Quero compartilhar com vocês algo que aconteceu comigo e como tudo saiu do controle. Começo dizendo que minha esposa é muito linda e bem gostosa. Ela se chama TANNIA, tem 30 anos, é morena, mede 1,62m, tem umas pernas torneadas, uma bunda deliciosa e peitos médios. Eu me chamo MARIO, me considero normal, tenho 35 anos, meço 1,65m, sou magro, pau com curva de 17cm. E apesar de minha esposa me atrair muito e a gente foder gostoso, ela é muito recatada no sexo. E como homem, a gente busca ou quer mais, ou pelo menos no meu caso. Um dia, vendo pornô, encontrei uns vídeos de troca de casais e de caras que ficavam excitados vendo outros comerem suas esposas. Aquilo me excitou pra caralho, e comecei a fantasiar.
Com o passar das semanas, comecei a insinuar. No começo, vocês sabem, ela me chamava de louco, dizia que eu tava falando besteira, ficava brava, óbvio, e eu não insistia. Passavam mais umas semanas e eu voltava a insistir. Até que um dia, transando, já excitada, ela pergunta:
TANNIA: Cê realmente tem vontade de fazer uma parada dessas?
EU: Sim, claro, adoraria experimentar algo novo.
TANNIA: Não sei... deixa eu pensar direito e a gente conversa depois.
EU: Ok, tudo bem, sem pressão.
Terminamos aquele dia, e eu continuei perguntando até que consegui convencer ela depois de algumas tentativas.
TANNIA: Ok, tá bom, mas como a gente vai fazer? O que vem depois?
EU: Ainda não sei direito, mas eu cuido disso.
TANNIA: Tá bom, mas que seja logo, antes que eu me arrependa.
Então a primeira coisa que fiz foi procurar um casal. Não demorei muito pra achar um que me chamou a atenção: ele de 40 anos e ela de 35, "EDUARDO E ALISON". A mulher era muito gostosa, loira, peitão, branquinha, já sabe, uma bunda de mulher, a fantasia de qualquer homem. Ele me pareceu um cara agradável, normal, nada excepcional. Então entrei em contato, expliquei a situação e eles, educados, aceitaram.
Depois de algumas conversas e uma semana, já mais em contato com EDUARDO E ALISON, marcamos um encontro num restaurante bar. Tudo já estava pronto, então fui correndo falar com TANNIA e contei pra ela. Eu tava felizão e empolgado, mas na hora ela me deixou frio porque se arrependeu, já que me falou que não achou que eu fosse chegar tão longe. Só me disse que tava me dando o golpe, esperando que a ideia passasse, e não acreditou que eu fosse capaz de realizar. Eu tentei com toda a paciência do mundo convencer ela de novo e não me estressar. Fiz de tudo pra dar confiança e segurança pra ela, dizendo:
EU: Olha, amor, vamos pro encontro e se depois de conversar um pouco você ainda não estiver convencida, se não quiser mais, sem pressão, a gente agradece e vaza.
TANNIA: Ok, tá bom, mas se eu não me sentir à vontade, a gente cai fora de boa?
EU: Combinado!
Com tudo pronto, fomos tomar banho e nos trocar. Ela vestiu um vestidinho jeans de costas e ombros de fora, na altura da coxa, umas botas altas acima do joelho, um sutiã sem alças, uma calcinha fio dental vermelha com renda e um perfume gostoso. Nessa altura, eu já tava muito excitado, com o pau duríssimo, até doía (não sei se algum de vocês já passou por algo assim?). Eu me arrumei de forma mais casual e confortável, com uma calça jeans e uma camisa de manga curta, e fomos pro encontro.
Chegando lá umas 9 da noite, Eduardo e Alison já estavam nos esperando. Nos receberam como se fôssemos amigos de longa data, nos cumprimentamos. Alison vestia uma calça jeans azul e uma blusa branca, dava pra ver que não tava de sutiã porque os bicos dos peitos apareciam, isso pra mim foi muito excitante. Eduardo tava com uma calça casual cor de areia, botas sociais e uma camiseta branca. Entramos num cubículo mais reservado, conversamos sobre tudo um pouco, sem pressão nenhuma. No geral, a gente se divertiu pra caralho. Sem perceber, já eram umas 12 da noite, o tempo passou rápido. Eu pensei que não ia rolar nada, então comecei a puxar o assunto:
EU: Como ou quando vocês começaram nessa parada?
EDUARDO: Já faz uns três anos, desde que casamos, porque eu e minha mulher somos muito tarados e de mente aberta. Acho que tudo começou quando ela me contava como se sentia... comiam as suas parceiras anteriores
ALISON: sim, eu lembro que uma vez contei quando estive pela primeira vez com dois amigos e tive que deixar eles me penetrarem no cu pela primeira vez, de como fiquei louca ao ser penetrada por dois ao mesmo tempo, a dor e o prazer indescritíveis, e assim decidimos fazer com um terceiro.
ALISON: e você, gostosa, como foram suas outras experiências? o MARIO gosta que você conte?
