Oi, boa tarde!Consegui recuperar a conta, então vou repostar isso aqui.
Valeu pelo apoio ❤️
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Minha filha, a mesma que eu levava e buscava num colégio católico, tinha virado uma máquina de sexo. Em que momento e por que isso aconteceu?
Peço pro meu genro, por favor, me contar desde o começo, desde que se conheceram. Precisava saber se quando se conheceram ela já era assim, ou se essa versão dela veio depois.
Ele claramente tinha um pouco de dificuldade em tocar nesse assunto. Imagino que era desconfortável falar dessas coisas sobre a namorada dele, justo com a mãe. Mas eu insisti, tava realmente curiosa pra saber em que momento ela virou o que é hoje. Até que ele aceitou.O que vou contar é praticamente o que ele me contou, escrito por mim.Eles se conheceram faz uns 2 anos, já tinham se cruzado algumas vezes no centro e ele reparava que ela parecia uma mina boa e tranquila (e de fato é, é muito boa, e tranquila sim era naquela época). Ele naquela época costumava ficar com várias minas, até que um dia ele abriu a porta do mercado pra ela (sim, inacreditável) e ali se cumprimentaram (não com um beijo, óbvio) pela primeira vez. Se olharam diferente na hora, tinha algo no ar.
Umas 2 dias depois, ele achou ela no Facebook. Mandou a solicitação, e meia hora depois foi aceita. Algo tava se formando.
Na hora ele curtiu a foto dela. Esperou ela retribuir, mas isso não aconteceu.
2 dias depois ele decidiu chamar ela. A resposta da minha filha veio. Conversa normal, por um mês mais ou menos. Nesse meio tempo ele já tinha parado de ficar com outras minas, tava realmente interessado na minha filha. Até que ele propõe sair pra tomar algo. Ela bebia (e ainda bebe) muito raramente, não é muito fã de álcool. Aceitou, tomar mate à tarde numa praça.
Uns dias depois o encontro tão esperado rolou, e o flechadaço foi instantâneo. Eram um pro outro, se entendiam em cada palavra.Vou pular alguns desses detalhes menos importantes que ela me contou, senão o post vai ficar interminável.Os meses passavam, eles se viam, às vezes dormiam juntos, mas ele não pressionava ela pra algo "sexual", sabia que desde o começo ela tinha pedido —tempo pra isso—.
Chegou o quarto mês, e uma noite que saíram pra tomar algo comemorando os 4 meses de se conhecerem, ela fala "que acha que tá pronta". Quando chegaram em casa (aqui sim vou entrar em detalhes, eu pedi pra ele entrar em detalhes, e aqui vou contar tudinhocomeçaram a se beijar, ele começou a descer, ela ainda sentia um pouco de "receio", mas finalmente aceitou, até chegar na calcinha fio dental dela. Ele começou a beijar por cima da calcinha, roçando os dedos por cima dela, aos poucos tudo ia esquentando. Até que ele puxou a calcinha de lado e, bem devagar, passou a língua por toda a pussy, fazendo ela respirar pesado.
Depois disso, ele começou a tirar a calcinha dela. Assim que fez isso, ele tirou a calça jeans. Claro, minha filha nunca tinha visto uma cock na vida, e logo a primeira que ela vê é a brutalidade que meu genro tem entre as pernas, que mesmo com a cueca e dura já se destacava pra caralho. Ela arregalou os olhos de surpresa, imaginem só.
"Acho que vamos ter que deixar pra outro dia", ela disse. "Como você quiser, a gente deixa pra outro dia se preferir, mas por que você diz isso?", ele perguntou. "É que eu nunca estive com ninguém, e parece bem grande", ela respondeu. Ele ficou sem palavras. Nunca na vida tinha tirado a virgindade de uma garota, todas com quem ele tinha estado já tinham sido comidas.
"Olha, se você quiser que eu espere, eu respeito, ou posso tentar preparar você", ele disse. Ele já tinha feito anal, sabia como preparar um cuzinho, mas tirar a virgindade de uma garota de uns 20 anos, que nunca tinha feito nada parecido com um cara, era outra história. E ele não se sentia muito experiente, além de não querer machucar ela. "Vamos fazer uma coisa", ela disse, tomando um pouco a iniciativa e se sentindo mais animada. "Tenta colocar só a ponta". Ele sabia que isso ia ser difícil, queria começar com os dedos, mas ela não queria que uns dedos a abrissem pela primeira vez. No fim, ele tentou o que ela pediu.
Ele colocou as pernas da minha filha nos ombros dele e apoiou a cock, ela primeiro sofria, bateram várias vezes na porta da pussy, mas não queria saber de entrar. Paravam, ele chupava ela, tentavam de novo. Até que numa dessas, os dois disseram "beleza, vamos", e ele, apesar da dor da minha filha, fez. um pouco mais de força, sabendo que no mínimo a ponta tinha que entrar pra finalmente romper o hímen. Pronto, a ponta tinha entrado, minha filha soltou um forte "ahh" de prazer. Algo mudou naquele exato momento.
