A gostosa do meu tio

Bom, eu sou o Yonatan, mas me chamam de Yonii. Sou do estado de Michoacán, tenho 27 anos, moro com meus avós e um dos meus tios num sítio bem grande. A gente cria gado. Meus pais foram pros Estados Unidos pra me dar uma vida melhor, e foi assim mesmo. Não reclamo, eles me dão tudo de mão beijada. Trabalho no sítio e também vendo e compro carros, tenho uma grana guardada no banco e não tô indo tão mal, pra ser sincero.

Meu tio, junto com a esposa e o filho, mora numa casa do lado da minha. Ele sempre foi pecuarista. A mulher dele, Valéria, que sempre me chamou a atenção, tem 37 anos. A gente chama ela de Vale. Eles têm um filho de 7 anos e não tiveram outro, sei lá por quê.

Bom, pra começar, todo mundo na família já se perguntou como foi que a Vale se interessou pelo meu tio, ou como ele fez pra conseguir uma mulher tão gostosa em todos os sentidos. A Valéria é de pele clara, tem 1,65m, um rostinho bonito, uns peitos grandes ou médios – tem dias que parecem enormes. A cintura dela tem uma gordurinha, mas nada exagerado. O quadril é largo e ela tem um par de bundas bem colocadas, um cuzão esculpido pelos deuses, redondo, grande, firme, em formato de pêssego, que termina nuns pernões grossos, fortes e chamativos. Os pés dela são sempre tão cuidados e bonitos que dá vontade de beijar. Uau, é uma mulherão, sem dúvida. Tudo isso eu sei porque quando ela se arruma, muda completamente, rouba o olhar de todo mundo.A gostosa do meu tioO ruim é que meu tio sempre fez do jeito dele, não deixa ela se vestir como deve. Ela é uma pepita de ouro, só falta ser lapidada. Por isso ninguém entende como ele conseguiu uma mulherão desses, mas mesmo assim nunca me aproximei ou insinuei nada pra ela. Como dizem os mais velhos, melhor ficar longe pra não ter mal-entendidos. Bom, tudo aconteceu há uns 2 anos, estávamos no meio da quarentena no sítio. Nada ia bem, o comércio caiu e, com isso, o gado também. Eu e meus avós não passamos necessidade porque meus pais mandaram dinheiro pra tudo, mas meu tio e a família dele se ferraram feio. Aí um dia qualquer chegou a notícia de que meu tio ia sozinho trabalhar nos Estados Unidos junto com meus pais, deixando a esposa e o filho dele no sítio sozinhos. Meus avós e a esposa dele, a Vale, tentaram convencer ele a não ir, mas ele é muito autoritário. No dia seguinte, ele me chamou, me levou na casa dele e falou comigo e com a Vale.

Tio - Olha, Yony, já sabe que vou embora, ok? Quero que você me apoie, ajudando a Vale em casa ou no que ela precisar pro meu filho, pelo menos uns meses até eu me estabelecer lá.

Eu - Sim, tio, tudo bem, não se preocupa com nada.

Tio - Vale, qualquer coisa que precisar, o Yony tá aqui. Ele vai me ajudar muito, eu sei, ok.

A Vale estava triste, pensativa, com o olhar perdido. O menino, meu primo de 7 anos, me lembrava o que eu passei quando meus pais foram embora. Então falei pro meu tio não se preocupar, que eu sabia como eram as coisas e que ia estar lá pra eles. E assim, sem pensar e sem contar pra ninguém, nem pra esposa dele, ele foi embora três dias depois. Meus avós não se preocuparam tanto porque conheciam bem o filho deles, mas a Vale sentiu demais. Passou uns dias chorando, o menino também tava triste e chorando. Conversei com meus avós sobre o que meu tio disse, mas eles não quiseram mais se meter no assunto. Então eu fui até a casa dela, bati na porta e ela saiu com os olhos cheios de lágrimas.

