa foto aí eu não esperava de jeito nenhum. Dava pra ver uma pica enorme, bem em primeiro plano, e o cabelo loiro da Celeste. Dava pra ver também os peitos dela pelados… e a boca, agora pintada de preto. Ela tava engolindo aquela pica grossa como uma verdadeira profissional. Fiquei louco só de imaginar que ela ia me chupar daquele jeito.
Eu estava muito concentrado na tarefa de bater uma freneticamente enquanto admirava aquela magnífica buceta, e aconteceu algo que já estava virando rotina: a porta se abriu.
Dessa vez foi culpa minha. Já deveria ter aprendido que numa casa com tanta gente e poucos quartos, o mais lógico é alguém entrar. Além disso, o quarto da Tefi tem trinco, e por ser um punheteiro (literalmente) esqueci de fechar.
Não era a Tefi. Teria sido um alívio se fosse ela. Mas não, porque com certeza tem um deus malvado que me odeia. Era a minha prima Ayelén.
Ao me ver com o pau duro, no meio do processo de punheta, ela ficou de boca aberta.
—Ei! Por que você abre sem bater? — reclamei.
—Tava procurando a Tefi —a cara de surpresa dela durou só mais um segundo, virando um sorriso maquiavélico—. Não sabia que você vinha tão bem equipado, priminho. —Ela fechou a porta atrás de si.
—Vaza. A Tefi não tá aqui.
—Ela sabe que você tá batendo uma na cama dela?
Vai, fala pra ela, se é isso que você quer. Não tô nem aí.
—Tem certeza? Acho que a Tefi não vai gostar nada de saber que o masturbador do irmão dela tá usando a cama dela, bem… pra bater uma punheta.
Nas duas vezes anteriores, já tinha me calejado pra esse tipo de experiência vergonhosa, e por causa do meu orgulho, não ia deixar minha prima me torturar. Decidi que a melhor estratégia era desafiá-la, pra ela se defender, em vez de me atacar.
—Por que você fica olhando tanto pra minha pica? Por acaso você gosta?
Ela arregalou os olhos e até percebi que a respiração dela parou. Pensei que tinha pegado ela, que tinha vencido no próprio jogo dela. Mas esqueci que tô lidando com o próprio demônio.
O sorriso cruel no rosto dela ficou enorme, como se fosse uma loba faminta admirando um coelhinho ferido que já não consegue mais correr.
Ela me olhou fixamente nos olhos e avançou, feito uma predadora, sem desviar o olhar nem por um segundo. Subiu na cama e foi engatinhando até onde eu estava. Fez algo que eu nunca esperaria nem em um milhão de anos: agarrou minha rola.
—Qual é o seu problema, cara? Cê acha que eu tenho medo de uma pica? Depois de todas que eu já sentei?
Pra aumentar minha confusão, ela pegou na minha piroca. Fiquei olhando pra ela de olhos bem abertos, sem saber o que dizer. A mão dela era macia e quentinha, o que aumentou pra caralho minha excitação. Não tava acostumado, de jeito nenhum, a uma mulher pegar na minha piroca daquele jeito. Pra piorar, a Ayelén começou a mexer a mão, como se tivesse me masturbando devagar.
―Pode ser que você tenha um pouquinho maior que o normal; mas não pense que por isso vai me intimidar. Conheci caras com uma pica enorme que nem sabem usar, e se meus cálculos não falham, você ainda é virgem. Não faz ideia do que fazer com tudo isso.
―Claro que tenho!
―Ah, é? Mostra aí... O que você faria comigo?
A desgraçada se colocou sobre mim, deixando a ponta do meu pau se encaixar entre os lábios da buceta dela. Ela estava de fio dental, mas mesmo assim eu sentia o calor da xereca dela.
—Vai lá… o que você faria? — Ela me perguntou de novo.
—Você é minha prima.
—E isso importa? Vai, me mostra que você não tem essa rola de enfeite.
Ela se moveu devagar, fazendo minha cabeça percorrer toda a rachadura da buceta dela, ocasionalmente apertava pra baixo, como se quisesse que eu a penetrasse. Mas isso não ia rolar, não enquanto a calcinha fio dental estivesse no caminho. Num breve ato de coragem, consegui segurar ela pela cintura. Foi a única coisa que me veio à mente. Depois disso, fiquei completamente paralisado.
Ayelén sorriu vitoriosa e, só pra se gabar do meu fracasso, se mexeu mais rápido. Dessa vez parecia que a gente tava transando, mas a rola não entrava, só batia uma e outra vez no tecido da calcinha fio dental… mas batia bem no lugar onde deveria estar o buraco da buceta dela.
Como já estava há um tempo me masturbando, e os movimentos eróticos da Ayelén aumentaram meu tesão, não consegui mais resistir. Comecei a gozar, jorros grandes e grossos de porra, que foram parar na virilha da Ayelén.
No começo ela olhou pra baixo, espantada, como se aquilo que tava rolando fosse algo errado. Mas uns segundos depois, voltou com aquele sorriso maquiavélico e triunfante.
—Ai, que desgraça! —exclamou, com teatralidade—. O que houve, priminho? Sua pica explodiu? Mas se você nem enfiou em mim.
Com certeza esse foi o momento mais vergonhoso da minha vida. Não foi quando minha mãe me pegou batendo uma e eu gozei na cara dela, nem quando a Tefi descobriu que eu tinha roubado as fotos pornô dela. Foi esse, agora. Com a Ayelén rindo de mim por ter gozado só com o contato da buceta dela com a minha. A risada dela perfurou meu cérebro, e eu sabia que nunca ia esquecer aquilo. Também não vou esquecer o que ela fez depois.
Ela se afastou de mim e eu achei que fosse embora, mas em vez disso pegou na minha pica de novo e apertou, pra sair as últimas gotas. Minha pica toda tava coberta de porra cremosa, e agora também tinha nas mãos da minha prima.
—Tenho que admitir que, pelo menos, você jorra muito leite. Isso sempre me agrada. Eu gosto de caras que gozam pra caralho.
Em seguida, ela aproximou a cabeça da minha piroca e começou a lamber, como se fosse um sorvete, juntando o sêmen. Tudo que a língua dela recolhia, ela engolia, como se fosse uma sobremesa cremosa e gostosa. Até me deu a impressão de que ela estava curtindo pra caralho. Pra finalizar, enfiou minha glande na boca e deu um chupão forte, que estalou igual a uma garrafa de sidra sendo aberta.
—Que pena, priminho. Tô muito decepcionada com você. Pensei que pelo menos sabia usar esse treco.
Pegou um par de lenços descartáveis do criado-mudo, usou um pra limpar a boca e com o outro tirou os restos de porra que tinham ficado na calcinha fio dental. Por causa da umidade, o tecido ficou quase transparente, e eu consegui ver o grelinho dela claramente; mas só por alguns segundos.
Sem dizer mais nada, Ayelén saiu do quarto, me deixando humilhado e com o pau ainda duro. Tava tão excitado que sabia que não ia descer. Precisava bater uma de novo. Não é algo que eu costumo fazer, geralmente uma punheta já basta, pelo menos por umas horas. Mas dessa vez era especial. Eu precisava disso.
Pra evitar mais problemas, antes de começar a bater uma, tranquei a porta e lembrei mentalmente que, se um dia fizesse o mesmo no quarto da Tefi, nunca mais esqueceria de trancar.
Usei as fotos da Celeste como estímulo; mas tenho que admitir que também pensei muito na Ayelén e em como cada coisa que ela fez foi sentida. Foram apenas alguns segundos, mas pra mim pareceu que ela ficou no quarto uma eternidade. Não demorei muito pra chegar ao clímax de novo.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Como na minha casa circulavam várias mulheres de fio dental, resolvi ficar dentro do quarto da Tefi o máximo de tempo possível. Só saía quando ela estava por perto, porque a desgraçada usava uma calcinha minúscula. Quando ela se deitava de bruços na cama pra jogar Play, meus olhos ficavam presos entre aquelas bundas durinhas.
