Minha Priminha parte 2

Nesse ponto, ninguém dos dois sabia o que tinha acontecido — a gente tava bêbado de luxúria. Razão e consciência não existiam, só nossos corpos agindo no automático, como se a carne soubesse o que fazer. Tirei o short e a camisa, deitei sobre ela e penetrei pela primeira vez. Senti o calor da buceta dela e o cheiro almiscarado do corpo. Ela me abraçou forte, me envolveu com braços e pernas. Nada mais existia, só nossos corpos... A gente se beijou com paixão e, depois de saciar a fome que nos consumia, ficamos nus, estirados na cama, suados, em silêncio, a cabeça dela no meu peito. Os dois cientes de ter feito algo proibido, mas que, sem dúvida, tinha sido revelador. Naquela noite, dormimos abraçados. No dia seguinte, na companhia dos familiares, a gente agia — ou tentava agir — com normalidade, cada um distante do outro, com medo de revelar nosso segredo. Trocávamos olhares, às vezes um sorriso ou um levantar de sobrancelhas. Me atrevo a dizer que os dois sentiam o impulso de ficar perto um do outro, a fome de sentir o toque mútuo era avassaladora, nublava minha razão. Comecei a reparar mais no jeito dela se vestir, nas expressões, no sorriso cúmplice que me fazia querer ter ela nua o tempo todo. Ela, por sua vez, me tratava de um jeito mais especial — nos almoços, ela me servia, às vezes usava minhas camisetas. Se não fosse pelo fato de sermos primos, parecíamos um casal recém-casado. Eu sempre tomava a iniciativa. De noite, ela vestia o pijama, a gente dormia, e no meio da madrugada, enquanto o som do relógio da sala marcava as horas, eu acordava nos braços dela — ela já sem o pijama, fingindo que tava dormindo... Eu adorava que ela fingisse. Sei que a educação e os valores morais inibiam ela. Adorava acordá-la ou deixá-la excitada. Sempre começava lambendo os lábios da buceta dela, podia ficar muito tempo ali — gostava do aroma, do arquejar das costas dela. Quando eu dava uma lambida especialmente gostosa, a gente tava aprendendo junto a se dar prazer. A primeira vez que coloquei meu pau na mão dela, ela ficou envergonhada e assustada, a respiração dela tava ofegante. Ela disse: "é grande e tá quente", e eu respondi com um beijo, peguei a mão dela e ensinei ela a me masturbar. Quando ela já tinha pegado o ritmo, eu tava abafando os gemidos suaves dela com beijos e carícias. Ela ficava muito molhada, eu masturbava ela, e ela torcia minha mão entre as pernas dela. Quando tava bem molhadinha, virava ela de costas e a gente ficava de conchinha. Eu sabia que se metesse nela, não ia durar muito, então colocava meu pau e roçava nela enquanto masturbava ela com os dedos, lambia o pescoço dela e beijava as orelhas... Nesse ponto, a gente tava suado, ela tinha tremores nas pernas. Finalmente, eu entrava nela e a expressão dela era um "hooo" silencioso. Ao sentir que eu deslizava dentro dela, ficava ainda mais excitado. Aos poucos, ia enfiando mais fundo, mais fundo, até que as bundas dela impediam de eu ir mais além. Aí ela pegava minhas mãos, entrelaçava os dedos nos meus, e eu começava a meter suave e devagar, acelerando o ritmo e a força. A gente não podia fazer barulho, então no auge do orgasmo eu metia com força, apertando a bunda dela, sentindo que ia gozar dentro. A gente ficava assim, eu dentro dela e ela rodeada pelos meus braços, sentindo o suor e a umidade dos nossos sexos escorrendo.

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