Solcito a Piranha; Ep 1: O Vizinho

Faz um tempão que eu tava querendo fazer isso, contar minha história, minhas experiências sexuais, principalmente porque me excita muito saber que muitos de vocês vão bater uma lendo isso, me imaginando fazendo tudo que vou escrever, e me excita ainda mais saber que muitos, por causa disso, vão me chamar no chat e quem sabe rolar algum encontro, de TODO tipo.

Vou ser bem sincera com vocês, em toda a minha vida, eu transei PRA CARALHO, tenho muitas experiências, muitas que quero contar porque são fodas e porque são boas, e também outras que foram uma merda e que não valem a pena mesmo. Mas, como são tantas, vou dividir meus relatos em capítulos, e vou começar por este, onde basicamente vou contar como perdi a virgindade. Diferente do que aconteceu com muita gente, minha primeira vez foi maravilhosa, e foi em grande parte uma das experiências que me fez amar a piroca como amo hoje e ser a puta que sou. Vamos lá.

Naquela época eu tinha 18 anos, sempre fui bem puta, não no sentido de que transava com todo mundo, mas porque desde pequena eu adorava me vestir de forma provocante, usar roupas curtas e justas, fazer os homens de todas as idades ficarem me olhando quando eu passava na rua e me falarem coisas (quanto mais obscenas, melhor) me excitava muito desde moleca. Meus colegas, eu adorava provocar, a ponto de muitos acabarem me odiando e me apelidarem de "provoca-pau", o que era verdade, claro. Eu adorava beijar eles com força, falar com voz de bebê inocente, até passar a mão na piroca deles por cima da calça enquanto a gente se beijava, mas quando eles queriam dar o próximo passo pra finalmente me comer, sempre, mas sempre, eu dizia não. Isso, em parte, porque me excitava a ideia de provocar, mas por outro lado porque eu tinha um pouco de medo, lógico.

Sempre fui gostosa e sabia disso, e sempre me aproveitei disso. Muitos de vocês me conhecem, seja porque viram as fotos que eu postei uma vez, ou porque eu mandei uma fotitinha ou outra no privado hehe.
Bom, a questão é que eu tinha 18 anos e nunca na minha vida tinha visto uma rola ao vivo, como eu falo, o máximo que eu tinha chegado foi tocar em algumas, por cima da calça, com a intenção de deixar meus colegas excitados. Obviamente, uma parte de mim queria muito que isso acontecesse, mas na hora, sempre cagava de medo. O pior é que todas as minhas amigas já tinham feito, e eu tinha que ouvir elas no recreio falando com todos os detalhes sobre isso.