Quando eu saí, ouvi a Gisela discutindo com a Ayelén, não me meti na conversa; mas entendi que minha prima tava puta porque a Gisela ainda não tinha cumprido a parte dela na aposta.
—É suposto que tu tem que andar de fio dental, pelo menos por uma semana —reclamou Ayelén.
Sim, eu sei. Mas não falei quando vou fazer. Me dá uns dias.
—Beleza, mas quando começar, tem que fazer por uma semana seguida. Nada de um dia sim e no outro não.
—Tá bom —disse Gisela, revirando os olhos.
Sei que devia ser um horror pra ela andar seminua na frente do resto da família. Talvez incomodasse ela eu ver ela de fio dental. Sempre tive uma relação muito maternal com ela e não sei se quero descobrir como as tangas ficam na Gisela… embora com certeza fiquem maravilhosas, com aquela bunda enorme que ela tem.
—Ei, cara —disse uma voz atrás de mim. Por um momento, fiquei assustado, achando que podia ser a Pilar; mas quando me virei, descobri que era a Macarena.
—O que foi? — perguntei, tentando não reparar demais na calcinha fio-dental minúscula que ela tava usando.
—Essa noite você dorme comigo. A Tefi me disse que já tá um pouquinho cheia de te ter no quarto, e quer que você deixe ela em paz por algumas noites.
—Não, o que essa desgraçada quer é ficar sozinha com o Play.
—A Play? Desde quando a Tefi se importa com videogame?
—Desde que ensinei ela a jogar oAssassin’s CreedDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
―Você tá falando grego pra mim.
—É um jogo onde tem que matar gente. Acho que por isso a Tefi gostou tanto.
―Com o jeito agressivo que ela tem, não é à toa que gosta desses jogos. Enfim, tanto faz. Hoje você dorme comigo. Se eu estiver acordada quando você se deitar, a gente pode bater um papo. Se eu já estiver dormindo, deita sem fazer muito barulho. Odeio que me acordem.
—Tá bom. Valeu.
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Como a ideia de conversar com a Macarena me animou, não esperei muito pra entrar no quarto dela. Por sorte ela ainda tava acordada. Tava deitada na cama, lendo o livro do Stephen King que eu emprestei pra ela.
— Como é que tá a leitura? — perguntei.
—Muito bem, esse livro me prendeu de vez.
—Se quiser, eu vou embora e volto mais tarde.
Não, sem drama. Com a quarentena, o que não me falta é tempo pra ler. Posso continuar depois. Vem, deita aqui.
Ela puxou o lençol de lado, mostrando o lado da cama que eu ia ocupar, e nesse movimento me deixou ver outra coisa: da cintura pra baixo, ela tava completamente pelada. Em cima, só uma camiseta curta onde os bicos dos peitos marcavam pra caralho. Fiquei besta, olhando pra pele branca e lisinha dos lábios da buceta dela. Era perfeito. O que mais me impressionava era a elevação do Monte de Vênus.
Quando levantei o olhar, percebi que ela tava sorrindo.
―Desculpa ―falei, ficando todo vermelho.
—Por quê?
—Porque fiquei olhando pra você… e isso é errado.
Ela soltou uma gargalhada.
—Não seja tarado, Nahuel. Acha que vou me ofender porque você fica olhando pra minha buceta?
—Ah, não? Mas… você é minha irmã.
—E aí, qual é o problema? Se eu fosse um cara e tivesse a pica balançando entre as pernas, com certeza você também ia me olhar. Por um motivo simples: você não tá acostumado a ver gente pelada. Quando fui pra praia de nudismo, dava pra perceber que eu era novata, porque ficava olhando pra buceta de qualquer pessoa que tivesse no meu campo de visão. É um reflexo, não tem como evitar. Mas depois a gente se acostuma e isso vira algo normal.
—Você acha que vou me acostumar a ver elas de fio dental?
—Sim, acho que você se acostumaria, mesmo que nos visse peladas. Mas pode ser que leve um tempo pra se adaptar. Vai, vem, deita aqui. Sem medo… e não precisa ficar de roupa, se não quiser.
Hesitei um instante antes de fazer alguma coisa. A ideia de que minha irmã me visse pelado não me agradava muito; no entanto, não queria que ela se sentisse desconfortável por ser a única pessoa nua no quarto. Tirei a calça e a cueca, mas deixei a camiseta vestida, igual a ela.
Macarena nem sequer olhou pra minha pica, ficou mexendo no celular como se não tivesse importância. Adoraria conseguir me comportar desse jeito. Sei que tô muito longe de conseguir isso porque, no caminho até a cama, não fiz outra coisa senão olhar pra buceta dela.
—Do que você quer falar? — ela me perguntou, assim que eu me deitei ao lado dela.
―Hum… ―vários assuntos vinham à minha cabeça; mas tinha um que me despertava especialmente a curiosidade―. Você me prometeu que ia me contar sobre suas aventuras com o professor Mário.
—Marcelo. O nome dele é Marcelo.
―Tá bom, tanto faz. O cara que você dava.
Ela riu de novo.
—É um bom jeito de definir isso.
—Então era assim que você via?
—Sim. Não pense que eu me apaixonei por ele nem nada disso. Era só um cara que eu pegava de vez em quando. Fiz pela emoção da aventura. Nunca fantasiou em transar com uma professora jovem e gostosa?
―Pode ser…
—É uma fantasia recorrente. Eu curti a ideia de dar pra um professor e a Camila, minha amiga, me encheu o saco pra eu fazer. Ela achou que eu não ia ter coragem, era tipo um desafio entre a gente. Tudo não passava de um joguinho até que um dia eu contei pra ela que já tinha chupado o pau do professor Marcelo.
—Nossa. Você realmente chupou a buceta dela?
— Chupei ela um monte de vezes — ela disse, levantando uma sobrancelha. Dava pra ver que ela tava orgulhosa disso.
—E como é que rolou? Quer dizer… imagino que depois da primeira vez tenha sido algo mais natural. Mas como você criou coragem na primeira vez?
―A primeira vez foi a mais difícil. Eu tava super nervosa… e com tesão. Não vou mentir, tinha a buceta toda molhada, porque entrei na sala com a ideia de fazer um boquete nele.
—Você fez isso numa sala de aula da faculdade?
—Sim. Você vai acabar pensando que sou uma puta.
—Não tem nada de errado em ser uma puta gostosa.
Mais uma vez, Macarena encheu o quarto com sua risada gostosa.
—Você está aprendendo. Eu não gosto que humilhem uma mulher só porque ela gosta de sexo.
— Te incomoda se te chamarem de puta?
—Não, de jeito nenhum. Porque eu vejo isso como parte do jogo sexual. Me excita quando me chamam assim, desde que eu tenha permitido pra quem tá falando.
—Claro, não é a mesma coisa um estranho na rua te falar isso do que alguém que você gosta.