"Enfia mais fundo" ela disse na hora, deixando meu genro surpreso, que atendeu ao pedido e começou a meter cada vez mais rápido e cada vez mais fundo, por vários minutos, e ainda por cima sem camisinha.caras de merda— Vai entrar na minha boca? — ela perguntou, deixando meu genro de boca aberta. — Não sei, se quiser a gente tenta.
Ela tira o pijão da buceta, deixando sangue tanto na buceta quanto na pica, e se deita de barriga pra cima, deixando a anaconda bem dura. — Esse sangue é do seu hímen que rompeu, pra você não se assustar — ele disse. — Não tem nada de errado em chupar esse sangue, né? — ela perguntou. Uh, ele ficou louco. — Pelo contrário, você limpa minha pica. Chupa. — Ela ainda disse: — Me avisa se eu fizer algo errado, nunca fiz isso — e começou a chupar como dava (obviamente inexperiente até aquele momento), e ele começou a segurar a cabeça dela, fazendo ela engasgar ao enfiar boa parte da pica, dando os primeiros passos no garganta profunda.
— Gozo na sua boca? — ele perguntou, mais educado por ser a primeira vez. — Aham — respondeu ela sem tirar a pica da boca, praticamente piscando. Imaginem, meses sem ele transar (só uma punheta ou outra bem espaçada), litros de porra acumulados. E assim teve que ser o primeiro grande engasgo da minha filha.
Um tsunami de porra invadiu a boca dela, segundo ele textualmente: "as bochechas dela incharam de tanta porra", ela engasgou e engoliu como pôde. Automaticamente começou a lacrimejar e sorrir de felicidade depois de engolir toda a porra.
Pronto. A transformação tinha chegado, tudo mudou sexualmente no relacionamento (pra melhor), minha filha tinha descoberto algo que a apaixonava.
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ATUALIZAÇÃO (Fotos dela enviadas pro meu genro, e do meu genro pra mim):
Esta é a parte 1 desta seção. As coisas que meu genro me contou são inacreditáveis (ouvir essas coisas sobre minha filha, porque ela era praticamente a virgem Maria, e não é brincadeira).
O que contei foi "a iniciação", apenas o dia em que ela se transformou, o dia em que conheceu a rola pela primeira vez.
As coisas que vieram depois, que vão sair em novas partes (se eu ver que vocês gostaram), vão deixar mais de um maluco.
Espero que tenham gostado ❤️
Valeu pelo apoio ❤️
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Minha filha, a mesma que eu levava e buscava num colégio católico, tinha virado uma máquina de sexo. Em que momento e por que isso aconteceu?
Peço pro meu genro, por favor, me contar desde o começo, desde que se conheceram. Precisava saber se quando se conheceram ela já era assim, ou se essa versão dela veio depois.
Ele claramente tinha um pouco de dificuldade em tocar nesse assunto. Imagino que era desconfortável falar dessas coisas sobre a namorada dele, justo com a mãe. Mas eu insisti, tava realmente curiosa pra saber em que momento ela virou o que é hoje. Até que ele aceitou.O que vou contar é praticamente o que ele me contou, escrito por mim.Eles se conheceram faz uns 2 anos, já tinham se cruzado algumas vezes no centro e ele reparava que ela parecia uma mina boa e tranquila (e de fato é, é muito boa, e tranquila sim era naquela época). Ele naquela época costumava ficar com várias minas, até que um dia ele abriu a porta do mercado pra ela (sim, inacreditável) e ali se cumprimentaram (não com um beijo, óbvio) pela primeira vez. Se olharam diferente na hora, tinha algo no ar.
Umas 2 dias depois, ele achou ela no Facebook. Mandou a solicitação, e meia hora depois foi aceita. Algo tava se formando.
Na hora ele curtiu a foto dela. Esperou ela retribuir, mas isso não aconteceu.
2 dias depois ele decidiu chamar ela. A resposta da minha filha veio. Conversa normal, por um mês mais ou menos. Nesse meio tempo ele já tinha parado de ficar com outras minas, tava realmente interessado na minha filha. Até que ele propõe sair pra tomar algo. Ela bebia (e ainda bebe) muito raramente, não é muito fã de álcool. Aceitou, tomar mate à tarde numa praça.
Uns dias depois o encontro tão esperado rolou, e o flechadaço foi instantâneo. Eram um pro outro, se entendiam em cada palavra.Vou pular alguns desses detalhes menos importantes que ela me contou, senão o post vai ficar interminável.Os meses passavam, eles se viam, às vezes dormiam juntos, mas ele não pressionava ela pra algo "sexual", sabia que desde o começo ela tinha pedido —tempo pra isso—.