TANNIA: não, não, a gente nunca fez nada disso, essa é a primeira vez que vamos tentar, mas não tô muito segura, além disso nunca estive com outro homem que não fosse ele
ALISON: sério? AHHH que fofa, você devia ter falado antes kkkk
EU: e aí, como procede ou como a gente começa?
ELES: nos explicaram as regras básicas tipo: que seja consensual, a proteção, a higiene, assim como o que pode e o que não pode fazer
ALISON: olha, TANNIA, passa pro lado do EDUARDO e eu sento com seu marido
Trocamos de lugar, virei pra ver minha mulher, ela tava toda nervosa, e nisso escuto o EDUARDO
EDUARDO: fica tranquila que não vai acontecer nada que você não queira. Mas a verdade é que tô morrendo de vontade de ficar com você, te acho linda e você deve ser bem apertada, ainda mais se só ficou com seu marido
Nisso, no abraço, ele chegou perto do ouvido dela, não sei o que disse, mas acho que convidou ela pra dançar porque os dois se levantaram, tomaram um gole dos copos e saíram pra dançar. Eu, por minha vez, tentei aproveitar que tava com aquela gostosona e me joguei pra abraçar ela e acariciar os peitos, meti a mão por baixo da calcinha dela, tentei enfiar meus dedos na buceta dela que já tava molhada e, quando tirei, cheirei, que cheiro gostoso e maravilhoso
Tudo era perfeito, meu pau já escorrendo, ALISON tava me acariciando muito gostoso, não sei quanto tempo passou, mas nisso a música acabou, TANNIA e EDUARDO chegaram, minha esposa já mais calma, se aproximou de mim, me deu um beijo e perguntou
TANNIA: tem certeza que é isso que você quer? Tá tudo bem?
EU: sim, claro, sem problemas
TANNIA: ok Tá bem, só se você me prometer que não vamos falar sobre o que rolar, vale! O que acontecer aqui, fica aqui.
Minha esposa voltou pro lado do EDUARDO, eles conversaram mais um pouco e retomaram a putaria. Ele beijava ela, filho da puta. Quando eu espiei, vi o EDUARDO enfiando a mão por baixo do vestido dela. Nisso, uma coisa me chamou a atenção, porque minha esposa tava muito corada e ria de um jeito bem safado. Aí ela baixou o olhar e vi a mão dela já acariciando o pau dele por cima da calça. "CARALHO", pra minha surpresa, vi que ele tinha um pinto enorme, exageradamente grosso e comprido. Faltou pouco pra cabeça chegar no joelho dele. Não sou bom em medir, mas chutaria uns 25 cm.
Não soube o que fazer ou como reagir naquele momento, me desconcentrei. Mas a ALISON, não sei se percebeu meu nervosismo, me agarrou, virou meu rosto e olhou pro EDUARDO, dizendo que tavam prontos pra ir. Então eles pediram a conta, levantaram e foram pagar.
Eu aproveitei pra ir com minha esposa e falei:
EU: Amor, não te vejo muito convencida e acho que não é uma boa ideia. Que tal a gente deixar pra lá e continuar outra hora? Pra primeira vez, acho que já foi muito bom.
TANNIA: Não, não se preocupa comigo, "NENE". Além do mais, é o que você queria. Vamos ver o que rola, como vai ser. Já tamo até aqui, e seria muito falta de educação com a ALISON e o EDUARDO. Eu tô bem, ou você não quer?
Naquele momento, eu queria arrancar meus próprios ovos. Mas por orgulho, falei que não tinha problema, não queria passar por otário. Mas acho que teria sido o melhor naquela hora, porque a situação só piorou pra mim.
EU: Sim, amor, tá bem, sem problemas.
Nisso, chegaram o EDUARDO e a ALISON. A gente saiu e foi pro estacionamento. A ALISON me disse que ia comigo e que minha esposa fosse com o EDUARDO no carro dele. Aí fomos pra um hotel não muito longe dali. No caminho, não conseguia parar de pensar no EDUARDO e na TANNIA, mas tentei relaxar e curtir, pensando na buceta que eu ia comer.
Quando chegamos no hotel, era umas 1:00 da manhã. Pedimos os quartos, nos entregaram as chaves, fomos pro elevador nós quatro. Quando as portas abriram, só tinha um corredor que levava aos quartos, que eram vizinhos. A primeira a sair foi a ALISON, que me pegou pela mão e fomos os primeiros a entrar. Eu não conseguia nem virar a cabeça, mesmo sabendo que eles vinham atrás de nós, só ouvia murmúrios e risadas. Chegamos na nossa porta, enquanto eu tentava abrir, quase passando por nós, a TANNIA parou pra me dar um beijo e piscar o olho. Fiquei petrificado. O GERMAN fez o mesmo com a ALISON, beijou ela, abraçou.
EDUARDO: love, curte muito, sei o quanto você gostou do MARIO.