Eu - Oi, Vale, podemos conversar?

A Vale sorriu e disse sim. Claro, passa. Eu entrei e perguntei pelo menino, ela me disse que ele estava dormindo lá em cima no quarto dele. Aí sentamos na sala dela e conversamos.

Eu — Olha, valeu, ele já foi, não precisa se preocupar com nada, ok? A gente tem que se acalmar e ver o que fazer.
Ela — Sim, eu sei, mas não entendo por que ele não falou nada.
Eu — Bom, talvez ele não quisesse te ver chorando igual eu.
Ela — Mas por que ele fez isso com o menino?
Eu — Sei lá, a gente tem que esperar ele entrar em contato com a gente e aí você pergunta. Mas me diz, vocês já comeram? Ele deixou alguma coisa?
Ela — Sim, deixou um dinheiro e tudo, até agora tá de boa.
Eu — Ok, que bom. Sabe que a gente não vai saber nada dele por uns 15 dias ou um mês, né? Depende de como estiver a passagem e quando ele se encontrar com meus pais.
Ela — Sim, eu sei. Isso me preocupa porque o que eu vou fazer? Se não tem trabalho nenhum e pra onde vou?
Eu — Ué, não precisa. Eu vou ficar aqui com vocês, vou dar apoio em tudo.
Ela — Valeu, sério, espero não ser um incômodo.
Eu — Nada a ver, de jeito nenhum. Olha, que tal a gente começar a planejar? Durante o dia, eu levo o menino pra se distrair enquanto trabalho, já que não tem aula. E você faz suas coisas, ou se quiser, pode vir comigo pro negócio de carros também, assim se distrai e não fica o dia todo trancada.
Ela — É verdade, igual quando seu tio estava aqui. Acho boa ideia, mas melhor eu ir com vocês quando a gente estiver aqui no rancho.
Eu — Ok, tranquilo. Mas vai, fica alegre. Ele só foi por 1 ano e você tem que ficar bem pelo menino.
Ela sorriu pra mim e disse que sim. Bom, aí começamos a conversar e nos tratar melhor. Meus avós não se metiam em nada. Quando eu ia buscar o menino, ela sempre vestia moletom folgado ou short e nada arrumada. Assim se passaram 15 dias.

