Que minha esposa é muito puta não deveria me pegar de surpresa, e mais uma vez ela me surpreendeu com um causo de como passou na prova de direção. Já tinha reprovado duas vezes e jurou que não passaria por uma terceira, e foi o que aconteceu. Ela foi fazer a prova com uma minissaia e uma blusa decotada que, claro, chamou a atenção tanto do examinador quanto do instrutor dela.
Dirigindo o carro por uma estrada secundária e cheia de árvores, cometeu uma infração por distração e o examinador, um senhor maduro de aparência rústica, não teve pena dela e na hora mandou ela encostar o veículo quando não houvesse perigo e já estava reprovada. Ela ficou furiosa e exigiu explicações, muito irritada. O instrutor dela, um cara jovem de uns 25 anos e corpo atlético, tentou acalmá-la, mas ela, ainda muito transtornada, só queria explicações e argumentou que o nervosismo foi o motivo da distração e que precisava ficar relaxada para dirigir. Sem hesitar, pediu ajuda aos dois para se acalmar e, sem papas na língua, sugeriu um jeitinho com ambos para aliviar os nervos. Os dois, surpresos naquele lugar escondido no meio do nada numa estrada secundária, não pensaram duas vezes em oferecer ajuda à Frida; ela é gostosa demais e ambos eram casados, mas isso não foi motivo para hesitarem.
Então, Frida começou a ser apalpada por esses dois caras que, imagino, nunca tinham visto algo assim com uma mulher tão espetacular. Frida chupou gostoso as pirocas deles, de tamanho médio, ambas com uns 18 centímetros, e o instrutor confessou quantas punhetas tinha batido pensando nela por causa daqueles vestidos que ela costuma usar e que deixam pouco para a imaginação, enquanto ela dava brilho na cabeça do pauzão dele e puxava o tronco da rola com a mão, enquanto o outro, com a piroca um pouco mais grossa, amassava os peitos dela dizendo que era seu dia de sorte. Ela foi chupando ambas as picas no delírio dos dois caras; o examinador puxava ela pelos cabelos e a engasgava até as bolas dele mostrando a rudeza e o safado pedia pra ela, com a ponta da língua, lamber as bolas dele enquanto ele a engasgava. Depois de um bom tempo, o professor abriu a parte de trás do carro e deitou a Frida já pelada, só de salto alto, e lambeu a buceta dela, enquanto o examinador, impaciente, queria meter primeiro. O professor reclamou, pedindo pra ele aproveitar a Frida aos poucos, e se contentou em continuar recebendo um boquete sublime dela — que, se não tivesse se afastado, teria gozado na hora. Ela tava adorando e pediu a pica do examinador, que reagiu na hora e meteu selvagemente desde o primeiro instante, enquanto chupava os peitos dela com mordidas nos bicos e tapas nas tetas, estuprando ela com força, apertando o pescoço dela e sufocando — o que deixou a Frida doida de tesão e fez ela gozar, enquanto o professor batia uma e via, atônito, o comportamento degenerado do examinador. Esse, velho safado, já com a gozada na ponta, se afastou e chamou o professor pra continuar a foda. Pediu pra Frida virar e colocou ela de quatro, mas com as coxas juntas, deixando a buceta mais apertada, então Frida sentia ainda mais gostosa aquela pica que saía inteira e metia fundo até o talo, levando ela ao delírio e fazendo gemer a cada estocada na minha mulher. Enquanto isso, o examinador, na frente dela, com o vai e vem da foda, oferecia a pica pra boca da Frida, e ela aceitava, submissa, aquela pica grossa, até que o examinador mais velho falou "chega" e, sem avisar, parou o vai e vem pra dar o gozo na boca dela até a última gota. Enquanto isso, o outro, vendo aquela cena, também não aguentou e deu um jato de porra grossa em cima da bunda dela, escorrendo pelas coxas. Depois desse festim, voltaram pra cidade — isso sim, com a carteira de motorista.
Consegui, e é que ser tão gostosa quanto ela tem suas vantagens.
Dirigindo o carro por uma estrada secundária e cheia de árvores, cometeu uma infração por distração e o examinador, um senhor maduro de aparência rústica, não teve pena dela e na hora mandou ela encostar o veículo quando não houvesse perigo e já estava reprovada. Ela ficou furiosa e exigiu explicações, muito irritada. O instrutor dela, um cara jovem de uns 25 anos e corpo atlético, tentou acalmá-la, mas ela, ainda muito transtornada, só queria explicações e argumentou que o nervosismo foi o motivo da distração e que precisava ficar relaxada para dirigir. Sem hesitar, pediu ajuda aos dois para se acalmar e, sem papas na língua, sugeriu um jeitinho com ambos para aliviar os nervos. Os dois, surpresos naquele lugar escondido no meio do nada numa estrada secundária, não pensaram duas vezes em oferecer ajuda à Frida; ela é gostosa demais e ambos eram casados, mas isso não foi motivo para hesitarem.
Então, Frida começou a ser apalpada por esses dois caras que, imagino, nunca tinham visto algo assim com uma mulher tão espetacular. Frida chupou gostoso as pirocas deles, de tamanho médio, ambas com uns 18 centímetros, e o instrutor confessou quantas punhetas tinha batido pensando nela por causa daqueles vestidos que ela costuma usar e que deixam pouco para a imaginação, enquanto ela dava brilho na cabeça do pauzão dele e puxava o tronco da rola com a mão, enquanto o outro, com a piroca um pouco mais grossa, amassava os peitos dela dizendo que era seu dia de sorte. Ela foi chupando ambas as picas no delírio dos dois caras; o examinador puxava ela pelos cabelos e a engasgava até as bolas dele mostrando a rudeza e o safado pedia pra ela, com a ponta da língua, lamber as bolas dele enquanto ele a engasgava. Depois de um bom tempo, o professor abriu a parte de trás do carro e deitou a Frida já pelada, só de salto alto, e lambeu a buceta dela, enquanto o examinador, impaciente, queria meter primeiro. O professor reclamou, pedindo pra ele aproveitar a Frida aos poucos, e se contentou em continuar recebendo um boquete sublime dela — que, se não tivesse se afastado, teria gozado na hora. Ela tava adorando e pediu a pica do examinador, que reagiu na hora e meteu selvagemente desde o primeiro instante, enquanto chupava os peitos dela com mordidas nos bicos e tapas nas tetas, estuprando ela com força, apertando o pescoço dela e sufocando — o que deixou a Frida doida de tesão e fez ela gozar, enquanto o professor batia uma e via, atônito, o comportamento degenerado do examinador. Esse, velho safado, já com a gozada na ponta, se afastou e chamou o professor pra continuar a foda. Pediu pra Frida virar e colocou ela de quatro, mas com as coxas juntas, deixando a buceta mais apertada, então Frida sentia ainda mais gostosa aquela pica que saía inteira e metia fundo até o talo, levando ela ao delírio e fazendo gemer a cada estocada na minha mulher. Enquanto isso, o examinador, na frente dela, com o vai e vem da foda, oferecia a pica pra boca da Frida, e ela aceitava, submissa, aquela pica grossa, até que o examinador mais velho falou "chega" e, sem avisar, parou o vai e vem pra dar o gozo na boca dela até a última gota. Enquanto isso, o outro, vendo aquela cena, também não aguentou e deu um jato de porra grossa em cima da bunda dela, escorrendo pelas coxas. Depois desse festim, voltaram pra cidade — isso sim, com a carteira de motorista.

Consegui, e é que ser tão gostosa quanto ela tem suas vantagens.
0 comentários - Assim que consegue a permissão de circulação...