EDUARDO, por sua vez, retomou o caminho, pegou a TANNIA pela mão e puxou, começou a guiar ela pro quarto dele. Eu só via eles se afastando, os dois se olhando, e o EDUARDO agarrava a bunda dela, levantando o vestido. Nesse ponto, eu sabia que eles tinham virado a página pra gente.
ALISON: vamos, fica tranquilo que a gente vai se divertir pra caralho.
EU: claro, só nervoso mesmo, deve ser porque é a primeira vez e você é muito gostosa, e eu nunca pensei em ficar com alguém como você.
ALISON: Ahh! Que fofo, obrigada!
Eu tentei aproveitar a experiência, fui pra cama. A ALISON começou a se despir, quando tirou a blusa, os peitos dela ficaram no lugar, com os bicos durinhos. Tirou a calça e eu vi uma calcinha de renda branca linda, no meio da bunda.
ALISON: vai lá, “PAPI”, quer tirar minha calcinha? Ou quer que eu faça tudo? JEJEJE
Minha surpresa foi maior quando vi que a “bucetinha” dela e o corpo todo eram totalmente depilados, não tinha nenhum pelo. Meu pau já estava escorrendo pra caralho, então tirei a calça e, de fato, minha cueca estava super molhada, até sujou minha calça e eu nem tinha percebido.
ALISON: que gostosa e melada você tem, não pode desperdiçar não.
Ela me levou pra cama, começou a bater uma punheta com as duas mãos. Com as mãos cheias do meu lubrificante, passou nos bicos dos peitos pra se tocar e levou meu pau pra boca dela. Ficamos assim um tempão.
ALISON: dá pra ver que você já tá pronto. Pronto.
Como você quer que eu fique?
EU: fica de quatro na cama.
Eu chupava a “panchita” dela, toda rosadinha, tinha um gosto muito gostoso. ALISON: AH, que gostoso, mmm, já tava molhada também. Nisso, me levantei pra meter, quis colocar a cabeça na entrada e, de repente, ela se tirou de um pulo só, se jogou na cama de bruços.
ALISON: calma, “PAPI”, a gente já tinha falado sobre isso no bar.
EU: ok, é, desculpa, tinha esquecido.
ALISON: não se preocupa, eu cuido disso.
Ela se levantou e foi no móvel pegar umas camisinhas. Nessa hora, comecei a ouvir uns gemidos muito fortes que vinham do quarto do EDUARDO E DA TANNIA. Eu não sabia se eram gemidos de prazer ou de dor (tipo aqueles gemidos que escapam por entre os dedos, mesmo tentando tampar a boca).
ALISON: me deitou de barriga pra cima e tentou colocar a camisinha em mim, mas os gemidos foram como um balde de água fria e meu pau foi murchando de vez. Como ela não conseguiu, eu mesmo coloquei, me masturbei um pouco e a ALISON voltou a ficar de quatro. Quando vi aquele rabão, minha rola reagiu e consegui penetrar ela, mas os gemidos da TANNIA não me deixavam concentrar, por mais que eu tentasse seguir com a minha parada. Meu pau não conseguia ficar duro, por mais que eu tentasse, não dava. Meu pinto parecia mais um pedaço de lingüiça, além de torto e mole. Pra continuar metendo, tinha que usar a mão, quase enfiar os dedos pra guiar ou usar eles como tala pra ver se entrava direito. (Não sei se já aconteceu algo assim com vocês).
Foi horrível pra mim. Por mais que tentasse satisfazer a ALISON, eu continuava e continuava, até que meu bagulho entrava todo torto, todo mole. Óbvio que a ALISON percebeu.
ALISON: o que foi, “PAPI”? Tudo bem? Você gozou já? Terminou?
EU: sim, sim, desculpa, é que você é muito gostosa.
Não consegui contar a verdade, que não conseguia me concentrar. Mas mesmo assim ela foi muito legal comigo.
ALISON: não se preocupa, você me chupou tão gostoso. Se quiser, continua.
Eu continuei chupando ela por uns 10-15 minutos. Mais alguns minutos e, como não sou tão bom, com a ajuda dos meus dedos consegui fazer ela gozar. A gente se enxaguou, foi pra cama, deitamos e conversamos mais um pouco, porque os gritos e gemidos do EDUARDO e da TANNIA continuaram por uns bons 20 minutos. A ALISON, não sei se já tava acostumada com a situação ou se por ter mais experiência, fingia que não ouvia os gritos ou já tava acostumada. Óbvio que eu não quis perguntar nada sobre o assunto, não quis saber como era o EDUARDO transando nem como ele metia com aquela pica enorme dele, mas a ALISON percebeu que eu tava afetado e só lembro dela falar:
ALISON: Não se preocupa, isso acontece mais do que você imagina. Além do mais, é sua primeira vez. Mas você me fez gozar muito gostoso, valeu, fica tranquilo.
Com o tempo, ela se despediu:
ALISON: Descansa.
E virou pra dormir. Eu fiz o mesmo do meu lado, virei pro lado oposto ao dela e, como não ouvia mais nada, acabei dormindo.
