Minha sobrinha gostosa

Eram 11 da manhã quando cheguei em casa, minha mulher tava muito puta porque eu não tinha voltado pra dormir na noite anterior, mas ela não sabia o que eu tinha passado. Tentei acalmá-la, mas ela não quis ouvir. Falei que não tinha sido culpa minha, que algo tinha acontecido comigo. Brava, ela me pediu pra ajudar a preparar as coisas pra prima dela e pra filha da prima, já que elas estavam chegando. Eu tinha esquecido que minha mulher ia maquiar elas pra uma festa que teriam mais tarde. Insisti pra ela me deixar falar, que elas tinham que ir embora porque logo chegariam e que corriam perigo. "Para com isso, não acredito nas suas mentiras, Roberto", ela gritou, e depois foi pra sala. Quando a campainha tocou, congelei, pensei que finalmente tinham chegado, mas não eram eles, era a prima da minha esposa, Mariani, e a filha jovem dela, Fernanda. Ouvi minha esposa recebê-las e levá-las pra sala. "O Roberto tá ocupado, então vou maquiar vocês aqui na sala", ela disse.

Minha esposa não queria nem me olhar. Olhei pro relógio de novo e vi que já era quase meio-dia. Não tinha opção, tinha que chamar a polícia. Quando peguei o telefone pra discar, a campainha tocou de novo. "Abre a porta, Roberto!", minha mulher gritou. Pensei em pegar uma faca por via das dúvidas, mas achei que se negociasse, talvez não acontecesse nada. Abri a porta e eram três caras. "Viemos pelo dinheiro, Roberto. Você nos deve muito e seu tempo acabou." Ia responder quando a coronha de uma arma acertou minha cara.

Quando acordei, tava amarrado de pés e mãos numa das cadeiras da sala, com fita na boca. Eu conseguia ver, mas não lembrava de nada. Os caras tavam colocando várias coisas da nossa casa em sacos pretos. Perguntei pela minha esposa. Tiraram a fita. "Quem é sua esposa?", respondeu um dos caras. "Minha esposa tava aqui com mais duas mulheres." "Elas tão vindo, tão em outro quarto." De longe, dava pra ouvir barulhos, mas eu não sabia o que tava rolando.

"Manda o Marcos trazê-las", disse o primeiro que falou. esposa entrou na sala totalmente nua, com os peitos de fora. Quando ela caminhou até a sala, os peitos dela balançavam e eu pude ver que os mamilos dela tinham marcas de dentes e nas pernas dela hematomas. "Acho que essa velha peituda é sua mulher", disse o cara. "Sim, é ela. Por favor, não façam nada com ela", falei, muito assustado. Minha mulher estava imóvel e só me olhava, como se estivesse resignada. "Já fizemos de tudo com ela", disse um dos caras, zoando.

"Mostra pra ele, Esmeralda, o que aconteceu enquanto ele dormia." Minha esposa se virou e me mostrou a bunda. Ela estava toda vermelha, com marcas de mãos. "Diz pro seu marido o que aconteceu." Esmeralda, com a voz cortada, me disse: "Roberto, eles me comeram. Os três caras me comeram." "Mas mostra direito", disse um cara de novo. Esmeralda caminhou até mim e se ajoelhou de quatro. Levou as mãos até a bunda e abriu. "Olha como deixaram meu cu, Roberto." Ela afastou a bunda vermelha e me mostrou o cu. Estava todo aberto e ainda escorria uma coisa branca de dentro. "Encheram meu cu de porra, Roberto, e deixaram bem aberto."

Eu não soube o que dizer. Um cara se aproximou e tirou a pica. "Vou te mostrar como foi." E então montou na minha Esmeralda. Minha mulher estava com o rosto no chão e gemia enquanto o cara me dizia: "Mais ou menos assim, assim que a gente comeu ela." Enquanto enfiava a pica, a bunda da Esmeralda batia muito forte, ecoando pela casa toda, e os peitos dela balançavam enquanto ela me dizia: "Ai, Roberto, ai, Roberto, tão me comendo de novo. O senhor gordo tá me comendo de novo. Ai, Roberto, ele tá me comendo muito forte", minha esposa dizia enquanto o cara montava nela. "Olha, Roberto, como sua mulher é uma puta. A buceta dela tá toda escorrendo e bem apertadinha. Ela é muito gostosa. Com duas enfiadas, ela fica toda molhada, a safada."

"Chega", gritou o chefe deles. "Porque, como você já viu, Robertinho, é assim que a gente cobra o que você nos deve. Mas ainda falta cobrar os juros. Traz as outras putas", ele disse pro senhor gordo. O cara tirou a pica da bunda da Esmeralda e... Caminho até o quarto, o Carlos fala que o chefe mandou você trazer elas já. Ouvi alguém falando de longe: "larga elas, caralho, olha só como você deixou elas, você passa dos limites, filho da puta, passa dos limites". Ouvi ele reclamando com o outro cara. "Já tão vindo, patrão". Viu que o Carlos nunca se satisfaz.