Chegou o quarto mês, e uma noite que saíram pra tomar algo comemorando os 4 meses de se conhecerem, ela fala "que acha que tá pronta". Quando chegaram em casa (aqui sim vou entrar em detalhes, eu pedi pra ele entrar em detalhes, e aqui vou contar tudinhocomeçaram a se beijar, ele começou a descer, ela ainda sentia um pouco de "receio", mas finalmente aceitou, até chegar na calcinha fio dental dela. Ele começou a beijar por cima da calcinha, roçando os dedos por cima dela, aos poucos tudo ia esquentando. Até que ele puxou a calcinha de lado e, bem devagar, passou a língua por toda a pussy, fazendo ela respirar pesado.
Depois disso, ele começou a tirar a calcinha dela. Assim que fez isso, ele tirou a calça jeans. Claro, minha filha nunca tinha visto uma cock na vida, e logo a primeira que ela vê é a brutalidade que meu genro tem entre as pernas, que mesmo com a cueca e dura já se destacava pra caralho. Ela arregalou os olhos de surpresa, imaginem só.
"Acho que vamos ter que deixar pra outro dia", ela disse. "Como você quiser, a gente deixa pra outro dia se preferir, mas por que você diz isso?", ele perguntou. "É que eu nunca estive com ninguém, e parece bem grande", ela respondeu. Ele ficou sem palavras. Nunca na vida tinha tirado a virgindade de uma garota, todas com quem ele tinha estado já tinham sido comidas.
"Olha, se você quiser que eu espere, eu respeito, ou posso tentar preparar você", ele disse. Ele já tinha feito anal, sabia como preparar um cuzinho, mas tirar a virgindade de uma garota de uns 20 anos, que nunca tinha feito nada parecido com um cara, era outra história. E ele não se sentia muito experiente, além de não querer machucar ela. "Vamos fazer uma coisa", ela disse, tomando um pouco a iniciativa e se sentindo mais animada. "Tenta colocar só a ponta". Ele sabia que isso ia ser difícil, queria começar com os dedos, mas ela não queria que uns dedos a abrissem pela primeira vez. No fim, ele tentou o que ela pediu.
Ele colocou as pernas da minha filha nos ombros dele e apoiou a cock, ela primeiro sofria, bateram várias vezes na porta da pussy, mas não queria saber de entrar. Paravam, ele chupava ela, tentavam de novo. Até que numa dessas, os dois disseram "beleza, vamos", e ele, apesar da dor da minha filha, fez. um pouco mais de força, sabendo que no mínimo a ponta tinha que entrar pra finalmente romper o hímen. Pronto, a ponta tinha entrado, minha filha soltou um forte "ahh" de prazer. Algo mudou naquele exato momento.
"Enfia mais fundo" ela disse na hora, deixando meu genro surpreso, que atendeu ao pedido e começou a meter cada vez mais rápido e cada vez mais fundo, por vários minutos, e ainda por cima sem camisinha.caras de merda— Vai entrar na minha boca? — ela perguntou, deixando meu genro de boca aberta. — Não sei, se quiser a gente tenta.
Ela tira o pijão da buceta, deixando sangue tanto na buceta quanto na pica, e se deita de barriga pra cima, deixando a anaconda bem dura. — Esse sangue é do seu hímen que rompeu, pra você não se assustar — ele disse. — Não tem nada de errado em chupar esse sangue, né? — ela perguntou. Uh, ele ficou louco. — Pelo contrário, você limpa minha pica. Chupa. — Ela ainda disse: — Me avisa se eu fizer algo errado, nunca fiz isso — e começou a chupar como dava (obviamente inexperiente até aquele momento), e ele começou a segurar a cabeça dela, fazendo ela engasgar ao enfiar boa parte da pica, dando os primeiros passos no garganta profunda.
— Gozo na sua boca? — ele perguntou, mais educado por ser a primeira vez. — Aham — respondeu ela sem tirar a pica da boca, praticamente piscando. Imaginem, meses sem ele transar (só uma punheta ou outra bem espaçada), litros de porra acumulados. E assim teve que ser o primeiro grande engasgo da minha filha.
Um tsunami de porra invadiu a boca dela, segundo ele textualmente: "as bochechas dela incharam de tanta porra", ela engasgou e engoliu como pôde. Automaticamente começou a lacrimejar e sorrir de felicidade depois de engolir toda a porra.
Pronto. A transformação tinha chegado, tudo mudou sexualmente no relacionamento (pra melhor), minha filha tinha descoberto algo que a apaixonava.
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ATUALIZAÇÃO (Fotos dela enviadas pro meu genro, e do meu genro pra mim):

Esta é a parte 1 desta seção. As coisas que meu genro me contou são inacreditáveis (ouvir essas coisas sobre minha filha, porque ela era praticamente a virgem Maria, e não é brincadeira).O que contei foi "a iniciação", apenas o dia em que ela se transformou, o dia em que conheceu a rola pela primeira vez.
As coisas que vieram depois, que vão sair em novas partes (se eu ver que vocês gostaram), vão deixar mais de um maluco.
Espero que tenham gostado ❤️
10 comentários - Mi yerno y la putita de mi hija: La iniciación (+fotos)