De repente, um barulho me acordou. Virei pra ver meu celular e vi que era quase 4 da manhã (imaginam que barulho estranho foi aquele?). Pois é, era a TANNIA e o EDUARDO, que pareciam estar transando de novo. Dessa vez, não sei se foi porque tudo tava apagado ou se o barulho tava menor, mas os gritos estavam claros e intensos.
TANNIA: Me dá, me dá mais rápido, quero mais, me dá tudo!!!
EDUARDO: Claro! Toma, cê gosta?
TANNIA: SIM, SIM, ASSIM, adoro, você é maravilhoso, ahhhh!! AHHH!! Você me enche!
EDUARDO: Vira! Sua puta!! Vou meter até o saco!
TANNIA: Não, por favor, não, assim não! Melhor continua, vai logo, mete em mim, me dá duro como só você sabe!
EDUARDO: Vira!
TANNIA: Mmmm... Ahh ahh, tô boa assim? Tô boa assim?
EDUARDO: SIM, SIM, assim você tá boa, só aguenta. Quer mais? Você me fala quando parar?
TANNIA: Ahhh AHHH, sim, sim, já, já entrou, mais, mais devagar, não tira tanto, não vai tirar, por favor, AHHHHH, mais rápido, mais rápido, ohhh AHHHH, já, já, já, para, para, não mexe, MMMM AHHH!
EDUARDO: Ahhh, AI, VOU GOZAR, VOU GOZAR!!!
TANNIA: AHHH! Fica dentro!!!! Não tira ela!! Você é um filho da puta, um filho da puta MMMM
É o que lembro ou consegui ouvir, e de repente tudo ficou em silêncio, não consegui escutar nada, mesmo tentando ficar atento até que acabei dormindo de novo
Já na manhã seguinte, o telefone nos acordou avisando que tínhamos que sair do quarto. ALISON e EU levantamos, nos vestimos, já que do outro lado só dava pra ouvir o chuveiro, então fomos pro lobby e tivemos que esperar, porque TANNIA e EDUARDO demoraram pra descer, quase nos cobraram mais um dia de quarto
Nisso, as portas do elevador se abrem e vemos TANNIA E EDUARDO saindo, se acabando de rir. Minha esposa, ao me ver, ficou um pouco mais séria, me abraçou, me deu um beijo e só falou OBRIGADA. Depois nos cumprimentamos os quatro normal e cordialmente, fomos pro estacionamento e no caminho cada um foi com seu par, vocês já sabem, nos despedindo nisso:
EDUARDO: meu irmão, muito obrigado, foi muito bom, eu me diverti pra caralho. Espero que vocês também tenham se divertido? MARIO, você tem muita sorte, sua mulher é muito gostosa. Vê aí que dia a gente combina e repete?
EU: É, seria legal, a gente avisa
TANNIA: Não, acho que não vamos nos ver de novo, era só uma fantasia dele, que já realizei. Tchau, beijos
ALISON: Até mais
Já no carro, teve um momento de silêncio, então tentei saber como tinha sido e perguntei:
EU: E como ele é? Como foi? Você se divertiu? Como é que foi?
TANNIA: Só me olhou e disse:
Que foi tudo tranquilo, que se divertiu pra caralho
EU: Só isso? Só "bem"?
TANNIA: Olha, amor, não sei o que você tá imaginando, mas combinamos que o que rolasse no hotel ficava no hotel, concorda?
EU: Ok, sim
E não voltamos a falar do assunto. Continuei dirigindo, de olho via a TANNIA bocejando, meio cansada e com sono. Ao chegar em casa, fomos pro quarto, preparei minha roupa pra não usar a mesma do dia anterior e entrei no chuveiro Convidei a TANNIA, mas ela disse pra eu dar uns minutos enquanto arrumava a roupa dela. Terminei de tomar banho e, quando saí, vi a TANNIA dormindo de bruços com uma perna meio dobrada.
Se vocês conseguirem imaginar, nessa posição o vestido dela subiu, deixando à mostra a bunda e parte da tanga. Fiquei olhando um pouco mais, com mais atenção, porque vi que algo estava saindo dela. Era uma mistura de sêmen ou gel lubrificante saindo do cu. Me aproximei, abri as nádegas dela com cuidado e puxei a tanga de lado, tudo bem devagar. Só pra ver que o cu dela estava bem inchado e mais vermelho que o normal. Nesse momento, começou a sair e escorrer mais líquido do cu dela pra "bucetinha", que estava vermelha e lubrificada.
Mas achei estranho, porque, primeiro: se eu ouvi o chuveiro, por que ela ainda estava molhada? E segundo: se lembram que no começo eu contei que minha mulher é muito recatada e só transamos do jeito que o pessoal chama de normal? E, mesmo eu já tendo pedido o cu dela várias vezes, ela nunca me deu.
Então saí e fui resolver uns problemas que eu tinha, deixei ela descansar.