―Exato. Só me incomoda se falarem num tom desrespeitoso. Do contrário, não. É bom ser um pouquinho vadia de vez em quando. Dá mais emoção ao ato sexual. Eu sou apaixonada por sexo, em todos os sentidos. Não só fazer, mas também estudar e pensar em como as outras pessoas vivenciam isso. Acho que por isso gosto tanto de estudar psicologia. Mas enfim, isso não é importante agora. Você quer saber como foi a primeira vez que chupei o pau do Marcelo ― eu assenti com a cabeça ―. Naquele dia, entrei na sala no horário de tutoria, ele estava sozinho, corrigindo umas provas. Geralmente ninguém vai no horário de tutoria, então eu o tinha só pra mim. Não sou boa atriz; mas naquele dia tirei um dez em atuação. Minha ideia era fazer o papel da garota indefesa e preocupada porque não vai bem numa matéria difícil. A segunda parte era verdade: a matéria que o Marcelo dá é difícil. Mas eu ia muito bem nos estudos e não achava tão complicada quanto os outros. No entanto, falei com ele quase chorando. Contei que estava acumulando muitas matérias e não conseguia me organizar pra estudar todas. Precisava de uma ajuda na matéria dele, porque era a mais difícil. Disse que estava disposta a fazer o que fosse preciso pra ele me ajudar. Marcelo me garantiu que pra isso existia a hora de tutoria, e que ele me ajudaria a estudar. "Não ― falei ―, tô falando de outro tipo de ajuda. Tipo saber as perguntas da próxima prova." Ele ficou me olhando atônito, e eu, com minha melhor cara de sonsa, falei: "Tô disposta a fazer o que for. Sério. Tô desesperada." Marcelo, mostrando sua ética impecável, disse que de jeito nenhum podia me dar as perguntas da prova. Aí eu joguei tudo no fogo. Falei: "Professor, tão desesperada que se o senhor me der as perguntas, eu chupo seu pau." Soei tão convincente que ele deu um pulo na cadeira, como se tivesse levado um choque elétrico. Ele se segurou... alegando que ele poderia perder o emprego se fizesse uma coisa dessas. Mas eu insisti, falei que ninguém precisava ficar sabendo. Continuei no meu papel de aluna desesperada e implorei pra ele deixar eu chupar o pau dele. Ele continuou insistindo que não era apropriado, até que eu peguei ele de surpresa. Não esperei mais, me ajoelhei na frente dele, puxei a calça dele de uma vez, e sem dar tempo pra nada, meti o pau dele na minha boca. Não dá pra explicar a cara de espanto que esse cara fez.
―Uau! Imagino que ela não pediu pra você soltar ele…
—Ele quase conseguiu; mas eu já tinha começado a chupar… e o pau dele já tava endurecendo. Na real, ficou duro quase na hora. Pelo visto, ele já devia ter fantasiado alguma vez com uma aluna chupando a rola dele.
—E mesmo que não tenha feito, você é uma garota muito gostosa, Maca. Acho que qualquer cara hétero ficaria feliz se você chupasse a pica dele.
—Obrigada —disse ela, com um sorrisão. Olhou pro meu pau e foi aí que percebi que tinha ficado duro. Não sei como nem quando aconteceu, mas era inegável. Tava rígido, igual um cacete—. Não se preocupa —ela me tranquilizou, antes que eu pudesse falar qualquer coisa—. Já te falei que não tem nada de mais tu ficar de pau duro… ainda mais com o que tô te contando. Eu também tô ficando com a buceta molhada.
Abriu um pouco as pernas e passou dois dedos entre os lábios da buceta, tirando-os cobertos de um líquido viscoso e transparente. Depois, levou os dedos de volta até a bocetinha e começou a acariciá-la devagar.
―O que eu mais gostei de chupar o pau do Marcelo foi que ele não falou nada durante todo o tempo em que eu comi a rola dele. Isso deixava claro várias coisas: eu peguei ele de surpresa; o que eu tava fazendo tava agradando; ele sabia que era errado, mas não teve coragem de parar; e ele tinha comprado meu papel de aluna desesperada. ―Enquanto falava, Macarena continuava acariciando a própria buceta com dois dedos, e até se massageava o clitóris. Eu também tava surpreso―. Quando contei pra Camila como engoli o pau do Marcelo, ela deu uma baita punheta.
—Na sua frente?
―Sim… bem, eu também me masturbei pra caralho enquanto contava.
―Vocês não tiveram vergonha, não?
Não, de jeito nenhum… bom, sim, um pouquinho, no começo. Mas eu e a Camila temos muita intimidade, e as duas entendem muito bem os prazeres de se masturbar. Qual é o problema de fazer isso junto com outra pessoa?
Ela fez uma pausa de alguns segundos e acelerou o ritmo com que se esfregava a buceta. Tava se masturbando do meu lado e com as palavras dela me deu a entender que não se importaria se eu fizesse o mesmo. Não consegui resistir a essa oferta. Tava tão excitado que se não batesse uma naquele exato momento, a pica ia explodir.
Comecei a me tocar, igual um macaco num galho. Não liguei pra mais nada. Minha timidez foi vencida pela safadeza. A Macarena não tava falando, mas o ritmo da respiração dela era ainda mais gostoso que a voz. Ela tava ficando ofegante, conforme aumentava a velocidade com que se punhetava. É, já tinha pensado uma vez na Macarena batendo uma siririca, é impossível não pensar depois da conversa que a gente teve naquela noite; mas nunca imaginei que a gente ia acabar os dois, batendo punheta na mesma cama. Ela abriu as pernas e começou a gemer baixinho, como se mostrasse que não tinha vergonha de se tocar na minha frente. Eu fiz a minha parte, acelerando o ritmo com que minha mão subia e descia.
—Toma, um pouquinho de lubrificação. Vai te fazer bem… e pra mim tá sobrando.
Ao dizer isso, a Macarena acariciou minha cabecinha com os dedos cobertos de meladinha. Foi um erro grave, porque eu sou um punheteiro experiente; mas não tenho experiência nenhuma com carícias femininas, e a dela foi mais que espetacular. Senti meu pau pulsar intensamente quando ela me tocou… e pra piorar, ela apertou nos lugares certos. Foi a gozada mais precoce da minha vida.
Todo o sêmen, como era de se esperar, foi parar na mão da minha irmã. Mas ela não pareceu se importar com esse detalhe. Em vez de se afastar, começou a me masturbar, fazendo com que potentes jatos de porra jorrassem do meu pau. Meu corpo inteiro tremeu e, sem querer, minha mão esquerda pousou sobre a sua buceta. Foram apenas alguns segundos, até que eu tirei a mão, envergonhado. Ela não fez nenhum comentário sobre isso. Só ficou sacudindo meu pau, que ainda continuava cuspindo aquele líquido branco.
—Adoro que saia tanta porra —ela disse, acariciando todo o comprimento da minha piroca coberta de sêmen.
Meu estômago deu um nó, de tesão. Uma frase muito parecida tinha saído da boca da Ayelén e me surpreendeu que minha irmã pensasse do mesmo jeito.
―Desculpa… não aguentei…
―Tudo bem, irmãozinho, não esquenta. Mas, pelo bem da sua vida sexual, te sugiro começar a treinar um pouco mais a sua resistência. Porque não vai adiantar muito ter a pica grande se você gozar em dois segundos.
Sim, eu sei… é que…
—Você é virgem. Não tem experiência.
—Isso mesmo.
―Tá bom, não tem vergonha nenhuma em ser virgem, ainda mais na sua idade. Você tem só dezoito anos. Uma hora vai rolar. Mas, enquanto isso, vamos ter que dar um jeito nessa ejaculação precoce. Tenho umas coisinhas em mente que podem funcionar.
Bom, valeu. —Fiz uma pausa, enquanto ela limpava todo o esperma com lenços de papel—. Você vai continuar me contando sobre seu professor?
—Melhor deixar pra amanhã. De qualquer forma, amanhã também vamos dormir juntos. Hoje já não faz muito sentido continuar.
—Tá bom. Melhor você me conta amanhã.
Me deu a impressão de que essa conversa tinha sido um ensaio preliminar pra algo mais intenso. A Macarena tava quebrando o gelo entre nós, e a gente ter batido uma juntos era a prova irrefutável disso.
—Bom, vamos dormir —disse ele, quando minha pica já estava limpa. Apagou a luz do abajur—. Descansa bem, maninho.
Valeu, você também.
—Mas por um tempinho talvez você custe a dormir.
—Por quê?
—Porque eu ainda não gozei.
