Capítulo I
Olha, foi assim que me apaixonei por uma dançarina erótica. Tudo começou num sábado à noite, quando saí com vontade de curtir um tempo com meus amigos, sem saber que aquela decisão mudaria minha vida pra sempre. Naquela noite, meus amigos passaram me pegar e fomos pra uma boate que era muito famosa pelas mulheres lindas e pelo clima bom: a Station Central, da qual meu amigo Axel era dono, graças ao pai dele. Vale dizer que eu e meus amigos somos gente com grana. Quando chegamos no lugar, Axel já estava nos esperando com duas gatas lindas, vestindo uns vestidos que não deixavam nada pra imaginação. Na hora, ele nos deu as boas-vindas.
Axel — Como é que tão, tudo pronto pra diversão?
Todo mundo confirmou do nosso jeito, e Axel mandou na sequência:
Axel — Entrem e aproveitem, a casa é por minha conta!
Depois dessas palavras, ele deu um tapão na bunda de cada uma das minas que estavam com ele, e aí entramos no prédio. Ao entrar, fomos invadidos por um cheiro de maconha, e a vista era muito agradável. Em questão de minutos, já estávamos no clima. Depois de um tempo, Marcos, outro dos meus amigos, trouxe duas garotas pra sentar com a gente, mas, sinceramente, nenhuma se comparava com o que viria depois. A gente sentou num camarote muito bom, de onde dava pra ver o show principal da noite. Lá pelas tantas, umas doze da madrugada, começou a última dança da noite, e foi aí que eu vi ela pela primeira vez. Parei de prestar atenção nas minas que estavam comigo na hora. Tinha alguma coisa nela que me chamou muita atenção. A beleza dela se destacava acima de qualquer outra garota do lugar. Ela tinha uns peitos lindos que combinavam perfeitamente com o corpo dela. Dava pra ver que os outros caras também ficavam fascinados tanto pelo corpo dela quanto pelo jeito dela dançar, porque era pra quem mais jogavam dinheiro na passarela. Tenho que dizer que, diferente das outras mulheres, ela não precisava tirar aquele conjunto lindo cor de vinho, com meia arrastão e aqueles saltos pretos que faziam tudo se destacar ainda mais. Os pés lindos dela e as pernas torneadas dela depois que ela terminou, verdade, me deram mais vontade de continuar vendo ela, então pedi pro Axel se eu podia ter um privativo com ela, e ele me respondeu:
Axel — Claro, Anjo, não é algo comum pra ela, mas por ser pra você, vou abrir uma exceção pra fazer todo mundo curtir essa noite.
Depois disso, ele entrou no camarim das minas e, em questão de minutos, saiu e falou pra ela ir pro privativo número 8 do segundo andar, e me carimbou a mão pro segurança me deixar passar. Já no segundo andar, o segurança me fez entrar e, por pedido dela, ele ficou. Eu não me opus a isso, porque sabia que era por causa da regra de não poder tocar nas garotas daquele lugar, e verdade, dava pra ver que ela não era uma mulher fácil nem igual às outras minas que trabalhavam lá. E foi um puta prazer ver ela dançar; pedi pra ela, por favor, tirar os saltos pra admirar melhor os pés lindos dela. Ela topou, porque eu só tava admirando ela e em nenhum momento fiz algo que incomodasse. Depois do tempo que o Axel tinha falado, ela terminou e saiu do privativo. Ficamos lá umas uma hora e meia. Quando desci, o Axel me disse que já iam fechar, mas que o bar ia ficar aberto até as 5 pra gente, enquanto ele ia subir pros quartos do terceiro andar com uma mina que ele tinha conhecido. E vale dizer que esses quartos são usados principalmente pra transar com as putas do lugar ou com as minas que vêm conhecer o local e se animam. Nem demorou, meus outros amigos já começaram a pegar copo, mas eu tava lembrando como a mina era gostosa e me excitava só de pensar nela. Bateu 4:45 e a gente decidiu que já era hora de voltar pra casa. Quando cheguei na minha casa, me preparei pra deitar e percebi que o perfume da mina tinha ficado na minha roupa, um cheiro delicioso. Depois de um banho, me deitei e gozei. Na minha almofada, coloquei minha camisa com o cheiro do perfume dela e naquela noite tive um sonho bem gostoso…. Continua
Olha, foi assim que me apaixonei por uma dançarina erótica. Tudo começou num sábado à noite, quando saí com vontade de curtir um tempo com meus amigos, sem saber que aquela decisão mudaria minha vida pra sempre. Naquela noite, meus amigos passaram me pegar e fomos pra uma boate que era muito famosa pelas mulheres lindas e pelo clima bom: a Station Central, da qual meu amigo Axel era dono, graças ao pai dele. Vale dizer que eu e meus amigos somos gente com grana. Quando chegamos no lugar, Axel já estava nos esperando com duas gatas lindas, vestindo uns vestidos que não deixavam nada pra imaginação. Na hora, ele nos deu as boas-vindas.