Um dia, depois da escola, chego em casa e vou correndo pro meu quarto, fecho a porta e começo a me despir pra colocar uma roupinha mais confortável. Meu uniforme por si só já era muito sexy, consistia numa saia azul, que eu sempre usava bem curtinha, e uma camiseta branca com gravatinha vermelha. Lembro que naquele dia eu tava com um conjunto de lingerie branca por baixo, justamente pra não aparecer por baixo da camisa. Depois de tirar tudo, e ficar só de calcinha e sutiã, instintivamente eu olhei sem querer pra minha janela, e foi aí que percebi que as cortinas estavam abertas de par em par, e que dava pra ver tudo do meu quarto pra rua, então fui rápido fechar as persianas. Mas quando finalmente cheguei perto da janela, vi uma coisa que me chocou pra caralho. Acontece que meu vizinho, uns anos mais velho que eu, tava me olhando da janela dele. Acontece que o quarto dele fica na mesma altura que o meu, e a janela dele dá direto na minha, e ele viu tudo. Mas isso não foi o pior, o pior foi que quando eu percebi e olhei pra ele, ele levantou da escrivaninha, foi até a janela e, já de pé, segurou o volume dele por cima da calça e, me olhando com uma cara super lasciva que nunca vou esquecer, balançou um pouquinho, como se mostrasse que depois de me ver pelada a rola dele tinha subido toda. Barbaridade. Obviamente eu fechei as cortinas na hora, me senti super desconfortável naquele momento, lembro que a primeira coisa que pensei foi que o cara era um punheteiro e um babaca, mas com o passar do tempo esse pensamento foi mudando. Fiquei literalmente o dia inteiro com aquilo na cabeça, pensava que o sujeito devia ter muita confiança pra ter aquela atitude comigo, pra me mostrar aquele volume sem disfarçar, e aos poucos aquela repulsa e nojo que senti no começo foi se transformando em curiosidade. Afinal, não era um volume ruim, pelo contrário, parecia bem grande, e a coisa já tava começando a me excitar. Mais tarde naquele mesmo dia, decidi entrar no Instagram e procurar ele por lá, queria ver as fotos dele, ver direito como ele era, e lembrei do nome porque quando éramos crianças, meu irmão e ele saíam pra jogar no bairro, Julião que se chamava. Comecei a ver as fotos dele, tinha muitas fotos sem camisa e de sunga, o que eu adorava, ele era um cara muito, muito gostoso de corpo, mas o rosto não era lá essas coisas. Ficava olhando as fotos dele quando de repente chegou uma mensagem, era dele, e ele mandou o seguinte: - Oi Solzinha, te vi muito gostosa hoje e vi que você ficou me encarando também, então, que tal se hoje à noite você abrir suas cortinas e a gente se divertir um pouco? Fiquei em choque. Não sabia o que responder, o cara era um sem noção daqueles, e não fiz mais nada além de deixar no visto. Mas depois de meia hora chegou outra mensagem dizendo: - Já que não responde, vou marcar o horário. Às 2 da manhã vou estar te esperando, te espero 10 minutos se quiser se divertir. O cara tava na pior ousadia, e dava pra ver que ele curtia pra caralho esse joguinho, e não tinha medo nem de ser visto, nem de eu contar pro meu pai ou meu irmão, e muito menos de eu xingar ele, não ligava pra nada e ponto. Essa atitude, desenrolada, meio arrogante, me excitava muito, e o joguinho perverso dele também, mas de novo não respondi nada e deixei no visto, eu tava decidida a não participar. No entanto, lá pelas 1 da manhã, minha opinião começou a mudar. Não parava de olhar as fotos dela, muito menos de pensar naquilo. Tinha uma parte de mim, minha parte puta, que queria fazer, mas a outra não. Faltando meia hora pro encontro, com todo mundo em casa já dormindo, mudei de ideia. Decidi participar, e não só participar, mas fazer direito, ser a mais puta das vadias.

Lembro que coloquei a calcinha mais fina que tinha, era vermelha, conjunto completo e meio transparente. Óbvio, ele não ia ver porque tava longe, mas se tivesse perto dava pra ver a buceta e os biquinhos através dela. Me penteie bonita e passei uma maquiagem leve, só um batom e um delineado. De qualquer forma, não ia abrir as cortinas às 2 em ponto, ia esperar um pouco, não queria parecer desesperada. Mas, tipo, 5 minutos depois das 2 da manhã, abri a janela, assim, do jeito que tava, de calcinha e sutiã, bem puta, e encontrei ele. Tava sentado, sem camisa, usando um short esportivo meio folgado, dava pra ver tudo. Assim que abri, vi ele pegar o celular e recebi uma mensagem:

- Sabia que você ia vir, mas não imaginei que ia estar tão gostosa.
- Ahhh é? E por que tava tão certo?
- Porque hoje de manhã vi sua cara, você adorou isso.

Na hora ele se levantou e balançou o volume de novo, igual tinha feito antes. Naquela distância já dava pra ver o quanto ele tava duro, e eu amava aquele short, por ser meio solto, balançava muito mais. Eu tava adorando, e ele tinha razão, aquele volume enorme tinha me deixado louca.

- Hmm, pode ser (eu dizia).
- Bom, vamos nos divertir um pouco, né? Senão pra que viemos?
- Hmm, beleza, o que você tem em mente? Foi você quem me chamou.
- Quer isso?