Na hora senti o movimento intenso da mão dela. Já não conseguia vê-la, mas intuía que ela tava enfiando os dedos na própria buceta, pelos estalos molhados que fazia. Os gemidos dela voltaram, eram baixinhos, com certeza pra não alertar os outros da casa; mas intensos o bastante pra penetrar até o fundo do meu ser. A Macarena levou uns minutos pra gozar, e durante todo o tempo que ela ficou se tocando, eu imaginei que era assim que uma mulher gemeria, se tivesse transando comigo.
![Sozinho no Paraíso Feminino[07]Buceta Gostosa e Melada[/07] Sozinho no Paraíso Feminino[07]Buceta Gostosa e Melada[/07]](http://s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 07.
Quarentona.
Alguns dos meus colegas do clube de futebol me mandaram mensagens reclamando da quarentena, porque pra eles ficou super chata. Claro, nenhum deles deve dividir a casa com sete mulheres; eu nem tenho espaço pra ficar entediado. Onde quer que eu esteja, quase sempre tem alguém… e agora é pior, porque começou a “Quarentanga”.
Não sei como minha prima Ayelén conseguiu convencer minha mãe a deixar as mulheres andarem de fio dental pela casa, já que a Alicia sempre foi contra isso, por questões de "decência". Agora, essa decência não parecia importar tanto. Quando a Gisela perguntou por que ela tinha aceitado, minha mãe só disse que queria que todos se sentissem confortáveis dentro de casa. Isso até entendo, talvez para algumas mulheres seja mais confortável não ser obrigada a usar calças. Só que, pra mim, isso complica a existência.
Admito, tenho um problema: se vejo uma bunda apertada na calça, meu pau fica duro. Nem sempre, e também não acontece na hora; mas acontece, e muito.
A "Quarentanga" foi decretada oficialmente no dia seguinte ao meu barraco com a Estefânia, e as consequências não demoraram pra aparecer.
Eu tava lendo um livro do Orson Scott Card, O Jogo do Exterminador. Tava enrolando pra ler fazia um tempão e tava fascinado com as paradas que o protagonista tinha que passar com uma idade tão nova. Tava completamente viciado na trama desse livro de ficção científica, quando a Ayelen apareceu. Ela tava usando uma micro fio dental branca que se enfiava no meio das nádegas redondas e perfeitas dela. Era impressionante como os lábios da buceta marcavam, parecia até que o tecido era tinta na pele dela. Ela começou a conversar com a Alicia e a Cristela. Minha tia e minha mãe estavam sentadas perto do que a minha mãe chamava de "mesinha do chá". Uma mesinha pequena, na sala, atrás do sofá, rodeada por quatro cadeiras. Minha mãe adorava tomar chá naquele lugar, porque fica perto de uma janelona que dá pro quintal, deixando uma luz natural muito boa.
Ayelén poderia ter se sentado em uma das cadeiras, afinal sobravam duas. Mas a filha da puta fez algo com a pura intenção de me provocar.
Até agora eu já tinha visto duas das minhas irmãs andando de fio dental pela casa: Macarena e Estefanía. Também vi a Ayelén, mas não do jeito que tô vendo agora.
Minha prima se ajoelhou no sofá e apoiou os cotovelos no encosto, ou seja, usando o sofá ao contrário. Se tivesse sentado como uma pessoa normal, teria ficado de frente pra mim. Mas ficou de costas. Como estava de joelhos, a bunda dela ocupou boa parte do meu campo de visão, e eu não consegui mais me concentrar no livro.
Ela ficou ali, fingindo que não sabia que eu tava olhando fixamente pra bunda dela. Mas sabia, tenho certeza que sabia.
Oi, maninho" — disse uma voz que se aproximava de mim.
—Oi, Maca.
—Tudo bem? — Ela me perguntou baixinho, enquanto as outras três mulheres falavam que nem umas papagaias.
―Essa filha da puta ―falei, apontando pra Ayelén com a cabeça―. Tá me provocando. Olha como ela mexe essa bunda.
—Sim, é verdade.
Minha prima tava com a bunda empinada e as pernas levemente abertas. Ela rebolava a rabeta igual uma gata no cio. O pano da tanga mal conseguia cobrir a buceta inteira dela.
— Quer que eu fique de pau duro —supus que já tinha intimidade suficiente pra falar desse assunto com a Macarena—. E quando isso acontecer, ela vai me falar uma coisa.
―Fica tranquilo, que se isso acontecer, eu vou te defender.
—Sério?
—Sim, não vou deixar essa putinha te torturar. Ela vai ter que aprender a não se meter com você, porque vai ter que se ver com suas irmãs. Bom, pelo menos com duas delas.
Sabia que a segunda era a Gisela. Não imaginava a Tefi ou a Pilar me defendendo. A Tefi provavelmente ficaria do lado da Ayelén, e a Pilar nem ligaria.
Fiz de tudo pra me preparar mentalmente e não dar bola pra bunda da Ayelén, e quase consegui. Mas quando a Macarena se adiantou pra chegar perto da minha mãe e da minha tia, percebi que ela também tava de fio dental. Uma tão pequena e justa quanto a da minha prima. Meu pau não conseguiu ficar dormindo, aquelas duas rabetas eram perfeitas e eu, como um bom moleque de dezoito anos, tava morrendo de vontade de fazer um monte de coisa com uma bunda daquelas… e meu pau sabia disso.
Ficou dura em mim em questão de segundos, e como se a Ayelén tivesse um radar pra ereções, ela se virou na hora exata, pra ver a barraca que tinha se formado na minha calça.
—Ah, tá, não acredito nisso! —Ela exclamou, como se a situação a surpreendesse—. Tá vendo que você é um degenerado, cara?
— O que aconteceu? — Perguntou minha tia Cristela, que da posição dela não conseguia ver minha protuberância.
—Esse cara ficou de pau duro.
Sei que meu rosto ficou de todas as cores. Queria morrer, não sabia como esconder minha ereção evidente, e pra piorar, minha mãe e minha tia se levantaram pra ver se era verdade.
— Como é que você vai ficar de pau duro só de olhar a bunda da sua irmã e da sua prima? — Perguntou Ayelén, com o melhor tom de arpia —. Você é um degenerado.
—Ai, Nahuel! —Minha mãe exclamou, e isso só piorou minha vergonha.
Me encolhi no sofá, como se quisesse que ele me engolisse. Queria sumir. Mas nem tudo estava perdido: a Macarena cumpriu a promessa dela.
—E o que tem de errado nisso? —ela perguntou.
—Como assim, o que tem de errado? —O rostinho de anjinho inocente da Ayelén se desfez na hora, agora sim parecia aquele demônio que ela escondia por dentro—. Não te dá nojo que seu irmão fique de pau duro só de olhar pra sua bunda?
—Não, pelo contrário. Me sinto orgulhosa —disse Macarena, com um sorriso largo—. Ele tem dezoito anos, o estranho seria se não ficasse duro. Se ele fica de pau duro, é porque tá funcionando —disse isso olhando pra minha mãe—. Além disso, uma bunda é uma bunda. Pode ser que ele saiba que é a bunda da irmã dele, ou da prima, mas como é que ele faz pra informar isso pro pau dele? Será que você nunca ficou com a buceta molhada quando supostamente não devia? Tem questões fisiológicas que a gente não consegue controlar, por mais que se esforce.
A cara de ódio da Ayelén me deu medo, achei que ela ia se jogar em cima da Macarena e começar a bater nela. Com certeza minha prima tava planejando esse momento há um tempão e minha irmã tinha estragado tudo de vez. Pra piorar, a Cristela também ficou do meu lado.