Vale — Ei, Yonii, podemos conversar, por favor?
Eu — Sim, fala, o que foi?
Vale — É que o dinheiro acabou e eu preciso pro dia a dia.
Eu — Olha, Vale, que bom que você me falou. Já tava esperando. Não vou perguntar quanto, ok? Só pega aqui.
Peguei minha carteira e dei 3.000 pesos.
Ela — Não, como assim? É muito.
Eu — Não, Vale, fica. pra semana toda, já vê no fim de semana, ok? não se preocupa, compra tudo que precisar, só toma cuidado quando for no supermercado ou no centro, ok? E peguei o menino e levei ele o dia todo, já de tarde quando fui deixar ele: Eu — pronto, campeão, já tá em casa, vai tomar banho.peitaoEla saiu vestida com uma calça jeans meio apertada e uma regata que fazia os peitos dela parecerem enormes, meu deus, como ela conseguiu sair assim. Ela me mandou entrar e começamos a conversar. Ela - Tá calor, né? Quer um refrigerante? (Eu fiquei olhando pra ela com olhos de tesão) Eu - Sim, obrigado. Você acabou de chegar? Ela - É, acabei de chegar, mas saí toda tampada. Só que quando cheguei em casa, me destapei por causa do calor. "Na minha cabeça: aaa, ok, que bom que você não mostrou esse par de peitos, porque eles estão bem à mostra, meu amor." Ela - Valeu, comprei tudo que precisava. Eu - De nada, moça. Não faltou nada? Ela - Não, então vou te devolver o que sobrou. Eu - Não, não, não, nem pensar. É seu, guarda. Ela - Tá falando sério, Yonii? Eu - Sim, moça, fica tranquila. Compra algo pra você ou pro menino, sei lá. Ela - (Sorriu) Falou obrigada. Sabe de alguma coisa do seu tio? Eu - Não, moça. Meus pais disseram que ele já passou por aqui, mas ainda não tá com eles, que vai demorar. Ela - Pode me passar seu telefone? Eu - Você não tem ele, moça? Ela - Não, haha. Acontece que seu tio sempre foi muito ciumento com tudo, e por isso... Eu passei meu telefone pra ela e foi assim que nossa conversa terminou. Era uma sexta à noite quando ela me mandou um WhatsApp. Ela - Valeu, Yonii, sério, obrigada por tudo. Você me ajudou muito essa semana. Eu - Fica tranquila, moça. Gosto de ver você e o menino felizes. Ela - Sabe, às vezes quero dar uma volta no centro ou caminhar pelo rancho todo. Eu vi uma oportunidade e, claro, me joguei. Eu - Bom, o rancho a gente pode caminhar ou ir a cavalo quando quiser, mas dar uma volta no centro é mais raro. Ela - É verdade, né? Eu - Sim! Que tal amanhã, sábado, a gente dar uma volta no centro e passar pra comer alguma coisa? Ela - Sério? Você levaria eu e meu filho pra dar uma volta? Eu não tava pensando em levar o menino, mas não tinha outra opção, então falei que sim, sem problema. Ela - Ok, então. Acho uma boa ideia. Eu - Beleza, então amanhã passo aí pra pegar você e o menino às 3 da tarde, tá? Ela - Sim, nesse horário tá perfeito pra não ir tão tarde. desarrumada. No dia seguinte, lavei a caminhonete e me vesti bem. Meus avós não falaram nada, sabiam que eu ia buscar a Vale no centro. Então fui até lá, entrei na casa e o menino já estava me esperando. Quando a mãe dele desceu, ela tava usando uma calça jeans azul super apertada, com uma blusa de oncinha colada no corpo, o cabelão preso num rabo de cavalo e um tênis fechado que combinava com a bolsa. Meu Deus, mano, fiquei de queixo caído. Que gostosa, falei pra mim mesmo: uau, que rabuda, que peituda. Ela tirava uns 10 anos de idade quando se arrumava. Que mulher.esposaYo - uau, você tá muito gostosa, hein Vale
Ela - obrigada, yonii, bora não
Yo - claro, lógico, e aí saímos

Fomos pro centro, passamos nuns bagulhos meus e depois entramos numa loja Coopel. Entramos, ela ia na minha frente e eu atrás só olhando aquele par de rabão tremendo enquanto andava, e como a danada mexia bem. O moleque gostou de um tênis e queria.
Vale - não, como assim
Yo - quais, campeão? Fala aí
Vale - não, como assim, yony, não

Uma funcionária chegou e falou: "vai, mocinha, deixa seu marido comprar algo pro seu filho, quem sabe ele compra algo pra você também", e a gente riu todo mundo.

Resumindo, pegamos o tênis e ela tava de olho num vestido marrom. Chegamos perto e eu falei: cê gostou?
Vale - sim, é bonito
Yo - então experimenta, se gostar a gente compra
Ela - não, como assim, já é demais com o tênis do menino
Yo - não é assim não, vai, corre e experimenta

Aí foi pro provador e falaram que aquele vestido tava em promoção e davam outro, então eram dois e ela tinha que escolher outro, mas como já tava lá dentro, eu tinha que escolher. Peguei um sem pensar no tamanho, azul. Aí ela saiu do provador com um sorriso de orelha a orelha, tava feliz pra caralho e, acima de tudo, tava gostosa demais pra negar as coisas.
Ela - obrigada, yonii, sabe que vou usar no dia da festa do meu filho
Yo - é mesmo? Daqui a 1 mês
Ela - sim, daqui a um mês e meio
Yo - então tão faltando muitas coisas, então fica tranquila que eu ajudo com tudo
Ela - obrigada