Agora, já faz uma semana que isso aconteceu e não tocamos no assunto. Não sei se devo falar ou perguntar sobre o que acho que vi e parte do que ouvi, já que o trato era não voltar a falar sobre isso. Alguém já passou por algo parecido? Adoraria que me contassem ou comentassem o que acham.Até aqui. Meu relato, espero que possam me aconselhar e cuidado com o que desejam, não é fácil entrar nesse meio ou será que só comigo aconteceu isso.
Com o passar das semanas, comecei a insinuar. No começo, vocês sabem, ela me chamava de louco, dizia que eu tava falando besteira, ficava brava, óbvio, e eu não insistia. Passavam mais umas semanas e eu voltava a insistir. Até que um dia, transando, já excitada, ela pergunta:
TANNIA: Cê realmente tem vontade de fazer uma parada dessas?
EU: Sim, claro, adoraria experimentar algo novo.
TANNIA: Não sei... deixa eu pensar direito e a gente conversa depois.
EU: Ok, tudo bem, sem pressão.
Terminamos aquele dia, e eu continuei perguntando até que consegui convencer ela depois de algumas tentativas.
TANNIA: Ok, tá bom, mas como a gente vai fazer? O que vem depois?
EU: Ainda não sei direito, mas eu cuido disso.
TANNIA: Tá bom, mas que seja logo, antes que eu me arrependa.
Então a primeira coisa que fiz foi procurar um casal. Não demorei muito pra achar um que me chamou a atenção: ele de 40 anos e ela de 35, "EDUARDO E ALISON". A mulher era muito gostosa, loira, peitão, branquinha, já sabe, uma bunda de mulher, a fantasia de qualquer homem. Ele me pareceu um cara agradável, normal, nada excepcional. Então entrei em contato, expliquei a situação e eles, educados, aceitaram.
Depois de algumas conversas e uma semana, já mais em contato com EDUARDO E ALISON, marcamos um encontro num restaurante bar. Tudo já estava pronto, então fui correndo falar com TANNIA e contei pra ela. Eu tava felizão e empolgado, mas na hora ela me deixou frio porque se arrependeu, já que me falou que não achou que eu fosse chegar tão longe. Só me disse que tava me dando o golpe, esperando que a ideia passasse, e não acreditou que eu fosse capaz de realizar. Eu tentei com toda a paciência do mundo convencer ela de novo e não me estressar. Fiz de tudo pra dar confiança e segurança pra ela, dizendo:
EU: Olha, amor, vamos pro encontro e se depois de conversar um pouco você ainda não estiver convencida, se não quiser mais, sem pressão, a gente agradece e vaza.
TANNIA: Ok, tá bom, mas se eu não me sentir à vontade, a gente cai fora de boa?
EU: Combinado!
Com tudo pronto, fomos tomar banho e nos trocar. Ela vestiu um vestidinho jeans de costas e ombros de fora, na altura da coxa, umas botas altas acima do joelho, um sutiã sem alças, uma calcinha fio dental vermelha com renda e um perfume gostoso. Nessa altura, eu já tava muito excitado, com o pau duríssimo, até doía (não sei se algum de vocês já passou por algo assim?). Eu me arrumei de forma mais casual e confortável, com uma calça jeans e uma camisa de manga curta, e fomos pro encontro.
Chegando lá umas 9 da noite, Eduardo e Alison já estavam nos esperando. Nos receberam como se fôssemos amigos de longa data, nos cumprimentamos. Alison vestia uma calça jeans azul e uma blusa branca, dava pra ver que não tava de sutiã porque os bicos dos peitos apareciam, isso pra mim foi muito excitante. Eduardo tava com uma calça casual cor de areia, botas sociais e uma camiseta branca. Entramos num cubículo mais reservado, conversamos sobre tudo um pouco, sem pressão nenhuma. No geral, a gente se divertiu pra caralho. Sem perceber, já eram umas 12 da noite, o tempo passou rápido. Eu pensei que não ia rolar nada, então comecei a puxar o assunto:
EU: Como ou quando vocês começaram nessa parada?
EDUARDO: Já faz uns três anos, desde que casamos, porque eu e minha mulher somos muito tarados e de mente aberta. Acho que tudo começou quando ela me contava como se sentia... comiam as suas parceiras anteriores
ALISON: sim, eu lembro que uma vez contei quando estive pela primeira vez com dois amigos e tive que deixar eles me penetrarem no cu pela primeira vez, de como fiquei louca ao ser penetrada por dois ao mesmo tempo, a dor e o prazer indescritíveis, e assim decidimos fazer com um terceiro.
ALISON: e você, gostosa, como foram suas outras experiências? o MARIO gosta que você conte?
TANNIA: não, não, a gente nunca fez nada disso, essa é a primeira vez que vamos tentar, mas não tô muito segura, além disso nunca estive com outro homem que não fosse ele
ALISON: sério? AHHH que fofa, você devia ter falado antes kkkk
EU: e aí, como procede ou como a gente começa?