—Pobre coitado de mim. Só tive um pequeno acidente, nada mais. Como a Macarena disse, vocês deviam se sentir orgulhosas de que suas bundas podem fazer um cara ficar duro… mesmo contra a vontade dele. As duas têm rabos muito gostosos… e agora o pobre do Nahuel tem que ver vocês de fio dental o dia inteiro… e a Tefi também, porque ela curte essa coisa de ficar só de calcinha. — Olhou pra filha e continuou — Acho que se vocês querem andar de fio dental o dia todo, vão ter que se acostumar que o único homem da casa, de vez em quando, vai ficar de pau duro. Não acha, Alicia?
Minha mãe ficou muda, essa era uma área em que ela não costumava discutir. Quem respondeu por ela foi a Macarena.
—Pensa assim, mãe: se sobe, é porque tá saudável. Quantos homens por aí não conseguem ter uma ereção? Acontece até com caras novos. Pelo menos tu sabe que teu filho não tem nada de errado lá embaixo. Ele não tem culpa de ficar duro ao ver a bunda de uma mina, mesmo que seja a irmã ou a prima dele.
—Pode ser —disse minha mãe.
Entendi a tática da Macarena. Minha mãe morre de medo de tudo que envolve doenças, e se minha ereção era um símbolo de "boa saúde", então ela não ia achar ruim.
—Pra mim não tem problema ele ficar de pau duro —disse Macarena—. Acho que a única que se incomoda é a Ayelén, que por acaso é a que mais adora rebolando a bunda quando anda, como se quisesse que todo mundo ficasse olhando. Gata, se você gosta tanto de mostrar a raba, não entendo por que fica puta se o Nahuel fica de pau duro.
— É verdade — disse Cristela —. Tu tens um jeito de andar bem provocante. Teu primo não te fez nada, só teve uma ereção involuntária. Não acho justo chamar ele de degenerado.
Sim, Ayelén," disse minha mãe, que parecia ter acordado de um transe. "Você queria andar de fio dental, então aguenta as consequências. Eu fico feliz em saber que meu filho é um garoto saudável, sem nenhum problema que o impeça de ter uma ereção. Tenho certeza de que ele não fez de propósito.
— De verdade, não foi de propósito —garanti—. Foi sem querer. Desculpa.
—Viu? —Disse Macarena—. Até pede desculpa. E em nenhum momento te chamou de puta, por ficar rebolando a raba na frente dele. Não me surpreenderia se você tivesse se sentado de propósito no sofá, apontando a bunda pro Nahuel.
—Também não me surpreenderia — acrescentou Cristela —. Com o quanto ela adora provocar…
―Vão todos tomar no cu!
Com isso, Ayelén desceu do sofá e foi pro quarto dela… quer dizer, pro MEU quarto. A tentativa dela de me deixar na merda tinha saído pelo avesso, quem ficou parecendo uma idiota foi ela. Não senti pena, ela quem procurou. Troquei um olhar cúmplice com minha irmã, depois ela sentou pra tomar chá com a Alicia e a Cristela, e voltaram a me ignorar. Depois de um tempo, consegui me concentrar de novo na leitura.
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No dia seguinte, pra não ter que aguentar as consequências da Quarentanga, decidi ficar no quarto da Tefi, jogando no PlayStation. Pensei que passaria o resto da tarde fazendo exatamente a mesma coisa, até que meu celular avisou que tinha recebido uma mensagem nova. Primeiro, achei que era um dos meus colegas de futebol, mas era alguém muito melhor. Era a Celeste, a amiga da Gisela. Fiquei empolgadão quando vi que ela tinha me mandado mensagem primeiro, porque não sabia como puxar assunto.
Nos primeiros mensagens ela me cumprimentava e explicava que a Gisela tinha passado meu número, porque eu tava a fim de "conhecer minas". Quase falei que minha intenção era só conversar, e nada mais; mas lembrei que a Gisela me disse que a Celeste era uma "comedora de homem", uma mulher que não costuma enrolar. Corria o risco de passar por otário, mesmo assim me animei a ser um pouco mais direto. Falei: "Minha irmã me contou que você é mó gostosa". Me arrependi de ter falado uma merda dessas, mas, por algum motivo, parece que funcionou.
—Sua irmã tem razão… e ela me contou que você curte loiras peitudas. Também me disse que você é bem dotado. Se for assim, a gente vai se dar muito bem.
Fiquei meio sem graça da Gisela ter contado isso pra ele. De qualquer forma, não tava pensando em casar com a Celeste… no fim das contas…
—Isso é verdade. Minha irmã também me disse que você é casada.
—É verdade… mas meu marido é um baita corno manso, e nem sabe. Que me desculpe, mas não sou mulher de um homem só. Eu gosto de aventuras… e não gosto que me façam perder tempo.
Nessa hora chegou uma foto pra mim. A primeira coisa que vi foram dois peitões enormes, dentro de um sutiã de renda preta. Se eu prestasse bem atenção, dava até pra adivinhar a aréola dos bicos. O cabelo liso e loiro caía sobre os ombros dela. A imagem terminava bem em cima da boca dela, que tava pintada de um vermelho escuro. Ela tinha uns lábios muito sensuais.
—Pra você ir me conhecendo — ela me disse.
—Uau! Sim, você é bem direta.
―Ha! Isso não é nada.
Em seguida, ela me mandou uma foto praticamente idêntica à anterior… só que dessa vez sem o sutiã. As tetonas dela eram coroadas por uns bicos grandes e marrons. E não parou por aí, as fotos continuaram chegando.
Tinha umas de fio dental, posando de costas pra câmera. Outras de pernas abertas, com vários modelos de tanga; umas bem pequenas, que deixavam ver boa parte da buceta lisinha.
—Se você se animar a mostrar um pouquinho também, te mando umas coisas mais interessantes — ele me prometeu.
Nunca tinha tido esse tipo de conversa com uma mulher, nem pelo celular. Adorava que ela fosse tão direta, me dava um tesão imenso. Vendo como ela era gostosa e sensual, a pica ficou dura em segundos. Nunca tinha tirado fotos do pau, e a sensação foi estranha. Fotografei ele bem duro, porque queria que ela visse ele no auge do esplendor.
—Uai, cara… tu vem bem equipado mesmo —ela me disse, quando mandei a foto—. Adoraria chupar essa rola toda. Meu marido tem uma pequenininha… e eu gosto é das bem grandes. Bom, promessa é dívida…
As fotos seguintes que ela me mandou eram bem mais explícitas. Já não tinha mais fio dental no meio, a buceta dela aparecia toda aberta, fotografada de vários ângulos. Fiquei maravilhado com aquela vulva carnuda e o clitóris bem saliente. Comecei a bater uma na hora. O que mais me excitava era saber que tinha uma chance real de ficar com ela. Já tinha ficado claro pra mim que a Celeste tava atrás de uma aventura passageira, provavelmente com um cara mais novo que ela; e eu tava disposto a dar isso pra ela. Não tava nem aí se ela era casada. Se o cara era tão corno quanto ela dizia, então dava pra confiar que a Celeste sabia como lidar com a situação.
Curti pra caralho uma foto em especial, onde ela tava de quatro, mostrando a bunda enorme dela, que tava abrindo com as duas mãos.
—Me manda mais fotos da sua pica —ela pediu—. Quando eu te ver, vou chupar ela toda.
Mandei mais duas fotos da minha pica dura e perguntei pra ela:
—Você é boa no boquete?
—Se sou boa? Adoro chupar paus… ainda mais se forem grandes como o seu.
Essa foto aí eu não esperava de jeito nenhum. Dava pra ver uma pica enorme, bem em primeiro plano, e o cabelo loiro da Celeste. Dava pra ver também os peitos dela pelados… e a boca, agora pintada de preto. Ela tava engolindo aquela pica grossa como uma verdadeira profissional. Fiquei louco só de imaginar que ela ia me chupar daquele jeito.
Eu estava muito concentrado na tarefa de bater uma freneticamente enquanto admirava aquela magnífica buceta, e aconteceu algo que já estava virando rotina: a porta se abriu.