Ele manda isso e na sequência me manda uma foto do volume. Não sei o que tinha naquela foto, mas parecia enorme, e eu já não queria mais fazer a difícil, queria muito ver.

- Siim, claro, me mostra?
Ele, com uma mão, começa a se tocar por cima do short. da calça, ele ia devagarzinho e me olhava com uma cara de "vou te arrebentar toda, gata" que me deixava muito excitada
- Você tem que merecer, por que não dança um pouquinho pra mim, que eu adoro como você tá vestida pra mim
numa ocasião normal eu mandaria ele pastar, mas não sei por que o jogo dele me excitava tanto, eu gostava que ele me dominasse, que me desse ordens e dissesse o que fazer, que falasse comigo daquele jeito e, principalmente, vê-lo literalmente na minha frente, se masturbando por mim, era um monte de coisas que fez com que eu finalmente me levantasse e começasse a fazer uma dança sexy pra ele. Eu tava com a buceta toda molhada e nem tinha me tocado, dancei olhando pra ele com uma cara de puta que raramente tenho, e tudo por causa de uma rola. Ele, por sua vez, me olhava e se tocava devagar, até que num momento não aguentou mais e me fala
- Você mereceu, gata linda
automaticamente ele levanta da cadeira, deixa o short cair no chão, ficando completamente pelado, e me mostrando a rola dele, que não vou mentir, era enorme! Mas não me surpreendeu tanto o comprimento, e sim a grossura que ela tinha, não consegui esconder uma certa cara de surpresa quando vi, e ele percebeu, e adorou
- O que foi? te deixei muda, né?
- Shhh, cala a boca, falei, (me fazendo de sonsa)
- Isso tudo é culpa sua, você vai ter que se virar agora...
- E o que você quer que eu faça?
- Você tá com muita roupa, me parece
Eu ali mesmo, como a boa puta que sou, obedeço, e desabotoo o sutiã, mostrando meus peitos branquinhos
- Assim tá bom, papai?
eu, enquanto olhava pra ele, que com uma mão respondia as mensagens, e com a outra o ritmo da masturbação dele começava a aumentar
- Não dá, gata, como você se comporta bem
E eu tava muito excitada, então me joguei na cama, fiquei de quatro e, com minha bunda virada pra ele, levantei bem e falei
- O que você faria comigo se me encontrasse assim no seu quarto
- hmm que putinha que você é, não pode ter essa raba
- Responde o que eu te perguntei
- O que eu faço? assim que chegar, te dou uns tapas na bunda, tiro essa tanga que você tá usando e te empurro até você pedir por favor pra parar Mas. E quando você me pedir isso, vou te dar com mais força.
- Aaa, você é mau? Vai ser bruto assim comigo?
- Sim, e eu não tô nem aí se seu pai ou seu irmão descobrirem pelos seus gritos, vou tampar sua boca e te foder até te encher toda de porra.
- Mmmm, não.
Automaticamente, eu parei, fechei a persiana e mandei um beijo antes. Tava muito excitada, mas me excitava mais saber que o Juli tava tão duro por mim e cortar o barato dele. Eu gostava de assumir esse papel de "calienta pijas" que eu mencionava antes. As mensagens não demoraram a chegar.
- Que mina calienta cocks você é, por que não abre a janela e a gente brinca mais um pouco?
- Mmmm, não, tô com sono, vou dormir.
- Pobre de você no dia que a gente se encontrar, porque vou te comer de um jeito que você nem imagina.
- Mmmm, acho que esse dia nunca vai chegar.
- Já vai ver, vou te deixar esse presentinho, vou dormir também.
E na sequência dessa mensagem, uma foto do pau dele, era enorme, e não tive outra opção senão me tocar naquela noite, vendo aquela foto, óbvio que gozei.
Os dias passaram, e tudo parecia esquecido. Lembro que era sexta-feira e com umas amigas decidimos sair pra uma balada. Eu, sempre que saio, adoro me produzir muito. Naquela noite, me vesti com uma calça high preta e um topzinho também preto que deixava minha barriga de fora, tinha os lábios pintados de um vermelho intenso e os olhos também maquiados de um preto forte. Aliás, dava pra dizer que naquela noite fui toda de preto, porque minha roupa íntima era dessa cor e combinava (sempre gosto de combinar a roupa íntima). Bom, acontece que naquela noite saímos, nos divertimos bastante, mas lá pelas 4 da manhã não encontrava a amiga com quem eu tinha ido. Ou seja, pra vocês entenderem, eu fui pra balada com uma amiga que me levou no carro dela, e essa mina não aparecia em lugar nenhum, teve um momento em que perdi ela de vista e não vi mais, depois descobri que ela tinha ido com um cara e, como tava meio bêbada, não me falou nada, óbvio que fiquei puta da vida com ela, mas... Isso não vem ao caso. Como eu não a encontrava, comecei a me preocupar, então liguei pra ela, e quando ela atendeu, descobri o motivo do sumiço dela. Eu xinguei ela pra caralho, falei de tudo, mas quando desliguei, percebi que não tinha como voltar pra casa e não sabia o que fazer. Qualquer pessoa com dois dedos de testa teria procurado algum conhecido pra ver como voltar, mas eu não. Eu decidi que a melhor ideia era voltar andando, já que minha casa ficava a poucas quadras, ia economizar grana e não precisava falar com ninguém.

