Uma noite de sábado em que saí pra me divertir com umas amigas, já que meu marido tava viajando a trabalho. Naquela época, eu já adorava provocar o pessoal nas baladas, claro que só fazia isso quando saía sem meu parceiro, por razões óbvias. Como ele é gerente de vendas na mesma empresa que eu, viaja bastante, e é nessas ausências que meu lado obscuro desperta.
Chegada a hora, me preparei pra sair com um vestido de lycra branco, daqueles que grudam no corpo, com uma minissaia justa que só cobre a bunda e as costas de fora. Na frente, o tecido vai até o pescoço com um decote em V enorme até o umbigo. Claro, não tô usando nenhuma roupa íntima. Ou seja, meus peitos se mexem livres por baixo do tecido ralo, e meus bicos aparecem assim que ficam duros.
Chegamos na balada perto das 2 da manhã. Fomos pra pista com nossos mojitos na mão e as três começamos a dançar. Não demora muito e já tem vários caras dançando ao nosso redor, a música tá estridente e começa a fazer um calorão.
Passa um tempo e minhas amigas decidem que já tão de saco cheio e vão pro bar pegar outra dose antes de me perguntar se não quero ir com elas. Recuso o convite e prefiro continuar dançando. Minha melhor amiga sabe perfeitamente que sempre fantasiei em pegar um desconhecido em algum lugar, e tá claro que essa pode ser minha noite. Me despeço das duas e continuo rebolando a raba na pista de dança no ritmo da música, terminando meu drink.
Poucos minutos depois, sinto aquele morenão de antes se colocar atrás de mim e começar a dançar, esfregando o corpo no meu sem nenhum pudor. Depois de umas duas músicas, percebo que ele coloca as mãos na minha cintura e gruda completamente o corpanzil dele no meu. Ele é uns centímetros mais alto que eu, e dá pra sentir claramente a ereção dele se esfregando na minha bunda.
- Oi, gostosa, me chamo... Lucas e você? Ele se apresenta falando no meu ouvido enquanto firma as mãos nas minhas cadeiras.
- Oi, sou Vanina, é um prazer. Respondo flertando com ele e sorrio enquanto balanço devagar minha bunda pra aprofundar o contato.
Como você tá me deixando Ele comenta com a voz rouca de tesão e me vira pra ficarmos de frente.
As mãos dele vão automaticamente pro meu cu e ficam lá massageando e apertando do jeito que ele quer enquanto continuamos dançando no meio da pista.
Não falamos muito mais, só algum comentário tribal enquanto seguimos o ritmo da música.
A boca dele começa um ataque sem piedade e a língua dele se enrosca na minha enquanto uma das mãos sobe até meu peito, que ele amassa até deixar meu bico duro que nem pedra. Eu gemo no beijo e sinto a outra mão dele sumir debaixo da minha saia, entrando por trás. Posso sentir dois dedos dele passando entre meus lábios molhados de tão puta que ele me deixou.
Ele me encurrala contra uma coluna do lado dos sofás e começa a devorar meu pescoço enquanto tira os dois peitos do meu vestido e passa a amassá-los e chupá-los sem vergonha nenhuma. Eu não consigo parar de gemer, não só pelas carícias dele, mas pelo espetáculo que estamos dando, já que uns casais nos sofás estão nos olhando disfarçadamente.
Fodendo-me isso, aliás, me excitando ainda mais, desabotoo a braguilha dele e, depois de mexer na cueca, tiro o pau duro dele pra fora, e que pau. Hmmm, quero que ele me coma já... Começo a bater uma pra ele quando ele me vira e me faz abrir as pernas.
- Que rabo enorme que você tem, gostosa. - Ele declara enquanto me dá um tapa na bunda com um pouco de força, e isso faz eu quase gozar de tanto prazer.
- Vem cá que vou meter até o fundo.
E pode crer que ele mete, e vai direto na minha buceta quente, onde se enterra de uma só estocada forte e profunda.
Abro os olhos e vejo um magrelo mais ou menos da idade do Lucas, mas muito menos bonito, que está me metendo a mão enquanto se toca no pau por cima da calça.
Os casais sentados depois disso parecem ou muito chocados ou muito excitados e vazam. Legal, o Lucas tira o pau pra fora e, sem nem guardar, me leva pra um dos sofás com o amigo dele atrás.