Bom, paguei uns 2500 pesos e saímos do lugar. Já voltando pro rancho, paramos num restaurante de carne. Descemos pra comer, e no meio da comida eu falei:
Yo - Vale, como cê tá até agora, hein?
Ela - bem, me sinto bem, sabe? Sinto falta dele, mas você tem me ajudado muito e já tô superando
Yo - que bom, Vale, fico feliz em ouvir isso
Ela - sim, já vai fazer quase um mês e nem sinal dele, não sei de nada
Yo - não, Vale, ainda não, mas por que você casou com meu tio?
Ela - a gente não casou haha mas ele me prometeu um monte de coisa e eu tô aqui feita de boba haha Eu- hahaha ah tá, você é muito gostosa pra ficar assim Ela- haha não zoa, antes eu tava mais gostosa haha mas tudo acaba e você, a namorada? Eu- não, ainda não tem ninguém não, mas tô procurando Ela- haha então você deve ser muito difícil Eu- não, eu sou normal, sou ciumento com o que é meu e também cuido, mas não tanto Ela- pois é, seu tio também é ciumento, não me deixa vestir assim, nem vestido justo, e roupa íntima nem se fala Eu- hahaha sério? não, eu gosto de como você se veste, gosto de exibir mas também tenho privacidade, tipo em casa o que quiser e na rua algo decente mas bonito Ela- é, dá pra ver hein Eu- pois é, se algo é bom pra mim, quero ver bem em casa, só pra mim Ela- hahaha sim, então amanhã você vai me fazer vestir o vestido só pra você haha Eu- sim, claro, aliás amanhã vamos pro rancho fazer churrasco, o que acha? Ela- vamos sim, mas nós e também meus sogros Eu- ué, se eles quiserem a gente leva

Bom, terminamos e saímos do lugar pro rancho. Depois que deixei ela em casa, fui limpar e arrumar o rancho. A cabana fica quase no meio do rancho, tem um poço d'água e é rodeada de campo onde fica o gado, e fica a 5 minutos das casas do rancho.