Quando comecei a andar, me assustei. Foi aí que percebi que era uma gostosa, bonita e sozinha na noite escura, que qualquer coisa podia acontecer e que era muito perigoso, mas não parei e continuei andando. E ainda por cima tava um pouco frio. Andei bastante, vários taxistas buzinavam pra mim, alguns se ofereciam pra me levar, outros só gritavam coisas, até que aconteceu o que aconteceu.

Sinto um carro diminuir a velocidade e começar a me seguir devagar. A primeira coisa que senti foi medo, e apressei o passo, porque minha casa tava a poucas quadras, mas aí ouço uma voz que me era familiar:

— Sol, o que você tá fazendo andando sozinha? Vem, entra.

Era meu vizinho, Julian. Que coincidência, né? De fora do carro, eu disse:

— O que você tá fazendo me seguindo? (meio de má vontade)

— Hahaha, não tô te seguindo, saí com uns amigos e tava voltando pra casa quando te vi. Vai, entra, você vai morrer de frio.

Entrei no carro, fechei a porta e quando fui cumprimentá-lo, o cara tava com a buceta pra fora da calça. Não tava dura, mas tava quase, e já assim parecia bem grande.

— O que você tá fazendo, doente?

— Haha, nada, te vi com esse shortinho e deu vontade de me tocar um pouco (enquanto com uma mão acariciava minha perna e com a outra se tocava suavemente a buceta).

Eu, meio assustada com a situação, disse:

— Sai (e tirei a mão dele bruscamente).