Eu subo montada nele e, antes de me empalar no pau dele, vejo o amigo sentar do lado sem tirar a mão da virilha.
Sinto que assim que ele meter, vou gozar — e é exatamente o que acontece, gemendo e apertando o pau do Lucas com os espasmos do meu orgasmo. Isso parece deixá-lo ainda mais excitado, e ele começa a meter pra cima com selvageria.
Dá pra perceber que minha saia escorregou até a cintura com o movimento, então agora estou com a bunda de fora. E depois de me fazer chupar dois dedos dele, o filho da puta leva a mão até meu cu e começa a enfiar um dedo lá dentro, enquanto o Lucas abre meus glúteos com as duas mãos e continua me fodendo com força. Porra, acho que agora eu deixaria qualquer um me comer nessa discoteca inteira... quero mais... Começo a gemir como uma puta no cio e me inclino mais pra frente, em direção ao Lucas, pra que o amigo dele consiga abrir melhor meu cu — e ele aproveita pra chupar meus peitos.
Depois de meter até o talo e me deixar ali, cravada e tremendo de tesão.
E é isso que ele faz. Tira o pau inchado pra fora e vai enfiando devagar no meu cu, enquanto me beija com paixão. Quando termina de meter e eu me acostumo com a porra do tamanho, começo a subir e descer num ritmo primeiro lento e compassado, e logo depois rápido e descontrolado.
Estou começando a gritar de prazer e a perder o pouco de juízo que me resta, quando ele faz com que eu me levante de cima dele e me empale de novo no pau dele, mas dessa vez de costas pra ele e de frente pra todo mundo que já estava há um tempão assistindo ao nosso sexo ao vivo.
E que puta espetáculo — não me reconheço. Tenho os peitos pra fora, quicando, com os dois mamões durinhos. A saia virou cinto, as pernas completamente abertas. Dou. Um grito de prazer ao sentir como me enchem por completo. Tenho os dois buracos abertos e cheios.
Não sei quanto tempo ficamos assim, só sei que quando o Oscar tirou a pica e gozou em cima de mim, depois o Lucas se esvaziou no meu cu apertando minhas tetas e mordendo meu ombro, tive o maior orgasmo que já senti na minha vida de puta... e lembrar que sou uma foxy ninfomaníaca.
Chegada a hora, me preparei pra sair com um vestido de lycra branco, daqueles que grudam no corpo, com uma minissaia justa que só cobre a bunda e as costas de fora. Na frente, o tecido vai até o pescoço com um decote em V enorme até o umbigo. Claro, não tô usando nenhuma roupa íntima. Ou seja, meus peitos se mexem livres por baixo do tecido ralo, e meus bicos aparecem assim que ficam duros.
Chegamos na balada perto das 2 da manhã. Fomos pra pista com nossos mojitos na mão e as três começamos a dançar. Não demora muito e já tem vários caras dançando ao nosso redor, a música tá estridente e começa a fazer um calorão.
Passa um tempo e minhas amigas decidem que já tão de saco cheio e vão pro bar pegar outra dose antes de me perguntar se não quero ir com elas. Recuso o convite e prefiro continuar dançando. Minha melhor amiga sabe perfeitamente que sempre fantasiei em pegar um desconhecido em algum lugar, e tá claro que essa pode ser minha noite. Me despeço das duas e continuo rebolando a raba na pista de dança no ritmo da música, terminando meu drink.
Poucos minutos depois, sinto aquele morenão de antes se colocar atrás de mim e começar a dançar, esfregando o corpo no meu sem nenhum pudor. Depois de umas duas músicas, percebo que ele coloca as mãos na minha cintura e gruda completamente o corpanzil dele no meu. Ele é uns centímetros mais alto que eu, e dá pra sentir claramente a ereção dele se esfregando na minha bunda.
- Oi, gostosa, me chamo... Lucas e você? Ele se apresenta falando no meu ouvido enquanto firma as mãos nas minhas cadeiras.
- Oi, sou Vanina, é um prazer. Respondo flertando com ele e sorrio enquanto balanço devagar minha bunda pra aprofundar o contato.
Como você tá me deixando Ele comenta com a voz rouca de tesão e me vira pra ficarmos de frente.