No dia seguinte, chamei os avós mas eles recusaram, disseram que não. Fui buscar ela e ela já tava pronta, e de novo fiquei besta. Ela tava com o vestido que comprei, o azul, não o café, que chegava acima do joelho, super justo, parecia a segunda pele dela, com um decote profundo que só cobria metade dos peitos dela. Tava com o cabelo solto e maquiagem só o básico, uau, que gostosa, as pernas nuas brilhando, uau.gostosa
infielYo— uau, cê tá mó gostosa
Ela— sério, Yoni, valeu
Yo— sim, sem dúvida, cê tá mó gostosa
Ela— ai, Yoni, que lindo, bora
Yo— sim, os avós, por sorte, não quiseram ir, então só nós vamos pra você ver o sítio por trás
E assim fomos. Ao subir na caminhonete, ela segurou o menino no colo, então não dava pra ver ela toda
Ela— e o que cê levou atrás, hein?
Yo— levei a carne, a churrasqueira, umas redes, umas cadeiras, o isopor com cerveja e refrigerante, e também uma tequila kkkk
Ela— kkkk, então cê veio bem preparado, hein kkk
Yo— kkkk, né? Pensei que o avô ia vir pra tomar as tequilas, mas ele não quis
Ela— que pena, mas eu tô com vontade de umas cervejas
Yo— é, né? O calor, a dor e o sabor
Ela— kkkk, sim, mais pela dor kkk
E assim chegamos rápido. Desci da caminhonete e tava felizão de ver ela: uau, que gostosa, que rabão, que peitão, meu Deus, tudo que ela esconde. Putz, meu tio é um sortudo
Bom, descemos tudo. O menino começou a brincar com a bicicleta, e a gente começou a fazer a carne, abrir a primeira cerveja e conversar
Ela calçou umas sandálias altas e melhorou a silhueta, ficou mais torneada, mais voluptuosa. Eu olhava descaradamente e via como marcava uma calcinha que sumia no meio da bunda, e uau, que peitão bem posto, parecia grande
E eu dizia:
Yo— Vale, sério, cê tá mó gostosa. Nunca te falei por causa do meu tio, mas sério, cê tá muito gostosa
Ela— kkkk, valeu. Gostei do vestido, obrigada, mas não é pra tanto
Yo— como não, Vale? Quero que cê se sinta bem
Ela— ok, tá bom. E te obedeci, hein? Tô aqui contigo, arrumada, na privacidade do sítio, do jeito que cê gosta
Yo— kkkk, é, né? Que bom, gosto muito que seja assim
Assim passou uma ou duas horas. A gente continuava comendo e tomando cerveja, ela me contando as coisas dela, a vida dela, e eu as minhas. Brincamos um pouco com o menino e sentamos frente a frente. E na minha frente ficou o decote dela e os peitos dela Peitos na mesa me convidando pra chupar eles, tavam brilhando, não dava pra não olhar. Eu: "E aí, o que cê vai fazer agora?" Ela: "Do quê, Yoni?" Eu: "Da sua vida, ué. Cê vai esperar ele? Cê tem 37 anos." Ela: "Aaa, então não sei. Ele vai ficar puto do outro lado, pode ter certeza." Eu: "Pois é, isso dizem, mas e você?" Ela: "Não sei, já faz um mês e nada de notícias dele." Eu: "Então cê tem que pensar, né?" Ela me encarou e disse: "Jaja, como assim, cê quer que eu saia pra procurar alguém?" Eu: "Não, não, não, como cê acha? Eu ia ficar com muito ciúme, jaja." O menino me pediu o celular emprestado, e eu dei pra ele não se meter tanto na nossa conversa. Ele foi brincar na rede. Ela: "Ah, jaja. Pois é, mas não gosto de ninguém. E se a gente brincar de garrafa, quer?" Eu: "Sério que cê quer brincar de garrafa?" Ela: "Sim, de perguntas ou castigo, ou gole de tequila, vai." E começamos a brincar. A primeira pessoa a perder fui eu. Ela: "Pergunta ou castigo?" Eu: "Pergunta." Ela: "Cê tá feliz que seu tio foi embora?" Eu: "Pois é, não, mas por um lado sim, porque não estaria te conhecendo tão bem." Perdi de novo, e ela: "Por quem cê faz as coisas por mim? Por mim ou por ele?" Eu: "Por você, ué. Primeiro, ele nunca te tratou bem, e agora que ele não tá, te vejo mais contente e feliz." Perdi de novo, mas dessa vez escolhi um gole de tequila pra depois ela perder. Eu: "Cê se sente bem de que ele não tá?" Ela: "Às vezes, é. Mas nesse mês sim, porque você não me negou nada e me sinto bem, mas tenho medo de ficar sozinha." Ela perdeu, e eu perguntei: "Cê se sente insatisfeita com meu tio?" Ela: "Uii, que pergunta. Mas sim, não gostava que ele não tinha dinheiro. Não sou ambiciosa, mas gosto de um homem que tenha grana pra sustentar e ter uma boa esposa em casa." Perdi eu, e ela perguntou: "Esse mês que a gente ficou mais junto, de alguma forma cê começou a gostar de mim?" Eu: "Uuui, pois é, na verdade você me chamava atenção desde faz tempo, jaja. Mas agora é mais, porque como cê disse, a gente tá mais junto e conversa mais." Ela me encarou e sorriu bem gostoso. coquetamente: Perdi de novo e ela perguntou: "Você não liga que eu sou a mulher do seu tio e tenho um filho dele?"
Eu: "Nãaaaao, verdade, se você fosse mulher dele, não teria te deixado assim. Além disso, você é linda pra caralho, muito gostosa, e o menino não tem culpa de nada."

