No carro

Minha mulher é baixinha e tem um corpo sensual, com umas pernas muito bem torneadas que ela adora exibir com minissaias. No trabalho dela, mais de um cara fica de olho nela, querendo comer ela, segundo ela me conta. Como eu falei, ela é muito fogosa, e várias vezes, quando a gente tá transando, pergunto se ela gostaria que algum colega de trabalho comesse ela, e ela, toda excitada, me diz que sim, que adoraria ser comida. "Sim, amor, como eu queria que me dessem uma boa surra ali no meu escritório, em cima da minha mesa, que levantassem minha saia e enfiassem uma bela p1c@ que me fizesse sentir bem putona. Tem um par de colegas que ficam me olhando bem gostoso, acho que querem me comer. Imagina se eu fosse comida pelos dois?" E enquanto me conta isso, ela goza deliciosamente. Numa ocasião, ela teve um evento durante uma semana em outra cidade, então teve que ir. Ela tinha uma assistente mulher de uns 22 anos e um rapaz de uns 26, que eu sabia que gostava muito da minha mulher, porque era super atencioso com ela, ainda mais quando ela usava minissaia. O fato é que durante a semana do evento, eles tiveram a oportunidade de conviver mais, ela com os assistentes. No último dia, que era o encerramento, minha esposa estava linda e sensual, com uma blusa branca, uma saia preta e botas pretas. A assistente dela tinha conhecido um cara e pediu permissão para ir embora um dia antes, porque tinha pegado o sujeito. Eu cheguei para acompanhá-la na cerimônia de encerramento e com as coisas que eles tinham do estande que montaram no evento. Durante a cerimônia, teve um brinde, então começaram a tomar uns drinks enquanto o assistente da minha esposa e eu arrumávamos as coisas na caminhonete. Quando terminamos de arrumar, percebi que não tinha sobrado espaço, então teríamos que ir os três apertados no banco da frente. Meu pau ficou duro só de imaginar minha mulher sensual e safada no meio de nós dois. Quando o brinde acabou, minha esposa já estava um pouco bêbada e animada. Quando estávamos indo pra caminhonete, sussurrei no ouvido dela que ia ter que viajar um pouco apertada, porque não tinha espaço na caminhonete e ela quase teria que sentar no colo do assistente dela. Dei um beijo safado nela, ela correspondeu e eu soube que tinha entendido o recado, porque discretamente levantou mais a saia. Quando chegamos na caminhonete, o assistente abriu a porta pra ela e ajudou ela a subir. Ela demorou um pouco mais pra subir, fingindo que estava meio tonta, e ao fazer isso mostrou todas aquelas pernudas dela e parte da calcinha. Eu via a cara do assistente, ele estava hipnotizado com tudo que via da minha mulherzinha. Ela estava esplêndida e tesuda. A gente se acomodou na caminhonete e, como eu imaginava, todas as pernas da minha esposa ficaram de fora, bem à vista. Ela, com a desculpa de se acomodar direito, perguntou pro assistente se podia apoiar a perna dela em cima da dele. Assim, ele não só via as pernas da minha esposa, como também as tinha meio abertas. Eu parei pra abastecer e o show que o frentista viu foi erótico demais: uma mulher gostosa no meio de dois caras, mostrando todas as pernas e parte da calcinha. O cara começou a limpar o para-brisa só pra continuar se deliciando com o que via. Eu comentei com eles que o coitado do cara tava com os olhos saindo da cara, e que com certeza ia bater uma em homenagem à minha esposa. Ela, toda provocante e como se fosse sem querer, abriu mais as pernas pra ele gozar gostoso vendo as pernas dela e aquela bucetinha suculenta quase descoberta pela tanga. Nós três rimos. Minha esposa sentiu o pau do assistente ficar ainda mais duro, o que fez ela ficar ainda mais excitada do que já tava. Então, quando eu fiz uma curva, ela fingiu que tinha se desajeitado e colocou a mão na vara do assistente, começando a esfregar de leve por cima da calça. Eu parei numa loja e perguntei se eles queriam alguma coisa pra beber. Eles pediram umas cervejas, enquanto eu descia pra pegar. Minha esposa disse pra ele: "Hoje é seu dia de sorte, tô bem quente e quero sentir você, só seja discreto e não conte nada pra ninguém", dando um beijo demorado. Ela levantou a saia e sentou na mão do assistente dele pra ele poder acariciar as nádegas dela e tocar na bucetinha e na xoxota dela. Eu voltei, ofereci a cerveja pra eles e liguei a caminhonete. Eu fazia piadas e falava pro assistente e pra minha esposa: "Espero que vocês não estejam muito desconfortáveis". Ela ria e dizia que tava muuuuito confortável. Eu sentia meu pau que ia explodir imaginando como eles estariam metendo a mão na minha mulher ali a alguns centímetros de mim. Nisso, minha esposa soltou um gemido e involuntariamente abriu mais as pernas e mexendo as nádegas em círculos, eu soube que já tavam dedando ela gostoso, então comecei a acariciar as pernas dela. Ela, já sem vergonha nenhuma, começou a esfregar a rola do assistente dela e disse: "Tira ele pra fora, por favor, e mete em mim, quero sentir ele dentro, você me deixou bem molhada". Ele obedeceu e, baixando as calças, tirou o pau pra fora. Ela acariciou ele, se ajeitou em cima dele de costas e foi se enfiando naquela pica. O corpo dela se movia freneticamente e entre gemidos ela dizia: "Me come, me come, mete até o fundo assim, papai, assim, que gostosa que você tem, é uma delícia". A cara dela era de pura luxúria, atingindo um orgasmo tremendo. Eu mal conseguia prestar atenção na estrada, era gostoso demais ver e ouvir minha mulher gemer. Eu tava com o pau pra fora e me masturbava devagar. A loucura foi quando ela disse pro assistente: "Agora mete no meu cu, prova meu cuzinho, meu rei, vai, mete". Ele obedeceu e, aos poucos, foi enfiando tudo. Ela gemia e me dizia: "Meu amor, ele tá metendo no meu cu, tão comendo sua mulherzinha, ahhh, ele tem uma pica gostosa, aggg, já meteu tudo, papi, tô com ele todo dentro do meu cu, é uma delícia, assim, dá duro, dá duro". O assistente dela dizia: "Você é uma gostosa, que cu delicioso você tem, vou gozar, vou gozar, você é uma delícia, mamacita". enquanto eu apertava todos os peitos dela, e ela "me enche de porra, me dá tudo", e entre espasmos encheram o cuzinho da minha esposa. O cheiro de sexo era impressionante, eles ainda foram se beijando e se pegando o resto do caminho, a blusa da minha mulher aberta e sem sutiã, o assistente dela chupava os peitos dela e ela masturbava ele, até que chegamos ao nosso destino. Fomos levar o assistente na casa dele enquanto minha esposa dizia "não conta pra ninguém o que aconteceu e vai ter mais chances de repetir", enquanto terminava de masturbá-lo e chupá-lo até tirar o que restava de porra. Chegamos em casa e ela me contou tudo isso com detalhes enquanto transávamos como loucos.No carro

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