As mãos dele vão automaticamente pro meu cu e ficam lá massageando e apertando do jeito que ele quer enquanto continuamos dançando no meio da pista.
Não falamos muito mais, só algum comentário tribal enquanto seguimos o ritmo da música.
A boca dele começa um ataque sem piedade e a língua dele se enrosca na minha enquanto uma das mãos sobe até meu peito, que ele amassa até deixar meu bico duro que nem pedra. Eu gemo no beijo e sinto a outra mão dele sumir debaixo da minha saia, entrando por trás. Posso sentir dois dedos dele passando entre meus lábios molhados de tão puta que ele me deixou.
Ele me encurrala contra uma coluna do lado dos sofás e começa a devorar meu pescoço enquanto tira os dois peitos do meu vestido e passa a amassá-los e chupá-los sem vergonha nenhuma. Eu não consigo parar de gemer, não só pelas carícias dele, mas pelo espetáculo que estamos dando, já que uns casais nos sofás estão nos olhando disfarçadamente.
Fodendo-me isso, aliás, me excitando ainda mais, desabotoo a braguilha dele e, depois de mexer na cueca, tiro o pau duro dele pra fora, e que pau. Hmmm, quero que ele me coma já... Começo a bater uma pra ele quando ele me vira e me faz abrir as pernas.
- Que rabo enorme que você tem, gostosa. - Ele declara enquanto me dá um tapa na bunda com um pouco de força, e isso faz eu quase gozar de tanto prazer.
- Vem cá que vou meter até o fundo.
E pode crer que ele mete, e vai direto na minha buceta quente, onde se enterra de uma só estocada forte e profunda.
Abro os olhos e vejo um magrelo mais ou menos da idade do Lucas, mas muito menos bonito, que está me metendo a mão enquanto se toca no pau por cima da calça.
Os casais sentados depois disso parecem ou muito chocados ou muito excitados e vazam. Legal, o Lucas tira o pau pra fora e, sem nem guardar, me leva pra um dos sofás com o amigo dele atrás.
Eu subo montada nele e, antes de me empalar no pau dele, vejo o amigo sentar do lado sem tirar a mão da virilha.
Sinto que assim que ele meter, vou gozar — e é exatamente o que acontece, gemendo e apertando o pau do Lucas com os espasmos do meu orgasmo. Isso parece deixá-lo ainda mais excitado, e ele começa a meter pra cima com selvageria.
Dá pra perceber que minha saia escorregou até a cintura com o movimento, então agora estou com a bunda de fora. E depois de me fazer chupar dois dedos dele, o filho da puta leva a mão até meu cu e começa a enfiar um dedo lá dentro, enquanto o Lucas abre meus glúteos com as duas mãos e continua me fodendo com força. Porra, acho que agora eu deixaria qualquer um me comer nessa discoteca inteira... quero mais... Começo a gemir como uma puta no cio e me inclino mais pra frente, em direção ao Lucas, pra que o amigo dele consiga abrir melhor meu cu — e ele aproveita pra chupar meus peitos.
Depois de meter até o talo e me deixar ali, cravada e tremendo de tesão.
E é isso que ele faz. Tira o pau inchado pra fora e vai enfiando devagar no meu cu, enquanto me beija com paixão. Quando termina de meter e eu me acostumo com a porra do tamanho, começo a subir e descer num ritmo primeiro lento e compassado, e logo depois rápido e descontrolado.
Estou começando a gritar de prazer e a perder o pouco de juízo que me resta, quando ele faz com que eu me levante de cima dele e me empale de novo no pau dele, mas dessa vez de costas pra ele e de frente pra todo mundo que já estava há um tempão assistindo ao nosso sexo ao vivo.
E que puta espetáculo — não me reconheço. Tenho os peitos pra fora, quicando, com os dois mamões durinhos. A saia virou cinto, as pernas completamente abertas. Dou. Um grito de prazer ao sentir como me enchem por completo. Tenho os dois buracos abertos e cheios.
Não sei quanto tempo ficamos assim, só sei que quando o Oscar tirou a pica e gozou em cima de mim, depois o Lucas se esvaziou no meu cu apertando minhas tetas e mordendo meu ombro, tive o maior orgasmo que já senti na minha vida de puta... e lembrar que sou uma foxy ninfomaníaca.
3 comentários - Tremenda surra de buceta na balada