ELES: nos explicaram as regras básicas tipo: que seja consensual, a proteção, a higiene, assim como o que pode e o que não pode fazer
ALISON: olha, TANNIA, passa pro lado do EDUARDO e eu sento com seu marido
Trocamos de lugar, virei pra ver minha mulher, ela tava toda nervosa, e nisso escuto o EDUARDO
EDUARDO: fica tranquila que não vai acontecer nada que você não queira. Mas a verdade é que tô morrendo de vontade de ficar com você, te acho linda e você deve ser bem apertada, ainda mais se só ficou com seu marido
Nisso, no abraço, ele chegou perto do ouvido dela, não sei o que disse, mas acho que convidou ela pra dançar porque os dois se levantaram, tomaram um gole dos copos e saíram pra dançar. Eu, por minha vez, tentei aproveitar que tava com aquela gostosona e me joguei pra abraçar ela e acariciar os peitos, meti a mão por baixo da calcinha dela, tentei enfiar meus dedos na buceta dela que já tava molhada e, quando tirei, cheirei, que cheiro gostoso e maravilhoso
Tudo era perfeito, meu pau já escorrendo, ALISON tava me acariciando muito gostoso, não sei quanto tempo passou, mas nisso a música acabou, TANNIA e EDUARDO chegaram, minha esposa já mais calma, se aproximou de mim, me deu um beijo e perguntou
TANNIA: tem certeza que é isso que você quer? Tá tudo bem?
EU: sim, claro, sem problemas
TANNIA: ok Tá bem, só se você me prometer que não vamos falar sobre o que rolar, vale! O que acontecer aqui, fica aqui.
Minha esposa voltou pro lado do EDUARDO, eles conversaram mais um pouco e retomaram a putaria. Ele beijava ela, filho da puta. Quando eu espiei, vi o EDUARDO enfiando a mão por baixo do vestido dela. Nisso, uma coisa me chamou a atenção, porque minha esposa tava muito corada e ria de um jeito bem safado. Aí ela baixou o olhar e vi a mão dela já acariciando o pau dele por cima da calça. "CARALHO", pra minha surpresa, vi que ele tinha um pinto enorme, exageradamente grosso e comprido. Faltou pouco pra cabeça chegar no joelho dele. Não sou bom em medir, mas chutaria uns 25 cm.
Não soube o que fazer ou como reagir naquele momento, me desconcentrei. Mas a ALISON, não sei se percebeu meu nervosismo, me agarrou, virou meu rosto e olhou pro EDUARDO, dizendo que tavam prontos pra ir. Então eles pediram a conta, levantaram e foram pagar.
Eu aproveitei pra ir com minha esposa e falei:
EU: Amor, não te vejo muito convencida e acho que não é uma boa ideia. Que tal a gente deixar pra lá e continuar outra hora? Pra primeira vez, acho que já foi muito bom.
TANNIA: Não, não se preocupa comigo, "NENE". Além do mais, é o que você queria. Vamos ver o que rola, como vai ser. Já tamo até aqui, e seria muito falta de educação com a ALISON e o EDUARDO. Eu tô bem, ou você não quer?
Naquele momento, eu queria arrancar meus próprios ovos. Mas por orgulho, falei que não tinha problema, não queria passar por otário. Mas acho que teria sido o melhor naquela hora, porque a situação só piorou pra mim.
EU: Sim, amor, tá bem, sem problemas.
Nisso, chegaram o EDUARDO e a ALISON. A gente saiu e foi pro estacionamento. A ALISON me disse que ia comigo e que minha esposa fosse com o EDUARDO no carro dele. Aí fomos pra um hotel não muito longe dali. No caminho, não conseguia parar de pensar no EDUARDO e na TANNIA, mas tentei relaxar e curtir, pensando na buceta que eu ia comer.
Quando chegamos no hotel, era umas 1:00 da manhã. Pedimos os quartos, nos entregaram as chaves, fomos pro elevador nós quatro. Quando as portas abriram, só tinha um corredor que levava aos quartos, que eram vizinhos. A primeira a sair foi a ALISON, que me pegou pela mão e fomos os primeiros a entrar. Eu não conseguia nem virar a cabeça, mesmo sabendo que eles vinham atrás de nós, só ouvia murmúrios e risadas. Chegamos na nossa porta, enquanto eu tentava abrir, quase passando por nós, a TANNIA parou pra me dar um beijo e piscar o olho. Fiquei petrificado. O GERMAN fez o mesmo com a ALISON, beijou ela, abraçou.
EDUARDO: love, curte muito, sei o quanto você gostou do MARIO.
EDUARDO, por sua vez, retomou o caminho, pegou a TANNIA pela mão e puxou, começou a guiar ela pro quarto dele. Eu só via eles se afastando, os dois se olhando, e o EDUARDO agarrava a bunda dela, levantando o vestido. Nesse ponto, eu sabia que eles tinham virado a página pra gente.
ALISON: vamos, fica tranquilo que a gente vai se divertir pra caralho.
EU: claro, só nervoso mesmo, deve ser porque é a primeira vez e você é muito gostosa, e eu nunca pensei em ficar com alguém como você.