Ela perdeu e eu perguntei: "Será que nesse mês você também começou a gostar de mim de algum jeito?"
Ela: "Haha, quero um gole... haha, mentira. Sim, verdade, sim. Pelo jeito que você trata eu e o menino, se preocupa com nós dois, e ontem eu vi isso ainda mais."

Paramos de jogar e começamos a conversar de verdade.
Eu: "Então, sério, você é uma princesa, gosto de você."
Ela: "Valeu, também gosto de você. Gosto de homem com barba, você parece muito másculo."
Eu: "E agora, o que a gente faz? Cê topa ter um relacionamento comigo?"
Ela: "Tá falando sério?"
Eu: "Sim, juro, não é só tesão não."
Ela: "Mas eu sou 10 anos mais velha, tenho o menino, meus sogros, seu tio..."
Eu: "Bom, ontem falaram que a gente parecia casados, haha. O menino gosta de mim, só vai ter que ver. E os avós, tipo seus sogros, não precisam saber. Se descobrirem, não vão falar nada."
Ela: "E como você sabe? Meu filho, acho que não vai gostar de me ver com você."
Eu: "Bom, os avós não falaram nada em um mês e sabem que eu tô com você. E o menino? Agora a gente faz o teste."

Peguei o menino e perguntei se ele deixava a mãe ser minha namorada. Ele disse que sim, porque eu compro coisas pra ele. Nós dois rimos, hahahaha.
Ela: "Beleza, vamos deixar assim. Tem que pensar ainda. Continuamos jogando."
Eu: "Ok, tudo bem, não se preocupa. E se a gente jogar de novo?"

Perdi e escolhi uma dose. Ela perdeu e também tomou uma dose de tequila. Na próxima, ela perdeu.
Eu: "Cê gostou dos seus vestidos?"
Ela: "Sim, muito, obrigada."

Perdi e ela perguntou: "Você gosta de como eles ficam em mim?"
Eu: "Sim, muito, só falta ver o outro. Você tá linda, adorei."

Perdi de novo e ela perguntou: "Cê gosta do meu corpo?"
Eu: "Mmmmm, sim, você tem um corpo muito gostoso, esconde umas coisas muito bonitas." E nós dois rimos.

Ela perdeu e eu perguntei: "Quero que você me diga que roupa... Interior, você trouxe do jeito que você gosta? Ela — haha, que safado você é, trouxe uma calcinha fio-dental preta, é a menor que tenho. Perdi de novo e eu perguntei — mas como você gosta ou gostaria??? Ela — ah, eu adoro!!! Calcinhas fio-dental e as de cintura baixa, sabia? Mas eu tinha várias até que seu tio ficou com ciúmes e rasgou todas. Perdi eu e ela perguntou — e você, do que gosta em roupa íntima?? Eu — bom, eu adoraria te ver de thong. Ela na hora começou a rir alto e disse não, essa não era a pergunta hahahaha ha. Eu — aaaa, também gosto de ver mulheres de calcinha fio-dental e de renda, mas como te falei ontem, só na privacidade de casa. Ela — hahaha ok, tudo bem, isso é bom, não sair mostrando nada. Ela perdeu e eu perguntei — você me deixaria comprar roupa íntima pra você? Óbvio que você escolhe?? Ela — siiiim, aliás, ontem eu pensei nisso, mas sim, eu gostaria. E assim acabou o jogo, porque começou a chover e ela e o menino correram pra caminhonete enquanto eu juntava tudo e colocava na caminhonete. Deixei ela em casa, não sem antes dizer: pensa no de hoje, se a gente se ver amanhã, vale? Descansa. Ela — sim, claro que vou pensar e obrigada por tudo. Seguido de um beijo no rosto e fechou a porta. Fui pra minha casa. E os avós disseram que demorei muito, que meu tio e meus pais ligaram...

6 comentários - A gostosa do meu tio

Hermano, que gran relato espero subas la 2da parte +10 puntos
La chica está es muy conocida en face no mames