— Mas o que você pensa, que essa carona ia sair de graça depois do que aconteceu na outra noite? Haha, não, você... Você me deve algo, e hoje à noite você vai me pagar.
- Tá bom, vou embora.
Quando fui abrir a porta, o cara travou e falou:
- Você não tá entendendo, *sweet girl*, você não sai desse carro até me fazer gozar.
Olhei assustada, mas pelo jeito que ele me olhou, percebi que era mais um dos joguinhos dele. Quer dizer, se eu insistisse de novo, ele ia me deixar sair, não ia me obrigar a ficar, mas esse jogo excitava ele e sabia que me excitava também. Olhei pra ele com cara de cu e suspirei forte, fingindo estar brava, sem falar nada. O cara segurou minha bochecha, virou meu rosto e me deu um beijão furioso que adorei. A gente se pegou por uns segundos e eu vi a *cock* dele começando a crescer. Depois ele chupou meu pescoço um pouco e, quando já tava com a *cock* dura, falou:
- Vamos pra um lugar mais escuro.
Enquanto o carro andava, eu via o pauzão dele, não dava pra acreditar, era incrível. E ainda dirigia muito descolado, com uma mão só e meio recostado pra trás, quando ele disse:
- Mmmm, *babe*, por que você não me faz uma punheta enquanto eu dirijo? Tô vendo que sua boca tá até salivando.
Eu tava super nervosa, tipo, no fim das contas aquela ia ser a noite da minha primeira vez. Tava meio assustada, tudo tinha acontecido muito rápido e, principalmente, era a primeira vez que eu via uma *cock* daquele tamanho, literalmente na minha frente. Mas não pensei muito.
- Mm, tá bom.
E, meio nervosa, peguei a *cock* dele pela base com minha mão fria. A primeira coisa que notei é que ela tava super quente, mas a segunda foi que mal conseguia segurar ela inteira, porque, como já contei, ele tinha um pau muito, muito grosso.
- O que foi, *girl*? Outro dia você tava toda descolada e agora te vejo nervosa. Vai, bate uma pra mim, adoro sentir sua mãozinha pequena na minha *cock*.
- Não, não tô nervosa, tô tranquila, olha (aí comecei a ganhar confiança).
Quando falei isso, comecei a bater uma pra ele. Minha mão subia e descia naquela piroca bem devagar, do jeito que ele gostava.
- Ai, *girl*, isso, continua, adoro (enquanto dirigia). Hoje. Te quero bem vadia pra mim, do jeito que você tava na outra noite.
Eu batia uma pra ele com um pouco mais de força.
— Cospe na minha pica, tá seca, e espalha a babinha.

Obviamente obedeci, apoiei minha cabecinha no peito dele e de lá cuspi, ou melhor, deixei cair minha baba, pra depois com a minha mão, já meio suja de pré-gozo daquele senhor, começar a espalhar por toda a pica dele. Eu ouvia ele gemer, e adorava olhar pra ele com cara de puta enquanto batia uma na pica toda babada dele, quando de repente, numa espécie de beco escuro, o cara freou o carro, apagou as luzes e afrouxou o cinto. Na sequência, me agarrou bruscamente pelo pescoço, apoiando minha cabeça no vidro do carro.

— Vou deixar as coisas claras, sua vadiazinha de merda. Hoje vou te ensinar a me respeitar. Não me esquenta de novo igual fez outro dia. Se me deixar de pau duro, você se vira, porque senão, da próxima vez que te cruzar, arrebento bem a sua bunda, entendeu?

Eu não respondi nada, e ele me deu um tapa mais ou menos forte, mas firme.

— Me responde quando eu perguntar alguma coisa, sua putinha, e começa a me chamar de papai, igual fez outro dia.

— Sim, papai.

— Assim que eu gosto, vadia. Gosto que você seja obediente. Agora vai me fazer gozar, não uma, mas várias vezes. Olha o que você causou, sua puta que esquenta pica.

Ele me pegou pelo cabelo e fez eu olhar pra pica dele. Depois levantou meu top, deixando meus peitinhos à mostra. Amassou eles um pouco e finalmente me soltou, se relaxando no banco e disse:

— Então se vira, chupa minha pica.

Meu primeiro boquete. Eu não sabia o que fazer, só consegui me ajoelhar no meu banco e, enquanto ele com as mãos ia tirando minha calça pra poder me ver e apalpar minha bunda, coloquei a cabeça da pica enorme dele na boca, o que foi acompanhado de uns gemidos grossos da parte dele.

— Aaaaaa, isso, putinha, come toda, toda a minha pica, vai. Mmm, que bunda que você tem, meu deus, que puta gostosa que você é.