ALISON: Ahh! Que fofo, obrigada!
Eu tentei aproveitar a experiência, fui pra cama. A ALISON começou a se despir, quando tirou a blusa, os peitos dela ficaram no lugar, com os bicos durinhos. Tirou a calça e eu vi uma calcinha de renda branca linda, no meio da bunda.
ALISON: vai lá, “PAPI”, quer tirar minha calcinha? Ou quer que eu faça tudo? JEJEJE
Minha surpresa foi maior quando vi que a “bucetinha” dela e o corpo todo eram totalmente depilados, não tinha nenhum pelo. Meu pau já estava escorrendo pra caralho, então tirei a calça e, de fato, minha cueca estava super molhada, até sujou minha calça e eu nem tinha percebido.
ALISON: que gostosa e melada você tem, não pode desperdiçar não.
Ela me levou pra cama, começou a bater uma punheta com as duas mãos. Com as mãos cheias do meu lubrificante, passou nos bicos dos peitos pra se tocar e levou meu pau pra boca dela. Ficamos assim um tempão.
ALISON: dá pra ver que você já tá pronto. Pronto.
Como você quer que eu fique?
EU: fica de quatro na cama.
Eu chupava a “panchita” dela, toda rosadinha, tinha um gosto muito gostoso. ALISON: AH, que gostoso, mmm, já tava molhada também. Nisso, me levantei pra meter, quis colocar a cabeça na entrada e, de repente, ela se tirou de um pulo só, se jogou na cama de bruços.
ALISON: calma, “PAPI”, a gente já tinha falado sobre isso no bar.
EU: ok, é, desculpa, tinha esquecido.
ALISON: não se preocupa, eu cuido disso.
Ela se levantou e foi no móvel pegar umas camisinhas. Nessa hora, comecei a ouvir uns gemidos muito fortes que vinham do quarto do EDUARDO E DA TANNIA. Eu não sabia se eram gemidos de prazer ou de dor (tipo aqueles gemidos que escapam por entre os dedos, mesmo tentando tampar a boca).
ALISON: me deitou de barriga pra cima e tentou colocar a camisinha em mim, mas os gemidos foram como um balde de água fria e meu pau foi murchando de vez. Como ela não conseguiu, eu mesmo coloquei, me masturbei um pouco e a ALISON voltou a ficar de quatro. Quando vi aquele rabão, minha rola reagiu e consegui penetrar ela, mas os gemidos da TANNIA não me deixavam concentrar, por mais que eu tentasse seguir com a minha parada. Meu pau não conseguia ficar duro, por mais que eu tentasse, não dava. Meu pinto parecia mais um pedaço de lingüiça, além de torto e mole. Pra continuar metendo, tinha que usar a mão, quase enfiar os dedos pra guiar ou usar eles como tala pra ver se entrava direito. (Não sei se já aconteceu algo assim com vocês).
Foi horrível pra mim. Por mais que tentasse satisfazer a ALISON, eu continuava e continuava, até que meu bagulho entrava todo torto, todo mole. Óbvio que a ALISON percebeu.
ALISON: o que foi, “PAPI”? Tudo bem? Você gozou já? Terminou?
EU: sim, sim, desculpa, é que você é muito gostosa.
Não consegui contar a verdade, que não conseguia me concentrar. Mas mesmo assim ela foi muito legal comigo.
ALISON: não se preocupa, você me chupou tão gostoso. Se quiser, continua.
Eu continuei chupando ela por uns 10-15 minutos. Mais alguns minutos e, como não sou tão bom, com a ajuda dos meus dedos consegui fazer ela gozar. A gente se enxaguou, foi pra cama, deitamos e conversamos mais um pouco, porque os gritos e gemidos do EDUARDO e da TANNIA continuaram por uns bons 20 minutos. A ALISON, não sei se já tava acostumada com a situação ou se por ter mais experiência, fingia que não ouvia os gritos ou já tava acostumada. Óbvio que eu não quis perguntar nada sobre o assunto, não quis saber como era o EDUARDO transando nem como ele metia com aquela pica enorme dele, mas a ALISON percebeu que eu tava afetado e só lembro dela falar:
ALISON: Não se preocupa, isso acontece mais do que você imagina. Além do mais, é sua primeira vez. Mas você me fez gozar muito gostoso, valeu, fica tranquilo.
Com o tempo, ela se despediu:
ALISON: Descansa.
E virou pra dormir. Eu fiz o mesmo do meu lado, virei pro lado oposto ao dela e, como não ouvia mais nada, acabei dormindo.
De repente, um barulho me acordou. Virei pra ver meu celular e vi que era quase 4 da manhã (imaginam que barulho estranho foi aquele?). Pois é, era a TANNIA e o EDUARDO, que pareciam estar transando de novo. Dessa vez, não sei se foi porque tudo tava apagado ou se o barulho tava menor, mas os gritos estavam claros e intensos.
TANNIA: Me dá, me dá mais rápido, quero mais, me dá tudo!!!