Axel — Como é que tão, tudo pronto pra diversão?
Todo mundo confirmou do nosso jeito, e Axel mandou na sequência:
Axel — Entrem e aproveitem, a casa é por minha conta!
Depois dessas palavras, ele deu um tapão na bunda de cada uma das minas que estavam com ele, e aí entramos no prédio. Ao entrar, fomos invadidos por um cheiro de maconha, e a vista era muito agradável. Em questão de minutos, já estávamos no clima. Depois de um tempo, Marcos, outro dos meus amigos, trouxe duas garotas pra sentar com a gente, mas, sinceramente, nenhuma se comparava com o que viria depois. A gente sentou num camarote muito bom, de onde dava pra ver o show principal da noite. Lá pelas tantas, umas doze da madrugada, começou a última dança da noite, e foi aí que eu vi ela pela primeira vez. Parei de prestar atenção nas minas que estavam comigo na hora. Tinha alguma coisa nela que me chamou muita atenção. A beleza dela se destacava acima de qualquer outra garota do lugar. Ela tinha uns peitos lindos que combinavam perfeitamente com o corpo dela. Dava pra ver que os outros caras também ficavam fascinados tanto pelo corpo dela quanto pelo jeito dela dançar, porque era pra quem mais jogavam dinheiro na passarela. Tenho que dizer que, diferente das outras mulheres, ela não precisava tirar aquele conjunto lindo cor de vinho, com meia arrastão e aqueles saltos pretos que faziam tudo se destacar ainda mais. Os pés lindos dela e as pernas torneadas dela depois que ela terminou, verdade, me deram mais vontade de continuar vendo ela, então pedi pro Axel se eu podia ter um privativo com ela, e ele me respondeu:
Axel — Claro, Anjo, não é algo comum pra ela, mas por ser pra você, vou abrir uma exceção pra fazer todo mundo curtir essa noite.
Depois disso, ele entrou no camarim das minas e, em questão de minutos, saiu e falou pra ela ir pro privativo número 8 do segundo andar, e me carimbou a mão pro segurança me deixar passar. Já no segundo andar, o segurança me fez entrar e, por pedido dela, ele ficou. Eu não me opus a isso, porque sabia que era por causa da regra de não poder tocar nas garotas daquele lugar, e verdade, dava pra ver que ela não era uma mulher fácil nem igual às outras minas que trabalhavam lá. E foi um puta prazer ver ela dançar; pedi pra ela, por favor, tirar os saltos pra admirar melhor os pés lindos dela. Ela topou, porque eu só tava admirando ela e em nenhum momento fiz algo que incomodasse. Depois do tempo que o Axel tinha falado, ela terminou e saiu do privativo. Ficamos lá umas uma hora e meia. Quando desci, o Axel me disse que já iam fechar, mas que o bar ia ficar aberto até as 5 pra gente, enquanto ele ia subir pros quartos do terceiro andar com uma mina que ele tinha conhecido. E vale dizer que esses quartos são usados principalmente pra transar com as putas do lugar ou com as minas que vêm conhecer o local e se animam. Nem demorou, meus outros amigos já começaram a pegar copo, mas eu tava lembrando como a mina era gostosa e me excitava só de pensar nela. Bateu 4:45 e a gente decidiu que já era hora de voltar pra casa. Quando cheguei na minha casa, me preparei pra deitar e percebi que o perfume da mina tinha ficado na minha roupa, um cheiro delicioso. Depois de um banho, me deitei e gozei. Na minha almofada, coloquei minha camisa com o cheiro do perfume dela e naquela noite tive um sonho bem gostoso…. Continua
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