Dessa vez foi culpa minha. Já deveria ter aprendido que numa casa com tanta gente e poucos quartos, o mais lógico é alguém entrar. Além disso, o quarto da Tefi tem trinco, e por ser um punheteiro (literalmente) esqueci de fechar.
Não era a Tefi. Teria sido um alívio se fosse ela. Mas não, porque com certeza tem um deus malvado que me odeia. Era a minha prima Ayelén.
Ao me ver com o pau duro, no meio do processo de punheta, ela ficou de boca aberta.
—Ei! Por que você abre sem bater? — reclamei.
—Tava procurando a Tefi —a cara de surpresa dela durou só mais um segundo, virando um sorriso maquiavélico—. Não sabia que você vinha tão bem equipado, priminho. —Ela fechou a porta atrás de si.
—Vaza. A Tefi não tá aqui.
—Ela sabe que você tá batendo uma na cama dela?
Vai, fala pra ela, se é isso que você quer. Não tô nem aí.
—Tem certeza? Acho que a Tefi não vai gostar nada de saber que o masturbador do irmão dela tá usando a cama dela, bem… pra bater uma punheta.
Nas duas vezes anteriores, já tinha me calejado pra esse tipo de experiência vergonhosa, e por causa do meu orgulho, não ia deixar minha prima me torturar. Decidi que a melhor estratégia era desafiá-la, pra ela se defender, em vez de me atacar.
—Por que você fica olhando tanto pra minha pica? Por acaso você gosta?
Ela arregalou os olhos e até percebi que a respiração dela parou. Pensei que tinha pegado ela, que tinha vencido no próprio jogo dela. Mas esqueci que tô lidando com o próprio demônio.
O sorriso cruel no rosto dela ficou enorme, como se fosse uma loba faminta admirando um coelhinho ferido que já não consegue mais correr.
Ela me olhou fixamente nos olhos e avançou, feito uma predadora, sem desviar o olhar nem por um segundo. Subiu na cama e foi engatinhando até onde eu estava. Fez algo que eu nunca esperaria nem em um milhão de anos: agarrou minha rola.
—Qual é o seu problema, cara? Cê acha que eu tenho medo de uma pica? Depois de todas que eu já sentei?
Pra aumentar minha confusão, ela pegou na minha piroca. Fiquei olhando pra ela de olhos bem abertos, sem saber o que dizer. A mão dela era macia e quentinha, o que aumentou pra caralho minha excitação. Não tava acostumado, de jeito nenhum, a uma mulher pegar na minha piroca daquele jeito. Pra piorar, a Ayelén começou a mexer a mão, como se tivesse me masturbando devagar.
―Pode ser que você tenha um pouquinho maior que o normal; mas não pense que por isso vai me intimidar. Conheci caras com uma pica enorme que nem sabem usar, e se meus cálculos não falham, você ainda é virgem. Não faz ideia do que fazer com tudo isso.
―Claro que tenho!
―Ah, é? Mostra aí... O que você faria comigo?
A desgraçada se colocou sobre mim, deixando a ponta do meu pau se encaixar entre os lábios da buceta dela. Ela estava de fio dental, mas mesmo assim eu sentia o calor da xereca dela.
—Vai lá… o que você faria? — Ela me perguntou de novo.
—Você é minha prima.
—E isso importa? Vai, me mostra que você não tem essa rola de enfeite.
Ela se moveu devagar, fazendo minha cabeça percorrer toda a rachadura da buceta dela, ocasionalmente apertava pra baixo, como se quisesse que eu a penetrasse. Mas isso não ia rolar, não enquanto a calcinha fio dental estivesse no caminho. Num breve ato de coragem, consegui segurar ela pela cintura. Foi a única coisa que me veio à mente. Depois disso, fiquei completamente paralisado.
Ayelén sorriu vitoriosa e, só pra se gabar do meu fracasso, se mexeu mais rápido. Dessa vez parecia que a gente tava transando, mas a rola não entrava, só batia uma e outra vez no tecido da calcinha fio dental… mas batia bem no lugar onde deveria estar o buraco da buceta dela.
Como já estava há um tempo me masturbando, e os movimentos eróticos da Ayelén aumentaram meu tesão, não consegui mais resistir. Comecei a gozar, jorros grandes e grossos de porra, que foram parar na virilha da Ayelén.
No começo ela olhou pra baixo, espantada, como se aquilo que tava rolando fosse algo errado. Mas uns segundos depois, voltou com aquele sorriso maquiavélico e triunfante.
—Ai, que desgraça! —exclamou, com teatralidade—. O que houve, priminho? Sua pica explodiu? Mas se você nem enfiou em mim.
Com certeza esse foi o momento mais vergonhoso da minha vida. Não foi quando minha mãe me pegou batendo uma e eu gozei na cara dela, nem quando a Tefi descobriu que eu tinha roubado as fotos pornô dela. Foi esse, agora. Com a Ayelén rindo de mim por ter gozado só com o contato da buceta dela com a minha. A risada dela perfurou meu cérebro, e eu sabia que nunca ia esquecer aquilo. Também não vou esquecer o que ela fez depois.
Ela se afastou de mim e eu achei que fosse embora, mas em vez disso pegou na minha pica de novo e apertou, pra sair as últimas gotas. Minha pica toda tava coberta de porra cremosa, e agora também tinha nas mãos da minha prima.
—Tenho que admitir que, pelo menos, você jorra muito leite. Isso sempre me agrada. Eu gosto de caras que gozam pra caralho.
Em seguida, ela aproximou a cabeça da minha piroca e começou a lamber, como se fosse um sorvete, juntando o sêmen. Tudo que a língua dela recolhia, ela engolia, como se fosse uma sobremesa cremosa e gostosa. Até me deu a impressão de que ela estava curtindo pra caralho. Pra finalizar, enfiou minha glande na boca e deu um chupão forte, que estalou igual a uma garrafa de sidra sendo aberta.
—Que pena, priminho. Tô muito decepcionada com você. Pensei que pelo menos sabia usar esse treco.
Pegou um par de lenços descartáveis do criado-mudo, usou um pra limpar a boca e com o outro tirou os restos de porra que tinham ficado na calcinha fio dental. Por causa da umidade, o tecido ficou quase transparente, e eu consegui ver o grelinho dela claramente; mas só por alguns segundos.
Sem dizer mais nada, Ayelén saiu do quarto, me deixando humilhado e com o pau ainda duro. Tava tão excitado que sabia que não ia descer. Precisava bater uma de novo. Não é algo que eu costumo fazer, geralmente uma punheta já basta, pelo menos por umas horas. Mas dessa vez era especial. Eu precisava disso.
Pra evitar mais problemas, antes de começar a bater uma, tranquei a porta e lembrei mentalmente que, se um dia fizesse o mesmo no quarto da Tefi, nunca mais esqueceria de trancar.
Usei as fotos da Celeste como estímulo; mas tenho que admitir que também pensei muito na Ayelén e em como cada coisa que ela fez foi sentida. Foram apenas alguns segundos, mas pra mim pareceu que ela ficou no quarto uma eternidade. Não demorei muito pra chegar ao clímax de novo.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Como na minha casa circulavam várias mulheres de fio dental, resolvi ficar dentro do quarto da Tefi o máximo de tempo possível. Só saía quando ela estava por perto, porque a desgraçada usava uma calcinha minúscula. Quando ela se deitava de bruços na cama pra jogar Play, meus olhos ficavam presos entre aquelas bundas durinhas.
Quando eu saí, ouvi a Gisela discutindo com a Ayelén, não me meti na conversa; mas entendi que minha prima tava puta porque a Gisela ainda não tinha cumprido a parte dela na aposta.
—É suposto que tu tem que andar de fio dental, pelo menos por uma semana —reclamou Ayelén.
Sim, eu sei. Mas não falei quando vou fazer. Me dá uns dias.