Eu não conseguia chupar mais. Enfiava a cabeça inteira e um pouco mais, mas aquela pica era demais pra uma iniciante. Estreante, não aguentava mais.
- Você não tem ideia da foda que vou te dar agora, você merece por ser provocadora, e agora chupa bem minha pica
Com uma das mãos, ele me segurou firme pelo cabelo e começou a me empurrar pra baixo enquanto os gemidos dele aumentavam, eu comecei a engasgar, imagina a primeira vez que faço um boquete e ainda com uma pica daquelas, e claro, raspei os dentes
- Espera, espera (falei enquanto saía da pica dele tossindo) É a primeira vez que faço isso, vamos devagar
- Como assim é sua primeira vez? Você é virgem ou nunca fez um boquete?
- Não, não, sou virgem
O cara ficou com os olhos brilhando, mas não falou nada
- Olha, mais tarde vou te ensinar a chupar direito, lembra que você é minha putinha e se é minha putinha tem que engolir tudo, e quando digo tudo é TUDO inteiro, quero que sua garganta seja mais uma buceta
- Sim, papai (meio assustada)
- Mas por agora brinca com a linguinha e enche minha pica de baba
Ele me segurou pelas bochechas e apertou com uma mão, enquanto falava
- Quero minha pica toda babada por você, vai (tapinha leve)
Levei ao pé da letra e comecei a trabalhar, passei a língua por toda a pica dele, primeiro com as mãos, depois sem, meu homem estava encantado, gemia como um louco, quando senti os dedos dele entrando na minha buceta, eu de quatro chupando a pica dele, foi muito gostoso, e a velocidade que ele fazia estava dez
- Isso garota, isso, continua
Comecei a literalmente cuspir na pica dele, queria mesmo deixar bem babada, então cuspia e com a mão espalhava a baba
- Aaaa sim, chupa minhas bolas enquanto eu bato uma
Claro que fiz, não questionei e obedeci, e chupei extremamente bem pra mim, porque não coloquei na boca, mas sim, fiquei chupando, basicamente dei um beijo de língua nas bolas dele, e ele amou, percebi pela cara, tava muito tesudo, não parava de mexer na minha buceta que já nessa hora era basicamente água
- Ah sim, bebê, olha pra você, com minhas bolas na boca e minha pica na teu rosto (enquanto deixava cair o pau na minha cara) que puta que tu é, me olha enquanto eu como teu pau, vai
Continuamos por mais um tempo e quando a safadeza já não dava mais, ele me disse
- Abre a gaveta, ali estão as camisinhas, vou te foder toda (enquanto empurrava o banco pra trás) vai, não aguento mais
Peguei a camisinha e coloquei nele
- Traz essa bunda linda pra cá, você vai deixar de ser virgem pra se tornar minha puta pessoal
Subi em cima dele e começamos a beijar forte, dava pra ver nossa safadeza no talo, naquele momento eu já não tinha medo, só queria que ele metesse, queria ser a puta dele e mais nada, sentia o pau dele duro na minha bunda enquanto ele chupava meus peitos. Peguei o pau dele com a mão e senti por fora da minha buceta, olhei com cara de dengosa e falei
- Vai devagar, papai
Dito e feito, ele cumpriu, não foi um bruto e meteu devagar, e eu curti, tava gostando
- Aaaai sim, sweet girl, você vai enfiar devagarinho até o fundo, e quando se acostumar, eu te arrebento toda, porque sei que tenho ele grande
Resumo, cheguei na metade e tava adorando, e depois fui até o fundo, e quando cheguei lá, fiquei uns segundos parada
- Você tem meu pau onde ele tem que estar, bem no fundo
Ele era quem me controlava, com as mãos dele fazia minha bunda subir e descer, no começo era devagar, mas conforme fui me acostumando, exatamente como ele prometeu, a velocidade começou a aumentar, e ao contrário do que muitos pensariam, eu amei, chegou num ponto que a gente tava metendo mais rápido e os dois se divertindo pra caralho, ele não parava de dar tapas na minha bunda, lembro que naquela noite terminei com a bunda toda vermelha, eu pulava no pau dele enquanto ele não parava de gemer, e ver ele gemer, todo sarado, gostoso, sexy, dominador, e ainda saber que eu tava enfiando o pau inteiro e enorme dele dentro de mim me fazia sentir a maior puta de todas, e me dava vontade de agradar ele, de dar prazer, queria gozar e que ele gozasse
- Mmmm aaaa sim, girl, você gosta de pular no meu pau?
- aaaai sim, papai, eu encanta, me encanta
- Como? não te escuto
- Me encantaaa pular no seu pau, sentir ele todo dentro, me encanta
- Grita, quero que você grite!!
- Me encantaaaa, aaaa, me encanta ser sua putinha e te dar prazer pulando no seu pau como a putinha que sou