EDUARDO: Claro! Toma, cê gosta?
TANNIA: SIM, SIM, ASSIM, adoro, você é maravilhoso, ahhhh!! AHHH!! Você me enche!
EDUARDO: Vira! Sua puta!! Vou meter até o saco!
TANNIA: Não, por favor, não, assim não! Melhor continua, vai logo, mete em mim, me dá duro como só você sabe!
EDUARDO: Vira!
TANNIA: Mmmm... Ahh ahh, tô boa assim? Tô boa assim?
EDUARDO: SIM, SIM, assim você tá boa, só aguenta. Quer mais? Você me fala quando parar?
TANNIA: Ahhh AHHH, sim, sim, já, já entrou, mais, mais devagar, não tira tanto, não vai tirar, por favor, AHHHHH, mais rápido, mais rápido, ohhh AHHHH, já, já, já, para, para, não mexe, MMMM AHHH!
EDUARDO: Ahhh, AI, VOU GOZAR, VOU GOZAR!!!
TANNIA: AHHH! Fica dentro!!!! Não tira ela!! Você é um filho da puta, um filho da puta MMMM
É o que lembro ou consegui ouvir, e de repente tudo ficou em silêncio, não consegui escutar nada, mesmo tentando ficar atento até que acabei dormindo de novo
Já na manhã seguinte, o telefone nos acordou avisando que tínhamos que sair do quarto. ALISON e EU levantamos, nos vestimos, já que do outro lado só dava pra ouvir o chuveiro, então fomos pro lobby e tivemos que esperar, porque TANNIA e EDUARDO demoraram pra descer, quase nos cobraram mais um dia de quarto
Nisso, as portas do elevador se abrem e vemos TANNIA E EDUARDO saindo, se acabando de rir. Minha esposa, ao me ver, ficou um pouco mais séria, me abraçou, me deu um beijo e só falou OBRIGADA. Depois nos cumprimentamos os quatro normal e cordialmente, fomos pro estacionamento e no caminho cada um foi com seu par, vocês já sabem, nos despedindo nisso:
EDUARDO: meu irmão, muito obrigado, foi muito bom, eu me diverti pra caralho. Espero que vocês também tenham se divertido? MARIO, você tem muita sorte, sua mulher é muito gostosa. Vê aí que dia a gente combina e repete?
EU: É, seria legal, a gente avisa
TANNIA: Não, acho que não vamos nos ver de novo, era só uma fantasia dele, que já realizei. Tchau, beijos
ALISON: Até mais
Já no carro, teve um momento de silêncio, então tentei saber como tinha sido e perguntei:
EU: E como ele é? Como foi? Você se divertiu? Como é que foi?
TANNIA: Só me olhou e disse:
Que foi tudo tranquilo, que se divertiu pra caralho
EU: Só isso? Só "bem"?
TANNIA: Olha, amor, não sei o que você tá imaginando, mas combinamos que o que rolasse no hotel ficava no hotel, concorda?
EU: Ok, sim
E não voltamos a falar do assunto. Continuei dirigindo, de olho via a TANNIA bocejando, meio cansada e com sono. Ao chegar em casa, fomos pro quarto, preparei minha roupa pra não usar a mesma do dia anterior e entrei no chuveiro Convidei a TANNIA, mas ela disse pra eu dar uns minutos enquanto arrumava a roupa dela. Terminei de tomar banho e, quando saí, vi a TANNIA dormindo de bruços com uma perna meio dobrada.
Se vocês conseguirem imaginar, nessa posição o vestido dela subiu, deixando à mostra a bunda e parte da tanga. Fiquei olhando um pouco mais, com mais atenção, porque vi que algo estava saindo dela. Era uma mistura de sêmen ou gel lubrificante saindo do cu. Me aproximei, abri as nádegas dela com cuidado e puxei a tanga de lado, tudo bem devagar. Só pra ver que o cu dela estava bem inchado e mais vermelho que o normal. Nesse momento, começou a sair e escorrer mais líquido do cu dela pra "bucetinha", que estava vermelha e lubrificada.
Mas achei estranho, porque, primeiro: se eu ouvi o chuveiro, por que ela ainda estava molhada? E segundo: se lembram que no começo eu contei que minha mulher é muito recatada e só transamos do jeito que o pessoal chama de normal? E, mesmo eu já tendo pedido o cu dela várias vezes, ela nunca me deu.
Então saí e fui resolver uns problemas que eu tinha, deixei ela descansar.
Agora, já faz uma semana que isso aconteceu e não tocamos no assunto. Não sei se devo falar ou perguntar sobre o que acho que vi e parte do que ouvi, já que o trato era não voltar a falar sobre isso. Alguém já passou por algo parecido? Adoraria que me contassem ou comentassem o que acham.Até aqui. Meu relato, espero que possam me aconselhar e cuidado com o que desejam, não é fácil entrar nesse meio ou será que só comigo aconteceu isso.
7 comentários - Meu começo na vida de tiete não é só flores