—Beleza, mas quando começar, tem que fazer por uma semana seguida. Nada de um dia sim e no outro não.
—Tá bom —disse Gisela, revirando os olhos.
Sei que devia ser um horror pra ela andar seminua na frente do resto da família. Talvez incomodasse ela eu ver ela de fio dental. Sempre tive uma relação muito maternal com ela e não sei se quero descobrir como as tangas ficam na Gisela… embora com certeza fiquem maravilhosas, com aquela bunda enorme que ela tem.
—Ei, cara —disse uma voz atrás de mim. Por um momento, fiquei assustado, achando que podia ser a Pilar; mas quando me virei, descobri que era a Macarena.
—O que foi? — perguntei, tentando não reparar demais na calcinha fio-dental minúscula que ela tava usando.
—Essa noite você dorme comigo. A Tefi me disse que já tá um pouquinho cheia de te ter no quarto, e quer que você deixe ela em paz por algumas noites.
—Não, o que essa desgraçada quer é ficar sozinha com o Play.
—A Play? Desde quando a Tefi se importa com videogame?
—Desde que ensinei ela a jogar oAssassin’s CreedDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
―Você tá falando grego pra mim.
—É um jogo onde tem que matar gente. Acho que por isso a Tefi gostou tanto.
―Com o jeito agressivo que ela tem, não é à toa que gosta desses jogos. Enfim, tanto faz. Hoje você dorme comigo. Se eu estiver acordada quando você se deitar, a gente pode bater um papo. Se eu já estiver dormindo, deita sem fazer muito barulho. Odeio que me acordem.
—Tá bom. Valeu.
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Como a ideia de conversar com a Macarena me animou, não esperei muito pra entrar no quarto dela. Por sorte ela ainda tava acordada. Tava deitada na cama, lendo o livro do Stephen King que eu emprestei pra ela.
— Como é que tá a leitura? — perguntei.
—Muito bem, esse livro me prendeu de vez.
—Se quiser, eu vou embora e volto mais tarde.
Não, sem drama. Com a quarentena, o que não me falta é tempo pra ler. Posso continuar depois. Vem, deita aqui.
Ela puxou o lençol de lado, mostrando o lado da cama que eu ia ocupar, e nesse movimento me deixou ver outra coisa: da cintura pra baixo, ela tava completamente pelada. Em cima, só uma camiseta curta onde os bicos dos peitos marcavam pra caralho. Fiquei besta, olhando pra pele branca e lisinha dos lábios da buceta dela. Era perfeito. O que mais me impressionava era a elevação do Monte de Vênus.
Quando levantei o olhar, percebi que ela tava sorrindo.
―Desculpa ―falei, ficando todo vermelho.
—Por quê?
—Porque fiquei olhando pra você… e isso é errado.
Ela soltou uma gargalhada.
—Não seja tarado, Nahuel. Acha que vou me ofender porque você fica olhando pra minha buceta?
—Ah, não? Mas… você é minha irmã.
—E aí, qual é o problema? Se eu fosse um cara e tivesse a pica balançando entre as pernas, com certeza você também ia me olhar. Por um motivo simples: você não tá acostumado a ver gente pelada. Quando fui pra praia de nudismo, dava pra perceber que eu era novata, porque ficava olhando pra buceta de qualquer pessoa que tivesse no meu campo de visão. É um reflexo, não tem como evitar. Mas depois a gente se acostuma e isso vira algo normal.
—Você acha que vou me acostumar a ver elas de fio dental?
—Sim, acho que você se acostumaria, mesmo que nos visse peladas. Mas pode ser que leve um tempo pra se adaptar. Vai, vem, deita aqui. Sem medo… e não precisa ficar de roupa, se não quiser.
Hesitei um instante antes de fazer alguma coisa. A ideia de que minha irmã me visse pelado não me agradava muito; no entanto, não queria que ela se sentisse desconfortável por ser a única pessoa nua no quarto. Tirei a calça e a cueca, mas deixei a camiseta vestida, igual a ela.
Macarena nem sequer olhou pra minha pica, ficou mexendo no celular como se não tivesse importância. Adoraria conseguir me comportar desse jeito. Sei que tô muito longe de conseguir isso porque, no caminho até a cama, não fiz outra coisa senão olhar pra buceta dela.
—Do que você quer falar? — ela me perguntou, assim que eu me deitei ao lado dela.
―Hum… ―vários assuntos vinham à minha cabeça; mas tinha um que me despertava especialmente a curiosidade―. Você me prometeu que ia me contar sobre suas aventuras com o professor Mário.
—Marcelo. O nome dele é Marcelo.
―Tá bom, tanto faz. O cara que você dava.
Ela riu de novo.
—É um bom jeito de definir isso.
—Então era assim que você via?
—Sim. Não pense que eu me apaixonei por ele nem nada disso. Era só um cara que eu pegava de vez em quando. Fiz pela emoção da aventura. Nunca fantasiou em transar com uma professora jovem e gostosa?
―Pode ser…
—É uma fantasia recorrente. Eu curti a ideia de dar pra um professor e a Camila, minha amiga, me encheu o saco pra eu fazer. Ela achou que eu não ia ter coragem, era tipo um desafio entre a gente. Tudo não passava de um joguinho até que um dia eu contei pra ela que já tinha chupado o pau do professor Marcelo.
—Nossa. Você realmente chupou a buceta dela?
— Chupei ela um monte de vezes — ela disse, levantando uma sobrancelha. Dava pra ver que ela tava orgulhosa disso.
—E como é que rolou? Quer dizer… imagino que depois da primeira vez tenha sido algo mais natural. Mas como você criou coragem na primeira vez?
―A primeira vez foi a mais difícil. Eu tava super nervosa… e com tesão. Não vou mentir, tinha a buceta toda molhada, porque entrei na sala com a ideia de fazer um boquete nele.
—Você fez isso numa sala de aula da faculdade?
—Sim. Você vai acabar pensando que sou uma puta.
—Não tem nada de errado em ser uma puta gostosa.
Mais uma vez, Macarena encheu o quarto com sua risada gostosa.
—Você está aprendendo. Eu não gosto que humilhem uma mulher só porque ela gosta de sexo.
— Te incomoda se te chamarem de puta?
—Não, de jeito nenhum. Porque eu vejo isso como parte do jogo sexual. Me excita quando me chamam assim, desde que eu tenha permitido pra quem tá falando.
—Claro, não é a mesma coisa um estranho na rua te falar isso do que alguém que você gosta.
―Exato. Só me incomoda se falarem num tom desrespeitoso. Do contrário, não. É bom ser um pouquinho vadia de vez em quando. Dá mais emoção ao ato sexual. Eu sou apaixonada por sexo, em todos os sentidos. Não só fazer, mas também estudar e pensar em como as outras pessoas vivenciam isso. Acho que por isso gosto tanto de estudar psicologia. Mas enfim, isso não é importante agora. Você quer saber como foi a primeira vez que chupei o pau do Marcelo ― eu assenti com a cabeça ―. Naquele dia, entrei na sala no horário de tutoria, ele estava sozinho, corrigindo umas provas. Geralmente ninguém vai no horário de tutoria, então eu o tinha só pra mim. Não sou boa atriz; mas naquele dia tirei um dez em atuação. Minha ideia era fazer o papel da garota indefesa e preocupada porque não vai bem numa matéria difícil. A segunda parte era verdade: a matéria que o Marcelo dá é difícil. Mas eu ia muito bem nos estudos e não achava tão complicada quanto os outros. No entanto, falei com ele quase chorando. Contei que estava acumulando muitas matérias e não conseguia me organizar pra estudar todas. Precisava de uma ajuda na matéria dele, porque era a mais difícil. Disse que estava disposta a fazer o que fosse preciso pra ele me ajudar. Marcelo me garantiu que pra isso existia a hora de tutoria, e que ele me ajudaria a estudar. "Não ― falei ―, tô falando de outro tipo de ajuda. Tipo saber as perguntas da próxima prova." Ele ficou me olhando atônito, e eu, com minha melhor cara de sonsa, falei: "Tô disposta a fazer o que for. Sério. Tô desesperada." Marcelo, mostrando sua ética impecável, disse que de jeito nenhum podia me dar as perguntas da prova. Aí eu joguei tudo no fogo. Falei: "Professor, tão desesperada que se o senhor me der as perguntas, eu chupo seu pau." Soei tão convincente que ele deu um pulo na cadeira, como se tivesse levado um choque elétrico. Ele se segurou... alegando que ele poderia perder o emprego se fizesse uma coisa dessas. Mas eu insisti, falei que ninguém precisava ficar sabendo. Continuei no meu papel de aluna desesperada e implorei pra ele deixar eu chupar o pau dele. Ele continuou insistindo que não era apropriado, até que eu peguei ele de surpresa. Não esperei mais, me ajoelhei na frente dele, puxei a calça dele de uma vez, e sem dar tempo pra nada, meti o pau dele na minha boca. Não dá pra explicar a cara de espanto que esse cara fez.