Nesse momento ele me pega pelo pescoço, eu não parava de gritar, e de gritar alto, quando ele começa a meter com toda força, e foi aí que eu falei
- Aaaaaay para, paraaaa, vou gozar, vou gozar
- Gozaaaa, vai, goza toda no meu pau, putinha, vai

Não consegui segurar mais, comecei a tremer e enquanto tremia me afastei do pau dele e caí rendida no banco do carona com os olhos totalmente perdidos, o pauzão filho da puta me fez gozar como manda o figurino mas ele não tava nem aí, faltava ele gozar também, então ele abriu a porta do carro, veio até o banco do carona, abriu a porta e me tirou de dentro me puxando pelos cabelos
- Fica aí, se segura na porta e abre as pernas, vou te comer de pé

Não terminei de me ajeitar e já senti o pau dele dentro enquanto as duas mãos dele seguravam minha bunda com firmeza, eu tinha acabado de gozar, valha a redundância, tava super sensível mas ele começou a meter de um jeito que eu tava quase gozando de novo, gente, eu gritava, dava berros, o cara teve que me segurar e tampar minha boca
- Quer que os vizinhos descubram que você é uma putinha? Que se deixa comer na rua, é isso que você quer?

Eu não conseguia falar, mas olhei pra ele com a boca tampada e balancei a cabeça que sim
- Aaaa sim, é isso que você quer? Quer que as pessoas te vejam assim, enquanto te como de pé e você tá com a buceta toda vermelha de ser uma putinha safada?

Balancei a cabeça de novo
Ele soltou minha boca e eu comecei a gritar que nem uma desesperada, ele me segurava pelo cabelo e nunca parou de dar tapas na minha bunda
- Sou sua putinha, Juli, adoro que me coma assim
- Vou gozar, onde você quer a porra, putinha?
- Quero na cara, por favor, quero tudo na cara, te imploro
- Você vai vir tomar a porra todo dia na minha casa? Siii, papai, quero que você goze em mim
- Então pede
- Papai, por favor, me dá seu gozo
- Pede igual a putinha que você é, vai, implora
- Te imploro, papai, quero na minha carinha de putinha, quero meu prêmio por ser uma boa menina, por favor
- Ajoelha, putinha, já
Eu me ajoelho, arrumo o cabelo e, em seguida
- Aaaaaaa aaaaa tomaaa tomaaa garota putinha siiii toma o gozo
Saiu uma quantidade enorme, minha cara ficou toda melada, parte do meu cabelo também, minha maquiagem borrada pelo suor e pelo gozo, mas ter satisfeito meu "papai" era a única coisa que importava, e olha que consegui, a cara dele dizia tudo. Limpo o gozo com os dedos e ele coloca na minha boca
- Meu gozo você sempre engole, adoro te ver ajoelhada e cheia do meu gozo na cara toda, mas sempre vou fazer você engolir, é seu prêmio, não despreza. Quando fui engolir, a textura e o gosto não me agradaram, e fiz uma careta de nojo, e ele respondeu com um tapa
- Aprende a gostar
Limpo a outra bochecha e também engulo, e daí me visto e volto pro carro.
Essa história continua, mas acho bom terminar o primeiro episódio aqui. Fiquem ligados no próximo.

8 comentários - Solcito a Piranha; Ep 1: O Vizinho

Una buena putita sumisa de esas que piden al papi de turno que las dejé preñada debes ser
Que rica pendeja! Lo dura que se me puso. Me hiciste acordar a una pendeja que me garchaba.
Pha1974 +1
Uff cómo me calentó el relato pendeja.
Una muy excelente lectura erotica, tenia tiempo sin venirme leyendo una historia como esta, muchas gracias por compartirla con nosotros
kpo79 +1
excelente si asi arrancaste no me pierdo por nada lo que viene jajajajaj saludos + 10😋👁💦👌😋