A primeira a entrar foi a Mariani, a prima da minha esposa. Ela tava com o cabelo todo embaraçado, a máscara de cílios borrada e o olhar perdido. Só tava usando umas meias, os peitos médios mas bem pontudos estavam de fora. Atrás dela entrou a filha dela, a Fernanda, que tinha acabado de fazer 18 anos. O cara mais alto tava segurando ela pelo pescoço, igual a mãe dela. Ela tava com o cabelo bagunçado e nua, só usando uns saltos altos que deixavam ela mais alta e empinavam a bunda dela.

"Agora vocês, mostrem pra ele como deixaram a bunda de vocês". Elas se viraram ao mesmo tempo e as bundas delas estavam tão vermelhas quanto a da minha esposa. "Abram as bundas, suas putas", ordenaram. Quando elas separaram as nádegas, a buceta tava bem aberta. A Fernanda tava tremendo, a buceta dela tava toda vermelha e escorrendo porra no meio das pernas. "Fica de quatro, Fernanda", o chefe falou pra minha sobrinha. A Fernanda ficou de quatro, mas a Mariani falou: "Não, ela não, por favor. Se quiser, eu fico". Os caras riram, e quando a Mariani ficou de quatro, ordenaram pra minha esposa, a Esmeralda: "Abre a bunda dessa vadiona, vamos ver o cuzinho dela". A Mariani tava muito cansada, mas o gordo não ligou, chegou perto e enfiou a rola nela. A Mariani gemeu e gemeu com aquela rola grossa penetrando a bunda dela. O gordo metia inteiro e a Mariani não aguentou muito, começou a ter um orgasmo: "Ai, ai, tô gozando, tô gozando", a puta falava, enquanto a Esmeralda dizia: "Aguenta, Mariani, aguenta, pelo amor de Deus, aguenta a rola, priminha".

A Mariani deitou no chão e o gordo deixou a porra cair nas costas e na bunda dela. "Olha só sua mãe, Fernanda, viu como ela ficou, a puta?". Minha rola tava duríssima de ter visto a Mariani gemer e gozar. Desse jeito, agora continua, sua puta — disse o chefe pra Fernanda, que tremia toda nervosa. O cara alto se aproximou e pegou ela pelo cabelo. Quando ia colocá-la de quatro, minha sobrinha começou a gritar: "Não, você não! Você não, por favor!" "O que foi, Fernanda? Por que não quer o Oscar?" — perguntou o chefe pra Fê, que respondeu: "É que ele me rasga toda, tem uma piroca muito grande e me arrebenta toda."

"Então, se não quer o Oscar, dá pro seu tio Roberto." Fernanda não hesitou e se ajoelhou na minha frente, tirou minha rola da calça. Lembro que ela arregalou os olhos quando viu que eu tava bem duro. "Vou te chupar, tio Beto" — ela disse com voz suave e começou a lamber meu tronco. Esmeralda, minha esposa, via tudo aquilo e falava: "Não, Fê, não faz isso, por favor, ele é meu marido, é meu!" Fê não ligava e, de olhos fechados, chupava minha rola inteira. Depois, levou minhas bolas à boca e, de olhos abertos, me olhava com luxúria, como se quisesse que eu gozasse rápido na boca dela, mas a única coisa que acontecia era que minha rola ficava cada vez mais dura.

"Agora senta na rola do seu tio, puta" — disse o cara pra Fernanda, que obedeceu na hora. Ela se levantou, se virou e me deu as costas. Vi de perto aquele par de bundas lindas, bem empinadas, redondinhas e brancas, bem na minha cara. Minha rola cresceu ainda mais e endureceu de vez. Fernanda foi sentando nela devagar, até enfiar tudo. Minha esposa gritava: "Sua puta, essa rola é minha, Foxy! Para, puta, deixa meu marido!" E as lágrimas escorriam de raiva. Mas parecia que aquilo excitava ainda mais minha sobrinha, que começava a rebolar cada vez mais rápido na minha rola, depois voltava a fazer devagar e aumentava o ritmo de novo.

E assim ficou até que os gemidos dela saíram: "Mami, mami, tão me comendo, viu, mami?" — ela dizia pra Mariani, que olhava toda chocada. "Mami, mami, viu? Sou puta, sou puta igual você, mami!" E dava sentadas na minha rola, a bunda dela batia nas minhas pernas e ela engolia tudo. queria me soltar e dar umas palmadas na bunda dela, puxar o cabelo dela de quatro, mas eu continuava amarrado, enquanto a putinha da minha sobrinha brincava e fazia o que queria com meu pau. Ela começou a gemer cada vez mais forte até começar a falar: "vou gozar, tio Beto, vou gozar, tio Beto, vou gozar no seu pauzão, tio". Senti os líquidos dela escorrendo pelas minhas pernas enquanto ela gritava: "já vou gozar, já vou gozar, já gozeiiii..." Ao mesmo tempo que eu enchia ela de porra por dentro. No final, nós dois ficamos em êxtase depois de uma foda tão boa...

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AJAJAJAJAAJAJAJAJAJAJ, luego sonó la alarma del despertador.