―Uau! Imagino que ela não pediu pra você soltar ele…
—Ele quase conseguiu; mas eu já tinha começado a chupar… e o pau dele já tava endurecendo. Na real, ficou duro quase na hora. Pelo visto, ele já devia ter fantasiado alguma vez com uma aluna chupando a rola dele.
—E mesmo que não tenha feito, você é uma garota muito gostosa, Maca. Acho que qualquer cara hétero ficaria feliz se você chupasse a pica dele.
—Obrigada —disse ela, com um sorrisão. Olhou pro meu pau e foi aí que percebi que tinha ficado duro. Não sei como nem quando aconteceu, mas era inegável. Tava rígido, igual um cacete—. Não se preocupa —ela me tranquilizou, antes que eu pudesse falar qualquer coisa—. Já te falei que não tem nada de mais tu ficar de pau duro… ainda mais com o que tô te contando. Eu também tô ficando com a buceta molhada.
Abriu um pouco as pernas e passou dois dedos entre os lábios da buceta, tirando-os cobertos de um líquido viscoso e transparente. Depois, levou os dedos de volta até a bocetinha e começou a acariciá-la devagar.
―O que eu mais gostei de chupar o pau do Marcelo foi que ele não falou nada durante todo o tempo em que eu comi a rola dele. Isso deixava claro várias coisas: eu peguei ele de surpresa; o que eu tava fazendo tava agradando; ele sabia que era errado, mas não teve coragem de parar; e ele tinha comprado meu papel de aluna desesperada. ―Enquanto falava, Macarena continuava acariciando a própria buceta com dois dedos, e até se massageava o clitóris. Eu também tava surpreso―. Quando contei pra Camila como engoli o pau do Marcelo, ela deu uma baita punheta.
—Na sua frente?
―Sim… bem, eu também me masturbei pra caralho enquanto contava.
―Vocês não tiveram vergonha, não?
Não, de jeito nenhum… bom, sim, um pouquinho, no começo. Mas eu e a Camila temos muita intimidade, e as duas entendem muito bem os prazeres de se masturbar. Qual é o problema de fazer isso junto com outra pessoa?
Ela fez uma pausa de alguns segundos e acelerou o ritmo com que se esfregava a buceta. Tava se masturbando do meu lado e com as palavras dela me deu a entender que não se importaria se eu fizesse o mesmo. Não consegui resistir a essa oferta. Tava tão excitado que se não batesse uma naquele exato momento, a pica ia explodir.
Comecei a me tocar, igual um macaco num galho. Não liguei pra mais nada. Minha timidez foi vencida pela safadeza. A Macarena não tava falando, mas o ritmo da respiração dela era ainda mais gostoso que a voz. Ela tava ficando ofegante, conforme aumentava a velocidade com que se punhetava. É, já tinha pensado uma vez na Macarena batendo uma siririca, é impossível não pensar depois da conversa que a gente teve naquela noite; mas nunca imaginei que a gente ia acabar os dois, batendo punheta na mesma cama. Ela abriu as pernas e começou a gemer baixinho, como se mostrasse que não tinha vergonha de se tocar na minha frente. Eu fiz a minha parte, acelerando o ritmo com que minha mão subia e descia.
—Toma, um pouquinho de lubrificação. Vai te fazer bem… e pra mim tá sobrando.
Ao dizer isso, a Macarena acariciou minha cabecinha com os dedos cobertos de meladinha. Foi um erro grave, porque eu sou um punheteiro experiente; mas não tenho experiência nenhuma com carícias femininas, e a dela foi mais que espetacular. Senti meu pau pulsar intensamente quando ela me tocou… e pra piorar, ela apertou nos lugares certos. Foi a gozada mais precoce da minha vida.
Todo o sêmen, como era de se esperar, foi parar na mão da minha irmã. Mas ela não pareceu se importar com esse detalhe. Em vez de se afastar, começou a me masturbar, fazendo com que potentes jatos de porra jorrassem do meu pau. Meu corpo inteiro tremeu e, sem querer, minha mão esquerda pousou sobre a sua buceta. Foram apenas alguns segundos, até que eu tirei a mão, envergonhado. Ela não fez nenhum comentário sobre isso. Só ficou sacudindo meu pau, que ainda continuava cuspindo aquele líquido branco.
—Adoro que saia tanta porra —ela disse, acariciando todo o comprimento da minha piroca coberta de sêmen.
Meu estômago deu um nó, de tesão. Uma frase muito parecida tinha saído da boca da Ayelén e me surpreendeu que minha irmã pensasse do mesmo jeito.
―Desculpa… não aguentei…
―Tudo bem, irmãozinho, não esquenta. Mas, pelo bem da sua vida sexual, te sugiro começar a treinar um pouco mais a sua resistência. Porque não vai adiantar muito ter a pica grande se você gozar em dois segundos.
Sim, eu sei… é que…
—Você é virgem. Não tem experiência.
—Isso mesmo.
―Tá bom, não tem vergonha nenhuma em ser virgem, ainda mais na sua idade. Você tem só dezoito anos. Uma hora vai rolar. Mas, enquanto isso, vamos ter que dar um jeito nessa ejaculação precoce. Tenho umas coisinhas em mente que podem funcionar.
Bom, valeu. —Fiz uma pausa, enquanto ela limpava todo o esperma com lenços de papel—. Você vai continuar me contando sobre seu professor?
—Melhor deixar pra amanhã. De qualquer forma, amanhã também vamos dormir juntos. Hoje já não faz muito sentido continuar.
—Tá bom. Melhor você me conta amanhã.
Me deu a impressão de que essa conversa tinha sido um ensaio preliminar pra algo mais intenso. A Macarena tava quebrando o gelo entre nós, e a gente ter batido uma juntos era a prova irrefutável disso.
—Bom, vamos dormir —disse ele, quando minha pica já estava limpa. Apagou a luz do abajur—. Descansa bem, maninho.
Valeu, você também.
—Mas por um tempinho talvez você custe a dormir.
—Por quê?
—Porque eu ainda não gozei.
Na hora senti o movimento intenso da mão dela. Já não conseguia vê-la, mas intuía que ela tava enfiando os dedos na própria buceta, pelos estalos molhados que fazia. Os gemidos dela voltaram, eram baixinhos, com certeza pra não alertar os outros da casa; mas intensos o bastante pra penetrar até o fundo do meu ser. A Macarena levou uns minutos pra gozar, e durante todo o tempo que ela ficou se tocando, eu imaginei que era assim que uma mulher gemeria, se tivesse transando comigo.
4 comentários - Sozinho no Paraíso Feminino[07]Buceta Gostosa e Melada[/07]